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Pesquisa aponta queda de 26,9% na demanda por transporte de cargas no Brasil

por Administrador / quinta-feira, 02 abril 2020 / Publicado em Negócios

Considerando apenas o agronegócio, retração é de 12,4%. Por outro lado, houve aumento na quantidade de fretes para produtos vendidos em supermercados. BR-163, uma das principais vias de escoamento do agronegócio Marcos Santos/Agência Pará O Brasil registrou uma queda de 26,9% no volume de cargas transportadas por caminhões entre os dias 23 e 29 de março, na comparação com o movimento registrado antes das medidas contra o coronavírus, segundo pesquisa realizada pela associação de empresas de transporte NTC&Logística, divulgada nesta quarta-feira (1º). O levantamento, que envolveu transportadoras, mostrou ainda queda de 30,9% no transporte de cargas fracionadas, que atendem distribuidores e lojas; e redução de 23,2% na demanda por cargas lotação (em geral, compostas de um só tipo de produto que ocupa toda a capacidade dos veículos). Nos números gerais, a pesquisa mostrou uma certa estabilidade em relação aos problemas apontados em levantamento semelhante que considerou somente o início da semana passada. Considerando apenas o agronegócio, a queda na demanda por transporte é de 12,4%. Já a demanda por transporte de produtos vendidos por lojas, muitas delas fechadas por medidas contra o coronavírus, caiu 75%. Por outro lado, a pesquisa apontou aumento de 23% na demanda por transporte de produtos vendidos em supermercados, uma atividade considerada essencial durante a crise que está correndo para atender a população. O responsável pela pesquisa, Lauro Valdivia, disse que há disponibilidade de transporte de sobra no Brasil e que setor está contornando problemas como escassez pontos de paradas abertos para caminhoneiros nas estradas, uma questão que, segundo segmentos do agronegócio, está afetando a contratação de transporte. Para ele, os principais problemas para transporte são associados a férias coletivas das indústrias e incertezas sobre funcionamento de estabelecimentos que recebem cargas. No caso de setores do agronegócio, que têm alegado aumento no custo do frete por supostamente haver falta de caminhoneiros dispostos a fazer viagem sem certeza sobre a infraestrutura na rodovia, o especialista da NTC disse que o dito aumento dos custos está associado ao transporte de uma safra recorde de soja para os portos. Initial plugin text

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