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Home office pode chegar a 22,7% das ocupações nacionais, aponta estudo do Ipea

por Administrador / quarta-feira, 03 junho 2020 / Publicado em Negócios

Isso colocaria o país na 45ª posição mundial e no 2º lugar no ranking de trabalho remoto na América Latina. Empresas veem vantagens em vagas de home office Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que a migração do trabalho presencial para o home office ou teletrabalho poderá ser adotada em 22,7% das ocupações nacionais, alcançando mais de 20 milhões de pessoas. Isso colocaria o país na 45ª posição mundial e no 2º lugar no ranking de trabalho remoto na América Latina. O home office foi uma das medidas adotadas pelas empresas diante da adoção do distanciamento social para conter a pandemia de Covid-19. Segundo o Ipea, o modelo, que agora ganha visibilidade, não é novo e tem grande potencial de crescimento em muitos países. Estressado e trabalhando mais no home office? Veja motivos e como tentar reverter GUIA: home office em tempo de coronavírus A análise por estados do país revela desigualdades regionais. O maior potencial de teletrabalho foi identificado no Distrito Federal, onde 31,6% dos empregos podem ser executados de forma remota (em torno de 450 mil pessoas). Na sequência vêm os estados de São Paulo (27,7% dos empregos, aproximadamente 6,1 millhões de pessoas) e Rio de Janeiro (26,7%, ou pouco mais de 2 milhões de trabalhadores). O Piauí é o que apresenta o menor potencial de teletrabalho (15,6% das atividades, ou cerca de 192 mil pessoas). Ranking dos estados em percentual de teletrabalho potencial: Distrito Federal: 31,5% São Paulo: 27,7% Rio de Janeiro: 26,7% Santa Catarina: 23,8% Paraná: 23,3% Rio Grande do Sul: 23,1% Brasil: 22,7% Espírito Santo: 21,8% Roraima: 21,0% Tocantins: 21,0% Rio Grande do Norte: 20,9% Goiás: 20,4% Minas Gerais: 20,4% Mato Grosso do Sul: 20,3% Paraíba: 19,8% Sergipe: 19,4% Amapá: 19,1% Acre: 19,0% Ceará: 18,8% Pernambuco: 18,8% Bahia: 18,6% Mato Grosso: 18,5% Alagoas: 18,2% Amazonas: 17,7% Maranhão: 17,5% Rondônia: 16,7% Pará: 16,0% Piauí: 15,6% A pesquisa analisou 434 ocupações e indica que um quarto das atividades poderiam ser realizadas remotamente. Os grupos com maiores probabilidades de teletrabalho são os de profissionais de ciências e intelectuais, diretores e gerentes e técnicos e profissionais de nível médio. Por outro lado, trabalhadores da agropecuária, da caça e da pesca e militares possuem os menores potenciais de teletrabalho. “Se a ocupação envolve trabalho fora de um local fixo e operação de máquinas e veículos ela é considerada como não passível de teletrabalho”, explica o pesquisador do Ipea Felipe Martins. Veja abaixo: Diretores e gerentes: 61% Profissionais das ciências e intelectuais: 65% Técnicos e profissionais de nível médio: 30% Trabalhadores de apoio administrativo: 41% Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados: 12% Trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios: 8% Trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e da pesca: 0% Operadores de instalações e máquinas e montadores: 0% Ocupações elementares: 0% Membros das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares: 0% Na análise internacional, Luxemburgo tem a maior proporção de teletrabalho entre os 86 países avaliados (53,4% dos empregos). No final do ranking aparece Moçambique (5,24%). Dentre os 9 países da América Latina que constam no estudo (Brasil, Bolívia, Chile, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México e Panamá), o Chile apresenta a maior participação de teletrabalho (25,74%). Nessa relação de países, o Brasil ocupou a 45ª posição, com 25,65% de teletrabalho. O gráfico abaixo mostra os 10 maiores países em participação de teletrabalho: 10 maiores países em participação de teletrabalho Divulgação/Ipea

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