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Projeção da Firjan aponta para queda de 6,4% do PIB do RJ em 2020

por Administrador / sexta-feira, 05 junho 2020 / Publicado em Negócios

De acordo com a federação, a diminuição do PIB é reflexo dos impactos da pandemia e do cenário econômico, político e social. Se projeção se confirmar, será o pior resultado desde 2002. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou, nesta quinta-feira (4), projeções que apontam uma queda de 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado em 2020.
Se a projeção se confirmar, o resultado será o pior registrado desde 2002, quando a série histórica, baseada em dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mudou a metodologia.
Firjan elabora guia com orientações para retomada segura das atividades industriais no RJ
Segundo a Firjan, a diminuição do PIB é um reflexo dos impactos da pandemia do novo coronavírus e do cenário econômico, político e social. Os dados foram divulgados através do estudo “Rio de Janeiro: resultados e perspectivas para o PIB”.
A federação estima, apenas no primeiro trimestre do ano, uma queda de 0,6% se comparado com o mesmo período do ano passado. Em comparação com o quarto trimestre de 2019, foi registrado um recuo de 1,9%.
A Firjan informou ainda as projeções para setores específicos neste ano. Em serviços, a projeção é de queda de 6,7%. De acordo com a federação, a indústria deve apresentar diminuição de 6,3%.
Na indústria extrativa, a estimativa é um recuo de 7,3%, por conta da retração da economia mundial e dos impactos na demanda por óleo e gás. Na construção civil, a retração projetada é de 6,2%.
Para a indústria da transformação, a projeção é diminuição de 5,9%. Para chegar ao resultado, a Firjan considerou possíveis impactos negativos da crise argentina sobre as exportações, como a do setor automotivo, e a menor demanda externa para o setor da metalurgia.
A federação apontou que a recuperação da economia do Rio de Janeiro deve ser lenta e destacou que as projeções consideram o fim das medidas restritivas na segunda semana de junho. Dessa forma, se a retomada das atividades levar mais tempo, a Firjan não descarta uma queda ainda mais acentuada.
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