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Dólar opera em alta de olho em exterior e ‘debandada’ no Ministério da Economia

por Administrador / quarta-feira, 12 agosto 2020 / Publicado em Negócios

Na terça-feira, moeda norte-americana encerrou o dia em baixa de 0,90%, a R$ 5,4151. Notas de dólar Reuters O dólar opera em alta quarta-feira (12), após mostrar instabilidade na abertura, com os investidores de divididos entre a fraqueza da moeda norte-americana no exterior e os impactos da "debandada" no Ministério da Economia brasileiro após a saída de mais dois secretários da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes. Às 11h07, a moeda norte-americana subia 0,92%, a R$ 5,4647. Na máxima até o momento chegou a R$ 5,4732; na mínima foi a R$ 5,4001. Veja mais cotações. Na terça-feira, o dólar encerrou o dia em baixa de 0,90%, a R$ 5,4151. No mês, a moeda acumula alta de 3,80%, e no ano, de 35,05%. Debandada na equipe econômica Na noite desta terça-feira, Guedes anunciou o pedido de demissão dos secretários especiais de Desestatização e Privatização, Salim Mattar, e de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel, admitindo uma '"debandada" na equipe econômica. Guedes alertou também que os auxiliares que aconselham o presidente Jair Bolsonaro a "furar" a regra do teto de gastos estão levando o presidente para uma zona de impeachment. A saída dos secretários responsáveis pelos projetos de privatizações e de reforma administrativa levanta dúvidas sobre o avanço da agenda liberal defendida por Guedes e prometida na campanha presidencial de 2018. A incerteza política doméstica, aliada a um ambiente de juros extremamente baixos e uma crise econômica causada pela pandemia de coronavírus, é apontada por analistas como um dos fatores que levou o dólar a níveis recordes próximos de R$ 6 em 2020. ‘Há uma debandada’, admite Paulo Guedes após demissão de dois secretários Por outro lado, a fala de Guedes foi vista como um apelo do ministro por respaldo político do presidente Jair Bolsonaro a agenda liberal. "A fala se dá em momento difícil para a equipe econômica, quando se multiplicam as iniciativas insólitas no governo e no Congresso para expandir as despesas e em meio ao sinal negativo dado pela "debandada" no time, que deixou de ver suporte político para avanço das privatizações e da reforma administrativa", avaliou a equipe da XP Investimentos. Será que Bolsonaro quer a agenda liberal de seu 'posto Ipiranga'? Para assessores de Bolsonaro, Guedes pode sair se governo optar por furar teto de gastos Cena externa A sessão era marcada pela cautela dos investidores diante do impasse político nas negociações de um novo pacote de auxílio econômico nos Estados Unidos, o que pressionava o dólar contra uma cesta das principais moedas e impulsionava algumas divisas arriscadas, como dólar australiano, peso mexicano e rand sul-africano. Os principais negociadores da Casa Branca falharam em chegar a um meio termo com os democratas do Congresso sobre os termos e o preço do estímulo, enquanto os casos de Covid-19 seguem ameaçando a recuperação da maior economia do mundo. Na agenda de indicadores, a produção industrial da zona do euro aumentou 9,1% em junho, mas a recuperação após as quedas recordes provocadas pelo coronavírus em março e abril ficou abaixo das expectativas pelo segundo mês seguido e desacelerou em relação a maio. Já o Reino Unido entrou oficialmente em recessão, após a economia britânica registrar queda recorde de 20,4% no segundo trimestre, em comparação com os três meses anteriores. Foi a maior queda trimestral desde que os registros comparáveis começaram, em 1955, e o maior tombo entre os países da Europa e do G7. Dólar – 11.08.2020 Economia G1

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