TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Acesso a serviços públicos pela internet no Brasil aumentou durante a pandemia, aponta estudo

por Administrador / sexta-feira, 02 outubro 2020 / Publicado em Negócios

Pesquisa 'Painel TIC Covid-19' realizada pelo Cetic.br mostrou salto na procura por diretos do trabalhador ou previdência social. Número de cidadãos que conseguiram soluções totalmente on-line também cresceu. TIC Domicílios de 2019 indicou que celulares foram utilizados como método de conexão por 99% dos usuários de internet. Pexels/Pixabay O acesso a serviços públicos pela internet cresceu no Brasil durante a pandemia de coronavírus, segundo dados do Painel TIC Covid-19, divulgados na última quinta-feira (1º). O estudo mostra que 72% das pessoas com acesso à internet buscaram informações ou usaram serviços públicos on-line. A maior procura foi por diretos do trabalhador ou previdência social, como INSS, FGTS, seguro-desemprego, auxílio emergencial ou aposentadoria. O salto entre as alternativas digitais foi de 32%, na comparação com os indicadores da pesquisa TIC Domicílios 2019, que analisa informações sobre conexão à internet no Brasil. Saiba mais: Uso da internet no Brasil cresce, e 70% da população está conectada Em seguida, os serviços mais buscados ou realizados pela internet foram os relacionados a documentos pessoais (46%), saúde pública (45%) e educação pública (37%). A pesquisa, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), entrevistou pela web e telefone 2.408 brasileiros entre julho e agosto de 2020. Serviços totalmente on-line A proporção de usuários que disseram ter acessado os serviços públicos relacionados com direitos do trabalhador ou previdência social integralmente pela internet também aumentou. 32% afirmaram terem feito tudo on-line, sem precisar ir a até um posto. Em 2019, esse número foi de 8%. A emissão de documentos pessoais como RG, CPF, passaporte ou carteira de trabalho realizadas totalmente on-line passou de 6% para 21%. Barreira tecnológica no auxílio emergencial A pesquisa perguntou sobre o recebimento do auxílio emergencial. Entre os usuários entrevistados, 38% receberam, 20% tentaram e não receberam e 39% não solicitaram o benefício. Entre as pessoas que solicitaram e não receberam o auxílio, 12% disseram que não conseguiram usar o aplicativo da Caixa e 10% não tinham espaço no celular para o app. Os usuários desse perfil nas classes D e E citaram em maiores proporções problemas relacionados com o uso das tecnologias, como não conseguir utilizar o aplicativo da Caixa (28%), limitações na Internet (22%) ou por que não tinham um celular (20%). Saiba mais: Pela primeira vez, mais da metade da zona rural e classes mais baixas têm acesso à internet, diz pesquisa Telemedicina As consultas on-line também cresceram durante a pandemia. Entre usuários de internet, 20% realizaram consulta com médico ou outro profissional da saúde de forma remota. Pessoas com ensino superior (28%) e das classes A e B (27%) foram os que mais utilizaram esse serviço. Entre os que realizaram consultas on-line, 63% recorreram à rede pública e 50% à rede privada. Metade utilizou aplicativos como WhatsApp ou Telegram. A maioria dos entrevistados buscou informações sobre Covid-19 em websites ou em aplicativos. Entre eles, um quarto utilizou algum aplicativo de triagem virtual para conferir os sintomas e receber orientações sobre a doença. Privacidade e app de rastreamento Entre as pessoas que não quiseram agendar ou visualizar resultados de exames pela internet, 55% indicaram que tinham preocupação com a segurança dos dados pessoais. Nas classes D e E esse motivo foi relatado por 70% dos usuários de internet, além da falta de confiança em realizar esse serviço on-line (34%). O Painel TIC Covid-19 também perguntou sobre a possibilidade de baixar aplicativos que notificam sobre o contato com pessoas infectadas pelo coronavírus: 60% dos usuários afirmaram que com certeza baixariam e outros 25% disseram que provavelmente fariam o download. Saiba mais: Aplicativo do SUS alertar sobre contato com infectados por coronavírus Os motivos mais citados pelos usuários para não baixar esses apps foram a falta de interesse (46%), seguida pela decisão de evitar a ansiedade (43%). Também foi mencionada a preocupação com vigilância do governo após a pandemia (42%), desconfiança de que o aplicativo possa identificar as pessoas (39%) e não querer que o governo acesse seus dados de geolocalização (39%). Veja vídeos sobre tecnologia no G1

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Tumblr

Assuntos Relacionados

Empresários evitam atuar na escolha de ministro da Saúde
Petrobras reduz preço do gás natural para distribuidoras em revisão trimestral
Após Eduardo Bolsonaro atacar China, Mourão defende ampliação do comércio com o país

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO