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Preço do milho sobe 28% em outubro e bate recorde no Brasil

por Administrador / quarta-feira, 28 outubro 2020 / Publicado em Negócios

Segundo o Cepea, valor do grão chegou a R$ 81,48, maior valor da série histórica. Até então, o preço mais alto havia sido registrado em novembro de 2007. Plantação de milho em Santa Catarina (SC). Epagri O preço do milho bateu um recorde histórico no Brasil, com a cotação atingindo R$ 81,48 por saca de 60 kg nesta terça-feira (27), o que apagou máxima anterior de 2007, de acordo com indicador referencial do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. No acumulado de outubro, o milho registra alta de 28,05%, segundo o Cepea, que citou em análise recente a retração de vendedores e a elevação dos valores nos portos de exportação diante da boa demanda como fatores para o avanço da cotação, além do aquecido consumo doméstico. Arroz e óleo mais caros: entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país No acumulado de 12 meses, o milho praticamente dobrou de preço, conforme o indicador, que mede negócios do produto posto na região de Campinas (SP). O recorde anterior, considerando a inflação do período, havia sido registrado em 30 de novembro de 2007, ficando alguns centavos abaixo do valor desta terça-feira. Falta de chuvas frustra a produção de milho em Santa Catarina Segundo o Cepea, o mercado também está preocupado com os impactos da seca para a safra de verão, que está sendo plantada, e por isso aqueles que têm milho estão segurando as vendas. A alta na cotação tem pressionado produtores de aves e suínos e a indústria de carnes, uma vez que o milho é o principal componente da ração. "Muitos compradores já demostram dificuldades em encontrar novos lotes de milho no spot e também indicam ter margens comprometidas diante do atual preço", comentou o Cepea. Diante disso, em meados deste mês, o governo anunciou a suspensão temporária das tarifas de importação de milho e soja para compras de fora do Mercosul. "Contudo, ao avaliarem a viabilidade das importações (fora do Mercosul), demandantes se esbarram nas dificuldades logísticas e no dólar elevado", disse o Cepea. Eventuais compras com isenção de tarifa poderiam ser feitas nos Estados Unidos, segundo especialistas. O Brasil tem lidado com preços recordes de diversos produtos agrícolas, incluindo o arroz e a arroba bovina. O dólar forte frente ao real, além da boa demanda pelos produtos, está colaborando para impulsionar as cotações. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio

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