TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Economia brasileira cresceu 0,7% em janeiro, aponta Monitor do PIB da FGV

por Administrador / segunda-feira, 30 março 2020 / Publicado em Negócios

Continuidade de retomada já fraca não se sustentará frente a pandemia de coronavírus, avalia instituição. A economia brasileira cresceu 0,7% em janeiro contra dezembro, aponta o Monitor do PIB, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta segunda-feira (30). No trimestre móvel de novembro a janeiro, o crescimento foi de 0,2% contra o encerrado em outubro. Mercado prevê retração de 0,48% no PIB deste ano e novo corte nos juros em maio Com impacto do coronavírus, Brasil deve voltar a ter recessão neste ano Entenda os impactos da pandemia nas economias global e brasileira Na comparação interanual, a economia apresentou crescimento de 1,2% tanto em janeiro quanto no trimestre móvel findo em janeiro. Tanto na comparação ajustada sazonalmente quanto na interanual, houve crescimento das três grandes atividades econômicas (agropecuária, indústria e serviços), diz a FGV. Pela ótica da demanda, o único componente a apresentar retração nas duas bases de comparação foi a exportação. “A economia inicia 2020 com resultado positivo em janeiro (1,1% na taxa acumulada em 12 meses) na comparação com dezembro evidenciando a continuidade da lenta e medíocre retomada que vinha tendo desde 2017, quando iniciou-se o período expansivo após a recessão iniciada em 2014", afirma o coordenador do Monitor do PIB, Claudio Considera. "No entanto, mesmo o fraco crescimento econômico deste trimestre móvel findo em janeiro, que foi impulsionado tanto pelo consumo quanto pelo investimento, não se sustentará ao longo do ano frente aos desafios econômicos e sociais que estarão sendo sentidos a partir de março, com a chegada da pandemia do coronavírus”, completa. O viaduto Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, é visto vazio na manhã desta segunda feira (30) após medidas da Prefeitura e do Governo do Estado de São Paulo para conter a epidemia do novo coronavírus Roberto Casimiro/FotoArena via Estadão Conteúdo Consumo das famílias O consumo das famílias cresceu 1,4% no trimestre móvel findo em janeiro, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior. Destaca-se, neste resultado, que o consumo de produtos não duráveis (que representa cerca de 30% do consumo das famílias) passou a contribuir negativamente (-0,1 p.p.) para o total, após ter contribuído positivamente em torno de 0,4 p.p., na segunda metade de 2019. Esse recuo de 0,2% no trimestre móvel é o principal responsável pela desaceleração observada no consumo das famílias. O movimento é explicado principalmente pela desaceleração do consumo de produtos de origem interna, notadamente por produtos de hipermercados. A FGV utiliza a série trimestral interanual na análise desagregada dos componentes da demanda por considerar que esta apresenta menor volatilidade do que as taxas mensais e aquelas ajustadas sazonalmente, permitindo melhor compreensão da trajetória de seus componentes. FBCF e comércio exterior A formação bruta de capital fixo (FBCF) retraiu-se em 1,2% no trimestre móvel findo em janeiro, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior. É a segunda queda consecutiva dos investimentos com retrações nos componentes de máquinas e equipamentos e da construção. A retração de máquinas e equipamentos é, em grande parte, explicada pelos segmentos de tratores e de equipamentos de transporte em geral. A exportação apresentou queda de 8,8% no trimestre móvel findo em janeiro, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Essa é a maior retração, nesta comparação, desde o quarto trimestre de 2014. A exportação está em queda desde o trimestre móvel findo em julho e, no trimestre findo em janeiro, destacam-se as retrações significativas dos bens de capital, produtos agropecuários e bens intermediários. Apenas a exportação de bens de consumo apresentou crescimento neste trimestre. A importação retraiu-se em 2,0% no trimestre móvel findo em janeiro, comparativamente ao mesmo trimestre do ano anterior. Houve retração nas importações de bens de capital e de serviços e desaceleração da importação de bens intermediários, que, embora tenha crescido no trimestre (2,8%), está com taxas menores que as apresentadas em 2019. Estes três componentes foram os principais responsáveis pela retração das importações. Esse cenário, de certa forma, é similar ao que aconteceu no quarto trimestre de 2019, apenas com uma queda mais acentuada das importações, diz a FGV. A taxa de investimento no mês de janeiro foi de 15,2%, na série a valores correntes. Em termos monetários, o PIB em valores correntes foi de aproximadamente R$ 615,121 bilhões em janeiro. Initial plugin text

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Tumblr

Assuntos Relacionados

Governo retoma compra direta de passagens aéreas; Economia vai concentrar pagamento
Volta ao consumo deve ser lenta por medo do coronavírus, diz presidente do BC
Produção industrial cresce em fevereiro em 11 das 15 regiões pesquisadas, diz IBGE

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO