TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Desemprego cresce em 11 estados no 2º trimestre, diz IBGE

por Administrador / sexta-feira, 28 agosto 2020 / Publicado em Negócios

As maiores taxas foram registradas na Bahia (19,9%), Sergipe (19,8%) e Alagoas. Segundo pesquisa, 2,5 milhões de desempregados procuram trabalho há pelo menos 2 anos. A taxa de desemprego aumentou em 11 estados no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em outros 14 estados, se manteve estável. Já no Amapá e no Pará houve queda. As maiores taxas foram observadas na Bahia (19,9%), Sergipe (19,8%), Alagoas (17,8%), enquanto as menores em Santa Catarina (6,9%), Pará (9,1%), Rio Grande do Sul (9,4%) e Paraná (9,6%). Na média nacional, a taxa desemprego subiu para 13,3% no 2º trimestre, conforme já divulgado anteriormente pelo IBGE, atingindo 12,8 milhões de pessoas. Em 3 meses, o país perdeu 8,9 milhões de postos de trabalho em meio aos impactos da pandemia de coronavírus que provocou uma queda recorde no número de brasileiros ocupados ou à procura de emprego. Já os maiores avanços na taxa de desemprego foram observados no Sergipe (4,3 pontos percentuais), em Mato Grosso do Sul (3,7 p.p), em Rondônia (2,3 p.p) e no Rio de Janeiro (1,9 p.p.). Desemprego em junho/2020 Economia G1 Desemprego diante da pandemia fica em 13,3% na primeira semana de agosto, aponta IBGE Veja a taxa de desemprego de cada unidade da federação: Santa Catarina: 6,9% Pará: 9,1% Rio Grande do Sul: 9,4% Paraná: 9,6% Mato Grosso: 10,2% Rondônia: 10,6% Amapá: 11,4% Mato Grosso do Sul: 11,4% Ceará: 12,1% Espírito Santo: 12,3% Tocantins: 12,6% Piauí: 12,7% Paraíba: 12,8% Goiás: 12,8% Minas Gerais: 12,9% São Paulo: 13,6% Acre: 14,2% Rio Grande do Norte: 15% Pernambuco: 15% Distrito Federal: 15,6% Maranhão: 16,0% Roraima: 16,3% Rio de Janeiro: 16,4% Amazonas: 16,5% Alagoas: 17,8% Sergipe: 19,8% Bahia: 19,9% Desemprego cresce em 11 estados no 2º trimestre Divulgação/IBGE Já na comparação com o 2º trimestre de 2019, houve aumento do desemprego em 12 estados. Sergipe (4,5 pontos percentuais), Rondônia (3,9 p.p.) e Minas Gerais (3,4 p.p.) tiveram as maiores altas. O Pará apresentou queda neste índice, de 2,1 p.p. Nas demais unidades da federação houve estabilidade. O nível da ocupação caiu em todas as grandes regiões. E a queda recorde no nível da ocupação no segundo trimestre foi mais intensa entre os homens; as pessoas de 18 a 24 anos e, por nível de instrução, as que têm até o ensino médio. Com relação a cor e raça, as pessoas de cor preta e parda, também tiveram quedas bastante acentuada em todo o Brasil”, destacou a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy. 2,5 milhões procuram trabalho há pelo menos 2 anos Segundo o IBGE, 2,5 milhões de brasileiros ou 19,2% dos desempregados do país buscavam trabalho há pelo menos 2 anos. Apesar do número elevado, houve queda de 26,5% em relação ao segundo trimestre de 2019 (3,3 milhões). No trimestre encerrado em março, eram 3,1 milhões nessa situação. No 2º trimestre, outros 1,4 milhão buscam emprego há mais de 1 ano e menos de 2 anos, queda de 22,2%. Ou seja, 3,9 milhões de brasileiros procuram trabalho há mais de 1 ano. Já a faixa de 1 mês a 1 ano de procura, a maior, somou 7,4 milhões de pessoas, aumento de 27,9%. A queda do chamado desemprego de longa duração está relacionada com a redução da força de trabalho e um número menor de pessoas buscando emprego em meio às medidas de isolamento social. Pela metodologia do IBGE, só é considerado desempregado o indivíduo sem ocupação e que tenha procurado trabalho no último mês. Desempregados por tempo de procura de trabalho Economia G1 Destaques e desigualdades A taxa de desemprego foi de 12% para os homens e de 14,9% para as mulheres Para brancos (10,4%), a taxa ficou abaixo da média nacional, enquanto que para pretos (17,8%) e pardos (15,4%) ficou acima Os grupos etários de 14 a 17 anos (42,8%) e de 18 a 24 anos (29,7%) continuam com as maiores taxas de desemprego O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) no país atingiu o recorde de 5,6 milhões de pessoas. O maior contingente estava na Bahia (849 mil) O maior percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho foi registrado no Maranhão (21,6%) e Alagoas (20,7%) A taxa de informalidade para o Brasil ficou em 36,9% da população ocupada. As maiores taxas foram do Pará (56,4%) e Maranhão (55,6%) e Amazonas (55,0%) e as menores em Santa Catarina (25,8%), Distrito Federal (26,0%) e São Paulo (28,6%) A média de horas trabalhadas entre a população ocupada caiu para 30,7 por semana no 2º trimestre contra 35,7 no 1º trimestre. O desemprego atingiu mais os trabalhadores com ensino médio incompleto (22,4%). Já o índice para quem tinha nível superior incompleto foi de 15,8%, mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo, 6,4%. O rendimento médio real foi estimado em R$ 2.500 no país. Os valores médios mais altos foram registrados no Distrito Federal (R$ 4.009), São Paulo (R$ 3.167) e Rio de Janeiro (R$ 3.162) e os menores, Maranhão (R$ 1.426), Piauí (R$ 1.495) e Alagoas (R$ 1.549). Brasil criou 131 mil empregos com carteira assinada em julho após 4 meses de demissões, aponta Caged

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Tumblr

Assuntos Relacionados

Governo autoriza contratação de até 39 temporários para Ministério da Economia
STF decide manter suspenso repasse ao IBGE de dados de usuários de empresas de telefonia
Motoristas autônomos de vans escolares fazem protesto em SC por auxílio emergencial e isenção do IPVA

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO