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Babu Santana é diagnosticado com Covid-19: ‘Pai tá assustado com esse negócio’

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Ator usou as redes sociais para falar sobre estado de saúde. ‘'Por enquanto, comigo está tudo bem.' Babu Santana é diagnosticado com Covid-19 e diz: 'Estou bem, tive sintomas leves' Babu Santana usou as redes sociais para contar que foi diagnosticado com Covid-19. Em uma série de vídeos no Instagram, o ator e cantor afirmou que está em isolamento em casa e aproveitou o período para responder perguntas de seus seguidores. "Estou tentando dar uma descontraída porque deu um susto, né? Pai tá assustado com esse negócio de Covid. Não é brincadeira, o negócio é doideira", afirmou Babu nesta quarta-feira (16). "Eu estou bem, tive sintomas leves, mas a gente já sabe aí toda a trajetória desse vírus, a gente sabe que é uma loteria, a gente não sabe como vai manifestar em cada organismo." Babu ainda alertou: "fique em casa, se você puder, saia somente para o indispensável. A gente não sabe como esse vírus age em cada corpo. Por enquanto, comigo está tudo bem". Babu Santana é diagnosticado com Covid-19 Reprodução/Instagram VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop:

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Kendrick Sampson é agredido por policial em Cartagena: ‘Parado seis vezes em cinco dias’

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Ator compartilhou vídeo de agressão em sua rede social. Nas imagens, Kendrick chega a cair no chão após levar soco no rosto e tem arma apontada para ele antes de ser algemado. Kendrick Sampson Reprodução/Instagram O ator Kendrick Sampson, conhecido por seus trabalhos nas séries "Insecure", "The Vampire Diaries" e "How to Get Away with Murder", foi agredido por um policial em Cartagena, na Colômbia. Sampson relatou que foi revistado agressivamente durante abordagem policial, além de ter levado um soco no rosto, que o levou ao chão, conforme é possível ver no vídeo compartilhado por ele nas redes sociais. O ator compartilhou a publicação da atriz colombiana Natalia Reys, que mostrou as imagens em seu Instagram e fez uma denúncia nas redes citando "brutalidade policial". "O que Natalia Reyes escreveu está correto. Cartagena é incrível, mas esta é a sexta vez que sou parado em cinco dias. Isso acontece com frequência com colombianos negros. Disseram-me que parar é uma política, mas o que não é, é eles me revistarem agressivamente, baterem com força em meu braço cinco vezes, darem um soco no meu queixo e apontarem uma arma para mim", afirmou Kendrick Sampson. "Ele então me algemou e me arrastou pelas ruas. Não resisti a nenhum procedimento legal", seguiu o ator. No desabafo, Kendrick ainda agradeceu o responsável pela gravação do vídeo e, também, Natalia, por ter publicado as imagens. Nos stories da rede social, o ator ainda publicou um registro em que aparece na delegacia tentando abrir uma queixa denunciando o procedimento policial durante a abordagem. Kendrick também é cofundador da Build Power, organização que via a mudança social e lutar contra a opressão social radical e promove o desmantelamento da opressão sistêmica. Initial plugin text VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop

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Ian McKellen é vacinado contra Covid-19: ‘Me sinto muito sortudo’

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Ator de 81 anos, conhecido por seus trabalhos em 'Senhor dos Anéis' e 'X-Men' foi vacinado em Londres. Ian McKellen é vacinado contra Covid-19: ‘Me sinto muito sortudo’ Jeff Moore/Handout via REUTERS Ian McKellen, conhecido por seus trabalhos em "Senhor dos Anéis" e "X-Men", foi vacinado contra Covid-19. Em suas redes sociais, o ator escreveu: "Me sinto muito sortudo por ter recebido a vacina. Não hesitaria em recomendá-la para ninguém." Ian McKellen, de 81 anos, foi vacinado no Queen Mary's University Hospital, em Londres. O Reino Unido iniciou a vacinação em massa contra o coronavírus em 8 de dezembro. Fotografado enquanto tomava a vacina, Ian McKellen se disse "eufórico" ao recebê-la, segundo a BBC. "Qualquer um que viveu tanto quanto eu está vivo porque foi vacinado antes", declarou o ator, citando ainda que a vacina é "indolor" e "conveniente". Initial plugin text Ian McKellen recebe vacina contra Covid-19 no Queen Mary's University Hospital, em Londres Jeff Moore/Handout via REUTERS VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop

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Fran e Chico Chico se unem para tentar ir além das genealogias no disco ‘Onde?’

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

O neto de Gilberto Gil e o filho de Cássia Eller apresentam a primeira parceria entre regravações de músicas de Itamar Assumpção, Luiz Melodia e Sérgio Sampaio. Capa do disco 'Onde?', de Fran e Chico Chico Divulgação Resenha de disco Título: Onde? Artistas: Fran e Chico Chico Edição: Blacktape Cotação: * * 1/2 ♪ Todas as referências da mídia ao recém-lançado disco que une Fran e Chico Chico – Onde?, nos players digitais desde sexta-feira, 11 de dezembro, em edição do selo Blacktape – destacam a genealogia dos artistas cariocas. Ainda pouco conhecido, mas já com bom álbum solo no currículo (Raiz, lançado em janeiro deste ano de 2020) e um sucesso na web, Várias queixas (Germano Meneghel, Afro Jhow e Narcizinho, 2012), como integrante do trio Gilsons, Fran é o nome artístico de Francisco Gil, neto de Gilberto Gil e filho de Preta Gil. Chico Chico é Francisco Ribeiro Eller, cantor, compositor e músico que, a despeito de já estar em cena há cerca de dez anos, ainda costuma ser apresentado como o filho de Cássia Eller (1962 – 2001), talvez por ainda não ter assinatura artística bem delineada no universo pop brasileiro. Disco situado na tênue fronteira entre EP e álbum, Onde? totaliza sete faixas em repertório que apresenta sensível composição inédita – Ninguém, primeira parceria dos artistas, canção criada na véspera da entrada dos cantores em estúdio – entre seis regravações de músicas dos compositores Edson Gomes, Gilberto Gil, Itamar Assumpção (1949 – 2003), Luiz Melodia (1951 – 2017) e Sérgio Sampaio (1947 – 1994). Não fosse pela arriscada opção por dar vozes a duas músicas de Itamar Assumpção, compositor cuja obra de sintaxe vanguardista exige maturidade dos intérpretes que se aventuram a abordar o cancioneiro do Nego Dito, o disco Onde? soaria mais coeso. As regravações de Isso não vai ficar assim (1986) – tendendo para o balanço do reggae – e Nega música (1980) resultam pálidas no confronto com as luminosas investidas nos cancioneiros de Edson Gomes e Sérgio Sampaio, não por acaso alocadas no início do disco. De Gomes, referencial compositor do reggae produzido na Bahia fora do universo da axé music, Fran e Chico Chico regam Árvore (1991) com levadas afro-baianas que incluem o toque do ijexá, ritmo que brota da mesma raiz negra geradora do reggae. Árvore soa simbólica nas vozes de Fran e Chico Chico – que contabilizam 25 e 27 anos, respectivamente – porque a letra de Gomes fala em raízes e, nas vozes dos cantores, alude aos respectivos DNAs dos artistas. Árvore é dos reggaes mais conhecidos e regravados do cancioneiro de Edson Gomes. Já Dona Maria de Lourdes é a grande sacada do repertório do disco Onde? por ser canção esquecida na obra de Sérgio Sampaio. Foi lançada em 1973 no primeiro álbum do artista, Eu quero é botar meu bloco na rua, e até então nunca regravada. Dona Maria de Lourdes versa sobre angústias e medos na letra ainda atual, cantada por Fran e Chico Chico com arranjo expressivo. Veleiro azul (Luiz Melodia e Rúbia Mattos, 1976) navega com menos cor no disco porque, como a obra de Itamar, o cancioneiro de Luiz Melodia tem quebradas próprias. No fim do disco, Fran e Chico Chico seguem Procissão (Gilberto Gil e Edy Star, 1965) em gravação conduzida por violões sem centelha de originalidade. E assim, entre gravações mais ou menos sedutoras, os dois Franciscos tentam pavimentar os próprios caminhos, ainda associados às famosas ascendências.

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Fed revisa para cima previsões de crescimento e mantém juros perto de 0%

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Banco central dos EUA espera uma queda do PIB americano de 2,4% este ano e um crescimento de 4,2% em 2021. O Federal Reserve (Fed, banco central americano) manteve inalteradas nesta quarta-feira (16) as taxas de juros de referência entre 0% e 0,25%, e melhorou suas previsões de crescimento para os Estados Unidos em 2020, 2021 e 2022. Policial observa o prédio do Federal Reserve, em Washington Kevin Lamarque/Reuters O Fed espera uma queda do PIB americano de 2,4% este ano e um crescimento de 4,2% em 2021 e de 3,2% em 2022. Em setembro, o BC americano antecipava uma contração do PIB de 3,7% em 2020, antes de um aumento de 4% em 2021 e de 3% em 2022. Também melhorou seus prognósticos para o emprego, com uma taxa de desemprego de 7,6% a 6,7% ao final deste ano. O organismo informou que até que não ocorram "avanços substanciais" no mercado de trabalho e na inflação, vai manter suas compras de bônus, segundo um comunicado difundido ao final da última reunião de seu comitê de política monetária do ano, também a última da era Donald Trump na Casa Branca. O Fed retomou seu programa de compra de ativos na primavera no hemisfério norte para injetar liquidez na economia e facilitar o crédito em taxas baixas. Atualmente, compra US$ 120 bilhões mensais divididos em US$ 80 bilhões para bônus do Tesouro e US$ 40 bilhões para produtos financeiros vinculados a créditos hipotecários. Ao contrário do esperado pelos analistas, o Fed não mencionou que fosse aumentar o tempo durante o qual mantém os bônus. Negociações de estímulo As autoridades do Fed solicitaram ao governo federal nos últimos meses mais medidas de alívio relacionadas à pandemia para impulsionar a recuperação econômica em um momento no qual um salto nas infecções pela Covid-19 levou a mais lockdowns e restrições a empresas em todo o país. O chair do Fed, Jerome Powell, disse a jornalistas que, apesar de algum progresso na recuperação econômica e na taxa de desemprego, o ritmo de melhoria está diminuindo e a proporção de pessoas que estão trabalhando ou procurando trabalho permanece abaixo dos níveis pré-pandemia. "Embora tenha havido muito progresso no mercado de trabalho desde a primavera (nos EUA), não perderemos de vista os milhões de norte-americanos que continuam desempregados", disse. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Conselho aprova plano e Unicamp terá orçamento de R$ 2,84 bilhões em 2021; veja mudanças

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Projeto prevê uso de R$ 208 milhões da reserva para suprir déficit no próximo exercício, alta de recursos para bolsas e corte de verbas para plano de internacionalização em 2021. Veja detalhes. Estudantes no campus da Unicamp, antes da pandemia Antonio Scarpinetti / Unicamp A Unicamp terá orçamento de R$ 2,84 bilhões em 2021, segundo proposta aprovada pelo Conselho Universitário (Consu), órgão máximo de deliberação da instituição de ensino. O valor inclui R$ 208,6 milhões da reserva financeira com objetivo de cobrir o déficit estimado para o próximo exercício. O texto estabelece mais verbas para bolsas de auxílio, porém, em contrapartida, determina redução de recursos para o programa de internacionalização, em virtude da pandemia da Covid-19. "O Consu aprovou um orçamento que permitirá manter as atividades da universidade com responsabilidade, reconhecendo o momento difícil que estamos enfrentando. Apesar dessas dificuldades, a Unicamp ampliou novamente o investimento em permanência estudantil, que é um fato que merece ser destacado", diz nota divulgada pelo reitor, Marcelo Knobel, no site institucional. O documento elaborado pela Assessoria de Economia e Planejamento (Aeplan) mostra que o valor total representa aumento de 2,68% no comparativo com o valor estimado inicialmente para o exercício deste ano – desconsiderando-se os efeitos da crise sanitária verificados ao longo de revisões quadrimestrais pela universidade que tem campi em Campinas (SP), Limeira (SP) e Piracicaba (SP). Em relação ao déficit, R$ 79 milhões devem ser do próximo exercício, enquanto R$ 129,5 milhões representam valores referentes às obrigações estabelecidas em anos anteriores pela Unicamp. "O montante disponível é suficiente para a cobertura dos déficits estimados para 2020 e 2021, uma vez que, em 31 de outubro de 2020 o saldo financeiro era de aproximadamente R$ 422,471 milhões", diz a Aeplan ao explicar que a reserva se refere aos recursos que a Unicamp dispõe em saldo bancário. Grupos de despesas Pessoal (inclui auxílio-alimentação, auxílio criança/educação especial, horas extras, módulos de plantão da área da saúde e pagamento de inativos/pensionistas) – R$ 2,1 bilhões Restaurantes e Transportes – R$ 50,1 milhões Despesas contratuais – R$ 120,6 milhões Utilidade pública (água, energia e telefone) – R$ 54,5 milhões Programas de apoio (inclui manutenção de infraestrutura/predial, aquisição de periódicos, aumento de bolsas de auxílio-social e auxílio-moradia, e internacionalização) – R$ 89,3 milhões Juros, encargos, amortizações e sentenças judiciais – R$ 8 milhões Manutenção de atividades existentes – R$ 37 milhões Projetos especiais – R$ 41,8 milhões "As despesas de pessoal consideradas nessa proposta orçamentária atendem em sua totalidade à legislação atual que proíbe o incremento de despesas na folha de pessoal até o início de 2022", diz o texto. A principal fonte para financiamento das atividades é obtida por meio do repasse de valores arrecadados pelo estado com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) – 2,19% do total. "Embora a arrecadação do ICMS-Paulista já tenha apresentado um deslocamento positivo em relação ao patamar mínimo atingido em 2016, a crise sanitária atual causada pelo coronavírus aniquilou todas as perspectivas de uma recuperação significativa no exercício de 2020 e, diante de tantas incertezas, também impossibilita uma projeção mais assertiva para o exercício de 2021", destaca a Aeplan. Em outro trecho, a assessoria explica, entre outros fatores, que o orçamento foi estipulado sem prever receitas oriundas das transferências da União para o Estado, para ressarcimento das perdas de arrecadação de ICMS Estadual, apesar de previsão em lei complementar. "Apesar da recente aprovação pelo Senado Federal de acordo firmado no Supremo Tribunal Federal entre os Estados e a União para repasse dos valores relativos a Lei Kandir para os próximos anos, não é possível afirmar com certeza quando o repasse começará, uma vez que a matéria ainda precisa ser incluída na Lei Orçamentária Anual Federal de 2021", diz outro trecho da proposta. Uma das entradas do campus da Unicamp em Campinas Antoninho Perri / Unicamp Assistências e internacionalização Segundo a Unicamp, os recursos destinados à assistência e permanência estudantil, divididos entre as diversas categorias de gastos, somam R$ 77,5 milhões, enquanto que a assistência a servidores equivale a R$ 159,9 milhões. Já as despesas da área da saúde correspondem a R$ 506,9 milhões. Em meio aos reflexos da pandemia, a universidade estipula R$ 44,5 milhões ao programa de bolsas, acréscimo de 4,6% no valor nominal, considerando-se o montante determinado no exercício 2020. Auxílio-social: 95 a mais – de 1.960 para 2.055 Auxílio moradia: 115 a mais – de 1.418 para 1.533 Auxílio-social para ensino médio: 19 a mais – de 41 para 60 Auxílio-transporte: 35 a mais – de 605 para 640 Programa de Estágio Docente: 23 a mais/categorias B e C – de 1.518 para 1.541 O programa de internacionalização, em contrapartida, terá redução de 50% devido aos impactos causados pela pandemia. A Unicamp prevê total de R$ 780 mil em ações no próximo ano. "Os programas de mobilidade internacional estudantil e de professores em decorrência da pandemia foi muito comprometida", diz texto da assessoria da universidade. Também em nota, o pró-reitor de Desenvolvimento Universitário, Francisco Gomes Neto, diz que o orçamento 2021 visa "prudência". Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

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Twitter vai remover publicações com informações falsas sobre vacina contra a Covid-19

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Tuítes com 'rumores, afirmações contestadas ou informações incompletas ou fora de contexto' poderão receber selo na rede social. Aplicativo do Twitter em um smartphone. Thomas White/Reuters O Twitter anunciou nesta quarta-feira (16) que tuítes que contenham informações falsas sobre vacinas contra Covid-19 serão removidas da plataforma a partir de 21 de dezembro. A iniciativa é uma atualização das políticas para combater a desinformação sobre a pandemia. De acordo com nota no blog da rede social, a prioridade será a remoção de "informações enganosas que possam causar dano". Tuítes que sejam "potencialmente enganosos" devem receber um selo apontando para uma página com dados oficiais. Entre os conteúdos que serão removidos, segundo a rede social, estão: Afirmações falsas que sugerem que as imunizações e vacinas são usadas para causar danos intencionais ou controlar as populações. Afirmações falsas que foram amplamente desmentidas sobre os impactos ou efeitos adversos de receber vacinas. Afirmações falsas de que Covid-19 não é real ou não é sério, levando as pessoas a crer que as vacinações são desnecessárias. O Twitter disse ainda que a partir de 2021 poderá incluir avisos ou alertas em publicações que contenham "rumores não comprovados, afirmações contestadas, bem como informações incompletas ou fora de contexto sobre vacinas". A maior parte de remoção de conteúdo nas plataformas on-line acontece por meio de inteligências artificiais, que usam parâmetros pré-definidos para indicar um comportamento abusivo. Veja os vídeos mais assistidos do G1

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Coronavírus: Câmara aprova texto que isenta clubes de futebol do pagamento de dívida fiscal

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Profut permitiu renegociação das dívidas em até 20 anos; projeto suspende pagamento dessas parcelas enquanto durar estado de calamidade. Dos 36 times que aderiram, 9 estão em dia. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto que isenta clubes de futebol do pagamento das parcelas do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut). Pela proposta, a suspensão vale enquanto durar o estado de calamidade, causado pela pandemia do novo coronavírus.
O projeto segue para sanção presidencial. O texto já havia sido aprovado pelo deputados, mas precisou ser analisado novamente porque foi modificado pelo Senado.
Na nova votação, os deputados decidiram rejeitar as mudanças feitas pelos senadores e aprovar o texto já aprovado pela Câmara.
Na prática, o projeto volta a prever o item que exclui o artigo 57 da Lei Pelé, que prevê regras de repasse de recursos a entidades sindicais.
Dívidas dos clubes
Segundo a legislação atualmente vigente:
a Federação das Associações de Atletas Profissionais (Faap) tem direito a 0,5% do salário mensal dos atletas de futebol e a 0,8% do valor correspondente às transferências nacionais e internacionais;
a Federação Nacional dos Atletas de Futebol (Fenapaf) recebe 0,2% do valor correspondente a uma transferência de atleta no futebol.
Instituído em 2015, o Profut permitiu o refinanciamento e parcelamento de dívidas fiscais por até 20 anos, com direito a descontos sobre juros, multas e encargos.
Pelo programa, clubes e entidades esportivas parcelaram um montante superior a R$ 3,5 bilhões de dívidas com governo e obtiveram mais de R$ 510 milhões de "perdão fiscal". Em contrapartida, teriam de cumprir uma série de exigências, como criar um programa de austeridade fiscal e transparência.
Atualmente, 36 clubes e quatro federações devem um total de R$ 754,5 milhões à União pelo Profut. Os dados são do Ministério da Economia, obtidos pelo ge.globo em junho por meio da Lei de Acesso à Informação.
Em maio, o ministério já havia prorrogado em até cinco meses o prazo de pagamento das parcelas de maio, junho e julho do Profut.
O projeto
O projeto diz que as parcelas ficam congeladas até o encerramento do período de calamidade pública no país. O valor será incluído no débito total com a cobrança de juros proporcionalmente ao atraso de cada parcela.
Além do Profut, o relatório do deputado Marcelo Aro (PP-MG) trata de outros temas, entre os quais a permissão da realização de contratos pelo período mínimo de 30 dias (atualmente, pela Lei Pelé, o prazo mínimo para contratos é de 3 meses). A medida visa auxiliar principalmente os clubes do interior a finalizarem os campeonatos estaduais.
Outra mudança é a alteração definitiva do artigo 9º do Estatuto do Torcedor, para permitir a mudança do regulamento de competições em decorrência de "surtos, epidemias e pandemias que possam comprometer a integridade física e o bem estar dos atletas".
O texto ainda adia em sete meses o prazo para clubes e entidades publicarem suas demonstrações financeiras de 2019. Inclui, ainda, um dispositivo para que os dirigentes de clubes que descumprirem regras de transparência financeira sejam punidos apenas após o trânsito em julgado de processos administrativos ou judiciais.
Atualmente, a Lei Pelé não deixa claro se a punição precisa ou não aguardar o trânsito em julgado da ação.

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Bolsas dos EUA: Nasdaq tem nova máxima histórica, com investidores de olho no Fed

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Além da decisão de política monetária do Federal Reserve, os investidores refletiram também o aparente progresso nas negociações por estímulos fiscais em Washington. Nasdaq Reuters Os índices acionários em Nova York fecharam a sessão desta quarta-feira (16) sem direção única, com o Dow Jones terminando o dia com perdas leves e o Nasdaq anotando mais uma máxima histórica de fechamento. Os investidores refletiram, nesta quarta-feira (16), o aparente progresso nas negociações por estímulos fiscais em Washington e a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), além de novos sinais de que a recuperação da economia americana está perdendo vigor. O Dow Jones encerrou o dia em queda de 0,15%, aos 30.154,54 pontos. O S&P 500 subiu 0,18%, a 3.701,17 pontos. O índice eletrônico Nasdaq avançou 0,50%, a 12.658,19 pontos, em um novo recorde histórico de fechamento. De acordo com pessoas familiarizadas com as negociações, líderes do Congresso americano estão cada vez mais perto de um acordo sobre um novo pacote de estímulos para a economia dos Estados Unidos e agora discutem a inclusão de uma segunda rodada de cheques para os americanos. Com mudanças de última hora sugeridas pelos dois partidos, o pacote deve chegar a US$ 900 bilhões, valor maior que os US$ 748 bilhões previstos em um projeto bipartidário apresentado na segunda-feira (14) e que está sendo usado como base nas negociações entre republicanos e democratas. A proximidade do acordo é celebrada por investidores, já que há evidências de que a recuperação da economia americana segue perdendo tração. Dados econômicos Nesta quarta-feira (16), o Departamento do Comércio apontou que as vendas no varejo dos EUA caíram 1,1% em novembro ante outubro, a primeira queda em sete meses. Economistas consultados pelo “Wall Street Journal” previam que as vendas no varejo recuariam 0,3% no período. Na mesma direção, os dados preliminares do Índice de Gerente de Compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA em dezembro mostraram desaceleração da atividade econômica em meio à segunda onda de Covid-19. Segundo as estimativas da IHS Markit, o PMI de serviços caiu para 55,3 em dezembro, de 57,7 em novembro. Segundo James Ragan, diretor de pesquisa de gestão de fortunas da D.A. Davidson, os elementos esperados no pacote devem apoiar os gastos do consumidor. “Isso provavelmente levaria a um melhor crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2021 do que obteríamos se não houvesse estímulo”, disse ele. Ainda nesta tarde, o Federal Reserve manteve suas taxas de juros inalteradas e afirmou que vai continuar seu programa de compras de títulos "até que um progresso substancial seja feito em direção aos níveis máximos de emprego do Fomc e das metas de inflação”, segundo o comunicado da decisão da autoridade monetária americana. Durante a conferência de imprensa, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse ainda que a atual postura política é apropriada, mas que, se as condições mudarem, o BC americano também pode fazer mais, especialmente em termos de compra de ativos. “Reconhecemos que as circunstâncias podem mudar, o que justificaria nossa ação, inclusive ajustando as compras. Estamos comprometidos em usar toda a nossa gama de ferramentas para apoiar a economia dos EUA e atingir nossos objetivos”, afirmou. Destaques Em uma sessão mista para as ações, cinco setores do S&P 500 avançaram, com destaque para os papéis de consumo discricionário, que subiram 1,07%, impulsionados pela alta de 2,40% nas ações da Amazon. Outro destaque positivo foi o setor de tecnologia, que fechou com ganhos de 0,74%, ganhando força com a valorização das ações da Microsoft (+2,41%). Na ponta negativa, as ações de serviços de utilidade pública caíram 1,15%. Entre as ações individuais, os papéis da Southwest Airlines recuaram 1,49%, depois que a companhia aérea disse que os cancelamentos de viagens estão aumentando e as reservas de lazer estão diminuindo para dezembro. As ações da Dish Network caíram 11,69%, após a empresa ter anunciado que planeja oferecer US$ 2 bilhões em notas conversíveis, com o produto líquido da oferta a ser usado para propósitos corporativos gerais. Já a American Outdoor Brands saltou 11,05%, depois que a fornecedora de equipamentos de caça voltou a lucrar em seu último trimestre devido ao aumento das vendas.

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Produção familiar é compromisso e solidariedade

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

A agricultura familiar envolve 10 milhões de pessoas no Brasil. E responde por 23% da renda no campo. Produção familiar é compromisso e solidariedade
O trabalho começa com o pai e a mãe e depois continua com os filhos e netos, modernizando a propriedade.
Produção familiar é compromisso e solidariedade. A família é a inspiração para manter os jovens no meio rural.
A agricultura familiar envolve 10 milhões de pessoas no Brasil. E responde por 23% da renda no campo.
É gente que produz o feijão, a mandioca, a carne, o pão e o leite. Gente que alimenta o campo e a cidade.
Família é encontro de gerações. Produção familiar é Agro.
VÍDEOS: veja mais sobre a indústria-riqueza do Brasil

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