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Cursos online ‘bombam’ na pandemia e diretor de plataforma dá dica: ‘Não tenha medo de fazer aula sobre o nicho do nicho’

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Alexandre Abramo diz que existe demanda para tudo, e ela só aumentou. 'Esperávamos uma alta de 55% no ano. Mas cresceu mais do que o dobro', afirma. Procura por cursos online mais do que dobrou na pandemia Globo Os cursos online vivem um "boom" com a pandemia. "Eu esperava que esse mercado fosse crescer uns 50% no ano. E, na verdade, foi o dobro disso. Cresceu mais de 100%", diz Alexandre Abramo, diretor de uma plataforma que hospeda essas aulas. As aulas remotas conquistaram muitas pessoas que estavam querendo mudar de carreira ou precisaram se reinventar durante o isolamento pelo coronavírus. E são muitas as opções de temas que se pode aprender sem sair de casa. A dica de Abramo para quem estiver pensando em começar a ensinar online é: "Não tenha medo de (fazer um curso para) o nicho do nicho do nicho. Tem demanda para isso tudo". Estratégia faz diferença Uma confeiteira tem feito sucesso na internet ensinando a fazer bolos cobertos com "butter cream" (creme de manteiga). Diante de uma demanda que só crescia, ela não se restringiu aos seus conhecimentos de culinária. Agregou as ideias do marido, que é engenheiro e deixou o trabalho para cuidar deste negócio com ela. O casal deverá fechar o ano com um faturamento de R$ 8 milhões. "Ele trouxe toda a estratégia de marketing, administrativo… para juntar com o que eu já sabia e os dois, juntos, pensarem muito melhor", explica Bruna Rebelo, que começou de forma amadora, gravando aulas pelo celular, e acabou montando um pequeno estúdio, em casa. "Às vezes um curso ruim com uma estratégia boa acaba tendo muito mais sucesso do que um curso bom sem estratégia", diz o marido de Bruna, Fernando Rodrigues. "A estratégia do negócio tem que estar desenhada de uma forma muito didática, para a gente conseguir um crescimento, e um crescimento sustentável, que a gente consiga dar conta de tudo isso que está acontecendo", completa. Conheça esta história na reportagem de Paula Monteiro: Confeiteira lança curso online durante a pandemia "

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O que é a ‘criptografia de dispositivo’ de um computador com Windows 10?

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Tira-dúvidas explica os efeitos da criptografia em um notebook ou desktop. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Criptografia é necessária para proteger dados. Jeffrey Collingwood/FreeImages A "criptografia de dispositivo" é um dos recursos de segurança que existem para proteger um notebook em caso de roubo. Sobre essa questão, um leitor enviou a seguinte pergunta para o blog Segurança Digital: Esta "criptografia de dispositivo" trata-se daquele "log in" inicial do Windows 10? Se o ladrão não conseguir violá-lo, o notebook ficará sem utilidade? – Paulo Santos Paulo, a "Criptografia" por si só não serve para inutilizar um sistema em caso de roubo. A "Criptografia do dispositivo" é um recurso de segurança do Windows 10 que, infelizmente é compatível apenas com alguns computadores. Quando disponível, ela poder acessada no menu Configurações > Atualização e segurança. Trata-se de uma alternativa ao recurso de criptografia do BitLocker, que é compatível com qualquer computador que esteja executando o Windows 10 Pro (ou seja, não funciona no Windows 10 Home). A "Criptografia de dispositivo" e o BitLocker tem a mesma finalidade: embaralhar os dados armazenados no computador para que eles não possam ser acessados sem a sua senha de login. Para ficar mais fácil de entender: BitLocker: Compatível com qualquer computador, mas não está disponível no Windows 10 Home. Criptografia de dispositivo: Disponível apenas em alguns computadores, mas está disponível no Windows Home. Contudo, nenhum desses recursos impede que o computador seja utilizado normalmente após a reinstalação do sistema. Se o Windows for reinstalado, a criptografia será desativada e o ladrão poderá continuar usando o desktop ou notebook. O que a criptografia impede é o acesso aos dados que estão no seu computador. Se você não usa criptografia, todos os seus arquivos podem ser acessados por pessoas que tiverem acesso físico ao seu computador. O login do Windows não protege seus dados se o computador não estiver criptografado. É possível contornar a proteção da tela de login ou retirar o dispositivo de armazenamento para leitura dos dados. Se você costuma salvar senhas no seu navegador ou tem sessões abertas em sites de lojas, por exemplo, o ladrão pode abrir o seu navegador e potencialmente acessar todos esses sites como se fosse você, caso o seu computador não tenha criptografia. Contas de e-mail configuradas no computador também poderão ser acessadas, a não ser que você aja rapidamente para trocar as senhas e desautorizar seu dispositivo. Embora a proteção do computador como um "bem" seja importante, os dados armazenados no sistema podem aumentar (e muito) o prejuízo e as dores de cabeça resultantes do roubo. É por isso que a criptografia deve ser ativada. Configuração de criptografia de dispositivo no Windows 10. Reprodução É uma pena que a Microsoft não disponibilize um recurso de criptografia universal para todos os usuários do Windows. Hoje, todos os MacBooks da Apple e smartphones com iOS e Android (de praticamente qualquer marca) saem de fábrica criptografados. Apenas os notebooks com Windows é que ainda não dispõem dessa função de forma universal. É importante conferir se o seu computador é compatível com alguma dessas tecnologias para ativá-la e garantir a proteção dos seus dados, seja de um ladrão ou de pessoas próximas mal-intencionadas que se interessem em bisbilhotar a sua vida. Uma pessoa motivada pode burlar a tela de login do Windows para bisbilhotar seus dados em questão de minutos. Se você lida com dados muito sensíveis e o seu computador não for compatível com a criptografia de dispositivo, vale considerar a aquisição do Windows 10 Pro ou a troca para outro sistema operacional, como o Linux. Lembre-se que é praticamente impossível de recuperar dados em um sistema criptografado. Cuide muito bem da sua senha e providencie backups. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com Veja 5 dicas de segurança para a sua vida digital: 5 dicas de segurança para sua vida digital Veja mais vídeos com dicas de segurança digital

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Bolsas da China ampliam ganhos com papéis de saúde e financeiros

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,28%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,13%. O índice de blue-chips (ações mais negociadas) da China fechou em alta pela quarta sessão seguida nesta quinta-feira (17), impulsionado pelos setores de saúde, consumo básico e financeiro, diante do otimismo do investidor com uma rápida recuperação na segunda maior economia do mundo.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,28%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,13%.
O subíndice do setor financeiro do CSI300 ganhou 1,46%, enquanto o de consumo subiu 1,43% e o imobiliário fechou em alta de 0,67%.
As ações de saúde foram o destaque no dia, com o subíndice do setor saltando 3,27%, diante da alta de 8,42% nos papéis da Jiangsu Hengrui Medicine Co Ltd, depois de a empresa anunciar resultados promissores de um medicamento para o câncer.
Veja as cotações de fechamento das bolsas da Ásia:
Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,18%, a 26.806 pontos.
Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,82%, a 26.678 pontos.
Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,13%, a 3.404 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,28%, a 5.017 pontos.
Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,05%, a 2.770 pontos.
Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,32%, a 14.258 pontos.
Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,51%, a 2.858 pontos.
Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,16%, a 6.756 pontos.
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Banco Central revisa estimativa de tombo do PIB em 2020 para 4,4%

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Expectativa anterior, divulgada em setembro, era de uma queda maior do PIB, de 5%. Informação foi divulgada nesta quinta-feira (17) por meio do relatório de inflação. O Banco Central (BC) revisou sua estimativa para o tombo da economia brasileira em 2020 e passou a prever uma queda de 4,4% no Produto Interno Bruto (PIB). A previsão está no relatório de inflação divulgado nesta quinta-feira (17).
A expectativa anterior da instituição foi divulgada em setembro e era de uma queda maior do nível de atividade neste ano, da ordem de 5%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
O BC avaliou que a recuperação econômica mundial continua dependente da evolução da Covid-19 e que a "ressurgência da pandemia em algumas das principais economias tem revertido os ganhos na mobilidade e deverá afetar a atividade econômica no curto prazo, após a recuperação parcial ocorrida ao longo do terceiro trimestre".
"No entanto, os resultados promissores nos testes das vacinas tendem a trazer melhora da confiança e normalização da atividade no médio prazo", acrescentou o BC.
O BC ponderou que a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia "permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais".
Previsões para 2021
O Banco Central também baixou sua expectativa de crescimento da economia brasileira no que vem, de 3,9% para 3,8%. A instituição informou que essa estimativa está condicionada ao "arrefecimento gradual da crise sanitária", à manutenção do ajuste nas contas públicas e à continuidade das reformas.
As revisões para o PIB foram feitas em meio à pandemia do coronavírus, que interrompeu, temporariamente, a atividade econômica e gerou recessão no país. Nos últimos meses, porém, indicadores mostram uma retomada da produção e das vendas, e os números oficiais confirmaram a saída do cenário recessivo.
Em novembro, o governo brasileiro baixou de 4,7% para 4,5% sua previsão para a retração do PIB em 2020.
Para o mercado financeiro, a economia terá uma contração de 4,41% neste ano e uma alta de 3,50% em 2021.
O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.
Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos.
Inflação e taxa de juros
O BC também informou que a sua estimativa de inflação para 2020, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 2,1% (em setembro deste ano) para 4,3%. A previsão considera a trajetória estimada pelo mercado financeiro para a taxa de juros e de câmbio neste ano e no próximo.
A previsão do BC está acima da meta central de inflação, de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo (o IPCA oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja descumprida).
De acordo com o BC, os últimos resultados da inflação foram acima do esperado e, em dezembro, apesar do arrefecimento previsto para os preços dos alimentos, a taxa ainda deve ficar elevada. Entretanto, o banco acrescenta que há indicadores que sugerem um "caráter temporário" para essa alta de preços.
Para 2021 e 2022, no cenário de mercado (Selic e câmbio projetados pelos bancos), o Banco Central projetou uma inflação de 3,4% para os os dois anos. Em setembro, a instituição estimava uma inflação de 2,9% para 2021 e de 3,3% para 2022.
No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%. Em 2022, o objetivo central é de 3,5%, com um piso de 2% e um teto de 5% por conta do intervalo de tolerância existente.
Quando as estimativas para a inflação estão em linha ou abaixo das as metas, o BC pode reduzir os juros. Quando previsões estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada. Se a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.
Os economistas do mercado financeiro estimam que a taxa básica de juros permanecerá no atual patamar de 2% ao ano, a mínima histórica, até agosto de 2021 — quando subiria para 2,25% ao ano. Para o fim do próximo ano, a previsão dos analistas é de juros em 2,75% ao ano.
Nesta semana, por meio da ata do Copom, o BC mudou a comunicação sobre o chamado "forward guidance", mecanismo que impede aumento do juro básico da economia se determinadas condições fossem atendidas, e, com isso, passou a indicar que a taxa Selic pode voltar a subir no futuro.
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IGP-M desacelera na 2ª prévia de dezembro, mas ainda acumula alta de 23,41% em 12 meses

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Índice é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis, e tem sido pressionado em 2020 pelos preços no atacado. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 1,18% na segunda prévia de dezembro, segundo divulgou nesta quarta-feira (17) a Fundação Getúlio Vargas. No segundo decêndio de novembro, o índice havia registrado taxa de 3,05%.
Com este resultado, a taxa em 12 meses passou de 24,25% para 23,41%.
O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis. Ele sofre uma influência considerável das oscilações do dólar, além das cotações internacionais de produtos primários, como as commodities e metais.
Segundo a FGV, a desaceleração foi influenciada pela queda nos preços de matérias-primas como soja (10,70% para -6,11%), milho (19,87% para -0,17%), trigo (18,05% para -3,97%) e suínos (12,85% para -10,87%). Já a alta nos preços ao consumidor acelerou.
Composição do índice
A maior pressão veio mais uma vez dos preços no atacado. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem peso de 60% no IGP-M, variou 1,17% no segundo decêndio de dezembro, ante 3,98% no segundo decêndio de novembro.
"Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais passaram de 2,41% em novembro para 2,11% em dezembro. A maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,98% para 2,89%", informou a FGV.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no IGP-M, subiu 1,23% no segundo decêndio de dezembro, contra 0,51% no mesmo período de coleta de novembro. Seis das oito classes de despesa pesquisadas tiveram alta, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (0,20% para 3,91%).
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que tem peso de 10% no indicador, variou 1,20% no segundo decêndio de dezembro. No mês anterior, o índice subira 1,38%. Os três grupos componentes do INCC apresentaram as seguintes variações na passagem do segundo decêndio de novembro para o segundo decêndio de dezembro: Materiais e Equipamentos (3,10% para 2,78%), Serviços (0,69% para 0,41%) e Mão de Obra (0,23% para 0,13%).
Preço médio do aluguel residencial fica estável após 5 meses de queda, diz FipeZap
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Com índice de reajuste bem acima da inflação, inquilinos tentam negociar alugueis
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Veja as vagas de emprego disponíveis nesta quinta (17) em Petrolina, Araripina e Salgueiro

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

As vagas são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco. Divulgação/ Reprodução Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (17), em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no G1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 – 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 – 8381 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis GR1 de quarta-feira, 16 de dezembro

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BC estima entrada de US$ 36 bi em investimentos estrangeiros em 2020, menor valor em 11 anos

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Nos dez primeiros meses do ano, investimento estrangeiro direto foi 44,6% menor que no mesmo período de 2019. Nas contas externas, previsão de rombo diminuiu, na esteira do desaquecimento da economia mundial causado pela pandemia de Covid-19. O Banco Central (BC) reduziu de US$ 50 bilhões para US$ 36 bilhões a estimativa de entrada de investimentos estrangeiros diretos no país em 2020. A informação consta no relatório de inflação do terceiro trimestre deste ano, divulgado nesta quinta-feira (17).
Se confirmado, será o menor valor desde 2009 (US$ 31,48 bilhões), ou seja, em 11 anos.
O BC revisa para baixo a estimativa de investimentos estrangeiros diretos em um momento em que a pandemia de Covid-19 tem gerado necessidade de capital por parte das empresas. Um outro fator para o cenário são as críticas de investidores externos sobre a política ambiental brasileira.
Nos dez primeiros meses deste ano, os investimentos estrangeiros diretos somaram US$ 31,914 bilhões, com queda de 44,6% frente ao mesmo período de 2019, quando somaram US$ 57,615 bilhões.
Segundo o BC, a redução da estimativa está relacionada com o resultado dos últimos meses, "que reflete lucros reinvestidos em patamar mais deprimido e amortizações de operações intercompanhia acima do projetado no cenário anterior".
Para 2021, a instituição baixou de US$ 65 bilhões para US$ 60 bilhões a previsão de entrada de investimentos diretos no país.
Contas externas
O BC também baixou de US$ 10,2 bilhões para US$ 7 bilhões a previsão de déficit nas contas externas em 2020. Se confirmado, esse será o melhor resultado desde 2007, quando foi registrado um superávit de US$ 408 milhões nas chamadas "transações correntes". Ou seja, será o melhor saldo em 13 anos.
A conta de transações correntes é formada pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). Trata-se de um dos principais indicadores do setor externo brasileiro.
De acordo com o BC, a projeção de déficit em transações correntes de 2020 foi reduzida por conta do desempenho favorável das exportações. "Essa melhora foi em parte compensada pelo aumento nas importações e pelo maior déficit na conta de renda primária", informou.
Para 2021, a instituição projeta um aumento do rombo nas contas externas de US$ 19 bilhões, relacionado com o "cenário de continuidade da retomada da atividade doméstica, iniciada no terceiro trimestre de 2020, além do crescimento da demanda global e atenuação da intensidade das intervenções não farmacêuticas para contenção da Covid-19".
O BC também revisou, para cima, sua previsão para o saldo positivo (exportações menos importações) da balança comercial em 2020, para US$ 51 bilhões. No relatório de inflação anterior, divulgado em setembro, a instituição projetava um saldo comercial positivo de US$ 45 bilhões em 2020. Para 2021, a instituição projetou um saldo comercial positivo de US$ 53 bilhões.
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BC revisa previsão de aumento do crédito bancário em 2020 de 11,5% para 15,6%

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

De acordo com o Banco Central, demanda das empresas e recuperação do crédito pelas famílias puxaram a previsão para cima. Empréstimos dos bancos devem registrar em 2020 uma expansão maior que a prevista, estimou nesta quinta-feira (17) o Banco Central no relatório de inflação do quarto trimestre.
No documento, o BC informa que a previsão de aumento do crédito bancário passou de 11,5% para 15,6% neste ano. Com isso, a estimativa é de forte aceleração em 2020, com uma alta maior do que a registrada no ano passado – que foi de 6,5%.
Para 2021, porém, a estimativa do Banco Central é de uma alta menor, de 7,8%.
O aumento maior do crédito, projetado pelo BC para este ano, acontece em meio à pandemia do novo coronavírus e da liberação de empréstimos emergenciais pelo governo.
"O aumento decorre tanto da demanda acentuada de crédito das empresas como pela recuperação do crédito às famílias, em especial no segmento com recursos livres [sem contar habitacional, rural e do BNDES]", informou o BC.
Segundo o BC, a previsão de alta do crédito para as empresas em 2020 passou de 16,5% para 22,6%. A estimativa de crescimento dos empréstimos para pessoas físicas, por sua vez, subiu de 7,8% para 10,4% em 2020 (mas ainda com desaceleração frente ao registrado em 2019).
Nos últimos meses, o Banco Central e o Ministério da Economia vêm anunciando medidas para liberar recursos às demais instituições financeiras e elevar os empréstimos bancários às empresas.
Em uma primeira rodada de ações, anunciada em março, foram anunciados R$ 1,2 trilhão em liquidez e capital para as instituições financeiras. Em junho, outros R$ 200 bilhões foram autorizados.
O BC informou que o volume de crédito bancário teve a maior alta para o primeiro semestre em sete anos, e que continuou avançando até outubro.
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Dólar opera em queda nesta quinta-feira, abaixo de R$ 5,10

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,30%, a R$ 5,1030. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic O dólar opera em queda nesta quinta-feira (17), após o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), sem surpresas, ter decidido manter os juros perto de zero, e com esperança de mais estímulos nos EUA e avanços na vacinação contra a Covid-19. Às 9h56, a moeda norte-americana recuava 0,88%, cotada a R$ 5,0580. Veja mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em alta de 0,30%, a R$ 5,1030. Na parcial do mês, acumula queda de 4,56%. No ano, ainda registra alta de 27,26%. Saiba se é hora de comprar dólar Governo Federal apresenta o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 Cenário local e externo No exterior, esperança de mais estímulos nos Estados Unidos e possíveis lançamentos de vacinas contra a Covid-19 na Europa reforçavam as apostas em uma recuperação econômica global. Nos EUA, o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) manteve inalteradas nesta quarta-feira (16) as taxas de juros de referência entre 0% e 0,25%, e melhorou suas previsões de crescimento para os Estados Unidos em 2020, 2021 e 2022. O Fed prometeu seguir injetando recursos nos mercados financeiros de forma contínua para lutar contra a recessão, mesmo com as perspectivas das autoridades de política monetária para o próximo ano melhorando após a distribuição inicial de uma vacina contra o coronavírus. As fortes injeções de recursos pelo Fed têm ajudado a baixar o dólar no mundo e no Brasil. Por aqui, o Banco Central (BC) revisou nesta quinta sua estimativa para o tombo da economia brasileira em 2020 e passou a prever uma retração de 4,4% no Produto Interno Bruto (PIB), ante estimativa anterior de queda de 5%. Já para 2021, a instituição baixou sua expectativa de crescimento da economia brasileira de 3,9% para 3,8%. Já o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou na segunda prévia de dezembro, segundo a Fundação Getúlio Vargas, e a taxa em 12 meses passou de 24,25% para 23,41%. Continuava no radar também dos investidores a questão fiscal, que há meses têm sido apontada como um fator decisivo na disparada do dólar frente ao real no ano de 2020, assim como a taxa básica de juros em mínimas históricas. A Câmara dos Deputados e o Senado concluíram na quarta-feira a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, dando o primeiro passo para a definição do Orçamento do próximo ano. Na proposta, o relator apoia a adoção da meta fiscal fixa definida pela equipe econômica para o próximo ano, de déficit primário de R$ 247,118 bilhões para o governo central em 2021. Assista às últimas notícias de economia Variação do dólar em 2020 Economia G1

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BC britânico mantém estímulo enquanto aguarda definição sobre Brexit

quinta-feira, 17 dezembro 2020 por Administrador

Banco central local também manteve a taxa de juros básica na mínima histórica de 0,1%. O banco central britânico manteve seu programa de estímulo nesta quinta-feira (17) conforme aguarda o resultado das negociações do Reino Unido com a União Europeia sobre um acordo comercial pós-Brexit. Brexit: acordo comercial Reino Unido-União Europeia tem 'forte possibilidade' de não sair Homem passa em frente à sede do Banco da Inglaterra (o BC britânico), em Londres, em imagem de arquivo Hannah McKay/Reuters O Banco da Inglaterra deixou inalterado seu programa de compra de títulos em 895 bilhões de libras (US$ 1,2 trilhão), depois de tê-lo elevado em 150 bilhões de libras no mês passado. O banco central também manteve a taxa de juros básica na mínima histórica de 0,1%. Londres e Bruxelas ainda tentam evitar o choque de tarifas de importação sobre o comércio a partir de 1º de janeiro, quando termina a 'fase de transição' da saída do Reino Unido da União Europeia. Assista as últimas notícias de economia

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