Produção industrial dos EUA aumenta em novembro e supera expectativas
Resultado foi impulsionado pela produção de veículos motorizados. A produção industrial dos Estados Unidos avançou mais do que o esperado em novembro, impulsionada pela produção de veículos motorizados, mas o ímpeto pode desacelerar nos próximos meses, já que um novo surto de infecções por Covid-19 tem deixado trabalhadores em casa e fechado fábricas temporariamente.
A produção industrial avançou 0,8% no mês passado, informou o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) nesta terça-feira. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,3% na produção industrial em novembro.
Os dados de outubro foram revisados para cima, para mostrar que a produção subiu 1,1%, em vez da taxa de 1,0% divulgada anteriormente.
A produção industrial permanece abaixo do nível pré-pandemia.
Assista as últimas notícias de economia
- Publicado em Negócios
FKA twigs processa Shia LaBeouf e o acusa de agressão e assédio sexual
Cantora e ator namoraram em 2019 por menos de um ano. Segundo reportagem do 'New York Times', Twigs descreve diversos momentos de agressão e humilhação vividos ao lado de LaBeouf. Cantora FKA twigs processa ator Shia LaBeouf Reprodução/Instagram/FKA twigs, REUTERS/Brendan McDermid/File Photo A cantora FKA twigs entrou com um processo contra o ator Shia LaBeouf nesta sexta (11), no qual o acusa de agressão e assédio sexual, segundo o jornal "The New York Times". O processo foi aberto no Tribunal Superior de Los Angeles. Segundo o jornal, a cantora de 32 anos descreve diversas situações, ao longo do relacionamento dos dois, em que LaBeouf, 34, foi agressivo e violento. Além disso, ela diz que ator lhe transmitiu doença sexualmente transmissível "conscientemente". Em uma das ações descritas, Twigs narra que acordou sendo enforcada pelo ex. Em outra situação, ela conta que foi pressionada e teve a vida colocada em risco por ele. Ele dirigia de "forma imprudente, removendo o cinto de segurança e ameaçando bater se ela não declarasse seu amor por ele". Quando a cantora saiu do carro, "LaBeouf a seguiu, agrediu e jogou-a contra o carro enquanto gritava com ela. Depois, obrigou-a a entrar novamente no automóvel", descreve o jornal. Esta agressão está no centro do processo que a cantora move contra o ator. Em resposta ao jornal um dia antes do envio do processo ao tribunal, ele disse que não estava em posição de comentar os efeitos de suas ações sobre as pessoas. "Não tenho desculpas para o meu alcoolismo ou agressividade, apenas racionalizações. Tenho sido abusivo comigo mesmo e com todos ao meu redor por anos. Tenho um histórico de ferir as pessoas mais próximas de mim. Tenho vergonha dessa história e sinto muito por aqueles que magoei. Não há mais nada que eu possa dizer." O "New York Times" ouviu outra ex-namorada de LaBeouf, a estilista Karolyn Pho, que também descreveu momentos de violência por parte dele. Ao longo dos últimos anos, o ator de "Transformers" foi detido inúmeras vezes por se envolver em brigas e situações de perturbação da ordem.
- Publicado em Cultura
Lil Wayne se declara culpado por posse ilegal de arma em julgamento nos EUA
Se condenado, rapper de 38 anos pode pegar até 10 anos de prisão. O rapper Lil Wayne se canta em show de 2016 AP O rapper Lil Wayne se declarou culpado por posse ilegal de armas em um julgamento nesta sexta-feira (11) em Miami, nos Estados Unidos. O americano recebeu a acusação em novembro. Com isso, ele pode pegar até 10 anos de prisão, mas promotores vão recomendar uma sentença menor após acordo. "Meritíssimo, eu me declaro culpado", disse Lil Wayne, cujo nome verdadeiro é Dwayne Michael Carter Jr., segundo o site Vulture. A polícia apreendeu uma pistola e munição no avião particular do rapper em 2019. A lei federal proíbe a posse por causa de seu status de ex-presidiário. Segundo o jornal local "Miami Herald", Lil Wayne identificou como sua uma pistola banhada a ouro, que foi encontrada em sua bagagem durante uma busca na aeronave pouco antes do último Natal. Ele disse que se tratava de um presente que ganhou no Dia dos Pais. Também foi encontrado munição, cocaína, ecstasy, heroína, analgésicos e quase US$ 26 mil em espécie. O rapper foi acusado apenas pelo porte de arma de fogo.
- Publicado em Cultura
Vanessa da Mata reapresenta, em single, mais duas músicas gravadas em show no Rio
♪ Vanessa da Mata dá continuidade à série de singles duplos com números ao vivo extraídos do registro audiovisual do show Quando deixamos nossos beijos na esquina (2019 / 2020), captado na madrugada de 18 de janeiro deste ano de 2020 no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Duas semanas após apresentar a gravação ao vivo das músicas Tenha dó de mim (Vanessa da Mata e Baco Exu do Blues, 2019) e Nossa geração (Vanessa da Mata, 2019), a cantora e compositora lança single duplo com as músicas Só você e eu e Quando deixamos nossos beijos na esquina. Ambas são composições de autoria somente de Vanessa, lançadas em 2019. Só você e eu é a música que alavancou o álbum Quando deixamos nossos beijos na esquina (2019), editado em maio do ano passado. Capa do segundo single duplo ada série 'Nossos beijos ao vivo no Circo Voador', de Vanessa da Mata Divulgação Com refrão grudento e pegada pop aliciante, a música Só você e eu se tornou um dos maiores hits da cantora desde que foi apresentada como primeiro single do sexto álbum autoral gravado em estúdio pela cantora. Já Quando deixamos nossos beijos na esquina é a música que deu nome ao disco em que Vanessa da Mata recuperou a boa forma como compositora após álbum de menor fôlego autoral, Segue o som (2014). Valorizada pela arte visual das capas dos discos, a série Nossos beijos ao vivo no Circo Voador prevê mais dois singles duplos, totalizando oito músicas apresentadas em registros ao vivo da apresentação carioca da turnê nacional.
- Publicado em Cultura
Cesar G. Villela, criador da arte visual de discos de bossa nova, morre aos 90 anos
Designer deixa obra referencial, exposta nas modernas capas idealizadas para LPs editados pela gravadora Elenco na década de 1960. ♪ OBITUÁRIO – Somente por ter criado em 1959 o layout da capa do histórico primeiro álbum do cantor João Gilberto (1931 – 2019), Chega de Saudade, o artista gráfico e pintor carioca Cesar Gomes Villela (16 de maio de 1930 – 11 de dezembro de 2020) já teria, ele próprio, um lugar de honra na história da música do Brasil. Contudo, Cesar G. Villela – como o programador visual assinava e como está grafado nos créditos da contracapa do primeiro LP de João – fez muito mais pela arte da Bossa Nova e, por isso, a morte do artista gráfico está sendo lamentada em nichos do meio musical brasileiro assim que foi confirmada por Claudia Villela, filha de Cesar, em rede social. Villela morreu na sexta-feira, 11 de dezembro, aos 90 anos, vítima de pneumonia, em hospital do município fluminense de Miguel Pereira (RJ), onde dera entrada horas antes. O artista deixa relevante legado gráfico na indústria fonográfica brasileira. Capa do álbum 'Chega de saudade', lançado em 1959 por João Gilberto com layout de Cesar G. Villela Reprodução Nessa área, a trajetória profissional de Villela começou na gravadora Odeon, na qual criou as capas dos fundamentais três primeiros álbuns de João Gilberto – o já mencionado Chega de saudade (1959), O amor, o sorriso e a flor (1960) e João Gilberto (1961) – e as de discos como Amor de gente moça (Sylvia Telles, 1959). Ao ser levado pelo produtor musical Aloysio de Oliveira (1914 – 1995) para trabalhar na Elenco, gravadora aberta em 1963, Cesar G. Villela se notabilizou ao criar uma identidade visual bem delineada para as capas de LPs editados pelo selo. Caracterizada pela exposição de fotos em alto contraste, as capas em preto e branco dos discos da Elenco – adornadas com detalhes vermelhos que, não raro, incluíam quatro bolas dessa cor para simbolizar harmonia (tal como o designer havia aprendido na cabala) – se tornaram referenciais e criaram estética visual singular para discos de artistas associados à Bossa Nova. Se o designer e ilustrador Rogério Duarte (1939 – 2016) criou a identidade visual da Tropicália, Cesar G. Villela foi quem criou, sobretudo no período que foi de 1963 a 1965, a modernista arte gráfica que identifica a Bossa Nova no mercado fonográfico brasileiro. Capa do álbum 'Antonio Carlos Jobim', de 1963 Arte de Cesar G. Villela Na gravadora Elenco, Cesar G. Villela criou capas de álbuns de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Baden Powell (1937 – 2000), Lennie Dale (1934 – 1994), Lucio Alves (1927 – 1993), Maysa (1936 – 1977), Nana Caymmi, Nara Leão (1942 – 1989), Roberto Menescal, Rosinha de Valença (1941 – 2004), Sérgio Ricardo (1932 – 2020), Sylvia Telles (1935 – 1966) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980), entre outros nomes de peso. Capa do LP 'Um show de bossa…', de Lennie Dale com BossaTrês Arte de Cesar G. Villela ♪ Eis dez álbuns da gravadora Elenco cujas capas perpetuam a arte elegante de Cesar G. Villela: ♪ A bossa nova de Roberto Menescal e seu conjunto (1963) – Roberto Menescal ♪ Antonio Carlos Jobim (1963) – Antonio Carlos Jobim (edição brasileira do álbum The composer of Desafinado plays, lançado em 1963 nos Estados Unidos) ♪ Balançamba (1963) – Lúcio Alves ♪ Bossa balanço balada (1963) – Sylvia Telles ♪ Um show de bossa… (1963) – Lennie Dale com Os Bossa Três ♪ Baden Powell à vontade (1964) – Baden Powell ♪ Maysa (1964) – Maysa ♪ Nara (1964) – Nara Leão ♪ Um sr. talento (1964) – Sérgio Ricardo ♪ Nana (1965) – Nana Caymmi Capa do álbum 'Maysa', de 1964 Arte de Cesar G. Villela
- Publicado em Cultura
Filmes aguardados de 2021 vão estrear direto no streaming. É o início do fim dos cinemas?
Warner vai lançar superproduções nos cinemas e na internet, ao mesmo tempo. Mas decisão irritou muita gente em Hollywood. Semana Pop explica por quê. Semana Pop explica por que decisão inédita da Warner pode mudar futuro do cinema
A Warner, uma das maiores produtoras do mundo, decidiu lançar todos os seus filmes de 2021 nos cinemas e no streaming, ao mesmo tempo. E a notícia, anunciada como uma medida de emergência em meio à pandemia do coronavírus, irritou muita gente em Hollywood.
O Semana Pop deste sábado (12) explica por que algumas pessoas veem na mudança o início do fim das salas de cinema.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.
- Publicado em Cultura
Capital Inicial inaugura o próprio selo com single em que rebobina música de 2002
Baterista do grupo, Fê Lemos lança em 2021 o terceiro álbum do paralelo projeto eletrônico Hotel Básico. ♪ São cada vez mais raros os artistas que permanecem no elenco de grandes gravadoras com músicas e discos feitos fora do mainstream pautado pelo sacolão pop que abarca sertanejo, forró, funk e folk genérico de good vibes. Silva se desligou do selo slap, da gravadora Som Livre, e lançou o álbum Cinco via Farol Music. Até então na Sony Music, o grupo Capital Inicial saiu da gravadora multinacional e abriu selo próprio, Capital Inicial Music, cujos discos serão editados no mercado fonográfico digital através da distribuidora The Orchard. O primeiro lançamento do selo Capital Inicial Music é o single Incondicionalmente, no qual a banda brasiliense rebobina música antiga – parceria de Dinho Ouro Preto com Mingau, lançada originalmente pelo Capital Inicial no álbum Rosas e vinho tinto (2002) – em gravação inédita produzida por Liminha no estúdio Nas Nuvens, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Incondicionalmente foi escolhida por seguidores da banda em enquete online em que o grupo apresentou 16 músicas menos badaladas do repertório do quarteto para que os fãs elegessem uma para ser regravada. O single Incondicionalmente chega ao mercado simultaneamente com clipe filmado em preto e branco no qual Dinho Ouro Preto (voz), Fê Lemos (bateria), Flávio Lemos (baixo) e Yves Passarell (guitarra) reinterpretam a composição na companhia de Fabiano Carelli. Fê Lemos com Mel Ravasio, com quem Hotel Básico gravou o terceiro álbum Denise Andrade / Divulgação ♪ E por falar no Capital Inicial, o baterista do grupo – Fê Lemos, músico integrante da formação original da banda e revelado no grupo punk Aborto Elétrico – dá continuidade à obra fonográfica de Hotel Básico, projeto autoral de pop eletrônico de Fê. Hotel Básico já tem pronto um terceiro álbum, gravado entre agosto e setembro – com a adesão da cantora, compositora e guitarrista Mel Ravasio, ex-vocalista da banda Lipstick – e programado para ser lançado no início de 2021. O álbum já tem um primeiro single em rotação, Quanto mais eu vejo, composição assinada por Fê em parceria com Ravasio e formatada com mix de batidas de house e pop rock que dá o tom do álbum. Feita em estúdio da cidade de São Paulo (SP), com produção musical capitaneada pelo próprio Fê Lemos, a gravação de Quanto mais eu vejo junta Fê (synths e programações) e Ravasio (voz) com Gabriel Rocca (programações e synths).
- Publicado em Cultura
Guto Goffi arquiteta quarto álbum solo, ‘Respirar’, com inéditas, canção de Natal e música do Barão Vermelho
♪ Em fevereiro, um mês antes de a pandemia chegar ao Brasil, Guto Goffi lançou o terceiro álbum solo, C.A.O.S., surpreendendo positivamente com disco valorizado pela pegada enérgica do Bando do Bem, grupo de músicos que tocam desde 2015 com o cantor, compositor e baterista carioca. Integrante da formação original do Barão Vermelho, banda carioca que entrou em cena em 1981 Com Cazuza (1958 – 1990) como vocalista e principal letrista, Goffi aproveitou o período de isolamento social para compor e, com farta produção autoral, o artista começou a arquitetar o quarto álbum solo, Respirar, com produção musical de Nani Dias e o mesmo Bando do Bem. Com o mesmo time de C.A.O.S., o álbum Respirar já tem capa, criada com arte gráfica de Felipe Taborda e Augusto Erthal, mas ainda não tem data. Capa do álbum 'Respirar', de Guto Goffi Arte de Felipe Taborda e Augusto Erthal Já com cerca de 18 inéditas músicas autorais, Goffi pretende apresentar esse repertório novo – composto por músicas que sobraram da seleção do álbum C.A.O.S. e por canções feitas ao longo deste ano de 2020, algumas sob encomenda (caso de Na onda delas, tema criado para trilha sonora de ainda inédita série de temática LGBTQIA+) – em singles que serão editados paulatinamente ao longo de 2021 para somente depois lançar o álbum Respirar. Serão duas músicas a cada bimestre. Embora tenha idealizado o disco Respirar com repertório essencialmente inédito e autoral, Goffi decidiu regravar algumas músicas alheias. Uma delas, a canção natalina Noite feliz, abre os trabalhos com single programado para ser lançado na próxima sexta-feira, 18 de dezembro. Noite feliz é a versão em português da natalina canção austríaca Stille nacht (Franz Gruber e Joseph Mohr, 1818), conhecida mundialmente com o titulo em inglês Silent night. A mais famosa versão brasileira de Noite feliz foi escrita por Pedro Sinzig (1876 – 1952) – frade franciscano de origem alemã que migrou para o Brasil – e apresentada em 1912. Em janeiro, Goffi apresenta single com registro de Bilhetinho azul (1982), parceria de Roberto Frejat com Cazuza lançada no primeiro álbum do Barão Vermelho. A gravação de Bilhetinho azul por Goffi foi feita para live em homenagem a Cazuza e integrada ao repertório do vindouro álbum Respirar. Paralelamente a esse quarto disco solo, Goffi prepara disco instrumental – também para 2021 – com o trio do qual faz parte, Bicho de Pau. Goffi conceitua o álbum Respirar como “virada de página” para sair de 2020 e entrar em 2021, “seguindo vivendo” com energias renovadas.
- Publicado em Cultura
Charley Pride, pioneiro negro da música country, morre de Covid-19 aos 86 anos
Conhecido por sucessos como “Kiss an angel good mornin’”, ele apareceu 52 vezes no Top 10 de músicas country dos EUA, 29 vezes no número um. Cantor foi homenageado mês passado pela Country Music Association com o prêmio Willie Nelson pelo conjunto de sua obra. Charley Pride canta em apresentação durante o 54º CMA Awards em Nashville, Tennessee (EUA), no dia 11 de novembro deste ano Terry Wyatt/Getty Images via AFP/Arquivo Charley Pride, pioneiro músico negro de country music dos EUA, morreu aos 86 anos, vítima de complicações da Covid-19, anunciou seu agente neste sábado (12). Ele era conhecido por sucessos como “Kiss an angel good mornin’” e “Is anybody goin’ to San Antone”, entre outros hits. No mês passado, Pride havia sido homenageado pela Country Music Association com o prêmio Willie Nelson pelo conjunto de sua obra. Na ocasião, ele se apresentou pela última vez, em uma transmissão na qual cantou “Kiss an angel good mornin’”, de 1971, ao lado de Jimmie Allen. Pride nasceu em Sledge, Mississippi, em 1934, e trabalhou na colheita de algodão e jogou beisebol na liga de negros, trabalhou em uma fundição em Montana e serviu no Exército antes de se tornar a primeira estrela negra da música country dos Estados Unidos. Ele apareceu 52 vezes no Top 10 de músicas country, 29 vezes no número um. Em 2000, ele foi incluído no Country Music Hall of Fame. Vídeos: os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
- Publicado em Cultura
G1 Ouviu #119 – Forró eletrônico, 30 anos: Como o estilo cresceu e ficou mais pop?
Emanoel Gurgel, fundador das bandas Mastruz com Leite e Cavalo de Pau, Eliane, a Rainha do Forró, Batista Lima, ex-Limão com Mel, e Paulinha Abelha, da Calcinha Preta, falam sobre o movimento que começou nos anos 90. Professor Climério de Oliveira Santos e Wesley Safadão também comentam influência nas bandas e artistas até hoje. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1/Divulgação
- Publicado em Cultura










