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Dólar opera em alta e volta a passar de R$ 5,10

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Na sexta-feira, moeda norte-americana fechou em alta de 0,14%, a R$ 5,0446. Notas de dólar Reuters O dólar opera em alta nesta segunda-feira (14), depois de passar a maior parte da manhã em queda, chegando a renovar mínimas desde junho. Às 15h35, a moeda norte-americana subia 1,32%, a R$ 5,1114. Na mínima até o momento, chegou a R$ 5,0113, a menor cotação desde 12 junho (R$ 5,0024). Na máxima, chegou a R$ 5,1299. Veja mais cotações. Já o Ibovespa opera sem direção definida, após zerar mais cedo as perdas do ano. Na sexta-feira, o dólar fechou em alta de 0,14%, a R$ 5,0446, mas recuou 1,54% na semana. Na parcial do mês, tem queda 5,65%. No ano, ainda registra alta de 25,81%. O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional de até 16 mil contratos com vencimento em abril e setembro de 2021, destaca a Reuters. Saiba se é hora de comprar dólar Cenário local e externo No exterior, a decisão de prorrogar as negociações comerciais entre Reino Unido e União Europeia mantinha vivas as esperanças de um eventual acordo entre os britânicos e o bloco europeu. Nos EUA, investidores mantinham as esperanças de mais estímulo na economia. Por aqui, os economistas do mercado financeiro elevaram sua estimativa de inflação para 2020 pela décima oitava semana seguida, que passou de 4,21% para 4,35%. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a previsão do tombo no ano passou de de 4,40% para 4,41% na semana passada. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,22 para R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, a estimativa caiu de R$ 5,10 para R$ 5,03 por dólar, segundo o boletim Focus do Banco Central. Já o Banco Itaú revisou sua projeção de taxa de câmbio para R$ 4,75 por dólar em 2021, citando o "cenário global mais benigno para ativos de risco e a redução da incerteza fiscal". O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma "prévia" do PIB teve expansão de 0,86% em outubro, na comparação com setembro, a 6ª alta mensal consecutiva, segundo o Banco Central. Já a Fundação Getulio Vargas mostrou que a prévia das sondagens sinaliza recuo pelo terceiro mês consecutivo da confiança empresarial e dos consumidores em dezembro. No Brasil, continuava também no radar dos investidores a questão fiscal, que há meses têm sido apontada como um fator decisivo na disparada do dólar frente ao real no ano de 2020, assim como a taxa básica de juros em mínimas históricas. Paulo Guedes diz que vacinação em massa deve custar R$20 bilhões Assista às últimas notícias de economia ma Ibovespa opera em queda, após zerar aalta Variação do dólar em 2020 G1

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Google diz que instabilidade nos serviços foi resolvida, após milhares de usuários relatarem pane

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Falha atingiu todas as ferramentas, como Gmail e YouTube, por volta das 8h30; empresa disse que normalizou aplicativos uma hora depois. Houve 'problema de gestão interna da cota de armazenamento'. Reclamações no Downdetector diminuíram após às 9 horas da manhã Reprodução/ Downdetector Milhares de usuários do Brasil e de outros países relataram dificuldades para acessar os serviços do Google, como Gmail e YouTube, por volta das 8h40 desta segunda-feira (14). Pouco antes das 10h, a empresa disse que a instabilidade tinha sido resolvida em todas as ferramentas, para a maioria dos usuários. No começo da tarde, a companhia divulgou a causa da pane. "Hoje, às 8h47 da manhã (horário de Brasília), o Google sofreu uma queda em seu sistema de autenticação, por aproximadamente 45 minutos, em razão de um problema de gestão interna da cota de armazenamento", esclareceu a empresa. Essa falha levou a outra que, na prática, impediu o uso dos aplicativos. "Os serviços que requerem login de usuários apresentaram altas taxas de erro durante esse período. O erro de autenticação foi resolvido às 9h32. Todos os serviços estão restaurados", disse o porta-voz do Google. O Google possui um serviço de autenticação, a Gaia ("Administração de IDs e Contas Google", na sigla em inglês), explica Altieres Rohr, que um blog sobre segurança digital no G1. Como usuário, você não interage diretamente com esse produto, mas ele é necessário para o funcionamento de toda a infraestrutura que depende de autorização. Google 'fora do ar': por que você deve se preparar para quedas em serviços on-line O problema enfrentado pelos usuários do Google nesta segunda foi semelhante ao que derrubou o Microsoft Teams e o Outlook no fim de setembro. "Pedimos desculpas aos afetados e iremos conduzir uma revisão minuciosa para garantir que isso não ocorra novamente no futuro", concluiu o Google. Cronologia Além do Brasil, reclamações foram reportadas em países como os Estados Unidos, Reino Unido e Japão. As notificações começaram por volta das 8h40 no site Downdetector (que mostra status e disponibilidade de diversos sites e serviços online) e, às 8h58, houve um pico de 20.758 reclamações no Brasil. Após este horário, as mensagens de erro diminuíram. Após uma hora, a empresa afirmou que os serviços haviam sido normalizados para parte dos usuários. E, ao final da manhã, voltaram a funcionar para a maioria. Por volta das 10h50, o Google disse que o Gmail ainda tinha instabilidade, mas que o erro foi corrigido às 11h. Os usuários relataram as falhas pelo Twitter. Veja abaixo: Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text VÍDEOS: veja mais notícias de tecnologia

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Bovespa opera instável, perto de zerar a queda no ano

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Na sexta-feira, principal índice da bolsa fechou a 115.128 pontos e registrou sexta semana consecutiva de alta. Painel da B3 – Bovespa Nelson Almeida/ AFP O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera sem direção definida nesta segunda-feira (14), tendo zerado mais cedo, provisoriamente, as perdas no ano. Às 15h36, o Ibovespa subia 0,18%, a 115.337 pontos. Na máxima até o momento, chegou a 115.740 pontos — ultrapassando a pontuação de fechamento de 2019, de 115.645. Veja mais cotações. A máxima do ano de 2020 foi registrada em 23 de janeiro, quando o Ibovespa fechou aos 119.527 pontos. Já na mínima, registrada em 23 de março, recuou aos 63.569 pontos. O dólar opera em alta. Na sexta-feira, a Bolsa fechou estável, a 115.128 pontos, mas acumulou alta de 1,21% na semana – a sexta semana consecutiva de alta. Na parcial do mês, o Ibovespa tem alta de 5,73%. No ano, passou a acumular perda de 0,45%. Americanos se preparam para o início da vacinação contra Covid-19 Cenário local e global De pano de fundo, permanecem as expectativas atreladas aos programas de vacinação contra o coronavírus que começam a ser iniciados pelos mundo, bem como a continuidade de fluxo de capital externo para a bolsa brasileira. Até o dia 9, o saldo de estrangeiros no mercado de ações brasileiro em dezembro estava positivo em R$ 6,5 bilhões, movimento que agentes financeiros têm citado que reflete fluxo a mercados emergentes, não apenas no Brasil, destaca a Reuters. Nos EUA, investidores mantinham as esperanças de mais estímulo na economia. A vacina da Pfizer-BioNTech saiu para distribuição em pontos, com a vacinação devendo começar nesta segunda-feira nos Wstados Unidos. Por aqui, os economistas do mercado financeiro elevaram sua estimativa de inflação para 2020 pela décima oitava semana seguida, que passou de 4,21% para 4,35%. Para o Produto Interno Bruto (PIB), a previsão do tombo no ano passou de de 4,40% para 4,41% na semana passada. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,22 para R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, a estimativa caiu de R$ 5,10 para R$ 5,03 por dólar. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma "prévia" do PIB teve expansão de 0,86% em outubro, na comparação com setembro, a 6ª alta mensal consecutiva, segundo o Banco Central. Já a Fundação Getulio Vargas mostrou que a prévia das sondagens sinaliza recuo pelo terceiro mês consecutivo da confiança empresarial e dos consumidores em dezembro. Com fim do Auxílio Emergencial e piora fiscal, país lida com incertezas para 2021 Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia p

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Consumidor pretende gastar menos neste fim de ano, aponta Boa Vista

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Assim como o valor das compras, quantidade de presentes deve diminuir, segundo pesquisa. As compras de Natal e Ano Novo de 2020 serão menores que as do ano passado, de acordo com pesquisa da Boa Vista realizada com cerca de 400 consumidores de todo o Brasil.
Segundo o levantamento, 79% dos entrevistados afirmam que pretendem gastar menos esse ano do que em 2019, 14% vão gastar a mesma quantia e apenas 7% terão um fim de ano mais favorecido que o do ano passado. Em 2019, eram 67% os que pretendiam gastar menos, e 11% os que planejavam gastar mais que no ano anterior.
Especialistas recomendam que compras e comemorações de fim de ano sejam feitas on-line
Momento de ir às compras para o Natal
Assim como o valor das compras, a quantidade de presentes comprados nesse fim de ano deve diminuir. Dos consumidores entrevistados pela Boa Vista, 79% vão presentear alguém neste Natal. Porém, 75% vão comprar menos presentes que ano passado, contra 63% em 2019.
Outros 17% vão manter o número de presentes (eram 25% em 2019) e só 8% vão aumentar os presentes comprados (12% em 2019). Em média, os consumidores vão dar presentes a pelo menos duas pessoas, e o valor médio por presente será de R$ 58,65, uma queda de 2% em relação ao valor apontado em 2019.
O valor médio total das compras de fim de ano será, de acordo com a pesquisa da Boa Vista, de R$ 545,49, o que, para 56% dos consumidores, corresponde a menos de 25% da renda familiar. Em 2019, o valor médio foi de R$ 564,96.
Entre quem não vai dar presente de Natal neste ano, 23% não o farão pois estão endividados (eram 26% em 2019). Outros 20% apontaram o desemprego como explicação (25% em 2019), enquanto 20% não vão comprar presentes para priorizar pagamentos de outras despesas como casa, escola ou médico, por exemplo (10% em 2019).
A ceia de Natal também deve ser menos farta do que em 2019 para 46% dos consumidores. Para 42%, será igual e apenas para 12% será mais farta em 2020 do que no ano anterior. Na pesquisa do ano anterior, eram apenas 27% os que teriam uma ceia menor. A crise trazida pela pandemia e o distanciamento social imposto por ela, fator que deve impossibilitar festas com muitas pessoas, podem ser a principal explicação para as ceias menores.
Local de compra
Segundo a sondagem, 63% dos consumidores farão as compras em lojas físicas e 37% pela internet. Em 2019, esses números foram de, respectivamente, 77% e 23%, indicando uma alta nas compras on-line esperada por conta da pandemia.
Dos 37% que comprarão on-line, 89% se sentem seguros em fazer compras na web (ante 88% em 2019), enquanto outros 11% têm algum tipo de insegurança (12% em 2019). A pesquisa aponta que 73% consideram que há chance de fraudes durante as transações on-line, um aumento na comparação com o ano passado, quando estes eram 53%.
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Contas básicas voltam a ser um dos principais motivos de endividamento durante a pandemia, diz pesquisa

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Levantamento do Serasa com a Blend New Research mostra que itens só ficaram atrás de desemprego e descontrole financeiro dentre as causas para entrar em dívida em 2020. Dívidas: 73% dos entrevistados declaram que a pandemia impactou a vida financeira e contas básicas entraram no ranking. Helene Santos/ SVM O endividamento do brasileiro ao pagar contas básicas e itens de alimentação cresceu em 2020, em virtude da pandemia do novo coronavírus. É o que mostra uma pesquisa da Serasa com a Blend New Research divulgada nesta segunda-feira (14). O desemprego continua sendo a principal causa de endividamento, apontada por 40% dos entrevistados. Em seguida, o descontrole de gastos mantém o segundo lugar na lista, com 14% das respostas. Alimentação e gastos de rotina, de volta ao ranking em tempos de pandemia, ocupam o terceiro lugar, com 11%. O levantamento foi realizado com 3.994 pessoas, entre 2 e 29 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Em 2018, os gastos com alimentação também estiveram entre os cinco principais motivos de formação de dívida, com 5% da respostas. Além do desemprego (49%), estavam na frente o descontrole financeiro (20%), gastos com saúde (6%) e atraso de salários (6%). Na sondagem deste ano, a pandemia pesou bastante no endividamento, como o G1 mostrou que aconteceria no início do surto. Na pesquisa, 73% dos entrevistados declaram que a pandemia impactou a vida financeira. Quatro a cada 10, tinham dificuldades de pagar as contas mesmo antes da crise. Dívida causa emoções negativas em 8 de cada 10 inadimplentes Tipo de dívida A Serasa também pergunta aos entrevistados com que se endividaram. O cartão de crédito é o campeão isolado, com 58% das respostas. Em seguida, vêm as compras em loja (30%), empréstimos (19%) e cheque especial (18%). Todas são modalidades de crédito de fácil acesso, com juros altos. Os itens básicos aparecem na lista logo na sequência. Conta de telefone (17%), de luz (16%), de celular (12%), de água (10%) e aluguel (9%) são os destaques. Na data da pesquisa, em outubro, 70% continuavam endividados. Dentro do grupo dos que quitaram os débitos, tiveram mais sucesso os que renegociaram os valores com o credor (24%). O aumento de renda foi a alternativa para 13%. Outros 10% queimaram economias. Ainda dentre os que pagaram os compromissos, 19% fez algum tipo de empréstimo. Pedidos aos familiares foram os preferidos (8%). Aos amigos foram 6%. Ao banco, 5%. Serasa Limpa Nome A Serasa realiza mais um feirão de renegociação até o dia 21 de dezembro. Os pedidos podem ser feitos pelo app do Serasa para iPhone e Android, disponível nas lojas de aplicativos, ou pelo site www.feiraolimpanome.com.br. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Governo prevê mais de 50 concessões ao setor privado em 2021

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, projeta que, junto com privatizações e renovações de contratos, concessões vão gerar R$ 137,5 bilhões em investimentos nos próximos anos. O governo federal pretende realizar mais de 50 concessões ao setor privado em 2021. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (14) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.
A pasta projeta que, junto com as privatizações e renovações de contratos, as concessões gerem R$ 137,5 bilhões em investimentos nos próximos anos. O governo não detalhou, porém, em quanto tempo esse valor será investido.
Além do programa de concessões, o governo federal anunciou recentemente que pretende realizar nove privatizações em 2021, entre as quais as de estatais como Correios e Eletrobras. As companhias estão incluídas no Programa de Parceria de Investimentos (PPI), por meio do qual são feitas concessões, privatizações e parcerias com o setor privado para obras e serviços públicos.
As concessões são feitas por meio de contratos de tempo de determinado firmados pela administração pública com o setor privado. A parceria para transferência de execução de serviços públicos costuma ser estabelecida em leilões. O vencedor da concessão cobra tarifas dos usuários.
Já no caso das privatizações, também previstas pelo governo, a estatal é vendida ao setor privado. No mês passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse estar frustrado por não ter conseguido realizar nenhuma privatização em quase dois anos de governo (veja no vídeo abaixo).
Paulo Guedes se diz 'bastante frustrado' por não ter conseguido vender estatais
Entre as concessões previstas para 2021, estão 23 aeroportos; 17 portos; três ferrovias; e onze lotes de rodovias.
"Continuamos levando a termo o maior programa de concessões do mundo. São R$ 264 bilhões [em investimentos] que serão contratados até o final de 2022. Temos certeza que conseguiremos entregar, pois temos o 'portfólio', excelentes ativos e uma estruturação sofisticada que ataca os principais riscos percebidos, fator de insucesso no passado", disse o ministro Tarcísio Gomes.
Questionado por jornalistas, o ministro afirmou que o governo está estruturando os projetos para serem aptos ao "selo verde", que atrai investimentos de empresas e instituições financeiras preocupadas com a sustentabilidade ambiental.
"A gente sabe que em um futuro próximo os fluxos financeiros estarão atrelados aos padrões ambientais. A gente tenta trazer isso para dentro da nossa estruturação. Como vai se dar recuperação de áreas degradadas, o combate a processos erosivos, o plantio compensatório, as travessias de fauna, se vamos limitar transportes de combustível fóssil ou naquele equipamento", disse.
Concessões previstas para 2021
23 aeroportos
Bloco Sul: Curitiba (PR), Foz do Iguaçu(PR), Londrina (PR), Bacacheri em Curitiba(PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS);
Bloco Norte I: Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR);
Bloco Central: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE);
Relicitação do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN);
Alienação da participação da Infraero nas concessionárias dos Aeroportos Internacionais de Guarulhos (SP), Brasília (DF), Galeão (RJ) e Confins (MG). A Infraero contratou empresa especializada para a realização dos estudos e as vendas estão previstas para o 2º trimestre de 2021.
17 arrendamentos portuários e 1 desestatização
4 terminais no Porto de Itaqui (MA);
1 terminal no Porto de Santana (AP);
1 terminal no Porto do Mucuripe (CE);
3 terminais no Porto de Maceió (AL);
2 terminais no Porto de Santos (SP);
1 terminal no Porto de Areia Branca (RN);
2 terminais no Porto de Vila do Conde (PA);
2 terminais no Porto de Paranaguá (PR);
1 desestatização: Companhia Docas do Espirito Santo (Codesa).
2 ferrovias
2 concessões: Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e Ferrogrão;
1 renovação: Malha Regional Sudeste (MRS).
11 rodovias
Goiás e Tocantins: BR-153, BR-080, e BR-414;
Mato Grosso e Pará: BR-163 e BR-230;
Minas Gerais e Espírito Santo: BR-381e BR-262;
São Paulo e Rio de Janeiro: BR-116 (Dutra) e BR-101 (Rio-Santos);
Rodovias Integradas do Paraná (6 lotes);
Rio de Janeiro e Minas Gerais: BR-116 e BR- 493.

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Google ‘fora do ar’: por que você deve se preparar para quedas em serviços on-line

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Panes de sistema não exigem ações de hackers. Diversos problemas na infraestrutura e imprevistos podem causar erros temporários. Pane desta segunda (14) surgiu por 'efeito cascata' iniciado na gestão de cotas de armazenamento. O Google Docs é o editor de texto disponível no serviço de armazenamento de arquivos na nuvem Divulgação Os serviços do Google ficaram inacessíveis para boa parte dos usuários no início da manhã desta segunda-feira (14), o que surpreendeu muitas pessoas – inclusive pelo receio de que os dados da conta pudessem se perder para sempre, caso o acesso não fosse restabelecido. Alguns dos erros, embora temporários, afirmavam que "não foi possível encontrar a conta Google". A empresa informou que a pane foi causada por um 'efeito cascata' iniciado na gestão de cotas de armazenamento. O problema gerou erros no sistema de autenticação que, por sua vez, impediu o acesso aos serviços que dependiam da conta Google. Nos bastidores, o Google possui um serviço de autenticação, a Gaia ("Administração de IDs e Contas Google", na sigla em inglês). Como usuário, você não interage diretamente com esse produto, mas ele é necessário para o funcionamento de toda a infraestrutura que depende de autorização. Riscos do armazenamento em 'nuvem' A estabilidade da infraestrutura do Google tem um histórico digno de elogios, mas acaba contribuindo para o "fator surpresa" em situações como esta. Embora não haja qualquer relato de que dados tenham sido perdidos desta vez, esse é um risco real para todos – seja no seu computador pessoal ou em um serviço on-line, na "nuvem". Como os serviços sempre estão on-line, é difícil de imaginar a possibilidade de tudo ficar inacessível ou cair de repente. Mas esse é um risco real e constante para qualquer serviço on-line, ou "em nuvem". A "nuvem", na internet, é apenas o computador de outra pessoa – nesse caso, os do Google. E, como qualquer computador, os sistemas do Google também quebram, dão problema, precisam de reposição ou sofrem com panes elétricas e de rede. Diante de ataques recentes como o vírus de resgate no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a invasão da rede da empresa de segurança FireEye, já começam a circular hipóteses (sem qualquer prova) de que a queda dos serviços do Google seria resultado da ação de hackers. Mas o fato é que há muitos outros problemas e dificuldades que podem derrubar serviços on-line – e nem é a primeira vez que o próprio Google sofre algum revés técnico. Outros casos Até problemas cotidianos podem se tornar desafiadores para empresas que precisam manter dezenas de milhares ou centenas de milhares de computadores funcionando 24 horas por dia. No fim de setembro, uma pane geral na infraestrutura de autenticação da Microsoft derrubou o acesso a diversos serviços, como o Teams e o e-mail do Outlook.com. Como todos eles dependem de credenciais para autenticação, os serviços da Microsoft não conseguiam confirmar que os usuários tinham autorização para acessar os serviços – e tudo parou de funcionar. Foi um caso parecido com o do Google, nesta segunda. No último dia 7, um problema de refrigeração tirou do ar diversos serviços, inclusive o aplicativo Caixa Tem. O erro foi causado por um rompimento de uma canalização em um data center da IBM – ou seja, uma interrupção no fornecimento de água derrubou diversos serviços e aplicativos. Já o Amazon Web Services (AWS), serviço de computação em nuvem da Amazon, enfrentou dificuldades técnicas no fim de novembro, derrubando diversos serviços que dependem da infraestrutura da empresa. O game de celular "Pokémon Go" ficou indisponível, bem como infraestruturas muito relevantes em determinados setores, inclusive na área médica. Como se precaver Antes de apostar em "ataques de hackers" como explicação para tudo, vale pensar um pouco nas consequências de um erro técnico ou dificuldades nessa teia intricada de sistemas que compõem os serviços que estamos acostumados a usar. Quedas em serviços conhecidos por sua estabilidade nos surpreendem, mas são normais e até corriqueiras. Na maioria das vezes, elas são breves e atingem um número reduzido de usuários. O problema do Google chamou atenção, desta vez, pela quantidade de pessoas afetadas – inclusive as organizações que pagam pelo Google Workspace, a linha empresarial do Google, ficaram sem acesso. Olhando pelo lado bom, o erro o erro durou apenas 45 minutos – o que não é algo que devemos achar natural. Em 2011, o Google teve de recuperar 150 mil contas a partir de fitas de backup após uma falha de software excluir esses dados dos sistemas regulares, criando uma indisponibilidade que durou até 30 horas para as contas atingidas. Você poderia ficar 30 horas sem a sua conta? Como sempre, a prevenção é o melhor remédio: tenha uma conta de e-mail em um provedor diferente para não perder todos os seus contatos nem ficar incomunicável; guarde uma cópia dos seus dados em outro lugar – de preferência, em um armazenamento local, como um pen drive ou HD externo. Se a internet toda cair, não vai adiantar ter seus dados em outro provedor de nuvem. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com VÍDEOS: as notícias mais assistidas do G1

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Agravamento da pandemia pode obrigar governo a gastar mais em 2021, diz Instituição Fiscal Independente

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Órgão ligado ao Senado também projetou que parte do orçamento reservado ao pagamento do auxílio emergencial em 2020 não será gasto até o fim do ano. Governo não planeja estender gastos com a pandemia para 2021 O agravamento da pandemia de Covid-19 pode obrigar o governo federal a gastar mais em 2021, avaliou nesta segunda-feira (14) a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, por meio do Relatório de Acompanhamento Fiscal de dezembro.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, deixou a porta aberta para gastos extraordinários no caso de uma segunda onda da Covid-19, mas, até o momento, a área econômica está prevendo o retorno ao cenário de restrição despesas. O governo elevou substancialmente os gastos neste ano, para combater os efeitos da pandemia.
"Em países europeus e nos Estados Unidos, os efeitos de uma segunda onda da pandemia já estão presentes, obrigando governos a adotar novas medidas de isolamento social e de restrição à circulação de pessoas. Uma situação como essa pode ocorrer no Brasil, o que requereria maiores gastos do governo por um período maior", informou.
A IFI acrescentou que o crescimento do número de infecções em novembro e dezembro "acende um sinal de alerta", diante das incertezas e da falta de um plano para a imunização de toda a população brasileira em 2021.
"Assim, uma eventual interrupção da retomada da economia, com manutenção da taxa de desemprego em níveis relativamente elevados, poderia aumentar as pressões para que o governo retomasse o pagamento do auxílio emergencial a pessoas em situação de vulnerabilidade", avaliou.
Guedes comemora PIB e mnistério avisa que deve cortar auxílio emergencial em 2021
Auxílio emergencial
De acordo com a IFI, o pagamento do auxílio emergencial deve ficar abaixo da previsão orçamentária de R$ 321 bilhões deste ano por conta de "regras mais restritivas que passaram a vigorar em setembro".
"Em particular, o valor do auxílio residual que começou a ser pago em setembro é metade do anterior (R$ 300,00 contra R$ 600,00, ou R$ 600 contra R$ 1.200,00, no caso de mães solteiras). Além disso, o número de beneficiários, que antes chegou a quase 68 milhões, hoje está próximo de 56 milhões", informou.
Pelos cálculos da Instituição Fiscal Independente, o mais provável é que o gasto com o auxílio emergencial fique próximo de R$ 293 bilhões.
Atividade econômica e ajuste fiscal
Por conta da possibilidade de piora da pandemia do coronavírus, a instituição acrescentou que há um "elevado grau de incerteza" para a economia, em 2021, "uma vez que a evolução da doença e o ritmo da compra de vacinas e da imunização da população ainda é incerto".
Até o momento, lembra a IFI, a expectativa do mercado financeiro é de uma expansão de 3,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano.
"Em paralelo, a dúvida quanto à evolução da demanda interna após a retirada dos estímulos fiscais, em um quadro de deterioração do mercado de trabalho e aperto das condições financeiras, visto, por exemplo, na inclinação da curva de juros de longo prazo, limita a perspectiva de crescimento ao longo de 2021", acrescentou.
Após o relator da PEC do pacto federativo e da PEC emergencial, senador Marcio Bittar (MDB-AC), ter confirmado que as medidas de ajuste fiscal serão apresentadas somente em 2021, a IFI avaliou que a apresentação de um "plano crível" de consolidação das contas públicas, por parte do governo, seria importante para conter as despesas com juros.
Diante do espaço cada vez mais limitado para gastos não obrigatórios, analistas têm questionado a capacidade de o governo manter o teto de gastos nos próximos anos, mecanismo criado em 2016 que impede a maior parte dos gastos públicos de subir mais do que a inflação do ano anterior. A IFI considera que o teto "tem risco alto de ser rompido" nos próximos anos.
"Incertezas aumentam desafios ao governo e podem tornar cenário de custo médio da dívida instável (…) A preocupação dos agentes com a sustentabilidade das contas públicas no longo prazo, medida por meio da inclinação das curvas de juros futuros (o que faz aumentar a diferença entre os juros de curto e de longo prazo), implicará em maior desafio ao governo na gestão da dívida pública", concluiu.
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Soja em desacordo com moratória na Amazônia tem alta de 23% na safra 2019/20, diz associação

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Dados são da Abiove, grupo que representa as empresas compradoras do grão no país. Moratória é um acordo entre as indústrias para não comprar soja de propriedades da Amazônia que desmataram – legal ou ilegalmente – após 2008. Colheita da soja avança em Mato Grosso do Sul Anderson Viegas/G1 MS A área plantada em desacordo com a Moratória da Soja na Amazônia cresceu 23% na safra 2019/20 na comparação com o ciclo anterior, chegando a 108,4 mil hectares. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (14) pela associação que representa a indústria (Abiove). Por outro lado, a associação afirma que esse crescimento foi o menor de um ano para o outro desde a temporada 2012/13. A área de soja em desacordo com a moratória, que restringe compras do grão pela indústria de áreas desmatadas após 2008, representa 2% do total cultivado de 5,4 milhões de hectares na região, de acordo com dados da Abiove. Ainda segundo a associação, os dados mais recentes da moratória mostram que a soja não é um vetor importante de desmatamento da Amazônia. A Moratória da Soja na Amazônia é um acordo entre tradings e indústrias que proíbe a compra do grão de áreas desmatadas na região após 2008. Mas o setor produtivo tentou, no ano passado, derrubar esse pacto. Agricultores dizem que a Moratória da Soja desrespeita o direito legal do proprietário, de acordo com o Código Florestal, de utilizar 20% da área dentro da Amazônia para a produção de alimentos, seja a área desmatada antes ou depois de 2008. Por outro lado, empresas exportadoras dizem que a medida pode trazer riscos para as exportações. O pacto é considerado por comerciantes, processadores da oleaginosa e entidades ambientais como importante para limitar o avanço da soja em nova áreas do Bioma Amazônico, preservando florestas. VÍDEOS: tudo sobre agronegócio

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Bolsas europeias sobem com prorrogação de discussões comerciais do Brexit; Astrazeneca cai

segunda-feira, 14 dezembro 2020 por Administrador

Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,83%, a 13.223 pontos. As ações europeias fecharam em alta nesta segunda-feira (14), uma vez que a decisão de prorrogar as negociações comerciais entre o Reino Unido e União Europeia mantinha vivas as esperanças de um eventual acordo, mas os ganhos no índice Londres foram limitados pela alta da libra e queda de quase 6% da AstraZeneca.
Com os bancos na liderança, o índice STOXX 600 subiu 0,4% após romper uma sequência de ganhos de cinco semanas, encerrando em queda de 1% na semana passada.
Europa lidera registro de novos casos de covid-19 esta semana
O otimismo também surgiu com base nas esperanças de um fim da pandemia da Covid-19, já que os Estados Unidos começaram a imunizar seus cidadãos com a vacina da Pfizer-BioNtech nesta segunda-feira. Isso ocorreu depois de na semana passada o Reino Unido tornar-se o primeiro país ocidental a iniciar a vacinação em massa.
O negociador do Brexit para a UE, Michel Barnier, disse que um novo pacto comercial envolvendo cerca de US$ 1 trilhão no comércio com o Reino Unido, atualmente livre de tarifas e cotas ainda era possível uma vez que líderes de ambos os lados decidiram prorrogar as discussões para além do prazo de domingo.
Mas como a pesca nas águas do Reino Unido e a concorrência justa ainda como pontos críticos, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, parecia cético em relação a um avanço a menos de três semanas do desfecho de um processo de saída do Reino Unido do bloco, que já dura cinco anos.
"Embora um acordo ainda pareça (por pouco) mais provável do que não, o timing permanece no ar", disse James Smith, economista para mercados desenvolvidos do ING. "Politicamente falando, não há muito para impedir que as negociações cheguem muito perto do prazo final do Ano Novo", alertou.
O índice de Londres FTSE 100 terminou a sessão com baixa de 0,2% uma vez que a alta da libra, queda das ações de energia e perda da AstraZeneca restringiram o mercado.
A AstraZeneca registrou a pior sessão em nove meses com os investidores precificando a ação da farmacêutica britânica de comprar a norte-americana Alexion Pharmaceuticals por US$39 bilhões.
Em LONDRES, o índice Financial Times teve queda de 0,23%, aos 6.531 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,83%, a 13.223 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,37%, a 5.527 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,27%, a 21.759 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,96%, a 8.140 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 teve alta de 0,79%, a 4.780 pontos.
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