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Joseph Safra: veja repercussão da morte do dono do Banco Safra

quinta-feira, 10 dezembro 2020 por Administrador

Libanês naturalizado brasileiro, banqueiro era o homem mais rico do Brasil e figura emblemática do setor financeiro no país. Joseph Safra morre em SP aos 82 anos Entidades e associações lamentaram a morte de Joseph Safra nesta quinta-feira (10). O banqueiro e dono do Banco Safra morreu em São Paulo, aos 82 anos. Safra era o homem mais rico do Brasil, de acordo com o último ranking de bilionários brasileiros da revista Forbes Brasil, com uma fortuna estimada em R$ 119,08 bilhões. Pelo Bloomberg Billionaires Index, ele ocupava a 101ª posição em todo o mundo. VEJA FOTOS Associação Brasileira de Bancos (ABBC) "Joseph foi fundamental para o sistema financeiro nacional, um dos mais ilustres representantes", afirmou a ABBC, em nota, destacando que o banqueiro foi muito conhecido no meio filantrópico com doações para hospitais, museus e à comunidade judaica. "Visionário, líder e empreendedor foi o responsável pelo grupo Safra no Brasil e também por unidades na Europa, J. Safra Sarasin, na Suíça e nos Estados Unidos, Safra National Bank (Nova York), além de investimentos imobiliários no Brasil, Europa e Estados Unidos… Joseph Safra deixou um legado que continuará a influenciar não só aqueles que trabalharam diretamente com ele, como todos os que atuam na área financeira", acrescentou. Isaac Sidney, presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) "Figura emblemática do setor bancário no país, descendente de banqueiros e com visão estratégica sobre o país, Joseph Safra foi também um exemplo como empresário e filantropo. Sua contribuição para escolas, museus e instituições, não só no Brasil, quanto em outros países, é marcante. O legado de sua atuação no desenvolvimento da economia nacional ficará sempre marcado na história do Brasil, país que ele adotou 58 anos atrás". Candido Botelho Bracher, presidente do Itaú Unibanco “Empresário dotado de grande energia, adotou o Brasil como pátria e construiu uma das principais instituições financeiras do país. Com o Grupo Safra, rompeu fronteiras e foi um dos pioneiros no mercado financeiro a se destacar internacionalmente. Aliou ao papel de grande empresário aquele de grande filantropo, compartilhando assim seu êxito com a sociedade". Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil “Joseph Safra foi um homem de coragem. Após imigrar para o Brasil, teve participação fundamental no desenvolvimento do setor bancário do País, empreendendo também em outras áreas com destemor e eficiência. Seu nome se tornou sinônimo de humildade e filantropia não só no Brasil, mas em todo o mundo. Meus sinceros sentimentos a toda a família, colaboradores e amigos, que certamente seguirão seu legado". Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do conselho de administração do Bradesco "O ‘seu José’, como era reconhecido em nosso meio, consolidou-se em vida como um símbolo de confiança do mercado financeiro nacional. Praticando os melhores fundamentos da atividade bancária, ao longo de toda uma vida, iniciada no Líbano, ele dedicou-se pela vocação de líder e banqueiro, tornando-se rapidamente um nome conhecido e respeitado no mercado global", disse, em nota Trabuco, destacando que a marca Safra destacou-se nos principais mercados do mundo como exímia gestora do patrimônio das famílias. "No Brasil, dividia o comando do Banco Safra com uma intensa atividade filantrópica e profundo amor pelas artes, sendo sempre um dos principais beneméritos da grande comunidade judaica em nosso país. Por seus méritos, amealhou fortuna, mas sua atuação em sociedade era ressaltada pela máxima elegância e discrição, aquelas qualidades que distinguem os grandes homens", acrescentou. Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal "Recebi com pesar a notícia do falecimento do fundador do Banco Safra, Joseph Safra. Em nome dos colaboradores da Caixa, expresso nossos sentimentos aos familiares e amigos". O empresário Joseph Safra, do Banco Safra, é visto durante jantar anual de Confraternização dos Dirigentes de Bancos, no Grand Hyatt Hotel, em São Paulo, em novembro de 2010 Renata Jubran/Estadão Conteúdo Vídeos: veja últimas notícias de economia

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Luedji Luna contextualiza primeiro disco de Luiz Melodia em série sobre álbuns icônicos

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

Ana Cañas discorre sobre 'Alucinação', obra-prima de Belchior, em temporada que também aborda trabalhos de João Gilberto, Jorge Ben Jor e Tim Maia. Capa do álbum 'Pérola negra', de Luiz Melodia Reprodução ♪ Em 1973, Luiz Melodia (1951 – 2017) cumpriu as altas expectativas artísticas ao lançar um primeiro álbum, Pérola negra, que se tornou um clássico instantâneo da discografia brasileira, confirmando o talento evidenciado quando Gal Costa apresentou o compositor carioca ao Brasil ao dar voz à canção-título Pérola negra no show Fa-Tal – Gal a todo vapor (1971 / 1972). Em Pérola negra, o disco, Luiz Melodia também subverteu expectativas – alimentadas por quem esperava um disco de sambas da parte de compositor negro, vindo do morro – com repertório autoral formatado com mistura singular de soul, rock, blues, ritmos do nordeste do Brasil e, sim, samba. É esse icônico primeiro álbum de Melodia que a cantora e compositora Luedji Luna interpreta, comenta e contextualiza na segunda temporada da série de TV Depois daquele álbum. A nova temporada estreia às 23h30m desta terça-feira, 8 de dezembro, no Canal Bis. A cada episódio semanal, um artista celebra na série um álbum de cantor ou banda que admira, fazendo comentários sobre as músicas desse disco e cantando algumas delas. Nessa segunda temporada, além de Luedji Luna discorrer sobre Pérola negra, Ana Cañas disseca Alucinação (1976) – álbum que consolidou a carreira de Belchior (1947 – 2017) – com a intimidade de quem pesquisou a obra do compositor cearense para fazer live que gerou ainda inédito álbum de estúdio. Já Gloria Groove fala sobre Frank (2003), o primeiro álbum da cantora inglesa Amy Winehouse (1983 – 2011), enquanto Kell Smith aborda In Tokyo (2004), álbum ao vivo de João Gilberto (1931 – 2019). Luiza Lian interpreta Tábua de esmeraldas (1974), um dos títulos mais celebrados da discografia de Jorge Ben Jor. Por fim, a banda Tuyo comenta não um álbum, mas uma coletânea, Inesquecível (1999), de Tim Maia (1942 – 1998). Após a exibição, os episódios estarão disponíveis para streaming no dia seguinte no aplicativo Bis play.

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Kevin O Chris lança ‘Prioridadezona’, primeiro single de gravação ao vivo

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

♪ Kevin O Chris lança single inédito, Prioridadezona, na sexta-feira, 11 de dezembro. Trata-se da primeira amostra da gravação ao vivo do show Todo mundo ama o Chris, apresentado pelo funkeiro fluminense em 7 de novembro, com a presença do público, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ). No registro da música Prioridadezona, o artista concilia a batida do funk com a harmonia sugerida por cordas de violão. A gravação do show Todo mundo ama o Chris gera álbum ao vivo em 2021, além de conteúdo audiovisual. No dia da gravação do show, o funkeiro recebeu convidados como BK, Dennis DJ, Dilsinho, Dfideliz, Donatto, Filipe Ret, Gaab, MC Kroos, MC Marks, MC Nathan e Xamã.

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Pornhub: por que a Mastercard estuda encerrar parceria com site pornográfico

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

A gigante dos pagamentos reagiu depois de o jornal 'The New York Times' publicar acusações contra a plataforma de pornografia. Pornhub: por que a Mastercard estuda encerrar parceria com site pornográfico Getty Images via BBC A gigante de pagamentos Mastercard está revendo seus negócios com a plataforma de pornografia Pornhub, após denúncia publicada pelo jornal "The New York Times". A MindGeek, empresa controladora do Pornhub, negou as alegações do jornalista Nicholas Kristof, vencedor do prêmio Pulitzer, de que ele teria encontrado inúmeros vídeos de abuso sexual infantil, "pornografia de vingança" e estupro. A Visa, rival da Mastercard, também está investigando a questão, segundo o canal televisivo de notícias britânico Sky News. A MindGeek afirmou que as alegações são "irresponsáveis e flagrantemente falsas". Disponível ao público em geral A Mastercard respondeu após Kristof citar a empresa nominalmente, dizendo que ele "não entendia por que mecanismos de busca, bancos e empresas de cartão de crédito" apoiavam o Pornhub. O Pornhub é gratuito, mas usuários podem pagar 9,99 libras por mês por transmissões de vídeo de alta qualidade e conteúdo exclusivo, livre de anúncios. No Brasil, o valor cobrado por esse serviço é de US$ 9,99 (pouco mais de R$ 50 por mês). Boa parte do conteúdo do site é publicada pela sua comunidade de usuários e está disponível para o público em geral. Mas a empresa afirma que todo vídeo disponibilizado é revisado por moderadores humanos. Vídeos com menores de idade Em seu balanço anual mais recente, a plataforma informou ter registrado 42 bilhões de visitas em 2019, com a publicação de mais de 6,83 milhões de vídeos, com audiência combinada de 169 anos. Mas a empresa não informou quantos moderadores emprega. Kristof alega que buscas por vídeos com "menores de idade" retornam muitos resultados e, embora nem todos mostrassem crianças ou adolescentes, alguns pareciam mostrar. O Pornhub disse ter "tolerância zero" com o abuso sexual infantil e usar uma combinação de ferramentas do Google, YouTube e Microsoft para ajudar na detecção e remoção de material ilegal. Mais cedo neste ano, a BBC News contou a história de Rose Kalemba, que foi estuprada aos 14 anos e depois teve que lutar para que o vídeo da violência que sofreu fosse removido do Pornhub. A plataforma respondeu que estava sob comando diferente à época, em 2009, e que agora tem "as salvaguardas e políticas mais rígidas do setor" para combater conteúdo ilegal.

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Eduardo Galvão morre de Covid aos 58 anos: relembre a carreira do ator

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

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Ator Marco Ricca é internado com Covid-19 no CTI de hospital no Rio

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

A família do ator não informou quando ele deu entrada na Casa de Saúde São José, no Humaitá. Mas segundo a unidade, Ricca vem 'evoluindo dia a dia com melhora clínica, ainda sem previsão de alta do CTI'. O ator Marco Ricca está internado com Covid-19 no Centro de Terapia Intensiva (CTI) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro. Ator Marco Ricca como Lélio, na série 'Hebe', da TV Globo Henrique Hennies A família do ator não autorizou que o hospital informasse quando Ricca deu entrada na unidade. Em nota, a Casa de Saúde São José apenas informou que ele vem evoluindo dia após dia com melhora clínica, mas ainda sem previsão de alta do CTI. VÍDEOS: Os mais vistos do Rio nos últimos 7 dias:

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40 anos da morte de John Lennon

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

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Morte de John Lennon faz 40 anos: ‘Eu estava lá quando ele morreu’

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

Tom Brook, da BBC, foi o primeiro jornalista britânico a cobrir ao vivo da cena do crime quando Lennon foi baleado. Getty Images/BBC Há 40 anos, em 8 de dezembro de 1980, o ex-Beatle John Lennon foi morto a tiros quando voltava para sua casa no Edifício Dakota, em Nova York. Tom Brook, da BBC, foi o primeiro jornalista britânico a fazer uma reportagem ao vivo na cena do crime. A seguir, ele relata como a morte de Lennon o tem perseguido desde então. Em Nova York, ao fazer minhas rotinas diárias, sou constantemente lembrado de John Lennon, tanto de sua vida quanto de sua morte. Hoje moro a apenas quatro quarteirões do Edifício Dakota. Passo pelo prédio praticamente todos os dias e a minha academia, na West 63rd Street, faz parte de um complexo que também abriga um hotel, que foi onde o assassino de Lennon, Mark David Chapman, ficou em sua primeira noite em Nova York. Mark David Chapman atirou em John Lennon enquanto o músico voltava para seu apartamento no Edifício Dakota, em Nova York Reuters Lennon também continua a definir minha carreira. Sou jornalista há mais de 40 anos. Nesse período, já enviei mais de 3 mil reportagens para a BBC e entrevistei a maioria dos grandes nomes da indústria do cinema. Mas todas as pessoas querem saber, quando me conhecem, como foi cobrir a morte de John Lennon. Bem, eu tenho que admitir que foi uma grande história, mas a logística da reportagem era, na verdade, muito simples. Eu ocupei uma cabine telefônica pública à vista do Dakota, de onde respondi perguntas do apresentador da BBC Radio Four, Brian Redhead, entre outros, em Londres, passando as informações mais recentes. Quando não estava fazendo isso, entrevistava algumas das centenas de fãs de Lennon que se reuniam na rua. Fãs de Lennon em luto reunidos no Central Park Getty Images/BBC Todo mundo ao meu redor chorava, alguns fãs estavam histéricos. Eu mesmo também era um grande seguidor de Lennon. Outro dia, olhei para a fotografia em meu primeiro cartão de identificação oficial da BBC daquela época — é uma visão assustadora e fiquei surpreso que a empresa tenha me dado um emprego! Mas eu definitivamente parecia um fã de John Lennon. Então, sim, eu estava emocionalmente afetado naquela noite também, mas consegui não engasgar ao vivo. Fãs se reúnem do lado de fora do prédio onde John Lennon morou Getty Images/BBC As pessoas sempre me pedem para descrever como foi estar no Edifício Dakota logo após a morte dele. Nunca esquecerei de uma jovem que disse: "Sinto como se tivesse levado um soco no estômago". Acho que as palavras dela resumiram perfeitamente. Dois anos depois da morte do ex-Beatle, voltei ao Dakota para entrevistar Yoko Ono. Ela havia acabado de começar a comentar a morte de Lennon e ainda falava dele no presente. Ela me disse: "Ele ainda está vivo, ele ainda está conosco, o espírito dele continuará, você não pode matar uma pessoa tão facilmente". John Lennon e Yoko Ono não muito antes da morte dele Getty Images/BBC Isto talvez seja o que é mais notável 40 anos após a morte de Lennon: o quanto seu espírito ainda está vivo em termos dos milhões de jovens que agora estão migrando para sua música. Na corrida para este aniversário, passei os últimos dias falando com alguns deles. Eles me dizem que são atraídos pela música de Lennon, suas letras e seu tipo particular de pacifismo idealista, que eles acham que traz algum conforto nestes tempos de pandemia. Mas, para ser objetivo, sei que nem tudo em relação a Lennon foi maravilhoso. Ele podia ser mau e desagradável — e admitiu que abusou de mulheres. Nada disso realmente afetou seu legado — na verdade, sua estatura como músico cresceu desde que ele morreu. Acho que o que mais gostava em Lennon era que ele tinha uma voz autêntica. Não apenas musicalmente. Ele fez e disse algumas coisas controversas, mas ele não era uma farsa, sempre foi ele mesmo. Ele foi uma das figuras mais significativas da história da cultura pop do século 20, um verdadeiro britânico e, quatro décadas depois de sua morte, ainda sou fascinado por ele.

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John Lennon é lembrado por Beatles, familiares e fãs 40 anos após assassinato

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

'Depois de 40 anos, Sean, Julian e eu ainda sentimos saudades dele', escreveu Yoko Ono. Cantor foi baleado quando voltava para casa em 1980. Fãs fazem homenagens a John Lennon no Central Park, em Nova York, no aniversário de 40 anos da morte do cantor Carlo Allegri/Reuters A esposa e o filho de John Lennon, seu ex-colegas dos Beatles e fãs prestaram homenagem a um dos cantores e compositores mais reverenciados do mundo nesta terça-feira (8), exatamente 40 anos após seu assassinato em Nova York. STORIES: 40 anos da morte de John Lennon 'Eu estava lá quando ele morreu' O cofundador do grupo de Liverpool, na Inglaterra, havia comemorado o 40º aniversário no dia 9 de outubro de 1980, e teria feito 80 anos em 2020. Mark David Chapman, um psicótico do Havaí, baleou Lennon quatro vezes à queima-roupa no dia 8 de dezembro de 1980 para "se autoglorificar". O músico voltava para casa, no Dakota Apartments do Central Park, com a esposa, Yoko Ono, e morreu a caminho do hospital. Paul McCartney, parceiro de composições de Lennon, tuitou nesta terça-feira que é "um dia muito, muito triste, mas lembrando do meu amigo John com a grande alegria que ele trouxe ao mundo". Initial plugin text Ringo Starr, o outro membro sobrevivente dos Beatles, disse: "Estou pedindo a todas as estações de rádio de música do mundo para tocarem 'Strawberry Fields Forever' em algum momento hoje. Paz e amor." Initial plugin text Os Beatles lançaram "Strawberry Fields Forever", de autoria de Lennon, em 1966. Em uma área do Central Park batizada com o título da canção de sucesso e decorada por Yoko em sua homenagem, fãs se reuniram nesta terça-feira para depositar flores e fotos No Twitter, Yoko pediu paz e uma reforma da lei de porte de armas. "A morte de um ente querido é uma experiência avassaladora", tuitou Yoko. "Depois de 40 anos, Sean, Julian e eu ainda sentimos saudades dele", disse. "'Imagine all the people living life in peace'", acrescentou, citando a letra da canção "Imagine". Initial plugin text Ela ainda tuitou a foto que tirou dos óculos ensanguentados de Lennon com a mensagem: "Mais de 1.436.000 pessoas foram mortas por armas nos EUA desde que John Lennon foi morto a tiros no dia 8 de dezembro de 1980."

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Bernardo Lobo retoma parceria com Zélia Duncan com o otimista baião ‘A vida vai mudar’

quarta-feira, 09 dezembro 2020 por Administrador

Residente em Portugal, o artista lança single com a música inédita criada em conexão luso-brasileira. ♪ Enquanto Bernardo Lobo projeta álbum de músicas inéditas para data ainda incerta, o artista carioca – residente em Lisboa, capital de Portugal – tem aproveitado o tempo de isolamento social para compor com maior constância. Foi nesse período que surgiu a melodia que ganhou a pisada do baião e letra escrita por Zélia Duncan. Ao devolver a melodia com a letra, escrita com doses de otimismo e esperança, como sugeriu o parceiro, Zélia já apresentou o título da composição, A vida vai mudar, que Lobo apresenta na sexta-feira, 11 de dezembro, em single editado pela gravadora Biscoito Fino. A gravação da música foi feita em Almada, cidade próxima de Lisboa, com produção musical orquestrada pelo próprio artista. Além de ter posto voz no baião, Bernardo Lobo criou o arranjo de base para o fonograma formatado com os toques dos músicos Carlos Veiga (piano), Humberto Araújo (flautas e arranjo de sopros), Zet Zet (baixo) e Zezinho Gotelipe (bateria e percussão). A composição A vida vai mudar marca a retomada da parceria de Bernardo Lobo com Zélia Duncan após mais de 20 anos. Na década de 1990, os artistas fizeram juntos a música Na beira, gravada por Lobo em 1999 para disco coletivo da série Novo canto.

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