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Flip 2020: 3º dia tem Caetano Veloso, Itamar Vieira Junior e Paul B. Preciado

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Com mesas às 16h, às 18h e às 20h30, autores discutem política, liberdade e religião. Caetano Veloso, Itamar Vieira Junior e Paul B. Preciado Aline Fonseca/Divulgação; Itamar Vieira Junior /Câmara Municipal da Póvoa de Varzim; Marie Rouge via Flip A 18ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que ocorre em formato virtual devido à pandemia de coronavírus, vai promover três encontros neste sábado (5) com temáticas políticas, sociais e religiosas: 16h – 'Sobre o autoritarismo' A historiadora e antropóloga Lilia Moritz Schwarcz discute a identidade do povo brasileiro: "enquanto o imaginário dessa identidade é preenchido por ideias de tolerância, cordialidade e acolhimento, a história do país é cheia de autoritarismo político e social". Na mesa, Schwarcz vai debater as raízes do autoritarismo brasileiro com mediação de Flavia Lima, ombudsman da "Folha de S.Paulo", e a socióloga Flavia Rios. 18h – 'Ancestralidades' Os autores Chigozie Obioma, da Nigéria, e Itamar Vieira Junior, da Bahia, vão debater sobre a vida rural de personagens que evocam religiosidades de matriz africana. Obioma vai falar da presença de entidades divinas interagindo com o destino dos humanos, que aborda no romance "Uma Orquestra de Minorias". Vieira, com seu "Torto arado", vai tratar da realidade do mundo material que se impõe com força e violência. 20h30 – 'Transições' Nos arquivos da ditadura militar, Caetano Veloso foi definido como "desvirilizante". O escritor espanhol Paul B. Preciado se define como "dissidente do sistema sexo-gênero". Nesta mesa, eles discutem a liberdade e apresentam seus livros: "Narciso em férias", de Veloso, e "Um apartamento em Urano", de Preciado. Veja a programação do domingo (6): 14h – Mesa 9 | Zé Kleber: Sarau, com Rodrigo Ciríaco e Elisa Pereira 16h – Mesa 10 | Batidas, com Regina Porter e Jeferson Tenório 18h – Mesa 11 | Vocigrafias insurgentes, com Danez Smith e Jota Mombaça 20h30 – Mesa 12 | Zé Kleber: Slam, com Nathalia Leal e Luz Ribeiro VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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CCXP Worlds: sábado tem irmãos Joe e Anthony Russo, Penélope Cruz e Marjorie Estiano

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Evento de cultura pop acontece até domingo (6) em plataforma virtual de acesso gratuito. Anthony Russo e Joe Russo, Marjorie Estiano, Penélope Cruz e Alice Braga Alberto E. Rodriguez/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo; Globo/Estevam Avellar; Valerie Macon/AFP/Arquivo; A Comic Con Experience 2020 traz, neste sábado (5), dezenas de conversas e apresentações sobre cultura pop a partir das 14h. Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. Alguns dos destaques do dia são: Os diretores Anthony e Joe Russo, de "Vingadores: Guerra infinita" e "Vingadores: Ultimato", falam sobre seus novos filmes: "Cherry", com Tom Holland, e "The Grey Man", com Ryan Gosling e Chris Evans; As atrizes Jessica Chastain ("A hora mais escura") e Penélope Cruz (vencedora do Oscar por "Vicky Cristina Barcelona") promovem o filme "As Agentes 355", do diretor Simon Kinberg, sobre um time de espiãs de diferentes nacionalidades; Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio apresentam o filme "Eduardo e Mônica"; Serginho Groisman conversa sobre séries médicas com Marjorie Estiano, de "Sob Pressão", e Tiera Skovbye, da canadense "Nurses", lançamento do próximo ano no Globoplay; A estimativa da organização é ter mais de 150 horas de programação. O evento será transmitido por uma plataforma on-line com um mapa inspirado no jogo "League of Legends". O Thunder Arena é o principal auditório virtual, que concentrará as conversas com os convidados famosos. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras para o público. Mais de 680 artistas vão participar do evento. Além da Artists' Alley, quadrinistas de diversos países vão dar palestras, como Art Spielgman, Dave Gibbons, Jill Thompson, Jeff Lemire, Trina Robbins, Tom King e Emil Ferris Confira, abaixo, a programação completa da Thunder Arena: 14h – Attack on Titan 14h35 – Funimation 15h – Edgar Vivar 15h40 – Bears, Beats Battlestar Galactica e Katee Sackhoff 15h55 – "Que história é essa, Porchat?" 16h20 – "Eduardo e Mônica", com Alice Braga, Gabriel Leone e o diretor René Sampaio 16h55 – Maurício de Sousa Produções – as novidades do bairro do Limoeiro 17h25 – A jornada continua – "Croods 2" 18h – "Era uma vez", com Lana Parrilla e Sean Maguire 18h25 – Iron Studios 2021 e além 19h – "As Agentes 355", Jessica Chastain, Penélope Cruz e Fan BingBing; e "A Menina Que Matou Os Pais", com Carla Díaz 19h30 – Collider apresenta: irmãos Russo 20h20 – Altas horas: Nurses x Sob pressão, com Serginho Groisman, Marjorie Estiano e Tiera Skovbye 21h – Duas novas séries da Amazon

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Por que 2020 foi o ano de Marília Mendonça na música?

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Cantora é líder em paradas de clipes, lives e do streaming. Semana Pop mostra que domínio sertanejo em ano de 'sofrência' e episódios da vida de Marília podem ajudar a explicar sucesso. Semana Pop explica por que 2020 foi o ano de Marília Mendonça na música
Em um ano de "sofrência", Marília Mendonça reinou absoluta nas paradas musicais do Brasil. Ela lidera listas de clipes, lives mais vistas e artistas mais ouvidos do streaming no país.
O que explica esse sucesso todo em um período tão difícil para artistas? No Semana Pop deste sábado (5), você vai entender por que só deu ela em 2020.
Veja todas as edições do programa
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema que está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo.

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Claudia Leitte lança EP ‘Sol a sol’ com inéditas, faixas de singles e capa criada pela artista

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Capa do EP 'Sol a sol', de Claudia Leitte Divulgação ♪ Em 27 de agosto, quando ainda faltava quase um mês para o início da primavera, Claudia Leitte anunciou a edição, em 18 de setembro, do single Desembaça, com o qual dava “boas-vindas ao verão”. Composição de autoria de Samir Trindade e Jack Pallas, Desembaça é música rebobinada pela artista, na gravação original, no EP Sol a sol. Anunciado pela cantora na noite de sexta-feira, 4 de dezembro, o EP Sol a sol traz capa criada pela própria Claudia Leitte – e finalizada com arte do envelhecimento pelo design Luan Pedro – e chega ao mercado fonográfico digital a partir das 20h de quinta-feira, 10 de dezembro. Além de Desembaça, o repertório do EP Sol a sol abarca a música Rodou (Junior Gomes, Renno Poeta, Hiago Nobre e Kinho Chefão), gravada pela artista com Wesley Safadão e lançada em 6 de novembro. As outras faixas – ainda não reveladas – são inéditas. Disco que chega ao mundo duas semanas antes do início da estação mais quente do ano, Sol a sol é caracterizado por Claudia Leitte como “uma saudação ao verão e à renovação que os raios solares promovem em nossas vidas”.

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Péricles bambeia no desequilíbrio mercadológico que pauta o álbum ‘Tô achando que é amor’

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Samba de Claudemir e Mosquito se destaca em repertório que oscila entre a sofrência pagodeira e covers banais de sucessos de Vitor Kley e Ara Ketu. Capa do álbum 'Tô achando que é amor', de Péricles Divulgação Resenha de álbum Título: Tô achando que é amor Artista: Péricles Edição: Farias Produções Cotação: * * 1/2 ♪ Basta ouvir o partido alto Amor se pensar que não pega, pega (Claudemir e Mosquito), quinta das 17 faixas do quarto álbum solo de estúdio de Péricles, Tô achando que é amor, para perceber que o cantor paulista teria voz e cacife para apresentar disco com a cepa mais nobre do samba. Contudo, Péricles Aparecido Fonseca de Faria – artista nascido em junho de 1969, no município paulista de Santo André (SP) – é cria da geração projetada nos anos 1990, representante do samba denominado como pagode e caracterizado pela abundância de teclados. Projetado como vocalista do Exaltasamba, grupo de pagode no qual permaneceu até 2012, Péricles iniciou carreira solo pautada por discos ao vivo com registros de shows. O primeiro álbum solo de estúdio, Feito pra durar, foi lançado somente em 2015, sendo seguido dois anos depois por Deserto de ilusão (2017), álbum em que Péricles recaiu no lugar comum do pagode. Título que sucede Em sua direção (2018) na discografia solo de estúdio do artista, o álbum Tô achando que é amor está disponível em edição digital desde sexta-feira, 4 de dezembro, com baixíssimo teor de novidade para quem já ouviu a série de quatro EPs e o single Homem invisível – com a música de Prateado, Luiz Cláudio Picolé e Braga, aditivada com o rap de Projota, convidado da faixa de temática social – nos quais Péricles apresentou o repertório do álbum. A rigor, das 17 faixas do farto disco, somente duas eram inéditas. Uma delas, Saia de cetim (Lobynho Paz, Renan Pereira e Helinho do Salgueiro), roda em cadência veloz com arranjo que evoca o sabor dos bons frutos dos quintais em que bambas nunca deixam o samba morrer, alheios às imposições e aos modismos industriais. O outro samba inédito, Na brodagem (Kleber Paraíba, Dayane Camargo, Lara Menezes e Victor Marra), flagra a tentativa de Péricles de falar a língua mais jovem do pagode, tendência perceptível também na sintaxe de Batendo um bolão (Leandro Fab) e do festivo samba Pediu pra parar, parou (Rodrigo Oliveira, Cleitinho Persona e Elizeu Henrique). Tal opção é justificável, uma vez que a indústria da música atualmente já está mais refratária à prosódia dos grandes bambas do passado. Até mesmo Zeca Pagodinho já perdeu a conexão com as jovens gerações que ainda curtem um pagode nas lajes e nas rodas de samba armadas sem apego às tradições. Péricles exalta o ofício de intérprete no samba 'Cantador', de André Renato Divulgação Nesse delicado desequilíbrio mercadológico, Péricles bambeia ao longo das 17 músicas de álbum que também destaca o samba-título Tô achando que é amor (Rodrigo Oliveira, Cleitinho Persona e Elizeu Henrique). Entre a sofrência pagodeira de Pobre destino (Elizeu Henrique, Cleitinho Persona e Brunno Gabryel) e a exaltação ao poder agregador da voz em Cantador (André Renato), Péricles oferece covers banais de Mal acostumado (Meg Evans e Ray Araújo, 1997) e Pupila (Vitor Kley e Ana Caetano, 2019) – sucessos do Ara Ketu e de Vitor Kley com Anavitória, respectivamente – entre sambas que poderiam figurar em qualquer disco do Exaltasamba. São os casos do melódico Se é pra ser assim (Marcelinho TDP, André Lemos e Caramelo), de Outro alguém no seu lugar (Indinho, Rodrigo Tiago e Vinicius Vian) e de Já tava bom (Rodrigo Oliveira). É, afinal, o que o público espera do artista. E seria injusto cobrar de Péricles total dissociação do estilo de samba com o qual o cantor se tornou famoso. Editado por vias independentes com sambas medianos como Ai Ai de mim (Rodrigo Oliveira, Cleitinho Persona, Elizeu Henrique e Jota Reis), Sem questionar (Brunno Gabryel, Suel e Rodrigo Oliveira) e Stand by (Tiago Alexandre, André Lemmos, Marcelinho TDP e William Mendonça), o álbum Tô achando que é amor sugere que Péricles podia ir além dos clichês do pagode romântico, mas que talvez seja mercadologicamente imprudente se afastar da trilha com a qual pavimentou carreira de sucesso para angariar prestígio entre formadores de opinião cujas vozes nem são ouvidas no nicho em que se abriga o bom cantor.

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Casa das Máquinas aponta, com single ‘Horizonte’, o primeiro álbum da banda desde 1976

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

O disco 'Brilho dos olhos' tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2021 com músicas como 'A rua' e 'Tão down'. ♪ Com a edição do single Horizonte, lançado em 4 de dezembro com regravação da composição de Johnny Magrão, Casa das Máquinas aponta a chegada do primeiro álbum da banda paulistana desde 1976. Quando o álbum Brilho nos olhos for lançado pela gravadora Monstro Discos, no primeiro trimestre de 2021, já fará 45 anos da edição de Casa de rock (1976), o então derradeiro álbum dessa banda de rock criada em 1973, desativada em 1978, remontada brevemente em 2003 e reagrupada de forma duradoura a partir de 2007. Brilho nos olhos é o título do quarto álbum da Casa das Máquinas, banda na qual se abrigam atualmente Mario Testoni Junior (voz e teclados), Lucas Tagliari (bateria), Cadu Moreira (voz, guitarra e violão), Geraldo Vieira (voz e baixo) e Ivan Gonçalves (voz). Horizonte é o quarto e último single apresentado antes da edição do álbum Brilho nos olhos. O primeiro single, A rua, foi lançado em 27 de março com a gravação de composição de autoria de José Aroldo Binda, músico integrante da primeira formação da Casa das Máquinas. A rua versou sobre o abandono de crianças na selva das cidades. Capas dos quatro singles que antecedem o álbum 'Brilho nos olhos', da banda Casa das Máquinas Divulgação / Montagem G1 Em 5 de junho, o quinteto lançou o segundo single do disco, Brilho nos olhos, com a gravação da música que intitula o álbum. Brilho nos olhos, a música, é parceria do tecladista Mario Testoni com o guitarrista Cadu Moreira. Na sequência, a banda lançou, em 28 de agosto, o single Tão down, com música composta por ex-guitarrista da Casa das Máquinas, Marcelo Schevano, e gravada com arranjo de Testoni. A propósito, Testoni também é o autor do arranjo do single Horizonte, criado com influência do som progressivo de bandas inglesas como Pink Floyd e Yes. Horizonte é música já gravada há alguns anos pelo autor Johnny Magrão, com a participação de Testoni nos teclados. A colaboração é bisada na gravação de Horizonte feita pela Casa das Máquinas com a intervenção de Magrão, que declama trecho da letra no fonograma atual.

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Joana Hime programa ‘Sessão da tarde’ com Zélia Duncan para janeiro

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Futuro single faz parte de 'Entreventos', projeto musical com o qual a filha de Francis Hime se lança como cantora a partir de livro de poemas. ♪ Há seis anos, o nome da poeta carioca Joana Hime apareceu pela primeira vez nos créditos de um disco como compositora. Foi como parceira do pai, Francis Hime, em Sessão da tarde, samba gravado pelo artista, com placidez evocativa do universo da Bossa Nova, para o estupendo álbum Navega ilumina (2014). Sessão da tarde ganha nova exibição em 2021 em gravação feita por Joana Hime com Zélia Duncan. Programado para janeiro, o single Sessão da tarde será lançado juntamente com o livro Entreventos, do qual Joana extraiu poemas que, musicados, marcam a estreia da artista no mundo da música como intérprete. A investida no mercado musical começou em 14 de setembro com a edição do single com a gravação da música-título do projeto, Entreventos, surgida de poema musicado por Francis Hime e gravada por Joana com intervenções da poeta e atriz lusitana Carolina Floare e do poeta português José Luís Peixoto. Na sexta-feira, 4 de dezembro, um segundo single, Casa, deu continuidade ao projeto musical de Joana Hime, apresentando outra parceria da artista com Francis, que, além de ter musicado dos poemas, toca piano nas gravações de Entreventos e de casa. Diferentemente do que sugerem os três primeiros singles de Entreventos, nem todas as parcerias de Joana Hime são com Francis. Cerca de dez canções compõem o projeto. Quatro já estão prontas. Há duas parcerias com o compositor fluminense Fred Martins e uma com Lucas Bueno. As gravações estão sendo feitas no estúdio da gravadora Biscoito Fino, companhia fonográfica na qual Joana Hime trabalhou como gerente artística por 14 anos antes de sair dos bastidores para se lançar como cantora.

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G1 Ouviu #118: Emicida fala de antirracismo, ‘neosamba’ e do ‘esvaziamento’ de letras atuais

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Cantor fala ao G1 sobre sua mistura de rap e samba, comenta os protestos antirracistas após a morte de João Alberto e diz que há falta 'conteúdo' e 'poética' nas músicas das paradas. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado. G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação

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CCXP Worlds termina neste domingo com ‘Verdades secretas 2’ e Dave Gibbons

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Evento de cultura pop transmite conversas em plataforma virtual e gratuita. Rômulo Estrela, Camila Queiroz e Dave Gibbons Globo/João Cotta; Globo/João Cotta; Kevin Winter/Getty Images North America/Getty Images via AFP/Arquivo A Comic Con Experience 2020 termina neste domingo (6) com sete apresentações no auditório principal, que reúne artistas do mundo todo. Para assistir às entrevistas e acompanhar todos os palcos, é preciso apenas fazer um cadastro gratuito. O quadrinista Dave Gibbons é um dos destaques do dia. O britânico começou a carreira com quadrinhos underground e fanzines , ajudou a criar "Rogue trooper" e trabalhou com histórias de "Dr Who", "Superman", "Batman" e "Aliens". "Watchmen", sua colaboração com o escritor Alan Moore, e "Kigsman: o serviço secreto", colaboração com Mark Millar, são seus grandes sucessos. Outro destaque do dia é o painel sobre "Verdades secretas 2". A diretora Amora Mautner e os atores Rômulo Estrela e Camila Queiroz vão apresentar novidades sobre a segunda temporada da série que estreia em 2021 no Globoplay. A ala dos artistas será feita por meio de mesas virtuais, com espaço para conversas e compras para o público. Mais de 680 artistas vão participar do evento. Além da Artists' Alley, quadrinistas de diversos países vão dar palestras, como Art Spielgman, Dave Gibbons, Jill Thompson, Jeff Lemire, Trina Robbins, Tom King e Emil Ferris Confira, abaixo, a programação da Thunder Arena: 11h35 – "My hero academia" 12h45 – Iron studios 13h15 – "Verdades secretas 2" 13h30 – Quem vigia Dave Gibbons? 14h15 – Tom King, o novo rei dos quadrinhos 15h – Warner media apresenta 6 horas de conteúdo 21h – Não é o fim

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Flip 2020 tem Regina Porter, Jeferson Tenório, Danez Smith e Jota Mombaça neste domingo

segunda-feira, 07 dezembro 2020 por Administrador

Com mesas às 14h, 16h, 18h e 20h30, autores discutem literatura nas periferias, racismo e não-binarismo. Regina Porter, Danez Smith e Jota Mombaça Liz Lazarus/Divulgação; Tabia Yapp/ Divulgação; Divulgação A 18ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) encerra neste domingo (6) sua edição virtual. Em quatro mesas ao longo da tarde e da noite, autores e artistas vão discutir literatura nas periferias, racismo e não-binarismo, entre outros temas contemporâneos. Veja programação: 14h -Zé Kleber: Sarau Elisa Pereira, idealizadora do sarau de Paraty Fuzuê Literário, e Rodrigo Ciríaco, escritor que inspirou o movimento na cidade, conversam sobre saraus artísticos nas periferias do Brasil. 16h – Batidas A autora estadunidense Regina Porter e o brasileiro Jeferson Tenório aproveitam seus últimos livros para discutir vida familiar, paternidade, racismo e desigualdade. "Os Viajantes", de Porter, acompanha duas famílias, uma branca e uma negra, durante a segunda metade do século 20 nos Estados Unidos. "O avesso da Pele", de Tenório, conta a história de um pai e professor de ensino básico assassinado em uma abordagem policial. 18h – Vocigrafias insurgentes Jota Mombaça, do Brasil, e Danez Smith, dos Estados Unidos, se encontram para conversar sobre o uso de poesia e performance para tratar de temas contemporâneos: identidade de gênero, não-binarismo, racismo e diáspora africana. Smith lançou "Não digam que estamos mortos" neste ano. 20h30 – Zé Kleber: Slam Nathalia Leal, do Slam de Quinta em Paraty, e Luz Ribeiro, primeira mulher a vencer o Slam BR – campeonato brasileiro de batalha de poesia, conversam sobre a modalidade e encerram a edição VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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