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Preços do petróleo sobem com aprovação de vacina pelo Reino Unido e sinais da Opep+

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Reino Unido se tornou nesta quarta-feira (2) o primeiro país ocidental a aprovar uma vacina contra Covid-19. Os preços do petróleo avançaram nesta quarta-feira (2), diante da aprovação de uma vacina contra Covid-19 pelo Reino Unido, o que amplia as esperanças de uma recuperação de demanda, e das crescentes expectativas de que a Opep+ mantenha suas restrições de oferta no ano que vem.
Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de 0,83 dólar, ou 1,75%, a 48,25 dólares por barril. O petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou 0,73 dólar, ou 1,64%, para 45,28 dólares o barril.
Operadores seguem acompanhando a Opep+, grupo formando pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Rússia e outros aliados, que adiou para quinta-feira negociações sobre a política de produção de 2021, inicialmente marcadas para terça-feira, segundo fontes.
"A forte alta de hoje parece estar amplamente baseada em indicações de progresso na reunião (desta quarta-feira) da Opep, o que poderia abrir caminho para uma definição nas negociações da Opep+ marcadas para amanhã", disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates em Galena, Illinois.
Além disso, o Reino Unido se tornou nesta quarta-feira o primeiro país ocidental a aprovar uma vacina contra Covid-19, largando na frente dos EUA e da União Europeia rumo a um possível retorno à vida normal e à recuperação na demanda por petróleo.
Reino Unido aprova vacina da Pfizer e BioNTech e anuncia aplicação na próxima semana
"A notícia da aprovação da vacina no Reino Unido é o que o mercado do petróleo precisava mais do que qualquer outra coisa para a retomada da demanda… O resto é, em grande parte, apenas ruído", afirmou John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York.
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Mourão diz que auxílio emergencial ‘seria mais eficaz’ caso tivesse sido pago valor menor por mais tempo

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Vice-presidente da República esteve no Espírito Santo nesta quarta-feira (2) para evento realizado pela Rede Gazeta. Ele também defendeu reformas administrativa e tributária, além de privatizações para alcançar o equilíbrio das contas públicas. Vice-presidente Mourão em evento realizado no Espírito Santo Reprodução/Rede Gazeta O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), defendeu que o auxílio emergencial poderia ter tido um valor menor e ter sido pago por mais tempo. Ele participou de evento realizado pela Rede Gazeta, em Vitória, nesta quarta-feira (2). Nesta terça (1º), ao dizer que perpetuar alguns benefícios é o caminho certo para o "insucesso", o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já havia indicado uma direção oposta à possível prorrogação do pagamento. Durante o Vitória Summit 2020, que debate os caminhos nos âmbitos econômicos e políticos no pós-Covid-19, Mourão conduziu a palestra com o tema “Os desafios da nação e soluções para um futuro de prosperidade”. Depois de fazer um panorama histórico para explicar o que levou à atual situação política e econômica do Brasil e de países vizinhos, o vice-presidente defendeu a reforma administrativa e as privatizações. E, ao contextualizar o cenário encarado pelo país por causa da pandemia, citou o auxílio emergencial. Para Mourão, se o valor pago tivesse sido mais baixo, seria possível estender o benefício por mais alguns meses. O auxílio começou a ser pago em maio e termina este mês. “Inicialmente, a proposta do governo era de R$ 200, passou para R$ 300, aí veio R$ 500, e terminou em 600. Minha opinião muito clara é que a gente podia ter pago menos por mais tempo, seria mais eficiente e eficaz, mas isso é o que foi decidido junto com Parlamento e, bom, deu uma sobrevida essa turma toda. Mas o problema está aí, está no horizonte e temos que buscar uma solução para isso”, disse. Veja o calendário completo de pagamentos do auxílio emergencial Até o momento, o Planalto não divulgou uma decisão oficial sobre a extensão ou pagamento de novos auxílios, mas, em visita a Foz do Iguaçu nesta terça, Bolsonaro sinalizou que isso não deve acontecer. "Ajudamos o povo do Brasil com alguns projetos por ocasião da pandemia. Alguns querem perpetuar alguns benefícios. Ninguém vive dessa forma. É o caminho certo para o insucesso", disse, na ocasião. Reformas administrativa, tributária e privatizações contra a crise Obedecendo à temática do evento, que discute os efeitos pós-pandemia, Mourão projetou nas reformas administrativa e tributária, no corte dos gastos e nas privatizações as saídas para a crise econômica reforçada pelo surgimento do coronavírus. “A primeira coisa foi a reforma da previdência, mas precisamos da reforma administrativa, temos que redefinir a questão das carreiras de estado, da estabilidade do funcionalismo público, dando estabilidade àquelas carreiras que são de estado. Temos que redefinir a questão salarial, tem que haver uma escala de mérito”, disse. “Precisamos avançar nas privatizações, vender empresas que estão apenas sugando recurso do Tesouro e gerando mais dívidas. Precisamos avançar nessas medidas para que o equilíbrio fiscal seja atendido”, completou. O vice-presidente ressaltou ainda a necessidade de acelerar o andamento de três Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que estão paradas no Congresso: a PEC dos Fundos, a PEC do Pacto Federativo e a PEC Emergencial. “Não podemos mais nos omitir nessa questão. Temos que fazer isso avançar”, disse. Para ele, o andamento dessas reformas só deve acontecer no ano que vem, com a eleição das novas mesas diretoras da Câmara e do Senado. Vice-presidente Hamilton Mourão se reúne com lideranças capixabas no ES Desmatamento na Amazônia Outro assunto abordado pelo vice-presidente durante o evento foi a sustentabilidade e o desmatamento na Amazônia. Mourão disse que o desmatamento da Amazônia “não deve ser tratado única e exclusivamente com repressão e operações de comando e controle”. O vice-presidente, portanto, defendeu o zoneamento econômico e ecológico para que cada região tenha sua vocação definida (turismo, exploração da biodiversidade, agropecuária, mineração estratégica, por exemplo). “Esse zoneamento econômico e ecológico que está previsto na nossa lei ambiental de 1981 até hoje não foi feito por ninguém, é uma tarefa que o presidente Bolsonaro me encarregou de presidir”, disse. Ele também destacou a necessidade de colocar em prática a regularização fundiária a recuperação da capacidade dos órgãos de fiscalização ambientais e o uso de satélites para monitorar a Amazônia. Programação Vitória Summit Quinta-feira (3) 15h: O “novo normal”, seus impactos na economia e quais perspectivas para o Brasil (on-line) – Teco Medina (economista e comentarista da CBN) e Maílson da Nóbrega (economista) 17h: Painel Anuário: A reconstrução da economia capixaba pós-pandemia e perspectivas para 2021 (on-line) – Beatriz Seixas (jornalista), Bruno Funchal (secretário do Tesouro Nacional) e Renato Casagrande (governador do Espírito Santo) Sexta-feira (4) 14h: Painel Papo de CEO (presencial/on-line) – Carlos Júlio (empresário, professor e escritor da área de negócios), Luiza Helena Trajano (CEO Magazine Luiza) e Maria Silvia Bastos (CEO Goldman Sachs) 16h: Democracia e saúde pública: realizando eleições em meio à pandemia (on-line) – Luiz Barroso (ministro do STF) e Daniela Abreu (jornalista) 18h30: Programa Fim de Expediente (CBN) (presencial/on-line) – Teco Medina, Dan Stulbach, José Godoy, Rodrigo Bocardi (jornalista da Rede Globo, convidado). O Vitória Summit é um evento exclusivo para convidados. Na programação presencial é obrigatória a apresentação do convite. Já nos eventos on-line, a participação é por meio de um link exclusivo recebido previamente. VÍDEOS: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo

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Relator no STF vota por tornar contrato intermitente inconstitucional

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Julgamento será retomado nesta quinta com votos dos demais ministros. Modalidade consiste em trabalhador com carteira assinada ser chamado conforme necessidade do empregador. O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (2) por tornar inconstitucional o trabalho intermitente. Fachin é relator do tema no STF, e o julgamento será retomado nesta quinta (3), com os votos dos demais ministros. O trabalho intermitente foi instituído em 2017, por meio da nova lei trabalhista. Consiste em o trabalhador ser contratado com carteira assinada, mas sem a garantia de jornada mínima de trabalho. Na modalidade, o trabalhador é chamado de acordo com a necessidade da empresa e, assim, pode ficar meses sem trabalhar e, consequentemente, sem remuneração. O STF debate se o regime viola princípios constitucionais como o da dignidade humana e se torna precárias as relações de trabalho. Ministro Edson Fachin, relator de ação no STF que discute o trabalho intermitente Rosinei Coutinho/STF Voto do relator Ao apresentar o voto, Fachin argumentou que não é possível renunciar aos direitos trabalhistas assegurados na Constituição. "É compreensível o argumento de que as especificidades do mercado do trabalho poderiam propiciar que empregados e empregadores pudessem livremente decidir sobre os temos desse contrato intermitente de trabalho. Ainda que seja compreensível e digno, não encontra guarida na orientação constitucional", afirmou. Segundo o relator, "ante a ausência de fixação de horas mínimas de trabalho e de rendimentos mínimos, é preciso reconhecer que a figura do contrato intermitente, tal como disciplinada pela legislação, não protege suficientemente os direitos fundamentais sociais trabalhistas". Entenda as regras do recolhimento para a Previdência no trabalho intermitente Números Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em dois anos, dobrou o número de trabalhadores contratados sob a modalidade de trabalho intermitente no Brasil. A Região Nordeste lidera, em proporção, esse tipo de contratação. Em 2019, foram registradas mais de 155 mil contratações sob essa modalidade, o que representou 1% de todas os contratos com carteira assinada firmados no país.

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Tesouro Nacional anuncia emissão de US$ 2,5 bilhões em títulos da dívida externa

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Ao todo, foram emitidos US$ 500 milhões com vencimento em 5 anos; US$ 1,25 bilhão com vencimento em 10 anos; e US$ 750 milhões com vencimento em 30 anos. O Tesouro Nacional anunciou nesta quarta-feira (2) a emissão de US$ 2,5 bilhões em títulos da dívida externa no mercado internacional.
Segundo o Tesouro, foram emitidos papéis com vencimento em 5 anos, 10 anos e 30 anos:
US$ 500 milhões com vencimento em 6 de junho de 2025;
US$ 1,25 bilhão com vencimento em 12 de junho de 2030;
US$ 750 milhões com vencimento em 14 de janeiro de 2050.
A última operação desse tipo foi em junho deste ano, quando o governo brasileiro emitiu US$ 3,5 bilhões em títulos da dívida externa no mercado internacional.
O Tesouro Nacional informou que houve forte demanda pelos títulos ofertados no mercado externo, superando a oferta em três vezes, o que permitiu a redução do custo do título.
Segundo o Ministério da Economia, a taxa de retorno de 4,5% para os títulos com vencimento em 30 anos foi a menor já obtida pelo Brasil em títulos de 30 anos e a taxa de 2,2% do título de 5 anos foi a menor já obtida pelo Brasil em emissões em dólares.
Cenário internacional
A captação de recursos no mercado externo será feita em meio ao crescimento de casos do novo coronavírus, considerado por especialistas uma segunda onda da pandemia.
Entretanto, também está havendo melhora na busca, por investidores internacionais, de aplicações em países emergentes, em linha com notícias positivas sobre o desenvolvimento de vacinas e com o fim de incertezas eleitorais nos Estados Unidos.
Segundo dados do Banco Central, o valor de aplicações financeiras de estrangeiros em outubro foi maior em 21 meses.
Em novembro, os fluxos de portfólio para os emergentes ficaram positivos em US$ 76,5 bilhões em novembro, bem acima de outubro, segundo o Instituto Internacional de Finanças (IIF).
Captações externas
Os investidores que compram esses papéis da dívida pública pagam em dólar, euro ou real. Na data do resgate, eles recebem de volta o valor pago ao governo brasileiro. Além disso, o Brasil paga juros a esses investidores, a cada seis meses ou um ano, dependendo do contrato.
O lançamento de bônus no mercado externo funciona como um leilão: os investidores fazem suas propostas de taxa de juros e quantidade de títulos que desejam receber, e o Tesouro decide se aceita. As ofertas são feitas aos bancos contratados pelo Tesouro Nacional para liderar a operação.

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Orçamento 2021 só deve ser votado em fevereiro ou março, diz líder do governo no Senado

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Prazo regimental prevê votação no ano anterior, mas disputas políticas e pandemia atrasaram cronograma. Congresso deve votar LDO, que antecede o orçamento, no próximo dia 16. O líder do governo Jair Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou nesta quarta-feira (2) que o projeto do Orçamento de 2021 será votado somente em fevereiro ou março.
O parlamentar informou a estimativa ao comentar o impacto orçamentário de um projeto, votado nesta quarta, que expande a área de atuação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
"Nós vamos, […] encaminhar favoravelmente ao relatório para poder cumprir um acordo que celebramos quando da votação anterior. E pedir a sensibilidade, a compreensão, a colaboração dos nossos colegas para que possamos construir novas inclusões, a partir da apreciação do projeto em fevereiro, quando da apreciação também do Orçamento do ano que vem, que deverá ser feita no mês de fevereiro, mês de março", disse.
A Constituição prevê que a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de determinado ano deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso até 31 de agosto do ano anterior – o que aconteceu em 2020.
O Congresso, por sua vez, deveria devolver o texto para sanção presidencial até 22 de dezembro, quando termina o ano legislativo, mas a Constituição não diz o que acontece caso essa votação atrase.
A pandemia de coronavírus, as eleições municipais e disputas políticas pelo comando da Comissão Mista de Orçamento (CMO) – além das articulações em torno da sucessão das cadeiras de presidentes da Câmara e do Senado – atrasaram a análise de propostas orçamentárias.
Até esta quarta, a comissão mista sequer tinha sido instalada. Com isso, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece as regras básicas para a execução do orçamento do ano seguinte, também não tinha sido analisado – a votação está prevista para o dia 16.
Existem, portanto, dois cenários:
Se o Congresso aprovar apenas a LDO, mas deixar a LOA pendente: o governo começará 2021 podendo executar, por mês, até 1/12 do que está previsto na proposta de orçamento enviada pelo Executivo. Essa situação já ocorreu em anos anteriores.
Sem o Congresso não aprovar nem a LDO: a partir de 1º de janeiro, o governo federal pode ficar sem base legal para executar até despesas obrigatórias como salários e aposentadorias. Seria a primeira vez desde a promulgação da Constituição Federal em 1988.
Proposta de orçamento para 2021 tem previsão de déficit de mais de R$ 230 bilhões
Direto no plenário
Uma nota técnica da consultoria do Senado, elaborada após solicitação do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), diz que a Constituição determina a participação da Comissão Mista de Orçamento na apreciação das matérias orçamentárias, antes que estas sejam submetidas ao plenário do Congresso.
A nota diz que, nos anos de 1994 e 2010, os relatórios finais dos projetos de Lei Orçamentária Anual não foram votados no colegiado, tendo a votação ocorrido no plenário.
“Isso não significa, entretanto, que não tenha havido qualquer discussão ou apreciação no âmbito da CMO. Ao contrário, em 2010, por exemplo, todas as fases de apreciação na Comissão foram cumpridas, exceto a aprovação do relatório geral, que acabou indo ao plenário no último dia da sessão legislativa”, diz o documento.
Essa posição diverge da adotada pela consultoria da Câmara. Questionados sobre o mesmo tema, os técnicos afirmaram que tanto LDO quanto LOA poderiam ser votados diretamente no plenário do Congresso Nacional, sem passar pela comissão mista.
A análise da LDO diretamente em plenário é uma possibilidade que tem sido levantada por integrantes da base governista.
A equipe de Alcolumbre acredita, no entanto, que até o dia 16 será possível instalar a Comissão Mista de Orçamento e votar o texto da LDO no colegiado, antes da análise na sessão do Congresso prevista para aquela data.

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Vale diz que meta de minério para 2021 é conservadora

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Companhia estima produção na faixa de 315-335 milhões de toneladas no ano que vem, ante 300-305 milhões de toneladas esperadas para 2020. A meta de produção de minério de ferro da Vale em 2021 é "conservadora" e haveria espaço para um aumento maior na comparação com 2020, ano em que a empresa ficará abaixo de seus objetivos, disse nesta quarta-feira (2) o diretor-executivo de Ferrosos da mineradora. Conforme as metas revisadas para este e o próximo ano reveladas mais cedo, a produção de minério de ferro da Vale poderia aumentar em até 11,7% em 2021 ante 2020. A companhia estima sua produção na faixa de 315-335 milhões de toneladas no ano que vem, ante 300-305 milhões de toneladas agora esperadas para 2020. "O racional para isso, para o ponto menor do intervalo (de 2021), consideramos a nossa capacidade hoje, com alguns possíveis riscos operacionais, de chuvas ou manutenções, considerando nenhuma evolução no plano de recuperação. É um número bem mais conservador", explicou o diretor Marcello Spinelli, durante o Vale Day. "O ponto maior do intervalo, consideramos que vamos receber algumas autorizações e os novos ativos vão entrar em operação dentro do programado. Mas também consideramos algumas contingências, algumas frustrações. Então podemos ter alguns aumentos, mas preferimos ser mais conservadores, colocando 335 milhões como produção máxima para 2021", acrescentou ele. Os volumes projetados para o próximo ano pela companhia – que já foi a maior produtora global de minério de ferro, posto perdido para a anglo-australiana Rio Tinto – ficam abaixo até mesmo do que a empresa havia estimado originalmente em 2019 para 2020. Logotipo da Vale em sede da empresa no Rio de Janeiro Ricardo Moraes/Reuters Já a produção de 2020 deve ficar abaixo da meta projetada mais cedo no ano, de 310 milhões a 330 milhões de toneladas, enquanto a companhia ainda lida para retomar capacidade em meio a efeitos do desastre de Brumadinho (MG), em janeiro de 2019, em um ano em que sofreu efeitos da pandemia e também de chuvas que reduziram a flexibilidade das operações. No Vale Day do ano passado, antes de uma revisão nas metas, a companhia havia projetado entre 340 milhões de 355 milhões de toneladas para 2020 e 375-395 milhões para 2021. Anteriormente, Spinelli havia dito que a companhia estava produzindo em um bom ritmo no quarto trimestre, "na casa de 1 milhão de toneladas ao dia", mas também tinha citado riscos de atrasos, como o caso do projeto Serra Leste. A companhia anunciou apenas ao final de novembro a obtenção da licença para retomada e expansão de Serra Leste. Analistas do Bradesco BBI afirmaram que o guidance de produção inferior foi um pouco decepcionante, mas que não justificava nenhuma mudança estrutural na visão para a companhia. O banco tem recomendação 'outperform' para os papéis da Vale, com preço-alvo de 18 dólares para os ADRs. Na mesma linha foi o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos, que reiterou a manutenção do posicionamento favorável à compra do ativo e classificou "o evento como neutro". "Embora a queda (no guidance) represente uma surpresa frente nossas expectativas de alcance ao 'lower bound' da meta anterior, acreditamos que, se a companhia atingir uma produção próxima ao 'upper side' da nova meta, a surpresa negativa pode ser compensada pelo efeito caixa causado pela redução da oferta", disse. "Ademais, o alcance adiciona uma produção residual a 2021 e 2022 para que Vale alcance os 400 mtpa (milhões de toneladas ano) requeridos pela companhia ao término de 2022." No longo prazo, a empresa espera ter capacidade de 450 milhões de toneladas, para ter maior flexibilidade de operação. Investimentos A Vale estimou investimentos de US$ 4,2 bilhões em 2020, estável ante previsão revisada anteriormente, enquanto projetou um capex de US$ 5,8 bilhões em 2021. Na média dos próximos cinco anos, o investimento anual será de US$ 5,5 bilhões. Dentro deste valor, a companhia espera investir US$ 4,5 bilhões em atividades de manutenção e US$ 1 bilhão para crescimento. A Vale também apontou desembolsos de caixa para descaracterização de barragens de US$ 400 milhões em 2021, US$ 500 milhões em 2022 e US$ 300 milhões nos próximos anos até 2025. Devidos a ajustes nos projetos de descaracterização e obras para melhorias da segurança, a Vale espera registrar uma provisão adicional de aproximadamente US$ 670 milhões (valor nominal) para a execução do plano de descaracterização nas demonstrações financeiras do quarto trimestre, disse a companhia. Com isso, o total dessas provisões somará, aproximadamente, US$ 2,7 bilhões (valor nominal) em 31 de dezembro de 2020, valor que está sujeito a revisão. Essas provisões deverão fazer frente às descaracterizações de 29 estruturas e barragens a montante até 2029. Em 2019, foram feitas três descaracterizações, em 2020 outras duas, e mais três estão esperadas para 2021. A dívida líquida expandida (considerando 100% da distribuição do fluxo de caixa) deverá fechar 2020 em US$ 10 bilhões, caindo para US$ 8,6 bilhões no próximo ano e US$ 7,4 bilhões em 2022. Para 2021, a Vale estimou impacto negativo no fluxo de caixa de US$ 640 milhões da divisão de carvão, ante US$ 1,1 bilhão em 2020, enquanto vê outros US$ 350 milhões negativos com a unidade de níquel VNC, ante US$ 380 milhões neste ano. Já a fundação Renova, criada para realizar reparações pelo desastre da Samarco, terá impacto negativo no fluxo de caixa de US$ 550 milhões em 2021, ante US$ 400 milhões em 2020. O diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, reiterou que a empresa segue buscando um acordo global junto ao Estado para reparações pelo desastre de Brumadinho, e que a empresa separou R$ 19 bilhões. Contudo, ressaltou ele, isso não impedirá pagamentos de dividendos extraordinários referentes ao ano de 2021. A empresa apresentou também metas para melhorar a segurança, prevendo redução em 50% da exposição de empregados a riscos até 2025, e citou que terá uma abordagem mais proativa na gestão de riscos, ao suspender nove operações e projetos preventivamente para melhorar a segurança. Cobre, níquel e carbono Já a produção de cobre foi estimada em 390 mil toneladas em 2021 e em 455 mil toneladas na média de 2022 a 2024, enquanto a divisão de níquel terá 200 mil toneladas em média entre 2021 e 2023. Segundo apresentação, a empresa alcançará capacidade de 500 mil toneladas de cobre com projetos que já estão no plano, incluindo Salobo III, Alemão e Cristialino, com a região de Carajás sendo a plataforma para a companhia crescer nesse metal. Além disso, a companhia espera aumentar a produção de níquel a partir das unidades do Atlântico Norte, confiante de que o negócio apresentará forte geração de caixa, diante do potencial do metal para ser utilizado em produção de baterias. A Vale também apresentou pela primeira vez meta dentro do escopo 3 de redução de 15% as emissões líquidas relativas à sua cadeia de fornecedores e clientes, até 2035. O percentual de redução considera como base o ano de 2018, quando foram contabilizadas 586 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MTCO2eq) oriundas da sua cadeia de valor. A meta, que já considera o aumento de capacidade de produção para 400 milhões de toneladas de minério de ferro a ser atingida ao final de 2022, será revista em 2025 e, depois, a cada cinco anos. Hoje, 98% das emissões de CO2 da Vale são provenientes de escopo 3. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Bolsas dos EUA fecham próximas da estabilidade

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

O Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,20%, aos 29.883,79 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,18%, a 3.669,01 pontos, em uma nova máxima histórica de fechamento; o Nasdaq recuou 0,05%. Os principais índices acionários em Nova York oscilaram em torno da estabilidade, em boa parte do pregão desta quarta-feira (2). Após um novembro de ganhos relevantes para as ações em Wall Street, o avanço da pandemia de covid-19 nos Estados Unidos, as incertezas relacionadas à aprovação de estímulos fiscais no país e sinais de desaceleração econômica limitaram a demanda por risco no pregão de hoje.
Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones encerrou o dia em alta de 0,20%, aos 29.883,79 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,18%, a 3.669,01 pontos, em uma nova máxima histórica de fechamento. Já o índice eletrônico Nasdaq recuou 0,05% e fechou aos 12.349,37 pontos.
Em mais um capítulo positivo no noticiário relacionado às vacinas, o governo do Reino Unido concedeu, nesta quarta, uma autorização de emergência para a vacina contra a covid-19 da Pfizer e da BioNTech e deverá a começar a inocular doses do produto a partir da próxima semana.
Reino Unido aprova vacina da Pfizer e BioNTech e anuncia aplicação na próxima semana
Após os ganhos relevantes do mês de novembro, no entanto, a perspectiva, segundo analistas, já estava "devidamente precificada" pelo mercado.
"[A aprovação] é empolgante, mas também era esperada", disse Chris Konstantinos, estrategista-chefe de investimentos do RiverFront Investment Group, à Dow Jones Newswires. "Estamos em um pequeno vácuo de informações. Já ultrapassamos a temporada de ganhos e agora o mercado está meio que esperando até o fim do ano, avaliando as notícias sobre vacinas e estímulos", afirmou.
Pacote de estímulos
Logo, as atenções se voltaram para Washington, onde congressistas parecem ter resgatado o ímpeto de negociar um pacote de estímulos à economia americana, que vem dando sinais de desaceleração, devido ao crescente número de casos de Covid-19 no país.
A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, e o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, disseram hoje que o projeto bipartidário de US$ 908 bilhões, apresentado ontem, deve servir como base para as negociações de um novo pacote fiscal com os republicanos.
Em um comunicado conjunto, os democratas indicaram, pela primeira vez desde o início das conversas, que desistiram do projeto de US$ 2,2 trilhões já aprovado na Câmara. E pediram que o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, aceite negociar um novo pacote para atender às necessidades do país.
A retomada das negociações é encarada como positiva pelos agentes financeiros, ainda que incertezas permaneçam sobre o sucesso dos congressistas em chegar a um acordo.
Em meio ao impasse em Washington, sinais de que a recuperação da economia dos Estados Unidos está perdendo tração continuam surgindo.
O relatório nacional de emprego da Automatic Data Processing (ADP) mostrou que a criação de empregos no setor privado desacelerou em novembro. Cerca de 307 mil novos empregos foram gerados, marcando uma queda em relação a outubro e menos do que os 475 mil que economistas consultados pelo "Wall Street Journal" previam.
Livro Bege
Segundo o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), a maioria dos distritos observou que a expansão da atividade econômica em novembro foi modesta ou moderada, de acordo com o Livro Bege da instituição, divulgado hoje.
"No entanto, quatro distritos descreveram como pouco ou nenhum o crescimento econômico e cinco distritos observaram que a atividade permaneceu abaixo dos níveis pré-pandêmicos em pelo menos alguns setores", apontou o documento.
"Em suma, este é um dos Livros Bege mais preocupantes que vimos em muito tempo", afirmou o economista de mercados monetários da Jefferies, Thomas Simons.
Os destaques positivos no pregão desta quarta-feira foram as ações das empresas de energia, e o setor fechou o dia em alta de 3,15%. Os papéis da Apache subiram 5,98% e a Occidental Petroleum avançou 5,02%, com as companhias pegando carona na alta dos preços do petróleo.
As ações do setor financeiro também subiram 1,05% hoje, enquanto a Pfizer avançou 3,53%, após a aprovação do governo do Reino Unido para a sua vacina.
Os papéis da Salesforce.com caíram 8,52%. A empresa de computação em nuvem confirmou, ontem, que concordou em comprar a Slack Technologies por US$ 27,7 bilhões.
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Congresso dos EUA aprova lei que pode banir empresas chinesas de bolsas do país

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Lei impede que títulos de empresas estrangeiras sejam listados em qualquer bolsa dos EUA se não cumprirem auditorias do Conselho de Supervisão de Contabilidade Pública do país por três anos seguidos. A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (2) uma lei que pode impedir algumas empresas chinesas de ter ações nas bolsas dos EUA se não seguirem padrões de auditoria do país. A medida foi aprovada por unanimidade, após passar pelo Senado no início deste ano, e vai agora para a Casa Branca, onde o presidente Donald Trump deve sancioná-la. Wall Street Lucas Jackson/Reuters A lei impede que títulos de empresas estrangeiras sejam listados em qualquer bolsa dos EUA se não cumprirem auditorias do Conselho de Supervisão de Contabilidade Pública dos EUA por três anos seguidos. Embora se aplique a empresas de qualquer país, a lei se destina a empresas como Alibaba, a empresa de tecnologia Pinduoduo e a petroleira PetroChina. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Simm tem vagas para borracheiro, recepcionista, açougueiro e outras; veja lista

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Candidatos devem agendar atendimento através do site do serviço. Pessoas com deficiência visual podem agendar pelo telefone (71) 3202-2005. Posto do SIMM no bairro do Comércio, em Salvador Valter Pontes/Secom O Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece 47 vagas de emprego, sendo 24 destinadas para pessoas com deficiência, para esta quinta-feira (3), em Salvador. [Confira oportunidades abaixo] Os interessados nos serviços do Simm serão atendidos de forma individualizada e com hora marcada. Para se candidatar, o interessado deve agendar atendimento através do site do serviço, das 7h às 16h. No caso das pessoas com deficiência visual, o agendamento será feito pelo número: (71) 3202-2005. Confira oportunidades: Motorista Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível CNH D. Salário: 1.454,00 + benefícios 1 Vaga Auxiliar de Limpeza Ensino médio completo, com ou sem experiência, ter disponibilidade para trabalhar em Lauro de Freitas (antes de Vilas do Atlântico) e em horário de fechamento de loja. Salário: 1.108,51 + benefícios 1 vaga Empacotador Ensino médio completo, com ou sem experiência, ter disponibilidade para trabalhar em Lauro de Freitas (antes de Vilas do Atlântico) e em horário de fechamento de loja. Salário: 1.045,00 + benefícios 1 vaga Monitor de Circuito Interno de TV Ensino médio completo, 6 meses de experiência, sexo masculino, disponibilidade para trabalhar em fechamento de loja. Salário: 1.300,02 + benefícios 1 vaga Recepcionista secretária Ensino médio completo, 6 meses de experiência, desejável ter trabalhado em Oficina de veículos, disponibilidade para trabalhar em Lauro de Freitas. Salário: a combinar + benefícios 1 Vaga Gerente de açougue Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível ter trabalhado no ramo de açougue ou frigorífico. Salário: 2.500,00 + benefícios 1 Vaga Açougueiro Fundamental incompleto, 6 meses de experiência, ter disponibilidade de horário Salário: a combinar + Benefícios 3 Vagas Representante Comercial Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter experiência com vendas, conforme a Nova Lei Trabalhista forma de Contratação é MEI Salário: Comissão Diferenciada + benefícios 2 vagas Barman (vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Garçom (Vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Camareira (Vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Pintor Automotivo Ensino médio completo, 6 meses de experiência Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Envelopador de Veículo Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Instalador de Película Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Instalador de Som e Acessórios Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Gerente de Vendas Imobiliário Ensino médio completo, com experiência comprovada, imprescindível ter Creci ativo e conhecimento informática intermediária Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Borracheiro em Geral Fundamental incompleto, 6 meses de experiência Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do BATV 💻

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Bolívia injeta mais de US$ 587 milhões para reativar economia

quinta-feira, 03 dezembro 2020 por Administrador

Governo vai oferecer auxílio de 1.000 bolivianos, cerca de US$ 143,7 por pessoa, a mais de 4 milhões de beneficiários. Luis Arce, à direita, e o vice David Choquehuanca, em cerimônia de posse, em La Paz, na Bolívia Jorge Mamani/AP Photo O governo boliviano começou a injetar mais de US$ 587 milhões no país nesta quarta-feira (2) em bônus destinados a mais de quatro milhões de pessoas com recursos limitados, uma medida de auxílio e para reativar a economia do país, atingido pela pandemia de Covid-19. "Uma alternativa eficaz e eficiente deve ser ativada para reativar a economia boliviana", disse o ministro da Economia, Marcelo Montenegro, em entrevista coletiva. O governo entregará um auxílio de 1.000 bolivianos, cerca de US$ 143,7 por pessoa, disse Montenegro. O pagamento começou por meio dos sistemas bancários estadual e privado e vai até março do próximo ano para pessoas entre 18 e 60 anos que pertençam a grupos como gestantes, deficientes físicos, sem renda fixa e desempregados. "Acreditamos que esses 4.088.413 beneficiários vão gerar uma demanda efetiva na economia", disse o ministro. O novo presidente boliviano, o esquerdista Luis Arce, herdeiro político do ex-presidente Evo Morales, descreveu, ao tomar posse no mês passado, como "patética" a situação econômica de seu país, cujo PIB caiu 11,1% no segundo trimestre de 2020, com um déficit fiscal para este ano de 12,1%. Montenegro lembrou que durante o governo de direita de Jeanine Áñez, foram concedidos bônus de cerca de 500 bolivianos (71,8 dólares), em condições semelhantes às atuais, mas "parece que não tiveram eficácia e que seriam necessários bônus com a proporcionalidade adequada para que a economia pudesse se movimentar". A Bolívia começou a registrar em março os primeiros casos de Covid-19, que até agora deixou mais de 8.900 mortos e cerca de 144.800 infectados. O governo também anunciou, no início de seu governo, que vai administrar a suspensão temporária do pagamento da dívida externa até que a situação econômica melhore, embora ainda não se saiba quando será o início das negociações com os credores.

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