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Cerimônia do Oscar 2021 será presencial, diz revista

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos visitaram o Dolby Theatre, onde a festa acontece, para analisar opções, segundo uma fonte da 'Variety'. 9 de fereveiro – Kwak Sin Ae e Bong Joon-Ho recebem o Oscar de Melhor Filme por 'Parasita' durante a 92ª Cerimônia da Academia em Hollywood, Los Angeles, nos EUA Mario Anzuoni/Reuters Apesar da pandemia de Covid-19, a cerimônia do Oscar 2021 será presencial. Segundo a revista "Variety", a informação foi confirmada por um representante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos nesta quarta-feira (2). No meio do ano, o Oscar foi adiado para 25 de abril por causa da pandemia. A edição também flexibilizou seus critérios de elegibilidade. Segundo a revista, a decisão da Academia em adiar a cerimônia prevê reabertura dos cinemas no país na primavera do Hemisfério Norte (entre março e junho). O representante diz que ainda não há uma decisão sobre quantos artistas e profissionais serão convidados. O Dolby Theatre, teatro em Los Angeles que recebe a cerimônia anualmente, tem 3400 assentos. Uma fonte da revista informou que representantes da Academia "fizeram um tour" pelo teatro recentemente para analisar "todas as opções". Semana Pop explica como é escolhido o representante do Brasil pra disputar vaga no Oscar Veja como ficou o novo calendário do Oscar 2021: Anúncio de finalistas: 9 de fevereiro de 2021 Anúncio dos indicados: 15 de março de 2021 Premiação: 25 de abril de 2021 VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Igor de Carvalho confirma talento sobressalente ao expor fúrias e tensões em EP autoral

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Com quatro músicas inéditas, disco do artista pernambucano soa como carta endereçada ao caótico mundo de 2020. Capa do EP 'Querido caos,' de Igor de Carvalho Arte de Thiago Liberdade Resenha de EP Título: Querido caos, Artista: Igor de Carvalho Edição: Edição independente do artista Cotação: * * * * ♪ Primeiro lançamento fonográfico de Igor de Carvalho desde o álbum Cabeça coração (2019), um dos bons discos do ano passado, o EP Querido caos, tem vírgula ao fim do título. Essa vírgula dá outro sentido ao título e às quatro músicas inéditas deste disco endereçado pelo artista recifense como carta ao caótico mundo de 2020. No mercado fonográfico a partir de sexta-feira, 4 de dezembro, Querido caos, é EP impregnado de raiva, tensão e alguma esperança. O cantor e compositor expressa sentimentos fortes no repertório autoral, refletindo o nublado estado de espírito que tem dominado parte da humanidade neste ano de incertezas e sustos cotidianos. Contudo, nada soa banal, gratuito ou raso em Querido caos, – EP que confirma o talento sobressalente de Igor de Carvalho na vigorosa cena musical pernambucana. Já na primeira das quatro músicas do disco – Você se foi, primeira parceria de Igor com o poeta pernambucano Giuseppe Mascena – fica evidente o alto nível musical do EP, gravado com produção musical orquestrada por Rogério Samico. Samico divide a assinatura dos arranjos com o maestro e multi-instrumentista Henrique Albino. O arranjo de Você se foi, aliás, é estupendo por traduzir a atmosfera de tensão em que se ambienta a canção sobre disfunção amorosa. “A beleza do grito” e “O silêncio eloquente” mencionados na letra poética deixam entrever o ódio latente que ganha força na medida em que a faixa avança. Na sequência do EP, Com todo meu amor – música cantada por Igor com Alice Caymmi e previamente lançada em outubro, como single – dá prosseguimento à DR em gravação que se insinua como fado, resvala na cadência do samba e sugere a pulsação do reggae até restabelecer o clima inicial de fado. Com todo meu amor é composição de Igor em parceria com os conterrâneos Lula Queiroga e Juliano Holanda, outro talento sobressalente da cena pernambucana que reforçou em 2020 a parceria com Zélia Duncan, mote do próximo álbum da cantora, previsto para 2021. Já o rockabilly Fúria é composição somente de Igor, gravada com guitarras e com urgência que se afina com a angústia que permeia o EP Querido caos, e que está traduzida na expressiva arte criada por Thiago Liberdade para a capa do disco. “Vamos encurtar a história”, propõe Igor em verso de Fúria. No arremate do EP, Elixir – outra canção de Igor com o parceiro Juliano Holanda – acalma os ânimos com certa doçura que entrevê luz no fim do túnel existencial. É como se, ao fim da carta endereçada ao caos, Igor Carvalho reconhecesse que o tempo é o elixir curativo que dilui as fúrias e as tensões ocasionais que geraram o vigoroso EP do artista.

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Vitor Kley faz ‘Sino de Belém’ bater em cadência pop em single de álbum natalino

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

'Titã' Sérgio Britto também está no disco com gravação de 'Boas festas' em ritmo de samba. ♪ Nunca o Sino de Belém bateu em cadência tão pop e com tão pouco sentimento de Natal. Versão em português da mundialmente conhecida canção natalina Jingle bells (James Pierpont, 1857), Sino de Belém ganha a voz do cantor Vitor Kley. Lançado nesta quarta-feira, 2 de dezembro, o single Sino de Belém de Kley integra álbum intitulado Natal pop e criado pelo produtor musical Rick Bonadio para rebobinar sucessos do cancioneiro natalino e apresentar músicas inéditas do gênero nas vozes de artistas da gravadora Midas Music. Se Vitor Kley enfraquece Sino de Belém, versão em português escrita pelo compositor carioca Evaldo Ruy (1913 – 1954) e apresentada ao Brasil em dezembro de 1941 em disco de 78 rotações do cantor paulista João Dias (1927 – 1996), o titã Sérgio Britto dilui a tristeza de Boas festas (1933) ao reapresentar a canção do compositor Assis Valente (1911 – 1958) na cadência do samba. A cantora Vicka também integra a fornada inicial de singles do álbum Natal pop com gravação da canção inédita Nada igual ao Natal. O álbum Natal pop incluirá gravações ainda inéditas de artistas como Duo Avesso (Natal todo dia), De Maria (O amor não cansa), Sarah Renata (Pode ser melhor) e Thathi (Novo Natal). Capa do single 'Boas festas', de Sérgio Britto Divulgação

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Veja famosos que declararam ser transgênero

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

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Recuperação é desigual e só parte dos setores retomou patamar pré-pandemia, aponta FGV

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Indústria, construção civil e comércio conseguiram eliminar no 3º trimestre as perdas dos três meses anteriores. Já o setor de serviços tem recuperação mais lenta. Segundo levantamento, economia só deverá voltar ao nível pré-Covid em 2022. A economia brasileira reverteu no 3º trimestre parte significativa da forte retração de 9,7% registrada no 2º trimestre, mas a recuperação foi heterogênea e desigual, segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O estudo mostra que, entre os principais componentes do PIB (Produto Interno Bruto), setores como indústria, construção civil e comércio conseguiram eliminar as perdas da fase mais aguda da pandemia, enquanto que o setor de serviços, que possui peso de mais de 70% na economia e o que mais emprega, continuou enfrentando dificuldades para voltar à normalidade. Os dados oficiais do PIB do 3º trimestre serão divulgados nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelas projeções do Ibre, mesmo com a reação observada entre julho e setembro, a economia brasileira terminou o 3º trimestre ainda 3,1% abaixo do nível do 1º trimestre e só deverá voltar ao nível pré-Covid em 2022. O levantamento foi realizado pela economista Luana Miranda, considerando os dados da série do PIB trimestral do IBGE com ajuste sazonal e a projeção do Ibre/FGV de crescimento de 7,4% da economia brasileira no 3º trimestre, na comparação com o 2º trimestre. Veja quadro abaixo: PIB do 3º trimestre não elimina perdas Economia G1 "Há um descompasso entre a indústria e os serviços. Mesmo com a contribuição positiva do comércio, os serviços ainda estão longe de recuperar o que perdeu. Os outros serviços, que incluem saúde privada, educação privada e serviços prestados às famílias, ainda estão demorando muito mais para se recuperar, e isso tem puxado os serviços para baixo, dificultando a retomada”, afirma a Miranda. Pesquisa mensal do IBGE que monitora apenas parte das atividades mostrou que o volume de serviços no país encerrou setembro num patamar ainda 8% abaixo do rodava em fevereiro. Já o grupo dos serviços prestados às famílias ainda estava 36% abaixo do patamar pré-Covid. Segundo o levantamento da FGV, mesmo com as medidas de auxílio e de transferência de renda, o consumo da família – principal motor do PIB brasileiro há anos – ainda está distante do patamar pré-pandemia, da mesma forma que os investimentos, que ainda ficou quase 30% abaixo do pico registrado em 2013. "Se a nossa projeção para o PIB do terceiro trimestre se confirmar, ficaremos 5,4% abaixo do nível do quarto trimestre de 2019, e 3,1% abaixo do 1º trimestre", afirma a pesquisadora do Ibre/FGV. 'Não se trata de uma recuperação em V' O ministro da Economia, Paulo Guedes, vem reafirmando que os indicadores apontam para uma retomada do crescimento em “V” – uma forte queda seguida de recuperação igualmente acentuada. Na avaliação do Ibre, FGV, porém, o ritmo de recuperação é mais lento que o ritmo da queda. "Não se trata de uma recuperação em 'V' do PIB, mas sim de um 'V' mais longo, cuja segunda perna é menos inclinada", afirma Miranda, alertando também para a perspectiva de desaceleração da economia a partir do 4º trimestre em meio à redução e término das medidas de auxílio do governo a empresas e trabalhadores, além das incertezas sobre a evolução da pandemia no país. Confiança empresarial recua em novembro pelo segundo mês seguido, aponta FGV Brasil vive 'início de 2ª onda' por falta de testes, de política centralizada e de isolamento social, apontam pesquisadores "Não corroboro com essa ideia de recuperação em 'V', especialmente por conta do cenário para os serviços", continua. "Já estamos vendo resultados mais contidos da atividade econômica. Deve vir uma acomodação no 4º trimestre. Então, acho bastante arriscado falar em recuperação em 'V' neste momento”, acrescenta. O Ibre/FGV projeta um tombo de 5% do PIB em 2020 e crescimento de 3,5% em 2021. Confirmada a projeção, o país fechará o este ano 3,4% abaixo do nível do final de 2019 e 1% abaixo do primeiro trimestre. "Sendo assim, não recuperaríamos o que foi perdido esse ano ao longo do ano que vem, apenas em 2022", diz Miranda. Indicador do IBGE sobre desemprego na pandemia registra alta de quase 36% em outubro Perspectivas e projeções para 2020 Para o 3º trimestre, os analistas projetam uma alta entre 7% e 9%. Vale lembrar, porém, que o IBGE realiza sempre uma revisão mais abrangente da série histórica na divulgação do terceiro trimestre de cada ano, o que pode pode levar a ajustes na dimensão do tombo do PIB no 1º e 2 º trimestre de 2020, com impactos também no resultado de julho a setembro frente aos 3 meses anteriores. Em novembro, o IBGE revisou o PIB nacional de 2018 de 1,31% para 1,8%. Com base nessa revisão, o Monitor do PIB da FGV estima que o crescimento do PIB de 2019 seja revisto de 1,1% para 1,6%. O mercado financeiro passou a estimar uma retração de 4,50% para a economia brasileira neste ano e de 3,45% em 2021, segundo pesquisa Focus divulgada na segunda-feira (30) pelo Banco Central. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), do Banco Central (BC), considerado uma "prévia" do PIB apontou um crescimento de 9,47% no 3º trimestre, na comparação com os três meses anteriores. O governo brasileiro reduziu para 4,5% a expectativa de queda para o PIB de 2020. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um tombo de 5,8% do PIB do Brasil em 2020. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) projeta uma retração de 6% do PIB do Brasil em 2020 e de 2,6% em 2021. Vídeos: veja últimas notícias de economia

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Simm oferece 62 vagas de emprego para quarta-feira em Salvador; confira

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Candidatos deverão agendar atendimento através do site do serviço. Pessoas com deficiência visual podem agendar pelo telefone (71) 3202-2005. Posto do SIMM no bairro do Comércio, em Salvador Valter Pontes/Secom O Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm) oferece 62 vagas de emprego, sendo 34 destinadas para pessoas com deficiência, para esta quarta-feira (2), em Salvador. [Confira oportunidades abaixo] Os trabalhadores interessados nos serviços do Simm serão atendidos de forma individualizada e com hora marcada. Para se candidatar, o interessado deve agendar atendimento através do site do serviço, das 7h às 16h. No caso das pessoas com deficiência visual, o agendamento será feito pelo número: (71) 3202-2005. Confira oportunidades: Auxiliar de Limpeza Ensino médio completo, com ou sem experiência, Vaga zoneada para os bairros: Lauro de Freitas, Buraquinho, Itinga, Portão, Caji, Vida Nova, Itapuã, Mussurunga, Bairro da Paz e Alto do Coqueirinho, disponibilidade para trabalhar em fechamento de loja. Salário: 1.108,51 + benefícios 1 vaga Empacotador Ensino médio completo, com ou sem experiência, Vaga zoneada para os bairros: Lauro de Freitas, Buraquinho, Itinga, Portão, Caji, Vida Nova, Itapuã, Mussurunga, Bairro da Paz e Alto do Coqueirinho, disponibilidade para trabalhar em fechamento de loja. Salário: 1.045,00 + benefícios 1 vaga Monitor de Circuito Interno de TV Ensino médio completo, 6 meses de experiência, sexo masculino, disponibilidade para trabalhar em fechamento de loja. Salário: 1.300,02 + benefícios 1 vaga Barman Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter disponibilidade para trabalhar tarde/noite, vaga zoneada para o bairro imbui e região Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Cozinheiro Líder Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter disponibilidade para trabalhar tarde/noite, vaga zoneada para o bairro do Imbui e região Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Consultor de Vendas (vaga temporária 90 dias) Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível experiência com vendas, CNH A, possuir moto, conforme a Nova Lei Trabalhista forma de Contratação é MEI Salário: Comissão + benefícios 1 vaga Recepcionista secretária Ensino médio completo, 6 meses de experiência, desejável ter trabalhado em Oficina de veículos, disponibilidade para trabalhar em Lauro de Freitas. Salário: a combinar + benefícios 1 Vaga Gerente de açougue Ensino médio completo, 6 meses de experiência, imprescindível ter trabalhado no ramo de açougue ou frigorífico. Salário: 2.500,00 + benefícios 1 Vaga Açougueiro Fundamental incompleto, 6 meses de experiência, ter disponibilidade de horário Salário: a combinar + Benefícios 3 Vagas Empacotador (vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Fundamental completo, sem experiência, ter disponibilidade de horário Salário: a combinar + Benefícios 10 Vagas Representante Comercial Ensino médio completo, 6 meses de experiência, ter experiência com vendas, conforme a Nova Lei Trabalhista forma de Contratação é MEI Salário: Comissão Diferenciada + benefícios 5 vagas Barman (vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Garçom (Vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Camareira (Vaga exclusiva para pessoas com deficiência) Ensino médio completo, 6 meses de experiência. Salário a combinar + benefícios 8 Vagas Pintor Automotivo Ensino médio completo, 6 meses de experiência Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Envelopador de Veículo Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Instalador de Película Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Instalador de Som e Acessórios Ensino médio incompleto, 6 meses de experiência Salário: 1.280,00 + benefícios 3 vagas Gerente de Vendas Imobiliário Ensino médio completo, com experiência comprovada, imprescindível ter Creci ativo e conhecimento informática intermediária Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Borracheiro em Geral Fundamental incompleto, 6 meses de experiência Salário: a combinar + benefícios 1 vaga Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do BATV 💻

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De onde vem o que eu como: pecuaristas focam em gestão e testam até ‘sutiã’ para aumentar a produção de leite no país

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Brasil captou 34 bilhões de litros do alimento no ano passado, mas não está nem perto de Nova Zelândia e Israel em média diária. Queda no consumo de lácteos também é desafio. Criação de gado leiteiro no Distrito Federal CNA/Divulgação O leite é uma das riquezas do campo do Brasil, está presente em mais de 1 milhão de propriedades rurais e em cerca de 99% das cidades do país. Com faturamento de mais de R$ 40 bilhões em 2019, medido pelo índice de Valor Bruto da Produção (VBP) do Ministério da Agricultura, o setor produziu mais de 34 bilhões de litros de leite em 2019. Trigo, café, caju… G1 mostra a origem dos alimentos A pecuária leiteira é uma atividade pulverizada, espalhada de pequenos a grandes criadores, e, por ter essa dimensão, um dos principais desafios é conseguir produzir mais litros de leite por animal para que a renda obtida consiga manter essas pessoas no campo. Algumas iniciativas já existem, como um projeto que capacita técnicos agrícolas a melhorar a gestão em fazendas produtores de leite. É gente que busca inovar, como uma criadora que está desenvolvendo uma espécie de ‘sutiã’ para as vacas com o objetivo de garantir mais conforto para os animais e, assim, conseguir produzir mais. O leite no Brasil Arte G1 O uso da tecnologia, porém, ainda não é uma realidade para todos os criadores do país. Geraldo Borges, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de leite (Abraleite), explica que o país tem uma média de produção muito baixa ainda: 5 litros de leite por animal ao dia. Enquanto isso, a Nova Zelândia, uma das referências mundiais na atividade, produz cerca de 15 litros diariamente, e Israel chega até 32 litros diários usando técnicas mais intensivas de criação. “Há que se considerar que o leite produzido no Brasil vai desde o extrativismo até uma produção altamente tecnificada e, quanto menos tecnificação e gestão, menor a produtividade. Nós precisamos evoluir neste sentido”, diz. O dirigente afirma que o apoio do governo que os produtores necessitam é em investimentos para que as Ater’s, empresas públicas focadas em assistência técnica rural, consigam atender mais e melhor os criadores. “Precisamos de uma intervenção pública para que os pequenos produtores tenham mais assistência técnica, pois eles não têm condições de contratar uma. É papel cobrar dos governantes que não exista sucateamento dessas Ater’s”, explica Borges. Existem também outros desafios para a atividade leiteira, como estimular o aumento ao consumo de lácteos e a concorrência com produtos vegetais (leia mais abaixo). O balde meio cheio Se o que não falta é desafio, pelo menos existem projetos que "correm" atrás de soluções. Um deles é o Balde Cheio, desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e que existe há mais de 20 anos. A iniciativa surgiu em 1998, na unidade da Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, no interior de São Paulo. Na época, o pesquisador Artur Chinelato dava palestras pelo país para incentivar os criadores a produzirem mais e com mais qualidade. Após uma apresentação no município de Quatis (RJ), ele foi surpreendido por um pecuarista. “Um produtor chegou e pediu ajuda. ‘Muito legal a ideia, mas como eu vou fazer? Vontade eu tenho, mas não sei como’. A Embrapa é empresa de pesquisa, não de assistência técnica, mas pensei que precisava fazer alguma coisa.” Foi a partir disso que foi criado o Balde Cheio. Reunião do projeto Balde Cheio em Maria da Fé (MG) Embrapa Pecuária Sudeste/Divulgação Chinelato, o idealizador, explica que o objetivo do projeto é treinar e capacitar técnicos agrícolas para as boas práticas na produção de leite, para que depois ele ajude o pecuarista na tomada de decisão e, claro, a ter mais produtividade. “É um trabalho social, de recuperação de pequenas propriedades, é uma metodologia que serve para qualquer um”, afirma. “Existe todo um processo de recuperação. A situação começa dramática, com pessoas e animais passando fome”, diz André Novo, coordenador do Balde Cheio. Projeto Balde Cheio auxilia produtores de leite há 21 anos Novo explica que, após a situação difícil, a transformação começa a ocorrer aos poucos, mas ele lembra de que os resultados também não são imediatos, afinal a mudança é profunda na forma como o pecuarista produz. “Não é uma receita de bolo”, acrescenta. A metodologia passa por conceitos básicos da produção de leite, como manejo de pastagem, reprodução dos animais e genética. “É como se fosse um curso de aperfeiçoamento do técnico”, explica Chinelato. Já para o produtor de leite, para participar do programa, ele deve seguir algumas tarefas. Não existe contrato ou imposição, todos os passos são combinados entre o técnico e o criador. A sugestão é que o pagamento do profissional seja o valor de um dia por mês da produção de leite, para que, assim, técnico e criador se motivem a buscar mais litros por animal. “O que a gente pede é para que o pecuarista faça exames de brucelose e tuberculose nos animais, porque nenhuma empresa de pesquisa pode trabalhar com animais doentes”, afirma Chinelato. Atualmente são mais de 400 técnicos em preparação pelo país e mais de 1.600 propriedades atendidas pelo Balde Cheio. Uma delas é do criador Claudinei Saldanha Júnior, que tem uma fazenda de 26 hectares em Itirapina (SP). Formado em administração e filho de produtor rural, ele começou na atividade em 2005 e, após ter um primeiro ano ruim, logo decidiu procurar o projeto da Embrapa. “De 2006 para 2007 já sentimos a necessidade de ajuda técnica, procurei o André (Novo) e a ajuda da Embrapa”, relembra. Saldanha Júnior considera que a entrada no projeto foi um “divisor de águas”. Ele afirma que aprendeu a gerir melhor o fornecimento de alimentos para o animais, produzir um pasto de qualidade e trabalhar para melhorar a genética dos animais, cruzando vacas e touros mais produtivos. “O produtor, por já ter o trabalho no dia-a-dia, ele por si só vai relaxando. Por isso que eu acho necessária a assistência técnica, porque ela te norteia e te coloca para a frente”, diz o pecuarista. Após os primeiros anos contando com ajuda do Balde Cheio, Saldanha Júnior decidiu converter a produção para a de leite orgânico em 2013 (ele explica no vídeo abaixo). Incentivado por um comprador local em busca deste tipo de alimento, foi um dos pioneiros da região. Globo Rural: leite orgânico avança entre produtores paulistas A produção de leite orgânico exige que os pecuaristas não utilizem nada químico na atividade. Ou seja, as pastagens devem ter apenas adubos naturais e pesticidas biológicos, sem uso de medicamentos veterinários, apenas tratamentos homeopáticos. É uma atividade que exige mais tratos, mais custos e menos produtividade, mas o valor ofertado costuma valer a pena. Como são poucos, os laticínios buscam ajudar os pecuaristas a ingressarem nesse nicho, que é enxergado com grande potencial. O mercado de alimentos orgânicos movimenta cerca de R$ 3,5 bilhões por ano. Atualmente o criador é um dos quase 40 produtores do interior de São Paulo que fornecem leite orgânico para uma multinacional do setor. Mesmo com o apoio da gigante, Saldanha Júnior não deixa de trabalhar em parceria com a Embrapa. Ele é um dos primeiros a testar novas iniciativas dos pesquisadores e pede a ajuda deles para algumas tomadas de decisão. A última foi a decisão de construir um galpão para aplicar a técnica conhecida como "compost barn", que seria uma espécie de grande celeiro para que as vacas possam descansar e se alimentar livremente. A iniciativa é focada no bem estar dos animais para que, mais relaxados, possam produzir mais. “Foi um investimento que exigiu 2 vezes o faturamento mensal, fizemos sem nenhum financiamento, só gestão. E, após 6 meses para construir o galpão, estamos com ele funcionando há cerca de 30 dias já”, diz. Após cerca de 15 anos no projeto, Saldanha Júnior saiu de uma produção diária de 300 litros de leite convencional ao dia para cerca de 900 litros por dia de leite orgânico, que exige mais cuidados e costuma ter uma produtividade menor. São 55 vacas em lactação atualmente de 66 e, somando com bezerros e novilhas, são 96 animais no total. “São várias histórias de recuperação da autoestima. Existem propriedades com dificuldades muito grandes, é tirar o sujeito da lama", diz Artur Chinelato. "Se você não conseguir êxito, essa pessoa vai abandonar a propriedade, morar numa periferia de cidade e, pelo baixo grau de instrução, vira mão de obra barata e passa a viver infeliz na cidade”, acrescenta. O projeto, que conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em diversos estados, conquistou outros países e técnicos de Equador e Colômbia também já foram treinados pela Embrapa. 'Sutiã' para vaca Outro desafio da produção agropecuária no país é a busca por novas técnicas. Uma delas está sendo testada no Sul de Minas Gerais e é bem inusitada: um “sutiã” para vacas. “No começo, achavam que era apenas uma coisa de menina, carinho demais, coisa de mulher, mas não é assim… tem um porquê”, explica a produtora de leite e doutora em ciência animal Eveline Zuniga. O motivo é que o acessório ajuda no bem estar de vacas mais velhas ou das que tiveram bezerros recentemente e perderam a sustentação da linha do úbere, que é a região onde ficam os tetos da vaca. Conheça o 'sutiã' para vacas Sem essa sustentação, fica desconfortável para as vacas andarem, os tetos ficam mais expostos a doenças e o animal perde produtividade. A ideia, então, é que esse "sutiã" dê mais conforto e, assim, o animal consiga entregar mais leite. Em situações normais, o produtor mandaria essa vaca para o abate. "Esse sustentador serve para ajudar os animais mais velhos. Isso permite ao produtor não ter que descartar a vaca. Tem situações que, em 3, 4 lactações, esse problema ocorre e o produtor precisa descartar o animal, e a gente não quer fazer isso", explica. Eveline conheceu a técnica em 2019, durante viagem à Islândia. Ao ver um animal com o acessório, ficou curiosa e pediu explicações para a proprietária. Decidiu levar um exemplar para testar na propriedade da família, localizada no município de Serrano. Após alguns testes, decidiu reproduzir o sutiã e depois criou um terceiro protótipo. A dificuldade, explica ela, está em encontrar os materiais certos, já que ele não pode enferrujar, não pode esquentar muito e ainda ser resistente à rotina da vaca. A ideia é, após finalizar os testes, começar a vender o acessório para outros pecuaristas. “É a nossa ‘Cow’s Secret’ (em referência à famosa marca de lingeries Victoria's Secret).” Eveline também quer levantar os números de produtividade para mostrar para os criadores que vale à pena investir no "sutiã". Mas ressalta que ele não é a solução de todos os problemas, só atende a um problema específico da vaca. “O sustentador não faz milagre, não adianta usar em animais que não são bons geneticamente, ele não corrige isso. Não é para todos os animais”, explica. Ela destaca ainda que não existe comprovação científica de que o acessório cure a mastite, que é uma das principais doenças da vaca, mas relata que, ao não esfregar os tetos no chão, o animal consegue pelo menos diminuir o risco de infecções no local. Vaca utilizando o 'sutiã' para ajudar na sustentação do úbere Fazenda Zuniga/Divulgação Para a ordenha, a criadora explica que o sustentador possui hastes ajustáveis e que fáceis de retirar, então não é algo que demanda muito tempo do funcionário. Outra preocupação é com a adaptação dos animais. Eveline disse que, no começo, as vacas estranham, mas que isso não dura muito. “Vaca gosta de rotina e, se você mudar a rotina, ela ‘esconde o leite’, mas a adaptação pode demorar cerca de 12 horas, depende muito do animal. Quanto mais tranquilo, mais rápido”, diz. Desafio do consumo A busca por produtividade e renda na atividade do leite é constante, mas de nada adianta ter mais alimento no mercado se não houver consumidor. Desde de 2015, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea) vem relatando queda no consumo de produtos lácteos. O motivo foram as crises econômicas no período. Como iogurtes e queijos, por exemplo, são considerados “artigos de luxo” na alimentação, muitas famílias abriram mão desses produtos. Incentivar o aumento do consumo é um dos objetivos dos produtores de leite CNA/Divulgação Um alento para o setor foi o aumento do consumo das famílias nos lares durante a pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento feito pela Embrapa junto com a Abraleite mostrou crescimento na procura por queijos, iogurtes, manteiga, leite condensado, leite longa vida e leite em pó durante o período de isolamento social. “Nós temos uma perspectiva de crescimento no consumo, mas depende da economia ir bem, para que o consumo aumente e trabalhar mais o marketing do leite, que é um dos investimentos que estamos planejando para o ano que vem”, diz Geraldo Borges, da Abraleite. Um terceiro passo é conseguir apoio do governo federal para baratear a entrada de equipamentos mais modernos para a produção. A ideia do setor é ter mais competitividade para conseguir se tornar exportador. Por fim, outro desafio que preocupa a atividade é a concorrência com os chamados “leites veganos”, que são aqueles a partir de nozes e castanhas, por exemplo. A Abraleite tenta na Câmara dos Deputados e com o governo federal criar uma lei que proíba que esses produtos utilizem nomes ligados a produtos lácteos, como leite, queijo, manteiga e afins. “Isso gera confusão na cabeça do consumidor”, argumenta Borges. Leite é agro Apesar de um cenário de desafios pela frente, quem é produtor de leite se considera um apaixonado pela atividade. Eveline Zuniga, que começou na atividade há 20 anos com o pai João Carlos, diz que só com amor para seguir em frente. “Se você não tem paixão pelo leite, você não continua. Muitos amigos acabam desistindo, seja pelo custo, pelo tempo. É uma atividade que não tem descanso, de domingo a domingo a vaca está dando leite do mesmo jeito. É um trabalho apaixonante, mas requer investimentos”, lembra Eveline Zuniga. Veja mais vídeos da indústria-riqueza do país Initial plugin text

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5 empresas abrem vagas de emprego; veja lista

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Empresas com vagas abertas são Americanas, TEL, Senior Sistemas, BS2 e Ubots. As empresas Americanas, TEL, Senior Sistemas, BS2 e Ubots estão com vagas de emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos:
Veja mais vagas de emprego pelo país
Americanas
A Americanas seleciona profissionais para o Programa de Supervisor do Varejo no Estado de São Paulo. As oportunidades são para atuação na capital, São Paulo, e cidades como Osasco, Campinas, Carapicuíba e São Bernardo do Campo. Os candidatos devem ter ensino superior completo com até dois anos de formação.
Além de salário compatível com o mercado e benefícios como vale transporte, auxílio refeição, plano de saúde e odontológico, o profissional terá acesso a descontos em academias, instituições de ensino e em compras nas unidades físicas da rede em todo o Brasil e na plataforma digital do Universo Americanas, nos sites Americanas, Submarino e Shoptime.
O processo seletivo acontece 100% online e é composto por triagem curricular, provas de Matemática e Português, além de entrevistas com gestores e o time de Gente. As inscrições devem ser feitas pelos seguintes sites, de acordo com a cidade:
São Paulo (http://lasa.gupy.io/jobs/500346)
Carapicuíba (http://lasa.gupy.io/jobs/500331)
Caraguatatuba (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563523)
Itanhaém (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563556)
Ubatuba (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563562)
São Bernardo do Campo (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563569)
Santo André (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563576)
Osasco (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563588)
Barueri (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563604)
Marília (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563595)
Araçatuba (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563608)
São José do Rio Preto (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563615)
Campinas (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563617)
Piracicaba (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/563631)
Guararema (http://supervisordovarejolasa.gupy.io/jobs/580713)
TEL
A TEL está com processo seletivo aberto para 800 novas vagas para a área de telemarketing em São Paulo. As oportunidades são em regime CLT e oferecem salário compatível com a função, além de benefícios como VR, VT, auxílio creche, convênio com faculdades, plano de saúde e plano odontológico. Entre as oportunidades abertas há modalidades em home office e com escala 6×1.
Os horários de trabalho podem variar em turnos entre 8h40 e 15h, ou 15h e 21h, totalizando 44 horas semanais. O salário inicial é de R$ 1.057 mais comissão, de acordo com as metas de desempenho para o cargo.
Para participar do processo seletivo é necessário ter mais de 18 anos, ensino médio completo ou concluir até dezembro de 2020. Os profissionais serão responsáveis pelo atendimento para vendas ativas, intermediando a relação consumidor e empresa em vínculo comercial.
As candidaturas podem ser feitas através dos links:
Vaga home office – Operador de Telemarketing home office – Ativo de Vendas – SP: https://jobs.solides.com/tel/vaga/39394
Vaga presencial – Operador de Telemarketing – SAC – Barueri/SP: https://jobs.solides.com/tel/vaga/31472
É possível ainda encaminhar currículo pelo e-mail: rhsp@tel.inf.br. Para a vaga home office é indicado possuir computador e internet.
Senior Sistemas
A Senior Sistemas tem 77 vagas de emprego para profissionais de perfis diferentes para Santa Catarina, Belo Horizonte, São Paulo capital e interior.
As vagas são para Desenvolvedores, Arquitetos de software, Analistas de Sistemas, Administrativo, Analista de Customer Success, Gerente de Produto, Gerente de Projetos, Executivo de contas, UX Designer, Técnico de suporte, Analista de Negócios, entre outros.
Os interessados em participar dos processos seletivos podem acessar o site: https://www.senior.com.br/carreiras .
BS2
O banco digital BS2 está com vagas abertas para diversas áreas em seus escritórios de São Paulo e Belo Horizonte. As oportunidades são para vários níveis, desde estagiário a gerente -em áreas como comercial, produtos, TI, financeiro e marketing, por exemplo.
As oportunidades estão disponíveis e detalhadas na página de Carreira do BS2. A cada semana, novas vagas vão subindo para a plataforma e podem ser conferidas no endereço: http://www.bancobs2.com.br/carreira
Ubots
A Ubot está com oito vagas abertas, sendo seis vagas de emprego e duas de estágio. Para participar do processo seletivo é necessário realizar cadastro pelo site: https://ubots.com.br/oportunidades.
As vagas de estágio são para Suporte N1 e UX/UI. As vagas em regime CLT são para Chatbots Designer, SDR (pré-vendas), SRE – DevOps Engineer, Customer Success Manager e Executivo de Vendas. Para mais informações acesse https://ubots.com.br/oportunidades
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Concurso da Prefeitura de Cacimba de Dentro, PB, inscreve até esta quarta-feira (2)

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Certame oferece 176 vagas e salários de até R$ 12 mil. Retomado concurso da prefeitura de Cacimba de Dentro Divulgação O concurso da Prefeitura de Cacimba de Dentro, no Agreste paraibano, está com inscrições abertas até esta quarta-feira (2). As taxas de inscrição custam R$ 65 para cargos até nível fundamental completo; R$ 85 para cargos de nível médio e técnico e R$ 105 para cargos de nível superior. As inscrições devem ser feitas no site da organizadora. Veja edital retificado do concurso para a Prefeitura de Cacimba de Dentro São oferecidas 176 vagas para o certame (antes eram 71), em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários também foram alterados e agora são do salário mínimo até R$ 12 mil. O cargo com o maior número de vagas é o de gari, oferecendo 35 vagas para pessoas com ensino fundamental incompleto. Já os cargos com maior salário são os de médico ESF e médico clínico geral, com quatro vagas cada. Além destes cargos, ainda há vagas para agente de portaria, auxiliar de serviços gerais, motorista D, motorista AB, monitor de creche, operador de máquinas, pedreiro, vigia, coveiro, servente de pedreiro, agente administrativo, agente comunitário de saúde, agente de combate a endemias, auxiliar de saúde bucal, recepcionista, técnico em secretariado escolar, técnico em enfermagem, professor A – fundamental I, assistente social, assessor jurídico, assessor contábil, bioquímico, educador físico, enfermeiro, enfermeiro ESF, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico veterinário, nutricionista, odontólogo ESEF, psicólogo e professor B (história, português, inglês, matemática, educação física, geografia, ciências e libras). As provas escritas foram divididas em duas etapas. No dia 28 de fevereiro de 2021 serão aplicadas as provas para cargos até nível fundamental e no dia 14 de março as provas para cargos de nível médio e superior. Concurso da Prefeitura de Cacimba de Dentro Vagas: 176 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: mínimo a R$ 12 mil Prazo de inscrição: até esta quarta-feira (2) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 28 de fevereiro de 2021/14 de março de 2021 Edital retificado do concurso da Prefeitura de Cacimba de Dentro Concurso da Prefeitura de Cacimba de Dentro, Agreste da PB, inscreve até esta quarta-feira Vídeos mais assistidos da Paraíba

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Qual impacto a chegada da vacina terá na economia?

quarta-feira, 02 dezembro 2020 por Administrador

Retomada tende a ser em ritmo desigual, na medida em que o acesso ao imunizante não será o mesmo entre os países. Primeiros efeitos de chegada de vacinas na economia são esperados para o segundo trimestre de 2021 Jornal Nacional Os países aceleram os preparativos para a vacinação da população contra a Covid-19, esperada para começar de forma generalizada no fim de dezembro ou, no mais tardar, início da janeiro. Na expectativa de reverter o quanto antes os estragos provocados pela pandemia, diferentes setores da economia também já se projetam para o mundo pós-vacina – mas especialistas advertem que o efeito do imunizante não será milagroso. “A vacina com certeza mudou as perspectivas e é uma luz no fim do túnel, porém é preciso ter em mente que o caminho pela frente vai envolver grandes desafios. Nos países da OCDE, mesmo nos melhores cenários, a perspectiva é que leve de seis a oito meses para que os efeitos da vacina comecem a ser sentidos”, afirma o diretor-adjunto da Divisão de Saúde da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), o brasileiro Frederico Guanais. "É preciso administrar essa vacina em escala suficiente para contribuir para a interrupção do ciclo de transmissão do vírus, ou seja, chegar à famosa imunidade de rebanho, de 50 a 60% da população imunizada. Só que, na maioria dos países, a vacinação ocorrerá em etapas”, indica o especialista. Com a imunização em massa, o mundo poderá relançar os setores mais abalados pela crise, como o comércio, o turismo e a cultura. Reino Unido aprova vacina da Pfizer e BioNtech e anuncia que iniciará aplicação na próxima semana Vacinação no Brasil não será obrigatória e grupos de risco terão prioridade; veja o que se sabe sobre o plano do ministério Em suas perspectivas econômicas para 2021, a OCDE prevê que alta de 4,2% do PIB mundial graças à vacina, com os índices de crescimento semelhantes a antes da pandemia já no fim do ano que vem. A retomada, porém, tende a ser em ritmo desigual, na medida em que o acesso ao produto não será o mesmo entre os países. Os investimentos na compra do imunizante e na organização das futuras campanhas de vacinação serão determinantes, frisa Frédéric Bizard, economista da saúde e professor da ESCP Business School de Paris. "A vacinação não vai, em alguns dias, permitir às pessoas voltarem a viver normalmente. As medidas de proteção ainda permanecerão por um bom tempo”, ressalta o francês. "E haverá diferenças entre os países. Os Estados Unidos, que investiram US$ 2,5 bilhões na vacina da Moderna e, evidentemente, terão doses prioritárias em relação a outros países, poderão lançar rapidamente uma vacinação em massa. Eles vão sair, provavelmente, mais rapidamente da epidemia do que a Europa”, compara o professor, que também preside o think tank Institut Santé. Reino Unido é o primeiro país do ocidente a aprovar uma vacina contra a Covid-19 Disparidades mundo afora Os primeiros efeitos na economia são esperados para o segundo trimestre de 2021. Uma análise do banco Goldman Sachs projeta que 50% dos americanos e canadenses estarão vacinados em abril e, na União Europeia, Japão e Austrália, esse objetivo será alcançado, no mínimo, em maio. Dentro da Europa, o ritmo da imunização coletiva também será desigual. Alemães e belgas, que produzem a vacina da Pfizer-BioNTech, devem sair na frente em relação aos vizinhos. Nos países em desenvolvimento as disparidades serão igualmente grandes, explica Guanais. "Os cenários variam de acordo com uma série de elementos – não somente em relação à presença da vacina, como à estrutura da economia, à dependência que cada setor da economia tem do turismo e de atividades intensivas em contato. Nem todos os setores tiveram impacto da mesma forma”, pontua o vice-diretor de Saúde da OCDE. Ele destaca que iniciativas como o acelerador de vacinas da OMS devem agilizar o desenvolvimento e a distribuição do imunizante nos países de renda média e baixa. Obrigação de vacina para pegar avião? Se o avanço da vacinação é a única saída para a crise do coronavírus, as empresas devem se planejar para obrigar os clientes a se vacinar? No setor aéreo, um dos mais abalados pela pandemia, a companhia Qantas já anunciou que exigirá a imunização dos passageiros para poderem embarcar. Para Guanais, o setor privado, em especial os mais abalados pela pandemia, podem ter um papel proativo na saída da crise. "O fato de que o setor privado se movimenta com ideias e propostas é muito interessante. Mas colocá-las em prática requer uma série de outros elementos. Isso já acontece, por exemplo, com a febre amarela. Você precisa apresentar uma caderneta de vacinação e só poderá viajar para uma determinada lista de países se estiver em dia", detalha. Outra hipótese seria a adoção de uma "caderneta Covid”, na qual cada pessoa relevaria a sua situação perante a doença: se já foi infectada, vacinada ou jamais teve contato, nem com a Covid-19, nem com o imunizante. Frédéric Bizard, entretanto, avalia que qualquer obrigação vinda do setor privado pode se revelar um tiro no pé, ao acabar criando novas barreiras para a retomada. “Eu duvido um pouco disso, a começar porque vai demorar muitos meses, em especial para os economicamente ativos, que são os que mais viajam, mas que apresentam menos riscos e serão os últimos da fila da vacinação. Acho que seria um erro exigir que cada passageiro seja vacinado”, indica o economista francês. "Temos um sistema de testagem que está funcionando bem e é confiável. Exigir que um passageiro faça um teste me parece algo normal; exigir que ele seja vacinado, é algo que sequer será possível para muita gente, neste primeiro momento – e ainda pode acentuar a rejeição que muitas pessoas estão apresentando à ideia de se vacinar tão rapidamente”, observa. PIB OCDE Economia G1 Organização e transparência No Brasil, o governo federal fechou contrato com a vacina Oxford/ AstraZeneca e poderá também adquirir a chinesa Sinovac, comprada pelo governo estadual de São Paulo e conhecida no país como Coronavac. “O Brasil é uma grande economia, com um setor farmacêutico sofisticado e capacidade de produção local. O país tem a capacidade de apostar em mais de uma vacina e isso é bom para garantir que haverá opções, afinal ainda não sabemos qual será a melhor vacina”, avalia Guanais. Até o momento, entretanto, nenhum plano nacional de vacinação foi detalhado no Brasil. “Há idas e vindas no planejamento e é um caminho que deve ser fortalecido. É muito importante que a população seja comunicada, de uma forma transparente”, pontua o economista da OCDE. OCDE projeta queda de 6% do PIB do Brasil em 2020 e crescimento de 2,6% em 2021 Vídeos: veja as últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

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