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BTS lidera parada de músicas da ‘Billboard’ pela 1ª vez com canção em coreano, ‘Life goes on’

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Grupo já tinha chegado duas vezes ao topo da principal lista dos Estados Unidos com letras cantadas em inglês. BTS canta em clipe de 'Life goes on' Reprodução/YouTube/Big Hit Labels O BTS chegou pela primeira vez ao topo da parada de músicas da "Billboard" com uma canção em coreano, "Life goes on", nesta segunda-feira (30). Esta é a primeira vez que uma música cantada na maior parte em coreano lidera a lista, a principal dos Estados Unidos, em seus 62 anos de existência. O grupo sul-coreano já tinha aparecido no topo da "Hot 100" duas outras vezes nos últimos três meses, com "Dynamite" e a participação em "Savage Love (Laxed – Siren Beat)", de Jason Derulo, mas ambas têm letras em inglês. "Life goes on" conseguiu 14,9 milhões de transmissões digitais nos EUA e vendeu cerca de 150 mil cópias na semana que terminou no dia 26 de novembro, de acordo com a revista. Com isso, a música ficou na 1ª posição da lista de vendas digitais e em 14ª no ranking de transmissões por streaming.

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‘The Mandalorian’ apaga participação acidental de homem desconhecido em cena

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Pessoa de camiseta e calça jeans aparecia ao fundo por breve momento de quarto episódio da segunda temporada. Homem desconhecido com camiseta e jeans apareceu em cena de 'The Mandalorian', mas foi apagado do episódio Reprodução/Disney+ Um homem desconhecido que aparecia por acidente em rápida cena de "The Mandalorian" foi apagado da série. Fãs perceberam a presença de uma pessoa com camiseta e calça jeans, claramente deslocado do tema espacial da produção baseada em "Star Wars", ao fundo de um breve momento do quarto episódio da segunda temporada. O capítulo, "The siege", entrou na plataforma de vídeos Disney+ em 20 de novembro. Na imagem acima, ele pode ser visto à esquerda do personagem de Carl Weathers, responsável também pela direção do episódio. Público e imprensa acreditam se tratar de um membro da equipe de produção que apareceu por acidente. Agora, no entanto, ele parece ter sido removido digitalmente pela Disney. Como Baby Yoda é bom exemplo do futuro de 'Star Wars' depois das críticas a 'A ascensão Skywalker'

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Bruna Caram dá voz ao afeto e à luta de Gonzaguinha em show que gera disco em 2021

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

♪ Compositor carioca que construiu obra fortemente engajada, mas que aos poucos tingiu esse cancioneiro com tons românticos sem perder a politização, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991) – o Gonzaguinha – é um dos autores preferidos dos cantored do Brasil. Emílio Santiago (1946 – 2013) e Selma Reis (1958 – 2015), por exemplo, chegaram a dedicar discos ao repertório do compositor de Grito de alerta (1979) e Sangrando (1980), entre outras grandes músicas dos anos 1970 e 1980. A cantora e compositora paulista Bruna Caram engrossa o time de intérpretes do compositor com o projeto Afeto e luta – Bruna Caram canta Gonzaguinha. Trata-se de show inédito que gera futuramente o próximo álbum da artista, previsto para ser lançado, em princípio, em abril de 2021 – mês em que a morte de Gonzaguinha completará 30 anos. Estruturado por Jean Wyllys, o roteiro do show – a rigor, uma live programada para as 20h da próxima sexta-feira, 4 de dezembro, no canal de Caram no YouTube – alterna canções amorosas com músicas que versam sobre justiça social. Show e futuro disco serão feitos sob a direção musical do violonista Norberto Vinhas. Eu nem ligo (1975), Diga lá, coração (1978), Viver, amar, valeu (1982) e É (1988) são músicas previstas no roteiro da live que dará origem ao disco de Bruna Caram. “Quando comecei a ensaiar (as músicas de) Gonzaguinha, tive medo, me senti uma cantorinha impostora fazendo a 57ª versão de músicas conhecidas demais. Me debati. Questionei. Quase arrependi. Mas enfrentei. No primeiro ensaio geral, saí gritando e pulando de alegria. Estava começando a encontrar o lugar da obra de Gonzaguinha em mim. Voltar ao meu lugar de intérprete é um abismo e um prazer”, avalia Bruna Caram em texto escrito em rede social.

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Lenine reforça a conexão com o pianista Amaro Freitas em ‘Vivo’

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Single revitaliza música apresentada pelo cantor em show gravado em Paris em 2003. O cantor Lenine com o pianista Amaro Freitas em gravação feita em fevereiro de 2018 Flora Pimentel / Divulgação ♪ Em fevereiro de 2018, quando Lenine deu forma ao projeto audiovisual Em trânsito em gravação feita em casa de shows da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o artista de origem pernambucana convidou o pianista conterrâneo Amaro Freitas para participar do registro do então inédito espetáculo. Quase três anos depois da gravação, Lenine reforça a harmoniosa conexão musical com Amaro, um dos músicos mais celebrados recentemente no universo do jazz. Lenine e Amaro Freitas lançam o single Vivo na quinta-feira, 3 de novembro. A gravação é inédita, mas a música Vivo – composta por Lenine com Carlos Rennó, autor da letra – foi apresentada em 2003 no show feito pelo cantor no Cité de la Musique, em Paris, França, com várias músicas então inéditas no roteiro, caso de Vivo. A gravação do show parisiense do artista rendeu, no ano seguinte, o CD e o DVD Lenine in Cité (2004). Decorridos 16 anos, Vivo ressurge em disco com o toque do piano de Amaro. “A canção Vivo fala sobre a maravilha de se estar vivo no tempo presente, com todos os mistérios e incertezas do viver. Impactado pela genialidade do pianista Amaro Freitas, convidei-o para dividirmos Vivo e ele, sublimemente, encantou a canção”, poetiza Lenine. Capa de 'Vivo', disco de Lenine e Amaro Freitas Reprodução

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Famosos itens de filmes vão a leilão

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

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Zés Vaqueiros: mercado aquecido do piseiro tem dois cantores de sucesso com mesmo nome

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Novos ídolos do 'forró de pisadinha' dizem ter escolhido nome sem saber do outro. Eles já até beberam juntos, mas agora um estourou com 'Letícia' e o outro teme perder o nome. À esquerda, José Jacson de Siqueira dos Santos Junior, o Zé Vaqueiro. À direita, Wesley dos Santos Vieira, o Zé Vaqueiro Estilizado Divulgação José Jacson fazia pequenos shows no interior de Pernambuco quando entrou na onda da pisadinha com o nome artístico Zé Vaqueiro. Ele despontou ao compor um hit famoso na voz de Jonas Estilizado, "Vem me amar", seguido de versões na própria voz, como "Letícia". Wesley também fazia pequenos shows no interior de Pernambuco quando entrou na onda da pisadinha com o nome artístico Zé Vaqueiro. Ele despontou ao compor outro hit famoso na voz de Jonas Estilizado, "Investe em mim", seguido de versões na própria voz, como "Libera ela". Ambos dizem que não sabiam da existência do outro ao escolher o nome, se conheceram e até beberam juntos. Wesley pôs o complemento "Estilizado" no nome para diferenciar. Eles trocam elogios, mas disputam o registro do nome no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O sucesso rápido dos dois Zés Vaqueiros mostra como o piseiro está aquecido: o forró feito no teclado, também chamado de pisadinha, se espalha pelo Brasil. O estilo exalta festas no chão de terra e outros temas do interior – universo em que o nome Zé Vaqueiro se encaixa bem. Os dois passaram rapidamente de vídeos caseiros com pouca repercussão a clipes vistos milhões de vezes no YouTube. Até o início de 2020, estavam em patamar semelhante de sucesso. Era difícil até comparar: no Spotify, o perfil Zé Vaqueiro misturava músicas dos dois cantores. Mas nos últimos meses José Jacson disparou: emplacou "Letícia", que chegou ao 2º lugar no ranking nacional de músicas mais ouvidas do YouTube, e assinou contrato com a Vybbe, nova produtora do poderoso Xand Avião. Wesley tem menos sucesso e até teme perder o direito ao nome. Na internet, os primeiros registros musicais usando o nome encontrados pelo G1 são de José Jacson. Wesley foi o primeiro a tentar fazer o registro no INPI, mas até agora não recebeu decisões favoráveis do instituto. Quem é José Jacson, o Zé Vaqueiro de 'Letícia'? José Jacson, o Zé Vaqueiro que canta o hit 'Letícia', compôs 'Vem me amar', hit na voz Jonas Estilizado, e assinou com o novo escritório de Xand Avião Divulgação José Jacson de Siqueira dos Santos Júnior tem 21 anos e nasceu em Ouricuri, no sertão pernambucano. A mãe, Nara, era cantora de forró. "Desde pequeno, na barriga mesmo eu já vinha nesse ramo da música", ele conta. Trabalhou vendendo sorvete, na barraca de lanche da avó, e em um lava-jato, enquanto cantava em pequenas festas e tentava engatar a carreira. Aos 18 anos, se animou com o sucesso do piseiro e gravou o primeiro álbum caseiro como Zé Vaqueiro. Além de cantar, queria escrever. "Meu tio é poeta. Aí eu perguntei para ele: 'Tio, como eu faço para compor?' Ele falou: 'Rapaz, você tem que colocar no papel o que está sentindo aí.' Aí eu peguei um caderno antigo do governo, do tempo que eu estudava na escola estadual." Uma das primeiras composições, "Vem me amar", deu certo. "Eu falei: rapaz, como que uma música que eu fiz ali sentado no sofá de casa, no caderno do governo, tá rodando o Brasil? Isso aí eu nunca esqueci, sabe?", diz Zé Vaqueiro. Mas ele ainda não tinha tanta estrutura, e "Vem me amar" acabou ficando mais conhecida na voz de Jonas Esticado, outra jovem estrela do forró, apadrinhado por Gusttavo Lima. Zé também escreveu "Se você se entregar", que tocou em muitas festas de piseiro, na voz dele mesmo. Mas os maiores sucessos vieram depois, com composições de terceiros: primeiro foi "O povo gosta de piseiro", parceria com Eric Land. No segundo semestre de 2020 vieram os sucessos que o fizeram despontar de vez: "Tenho medo" e "Letícia". A segunda tem um refrão dramático: "Letícia, Letícia / Pra onde você vai com aquele mototaxista?". "Letícia" ainda tem um novo tipo de publicidade no pop brasileiro: o anúncio em versos. A música cita uma marca de vinhos. Zé Vaqueiro explica que ela não estava na letra original, e que foi incluída depois de um acordo, sem abrir o valor. Gusttavo Lima, por exemplo, já ganhou R$ 1 milhão para exaltar uma marca de uísque em "Zé da recaída", como revelou o G1. Não se sabe o valor pago em "Letícia", mas a recompensa para a marca foi grande: o clipe gravado em um bar de Fortaleza já foi visto mais de 70 milhões de vezes. Quem é Wesley, o Zé Vaqueiro Estilizado, de 'Investe em mim'? Wesley dos Santos Vieira, o Zé Vaqueiro Estilizado, compositor de 'Investe em mim', que gravou em parceria com Jonas Estilizado Divulgação Wesley dos Santos Vieira tem 22 anos e nasceu em Lagoa Grande, no sertão pernambucano – a 125 km de Ouricuri e 655 km de Recife. Desde os 15, ele escreve músicas e canta, mas começou no forró misturado com arrocha, sempre com canções de amor. "Sou muito fã do estilo romântico", conta. Ele passou por várias bandas pequenas e shows em barzinhos, ainda com o nome artístico Wesley Santos. Ele entrou mais cedo no mercado da composição. Escreveu dois sucessos na voz do ídolo sergipano Unha Pintada. O maior foi "Dono da bodega", em 2018. Depois veio "Amor forçado", em 2019. Ele já tinha mais de moral no mercado quando passou pelo mesmo dilema do outro Zé Vaqueiro: viu uma música sua, "Investe em mim", crescer e ser cobiçada por Jonas Esticado. Em vez de só vender o direito de gravação, ele pelo menos conseguiu um acordo: gravar em parceria. Mas, ao contrário do outro Zé Vaqueiro, o Estilizado não viu a sorte virar após ser gravado por Jonas Esticado. Ele até reclamou do fato de ter gravado o dueto, mas Jonas ter divulgado nas rádios outra gravação, sozinho. Em 2020, Zé Vaqueiro Estilizado até gravou músicas em versões bem tocadas – "Libera ela" (8 milhões de views) e "Some ou me assume" (3,5 milhões) -, mas abaixo do patamar dos hits atuais do outro Vaqueiro. A briga no INPI: de quem é o nome? Registro do nome "Zé Vaqueiro" no INPI pertence ao ex-empresário de José Jacson, Caique, dono da empresa Pax Entretenimento Reprodução O caso não é fácil. Mesmo com tantas informações escritas acima, o registro da marca Zé Vaqueiro no INPI pertence a um personagem ainda não citado nesta matéria. É Caique Candido de Souza Bezerra, ex-empresário de José Jacson. Caique pediu o registro da marca "Zé Vaqueiro" no dia 10 de setembro de 2019. No dia 17 de março de 2020, Wesley enviou uma oposição ao pedido de Caique, dizendo ser o dono da marca. Mas no dia 24 de novembro de 2020 o INPI deu razão a Caique e concedeu o registro a ele. Eles ainda brigam em outro caso anterior. No dia 17 de julho de 2019, Wesley pediu o registro da marca "Zé Vaqueiro Estilizado". No dia 28 de outubro de 2019, Caique se opôs ao pedido de Wesley no INPI. O instituto ainda não deu a decisão sobre este caso. Registro da marca "Zé Vaqueiro Estilizado" foi pedido por Wesley, mas está em aberto no INPI Reprodução Em resumo, Wesley tentou, mas não ganhou o direito à marca "Zé Vaqueiro". Ela pertence a Caique e provavelmente será repassada ao escritório de Xand, que agora agencia José Jacson. Wesley quer pelo menos continuar a usar o nome "Zé Vaqueiro Estilizado", mas espera a decisão. Quem postou primeiro? Wesley disse ao G1 que usou pela primeira vez o nome Zé Vaqueiro em shows em 2014, mas que não fez nenhum registro, por ser menor de idade, nem postou nada na web. José Jacson diz que começou a usar o nome em 2018, e há registros na internet que corroboram com a história. O G1 buscou nos sites YouTube e Sua Música (especializado em forró), e os materiais mais antigos encontrados com o nome Zé Vaqueiro são ambos de José Jacson, em julho de 2018. Em julho de 2018 já havia registro do Zé Vaqueiro José Jacson no YouTube Reprodução No perfil oficial de Zé Vaqueiro Estilizado no Facebook, ele se apresentava apenas como o cantor Wesley Santos até março de 2019. No dia 12 de abril de 2019, Wesley fez um post dizendo: "Novo projeto vem aí. Uma nova etapa da minha vida." No dia 13 de abril, ele divulgou uma música se identificando como Zé Vaqueiro, e um mês depois, como Zé Vaqueiro Estilizado. O anúncio do "novo projeto" e os primeiros posts no Facebook se identificando como Zé Vaqueiro foram feitos por Wesley, portanto, nove meses depois dos primeiros registros de José Jacson. Ao ser questionado, Wesley enviou ao G1 postagens dele de 2017 que citavam o nome Zé Vaqueiro, o que poderia indicar que ele já usava este nome artístico. Mas os textos antigos foram editados por ele em 2020. Um post original de 2017 dizia "família WS", (de Wesley Santos). Ele editou em 2020 o texto para "família zé piseiro" antes de mandar os links para o G1. Wesley enviou ao G1 links dizendo que ele já se identificava como Zé Vaqueiro em 2017. Mas o texto foi editado. No original, ele dizia 'família WS' (sigla de Wesley Santos). Em 2020, ele editou o texto para 'família zé piseiro', nome que ele não usou no post original Reprodução / Facebook O contato pessoal: cerveja e farpas Se a situação é difícil agora, no começo de 2020 era ainda pior. No Spotify, principal plataforma de streaming pago, havia apenas um perfil de artista com o nome Zé Vaqueiro, e músicas dos dois misturadas. Wesley disse ao G1 em fevereiro que não sabia quem tinha cadastrado. Wesley contou que tinha conhecido José Jacson e que eles se deram bem. "A gente conversou, já almoçou junto, tomou cachaça, aqui em Lagoa Grande. Foi de boa", disse na época. José Jacson (esquerda) e Wesley (direita), respectivamente o Zé Vaqueiro e o Zé Vaqueiro Estilizado, chegaram a se encontrar e beber juntos em julho de 2019, em Lagoa Grande (PB). Eles até conversaram sobre fazer uma parceria, que nunca se concretizou Reprodução / Facebook "Eu fico feliz demais por a gente ser praticamente da mesma região. Da minha cidade para a dele não dá nem 200 km. Somos duas pessoas novas, de Pernambuco, dois sonhadores que graças a Deus deram certo. Não tem atrito nem rivalidade", disse o Zé Vaqueiro Estilizado em fevereiro. "O nome Zé Vaqueiro é muito comum no Nordeste. Não me surpreende a coincidência", ele disse. O cantor disse ainda que já tinha achado outros cantores com este mesmo nome, com carreiras bem menores, em outras cidades do interior. Em fevereiro, o G1 tentou entrevistar Caique e José Jacson, mas não teve resposta após diversas mensagens enviadas. Em novembro de 2020, após o estouro de "Letícia" e do contrato com a nova produtora, a assessoria de imprensa do artista procurou o G1 para marcar uma entrevista sobre o sucesso dele. Na conversa, José Jacson confirmou a história de que se encontrou pessoalmente com Wesley, que eles beberam juntos e se deram bem. "Não tenho nada contra ele, gosto do trabalho, é uma pessoa muito gente boa. Tanto Zé Vaqueiro quanto Zé Vaqueiro Estilizado, graças a Deus os dois vêm dando certo", disse José Jacson. Ao ser procurado novamente, Wesley se mostrou mais preocupado do que no início do ano. Ele acredita que a convivência paralela, com o uso do "Estilizado" por ele, pode ser questionada. Wesley se incomodou com o fato de o novo disco do outro Zé Vaqueiro se chamar "Original". "Se ele realmente fosse o original não precisava ficar falando isso", ele alfinetou. E reafirmou: "Eu fui o primeiro". "Vai estourar alguma bomba aí", prevê Wesley, pessimista sobre o resultado da análise do INPI. Ele já perdeu no caso do registro de "Zé Vaqueiro" e pode perder também o direito ao "Zé Vaqueiro Estilizado". Ele acha que o novo escritório do outro Zé Vaqueiro pode ser mais incisivo na oposição ao seu registro. "Ele entrou em uma empresa que tem muito dinheiro", diz Wesley sobre José Jacson. Por enquanto, a única coisa certa é o sucesso dos dois jovens de vinte e poucos anos que há pouco tempo faziam pequenos shows no sertão e hoje têm sucessos nacionais em ritmo de pisadinha.

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precisamos falar do fim de ‘the undoing’ (e sobre outras séries também)

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Nicole Kidman e Hugh Grant em cena de "The Undoing" Divulgação/HBO Estou com um pouco de dificuldade de decidir se "The Undoing" é boa ou muito ruim (muito boa já sabemos que não é). Porque assim. O final foi bem ridículo, os personagens principais não fazem muito sentido, mas mesmo assim cheguei a criar algumas teorias para o “quem matou” ou “será que ele matou mesmo?”, fiquei ansiosa a cada episódio (truque barato de sempre terminar com um gancho? Talvez), os atores estão todos bem e a série é rica e caprichada em Manhattan. Como são só seis episódios e está bem badaladinha, eu diria para você assistir, se é que você está à procura de um conselho. Tem na HBO. *Mas se você não viu 'The Undoing' até o final pula para o fim deste texto, porque agora vem um comentário com spoilers* Eu estava até que gostando da parte final do julgamento (um pouquinho forçado o plano da Grace de fazer a defesa colocá-la como testemunha para ela poder ser usada pela promotora? Sim, um pouquinho), do depoimento dela de repente mudar sutilmente e ela passar a mostrar o quanto o marido era um monstro e tal. Mas aí eles perderam a chance de encerrar ali, de terminar com o Jonathan sendo condenado ou dando a entender que ele seria condenado e resolveram fazer aquela cena batida demais que já vimos no final de uns 300 filmes e novelas, do cara fugindo com o filho, mil carros de polícia atrás dele, a Grace perseguindo num helicóptero (foi bem cafona isso). O que não faz sentido é que ela, uma psiquiatra/psicóloga com PhD em Harvard e não sei o que lá, ter passado 17 anos casada com um sociopata e nunca ter notado nada, nadinha, nem uma pulguinha micro atrás da orelha ela teve. Foi totalmente enganada pelo charme enorme do Hugh Grant versão oncologista infantil. Dezessete anos. Ok, a gente também achou que ele pudesse ser inocente, mas aí foi a série que manipulou a gente e a gente já ama o Hugh Grant de outros filmes e tal. Então eu me pergunto: ela tinha mesmo que ser psicóloga? Por que não botaram a Nicole Kidman sendo engenheira, comerciante, executiva, sei lá? Seria um pouquinho mais verossímil. “The Undoing” começou bem demais. Aquele final do primeiro episódio, a gente achando que ia ser uma série sobre um casal incrível (eu não leio sinopse antes de ver) e aí descobre que é uma série sobre um crime bárbaro. Aliás os dois primeiros episódios são ótimos, o Jonathan desaparecido, a Grace descobrindo que ele tinha sido demitido do hospital, que ele tinha um caso com a tal Elena Alves, tudo excelente. Só que no final desencanaram de qualquer lógica e coerência. A história do martelo – descobrem a arma do crime em casa, o que claramente mostra que o cara é culpado, e aí resolvem fazer uma reunião familiar? – , o pai de repente acusando o filho de 12 anos de ter assassinado uma mulher a marteladas na cabeça, ele resolvendo sequestrar o filho, cantando musiquinha no carro, muito psicopata, foi tudo ridículo. E ele na ponte, Nicole no helicóptero, ai. Acho que só perde pra cena do episódio anterior, quando no meio do julgamento da década, com uma megacobertura da imprensa, a família resolve que tudo bem sair pra almoçar num restaurante de Manhattan. Socorro. No fim, foi um bom passatempo. Mas a HBO já foi melhor que isso. Fim dos spoilers Por falar em HBO, sigo na luta para ver “The Third Day”, com o Jude Law. Tem horas que parece genial, tem horas que parece completamente idiota. Também estou vendo se me empolgo ou não com “Industry”. Até agora não me empolguei. * Acho que todo mundo já falou o que havia para ser dito sobre “O Gambito da Rainha” (Netflix), né? Eu, de minha parte, digo que é excelente, embora menos uma obra-prima do que fazem parecer, e podia ter uns dois episódios a menos, acho. Mas é uma das séries mais legais do ano, sem dúvida. * Também adorei quase tudo de “A Mansão Bly” (Netflix também), a série meio de terror/assombração (meio que a segunda temporada de "A Maldição da Residência Hill") que tem um dos melhores episódios do ano (o quinto), as melhores crianças atores que eu já vi, mas que tem um final bobinho de tudo (os dois últimos episódios dão uma estragada, mas ainda assim é uma boa minissérie). Zoë Kravitz em cena de 'High Fidelity' Divulgação/Starzplay Agora boa, boa mesmo, excelente, incrível, que dá vontade de rever tudo, ficar ouvindo a trilha sonora, mandar todo mundo assistir e fazer uma estátua pra Zoë Kravitz é “High Fidelity” – baseada no livro “Alta Fidelidade”, do Nick Hornby, que depois virou filme em 2000 com o John Cusack. Aqui a protagonista é Zoë Kravitz, que está apenas perfeita no papel da dona da loja de discos que vive uma crise depois de ter terminado um namoro. Por favor veja (Starzplay). * Será que me rendo e começo a ver “The Crown”? Que preguiça.

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Halsey critica processo de indicações ao Grammy e fala sobre ‘suborno’

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Após The Weeknd chamar a organização da premiação de 'corrupta', cantora também fez desabafo nas redes sociais Halsey posa com os prêmios de Melhor Cantora de Pop e Melhor Look no MTV EMA neste domingo (3), em Sevilha Cristina Quicler/AFP Após The Weeknd chamar a organização do Grammy de "corrupta" e receber o apoio de diversos artistas, a cantora Halsey também decidiu desabafar e criticou o processo de indicações para a premiação. Em seu Instagram, Halsey fez um post citando "subornos" e afirmando que a lista de indicação "nem sempre se trata sobre música, qualidade ou cultura". Assim como The Weeknd, Halsey também ficou de fora da lista de indicações para o Grammy 2021. Veja lista. "Estive pensando e quis escolher minhas palavras com cuidado porque muitas pessoas expressaram simpatia e pedidos de desculpas para mim desde as indicações ao Grammy", escreveu a cantora em um post no stories da rede social. "O Grammy é um processo elusivo. Muitas vezes, ele pode ser sobre performances privadas nos bastidores, conhecer as pessoas certas, campanhas boca a boca, com o aperto de mão certo e 'subornos' que podem ser ambíguos o suficiente para passar por 'não subornos'. E se você for mais longe, trata-se de se comprometer com apresentações exclusivas na TV e garantir que ajudará a Academia a ganhar milhões em publicidade na noite do programa." "Nem sempre se trata sobre música, qualidade ou cultura. Só queria torar isso do meu peito", escreveu Halsey. A cantora ainda afirmou que enquanto ela está emocionada com as indicações de amigos talentosos este ano, ela também "espera por mais transparência ou reformas" no futuro da premiação. "Mas tenho certeza de que este post vai me colocar na lista negra de qualquer maneira". No texto, a cantora também citou que The Weeknd merecia mais, assim como "Manic", seu terceiro álbum, que foi lançado em janeiro de 2020. Grammy 2021: Veja lista de indicados de melhor música do ano VÍDEOS: Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop:

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Alysson Salvador se une ao sanfoneiro Mestrinho para fazer ‘Surpresa’

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Xote integra o repertório de 'Super musicarama', álbum revisionista do cantor mineiro de forró. ♪ Diferentemente do que sugere o sobrenome artístico de Alysson Salvador, o cantor e compositor é mineiro. Já Mestrinho – sanfoneiro requisitado, presente nas fichas técnicas de artistas como Elba Ramalho e Gilberto Gil – é sergipano. Mas foi na cidade de São Paulo (SP), onde ambos moram, que Alyssom e Mestrinho se juntaram – de forma remota, nos respectivos estúdios caseiros – para gravar Surpresa, xote que integra o ainda inédito álbum revisionista de Alysson, Super musicarama. Com a voz e a sanfona de Mestrinho na gravação produzida pelo próprio Alysson Salvador, que canta e toca violão no fonograma autoral, Surpresa chega ao mundo digital em 11 de dezembro, sucedendo os outros dois singles do álbum, Quintal da saudade e Tudo massa. Capa do álbum 'Super musicarama', de Alysson Salvador Divulgação No álbum Super musicarama, Alysson Salvador revisa cerca de 20 anos de trajetória musical que inclui passagens pelas bandas Cipó Cravo, Os Cincopados e Samba de Luiz. Identificado com a música nordestina genericamente rotulada como forró, Salvador pretende celebrar o passado no disco, mas com olhar para o futuro. Além de Mestrinho, o time de convidados do artista no álbum Super musicarama inclui Banda Zaíra, Cosme Vieira, Gian Corrêa e Nicolas Krassik.

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Marília Mendonça lidera lista de clipes mais vistos no Brasil em 2020; veja top 10

terça-feira, 01 dezembro 2020 por Administrador

Lançado em janeiro, vídeo de 'Graveto' tem mais de 230 milhões de visualizações no YouTube. Ranking tem ainda Henrique e Juliano, MC Niack, Barões da Pisadinha e mais. Clipe de 'Graveto', de Marília Mendonça, é clipe mais visto em 2020 no Brasil Divulgação "Graveto", música de Marília Mendonça, tem o clipe musical mais visto do YouTube no Brasil em 2020. Lançado em janeiro, o vídeo acumula mais de 230 milhões de visualizações na plataforma (veja o top 10 abaixo). O YouTube divulgou nesta terça-feira (1º) o ranking das publicações musicais mais acessadas do ano. A lista é feita com base em visualizações locais de videoclipes oficiais, entre os dias 1º de janeiro e 15 de novembro. A dupla Henrique e Juliano, com "Volta por baixo", e o MC Niack, com "Oh Juliana", completam o pódio. O grupo de forró Barões da Pisadinha é o único que aparece duas vezes no ranking, na quarta e quinta posições, com "Basta você me ligar" (com participação de Xand Avião) e "Recairei", respectivamente. Veja, abaixo, o top 10 de vídeos musicais mais vistos em 2020 no YouTube do Brasil Marília Mendonça – "Graveto" Henrique e Juliano – "Volta por baixo" MC Niack – "Oh Juliana" Os Barões da Pisadinha – "Basta você me ligar" (ft. Xand Avião) Os Barões da Pisadinha – "Recairei" Dennis & MC Don Juan – "Te prometo" Poesia Acústica #9 – "Melhor Forma" (L7NNON, CHRIS, Xamã, Lourena, Cesar Mc, Djonga e Filipe Ret) MC Marks – "Deus é por nós" Eduardo Costa – "Ainda tô aí" Luísa Sonza – "Braba" Nos Estados Unidos, a parceria dos rappers Future e Drake em "Life is good" foi a campeã, entre os vídeos musicais mais vistos. Em seguida, aparecem mais duas músicas do gênero: "Gooba", de 6IX9INE, e "We paid", de Lil Baby e 42 Dugg. Veja, abaixo, o top 10 de vídeos musicais mais vistos em 2020 no YouTube dos EUA Future – "Life is good" (ft. Drake) 6IX9INE- "Gooba" Lil Baby x 42 Dugg – "We paid" NLE Choppa – "Walk em down" (ft. Roddy Ricch) Cardi B – 'WAP" (ft. Megan Thee Stallion) DaBaby – "Rockstar" (ft. Roddy Ricch) Roddy Ricch – "The box" Drake – "Laugh now cry Later" (ft. Lil Durk) YoungBoy Never Broke Again – "Lil Top" Lil Baby – "The bigger picture" Tumulto em gravação "Graveto", a música vencedora no Brasil, foi lançada por Marília Mendonça durante sua licença-maternidade, após o nascimento de Leo, primeiro filho da cantora. Na época, ela havia anunciado uma pausa na carreira. A faixa integra o projeto "Todos os cantos", no qual Marília viajou por capitais brasileiras, fazendo apresentações surpresa. A gravação de "Graveto" aconteceu em Belo Horizonte, em outubro de 2019, em um show marcado por tumultos na plateia. Segundo a polícia, 46 boletins de ocorrência foram registrados pela corporação durante o evento gratuito e 14 pessoas foram presas, por arrastões e tráfico de drogas. Depois da apresentação, a cantora falou sobre o ocorrido: “Marília lamenta profundamente os fatos relatados e reforça que o projeto é uma maneira de retribuir ao seu público, através do show gratuito, o carinho que recebe dos fãs”, disse um comunicado oficial. Pós-show de Marília Mendonça em Belo Horizonte tem arrastão e briga generalizada

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