Auxílio Emergencial: Caixa libera saques para nascidos em outubro
Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) libera nesta terça-feira (1º) os saques e transferências de novas parcelas do Auxílio Emergencial para 3,6 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento desta terça é para os trabalhadores nascidos em outubro. Serão liberados os saques das parcelas creditadas em poupança social digital nos ciclos 3 e 4 de pagamento do benefício, nos dias 28 de outubro e 16 novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA TERÇA: trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em outubro – poderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 28 de outubro e 16 de novembro Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial – Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial re- vão epoderão sacar as parcelas que foram creditadas em poupança social digital nos dias 11 de outubro e 8 de novembro
- Publicado em Negócios
Brasil tem 1,2 mil projetos e iniciativas que podem receber investimentos da iniciativa privada
Levantamento da Abdib mapeou todos os projetos da União, dos Estados e do Distrito Federal que podem receber algum tipo de aporte do setor privado. O Brasil tem 1,2 mil projetos e iniciativas de oportunidades que podem receber investimentos da iniciativa privada, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e divulgado nesta terça-feira (1º). Leilão de linhas de transmissão realizado na B3 em 2017 Taís Laporta/G1 Batizado de Livro Azul da Infraestrutura, o material da entidade fez um levantamento de todos os projetos da União e dos estados e do Distrito Federal. Com pandemia e plano de privatizações empacado, leilões do governo agora são promessa para 2021 e 2022 O estudo apontou que os projetos da União se dividem em: 800 ativos blocos de exploração de petróleo e gás; 8 iniciativas na área ferroviária; 37 aeroportos federais; 25 terminais portuários; 12 trechos rodoviários; e 11 lotes de transmissão de energia. No recorte realizado com os estados, são 300 iniciativas mapeadas também nas áreas de transporte, energia, saneamento, telecomunicações e infraestrutura. No estudo, a Abdib também conseguiu mapear que existem 50 projetos que somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos, sobretudo nas áreas de transporte e saneamento básico. "Se tudo der certo e estes projetos forem licitados e contratados com escopos e valores de investimentos preliminares confirmados, estes 50 maiores projetos terão capacidade de viabilizar R$ 334,8 bilhões em investimentos privados ao longo dos prazos dos contratos", informou a associação em estudo. A Abdib estima que o país precisa investir R$ 284,4 bilhões ao ano – o que equivale a 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) – por um prazo de uma década para que seja possível “reduzir gargalos ao desenvolvimento econômico e social”. No ano passado, os investimentos somaram R$ 123,9 bilhões, montante 31,3% inferior ao pico registrado em 2014 (R$ 180,3 bilhões). Investimento no Brasil cairá na década pela 1ª vez desde os anos 80, aponta estudo As maiores defasagens são observadas nos setores de transportes (o país investiu R$ 25 bilhões, mas são necessários R$ 149 bilhões) e saneamento básico (o país investiu R$ 14,4 bilhões em 2019, mas são necessários R$ 30 bilhões). "Desde 2014, quando o Brasil conseguiu investir R$ 180,3 bilhões na infraestrutura, ponto máximo da história recente, os valores de investimentos anuais na infraestrutura brasileira caíram drasticamente, fazendo com que o hiato entre a realidade do que é investido e a necessidade de investimento anual permaneça muito grande em um país com deficiências históricas no acesso e na qualidade da infraestrutura", apontou a entidade. Vídeos: Últimas notícias de economia
- Publicado em Negócios
O Assunto #337: Pós-eleição, crise econômica e os rumos para 2022
Depois das eleições municipais conferirem vitória às siglas de centro direita, prefeitos terão que lidar com a crise econômica que se avizinha. Suas consequências na economia nacional serão decisivas em 2022. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Definido o tabuleiro político depois do pleito municipal, agora partidos e políticos com pretensões na disputa presidencial têm pela frente dois enormes problemas. A pandemia e a reconstrução de uma economia em frangalhos. Neste episódio, Renata Lo Prete entrevista Fernando Schüler, cientista político e professor do Insper. Para ele, a partir de agora a economia é "o grande eleitor". Schüler analisa a situação do presidente Jair Bolsonaro com o fim do auxílio emergencial no horizonte, fala da consolidação das vitórias de partidos de centro-direita e como as urnas mostraram "um cansaço da polarização". O que você precisa saber: Eleições 2020: veja os principais recados das urnas Ranking mostra os partidos que mais conseguiram eleger prefeitos nestas eleições Recado das urnas é que inexperiência é 'salto no escuro', diz Rodrigo Maia Sete dos 25 prefeitos eleitos de capitais devem tomar posse já com maioria na Câmara Municipal O Assunto #336: O saldo do 2º turno e os recados das urnas O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Renata Bitar, Vitor Muniz e Giovanni Reginato. Apresentação: Renata Lo Prete Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.
- Publicado em Negócios
Com socorro federal, prefeitos encerram gestão com dinheiro em caixa, mas alívio é de curto prazo
Em 2020, mesmo com a pandemia do novo coronavírus, municípios tiveram um ganho de caixa de R$ 45 bilhões até agosto. Levantamento mostra que 11 capitais têm situação financeira confortável. Socorro da União reforça caixa das prefeituras em R$ 45 bi O socorro do governo federal, destinado a reduzir os impactos da pandemia do novo coronavírus, turbinou o caixa dos municípios em 2020. O alívio, no entanto, é apenas de curto prazo. Nos próximos anos, os prefeitos terão de endereçar medidas de ajuste fiscal, em especial no gasto com pessoal, para que os serviços públicos não fiquem comprometidos. O tamanho da transferência da União para os municípios foi medido em um estudo realizado pelo economista e professor do Insper Marcos Mendes. Ao todo, os prefeitos tiveram um ganho de caixa de R$ 45 bilhões entre janeiro e agosto: Os gestores foram beneficiados com R$ 43,1 bilhões em transferências federais; Tiveram R$ 7,4 bilhões em pagamentos de dívidas suspensos; e Só registraram R$ 5,5 bilhões em perdas com receita tributária. Mesmo com o aumento de gastos adotado pelos municípios para combater os efeitos do coronavírus, o levantamento mostra que eles ainda teriam uma folga de caixa de R$ 23,9 bilhões. "A ajuda do governo federal foi muito maior do que as perdas registradas pelos municípios", diz Mendes. "A mensagem importante é que não há espaço para se falar em novos socorros para as cidades, porque elas já estão se mobilizando para pedir dinheiro para a União, mas têm um saldo de caixa muito grande e estão numa situação muito favorável." O excesso de caixa não foi exclusividade dos municípios. Boa parte dos estados também conseguiu mais do que repor as perdas provocadas pela crise. Estados compensam perdas com arrecadação durante pandemia "Agora, isso não significa que os novos prefeitos vão ter esse dinheiro para torrar à vontade, porque essa ajuda federal não vai acontecer e a gente não sabe o que vai ser da atividade econômica no ano que vem, não sabe qual vai ser o desempenho da receita. Portanto, os municípios precisam se precaver", alerta Mendes. O fato de a recessão ter sido menos intensa do que a esperada também contribuiu para as finanças municipais. No início da pandemia, o Fundo Monetário Internacional (FMI) previa que a contração do Produto Interno Bruto (PIB) do país poderia chegar a 9,1% neste ano. Hoje, no entanto, os analistas estimam apenas metade dessa queda: -4,5%. Com o recuo mais brando da atividade econômica, sobretudo por causa do impacto do Auxílio Emergencial, a arrecadação de estados e municípios não foi tão afetada. "O Auxílio Emergencial sustentou o consumo e, portanto, o pagamento de impostos. Foi muito pequena a queda de arrecadação de estados e municípios", diz Mendes. Com Auxílio Emergencial, maioria dos estados vê arrecadação de ICMS subir Um levantamento da consultoria Tendências, porém, alerta que a situação financeira das capitais ainda é frágil, apesar da melhora em meio à pandemia. Das 26, apenas 11 têm um orçamento equilibrado. Fazem parte desse grupo as prefeituras de Curitiba, Rio Branco, Boa Vista, São Paulo, Palmas, Vitória, Belo Horizonte, Manaus, João Pessoa, Cuiabá e Porto Velho. Num mesmo estudo, realizado no início deste ano, eram oito as capitais com situação financeira confortável. Fragilidade das contas públicas Fernanda Garrafiel/Economia G1 Para analisar as finanças dos municípios, a Tendências concede notas de 0 a 10 para indicadores de endividamento, poupança corrente, liquidez, despesa com pessoal e investimento. O desempenho dos municípios é apurado com base numa média ponderada dos últimos três anos, até o primeiro semestre deste ano. "Os municípios estavam gradualmente melhorando as finanças públicas e, no estudo mais recente, foi possível fazer a captura dessa melhora", afirma o analista de contas públicas da Tendências e autor do levantamento, Fabio Klein. "Mas uma parte importante (desse avanço) é efeito do auxílio que o governo federal prestou aos estados e município, e não dá para a gente desprezar isso." Historicamente, a saúde financeira das cidades sempre foi melhor que a dos estados. Com a Constituição de 1988, os municípios foram os entes federativos mais beneficiados com aumento de receita, explica Mendes. O endividamento também sempre foi mais controlado, já que poucos puderam emitir títulos de dívida – o que hoje é proibido. Atualmente, apenas a União tem autorização para emitir títulos públicos. "Os municípios comem pelas beiradas. Eles têm a marcha nacional dos prefeitos, vão para Brasília e conseguem uma receitinha a mais aqui, uma transferência a mais ali", afirma Mendes. "Nunca é um grande repasse, é sempre alguma coisa na margem e, com isso, vão equilibrando as contas." Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CMN), as contas dos municípios têm sido pressionada anualmente porque eles "têm assumido mais responsabilidades sem que, no entanto, sejam geradas ou apontadas as fontes de custeio para responder às mesmas." Nas contas da entidade, a perda estimada de receita dos municípios é de R$ 74 bilhões por causa da crise sanitária. Gasto com pessoal é desafio Mesmo com as finanças temporariamente mais ajustadas, os municípios ainda enfrentam problemas estruturais com o gasto de pessoal, sobretudo nas áreas de educação e saúde. A solução, na avaliação dos analistas, é que os prefeitos encampem uma reforma da Previdência, como ocorreu no plano federal e seguindo o exemplo do que alguns estados estão fazendo, e também uma reforma administrativa. Quando as despesas com pessoal crescem, elas passam a consumir boa parte do orçamento público, deixando pouco espaço para investimentos, por exemplo. "A maior parte do orçamento é de gastos de natureza obrigatória de pessoal, e os investimentos acabam sendo sempre a variável de ajuste", diz Klein, da Tendências. Na cidade de São Paulo, a reforma da Previdência foi aprovada em dezembro de 2018, numa sessão na Câmara de Vereadores marcada por tumulto e confronto entre servidores. A mudança na legislação municipal elevou a alíquota de contribuição dos funcionários públicos de 11% para 14%. "Boa parte dos municípios tem um passivo de previdência muito grande. Tem planos de previdência que são desequilibrados", afirma Mendes. "E vão ter muita dificuldade de fazer a reforma da Previdência. É uma coisa complexa, difícil de se discutir numa câmara municipal." O que dizem as prefeituras O G1 procurou as prefeituras classificadas com uma situação fiscal fraca ou muito fraca. Veja abaixo o que elas informaram: Belém A prefeitura de Belém contestou a pesquisa realizada pela Tendências, "uma vez que a situação fiscal (…) se encontra como estável, com pagamento integral de suas despesas compulsórias, como as folhas de pessoal, precatórios, dívida pública, aquelas não suspensas a partir de julho, mesmo diante de um cenário atípico de calamidade pública devido a pandemia de Covid-19." Florianópolis A prefeitura de Florianópolis disse que atual administração passou os dois primeiros anos num processo de "reorganização da casa". "Nesse período algumas ações contribuíram para a recuperação do equilíbrio como: a reforma administrativa, a limitação e o controle das despesas de custeio, bem como, a gestão tributária e da dívida, permitindo a capital ficar com todas as certidões em dia." Goiânia A prefeitura de Goiânia informou que, a partir de 2019, "passou a receber nota B do Tesouro Nacional na análise de sua capacidade de pagamento e em 2020 houve melhoria em todos os indicadores de desempenho da avaliação" e que a "atual gestão promoveu uma série de medidas de austeridade" e atua comprometida com o ajuste das contas públicas. Natal Em nota, a prefeitura de Natal disse que "ao verificarmos o horizonte temporal (2017 a 2019), tempo de nossa gestão, fizemos avanços positivos, preocupados com a saúde financeira do município, com a responsabilidade fiscal e sem deixar de prestar os bens e serviços para a sociedade natalense." Recife Em nota , a secretaria de Finanças afirmou que "desconhece os dados apresentados pelo estudo e entrou em contato com a Tendências para pedir esclarecimentos." As demais não se manifestaram até a última atualização desta reportagem. 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2×1.5x2x Vídeos: Últimas notícias de economia As demais não se manifestaram até a última atualilzação e
- Publicado em Negócios
WhatsApp aprimora busca de figurinhas e permite usar papéis de parede diferentes para cada contato
Assim, segundo a empresa, 'você nunca mais vai precisar se preocupar de ter enviado uma mensagem no chat errado'. Pacote 'Juntos em casa', da OMS, ganha figurinhas animadas. WhatsApp vai permitir usar fundos de tela diferente para cada contato Divulgação O WhatsApp lança nesta semana melhorias para busca de figurinhas animadas e o uso de papéis de parede diferentes de acordo com o contato. Veja todas as novidades em detalhes: recurso de pesquisa de figurinhas: dá para encontrá-las a partir de texto ou emoji, ou navegando através de categorias comuns papéis de parede personalizados para os contatos mais importantes e pessoas favoritas do usuário. Assim, segundo o WhatsApp, "você nunca mais vai precisar se preocupar de ter enviado uma mensagem no chat errado" papéis de parede para o "modo escuro" papéis de parede com o desenho padrão (doodle) em novas cores galeria de papéis de parede atualizada (novidades nos álbuns "Bright" e "Dark") Figurinhas animadas da OMS Junto com os novos recursos acima, o pacote de figurinhas "Juntos em casa", da Organização Mundial da Saúde (OMS), passa a ter adesivos animados. WhatsApp também permitirá usar papeis de parede diferente nos modos claro e escuro Divulgação VÍDEOS mais assistidos do G1:
- Publicado em Negócios
É possível alguém usar uma rede Wi-Fi de forma ‘invisível’ ou invadir o celular para se conectar ao Wi-Fi?
Tira-dúvidas explica como e possível conferir os dispositivos conectados ao Wi-Fi e proteger a rede. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às terças e quintas-feiras. Logo do Wi-Fi. Divulgação E possível alguém invadir meu Wi-Fi e ficar oculto, usando minha rede sem eu vê-lo? – Alyson Os dispositivos conectados a uma rede Wi-Fi ficam listados em seu roteador/ponto de acesso Wi-Fi. Cada modelo de equipamento apresenta essa informação de uma forma diferente e você nem sempre terá muitos detalhes sobre os dispositivos conectados, mas essa informação estará lá. Você também pode usar programas no computador ou aplicativos no celular para a mesma finalidade. No Windows, o blog pode recomendar o Wireless Network Watcher, que é gratuito. No entanto, nenhum software terá condições ideais para detectar todos os dispositivos da mesma forma que o seu roteador. Portanto, se você precisa monitorar quem acessa a sua rede Wi-Fi regularmente, o ideal é que você conheça o recurso que lista as conexões em seu equipamento. De modo geral, você precisa acessar a tela de administração do roteador, o que é feito pelo seu navegador de internet, digitar a senha de administração e então procurar a opção correta no menu para ver os clientes ou dispositivos conectados. Dispositivos conectados à rede Wi-Fi em lista fornecida por um roteador. Software permite visualizar informações sobre o identificador de rede dos dispositivos e mostra a marca associada (na imagem, o roteador identifica um dispositivo da NVIDIA). Reprodução Caso precise de ajuda e não encontre instruções específicas para o seu roteador, o blog sugere um contato com o suporte técnico do equipamento. É possível que o provedor de internet também possa ajudar nos casos em que o aparelho foi cedido em um pacote com a conexão. Se você desconfia que alguém possa estar usando o seu Wi-Fi sem autorização, o melhor a se fazer é mudar a senha do Wi-Fi. Esse procedimento também varia de acordo com o modelo do seu roteador. Após a troca da senha, quem estava "roubando" sua internet não poderá mais usá-la. Lembre-se que a segurança do Wi-Fi deve ser configurada para o WPA2. SAIBA MAIS: É possível bloquear e esconder o nome da rede Wi-Fi para que ninguém possa vê-la? Tire dúvidas sobre Wi-Fi: celular pode ser hackeado? Como ter privacidade? Conexão ao Wi-Fi pelo celular? Tenho internet em casa com três computadores conectados, além de TV e celular. Percebi algo estranho em meu celular que, quando estava conectado ao Wi-Fi da casa, do nada o Facebook saiu. Na sequência, eu já mudei a senha. Então percebi que o Wi-Fi e a rede móvel do meu celular estavam reduzidas. Pesquisei na internet sobre Wi-Fi no celular e, com o uso de um app, percebi que além do meu Asus Zenfone 5 estavam outros celulares, home, televisão, Xbox e "genérico" aparecendo conectados à rede Wi-Fi do meu celular. É possível que através do meu celular alguém possa estar conectado em outros aparelhos da casa? O que devo fazer para que estes aparelhos não tenham acesso ao Wi-Fi do meu celular, pois não os incluí e desconheço muitos deles. – Adriana dos Anjos Adriana, os dispositivos que o aplicativo listou não estão conectados "ao Wi-Fi do seu celular". É importante entender essa diferença, porque os celulares possuem um recurso de "hotspot Wi-Fi" que de fato cria uma rede Wi-Fi tendo seu celular como "centro". Essa rede serve exclusivamente para compartilhar a conexão 3G ou 4G do seu aparelho. O hotspot pode ser usado para permitir que um notebook acesse a internet em um local onde não há outras redes Wi-Fi disponíveis, "puxando" a internet do seu celular, por exemplo. Em geral não é possível manter o hotspot ativado quando você conecta a uma rede Wi-Fi. Portanto, se você está conectada a uma rede Wi-Fi com seu celular, a função de hotspot estará desligada e a rede Wi-Fi a que você está conectada é a do roteador sem fio. Roteador de internet é responsável por autorizar conexões ao Wi-Fi. Altieres Rohr/G1 Sendo assim, como explicado acima, é o roteador que terá todas as informações sobre os dispositivos conectados. Os aplicativos em seu celular fazem uma varredura na rede para tentar identificar outros aparelhos, mas nem sempre isso é 100% correto e de forma alguma significa que esses aparelhos estão conectados "ao seu celular". São apenas dispositivos na mesma rede. A solução também é a mesma: troque a senha do Wi-Fi no seu roteador. Todos os aparelhos terão de ser reconfigurados para a nova senha e, dessa forma, você poderá saber o que está conectado. Quanto ao seu celular, não sendo o "hotspot Wi-Fi", não há nada que você possa fazer para evitar a conexão à mesma rede Wi-Fi em que ele está. O que autoriza os dispositivos a conectarem na rede Wi-Fi é o roteador, e é ele que terá de ser ajustado. Entenda o endereço MAC A conexão dos dispositivos é associada ao endereço MAC (Media Access Control), um número normalmente expresso em formato hexadecimal (0 a 9 e A a F). O início desse identificador é atribuído ao fabricante, o que permite saber de que marca é um celular ou uma TV conectada à rede Wi-Fi. No caso dos computadores, a marca exibida será quase sempre a do fabricante da placa de rede (Realtek, Intel, Qualcomm ou Killer, por exemplo). Você também pode consultar o MAC dos seus próprios dispositivos. No Windows, a tela "Status de rede" no painel Configurações dá acesso à tela "Exibir propriedades do hardware e conexão", onde você encontrará o MAC da sua placa de rede, por exemplo. Se você tiver paciência para conferir e anotar o MAC de todos os seus dispositivos, você poderá "mapear" a sua rede e saber exatamente quais dispositivos estão conectados. Esse trabalho normalmente não compensa, já que é mais fácil controlar o acesso limitando a disponibilidade da senha do Wi-Fi. Se você recebe muitas visitas que precisam usar o seu Wi-Fi, você pode investir em um modelo de roteador com a função de "Wi-Fi para convidados", que cria uma segunda rede, isolada e com outra senha, destinada para acessos eventuais. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital
- Publicado em Negócios
Lojas do shopping de Mogi selecionam candidatos para 12 oportunidades de emprego nesta terça-feira; veja lista
Os interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. O shopping em Mogi das Cruzes está oferecendo 12 oportunidades nesta terça-feira (1). Chris Wenzel/Mestra Comunicação As lojas do shopping de Mogi das Cruzes selecionam candidatos para 12 oportunidades de emprego nesta terça-feira (1). Os interessados podem acessar as lojas de acordo com o descritivo ou procurar pessoalmente o Balcão de Informações. As vagas são para desempenhar as funções de vendedor, auxiliar de cozinha, coordenador, operador de caixa, atendente e ajudante de cozinha. Oportunidades em Mogi das Cruzes: Vendedor – Hering: acima de 22 anos, com experiência mínima de 6 meses e com disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja com Amanda ou Lucas; Operador de caixa – Hering: atendimento ao cliente, abertura e fechamento de caixa, comunicativa, proativa, com experiência de 6 meses. Deixar currículo na loja; Vendedor – Claro: ensino médio completo, conhecimento de Pacote Office, habilidade de interação com cliente e capacidade analítica. Deixar currículo na loja; Auxiliar de cozinha – Risotto Mix: com experiência na área e acima de 23 anos. Disponibilidade para período noturno das 14h50 às 23h10. Deixar currículo na loja; Vendedora – Capoarte: acima de 22 anos com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja; Coordenador – Divino Fogão: acima de 25 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar por e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Operador de caixa – Divino Fogão: acima de 20 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar para o e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Ajudante de cozinha – acima de 25 anos, com experiência e disponibilidade de horário. Deixar currículo na loja ou encaminhar para o e-mail mogidascruzes@divinofogao.com.br; Vendedor – TNG: experiência em vendas como subgerente/cargo de liderança ou vendedor responsável. Principais funções: abertura ou fechamento de loja, fechamento de caixa e envio de malote, execução de vitrine junto aos líderes e etc. Deixar currículo na loja; Atendente de loja – Kopenhagem: atendimento ao cliente, rotinas gerais de loja e cafeteria. Deixar currículo na loja; Vendedor – Mobile Co: entre 18 e 25 anos, ensino médio completo, com ou sem experiência. Deixar currículo na loja; Atendente – Açaí Concept: ser proativo, trabalhar em equipe, ter disponibilidade de horário e 2° grau completo. Enviar currículo para o e-mail caiconceptmogidascruzes@gmail.com. O Mogi Shopping funciona das 10h às 22h e está localizado na Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, 1001. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4798-8800. Assista a mais matérias:
- Publicado em Negócios
A ‘bomba-relógio’ do transporte público que prefeitos eleitos terão em 2021
Revisão de contratos a partir de janeiro precisará acomodar prejuízo bilionário devido à pandemia. Setor de ônibus urbanos será um desafio para os prefeitos eleitos logo no início de seus mandatos Reuters O setor de ônibus urbanos será um desafio para os prefeitos eleitos logo no início de seus mandatos, em 2021. Com prejuízos acumulados de R$ 7,18 bilhões até outubro e demanda ainda reduzida a patamar entre 40% e 60% da média histórica nas capitais e regiões metropolitanas — após chegar a 20% nas primeiras semanas da crise do coronavírus —, o setor deve buscar junto ao poder público o reequilíbrio de contratos na rodada de reajustes tarifários que tem início em janeiro. O provável aumento de tarifas deve acontecer num momento em que os brasileiros estarão com o orçamento apertado pelo fim do auxílio emergencial, desemprego recorde e inflação em alta. Em 2013, também primeiro ano de mandato de prefeitos, o reajuste de passagens de ônibus foi o estopim para a onda de protestos que combaliu a popularidade da classe política e criou o caldo de cultura para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) dois anos depois. Em 2021, o aumento de casos e de internações em meio à pandemia deve ser um entrave a mobilizações massivas como as de 2013, avalia analista políticos. Mas, para o setor de ônibus e especialistas em transporte público, a pandemia agravou o quadro de desequilíbrio financeiro do setor e deveria ser usada como uma oportunidade para que o modelo de geração de receitas baseado principalmente no pagamento de tarifas pelos usuários seja rediscutido. Perda histórica de passageiros "O setor já vinha desequilibrado antes da pandemia, com uma queda acentuada do número de passageiros transportados nos últimos cinco anos, da ordem de 26%", destaca Otávio Cunha, presidente-executivo da NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos). Segundo o representante do setor, essa perda de usuários nos últimos anos se deveu a fatores como a forte alta da inflação durante o governo Dilma — com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) superando os 10% em 2015 —, que resultou em reajustes tarifários elevados; o aumento acentuado do desemprego em meio à crise econômica iniciada em 2014; além da perda de velocidade dos ônibus devido ao aumento dos congestionamentos. Um outro fator para a perda de passageiros foi o avanço do transporte por aplicativos. "O transporte sob demanda começou a concorrer com o transporte público nas pequenas distâncias, exatamente nas áreas onde há grande concentração de demanda", diz Cunha. "Essas viagens curtas nas regiões centrais ajudavam a equilibrar a rede de transporte público, porque as linhas de grandes distâncias — aquelas vindas das periferias — normalmente são deficitárias, mas são socialmente necessárias." Outro fator para a perda de passageiros foi o avanço do transporte por aplicativos Agência Brasil Pandemia Em meio ao quadro de perda estrutural de passageiros e desequilíbrio financeiro do sistema, veio a pandemia. E, com ela, uma queda inicial em março de 80% das viagens realizadas, que vem se atenuando ao longo dos meses. No entanto, entre setembro e outubro, a média de redução das viagens ainda estava entre 50% e 60% nas capitais e regiões metropolitanas, segundo dados da NTU. Ao mesmo tempo, o setor teve que manter a oferta de ônibus elevada, para garantir o cumprimento das exigências de distanciamento social impostas pelas normas sanitárias. Neste cenário, até outubro, 13 operadoras de ônibus já interromperam atividades no país, seja através de suspensão temporária ou de encerramento permanente de operações. Em quatro casos, o poder público precisou assumir a operação dos serviços. E, apenas entre as empresas associadas à NTU, quase 6 mil postos de trabalho foram fechados. Uma ajuda de R$ 4 bilhões prometida pelo governo ao setor em maio foi aprovada pelo Senado apenas em meados de novembro (PL 3.364/2020) e ainda aguarda sanção presidencial. Segundo a NTU, a injeção de recursos será fundamental para as empresas pagarem o 13º dos funcionários este ano, do contrário, o pagamento poderá ser postergado para 2021, o que tem potencial para gerar paralisações de trabalhadores. O setor não vê perspectivas de recuperar sua demanda histórica devido a diversos fatores: a exigência de menor lotação dos ônibus; a redução de circulação imposta pela pandemia; a perspectiva de uma atividade econômica deprimida ainda por um período longo; e a adoção do home office de maneira permanente por diversas empresas. "Temos certeza absoluta de que isso não volta mais", diz Cunha. "O setor de transporte público terá que conviver com uma demanda mais rarefeita." Greve de motoristas de ônibus expressos surpreende trabalhadores na volta pra casa no Rio Reestruturação Frente a esse quadro, os operadores de ônibus urbanos trabalham para enviar ao governo federal ainda em dezembro uma sugestão de reestruturação do transporte público no pós-pandemia. "Os ônibus hoje são financiados por passageiro transportado, com algumas exceções, caso de São Paulo e Brasília, em que o setor é em parte subsidiado pelo poder público", observa Cunha, destacando ainda que a taxa de ocupação considerada pelos órgãos públicos para cálculo da tarifa é de seis passageiros por metro quadrado no horário de pico, o que não poderá se manter na nova realidade. Assim, a NTU deve propor ao governo que a remuneração do setor seja feita pelo custo de operação, com o risco de demanda ficando a cargo do poder público, tendo como contrapartida o cumprimento de metas de qualidade pelas empresas. A entidade reivindica ainda a desoneração da cadeia produtiva do transporte; que o poder público arque com as gratuidades para idosos e estudantes, hoje rateadas entre os usuários que pagam a tarifa cheia na maior parte do país; e que o financiamento do setor possa contar com fontes de recursos extra tarifárias, como um aumento da taxação para usuários de transporte individual. Automóvel deve ajudar a pagar a conta Para Luis Antonio Lindau, diretor de cidades do instituto de pesquisas WRI Brasil e um dos fundadores da Anpet (Associação de Pesquisa e Ensino em Transportes), esse último ponto é o mais importante para um redesenho do setor de ônibus urbanos no pós-pandemia. "Num cenário em que poucas são as cidades que destinam subsídios ao transporte coletivo, urge começar a discutir as externalidades negativas do automóvel privado, começar a cobrá-los e transferir isso para um fundo que possa ajudar a remunerar o transporte coletivo." O especialista destaca que as grandes cidades do Norte global têm nas receitas extra tarifárias o principal componente de geração de recursos, diferentemente do Brasil. "Não existe país no mundo desenvolvido que é tão permissivo com o automóvel", diz o especialista. "Como no passado se criou a tarifa única, em que os passageiros de linha curta acabam pagando pelos passageiros de linha longa, agora é preciso encontrar um novo equilíbrio para o financiamento do transporte público, chamando novos atores para a mesa, incluindo o automóvel nessa captação de receitas extra tarifárias." Bomba-relógio para 2021 Rafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria, avalia, no entanto, que o ambiente político é desfavorável para as mudanças regulatórias sugeridas pelos especialistas. "Essa não é uma agenda prioritária para o governo em 2021, cuja pauta deve ser dominada pelas questões fiscais", diz o analista. Assim, a bomba deve mesmo cair no colo dos prefeitos eleitos. Mas Cortez não acredita que uma possível onda de reajustes tarifários resulte em protestos massivos como os de 2013. "Ainda que exista um descontentamento forte, as restrições impostas pela pandemia devem evitar mobilizações mais significativas, especialmente se seguirmos na tendência atual de aumento de casos e internações", afirma, lembrando ainda que, em 2013, os protestos foram inflados pelo descontentamento com os gastos públicos para a realização da Copa do Mundo no Brasil e pelo início de uma rejeição ao governo petista. Em São Paulo, berço dos protestos naquele ano, o prefeito reeleito Bruno Covas (PSDB) disse em entrevista no programa Roda Viva (em 23/11) que não deverá ser necessário um reajuste das tarifas de ônibus no município em 2021, devido à inflação baixa — até outubro, o IPCA acumulava alta de 3,92% em 12 meses e a expectativa do mercado é de que o indicador encerre o ano com avanço de 3,54%, segundo a mediana do boletim Focus, do Banco Central. Os subsídios ao setor esse ano devem, no entanto, chegar a R$ 3,1 bilhões, superando em R$ 850 milhões o orçamento previsto, conforme nota técnica do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. Segundo Fabio Romão, analista de inflação da LCA Consultores, cada 10 centavos de aumento nas tarifas de ônibus de São Paulo gera um incremento de 0,015 ponto percentual no IPCA, índice oficial de inflação do país. Quanto ao Rio de Janeiro, o acréscimo é de 0,006 ponto. Para 2021, Romão espera uma alta de 3,6% do IPCA, considerando como hipótese aumentos nos ônibus urbanos de São Paulo (+4,7%) e do Rio de Janeiro (+6,2%). Outras casas de análise já veem a inflação até mais alta no ano que vem. A MB Associados, por exemplo, projeta avanço de 3,8% do IPCA em 2021, enquanto o Credit Suisse já fala em uma inflação em alta de 4% no próximo ano, acima da meta de 3,75% estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Vídeos: veja últimas notícias de Economia
- Publicado em Negócios
Embraer é alvo de ataque cibernético e investiga impactos
Fabricante de aeronaves brasileira informou que realiza procedimentos de investigação para apurar a origem e consequências do ataque hacker. Embraer é alvo de ataque cibernético e investiga danos Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo A Embraer informou nesta segunda-feira (30) ter sofrido um ataque cibernético aos sistemas de tecnologia da informação da empresa. Segundo comunicado, o ataque resultou na "divulgação de dados supostamente atribuídos à companhia". Prejuízo acumulado da Embraer em 2020 chega a R$ 3,6 bilhões O ataque cibernético foi identificado na última semana e a empresa fez a interrupção parcial e temporária de alguns sistemas internos, o que impactou temporariamente algumas operações. "O referido ataque cibernético foi identificado em 25 de novembro de 2020, o qual indisponibilizou o acesso a apenas um único ambiente de arquivos da companhia", informou comunicado da Embraer. A companhia informou ainda que realiza procedimentos de investigação para apurar a origem e consequências do ataque. "A companhia está empreendendo todos os seus esforços para investigar as circunstâncias do ataque, avaliar se existem impactos sobre seus negócios e terceiros, e determinar as medidas a serem tomadas", afirmou. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e Região
- Publicado em Negócios
OCDE vê melhora na recuperação da economia e revisa projeções para PIB global e do Brasil
PIB global deve crescer 4,2% em 2021 e desacelerar a 3,7% em 2022, depois de encolher 4,2% em 2020, segundo relatório. Para o Brasil, OCDE passou a projetar uma queda de 6% em 2020 e crescimento de 2,6% no ano que vem. As perspectivas para a economia global estão melhorando apesar de uma segunda onda de surto de coronavírus em muitos países, conforme surgem vacinas e uma recuperação liderada pela China se instala, disse nesta terça-feira (1º) a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A economia global deve encolher 4,2% este ano, crescer 4,2% no próximo ano e desacelerar a 3,7% em 2022, disse a OCDE em seu relatório Perspectivas Econômicas. Em setembro, a entidade estimava uma contração de 4,5% em 2020, e uma alta de 5% em 2021. A OCDE não tinha na época estimativa para 2022. "Ainda não estamos a salvo. Ainda estamos no meio de uma crise pandêmica, o que significa que a política econômica ainda tem muito a fazer", disse o economista-chefe da OCDE, Laurence Boone, segundo a Reuters. O Produto Interno Bruto global retornará a níveis pré-crise antes do fim de 2021, liderado por forte recuperação na China, disse a entidade. Mas isso esconde grandes variações entre os países, com a produção em muitas economias devendo permanecer cerca de 5% abaixo dos níveis pré-crise em 2022. Campanhas de vacinação, esforços combinados de saúde e apoio financeiro dos governos devem ser os responsáveis pela recuperação no próximo ano – que poderia ser maior caso as vacinas sejam distribuídas rapidamente, aumentando a confiança e reduzindo as incertezas. A OCDE alerta, no entanto, que atrasos na vacinação e dificuldades para controlar novas ondas do vírus podem enfraquecer as estimativas. PIB OCDE Economia G1 Desemprego e comércio A OCDE também projeta que o desemprego global deve seguir crescendo em 2021, para 7,4%. Este ano, está estimado em 7,2%. Já em 2022 deve mostrar queda, para 6,9% – mas ainda acima da taxa de 5,4% registrada em 2019. Já o comércio global deve levar um tombo de 10,3%, e recuperar apenas parte das perdas nos próximos anos, com altas de 3,9% e 4,4% em 2021 e 2022, respectivamente. Projeções para o Brasil Para o Brasil, a OCDE passou a projetar uma queda de 6% em 2020, ante estimativa anterior de tombo de 6,5%. Para 2021, a projeção é de alta foi revisada para um crescimento de 2,6%, e não mais de 3,6%. Já para 2022, a organização espera um avanço de 2,2%.Em junho, a entidade chegou a projetar que a economia brasileira encolheria 7,4% este ano, crescendo 4,2% em 2021. A atividade, no entanto, ainda estará menor, ao final de 2022, em relação aos níveis pré-pandemia. A entidade aponta que, apesar das novas infecções e mortes por Covid-19 seguirem altas no país, a economia começou a se recuperar em vários de setores. A OCDE projeta que a inflação deve seguir abaixo da meta, e que os juros baixos devem apoiar os investimentos. A projeção da OCDE para o Brasil é mais pessimista que a do mercado brasileiro, que prevê uma queda de 4,5% do PIB do Brasil em 2020 e alta de 3,45% em 2021, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Projeções para outros países A China será o único país coberto pela OCDE a registrar crescimento este ano, de 1,8%, inalterado ante a perspectiva de setembro. A economia chinesa ganhará velocidade para 8% em 2021, também inalterado, antes de crescer 4,9% em 2022. Os Estados Unidos e a Europa devem contribuir menos com a recuperação do que seu peso na economia global. Depois de contrair 3,7% este ano, a economia dos EUA crescerá 3,2% em 2021 e 3,5% em 2022, assumindo que novo estímulo fiscal seja adotado. Em setembro, a OCDE estimava contração de 3,8% este ano e recuperação de 4% no próximo. A economia da zona do euro vai contrair 7,5% este ano, com crescimento de 3,6% em 2021 e 3,3% em 2022. Apesar do forte impacto, as estimativas melhoraram em relação a setembro, quando a previsão era de contração de 7,9% este ano e recuperação de 5,1% em 2021. Assista as últimas notícias de economia
- Publicado em Negócios










