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Mercado financeiro vê queda menor do PIB e sobe estimativa de inflação para 3,54% em 2020

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

É a décima sexta semana seguida em que estimativas de inflação são revisadas para cima. Economistas ouvidos pelo Banco Central reduziram a projeção de queda do PIB para 4,50%. Os analistas do mercado financeiro subiram a estimativa de inflação para 2020 pela décima sexta semana seguida e passaram a projetar um tombo menor do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano.
As expectativas fazem parte do boletim de mercado conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.
Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, a expectativa do mercado para este ano passou de 3,45% para 3,54%.
No decorrer do ano, com a pandemia do novo coronavírus e a recessão na economia brasileira, o mercado baixou a estimativa de inflação. Nos últimos meses, porém, com a alta do dólar e com a retomada da economia, os preços voltaram a subir.
Em setembro, a inflação oficial do país avançou 0,64%, a maior alta para o mês desde 2003. Em outubro, subiu para 0,86%, a maior desde 2002.
Apesar da alta, a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e acima do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.
Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.
A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3,40% para 3,47% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.
Retração da economia
Sobre o comportamento da economia brasileira em 2020, os economistas do mercado financeiro baixaram sua estimativa de tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,55% para 4,50% na semana passada. Foi a quarta melhora seguida no indicador.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Na última semana, o mercado subiu de 3,40% para 3,45% a estimativa de expansão do PIB para 2021.
A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado uma retomada da economia brasileira.
Em novembro, o governo brasileiro baixou de 4,7% para 4,5% sua previsão para a retração do PIB em 2020.
O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.
Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos.
Após recuar 2,5% nos primeiros três meses deste ano (número revisado), o PIB apresentou um tombo de 9,7% no segundo trimestre deste ano – contra os três meses anteriores. Foi a maior queda desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996.
Taxa básica de juros
Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano no fim de outubro, o mercado segue prevendo estabilidade na Selic neste patamar até o fim deste ano.
Para o fim de 2021, a expectativa do mercado permaneceu inalterada em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta de juros em 2021.
Outras estimativas
Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,38 para R$ 5,36. Para o fechamento de 2021, continuou em R$ 5,20 por dólar.
Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 57,73 bilhões para US$ 57,90 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado avançou de US$ 55,10 bilhões para US$ 56,50 bilhões de superávit.
Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano ficou estável em US$ 45 bilhões. Para 2021, a estimativa permaneceu em US$ 60 bilhões.

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Índice de confiança do setor de serviços tem segunda queda seguida, aponta FGV

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Indicador teve queda em 9 dos 13 segmentos pesquisados. Resultado, segundo a FGV, mostra que recuperação do setor 'ainda tem caminho longo pela frente'. O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), recuou 2,1 pontos em novembro, para 85,4 pontos. Esta foi a segunda queda consecutiva – em outubro, havia recuado 0,4 pontos, interrompendo cinco meses de alta. De acordo com a FGV, 0 resultado indica que a "recuperação do setor de serviços ainda tem caminho longo pela frente". “A queda pelo segundo mês consecutivo da confiança de serviços mostra um retrocesso no processo de recuperação do setor, que vinha ocorrendo desde maio. A percepção sobre o momento presente vem reagindo lentamente e as expectativas para os próximos meses voltaram a se tornar mais pessimistas dada a dificuldade que o setor vem enfrentando", apontou o economista da FGV-Ibre, Rodolpho Tobler. Indicador teve segunda queda seguida em novembro, aponta FGV Economia/G1 O indicador da FGV teve queda em 9 dos 13 segmentos do setor de serviços pesquisados. Segundo Tobler, a baixa confiança é reflexo do período de transição dos programas do governo, da preocupação com a pandemia e da cautela dos consumidores. O Índice de Situação Atual (ISA-S) variou 0,3 ponto, para 79,5 pontos, mantendo tendência crescente iniciada em maio em ritmo gradual. Já o Índice de Expectativas (IE-S) caiu 4,4 pontos, para 91,3 pontos, registrando também a segunda queda consecutiva. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) do setor de serviços aumentou 1,8 ponto percentual para 83,1%, o maior valor desde novembro de 2015 (83,2%). Demanda insuficiente De acordo com o levantamento da FGV, a demanda insuficiente voltou a ser o principal entrave do setor de serviços, restringindo melhora da situação atual Apesar da recuperação do Índice de Situação Atual (ISA-S) iniciada em maio, o ritmo dessa recuperação tem sido menos intenso do que do Índice de Expectativas (IE-S). Segundo a FGV, nos últimos meses, o fator limitativo “Demanda Insuficiente” passou a ser cada vez mais citado pelas empresas do setor de serviços como impeditivo para crescimento dos negócios, superando em outubro o fator “Outros”, por meio do qual empresas reportam, majoritariamente, a pandemia de coronavírus como o fator responsável. Em novembro, quase metade das empresas mencionaram “Demanda Insuficiente” como fator limitativo (49,2%), sendo que, ao analisar pelos principais setores, chegando a atingir 63% no segmento de serviços prestados às famílias. A FGV destacou que esse segmento foi o que registrou a maior perda no ISA-S na pandemia no Brasil. Outros segmentos que que também tem mais de 50% das empresas citando “Demanda Insuficiente” são o de serviços profissionais e de transporte com 51,1% e 50,9%, respectivamente. Assista às últimas notícias de economia:

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Dólar opera em queda de olho no exterior e na atuação do BC

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Na sexta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,17%, a R$ 5,3255, acumulando queda de 7,19% na parcial do mês. Notas de real e dólar em casa de câmbio no Rio de Janeiro Reuters O dólar opera em queda nesta segunda-feira (30), em sessão instável, caminhando para fechar o mês de novembro com recuo ante o real, acompanhando a maior fraqueza da moeda norte-americana no exterior. Às 11h14, a moeda norte-americana caía 0,41%, cotada a R$ 5,3037. Na mínima até o momento hegou a R$ 5,2750 e, na máxima, chegou a R$ 5,3415. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar fechou em queda de 0,17%, a R$ 5,3255, acumulando recuo de 1,13% na semana. Na parcial do mês, acumula baixa de 7,19%, mas ainda tem alta de 32,81% no ano. O Banco Central aumentou o volume ofertado em leilão de rolagem de swap cambial tradicional (que equivalem à venda de divisas no mercado futuro) previsto para esta segunda-feira, para um ritmo que, se mantido até o fim do mês, representará colocação líquida de dólares no mercado futuro, destaca a Reuters. Na sexta-feira, o BC anunciou que, entre 11h30 e 11h40 desta segunda, disponibilizaria 16 mil contratos de swap cambial, ou US$ 800 milhões, para rolagem do vencimento 4 de janeiro de 2021. Aumento no número de casos de Covid-19 volta a lotar hospitais e a preocupar especialistas de saúde Cenário local e externo O mês de novembro foi marcado pelo forte desempenho de ativos de maior risco em todo o mundo, com realização de lucros por parte dos investidores internacionais. Entre os fatores que impulsionaram o apetite por risco neste mês, a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais norte-americanas e progressos relevantes no desenvolvimento de vacinas para a Covid-19 têm sido citados por analistas como os principais responsáveis. Nesta segunda, a farmacêutica norte-americana Moderna anunciou eficácia de 94,1% de sua vacina e que planeja solicitar uma autorização para uso emergencial do seu imunizante a agências reguladoras dos EUA e Europa. Por aqui, os analistas do mercado financeiro subiram a estimativa de inflação para 2020 pela décima sexta semana seguida, de 3,45% para 3,54%. Já a projeção para o tombo do Produto Interno Bruto (PIB) no ano foi reduzida de 4,55% para 4,50%, segundo pesquisa "Focus" do Banco Central. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,38 para R$ 5,36. O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) recuou em novembro pelo segundo mês seguido, evidenciando as dificuldades de recuperação do setor. Do lado mais estrutural, o foco dos mercados segue voltado para a sustentabilidade fiscal do Brasil –cujas dúvidas, segundo analistas, explicam grande parte da depreciação nominal da moeda brasileira ante o dólar neste ano. Além das preocupações com o risco de uma segunda onda de contaminações no país e de desaceleração do ritmo de recuperação da economia, segue no radar dos investidores as discussões em torno do Orçamento de 2021 e nas medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Assista às últimas notícias de economia Variação do dólar em 2020 Economia G1

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Compass não atendeu exigências de TCC para levar fatia na Gaspetro, diz Petrobras

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Estatal possui participação de 51% na holding, que possui participação em 19 distribuidoras de gás. Prédio da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Compass Gás Energia não foi qualificada para a sequência do processo de venda de 51% da fatia da Petrobras na Gaspetro por não atender exigências do Termo de Compromisso de Cessação (TCC) firmado entre a petroleira e o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade), informou a estatal nesta segunda-feira (30). "A Petrobras reforça o seu compromisso com a ampla transparência de seus projetos de desinvestimento e de gestão de seu portfólio e informa que as etapas subsequentes serão divulgadas ao mercado…", afirmou. A desqualificação da subsidiária da Cosan no processo para adquirir fatia na Gaspetro havia sido divulgada na semana passada. A Petrobras deu início ao processo de venda de sua fatia na Gaspetro no final de fevereiro, tendo iniciado a fase vinculante em julho – após um adiamento em meados de março, quando a petroleira chegou a reabrir a fase de habilitação de interessados. A holding Gaspetro, que possui participação em 19 distribuidoras de gás, foi responsável pela distribuição de 29 milhões de metros cúbicos diários do produto em diversos Estados em 2019, segundo dados da Petrobras. Além da Petrobras, a Gaspetro possui como acionista a japonesa Mitsui, com participação de 49%. Vídeos: veja as últimas notícias de Economia

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China volta a autorizar exportação de unidade da BRF no RS após preocupações com casos de Covid entre funcionários

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Agora, apenas 4 unidades continuam sem poder exportar ao país. Liberação ocorre após mudança de protocolo, onde as cargas passaram a ser testadas antes de chegarem ao mercado chinês. Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer O governo da China informou nesta segunda-feira (30) que mais um frigorífico brasileiro está autorizado novamente a exportar carne suína para o país. De acordo com a Administração Geral das Alfândegas (GACC, na sigla em inglês), a unidade liberada é um frigorífico de carne suína da BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, em Lajeado, no Rio Grande do Sul. A unidade havia sido suspensa em julho deste ano. Esse frigorífico fazia parte de uma lista de 5 unidades que estavam suspensas pelos chineses por conta de preocupações com a Covid-19 entre trabalhadores desse setor. O Ministério da Agricultura confirmou o restabelecimento da autorização e disse que a planta frigorífica está apta a exportar a partir desta segunda. O G1 também procurou a BRF para comentar a decisão, mas, até a última atualização deste texto, não houve retorno. A suspensão dessa e de outras unidades ocorreram em um momento em que os chineses demonstravam preocupações com casos de Covid-19 entre funcionários desse setor. O governo da China chegou a pedir que as empresas garantissem carnes livres do novo coronavírus. Porém, a Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que não há evidências de que o coronavírus possa ser transmitido por alimentos. Novo protocolo Com o passar do tempo e aprimoramento dos protocolos entre chineses e brasileiros, o país asiático começou a testar as cargas que chegavam por lá e determinou que, em caso da presença do vírus, a unidade é suspensa automaticamente por uma semana. Aurora decide suspender exportações de frigorífico de Xaxim para o mercado chinês Desde então, foram 2 casos em que os chineses encontraram a presença do vírus em embalagens dos produtos: em um pacote de pescados da empresa Monteiro Indústria de Pescados e na embalagem de carne bovina da Minerva Foods, de Barretos (SP). As duas empresas já podem voltar a vender para os chineses. No último dia 13, Wuhan, que já foi epicentro da pandemia, afirmou que havia detectado 3 amostras do vírus na parte externa de pacotes de um frigorífico da Marfrig que chegaram ao país em agosto. Houve um outro caso, em uma carga de frango do frigorífico Aurora, de Xaxim (SC), que ocorreu antes da adoção do protocolo que prevê essa "suspensão automática". A unidade ainda não teve a autorização restabelecida. 4 unidades ainda suspensas Neste momento, 4 frigoríficos seguem com sem poder vender para a China, são eles: JBS, de Passo Fundo (RS) – carne de frango; Minuano, de Lajeado (RS) – carne de frango; JBS, de Três Passos (RS) – carne suína; Aurora, de Xaxim (SC) – carne de frango. Desde o início da pandemia, 9 frigoríficos e 1 unidade de pescados do Brasil foram suspensos pela China. Do total, as unidades da BRF em Dourados e Lajeado, da Marfrig em Várzea Grande, da Minerva em Barretos, a empresa Monteiro Indústria de Pescados e a processadora de carne Agra, já tiveram a autorização restabelecida. VÍDEOS: mais notícias do agronegócio

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Tempo está se esgotando para acordo comercial do Brexit, dizem Reino Unido e União Europeia

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Período de transição para a saída do Reino Unido da UE termina em 31 de dezembro. O Reino Unido e a União Europeia alertaram nesta segunda-feira (30) que o tempo está acabando para um acordo comercial do Brexit, e os negociadores em disputa sobre auxílio estatal, fiscalização e pesca à medida que tentam evitar uma saída tumultuada dentro de um mês.
O Reino Unido finalmente deixará a órbita da UE em 31 de dezembro, quando termina um período de transição de adesão informal, embora ambos os lados estejam correndo para fechar um acordo que abrange quase US$ 1 trilhão em comércio.
Pôquer do Brexit começa: Reino Unido prepara saída sem acordo comercial
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que luta contra o pior número de mortos oficiais pela Covid-19 da Europa, disse que um acordo seria preferível, mas que o Reino Unido prosperaria sem um acordo quando ficasse sozinho após 48 anos de filiação ao bloco.
"Agora realmente estamos ficando sem tempo. Esta é a semana crucial — precisamos conseguir um avanço", disse o secretário britânico do Meio Ambiente, George Eustice, à Sky, acrescentando que, se um bom progresso for feito esta semana, as negociações poderiam ser prorrogadas.
A UE transmitiu uma mensagem parecida.
"Estamos ficando sem tempo aqui", disse o ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Simon Coveney. "A verdade do Brexit agora está sendo exposta em termos de seus desafios."
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Após 8 meses de rombo, contas públicas têm superávit de R$ 2,95 bilhões em outubro

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Superávit foi alcançado devido a resultado positivo das contas dos estados, municípios e empresas estatais. Dívida pública subiu para 90,7% do PIB no mês passado, informou o BC. As contas do setor público consolidado registraram superávit primário de R$ 2,953 bilhões em outubro, informou o Banco Central nesta segunda-feira (30). Os números englobam as contas do governo federal, estados, municípios e empresas estatais.
O superávit primário é registrado quando as receitas de impostos e contribuições do governo são maiores que as despesas. A conta não inclui, porém, os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.
Apesar de positivo, foi o pior resultado para meses de outubro desde 2015 (déficit de R$ 15,530 bilhões). No mesmo período de 2019, o superávit fiscal foi de R$ 9,444 bilhões.
Entretanto, informou o BC, foi o primeiro superávit fiscal desde janeiro.
De abril em diante, as contas públicas registraram rombos fiscais elevados por conta do aumento de despesas diante da pandemia do novo coronavírus e da queda na arrecadação, fruto do tombo na atividade econômica e da decisão do governo de adiar o prazo de pagamento de impostos para socorrer empresas.
Nos últimos meses, porém, indicadores apontam para um retomada da economia, ligada ao pagamento do auxílio emergencial e à redução do distanciamento social.
Em outubro, os dados oficiais mostraram uma alta maior da arrecadação federal, de quase 10% em termos reais, também devido ao pagamento de impostos atrasados.
Contas do governo têm défict de R$ 3,56 bilhões em outubro
Estados e municípios
De acordo com dados do Banco Central, o resultado positivo das contas públicas em outubro está relacionado com o desempenho dos estados, municípios e das empresas estatais.
No mês passado, o governo federal registrou um déficit primário de R$ 3,210 bilhões.
Esse valor, porém, foi compensado por um saldo positivo de R$ 5,164 bilhões nos estados e municípios, e de R$ 998 milhões nas estatais.
O Banco Central tem avaliado, nos últimos meses, que os superávits dos estados e municípios neste ano têm sido impulsionados pelo auxílio do governo federal para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, aprovado pelo Congresso Nacional.
Parcial do ano
No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, as contas do setor público consolidado apresentaram déficit primário de R$ 632,973 bilhões. O resultado foi o pior já registrado para o período na série histórica do BC.
Para este ano, havia uma meta de déficit para o setor público de até R$ 118,9 bilhões. Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional por conta da pandemia, não será mais necessário atingir esse valor.
Em todo ano de 2019, as contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 61,87 bilhões, ou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o sexto ano seguido de contas no vermelho, mas também foi o melhor resultado desde 2014, ou seja, em cinco anos.
Gastos com juros
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve déficit de R$ 30,924 bilhões nas contas do setor público em outubro.
Em 12 meses até outubro deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 1,011 trilhão, o equivalente a 13,95% do PIB – valor alto para padrões internacionais e economias emergentes.
Esse número é acompanhado pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.
O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do déficit primário elevado, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica.
Dívida bruta
A dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em outubro.
Em dezembro do ano passado, a dívida estava em 75,8% do PIB, somando R$ 5,5 trilhões. Em setembro deste ano, já tinha avançado para 90,5% do PIB (R$ 6,53 trilhões) e, em outubro, atingiu o recorde de 90,7% do PIB, o equivalente a R$ 6,57 trilhões, informou o Banco Central.
O Ministério da Economia tem estimado que a dívida bruta do setor público pode encerrar este ano em 94,4% do PIB devido aos gastos para combater a pandemia do novo coronavírus, e pelo tombo esperado na economia.

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Bovespa opera em alta e caminha para maior ganho mensal desde pelo menos 2002

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Na sexta-feira, o principal índice da bolsa subiu 0,32%, a 110.575 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta segunda-feira (30), em meio à falta de um viés único no exterior, após cinco pregões seguidos de ganhos e caminhando para a maior alta mensal desde, pelo menos, outubro de 2002. Às 10h48, o Ibovespa tinha alta de 0,162%, a 110.750 pontos. Veja mais cotações. Na sexta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,32%, a 110.575 pontos, nova máxima desde o Carnaval. Com o resultado o Ibovespa passou a acumular alta de 17,69% na parcial do mês. No ano, tem queda de 4,38%. B3 mais que dobra número de investidores ativos em 12 meses Cenário global e local Na visão do estrategista Dan H. Kawa, CIO da TAG Investimentos, movimentos de acomodação em ativos de risco como os registrados no exterior nesta sessão são plenamente normais e esperados mesmo em momentos de otimismo do mercado, segundo comentários a clientes. "Seguimos vivendo uma dicotomia entre um curto-prazo de notícias ainda desafiadoras em relação a pandemia, porém com perspectivas mais esperançosas em torna da vacina", afirmou à Reuters. Por aqui, os analistas do mercado financeiro subiram a estimativa de inflação para 2020 pela décima sexta semana seguida, de 3,45% para 3,54%. Já a projeção para o tombo do Produto Interno Bruto (PIB) no ano foi reduzida de 4,55% para 4,50%, segundo pesquisa "Focus" do Banco Central. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 recuou de R$ 5,38 para R$ 5,36. O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) recuou em novembro pelo segundo mês seguido, evidenciando as dificuldades de recuperação do setor. Além das preocupações com o risco de uma segunda onda de contaminações no país e de desaceleração do ritmo de recuperação da economia, segue no radar dos investidores as discussões em torno do Orçamento de 2021 e nas medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa No exterior, os mercados seguem guiados pelas esperanças de uma vacina contra o coronavírus e expectativa de recuperação da economia global. Nesta segunda, a farmacêutica norte-americana anunciou uma eficácia de 94,1% da sua vacina e que planeja solicitar uma autorização para uso emergencial do seu imunizante a agências reguladoras dos EUA e Europa. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia se, opera em alta nesta segunda-feira (30), em meio à falta de um viés único no exterior, engatando o quinto pregão e de alta e caminhando para a maior alta mensal desde, pelo menos, outubro de 2002.

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FGTS emergencial: R$ 7,9 bilhões não foram sacados; prazo para solicitar resgate termina dia 31 de dezembro

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Trabalhadores que tenham optado por não fazer a retirada ainda podem mudar de ideia e solicitar o saque entre os dias 7 e 31 de dezembro. Trabalhadores que tenham optado por não fazer o resgate podem mudar de ideia e solicitar o saque entre os dias 7 e 31 de dezembro. CAIO ROCHA/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO A Caixa informou nesta segunda-feira (30) que cerca de R$ 7,9 bilhões do Saque Emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) creditados em poupança digital não foram movimentados e, em razão disso, retornarão para as contas vinculadas dos trabalhadores, devidamente corrigidos. O calendário de pagamentos do Saque Emergencial do FGTS no valor de R$ 1.045 começou em junho e terminou neste mês de novembro. Durante todo o calendário, foram disponibilizados R$ 37,8 bilhões para mais de 60 milhões de trabalhadores. Ou seja, 20,9% do total não foi retirado. A Caixa lembra, porém, que os trabalhadores que ainda desejarem retirar os recursos podem solicitar o saque pelo aplicativo FGTS entre os dias 7 e 31 de dezembro. "Nesses casos, o saldo será transferido novamente para a conta digital aberta pela Caixa e ficará disponível para movimentação pelo aplicativo Caixa Tem", explica o banco. O saque emergencial foi criado por meio da Medida Provisória 946/20 em meio ao conjunto de açõs do governo para atenuar os impactos da pandemia de coronavírus. Veja tira-dúvidas sobre saques do FGTS de até R$ 1.045 Veja como consultar o saldo do FGTS Consulta de saldo e informações de saque Para receber o Saque Emergencial FGTS, é preciso estar com os dados cadastrais atualizados. Segundo a Caixa, os trabalhadores que ainda não receberam devem acessar o aplicativo FGTS, complementar os dados cadastrais e solicitar o saque dos valores, que serão creditados na Conta Poupança Social Digital. O valor e a data do crédito serão informados em seguida. A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para o saque emergencial FGTS: Site fgts.caixa.gov.br Central de Atendimento CAIXA 111, opção 2: Internet Banking Caixa: APP FGTS – Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android – Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares iOS (Apple) Vídeos: veja mais notícias sobre o FGTS

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Prefeitura de Cambé abre inscrições para concurso público com 25 vagas

segunda-feira, 30 novembro 2020 por Administrador

Inscrições devem ser feitas pela internet até 28 de dezembro. Há vagas para professores, auxiliar de saúde bucal, técnico em saúde bucal, enfermeiro, farmacêutico bioquímico e médicos. Concurso será realizado em fevereiro de 2021 Divulgação A Prefeitura de Cambé, no norte do Paraná, abriu, nesta segunda-feira (30), as inscrições para um concurso público com 25 vagas mais cadastro de reserva. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 28 de dezembro, as taxas custam R$ 60 e R$ 90, conforme o cargo desejado. Os pedidos de isenção de pagamento da inscrição devem ser feitos até o dia 4 de dezembro pelo site da organizadora do concurso. Do total de vagas, 13 são destinadas para contratação de professores que vão atuar na educação infantil e no ensino fundamental, quatro são para auxiliar em saúde bucal, três para médicos, e ainda há uma vaga para técnico em saúde bucal, enfermeiro, farmacêutico bioquímico, respectivamente. Confira o edital Os selecionados terão carga horária que podem variar de 20 a 40 horas semanais, ou em escala de plantão 12/36 horas. Os salários variam de R$ 1.697,46 a R$ 10.066,33, conforme o cargo pretendido. Provas As provas estão previstas para serem aplicadas no dia 21 de fevereiro de 2021. Todos os candidatos responderão a uma prova objetiva que tem caráter classificatório e eliminatório. Os inscritos para as vagas de professor também deverão escrever uma redação. O processo ainda contará com a etapa de avaliação de títulos para todos os cargos. O concurso terá validade por dois anos podendo ser prorrogado pelo mesmo período. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.

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