‘Trabalho digno’ deve persistir nas relações de emprego surgidas na pandemia, diz presidente do TST
Ministra Maria Cristina Peduzzi afirmou que teletrabalho vai perdurar e é preciso assegurar saúde e segurança a quem trabalha nessa modalidade. A presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, afirmou nesta quinta-feira (19) que é necessário assegurar que o “trabalho digno persista” nas novas relações de emprego surgidas na pandemia. Maria Cristina Peduzzi participou de um painel do Fórum Jurídico de Lisboa dedicado ao debate sobre a pandemia e suas repercussões no mercado de trabalho. Pandemia do coronavírus acelera transformações no mercado de trabalho A presidente do TST disse que formas consolidadas de trabalho se tornaram obsoletas durante a pandemia, em detrimento de novas relações como o teletrabalho. Levantamento do G1 aponta que o aumento da adesão das empresas ao home office por causa da pandemia fez disparar o número de ações nas Varas de Trabalho. No período de março a setembro deste ano, o número de processos subiu quase 263%, em comparação com o mesmo período de 2019. Para especialistas, esse aumento se deve à falta de regras mais claras para a modalidade de trabalho, que leva insegurança jurídica tanto para empresas como para funcionários. Em outubro, o Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou uma nota técnica com 17 recomendações para o teletrabalho, trabalho em home office, para empresas, sindicatos e órgãos da administração pública para garantir a proteção dos trabalhadores. Estudo do Ipea aponta o peso do trabalho remoto no mercado Solução de demandas Para a presidente do TST, o desafio do momento é produzir normas trabalhistas aptas a solucionar as demandas advindas das novas formas de produção e organização do trabalho, assegurando dignidade aos trabalhadores, segurança jurídica e incentivo à iniciativa privada. “Nós consideramos que o teletrabalho que mantém o vínculo com as suas flexibilizações, que mantém a disciplina pelo vínculo tradicional de emprego, e essas novas formas de trabalho por meio de plataformas e aplicativos, pela internet, constituem sem dúvida uma preocupação pela necessidade de se assegurar segurança e saúde nesse ambiente de trabalho, para se assegurar que o trabalho digno persista”, afirmou. A presidente do TST, ministra Cristina Peduzzi. Giovanna Bembom/TST Segundo a ministra, essas transformações no mercado de trabalho fizeram com que atividades antes desempenhadas por um vínculo de emprego passassem a ser prestadas de forma autônoma. A presidente do TST destacou que é preciso compatibilizar as novas formas de relação com uma legislação específica, a fim de se garantir condições dignas de trabalho aos autônomos. “Precisamos cuidar de alguma forma de se dosar, limitar a prestação diária de trabalho. Não é porque eu sou autônomo que vou trabalhar 20 horas por dia. É necessário que as condições mínimas civilizatórias, que preservem a saúde, não só do prestador mas de toda a sociedade, sejam implementadas e praticadas nas novas formas de trabalho”, afirmou. Negociações coletivas Maria Cristina lembrou que a reforma trabalhista estabeleceu a prevalência do negociado sobre o legislado e defendeu as negociações coletivas como forma de preencher as lacunas na legislação sobre essas novas formas de trabalho. “É por meio da negociação coletiva que, não havendo uma legislação específica, poderá se disciplinar a novas formas que estão sendo prestadas de trabalho”, afirmou a ministra. Mediador do painel, o ministro do TST Ives Gandra Martins Filho falou no mesmo sentido. Segundo ele, cada segmento deveria buscar soluções e não esperar uma legislação geral para resolver os problemas. “Em matéria de teletrabalho, por exemplo, vamos encontrar as melhores formas, em vez de esperar uma legislação que venha a resolver todos os problemas, cada segmento resolver os seus através das negociações coletivas”. disse. VÍDEOS: o trabalho pós-pandemia
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Diretor da Microsoft recomenda que códigos de verificação em duas etapas sejam geradas por app em vez de SMS
Recurso de segurança é 'essencial', mas usuários e empresas devem adotar mecanismos que não dependam da rede de telefonia. Saiba como usar os apps autenticadores.xr Senhas geradas no celular são mais seguras que senhas recebidas pela rede, diz especialista. Altieres Rohr/G1 O diretor de segurança de identidades da Microsoft, Alex Weinert, publicou um artigo recomendado a utilização de aplicativos autenticadores (que geram senhas temporárias) em vez de outros mecanismos de verificação em duas etapas, como SMS e chamadas de voz. A verificação em duas etapas ou autenticação multifatorial (MFA ou 2FA, nas siglas em inglês) é um recurso de segurança em que o acesso a um serviço é protegido por mais de um elemento. Normalmente, é utilizada uma senha e um código temporário, mas a tecnologia também pode empregar a biometria, cartões inteligentes e chaves USB. Para o especialista da Microsoft, esse recurso de segurança é "essencial" e corta drasticamente o número de acessos não autorizados. Segundo ele, as invasões em contas com autenticação multifatorial correspondem a 0,1% do total de contas comprometidas. Mas Weinert adverte que, se esse código temporário for recebido por SMS ou chamada de voz – como acontece em muitos serviços –, o usuário correrá mais perigo do que com outros mecanismos de autenticação secundária, inclusive quando o código é gerado por um app no celular. Em um ataque hipotético, ambas as senhas (geradas no aparelho ou recebidas pela rede) podem ser obtidas por um criminoso que roubar o aparelho ou contaminá-lo com um software espião. Contudo, apenas os códigos recebidos pela rede poderão ser interceptados por falhas de segurança na rede ou nos serviços das operadoras. Em outras palavras, um invasor tem mais possibilidades para acessar esse código quando ele é transmitido pela rede. Por essa razão, usuários devem preferir usar outros mecanismos quando eles estiverem disponíveis, e os prestadoras de serviço – que são o principal público do artigo – devem permitir o uso de outras modalidades de autenticação. Weinert não recomenda desativar o recurso em nenhuma hipótese. Como usar os apps autenticadores Um aplicativo autenticador é usado para ler um código QR no momento da configuração da autenticação em dois fatores. A partir desse código, o app gera senhas numéricas com base no horário configurado no telefone, atualizando essa senha periodicamente, da mesma forma que os "tokens" bancários. Por essa razão, é essencial que a data e a hora configurada no smartphone estejam corretas. Para usar o app, você precisa visitar a página de configuração de cada serviço compatível (Google, Facebook, Outlook, Dropbox, entre outros) e procurar pela opção de gerar senha por código QR ou gerar senha em aplicativo no celular. Como a senha é gerada no aplicativo, não é necessário aguardar o recebimento de códigos por SMS. Ao realizar o login, basta digitar a senha e o código gerado no app em seguida. É preciso, no entanto, ter alguns cuidados. O recebimento de códigos por SMS exige que você tenha mantenha o seu cadastro atualizado nos serviços para evitar que a senha seja enviada para outra pessoa que venha a adquirir uma linha que você abandonou. Os aplicativos autenticadores não sofrem com esse problema, já que as senhas ficam atreladas ao seu aparelho e não ao seu número, mas não será possível acessar a conta se você perder a configuração do aplicativo autenticador. Esse é um problema que não existe quando o código é recebido por SMS, já que basta ter acesso à linha para receber o torpedo. Para não deixar você sem acesso à conta nessa situação, a maioria dos serviços disponibiliza uma lista de códigos predefinidos que devem ser impressos e guardados em segurança. Esses códigos fixos poderão ser usados para reconfigurar a autenticação em duas etapas caso não seja possível gerar o código no aparelho (perda, roubo, defeitos, restauração de sistema etc.). O aplicativo de autenticação da Microsoft possui uma função de backup para essas situações, se você ativá-lo. O do Google, por sua vez, permite que você exporte as chaves para um novo aparelho – isso facilita a reconfiguração, mas não permite recuperar uma configuração perdida. Se o seu aparelho apresentar um defeito repentinamente e você usa o Autenticador do Google, você precisará dos códigos impressos. Baixe os apps autenticadores Importante: os aplicativos funcionam usando um padrão de geração de senhas. Portanto, você pode usar o autenticador do Google para os serviços da Microsoft ou vice-versa, além de usar o mesmo app para todos os demais serviços compatíveis, como Facebook, Discord, Twitter e outros. Microsoft Authenticator: Android / iPhone Google Autenticador: Android / iPhone Segurança violada Weinert não cita nenhum caso específico em seu artigo, mas vários incidentes e violações já foram possibilitadas pela interceptação de códigos enviados por chamadas ou SMS. Confira três exemplos: O envio de códigos de autenticação por chamadas de voz, aliado à falta de segurança nas caixas postais das operadoras de telefonia, permitiu a invasão das contas de Telegram de diversas autoridades em 2019. A rede social Reddit foi vítima de invasão após hackers burlarem a autenticação de SMS. Nos Estados Unidos, diversos proprietários de criptomoedas tiveram suas carteiras esvaziadas após criminosos conseguirem a cooperação de funcionários das operadoras para redirecionar as mensagens e obter os códigos de autorização. Em ao menos um caso, um investidor moveu uma ação contra a operadora. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital
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FMI alerta para ‘difícil’ recuperação mundial após Covid-19
Países deverão eliminar barreiras comerciais para a tecnologia médica para estimular melhora, disse a diretora-gerente do fundo, Kristalina Georgieva. A economia mundial enfrenta um árduo caminho para sua recuperação, após a crise da covid-19, e os países deverão eliminar as barreiras comerciais para a tecnologia médica para estimular essa melhora, disse a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira (19). Este apelo da diretora-gerente do FMI se volta para a reunião virtual do G20 neste fim de semana, no momento de retomada de uma pandemia que deixou mais de 1,3 milhão de mortos em todo o mundo, assim como uma crise que causou uma forte contração da economia global. "Embora uma solução médica para a crise esteja à vista, o caminho para a recuperação econômica continua sendo difícil e sujeito a retrocessos", antecipou Georgieva. Kristalina Georgieva, em imagem de arquivo Sergei Karpukhin/Reuters Para a diretor-gerente do organismo multilateral, o caminho para uma recuperação será árduo, e os países deveriam eliminar as barreiras tarifárias à tecnologia médica para avançar em direção à recuperação. Várias empresas farmacêuticas relataram progressos animadores para a produção de uma vacina eficaz contra o coronavírus, enquanto os casos continuam a aumentar, forçando alguns países a reimporem restrições para frear os contágios. "O aumento nas infecções é um poderoso lembrete de que uma recuperação sustentável não pode ser alcançada a menos que derrotemos a pandemia em todos os lugares", disse Georgieva, fazendo um apelo aos países para que cooperem, de modo a garantir que o fornecimento de vacinas, testes e medicamentos seja adequado. A chefe do FMI também pediu que haja esforços multilaterais para a fabricação, compra e distribuição de recursos médicos, especialmente para os países pobres. "Isso também implica eliminar as recentes restrições comerciais para equipamento médico, incluindo aquelas relacionadas com as vacinas", frisou Georgieva. Última cúpula O Fundo espera que o Produto Interno Bruto (PIB) global vá se contrair 4,4% este ano para, então, registrar uma recuperação de 5,2% em 2021. Georgieva destacou que o crescimento do terceiro trimestre foi melhor do que o esperado nos Estados Unidos, no Japão e em vários países europeus. A reunião virtual do G20 organizada pela Arábia Saudita será a última reunião deste grupo para o presidente dos EUA, Donald Trump, derrotado em sua tentativa de reeleição e ainda se recusando a reconhecer a vitória do democrata Joe Biden. Nesse ambiente sem precedentes nos Estados Unidos, não está claro se o magnata republicano participará do encontro. Durante sua administração, Trump incendiou conflitos comerciais com a China e com seus aliados europeus, que frearam o crescimento global desde antes da chegada do vírus. Em outra publicação, o FMI também pediu aos países que trabalhem juntos para conter a pandemia. "A combinação de políticas nacionais bem coordenadas com medidas globais vai ajudar a garantir que haja uma recuperação forte e sustentável", disse este credor multilateral. O FMI também lançou um apelo para que Reino Unido e União Europeia concluam um acordo comercial sobre suas suas trocas após o Brexit. Por fim, a instituição reiterou seu mantra em favor de que os países mantenham um maior nível de gasto público para superar a retração econômica e reconfigurar suas economias para o crescimento, assim como para lutar contra a mudança climática. Assista as últimas notícias de economia
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Senado pode votar nesta quinta-feira ajuda para afetados pelo apagão no Amapá
O Senado incluiu na pauta desta quinta-feira (19) um projeto de lei que cria um benefício aos consumidores de energia elétrica do Amapá afetados pelo apagão que há mais de duas semanas atinge regiões do estado.
O texto é do senador Lucas Barreto (PSD-AP), aliado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
O projeto dá crédito a consumidores residenciais e comerciais prejudicados pela interrupção no fornecimento de energia iniciada em 3 de novembro (detalhes do apagão no vídeo mais abaixo).
Entenda o apagão no Amapá em 7 pontos
Veja a cronologia da crise de energia elétrica
Pela proposta, o crédito será equivalente ao valor cobrado na fatura mensal pela empresa distribuidora, da data do incidente até o mês em que houver o restabelecimento total dos serviços. O texto não identifica quem irá arcar com o custo do benefício e pede para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) buscar a fonte de receita.
A medida precisa ser aprovada no Senado, na Câmara dos Deputados, e ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro para começar a valer.
O projeto também obriga a instalação de mecanismo de segurança nos estados produtores de energia elétrica. O Amapá tem três hidrelétricas, mas utiliza energia de apenas uma delas.
Atualmente, os custos de emergências do sistema elétrico são cobrados nas contas de luz de todos os usuários do país, por meio de encargos do sistema elétrico.
Ana Flor sobre Justiça no Amapá: 'Atrapalha a solução do problema'
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Países emergentes pressionam a OMC para suspender patentes de vacinas e remédios para a Covid
Índia e África do Sul retomarão proposta na reunião da Organização Mundial do Comércio desta sexta-feira (20); países ricos e indústria temem que a suspensão possa afetar investimentos na área de inovação. Foto tirada no dia 17 de novembro mostra seringa e frasco com etiqueta 'vacina Covid-19' escrita em inglês. Joel Saget/AFP Um grupo de países em desenvolvimento, liderado pela África do Sul e Índia, deve pressionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta sexta-feira (20) para autorizar uma suspensão das patentes de vacinas e medicamentos contra a Covid-19. A proposta – apresentada pela primeira vez ao Conselho de Propriedade Intelectual da entidade no fim de outubro – é questionada por países desenvolvidos porque, segundo eles, a medida impediria o desenvolvimento de novas tecnologias e inovação na área da saúde. ESPECIAL: Conheça as candidatas a vacina para a Covid-19 Vacina de Oxford contra Covid é segura para idosos Pfizer diz ter proposta para vacinar milhões de brasileiros no 1º semestre O porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tarik Jasarevic, disse ao G1 que a agência de Saúde das Nações Unidas apoia "qualquer tipo de ação" tomada pelos países para reduzir as barreiras no acesso às vacinas. “A OMS apoia que países explorem diferentes ferramentas para reduzir potenciais barreiras para o acesso a medicamentos e vacinas, incluindo as patentes", disse Jasarevic. Uma candidata à vacina contra o coronavírus da Sinovac Biotech é vista em seu estande durante a Feira Internacional de Comércio de Serviços da China (CIFTIS) em Pequim, no sábado (5) Tingshu Wang/Reuters Impacto em países pobres Representantes da África do Sul já disseram estar dispostos a tentar avançar com a aprovação do assunto, ainda que não seja unanimidade entre os membros da OMC. Normalmente, as decisões tomadas pelo conselho são feitas sob consenso. Os países em desenvolvimento alegam que, caso não haja uma suspensão dos direitos de propriedade intelectual nestes produtos médicos, países mais pobres serão impactados de forma desproporcional e podem encontrar dificuldades no abastecimento. Estudiosos tentam desenvolver vacina contra coronavírus. CDC/Unsplash O G1 entrou em contato com o Itamaraty e perguntou se o Brasil pretende apoiar a proposta do grupo ou se vai se alinhar aos Estados Unidos e países da União Europeia, contrários à suspensão. Até a última atualização desta reportagem, não houve resposta. O Brasil já chegou a criticar, anteriormente, o tratado internacional sobre patentes de medicamentos. Isso para derrubar o controle de poucos laboratórios no tratamento da Aids e garantir maior acesso aos remédios para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Patentes já registradas A China foi o primeiro país a conceder a patente para uma potencial vacina contra o coronavírus. Ainda que não haja nenhuma imunização aprovada em todo o mundo, a farmacêutica CanSino já tem o registro de sua vacina desde 11 de agosto. Isso significa que a CanSino tem a propriedade sobre a vacina e o direito de vender as doses. De acordo com o resumo da patente, a vacina apresenta boa imunização em testes com camundongos e pode ser produzida rapidamente em grande escala. Atualmente, há 212 estudos de vacinas em andamento no mundo todo. Pelo menos 48 deles já em fase de testes em humanos, segundo a OMS. Ao menos 11 estudos já estão bastante avançados, na terceira e última fase de testes antes de uma aprovação. China, Estados Unidos, Reino Unido, Rússia e Índia lideram entre os países com mais ensaios em fase final. VÍDEOS mais vistos da semana os e países da União Europeia, contráris. Até a última atualização desta reportagem, não houve resposta. Initial plugin text
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Agências do INSS estarão fechadas na próxima segunda-feira
Segundo o órgão, os atendimentos agendados para a data serão remarcados. Unidades não funcionarão devido ao ponto facultativo do feriado do Dia do Servidor. As agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estarão fechadas próxima segunda-feira (23) devido ao ponto facultativo relativo ao Dia do Servidor. A informação foi divulgada pelo Ministério da Economia.
Inicialmente, a data seria comemorada em 30 de outubro, mas essa previsão foi alterada e as agências permaneceram abertas naquele dia.
Segundo o INSS, antes da mudança do feriado, tinham sido feitos agendamentos "residuais" para o dia 23 de novembro, próxima segunda-feira.
Porém, o órgão afirmou que a Central 135, do INSS, "já está fazendo ligação ativa para remarcar quem eventualmente marcou".
Atendimento remoto
O INSS informou que os cidadãos podem buscar informações, pedir benefícios e agendar serviços pelo Meu INSS, também disponível como aplicativo para celular, ou por meio do telefone 135, que funciona de segunda a sábado, de 7h às 22h.
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Ações europeias recuam após pico recente por preocupações globais sobre vírus
Mineradoras, empresas de viagens, petróleo e gás e bancos perderam quase 2%. Operador na Bolsa de Valores de Frankfurt, na Alemanha. Ralph Orlowski/Reuters As ações europeias caíam nesta quinta-feira (19), já que os investidores temiam outra rodada de paralisações devido ao aumento dos casos de coronavírus em todo o mundo, com as ações cíclicas vinculadas ao crescimento liderando as perdas nos mercados regionais. O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,72%, a 1.497 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,75%, a 388 pontos, recuando de uma máxima em oito meses atingida nesta semana. Mineradoras, empresas de viagens, petróleo e gás e bancos, setores que se avançaram fortemente em novembro em meio a dados positivos sobre vacinas para a Covid-19, perderam quase 2%. As ações de mídia avançaram, enquanto o setor de serviços públicos e empresas de tecnologia registraram leves perdas. "Com o aumento das taxas de infecção e hospitalização e o risco de que as restrições atuais permaneçam em vigor ou sejam prorrogadas até 2021, a probabilidade de que qualquer dano econômico se torne permanente tende a aumentar", disse Michael Hewson, analista-chefe de mercados da CMC Markets em nota. Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 0,80%, a 6.334,35 pontos. Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,88%, a 13.086,16 pontos. Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,67%, a 5.474,66 pontos. Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,40%, a 21.536,24 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,64%, a 7.930,20 pontos. Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 1,14%, a 4.367,51 pontos.
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Facebook identifica 22,1 milhões de conteúdos com discurso de ódio no 3º trimestre de 2020
Relatório de transparência da rede social indicou que, a cada 10 mil visualizações de publicações, em todo o mundo, 10 a 11 delas continham algum material do tipo. Facebook compartilhou dados do Relatório de Transparência dos Padrões de Comunidade divulgados nesta quinta-feira (19). Richard Drew/AP Photo O Facebook disse que identificou, ao redor do mundo, 22,1 milhões de conteúdos com discurso de ódio durante o 3º trimestre de 2020, e que para cada 10 mil visualizações de conteúdo, 10 a 11 delas continham algum material do tipo. Os dados estão no Relatório de Transparência dos Padrões de Comunidade divulgados nesta quinta-feira (19). No Instagram, aplicativo que também faz parte do Facebook, foram mais 6,5 milhões de conteúdos com discurso de ódio identificados durante o período. Cerca de 95% das peças foram encontradas de forma "proativa", segundo a companhia – quando uma inteligência artificial é capaz de rotular a publicação ou comentário antes de alguém fazer uma denúncia. Em junho, centenas de anunciantes suspenderam seus anúncios publicitários no Facebook em meio à campanha "Stop Hate for Profit" ("Dê um Basta no Ódio por Lucro", em tradução livre), alegando que a rede deveria fazer mais para acabar com o ódio e a desinformação em sua plataforma. Celebridades, como Kim Kardashian, Leonardo DiCaprio e Katy Perry, deixaram de usar Facebook e Instagram por 24 horas em setembro para enviar uma mensagem semelhante. Prevalência do discurso de ódio Pela primeira vez, o relatório traz dados sobre a prevalência do discurso de ódio no Facebook em todo o mundo. Esse número estima a porcentagem de vezes que as pessoas veem um conteúdo que estão fora das regras da rede social. O cálculo é feito com base em uma amostra do conteúdo visto no Facebook, e quantos deles violam as políticas de discurso de ódio da companhia. Os dados indicam que a prevalência de discurso de ódio está entre 0,10% a 0,11% – para cada 10 mil visualizações de conteúdo, em todo o mundo, 10 a 11 delas continha algum conteúdo do tipo. Essa estimativa considera que uma publicação pode ser vista muitas vezes em um curto espaço de tempo, enquanto outra pode permanecer no ar por mais tempo, e ser vista por poucas pessoas. Números Durante o 3º trimestre de 2020, o Facebook identificou e tomou alguma ação (como remoção ou redução de alcance), em todo o mundo, em: 22,1 milhões de peças de conteúdo de discurso de ódio; 19,2 milhões de peças de conteúdo violento e gráfico (foram 15 milhões no segundo trimestre); 12,4 milhões de peças conteúdo de nudez infantil e conteúdo de exploração sexual (9,5 milhões no segundo trimestre); 3,5 milhões de conteúdos de bullying e assédio (2,4 milhões no segundo trimestre). O relatório também aponta os números do Instagram: 6,5 milhões de peças de conteúdo de discurso de ódio (3,2 milhões no segundo trimestre); 4,1 milhões de peças de conteúdo violento e gráfico (3,1 milhões no segundo trimestre); 1 milhão de peças de nudez infantil e conteúdo de exploração sexual (481.000 no segundo trimestre); 2,6 milhões de conteúdos de intimidação e assédio (2,3 milhões no segundo trimestre); 1,3 milhão de conteúdos de suicídios e automutilação (277.400 no segundo trimestre). O Facebook atribui o aumento nos números de detecção de conteúdo às ferramentas de inteligência artificial que realizam parte da moderação em seus aplicativos. Um comunicado da companhia diz que, atualmente, a inteligência artificial identifica 94,7% do discurso de ódio removidos – no ano passado, esse número era de 80,5%, e em 2017 era de 24%. A companhia é alvo de críticas por algumas decisões de moderação e pela demora na remoção de publicações, em casos nos quais os sistemas automatizados não são capazes de identificar se um conteúdo viola as regras – por conta de contextos culturais, por exemplo. O Facebook disse que expandiu as regras, e criou um conselho de supervisão para revisar as práticas de moderação que começou a funcionar em outubro. Em setembro, um grupo lançou um "conselho alternativo", com a intenção de pressionar a companhia a agir mais rapidamente. Vídeo: executivos de redes sociais defendem moderação em postagens Executivos de redes sociais defendem moderação em postagens Veja os vídeos mais assistidos do G1
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Google fica instável para algumas pessoas
Os serviços do Google, incluindo a busca, o Drive e o Gmail, ficaram instáveis na tarde desta quinta-feira (19), e acesso retornou alguns minutos depois. Google Arnd Wiegmann/Reuters Os serviços do Google, incluindo a busca, o YouTube, o Drive e o Gmail, ficaram instáveis na tarde desta quinta-feira (19) para algumas pessoas. Usuários relataram nas redes sociais, a partir das 15h40, que tiveram problemas com os produtos da empresa, mas o acesso voltou ao normal alguns minutos depois. O site DownDetector, que reúne reclamações, registrou dificuldades para utilizar o Google a partir das 15h30. Site DownDetector registrou mais de 600 reclamações às 15h30 (horário de Brasília) de quinta-feira (19). Reprodução/DownDetector Algumas pessoas relataram que as reuniões no Meet, serviço de videochamadas da companhia, caíram repentinamente. Os acessos ao Drive e à busca também ficaram lentos ou instáveis – usuários viam a mensagem "o servidor encontrou um erro" no rodapé da página. Google Drive ficou instável na tarde de quinta-feira (19). Reprodução O G1 entrou em contato com o Google, e até a última atualização desta reportagem não obteve retorno. Veja alguns relatos de usuários: Initial plugin text Initial plugin text m Initial plugin text a Initial plugin text s Initial plugin text Veja os vídeos mais assistidos do G1
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TSE diz que WhatsApp baniu mais de mil contas por disparos em massa durante período eleitoral
Disparo em massa é proibido e, segundo tribunal, foram recebidas mais de 4 mil denúncias. Aplicativo de mensagens tem parceria com TSE para tentar combater disseminação de fake news. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou uma nota nesta quinta-feira (19) na qual informou que o aplicativo de mensagens WhatsApp baniu 1.004 contas após denúncias de disparos em massa entre 27 de setembro e 15 de novembro.
O período informado pelo tribunal compreende o início da propaganda eleitoral e o primeiro turno das eleições municipais.
O disparo de mensagens em massa é proibido e passível de punição no âmbito eleitoral porque a Justiça entende que tem potencial de afetar o equilíbrio da disputa entre os candidatos.
Plataforma de denúncias
As contas banidas foram denunciadas na plataforma mantida pelo TSE e pelo WhatsApp, criada para tentar combater a disseminação de conteúdo falso, as chamadas fake news. O TSE também tem acordos com outras empresas de redes sociais.
Ao todo, o TSE informou ter recebido por este canal 4.759 denúncias. Além disso, o tribunal informou:
4.630 denúncias foram enviadas para análise do WhatsApp;
3.236 denúncias foram efetivamente analisadas;
1.004 contas foram banidas após análise;
129 denúncias foram descartadas por não terem relação com as eleições.
Podcast
Ouça o episódio especial do podcast O Assunto sobre as eleições, as redes sociais e a desinformação:
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