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Bovespa opera em queda nesta sexta

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Na quinta-feira, o Ibovespa subiu 0,52%, a 106.669 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em queda nesta sexta-feira (19), com o noticiário doméstico esvaziado, após o fim da temporada de balanços corporativos Às 16h23, o Ibovespa tinha queda de 0,48%, a 106.157 pontos. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa fechou em alta de 0,52%, a 106.669 pontos. Na parcial do mês, o Ibovespa acumula alta de 13,54%. No ano, tem queda de 7,76%. Nova York retoma medidas de restrição contra a Covid-19 nesta sexta (13) Cenários No exterior, ainda prevalecia a cautela relacionada às negociações de novos pacotes de estímulos econômicos, em meio a um aumento no número de casos de coronavírus, enquanto o avanço no desenvolvimento de vacinas dava esperanças ao mercado. Uma potencial segunda onda da pandemia de coronavírus seguia preocupando investidores. O número de pacientes hospitalizados com a Covid-19 nos EUA saltou quase 50% nas últimas duas semanas, forçando alguns Estados norte-americanos a estabelecerem novas restrições para conter a propagação do vírus. Alguns países da Europa já restabeleceran lockdowns nas últimas semanas. Nesta sexta-feira, a Pfizer anunciou que pediu a agências reguladoras dos Estados Unidos uma autorização de uso de emergência para sua vacina. O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que os principais programas de empréstimos do Federal Reserve para conter os impactos da pandemia vão expirar em 31 de dezembro, colocando o governo Trump em desacordo com o banco central e potencialmente adicionando estresse à economia enquanto o presidente eleito Joe Biden organiza sua futura administração. No Brasil, agentes financeiros avaliavam declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, na noite de quinta-feira. Guedes afirmou que se a segunda onda da pandemia de fato ocorrer no país, ela será enfrentada pelo governo. "Se a doença vier estamos numa outra dimensão, sabemos como agir, mas não é nosso plano", disse Guedes, voltando a frisar que o "plano A" é prosseguir com a realização de reformas, com respeito ao teto de gastos e sem programas populistas. O economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, afirmou em nota que o ministro "já não consegue mais contaminar o mercado com seu usual otimismo e soluções fáceis para os difíceis problemas brasileiros". "As soluções tanto pregadas pelo ministro não avançam em especial as privatizações, redução dos gastos e o tamanho do Estado", afirmou. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Quais são as cidades mais caras do mundo – e o que mudou com a pandemia

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Ranking feito pela revista The Economist trouxe diversas alterações, principalmente pelo avanço do coronavírus no mundo; Rio e São Paulo caem de posição. A pandemia de covid-19 trouxe algumas alterações no ranking das cidades mais caras do planeta, segundo levantamento anual do The Economist Intelligence Unit, o braço de análises e pesquisas da revista The Economist. De acordo com o ranking, que analisa o custo de vida em todo o mundo, as três cidades mais caras atualmente são Zurique (Suíça), Paris (França) e Hong Kong (China). No ano passado, Cingapura empatou na primeira posição. Em 2020, porém, ela caiu para a quarta colocação. Zurique, a cidade mais cara do mundo Arnd Wiegmann/Reuters O levantamento revelou que os preços em Cingapura reduziram em 2020. Estudiosos atribuem isso ao fato de que muitos estrangeiros deixaram a região, em decorrência da crise sanitária do coronavírus. O relatório da revista The Economist revelou que os preços subiram na maioria das cidades chinesas, em razão das recentes tensões entre os Estados Unidos e a China. A guerra comercial entre os dois países testou a resiliência das cadeias de abastecimento e aumentou os preços aos consumidores. "As cidades asiáticas têm tradicionalmente dominado as classificações nos últimos anos, mas a pandemia reorganizou as classificações neste ano", disse Upasana Dutt, diretora de custo de vida da publicação. Bangkok, por exemplo, caiu 20 posições e agora ocupa o 46º lugar entre as cidades mais caras. Cidades mais caras do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo desceram para a 119ª posição neste ano. Os altos valores na Europa As cidades da América, África e do Leste Europeu ficaram mais baratas desde o ano passado, enquanto os custos nas cidades da Europa Ocidental encareceram. O aumento dos preços nesta parte da Europa é justificado porque na região há quatro das dez cidades mais caras do mundo, como a capital financeira da Suíça e a capital da França, que estão no topo da lista. Conforme o levantamento, a principal causa da variação do custo de vida em muitos países foi o impacto da pandemia sobre o dólar. Segundo Upasana Dutt, o dólar perdeu valor, enquanto moedas do oeste europeu e do norte da Ásia ganharam força. O levantamento aponta que Paris e Zurique se uniram a Hong Kong no topo da lista devido à alta do euro e do franco suíço. Das cidades europeias, Genebra e Copenhague estão em sétimo e nono lugar, respectivamente. A maior alta de preços ocorreu na capital do Irã, Teerã, que subiu 27 posições no ranking, em razão das sanções dos Estados Unidos, que afetaram o fornecimento de produtos. A situação na América Latina Duas cidades brasileiras estão entre as que tiveram as maiores quedas de preços neste ano: Rio de Janeiro e São Paulo continuam sendo as mais caras do Brasil. As duas retrocederam 23 posições. Cidade do México e Lima, no Peru, também caíram no ranking e atualmente estão, respectivamente, nas posições 73 e 77. O relatório do The Economist usa dados adotados por multinacionais para calcular o custo de viagens de negócios e pacotes a estrangeiros. O índice de custo de vida mundial feito pelo levantamento comparou os preços de 138 bens e serviços em 133 grandes cidades em setembro. Em geral, os preços continuaram estáveis em comparação ao ano passado, mas o relatório diz que os valores dos bens essenciais têm sido mais lineares do que os não essenciais. Os desafios logísticos afetaram os preços e até os produtos. Houve, por exemplo, aumento de preços de massas em algumas regiões e escassez de produtos como papel higiênico em alguns lugares. Em dez categorias avaliadas pelo relatório, tabaco e recreação registraram os maiores aumentos de preços. Já os valores das roupas registraram a queda mais acentuada, pois muitas pessoas deixaram de gastar com vestuário em meio à pandemia. "Em termos de bens de consumo, houve uma forte alta nos preços dos computadores", disse Dutt. O principal motivo para esse aumento seria o crescimento das vendas de eletrônicos, pois muitas empresas passaram a adotar o trabalho remoto. As 10 cidades mais caras do mundo Zurique (Suíça) Paris (França) Hong Kong (China) Cingapura Tel-Aviv (Israel) Osaka (Japão) Genebra (Suíça) Nova York (EUA) Copenhague (Dinamarca) Los Angeles (EUA) Assista as últimas de economia

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Microsoft anuncia integração do processador seguro ‘Pluton’ com produtos Intel, AMD e Qualcomm

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Tecnologia foi desenvolvida para console Xbox One e tem potencial para renovar opções de segurança dos PCs e notebooks com Windows. Em parceria com Intel, AMD e Qualcomm, Microsoft pretende embutir processador de segurança em CPUs para computadores e notebooks. Ted S. Warren/AP Photo/Arquivo A Microsoft anunciou o lançamento do Pluton, um módulo de segurança que deverá se tornar parte integrante dos computadores e notebooks vendidos com Windows 10. Para viabilizar a presença o Pluton, a Microsoft firmou uma parceria com as principais fabricantes de processadores – Intel, AMD e Qualcomm –, o que deverá levar a tecnologia diretamente para o "cérebro" das máquinas. O Pluton atuará no lugar do Módulo de Plataforma Confiável (TPM, na sigla em inglês), o que significa que ele se tornará o novo responsável pelo armazenamento de chaves criptográficas e de autenticação. Mas o chip também deve ser capaz de realizar tarefas que não fazem parte do módulo de segurança tradicional. Segundo a Microsoft, o Pluton poderá detectar alterações no firmware (o software básico responsável pelo funcionamento do hardware) e se comunicar diretamente com os servidores da Microsoft para garantir a integridade do sistema e instalar atualizações por meio do Windows Update. Dessa forma, a Microsoft planeja centralizar a atualização de firmware em PCs, que hoje é determinada pelo fabricante. Como o usuário nem sempre conhece o procedimento e não é possível fornecer instruções de uso geral, muitos sistemas ficam com o firmware desatualizado e inseguro. SAIBA MAIS: Software em chip de placa-mãe é adulterado para contaminar Windows após 'formatação' Outra vantagem em relação ao TPM é a diminuição do risco de exposição de dados. Por estar integrado diretamente ao processador, será mais difícil interceptar a comunicação entre a CPU e o Pluton, como hoje acontece em alguns ataques envolvendo o TPM. Tecnologia do Xbox e integração com processadores Segundo a Microsoft, o Pluton foi inicialmente desenvolvido para garantir a segurança do console de videogame Xbox One, lançado em 2013. A tecnologia foi incluída na plataforma em parceria com a AMD, que desenvolve a CPU com gráficos integrados do console. Para evitar trapaças em jogos on-line e pirataria, consoles costumam ter uma série de recursos para detectar e bloquear modificações de software e de hardware. Além do Xbox, o Pluton também já é utilizado no Azure Sphere, um conjunto de tecnologias para o desenvolvimento de dispositivos da "internet das coisas". A fabricante de chips MediaTek, que não foi mencionada no anúncio, desenvolve processadores para essa tecnologia. A Microsoft também já tem uma parceria com a Qualcomm. Mais reconhecida pela linha de processadores Snapdragon, que está presente em vários celulares Android topo de linha, a Qualcomm trabalhou com a Microsoft para desenvolver o SQ1, um chip que promete mais desempenho que os modelos de smartphones – ao custo de maior consumo elétrico – para viabilizar o uso do Windows 10 em notebooks com ARM. O Surface Pro X da Microsoft foi lançado com essa CPU. Esse modelo não é comercializado oficialmente no Brasil. SAIBA MAIS: Microsoft oferece recompensa de US$ 100 mil para quem encontrar falhas em sua tecnologia de 'internet das coisas' Segurança de hardware defasada Não é novidade que a Microsoft tinha receios com a segurança do hardware em que seu sistema operacional é executado. Em abril, o vazamento de uma apresentação preparada por um especialista da linha Surface explicou que a Microsoft não inclui a tecnologia Thunderbolt em seus produtos por motivos de segurança. Segundo a apresentação, é possível ler toda a memória do computador por meio dessa porta e burlar medidas de proteção de dados, inclusive a criptografia. Em maio de 2019, um mês após a apresentação vir a público, especialistas demonstraram um ataque exatamente como o previsto pela Microsoft, derrotando a criptografia do sistema pela porta Thunderbolt com modificações que podiam ser feitas em poucos minutos. Chip T2, da Apple, fornece segurança para produtos das linhas MacBook, iMac e Mac Pro. Sonic840/DeviantArt/Creative Commons/BY-NC-SA O ataque, porém não funcionava em MacBooks, da Apple. A fabricante do iPhone desenvolveu um coprocessador de segurança especial para seus computadores, o T1. O produto está hoje em sua segunda geração, o T2, e fornece auxílio em tarefas de processamento vídeo, além de ficar encarregado pelas funções de segurança do computador. SAIBA MAIS: MacBook da Apple vai desligar microfone quando usuário fechar a tampa A disponibilidade do Thunderbolt é hoje restrita a modelos intermediários e avançados, mas ele deve ser adotado por todos os computadores como parte do USB 4.0. Se os mesmos ataques contra o Thunderbolt fossem viáveis contra a nova versão do USB, o número de máquinas vulneráveis seria maior. Embora a Miocrosoft não tenha mencionado nenhum cenário de específico para ilustrar a capacidade do Pluton, diversas funcionalidades do chip têm potencial para inibir os ataques contra o Thunderbolt. O Pluton será capaz de emular um chip de TPM, que é um padrão da indústria e tem servido como módulo de segurança para computadores com Windows desde o início dos anos 2000. Embora tenha recebido atualizações, a tecnologia nem sempre está presente em todos os sistemas com os mesmos recursos, já que vários fabricantes podem desenvolver esses módulos. Em computadores montados por entusiastas, o TPM não costuma estar presente – o que levou a Intel e a AMD a adicionarem um TPM virtual (chamado de fTPM). Em novembro de 2019, especialistas demonstraram falhas graves no fTPM da Intel e no TPM da fabricante STMicroelectronics. Embora a principal função do TPM seja proteger as chaves criptográficas, as vulnerabilidades permitiam roubar essas chaves em cerca de 20 minutos. Tomando a iniciativa para desenvolver o Pluton, a Microsoft provavelmente busca unificar as funções de segurança do hardware e do sistema operacional, enquanto a compatibilidade com as funções básicas do TPM pode permitir que a tecnologia seja ao menos parcialmente compatível com outros sistemas, como o Linux. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Vídeos: tudo sobre segurança digital

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UE diz que acordo do Brexit ainda está a ‘metros da linha de chegada’

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Bruxelas e Londres continuam em choque a respeito dos direitos de pesca, garantias de concorrência justa e maneiras de resolver disputas futuras. A União Europeia e o Reino Unido avançaram mais rumo a um acordo comercial nos últimos dias, mas ainda há muito trabalho a fazer para que um pacto entre em vigor até o prazo do final do ano, disse a executiva-chefe do bloco nesta sexta-feira (19). Foto mostra reunião do Comitê Misto União Europeia-Reino Unido na sede do bloco europeu em Bruxelas John Thys/ AP Diplomatas informados mais cedo pelo Executivo da UE, que está negociando com o Reino Unido em nome dos 27 países-membros, disseram que Bruxelas e Londres continuam em choque a respeito dos direitos de pesca, garantias de concorrência justa e maneiras de resolver disputas futuras. Brexit: Reino Unido sai da União Europeia Mas a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, adotou um tom mais otimista sobre as conversas de última hora em uma coletiva de imprensa, destacando o progresso na questão de se assegurar condições igualitárias para a ajuda estatal. "Depois de semanas difíceis com um progresso muito, muito lento, vimos um progresso melhor nos últimos dias, mais movimento em temas importantes. Isto é bom", disse ela. "Dentro do arcabouço das condições igualitárias, houve progresso, por exemplo, na ajuda estatal, mas ainda há alguns metros até a linha de chegada, então ainda há muito trabalho a fazer". Brexit: cúpula entre líderes da União Europeia continua nesta sexta (16), em Bruxelas Três diplomatas veteranos da UE disseram à Reuters que, no informe aos embaixadores, a Comissão enfatizou que as conversas ainda estão travadas em três questões centrais, mas que agora existe um ímpeto que os deixou esperançosos no fechamento de um acordo a tempo. "Realmente havia uma sensação de que estamos vendo muito ímpeto e de que, de alguma maneira, encontraremos um caminho", disse um deles. Os principais negociadores do Brexit suspenderam as conversas diretas na quinta-feira porque um membro da equipe da UE foi diagnosticado com Covid-19, mas autoridades continuam trabalhando remotamente para firmar um acordo comercial que entraria em vigor em seis semanas. Assista as últimas notícias de economia

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União transferiu R$ 17,1 bilhões para estatais dependentes em 2019, aponta relatório

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Ministério da Economia divulgou avaliação de 46 estatais controladas diretamente pela União. O Ministério da Economia divulgou nesta sexta-feira (19) uma avaliação de 46 empresas estatais controladas diretamente pela União. O documento mostra que, no ano passado, a União transferiu R$ 17,1 bilhões para cobrir despesas de 18 estatais dependentes, que não geram receita suficiente para bancar seu próprio funcionamento.
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De acordo com a pasta, em 2019, foram gastos R$ 101 bilhões em salários dos 448 mil funcionários dessas empresas. Em algumas, o gasto anual para remunerar diretores chegou a R$ 2,7 milhões.
As despesas com assistência à saúde somaram R$ 10 bilhões em 2019, com atendimento a 1,67 milhão de pessoas, entre funcionários, dependentes e aposentados. As despesas com previdência complementar somaram R$ 8,1 bilhões.
“Esse material é um choque de transparência”, diz em nota o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, Diogo Mac Cord. “A melhor arma que a gente pode ter para combater qualquer tipo de privilégio é a transparência. Isso é controle social.”
No relatório, são reunidas as principais informações contábeis e patrimoniais, indicadores econômicos, despesas com pessoal, benefícios de assistência à saúde e previdência complementar. Segundo o Ministério da Economia, até então esses dados estavam acessíveis em bases de dados distintas.
A elaboração do relatório atende a uma recomendação da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), na qual o Brasil pretende ingressar.
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Companhias aéreas precisarão entre US$ 70 bi e US$ 80 bilhões adicionais de ajuda, diz IATA

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Setor já recebeu 160 bilhões de dólares dos governos. Sem a ajuda adicional, Alexandre de Juniac, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) acredita que boa parte das empresas podem não sobreviver à crise. As companhias aéreas precisarão entre 70 e 80 bilhões de dólares (equivalente a cerca de R$ 373 e R$ 426 bilhões) em ajuda adicional dos governos para sobreviver à crise da Covid-19, que está esgotando sua renda, afirmou Alexandre de Juniac, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), ao jornal francês La Tribune.
O setor já recebeu 160 bilhões de dólares em ajudas dos governos, mas "para os próximos meses, as necessidades da indústria estão estimadas entre 70 e 80 bilhões de dólares em ajudas adicionais".
"Caso contrário, as empresas não sobreviverão", disse De Juniac em uma entrevista.
"Quanto mais durar a crise, maior será o risco de falências", disse De Juniac. "Quase 40" empresas estão "com dificuldades muito grandes, em processo de recuperação ou falência".
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Desde o início da crise do coronavírus, que paralisou quase toda a frota mundial durante várias semanas no começo do ano, os governos têm oferecido ajuda às empresas em diversas formas (empréstimos, ajuda direta, auxílio para manter empregos).
No entanto, com a segunda onda de coronavírus, o tráfego não conseguiu se reativar e as empresas continuarão registrando perdas.
É provável que este ano se aproximem "dos 100 bilhões, em vez dos 87 bilhões anunciados anteriormente", segundo De Juniac.
Sobre as possíveis fusões no setor, o chefe da IATA afirmou que isso exige "que as empresas tenham os meios para se comprarem mutuamente", em um momento em que estão "em modo de sobrevivência".
Entretanto, a longo prazo, considera "provável" que haja "menos atores, devido às falências, e que esses atores sejam um pouco menores, porque serão obrigados a vender uma grande parte de sua frota ou a fechar rotas, ou ter horários de voo mais limitados".
A IATA se reúne a partir de segunda-feira (23) para a assembleia-geral anual da organização, que reúne 290 companhias aéreas de todo o mundo.
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Ministério da Economia reduz para R$ 844 bi previsão de rombo nas contas do governo em 2020

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Informação consta no relatório de receitas e despesas do orçamento deste ano. No fim de outubro, estimativa para o déficit nas contas do governo estava em R$ 880 bilhões. As contas do governo devem registrar déficit primário de R$ 844,5 bilhões neste ano, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (20) no relatório de receitas e despesas do orçamento deste ano.
Há déficit primário quando as despesas do governo superam as receitas com impostos e contribuições. Quando ocorre o contrário, há superávit. A conta do déficit primário não considera os gastos do governo com o pagamento dos juros da dívida pública.
Em setembro, também no relatório do orçamento, a área econômica estimou que o rombo nas contas públicas seria maior: de R$ 861 bilhões.
No final de outubro, por ocasião do balanço das ações de combate à pandemia do novo coronavírus, a previsão estava em um déficit fiscal de R$ 880,5 bilhões nas contas do governo.
O novo cálculo considera uma retração de 4,5% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, última estimativa divulgada pelo Ministério da Economia.
Para este ano, o governo tinha autorização para registrar em suas contas um déficit primário de até R$ 124,1 bilhões.
Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional devido à pandemia do novo coronavírus, o governo não está mais obrigado a cumprir a meta, ou seja, está autorizado a gastar mais.
Receitas e despesas
De acordo com o Ministério da Economia, a queda no déficit previsto para as contas do governo neste ano está relacionada a um aumento das receitas, em relação ao previsto em setembro, e também a uma redução dos gastos estimados para 2020.
Com relação às despesas, o Ministério da Economia destacou a queda de R$ 11,749 bilhões neste ano, sendo R$ 9,441 bilhões relativos aos gastos discricionários (não obrigatórios). Nesse caso, segundo o governo, houve redução do pagamento do Bolsa Família devido à opção dos beneficiados pelo auxílio emergencial.
Além disso, houve queda de R$ 2,098 bilhões em subsídios por conta da "atualização dos compromissos até o final do ano", envolvendo, entre outros, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) e o Plano Safra.
O relatório também reduziu em R$ 1,789 bilhão a previsão de gastos com benefícios previdenciários. Segundo o governo, a tendência de queda dessas despesas se confirmou, refletindo os efeitos da Reforma da Previdência e de mudanças nas previsões de concessão de benefícios diante da pandemia de Covid-19.
Do lado das receitas, o governo estimou um aumento de R$ 9,868 bilhões na arrecadação de impostos e contribuições federais, considerando R$ 10,164 bilhões a mais nas receitas do Imposto de Renda. Também foi elevada em R$ 4,302 bilhões a estimativa para a arrecadação previdenciária em 2020.
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Mnuchin diz que pequenas e médias empresas dos EUA precisam de subsídios, não de empréstimos

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Secretário do Tesouro dos Estados Unidos defendeu encerrar em 31 de dezembro vários dos principais programas Fed para empréstimos relacionados à pandemia. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, defendeu nesta sexta-feira (20) sua decisão de encerrar em 31 de dezembro vários dos principais programas do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para empréstimos relacionados à pandemia, dizendo que o Congresso deveria usar o dinheiro para ajudar pequenas empresas norte-americanas com subsídios. O presidente do Fed, Jerome Powell, e o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, criticaram a medida do Tesouro, dizendo que os programas – embora não tenham sido usados ​​extensivamente – forneceram um apoio importante para a economia. Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin AP Photo/Susan Walsh Mnuchin disse a Powell em uma carta na quinta-feira que os US$ 455 bilhões alocados ao Tesouro sob a Lei CARES na primavera passada (nos EUA) – grande parte desse volume reservado para apoiar empréstimos do Fed a empresas, organizações sem fins lucrativos e governos locais – deveriam ser disponibilizados para realocação pelo Congresso. Mnuchin disse, em entrevista à CNBC, que o Congresso sempre pretendeu que os programas de empréstimo terminassem em 31 de dezembro e procurou tranquilizar os mercados de que o Fed e o Tesouro tinham muitas ferramentas restantes para apoiar a economia. "Os mercados deveriam estar muito confortáveis ​​com o fato de que ainda temos capacidade suficiente", disse Mnuchin, acrescentando que o Tesouro poderia reativar os instrumentos recorrendo ao ESF, um fundo de emergência raramente usado e que fica baseado no departamento. "Caso essas (ferramentas) precisem ser reativadas, temos mais de 800 bilhões de dólares de capacidade, então considero que é uma bazuca muito boa", disse ele. Os 800 bilhões de dólares estariam combinando o ESF e o capital dos instrumentos restantes do Federal Reserve. Mnuchin negou que a medida visasse prejudicar o governo do presidente eleito, o democrata Joe Biden, que assumirá o cargo em 20 de janeiro. "Não estamos tentando impedir nada", disse Mnuchin, acrescentando que seu departamento trabalhará em estreita colaboração com o próximo governo "se as coisas forem certificadas". Mnuchin disse que ele e o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, conversariam com os líderes republicanos no Congresso na sexta-feira e redobrariam seus esforços para aprovar novas medidas de estímulo. "Queremos que o Congresso se reaproprie desse dinheiro", disse. Vídeos: Últimas notícias de economia

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Imposto de Renda: Receita abre consulta a lote residual de restituição nesta segunda

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

Dinheiro da restituição será liberado no próximo dia 30. Receita irá pagar R$ 399 milhões a mais de 198 mil contribuintes nesse lote. Receita Federal vai abrir nesta segunda-feira consulta a lote residual de restituição do IR de novembro Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal vai abrir na próxima segunda-feira (23) a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de novembro. O lote residual será para 198.967 contribuintes, totalizando mais de R$ 399 milhões. Segundo a Receita, o dinheiro das restituições será depositado no dia 30 de novembro. As consultas poderão ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou 910 mil contribuintes caíram na malha fina Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores na semana que vem; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

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Brasilprev nomeia Ângela de Assis como nova presidente

sexta-feira, 20 novembro 2020 por Administrador

A executiva exercia, desde 2017, a função de diretora comercial e de marketing na empresa; ela é a primeira mulher na presidência da maior empresa do setor de Previdência do país. A Brasilprev escolheu Ângela Beatriz de Assis como nova presidente da companhia, que faz parte da holding BB Seguridade. A executiva exercia, desde 2017, a função de diretora comercial e de marketing na empresa.
Ângela é a primeira mulher na presidência da maior empresa do setor de Previdência do país. A executiva substitui Marcio Hamilton, que recentemente foi nomeado como presidente da BB Seguridade.
A nova presidente da Brasilprev iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 1992. Atuou até 2004 na rede de agências de varejo e também de atacado. Na sequência, assumiu a gerência de divisão nas diretorias de varejo e cartões e, de 2009 a 2012, foi gerente executiva na diretoria de controles internos. Ainda como gerente executiva, ocupou a diretoria de seguros, Previdência aberta e capitalização por 11 meses.
Na sequência, assumiu, na BB Seguros, o cargo de diretora de clientes, comercial e de produtos, entre março de 2013 e maio de 2017. Após esse período, Ângela assumiu o cargo de diretora na Brasilprev.
“É motivo de orgulho receber esse reconhecimento dos acionistas da Brasilprev, a BB Seguros e a Principal”, destaca Ângela.
A Brasilprev tem como acionistas a BB Seguridade, braço de seguros, capitalização e Previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 300 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2 milhões de clientes.
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