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Jorge Ben Jor tem voo musical e político historiado em livro que o investiga a partir do álbum ‘África Brasil’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

A narrativa extrapola o antológico disco de 1976 e traça perfil biográfico-analítico do artista carioca de prováveis 81 anos. Capa do livro 'África Brasil – Um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver' Érico Peretta Resenha de livro Título: África Brasil – Um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver Autoria: Kamille Viola Edição: Edições Sesc (somente em e-book) Cotação: * * * * ♪ O recém-lançado livro sobre o 14º álbum de Jorge Ben Jor – África Brasil, disco digno de figurar em qualquer antologia fonográfica nacional – oferece mais do que promete. Caso se limitasse somente a dissecar a gravação do LP e a criação do repertório inteiramente autoral desse álbum de 1976 em que o artista carioca assume a eletricidade da guitarra, em processo iniciado em 1975 com a transição do músico do violão para o amplificado violão ovation, o livro África Brasil – Um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver já teria dado contribuição relevante à bibliografia musical brasileira. Contudo, a jornalista carioca Kamille Viola – autora do terceiro título da Coleção Discos da Música Brasileira, organizada por Lauro Lisboa Garcia e lançada pelas Edições Sesc – vai além ao apresentar alentado perfil biográfico-analítico da trajetória de Jorge Lima de Menezes, do nascimento, supostamente em 1939, até a gravação do álbum que impulsiona a narrativa. Nesse perfil, Viola contribui para elucidar questões ainda nebulosas na biografia do arisco e enigmático cantor, compositor e músico carioca. O dado mais importante nesse trabalho de pesquisa é a descoberta da (provável) certidão de nascimento de Ben Jor. O artista sustenta há anos que nasceu em 22 de março de 1945. Contudo, baseados em informações do cantor no início da carreira, jornalistas e sites confiáveis sempre tenderam a informar que Ben Jor veio ao mundo em 1942. Kamille Viola surge no livro com a informação crível, pelo exame da certidão de nascimento, que a data provável do nascimento de Jorge Lima de Menezes é 22 de março de 1939 (a certeza é quebrada somente pela imprecisão do nome da mãe no documento). O artista teria feito, portanto, 81 anos em 2020. Embora importante, a questão da idade é menos relevante do que o voo musical de Ben Jor, captado em toda a amplitude pela autora. Kamille teve acesso a Ben Jor – que lhe concedeu entrevista sobre as origens e sobre a gênese do álbum África Brasil em maio deste ano de 2020 – e escreveu texto em que expressa a devoção ao som do artista, de notória personalidade forte. Em que pese a admiração, também notória, a autora jamais perde o foco jornalístico na narrativa escrita em tom objetivo como se estivesse redigindo reportagem em que mais pesa a informação precisa do que o estilo. Tanto que o livro deixa claro, nas entrelinhas e também fora delas, que a contribuição realmente histórica de Jorge Ben para a música brasileira acaba a rigor com a realização da obra-prima África Brasil. Nascido em Madureira, mas criado no Rio Comprido, Jorge tem ascendência etíope, mas herdou do pai estivador, Augusto, o gosto pela música. Também cantor e compositor, Augusto tocava pandeiro no bloco Cometas do Bispo, no qual Jorge debutou na música como tocador de surdo. Depois, o filho passou para o pandeiro e, indo do profano ao sacro, teve contato com a música cristã no seminário que frequentou como coroinha. Mas foi ao ganhar um violão da mãe, Silvia (ou Sebastiana, como consta na suposta certidão de Jorge) que o jovem começou a pavimentar o caminho que o faria alçar alto voo artístico, ainda que a primeira atuação profissional, em 1965, tenha sido como pandeirista acompanhante do Copa Trio em shows no Beco das Garrafas. Já começando a misturar as informações do rock, canto gregoriano e da música brasileira com a matriz africana, Jorge integrou a lendária turma da Tijuca – ao lado de Erasmo Carlos e de Tim Maia (1942 – 1998) – e, aos poucos, burilou no violão uma batida diferente que dividiria águas na música brasileira ao ser apresentada formalmente em 1963 no álbum apropriadamente intitulado Samba esquema novo. Jorge Ben Jor teria nascido em 1939, como sugere certidão de nascimento encontrada pela jornalista Kamille Viola Deju Matos / Divulgação A nova bossa negra de Jorge Ben ganhou o mundo (ao ser reprocessada em 1966 nos Estados Unidos pelo toque do pianista Sergio Mendes), influenciou os tropicalistas, marcou posição política contra o racismo – como Kamille Viola enfatizar ao historiar a importância de álbuns engajados como Negro é lindo (1971) e da construção de cancioneiro que exalta a mulher negra com amor, se desviando da mera objetificação sexual do corpo preto – e se tornando um dos artistas mais influentes do Brasil em todos os tempos. Destacado na parte final do livro, o depoimento do rapper Mano Brown à autora resulta esclarecedor para mostrar como Jorge Ben Jor fez a cabeça de nomes do ponto do hip hop brasileiro – e também do Manguebeat, como reforçam ícones do movimento em depoimentos à autora. A devoção decorre tanto da musicalidade singular da obra como da visão consciente do artista como homem que sempre manifestou orgulho de ser negro. Iniciada no mundo do disco em 1962, com a convocação de Jorge como crooner para a gravação das então inéditas músicas autorais Mas que nada e Por causa de você, menina para álbum do organista Zé Maria, Tudo azul, a trajetória do artista atinge o ponto culminante de 1969 a 1976. São desse período o álbum tropicalista Jorge Ben (1969) – disco que marcou a ressurreição do cantor nas paradas após período de pouca visibilidade – e A tábua de esmeraldas (1974), disco que sedimentou a paixão do artista pela alquimia, mote também do posterior Solta o pavão (1975). O álbum África Brasil chegou na sequência, em 1976, para encorpar o som de Jorge Ben em conexão que unia samba, funk, rock e soul a partir do elo africano, matriz dos sons dos terreiros entranhados na obra de Jorge. Kamille Viola se ocupa evidentemente do álbum África Brasil, mas, como dito, o que agrega valor ao livro são elucidações sobre o homem e a obra. A autora sentencia, por exemplo, que nunca houve uma musa chamada Tereza na vida de Jorge. A única musa é a paulistana Domingas Terezinha Inaimo de Menezes, que tem Tereza no nome, o que provocou a confusão alimentada por Jorge. Outra questão elucidada é o fato de a condensação das palavras da letra do samba País tropical (1969) – síntese que gerou até palavras como Patropi – ter sido fruto da mente criativa de Jorge Ben Jor, e não do cantor Wilson Simonal (1938 – 2000), intérprete mais famoso de País tropical e a quem normalmente é atribuída a invenção, alardeada pelo próprio Simonal. Ben Jor encurtou as palavras e Simonal – a quem Ben Jor permaneceu fiel quando o cantor caiu em desgraça – pôs o habitual champignon. Enfim, mesmo longe de ser a biografia completa e definitiva de Jorge Ben Jor que ainda precisa ser escrita, o livro África Brasil – Um dia Jorge Ben voou para toda a gente ver resulta importante por investigar a vida e o processo criativo do artista, mostrando toda a relevância musical e política de Jorge Lima de Menezes.

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Como serão os shows e festivais da realidade pós-pandemia?

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

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Tia Surica chega aos 80 anos como voz e símbolo de resistência da Portela

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

♪ Na certidão de nascimento, consta que ela veio ao mundo em 17 de novembro de 1940 com o nome de Iranette Ferreira Barcellos. Mas todo mundo a conhece como Tia Surica, sobretudo nos bairros cariocas de Madureira e Oswaldo Cruz, em cuja divisa se situa a escola de samba Portela. Eterna pastora da Velha Guarda da agremiação azul e branca, Surica chega aos 80 anos nesta terça-feira, 17 de novembro de 2020, como voz e símbolo – inclusive de resistência – da Portela, escola à qual a artista está associada. Em mundo ainda masculino, como o dos bastidores das escolas de samba, Surica está para a Portela assim como Neuma Gonçalves da Silva (1922 – 2000), a Dona Neuma, e Euzébia Silva do Nascimento (1913 – 2003), a Dona Zica, estiveram para a Mangueira. São personalidades, figuras respeitadas e queridas em todas as alas e comunidades. Cozinheira afamada na região (e fora dela) por conta de feijoada servida em eventos sociais (momentaneamente interrompidos pela pandemia) temperados com o samba, Surica é lenda viva da Portela, escola onde teria desfilado pela primeira vez com quatro anos. Cantora, Surica tem a glória de ter puxado no gogó o samba-enredo da Portela no Carnaval de 1966, ano em que a escola se sagrou campeã do Carnaval do Rio de Janeiro ao desfilar com o enredo Memórias de um Sargento de Milícias. O samba era de autoria de Paulinho da Viola, então novato nas quadras. Como cantora, a pastora lançou dois álbuns na carreira solo, Surica (2003) – disco gravado em estúdio com Paulão Sete Cordas – e o CD e DVD Poderio de Oswaldo Cruz – Tia Surica ao vivo na Portela (2013), registro de show editado uma década depois. Mesmo no posto de cantora solo, Surica gravou discos que reiteram o amor pelo samba e pela Portela, impresso também na tatuagem feita recentemente pela artista. E não é por acaso que o 80º aniversário de Tia Surica será comemorado com live na quadra da escola, o Portelão, a partir das 19h desta terça-feira festiva.

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RBD lança 1ª música em 12 anos e Maite comenta: ‘Coração bateu mais forte quando ouvimos’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Cantora conta ao G1 sobre gravação à distância. 'Siempre he estado aqui' reúne Anahí, Maite, Christopher e Christian. Grupo prepara live de reunião para 26 de dezembro. O RBD, banda da novela 'Rebelde' Divulgação O grupo RBD lançou, nesta terça (17), a primeira música em 12 anos: "Siempre he estado aqui". O lançamento aproveita o bom momento da banda nas plataformas de streaming depois de ter disponibilizado sua discografia e quebrado recordes. Em entrevista ao G1 nesta terça, a cantora e atriz Maite, uma dos seis integrantes do grupo, contou que a música foi gravada e produzida à distância para seguir os protocolos de segurança contra a Covid-19. "Não conseguimos estar juntos fisicamente. Tudo foi feito por meio de ligações, chamadas de vídeo", disse. Ela, Anahí, Christopher e Christian participaram do projeto. "Ficamos muito emocionados, o coração bateu mais forte quando ouvimos. A música nos conectou com a nostalgia e a lembrança do que o RBD significou na vida de todos." Criador do RBD diz que filme do grupo deve ser lançado em março e não descarta turnê de volta Caos Rebelde: Produtor diz que músicas do RBD demoravam 4 meses para serem feitas "Ainda que haja uma distância física, não há de coração. Estamos juntos." Com um título que significa "sempre estive aqui", um trecho da letra cita títulos famosos do grupo, como "Sálvame", "Este corazón", "Enseñame", "Un poco de tu amor" e "Sólo quédate en silencio". A música tem batidas de pop como os sucessos do RBD nos anos 2000. Segundo a Maite, esta é a única que gravaram juntos e não há planos de lançarem outras músicas porque todos estão em momentos muito diferentes pessoal e profissionalmente. Semana Pop explica reencontro do RBD e o que ele significa para os fãs A música foi lançada em comemoração à live de reunião "Ser o parecer" que o grupo prepara para o dia 26 de dezembro. Haverá dois desfalques no evento: Dulce Maria, que está grávida, e Alfonso Herrera. O acesso à live custa US$ 25. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Samba, cachaça e piolhos em fã: Livro mostra relação intensa de Jimmy Page com o Brasil

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

'Jimmy Page no Brasil', de Leandro Souto Maior, reconta histórias brasileiras do guitarrista do Led Zeppelin. Livro tem fotos e entrevistas com fãs e amigos que receberam o músico por aqui. Em 1996, Jimmy Page toca com Luciano Silva, saxofonista de Margareth Menezes, em Lençóis (BA). Músico é pai da enteada de Page Divulgação/Calil Neto/Livro 'Jimmy Page no Brasil' Fã de Led Zeppelin, o jornalista e músico Leandro Souto Maior leu vários livros sobre a banda inglesa, mas não encontrou nada sobre a relação dela com o Brasil. Só que a conexão do Led com o Brasil é antiga, principalmente a do guitarrista Jimmy Page. Tem tanto assunto que daria um livro e Leandro resolveu escrevê-lo. Lançado em edição bilíngue (português e inglês), "Jimmy Page no Brasil" mostra com fotos e relatos as temporadas do rockstar na Bahia e no Rio. O site do projeto tem mais detalhes sobre o livro. Jimmy Page com Paulo Ricardo em um hotel no Rio, em 1996 Cristiano Granato/Livro 'Jimmy Page no Brasil' G1 – Por que lançar um livro sobre Jimmy Page no Brasil? Quando surgiu a ideia? Leandro Souto Maior – A ideia surgiu em um papo informal há uns cinco ou seis anos, com o Luiz Claudio Rocha, o Lula Zeppeliano, presidente do Zeppeliano Fã-Clube. Ele estava me contando das vezes que o Jimmy Page veio ao Brasil, e que ele estava presente em quase todas. Ele tem muitas fotos cedidas ao livro, desde a coletiva de imprensa no Sheraton em 1994, para divulgar o CD “Unledded”, até o passeio que ele fez por escolas de samba cariocas em 2010. Eu achei que havia já ali uma espinha dorsal de uma boa história. Já li a maioria de livros sobre Page e Zeppelin, e despertei para o fato de que essa história ainda não havia sido contada. G1 – Desde quando você é fã de Led? Lembra da primeira vez que ouviu? Leandro Souto Maior – A lembrança mais antiga que tenho de Led Zeppelin é de ter visto o filme deles “The song remains the same”. Ganhou o nome brasileiro de “Rock é rock mesmo”. É um filme que muda a vida de uma pessoa, principalmente quando se conhece bem novo, na adolescência. E eu sonhava com a guitarra do Jimmy Page, colava o ouvido na caixa de som para a cabeça tremer ao som da guitarra dele. E tinha a bateria de John Bonham também, claro. G1 – Você já disse que tem várias histórias de fãs bem engraçadas no livro. Poderia contar as que te fizeram rir mais? Leandro Souto Maior – Várias me fizeram rir, posso destacar a de um fã cuja mãe trabalhava no cabeleireiro do hotel Sheraton, em São Conrado [bairro do Rio], onde Jimmy e [Robert] Plant [vocalista do Led Zeppelin] se hospedaram naquela tour de 1994. Ele estava infestado de piolhos e foi, então, fazer tratamento… no cabeleireiro do Sheraton, é claro, aproveitando para juntar duas coisas: de repente dava a sorte de encontrar um deles. E é o que aconteceu. Ele estava com a namorada e abraçaram o Jimmy Page na saída do elevador: "minha namorada quase beijou ele na boca. Se pararmos para pensar que piolhos se alimentam do nosso sangue e que provavelmente contaminamos ele com alguns piolhos, mesmo que por alguns minutos ou dias… posso considerar que ele é sangue do meu sangue". Era o Rafael Marroig [fã do Led Zeppelin], na época com 16 anos. Jimmy Page acena para fãs brasileiros Gianne Carvalho/Livro 'Jimmy Page no Brasil' Outra que gosto aconteceu com o baixista Fernando Nunes, que anos depois tocaria com a Cássia Eller. Jimmy estava em Salvador visitando o estúdio de um amigo dele, até que perguntou onde poderia comprar cigarros. O Fernando se ofereceu para ir comprar, mas o Jimmy disse que iria junto. Os dois saíram e ninguém reconheceu na rua. Pararam num bar bem simples na esquina, enquanto Fernando entrou para comprar o cigarro, Jimmy deu uma de manobrista e ajudou um motorista a estacionar. “Eu quero, na verdade, é tomar uma cachaça escondido da minha mulher”, revelou, às dez da manhã. E ele virou uma “purinha” ali mesmo. G1 – Quais foram as entrevistas que, na sua opinião, foram mais importantes para reconstruir as passagens dele pelo Brasil? Teria sido a da Aninha Capaldi? Leandro Souto Maior – Além daquele papo inicial com o Lula Zeppeliano, que foi a centelha de inspiração para o livro, depois tiveram várias sessões com ele, onde me detalhou muita coisa. As entrevistas dele foram bem fundamentais. A da Aninha Capaldi foi igualmente importante por revelar detalhes da visita do Jimmy em 1979, quando veio ao Rio com a filha Scarlet e a esposa na época, a modelo francesa Charlotte Martin. Eles foram ciceroneados pelo casal Capaldi. Através da Aninha eu consegui também um depoimento da Charlotte, atualmente elas são vizinhas e grandes amigas desde os anos 1970. Fora que o papo foi na casa dela na Inglaterra, uma casa mais antiga que o Brasil, da Idade Média. Era tipo um mini castelo, onde ela morou com o músico Jim Capaldi do grupo Traffic. G1 – Como rolou o convite para o Ed Motta escrever o prefácio? E de onde vem essa paixão dele pela banda? Leandro Souto Maior – Eu tinha uma pista errada de que ele teria estado com o Page pessoalmente, mas não. Mandei uma mensagem em uma rede social e ele, muito gentilmente, me respondeu que nunca havia estado com Page, mas que era um aficionado por ele e pelo Led. Ele é dono de uma coleção expressiva de material sobre a banda, a primeira fissura na música. Aproveitei e o convidei para, então, escrever o prefácio, sobre a relação com o Led, de como era difícil conseguir material na época em que não tinha internet. Para ele, o livro seria um item indispensável para qualquer colecionador, como ele mesmo. G1 – Você já entrevistou o Jimmy Page? Será que o livro pode fazer com que você consiga? Leandro Souto Maior – Entrevistei algumas pessoas do círculo pessoal do Jimmy, além de tentar contato através da gravadora Warner, que se entusiasmou com a ideia e prometeu contactá-lo através de seu agente na Inglaterra, informando sobre o projeto. Respeitei a privacidade dele, mas dando a oportunidade de contato caso queira colaborar com algum depoimento ou entrevista. Ainda não tive retorno, mas os dedos estão cruzados. Capa do livro 'Jimmy Page no Brasil' Divulgação VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Michael B. Jordan é eleito o homem mais sexy do mundo de 2020 pela revista ‘People’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

'As mulheres da minha família estão orgulhosas', afirmou o ator de 'Creed' e 'Pantera'. Sylvester Stallone e Michael B. Jordan em cena de 'Creed II' Divulgação Michael B. Jordan, ator de "Pantera Negra" e "Creed", foi eleito pela revista People o homem mais sexy do mundo em 2020. O anúncio foi feito na madrugada desta quarta-feira (18). O ator fez uma publicação em seu Instagram para celebrar o título. "Minha avó está me olhando lá de cima e falando: 'este é meu bebê'", escreveu Jordan na legenda da foto em que publicou a capa da revista. Em entrevista para a People, o ator de 33 anos disse que as mulheres de sua família estão orgulhosas com o título dado pela revista. Michael B. Jordan é eleito o homem mais sexy do mundo de 2020 pela revista 'People' "Quando minha avó era viva, era algo que ela colecionava, e naturalmente minha mãe lia muito, assim como minhas tias. Esta será uma que elas colocarão [essa edição] em um lugar especial." Em 2019, John Legend foi eleito pela revista o homem mais sexy do mundo. Já em 2018, o posto ficou com Idris Elba. "É uma sensação muito boa. Todo mundo sempre fez essa piada: 'Mike, essa é uma coisa que você provavelmente não vai conseguir'. Mas esse é um bom clube para se fazer parte", disse Michael B. Jordan. Michael B. Jordan é eleito o homem mais sexy do mundo de 2020 pela revista 'People' Foto de Jordan Strauss/Invision/AP, archivo Initial plugin text Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop:

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Rapper Lil Wayne é acusado de posse ilegal de armas em Miami

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Se condenado, artista de 38 anos pode pegar até 10 anos de prisão. Rapper Lil Wayne AP O rapper americano Lil Wayne foi acusado nesta terça-feira (17) em Miami por porte de arma de fogo, algo que a lei federal proíbe devido a seu status de ex-presidiário. A polícia apreendeu uma pistola e munição em um avião particular no ano passado. O artista, cujo nome verdadeiro é Dwayne Michael Carter, recebeu uma única acusação de "porte de arma e munições por um criminoso condenado", de acordo com um documento do tribunal federal de Miami. O texto observa que Carter, de 38 anos, tinha uma arma e munições no dia 23 de dezembro de 2019 em Miami, apesar de ter ficha criminal por um delito anterior. Segundo o jornal local Miami Herald, o rapper identificou como sua uma pistola banhada a ouro, que foi encontrada em sua bagagem durante uma busca em um jato particular pouco antes do último Natal. Ele disse que se tratava de um presente que ganhou no Dia dos Pais. Também foi encontrado munição, cocaína, ecstasy, heroína, analgésicos e quase US$ 26 mil em espécie. O rapper foi acusado apenas pelo porte de arma de fogo. Em 2009, Lil Wayne foi condenado em Nova York a um ano de prisão por porte ilegal de armas. De acordo com o Herald, o cantor premiado cinco vezes pelo Grammy pode pegar até 10 anos de prisão se for considerado culpado. Ele deve comparecer ao tribunal de Miami em 11 de dezembro. Lil Wayne ganhou as manchetes recentemente por sua simpatia pelo presidente Donald Trump, com quem se encontrou em outubro.

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Com Covid-19, Luccas Neto se emociona ao falar sobre distanciamento de filho recém-nascido

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

'É um sentimento muito triste, parece que vou perder uma fase da vida dele', afirmou o youtuber durante participação no 'Encontro', nesta quarta-feira (18). Luccas Neto se emociona ao falar sobre distanciamento de filho recém-nascido Reprodução/Instagram Diagnosticado com Covid-19, Luccas Neto se emocionou ao falar sobre o distanciamento do filho recém-nascido durante participação no programa "Encontro", na manhã desta quarta-feira (18). O youtuber anunciou a chegada de Luke, de seu relacionamento com Jéssica Diehl, na sexta-feira (13). Três dias depois, revelou estar com coronavírus. Luccas contou que Luke está "na porta ao lado" do quarto onde está fazendo o isolamento. "E eu não posso fazer nada", disse o youtuber, sem segurar as lágrimas. "É um sentimento muito triste porque fico pensando que é meu primeiro filho, que daqui 15 dias ele vai estar diferente, se ele não vai lembrar de mim… Parece que vou perder uma fase da vida dele", lamentou Luccas, sendo confortado pela apresentadora Fátima Bernardes. O youtuber disse não fazer ideia de como foi contaminado com a doença e afirmou só ter descoberto estar com o vírus porque vinha fazendo o teste semanalmente. "Nunca deu nada. E na minha cabeça, não ia dar nada e deu positivo. A gente não sabe como pega, como isso funciona. Quando você vê, já tem cinco pessoas do seu lado com [a doença]. Passa muito rápido, é muito esquisito", afirmou Luccas. Ele também contou que está sem nenhum sintoma físico. "Meu corpo tá bem, sem sintomas, problema é o psicológico, a cabeça, que fica pensando um montão de coisas." Luccas relatou que está isolado em um quarto junto com seu cachorro ("Ele que me curou de uma depressão forte quatro anos atrás"). No local, disse que seguirá trabalhando com seus projetos no computador. O youtuber ainda recebeu uma surpresa do programa e não segurou as lágrimas ao ver crianças deixando mensagens com torcida para sua melhora. "Eu trabalho pra eles, pra essas crianças todas. Assim que a gente trabalha hoje, tentando ajudar as mães na educação de seus filhos. E hoje eles que estão me dando força pra superar tudo isso. Tenho que ter a coragem do Aventureiro Azul pra enfrentar tudo isso", disse o youtuber, citando um de seus personagens. Saiba tudo sobre entretenimento com o Semana Pop:

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Mercado de livros fatura R$136,8 milhões em outubro e tem maior aumento do ano

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Valor cresceu 22,3% na comparação com 2019 e ajudou a diminuir as perdas do começo da quarentena. Presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros acredita em resposta à possível de taxação do setor. Homem usando máscara de proteção organiza livros na livraria La Sorbonne, na França Eric Gaillard/Reuters Depois de amargar quedas durante os primeiros meses da pandemia do coronavírus no país, o mercado de livros teve, em outubro, o maior aumento do ano até o momento: o faturamento cresceu 22,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O valor foi de R$111,8 milhões em 2019 para R$136,8 milhões em 2020. O volume de vendas também registrou resultado positivo (25,8%): passou de 2,8 milhões de exemplares vendidos para 3,6 milhões. Entenda: Como proposta de reforma tributária pode encarecer livros Leia também: Como é formado o preço do livro no Brasil Para o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Marcos da Veiga Pereira, o resultado reflete uma preocupação do público leitor com a proposta de reforma tributária do governo federal que prevê o fim da isenção de contribuição para livros. "A discussão recente sobre a tributação dos livros teve um impacto positivo para a indústria. A reação da sociedade, representada pelo abaixo-assinado #defendaolivro, acabou refletida no consumo. Claramente o brasileiro está lendo mais durante a pandemia", disse. Quando se considera o acumulado de 2020, no entanto, o setor apresenta queda em relação ao ano passado: Até outubro, foram vendidos 32,8 milhões de livros, ante 33,5 milhões em 2019 – uma queda de 2%; Foram movimentados R$1,39 bilhão, ante 1,43 bilhão em 2019 – uma queda de 3,1%. O preço médio do livro também diminuiu cerca de R$ 1: passou de R$38,86 em 2019 para R$37,78 em 2020. Os livros mais vendidos neste ano foram os de não ficção especialista, seguidos por não ficção trade, ficção e infantil, juvenil e educacional. São justamente os de não ficção especialista que custam mais alto (cerca de R$58) e tiveram queda no preço. Divulgado mês a mês, o estudo é feito pela Nielsen e apresentado pelo Snel. A pesquisa baseia-se no resultado da Nielsen BookScan, que verifica as vendas em livrarias, varejistas e e-commerce. O que compõe o preço médio de um livro no Brasil Arte/G1

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Banda As Baías se une a Linn da Quebrada em single que integra álbum produzido por Daniel Ganjaman

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

♪ Desde setembro, quando encurtou o nome para As Baías, a banda paulistana anteriormente chamada As Bahias e a Cozinha Mineira vem procurando ampliar o espaço no universo pop brasileiro com série de singles gravados com artistas de diferentes estilos. Iniciada em 4 de setembro com a edição do single Respire, feito por Assucena Assucena (voz), Rafael Acerbi (voz e guitarra) e Raquel Virgínia (voz) em parceria com o rapper paulistano Rincon Sapiência, essa série de colaborações é estendida com single gravado pelo trio com Linn da Quebrada. Intitulado Onça / Docilmente selvagem, o single d'As Baías com Linn tem lançamento programado para quinta-feira, 19 de novembro, e sucede gravações feitas pelo trio com Kell Smith (Muito, eu te amo), Cleo (Você é do mal) e MC Rebecca (Coragem). Single que versa sobre resiliência e representatividade da comunidade LGBTQIA+, em especial a de artistas trans, Onça / Docilmente selvagem integra álbum audiovisual gravado pela banda As Baías com produção musical de Daniel Ganjaman, piloto (ao lado de Marcelo Cabral) do segundo álbum do trio, Bixa (2017). A parte visual do disco ficou a cargo de Gringo Cardia e Jackson Tinoco.

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