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‘Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou’ é indicado pelo Brasil para disputar vaga no Oscar 2021

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Longa dirigido por Bárbara Paz homenageia diretor. Escolhido entre 19 obras inscritas, filme agora tenta vaga entre os cinco lugares na categoria de Melhor Filme Internacional da premiação. Hector Babenco em cena de "Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” Divulgação "Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou", documentário dirigido por Bárbara Paz, é o indicado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de melhor filme internacional no Oscar 2021. O longa sobre o cineasta Hector Babenco (1946-2016) é uma coprodução GloboNews e foi premiado como melhor documentário em mostra do Festival de Veneza de 2019 e no Festival de Viña Del Mar, no Chile, em 2020. Documentário brasileiro vai tentar conquistar indicação para o Oscar Bárbara foi casada com Babenco e mostra no documentário os medos e ansiedade do diretor, além de memórias e reflexões. Ao G1, Bárbara falou sobre a emoção com a seleção. "Estou muito emocionada porque o Hector merecia muito. Estou vendo o sorriso dele aqui na minha frente." "Babenco" explora paralelos entre a carreira do diretor argentino naturalizado brasileiro, indicado ao Oscar por "O beijo da mulher aranha" (1985), e as doenças enfrentadas por ele em seus últimos anos de vida. O cineasta morreu em 2016, aos 70 anos de idade. 'Babenco', documentário de Bárbara Paz premiado em Veneza, ganha primeiro trailer; ASSISTA O anúncio foi feito pela Academia Brasileira de Cinema, nesta quarta-feira (18), após reunião do Comitê de Seleção. Presidido por Viviane Ferreira (diretora e roteirista), ele foi composto por André Ristum (diretor e roteirista), Clélia Bessa (produtora), Leonardo Monteiro de Barros (produtor de cinema e TV), Lula Carvalho (diretor de fotografia), Renata Maria de Almeida Magalhães (produtora) e Toni Venturi (diretor). Este ano, 19 filmes foram inscritos para a disputa. Agora, o longa tenta uma vaga entre os cinco lugares na categoria de Melhor Filme Internacional da premiação. O Oscar 2021 acontece em 25 de abril. Veja a seguir vídeo sobre as novas regras do Oscar, que permitiram que a disputa tivesse mais diversidade. Oscar muda regras para aumentar diversidade; Semana Pop explica novidades e reações Veja os 19 filmes que estavam na disputa: "A Divisão" – Vicente Amorim e Rodrigo Monte "A Febre" – Maya Werneck Da-Rin "Alice Junior" – Gil Baroni "Aos olhos de Ernesto" – Ana Luíza Azevedo "Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou" – Bárbara Paz "Casa de antiguidades" – João Paulo Miranda Maria "Cidade Pássaro" – Matias Mariani "Jovens Polacas" – Alex Levy-Heller "M8" – Jeferson De "Macabro" – Marcos Prado "Marighella" – Wagner Moura "Minha mãe é uma peça 3" – Susana Garcia "Narciso em férias" – Ricardo Calil "Pacarrete" – Allan Deberton "Pureza" – Renato Barbieri "Sertânia" – Geraldo Sarno "Todos os mortos" – Caetano Gotardo, Marco Dutra "Três verões" – Sandra Kogut "Valentina" – Cássio Pereira dos Santos VÍDEOS: veja os mais vistos de Pop & Arte da última semana

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Morre Adalmária Mesquita, dubladora de Smurfette e outros personagens da TV e do cinema

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Filho de dubladora confirmou a morte da mãe em publicação nas redes sociais. Adalmária Mesquita Reprodução/Facebook Adalmária Mesquita, dubladora de Smurfette, dos Smurfs, Dotty, do desenho A Nossa Turma, e diversos outros personagens da TV e do cinema, morreu nesta terça-feira (17). A causa da morte de Adalmária, que também tinha uma carreira como cantora, não foi revelada. Além de dar voz a personagens de animações, Adalmária também dublou Jane Harper (personagem de Jane Fonda) em "Adivinhe Quem Vem Para Roubar", Molly Gilmore (Meryl Streep) em "Amor a Primeira Vista", Wanda (Kym Whitley) em "Eu, a Patroa e As Crianças", entre outros personagens. Edwin Pitanga, filho de Adalmária, fez uma homenagem para a mãe nas redes sociais. "Mãe, eu sempre te amarei! Às vezes me pegava tentando entender quais eram os propósitos de Deus para a sua vida. Uma pessoa que sempre foi livre, que sempre teve a alegria de viajar distribuindo alegria e amor, estava agora limitada a uma cama. Uma pessoa que sempre encantou, onde quer que chegasse, por causa de sua linda voz, agora não conseguia mais alcançar as notas que queria e ficava frustrada com isso. Uma pessoa que sempre teve o fôlego da juventude, pois parecia ser eternamente jovem, agora encontrava-se fazendo um grande esforço para se manter respirando", escreveu Edwin. "Vai se encontrar com o meu pai e diz pra ele que eu sinto muito a falta de vocês dois e que nada nesse mundo vai me fazer esquecer de vocês. Te amo e sempre vou te amar, minha mãe." Initial plugin text

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Aos 70 anos, Numa Ciro apresenta parcerias com João Donato e Hermeto Pascoal no primeiro álbum

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Artista também dá voz à valsa lançada por Luiz Gonzaga em 1941 e letrada pela compositora em colaboração póstuma. Capa do álbum 'Numa', de Numa Ciro Pintura de Hildebrando Castro ♪ Cinco anos antes de ser entronizado como o rei do baião, em dinastia fundada com a gravação da música justamente intitulada Baião (1946), Luiz Gonzaga (1912 – 1989) compôs e gravou temas instrumentais em gêneros como choro e valsa. Uma desses temas, a valsa Numa serenata, lançada pelo artista em 1941 em discos de 78 rotações por minuto, ganhou letra de Numa Ciro e se tornou a valsa Foi numa serenata, 11ª das 13 faixas de Numa, primeiro álbum desta artista paraibana residente há décadas na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Cantora, compositora, atriz e psicanalista, Numa Ciro é conhecida na cena underground carioca por protagonizar o que a percussionista Lan Lahn – produtora musical do disco – caracteriza como “monólogos cantantes”. Aos 70 anos, a artista apresenta o primeiro álbum, Numa, com capa que a expõe em pintura de Hildebrando de Castro e com repertório que inclui parcerias com nomes como César Lacerda, João Donato e Hermeto Pascoal, além de Luiz Gonzaga. São parcerias – algumas criadas postumamente, como a valsa surgida a partir do tema original de Gonzaga – em que Numa Ciro sempre entra com os versos das letras e os compositores, geralmente homens, com as melodias. Com Donato, a parceria aconteceu em Do esperar, música nascida da melodia criada pelo compositor acriano para Numa pôr letra. No disco, Do esperar foi gravada com o piano de Donatinho, filho do compositor, e com participações de Rodrigo Faria e Nanda Costa (no coro). Já a parceria com Hermeto surgiu quando Numa pôs letra em tema instrumental do artista, originalmente intitulado Novena (1982) e reapresentado como A feira grande de Campina Grande na versão com letra. O arranjo da faixa foi criado pelo maestro Itiberê Zwarg – nome recorrente na obra de Hermeto – enquanto o canto foi dividido por Numa com Socorro Lira e Tadeu Mathias. César Lacerda é o melodista de Desproporção, cuja letra de Numa é entoada pela cantora a capella na abertura do álbum, que segue com os beats e levadas postos por Fernando Deeplick – responsável pela mixagem e masterização do álbum – e Lan Lanh em Psicodélica, faixa previamente apresentada como single. Transitando por gêneros como xote, rock, fado e martelo galopado, o álbum Numa também apresenta parcerias da artista com Flaviola (Quatro elementos da beira do mar) e José Miguel Wisnik (Rua da saudade). A única música do disco sem letra de Numa Ciro é Hipótese do hipopótamo tartamudo (Uma balada comportamental), presente do compositor paraibano Bráulio Tavares para a artista conterrânea.

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Bárbara Paz se emociona com escolha de filme sobre Babenco para tentar vaga no Oscar: ‘Hector merecia muito’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Atriz e diretora falou ao G1 logo após seleção de 'Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou' para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2021. Atriz Bárbara Paz é jurada da competição de longas brasileiros em Gramado Diego Vara/ Pressphoto "Estou muito emocionada, aos prantos aqui, chorando." Assim Bárbara Paz definiu sua emoção logo após saber que o filme "Babenco: Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou" foi o escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2021. O anúncio foi feito pela Academia Brasileira de Cinema, nesta quarta-feira (18), após reunião do Comitê de Seleção. Dirigido por Paz, que foi casada com o diretor, o documentário mostra os medos e ansiedade de Hector Babenco, além de memórias e reflexões. Agora, o filme, que foi coproduzido com a GloboNews, tenta uma vaga entre os cinco lugares na categoria de Melhor Filme Internacional da premiação. O Oscar 2021 acontece em 25 de abril. "É o primeiro documentário indicado ao Oscar estrangeiro pelo Brasil. Isso é histórico. Estou muito emocionada porque o Hector merecia muito. Estou vendo o sorriso dele aqui na minha frente", disse Bárbara. Hector Babenco em cena de "Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou” Divulgação "Esse é um retrato de amor, é um filme sobre o amor ao cinema e chegar lá na Academia… Agora é mostrar pro mundo." "O mais bonito disso tudo é que as pessoas tenham interesse em ver o filme, em ver o documentário, em assistir os filmes dele de novo e manter a chama de Babenco acesa. Só tenho a agradecer. O Brasil vai estar muito bem representado." O longa sobre o cineasta Hector Babenco (1946-2016) foi premiado como melhor documentário no Festival de Veneza de 2019 e no Festival de Viña Del Mar, no Chile, em 2020. "Babenco" explora paralelos entre a carreira do diretor argentino naturalizado brasileiro, indicado ao Oscar por "O beijo da mulher aranha" (1985), e as doenças enfrentadas por ele em seus últimos anos de vida. O cineasta morreu em 2016, aos 70 anos de idade. 'Babenco', documentário de Bárbara Paz premiado em Veneza, ganha primeiro trailer; ASSISTA

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Caio Prado anuncia o terceiro álbum com o incendiário single antirracista ‘Não sou teu negro’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Previsto para 2021, o disco 'Griô' tem repertório engajado com músicas autorais como 'Baobá' e 'Cantiga de Erê'. ♪ Não sou teu negro. O título da música que Caio Prado lança estrategicamente na sexta-feira, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, já dá o tom politizado do incendiário primeiro single do terceiro álbum do cantor e compositor carioca. Intitulado Griô, o álbum tem lançamento previsto para 2021. Mas, ainda em 2020, outros dois inéditos singles autorais serão apresentados pelo artista. Música caracterizada como “manifesto antirracista”, Não sou teu negro é composição assinada somente por Caio Prado e alude no título ao documentário Eu não sou seu negro (2018), inspirado em inacabado livro do escritor e ativista norte-americano James Baldwin (1924 – 1987). Com versos geradores de identidade e orgulho negro, como “Não nasci para te servir nem te ouvir / Eu sou canto de Zumbi, resisti / … / Hoje sei do meu valor, negro amor / Me levanto junto a voz dos irmãos / Pra fazer reparação deve haver na nossa mão / A riqueza fruto da nossa dor”, a composição foi gravada no estúdio carioca Toca do Bandido com produção musical de Felipe Rodarte e com os toques do músicos Boka Reis (percussão), Elísio Freitas (guitarra), Marcelo Cebukin (metais) e Marcelo Delamare (baixo synth). Caio Prado na capa do single 'Não sou teu negro' Rael Barja / Divulgação Com vigoroso acento percussivo e coro de tom épico, o arranjo cai na cadência do samba no verso-refrão-título “Não sou teu negro”, mas extrapola a roda do samba, embutindo várias referências da música negra ancestral em gravação explosiva que prenuncia álbum fortemente engajado. Em 4 de dezembro, Caio Prado apresentará o segundo single do álbum Griô, Baobá, parceria do artista com Verônica Bonfim. Em 15 de dezembro, é a vez do single Cantiga de Erê chegar aos players digitais com a gravação da composição de Caio Prado e Jean Kuperman. “O álbum Griô se baseia na tradição oral para a transmissão de vivências e saberes culturais de uma comunidade. É registro vivo, com instrumentos, elementos e rituais de iniciação. É como um historiador que trabalha com o canto e a memória”, conceitua o artista. Griô sucederá os álbuns Variável eloquente (2014) e Incendeia (2018) na discografia solo de Caio Prado, integrante do performático trio queer carioca Não Recomendados. Caio Prado manifesta orgulho da identidade no single 'Não sou teu negro' Marcos Hermes / Divulgação

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Preços do petróleo fecham quase estáveis nesta terça-feira

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Investidores seguem preocupados com um nova onda de lockdowns para combater o avanço do coronavírus. Os preços do petróleo terminaram esta terça-feira (17) praticamente estáveis, à medida que temores de lockdowns impostos no combate à nova onda do coronavírus compensam as esperanças de uma vacina e de políticas de oferta mais rígidas da Opep+.
Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 0,07 dólar, ou 0,2%, a US$ 43,75 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou 0,09 dólar, ou 0,2%, para US$ 41,43 o barril.
O mercado do petróleo recuperou perdas iniciais nos últimos 15 minutos da sessão, após o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmar que o banco central dos EUA está comprometido a "usar todas as nossas ferramentas para apoiar a recuperação pelo tempo que for necessário, até que o trabalho esteja bem e verdadeiramente feito."
Na segunda-feira, o Brent fechou em uma máxima de 10 semanas, após a Moderna afirmar que sua vacina contra a Covid-19 possui eficácia de 94,5%. O anúncio ocorreu após notícias semelhantes da Pfizer na semana passada.
Vacina da empresa Moderna apresenta quase 95% de eficácia em primeiro resultado da fase 3
Para combater o enfraquecimento da demanda por energia em meio à nova onda de casos de coronavírus, a Arábia Saudita pediu nesta terça-feira que os outros membros da Opep+ sejam flexíveis na resposta às necessidades do mercado de petróleo, argumentando em favor de uma política de produção mais apertada em 2021.
"É amplamente esperado que a Opep+ recue dos planos de aumento de produção em janeiro, mas com os anúncios da Pfizer e Moderna empurrando o petróleo para mais de 40 dólares, talvez não haja o mesmo espaço para suporte que havia duas semanas atrás", disse Craig Erlam, analista sênior da Oanda.
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Twitter e Facebook ouvem duras críticas de senadores por conduta das redes durante as eleições nos EUA

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Em audiência, os executivos Zuckerberg e Dorsey foram acusados de agir como 'editores finais' em posts e permitirem que Trump divulgasse falsidades. Políticos pedem mudança em lei que dá imunidade a serviços online quando se trata de conteúdo postado por terceiros. Twitter e Facebook se defendem em audiência no Senado dos EUA O Facebook e o Twitter defenderam a forma como lidaram com a desinformação nas eleições dos Estados Unidos durante uma audiência acalorada diante do Congresso nesta terça-feira (17), na qual as plataformas foram acusadas de serem "editores finais" das notícias políticas, entre outras críticas. A audiência, a segunda em menos de um mês, ocorreu em meio às pressões sobre as redes sociais, tanto da esquerda quanto da direita, por sua gestão dos conteúdos políticos durante a árdua campanha presidencial americana. O chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, e o presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, deram seus depoimentos de forma remota na sessão sobre a "censura e supressão de artigos de notícias" e o "tratamento das eleições de 2020" pelas plataformas, de acordo com as propostas dos senadores. O senador republicano Lindsey Graham, que preside a audiência do Comitê Judiciário, alertou ambos sobre a necessidade de novos regulamentos para garantir que as principais plataformas sejam responsabilizadas pelas decisões de remover, filtrar ou permitir que conteúdos permaneçam online. Mark Zuckerberg, do Facebook, em audiência no Senado nesta terça-feira (17) Bill Clark/AFP "Parece que vocês são os editores finais", disse ele, na abertura, enquanto questionava as decisões de ambas as redes de limitar a distribuição de um artigo do "New York Post" sobre uma má conduta envolvendo o filho do presidente eleito, Joe Biden, durante a campanha. "Quando há empresas que têm o poder dos governos (e) têm muito mais poder do que a mídia tradicional, alguém tem que ceder", declarou o senador. Mudança em lei Graham disse que a lei conhecida como Seção 230, que confere imunidade a serviços online quando se trata de conteúdo postado por terceiros, "precisa ser alterada". O senador democrata Richard Blumenthal também pediu uma reforma da Seção 230, enquanto repreendia as redes sociais pelo que ele considera um ato impróprio de desinformação política do presidente Donald Trump. "O presidente usou esse megafone para espalhar falsidades perigosas em uma aparente tentativa de anular a vontade dos eleitores", disse Blumenthal. O congressista acrescentou que as grandes redes sociais têm "um poder que excede em muito os barões ladrões da última era do ouro" e "lucraram enormemente com a extração de dados sobre nossas vidas privadas e a promoção de discurso de ódio e repressão aos eleitores". Por sua vez, o senador republicano Mike Lee denunciou o que chamou de "situações em que suas plataformas estão tendo uma abordagem notoriamente partidária e não neutra na moderação de conteúdos relacionados à eleição… poucos dias antes da eleição". Dorsey e Zuckerberg disseram que estavam abertos à reforma da Seção 230 e ressaltaram seus esforços para conter a desinformação durante a campanha eleitoral. "Fortalecemos nossa fiscalização contra milícias, redes de conspiração e outros grupos para ajudar a impedi-los de usar nossa plataforma para organizar violência ou distúrbios civis no período após a eleição", afirmou Zuckerberg. Ele observou, ainda, que o Facebook removeu falsas alegações sobre as condições das pesquisas e exibiu avisos em mais de 150 milhões publicações sinalizadas por checadores de fatos independentes. Dorsey disse que a filtragem no Twitter não foi tendenciosa, ao contrário do que afirmam os conservadores. Ao filtrar o conteúdo, "todas as decisões são tomadas sem usar pontos de vista políticos, filiação partidária ou ideologia política", explicou ele em seu depoimento. "As regras do Twitter não são baseadas em uma ideologia ou um conjunto específico de crenças", afirmou Dorsey. "Acreditamos fortemente em ser imparciais e nos esforçamos para garantir o cumprimento de nossas regras de maneira justa", completou. Ambas as plataformas começaram a limitar o alcance de muitos dos tuítes de Trump, principalmente aqueles em que o presidente rejeitou sua derrota na eleição ou questionou a integridade do processo de votação. Twitter e Facebook têm enfrentado forte pressão para remover o que muitos consideram desinformação prejudicial sobre as eleições, ao mesmo tempo em que lutam contra as alegações de que estão suprimindo certas opiniões políticas. Presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, em audiência no Senado dos EUA nesta terça-feira (17) Bill Clark/AFP VÍDEOS mais assistidos no G1 nos últimos 7 dias:

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Bolsas dos EUA fecham em baixa com temor sobre restrições pelo coronavírus

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Queda das bolsas de valores representou uma reversão da alta de segunda-feira, em que o Dow Jones alcançou sua primeira máxima recorde desde antes da pandemia. Bolsas dos EUA fecham em baixa Reuters Os principais índices de ações dos Estados Unidos recuaram nesta terça-feira (17) de máximas recordes de fechamento, encerrando esta sessão em baixa, com o salto de novos casos de Covid-19, a crescente ameaça de uma nova rodada de fechamentos de negócios e dados fracos de vendas no varejo amortecendo a euforia gerada por potenciais progressos sobre vacinas. A queda das bolsas de valores representou uma reversão do rali de segunda-feira, em que o Dow, índice de blue-chips, alcançou sua primeira máxima recorde desde antes da pandemia. A perda do Nasdaq foi atenuada pelo salto nas ações da Tesla Inc, e papéis de empresas "small caps" (menor capitalização) tiveram desempenho superior, com o índice Russell 2000 atingindo um novo recorde de fechamento. O rali do mercado na segunda-feira foi motivado pelo anúncio da Moderna Inc de que sua candidata a vacina para a Covid-19 parece ser 94,5% eficaz na prevenção da infecção. Mas um recente salto de novos casos de coronavírus nos Estados Unidos levou vários governadores a decretar novas restrições para evitar que a doença saia do controle. "Vai ser a vacina contra o vírus, oscilando para frente e para trás até chegarmos ao ponto em que a vacina será lançada", disse Joseph Sroka, diretor de investimentos da NovaPoint em Atlanta. "É como estar na beira de um vale — posso olhar para baixo e ver os volumes crescentes de casos ou posso olhar para a vacina". O relatório de vendas no varejo divulgado pelo Departamento de Comércio mostrou gastos em desaceleração enquanto a temporada de compras de fim de ano se aproxima, em meio à falta de alívio fiscal de Washington. O índice Dow Jones caiu 0,56%, a 29.783 pontos. O S&P 500 perdeu 0,479196%, a 3.610 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,21%, a 11.899 pontos. As ações da Tesla saltaram 8,2%, depois que a S&P Dow Jones Indices anunciou que adicionaria a montadora de carros elétricos à composição do índice S&P 500 em 21 de dezembro.

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Infográfico: entenda como funciona um consórcio

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Negócio pode ser usado para comprar bens como casa ou carro Quem decide comprar uma casa ou um carro precisa analisar bem todas as possibilidades do mercado para evitar problemas no orçamento. Por isso, na hora de colocar os custos na ponta do lápis, vale considerar a opção de fazer um consórcio. Essa modalidade de compra é muito segura e confiável, e normalmente fica mais em conta do que o financiamento, pois não tem juros. Além disso, não exige o pagamento de entrada e permite a oferta de lances para aumentar as chances de contemplação. Mas você sabe como o consórcio funciona? Veja abaixo o passo a passo e conheça. Infográfico Divulgação Viu só como o consórcio pode te deixar bem mais perto do sonho da casa própria, do carro e até daquela viagem tão desejada? A Embracon atua há mais de 30 anos no mercado e é uma das maiores administradoras de consórcio do país, segundo ranking do Banco Central. Saiba mais. SIMULE AQUI O SEU CONSÓRCIO!

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Cade aprova aquisição do Grupo Reserva pela Arezzo

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Negócio não deverá elevar as atuações das empresas em mais de 10% dos setores em que atuam. Reserva Reprodução A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição e a incorporação da totalidade do capital social do Grupo Reserva pela Arezzo. Como resultado dessa operação, a Arezzo também adquirirá o controle indireto da Tiferet, incorporando todas as atividades e negócios do grupo Reserva, incluindo o seu portfólio de marcas. A empresa compradora comercializa calçados, bolsas e acessórios para o segmento feminino, além de itens de vestuário para os segmentos feminino, masculino e infantil. Já a vendedora fabrica e comercializa artigos de calçados, vestuário e acessórios masculinos, femininos e infantis, atuando também na concessão de franquias. A Reserva tem atuação em todo o território nacional e desenvolve suas atividades por meio das seguintes marcas: Reserva, Reserva Mini, Reserva Go, Oficina Reserva, Reserva INK e Eva. A tarefa do Cade foi a de verificar o impacto desse negócio a outras empresas. Inicialmente, foi apontado que a operação representa excelente oportunidade de investimento para a expansão do portfólio da Arezzo. Já pela perspectiva do grupo Reserva, esse negócio representa uma oportunidade estratégica para viabilizar a injeção de capital para o desenvolvimento dos seus negócios no Brasil. Mesmo com esses benefícios às duas empresas, o negócio não deverá elevar as atuações delas em mais de 10% dos setores em que atuam. Logo, a competitividade será mantida e, com isso, a Superintendência concluiu parecer pela aprovação desse negócio. Com a operação, os acionistas da Reserva passam a deter participação societária na Arezzo de 8,7%. Os acionistas da Arezzo decidem em assembleia se aprovam a operação no dia 27, às 10h30.

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