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Amazon lança farmácia digital nos EUA e entra no varejo de saúde

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Medida coloca empresa em competição direta com gigantes como CVS Health Corp ou Walgreens Boots Alliance, as duas principais redes de farmácias norte-americanas. Amazon Pharmacy Divulgação Depois de livros, roupas, móveis, streaming e produtos frescos, a gigante do comércio online Amazon estava perdendo um grande negócio: a venda de medicamentos. A Amazon anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento nos Estados Unidos da Amazon Pharmacy, que permitirá a compra online de medicamentos com receita. "Quando mais e mais pessoas estão procurando fazer suas compras diárias de casa, a farmácia é uma seção importante e necessária da loja online da Amazon", disse Doug Herrington, gerente de atendimento ao cliente da América do Norte. Essa medida coloca a Amazon em competição direta com gigantes como CVS Health Corp ou Walgreens Boots Alliance, as duas principais redes de farmácias nos Estados Unidos. "Este serviço de farmácia preenche uma lacuna em um dos poucos setores onde a oferta online do grupo não estava presente", avalia Art Hogan, analista da National Securities. Após o anúncio da Amazon, as ações das redes de farmácias concorrentes caíram mais de 6% na Bolsa de Valores de Nova York. A Amazon, por sua vez, registrou um ligeiro aumento. Com os Estados Unidos enfrentando uma nova investida do coronavírus, a Amazon pode se estabelecer rapidamente no mercado, oferecendo a possibilidade de comprar medicamentos controlados sem sair de casa. Há dois anos, o grupo já havia entrado no negócio de entrega de medicamentos quando comprou a distribuidora PillPack por US$ 753 milhões. Transparência Agora a Amazon deu um passo maior. Foi proposta a oferta de uma seção dedicada à farmácia em seu site, que permitirá aos clientes fazerem as compras a partir de seus computadores ou telefones. Os clientes poderão registrar seus dados de seguro saúde e solicitar seus medicamentos diretamente na Farmácia Amazon. À medida que o consumidor pede maior transparência nos preços dos medicamentos e os programas de cartões de desconto prosperam, a Amazon está contando com seu esforço de informações sobre preços para conquistar o mercado. Os usuários poderão comparar os diferentes preços com base em seu seguro saúde. Eles também poderão ver diferentes marcas de medicamentos genéricos existentes e as várias dosagens possíveis. A Amazon informou, contudo, que alguns medicamentos, como os à base de opiáceos, não serão oferecidos. Para atrair assinantes para seu serviço Prime, a Amazon oferecerá entrega gratuita em dois dias e descontos para quem pagar por alguns remédios sem seguro. "Lançar essa farmácia digital e oferecer descontos aos assinantes é o passo mais importante da Amazon na venda de medicamentos", afirma o analista Hogan. "Esta é a primeira vez que os compradores poderão solicitar seus remédios diretamente da Amazon", acrescentou. Para Craig Garthwaite, da Northwestern University School of Business, "este lançamento na Amazon representa uma ameaça significativa aos locais físicos das farmácias". "Os balcões das farmácias devem oferecer mais do que apenas acesso a medicamentos prescritos", alertou.

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BRF diz que abrirá 3,4 mil vagas no Brasil até o fim do ano com maior consumo de alimentos

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Segundo a companhia, haverá vagas em operação, agropecuária, logística, gestão, estratégia, inovação, qualidade, pesquisa e desenvolvimento, tecnologia, sustentabilidade, entre outras. BRF em Rio Verde, Goiás Arildo Palermo/TV Anhanguera A companhia de alimentos BRF vai abrir cerca de 3.400 postos de trabalho até o final deste ano em unidades operacionais e administrativas, informou a empresa nesta terça-feira (17), citando o aumento do consumo de alimentos no período. Os postos abrangem vagas fixas e temporárias nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, disse a BRF, que na semana passada reportou resultado acima do esperado no terceiro trimestre, impulsionado por forte desempenho no Brasil. Segundo a companhia, haverá vagas em áreas como operação, agropecuária, logística, gestão, estratégia, inovação, qualidade, pesquisa e desenvolvimento, relações com investidores, sustentabilidade e tecnologia da informação. "Para atender o maior consumo no final de ano, estamos com oportunidades de trabalho em todas as unidades produtivas", disse em nota a diretora de Gente para Supply da BRF, Indiara Manfre. "A maioria é para cargos de entrada, pois priorizamos o desenvolvimento e encarreiramento de nossos colaboradores", acrescentou. Os segmentos de agronegócio e alimentos estão entre os menos afetados pela pandemia de Covid-19, classificados como áreas essenciais. A BRF disse que a abertura de vagas a coloca "na contramão da crise econômica, que originou cortes e demissões". As vagas da companhia ficam disponíveis no site: https://trabalheconosco.vagas.com.br/brf.

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Acionistas da Linx aprovam oferta da Stone

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Aquisição deve transformar a StoneCo em uma provedora integrada de software e pagamentos. Stone Divulgação Acionistas da Linx aprovaram nesta terça-feira (17) a oferta de aquisição proposta pela processadora de cartões StoneCo, afirmou a companhia em fato relevante ao mercado. A StoneCo aumentou sua oferta esta tarde e propôs pagar R$ 33,56 mais 0,0126774 ação classe A da empresa por ação da Linx, em um negócio de aproximadamente R$ 6,8 bilhões A aquisição deve transformar a StoneCo em uma provedora integrada de software e pagamentos em um momento em que novos rivais e novas tecnologias — como a plataforma de pagamentos instantâneos Pix, lançada esta semana pelo Banco Central — estão transformando a indústria de pagamentos no Brasil. Se concluído, o negócio tornará a Linx uma nova unidade de negócios de software da Stone, comandada por executivos de ambas as empresas. A operação depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O presidente da Stone, Thiago Piau, afirmou que tem confiança que o negócio com a Linx será aprovado pelo Cade e que a análise deve demorar três a seis meses. Segundo Piau, a Stone pretende oferecer aos clientes preços menores já que serviços de pagamentos da empresa e de software da Linx serão integrados. Piau afirmou ainda que a companhia segue focada em empresas pequenas e médias e que continua avaliando oportunidades de novas aquisições.

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Paris e Zurique integram trio de cidades mais caras do mundo

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Impacto da pandemia sobre o dólar foi a principal causa da variação do custo de vida em muitos países, destacou a pesquisa. Pessoas caminham em Paris, na França, diante da Torre Eiffel Charles Platiau/Reuters Paris, na França, e Zurique, na Suíça, se uniram a Hong Kong, na China, no trio de cidades com custo de vida mais elevado, substituindo Singapura e Osaka (Japão), aponta um estudo publicado na edição desta quarta-feira da revista "The Economist". Teerã deu o maior salto, subindo 27 colocações, devido ao impacto das sanções americanas, informa o relatório 2020 sobre o custo de vida no mundo publicado pela revista britânica. O impacto da pandemia sobre o dólar foi a principal causa da variação do custo de vida em muitos países, destaca a pesquisa. "A pandemia fez com que o dólar perdesse valor, enquanto as moedas do oeste europeu e do norte da Ásia ganharam força, o que teve consequências no preço de bens e serviços", destacou Upasana Dutt, que está entre os responsáveis pelo estudo. "Paris e Zurique se uniram a Hong Kong no topo da lista devido à alta do euro e do franco suíço", indica o relatório, segundo o qual os preços em Singapura caíram principalmente devido à redução da demanda causada pelo êxodo de trabalhadores estrangeiros. Em Osaka, terceira maior cidade do Japão, "os preços de bens de consumo ficaram estagnados e o governo japonês subsidiou custos como o do transporte público", assinala o texto. Nos Estados Unidos, Nova York perdeu um lugar e se situa na sétima posição, assim como Genebra, e Los Angeles caiu para o nono lugar, juntamente com Copenhague. Em todo o mundo, a queda do custo de vida seguiu a dos preços do vestuário, uma vez que a população confinada parou de comprar peças novas. O auge do trabalho remoto, no entanto, levou ao aumento da compra de eletrônicos, cujos preços foram os que mais subiram, segundo o estudo.

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Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a 5,1 milhões nesta quarta

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Entre os que recebem nesta quarta estão 1,6 milhão de trabalhadores do Bolsa Família, que recebem a terceira parcela de R$ 300. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta quarta-feira (18) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 5,1 milhões de trabalhadores. Aos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento já é referente à 3ª parcela de R$ 300 do benefício. Nesta quarta, recebem 1,6 milhão de trabalhadores cujo número do NIS encerra em 2. Entre os demais trabalhadores, estão 2,8 milhões que vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300. Outros 700 mil ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600. Os pagamentos desta quarta são para nascidos em novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta quarta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quarta serão liberados no dia 5 de dezembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA QUARTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 2, recebem a 3ª parcela de R$ 300 700 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro, recebem a próxima parcela de R$ 600: – aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; – aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; – aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; – aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela; – novos aprovados recebem a primeira parcela. 2,8 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro, recebem a próxima parcela de R$ 300: – trabalhadores que já receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300 – trabalhadores que já receberam 1 parcela de R$ 300 recebem a segunda parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial – Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial

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Ministério da Agricultura proíbe comercialização de 9 marcas de azeite sob suspeita de fraude

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

A ação do governo ocorreu após a Polícia Civil do Espírito Santo desarticular uma organização criminosa especializada na adulteração de azeite. De acordo com investigação, os produtos seriam, na verdade, óleo de soja. O G1 não encontrou o contato das marcas. Segundo a polícia, produtos vendidos como azeite de oliva eram, na verdade, óleo se soja depositphotos O Ministério da Agricultura proibiu, na terça-feira (17), a comercialização de nove marcas de produtos de azeite de oliva extra virgem sob suspeita de fraude. A ação do ministério ocorreu após a Polícia Civil do Espírito Santo desarticular, na quarta-feira (11), uma organização criminosa especializada na falsificação de azeites. Na operação, foram apreendidos mais de três mil frascos. Segundo a polícia, o que era vendido como azeite de oliva extravirgem, seria, na verdade, óleo de soja. Em nota, o ministério afirma que "os investigados criavam as marcas, supostamente importadas, e colocavam para venda no mercado nacional". O G1 não encontrou o contato das marcas. “A adulteração e falsificação de azeite de oliva não se trata exclusivamente de fraude ao consumidor, mas de crime contra a saúde pública”, declarou o coordenador-geral de Qualidade Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Hugo Caruso. Veja a lista das marcas proibidas: Casalberto Conde de Torres Donana (Premium) Flor de Espanha La Valenciana Porto Valência Serra das Oliveiras Serra de Montejunto Torezani (Premium) Mandados e prisão Frascos de azeite adulterados são apreendidos na Grande Vitória, no ES Divulgação/ PCES A operação deflagrada pela Polícia Civil do ES foi realizada por meio da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon). No total, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, e um mandado de prisão de um cubano, suspeito de chefiar o esquema de falsificação de azeites. Os mandados foram feitos em três residências e duas empresas, localizadas nos municípios de Vila Velha e Cariacica. Os produtos eram comercializados na Grande Vitória e no interior do Espírito Santo. As empresas investigadas também vendiam os produtos para os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e da região Nordeste. Veja mais no vídeo abaixo do ES 2: Quadrilha que adulterava embalagens de marcas famosas de azeite é presa no ES VÍDEOS: saiba tudo sobre o agronegócio

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Desemprego tende a aumentar ainda mais entre pretos e pardos em 2021, aponta FGV

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Segundo pesquisador, programa de suspensão de contratos e redução de jornada de trabalho foi mais intensa entre os pretos e pardos e isso deverá ter ‘efeito rebote’ no ano que vem. A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus promoveu mudanças estruturais no mercado de trabalho que tendem a intensificar ainda mais o desemprego entre pretos e pardos em 2021. É o que aponta o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri. Pandemia aumenta desigualdade racial no mercado de trabalho brasileiro, apontam dados oficiais Segundo o pesquisador, que é diretor da FGV Social, pretos e pardos foram os mais beneficiados pelo Programa de Preservação de Emprego e Renda instituído pelo governo federal diante da pandemia, que permitiu a suspensão de contratos e redução das jornadas de trabalho. Por meio do programa, os trabalhadores que tiveram o contrato suspenso ou a jornada reduzida passaram a receber o Benefício Emergencial (Bem), pago pelo governo. As empresas, em contrapartida, ficaram obrigadas a garantir a estabilidade dos trabalhadores por um período igual ao da suspensão dos contratos ou redução da carga horária. Racismo estrutural no mercado de trabalho brasileiro Neri aponta que o desemprego – que avançou muito mais entre pretos e pardos que entre os brancos – foi atenuado pelo programa do governo. Mas ele prevê que haverá um “efeito rebote” tendo em vista a lenta recuperação da economia diante da crise provocada pela pandemia. “Gradativamente, é de se esperar que as firmas aumentem as demissões. Então, a gente acha que o desemprego tende a aumentar mais depois de 31 de dezembro, quando termina a validade desse programa que pode ter sido até mais importante para pretos e pardos, porque ele tende a beneficiar mais a base do mercado de trabalho”, destacou o pesquisador. Ao processar os microdados da Pnad-Covid, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua criada pelo IBGE para avaliar os efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho, a FGV Social constatou que os pretos e pardos tiveram queda superior do número de horas trabalhadas na comparação com os brancos. Redução do número de horas trabalhadas com a pandemia foi mais intensa para os trabalhadores pretos. Economia/G1 “A nossa hipótese é que essa redução do número de horas trabalhadas foi efeito do programa temporário de suspensão de contratos e redução da jornada de trabalho”, disse Neri. Piora nos indicadores do mercado de trabalho e educação Os dados oficiais do mercado de trabalho divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pelo Ministério da Economia apontaram que pretos e pardos foram os mais afetados pela crise provocada pela pandemia. O desemprego aumentou entre todos os grupos raciais, mas com mais intensidade entre os pretos. A ocupação no mercado de trabalho foi reduzida de modo geral no país, mas também foi mais expressiva entre os pretos. Para o economista Marcelo Neri, da FGV, esses efeitos tendem a ser de médio a longo prazo. “A pandemia trouxe piores efeitos trabalhistas, e esses efeitos são importantes porque vão persistir após a pandemia, porque são estruturais”, enfatizou o pesquisador. Trabalhadores pretos foram os mais afetados no mercado de trabalho diante da crise provocada pela pandemia Economia/G1 Outro efeito estrutural provocado pela pandemia, segundo Neri, ocorreu no campo educacional brasileiro, que trará efeitos também sobre o mercado de trabalho. “A pandemia representou uma quebra de uma série de 40 anos da educação. A escolaridade vinha crescendo mais entre pretos e pardos, mas caiu com a pandemia. Os dados do IBGE mostraram que o tempo de estudo em casa caiu mais para os mais pobres, e eu diria que isso é uma tendência e que efeito tende a ser de longo prazo”, enfatizou o pesquisador da FGV. ‘Efeito’ Vidas Negras importam A despeito dos efeitos provocados pela pandemia sobre as condições de vida da população negra no Brasil, o pesquisador da FGV sugere que o movimento mundial surgido após o assassinato de George Floyd nos Estados Unidos tende a trazer benefícios para este grupo. Floyd foi morto por um policial branco que ficou de joelhos sobre o pescoço da vítima durante uma abordagem policial. O crime ocorreu em maio, no auge da pandemia, provocando uma onda mundial de apoio à população negra, da qual surgiu o movimento Vidas Negras Importam – Black Lives Matter, em inglês. “Toda essa movimentação que foi observada com o Black Lives Matter foi um marco e deve trazer um efeito para o Brasil no prazo mais longo”, disse. Em sua análise, Neri considerou que o levante mundial após o caso Floyd vem promovendo mudanças nas grandes corporações internacionais, que passam a dar mais importância para as demandas da população negra. Para ele, isso pode provocar um “efeito de modelos” entre as empresas brasileiras. “Embora as empresas multinacionais atuem em um mercado mais restrito e competitivo no Brasil, as políticas [pró-negros] têm mais força nessas empresas e, então, pode acontecer uma transmissão dessas políticas [para as companhias brasileiras]”, apontou. Neri destacou ainda que a mudança de governo nos Estados Unidos, com a presumida vitória de Joe Biden, o país terá uma vice-presidente negra, Kamala Harris, pelos próximos quatro anos, o que também poderá favorecer a conquista de direitos pela população negra. "Uma vice presidente mulher negra é uma coisa nova que pode ter um efeito Obama, no sentido de orgulho racial. Mas é algo que ainda precisamos aguardar. O copo ainda está meio vazio, mas começa a encher", sugeriu o pesquisador. Assista às últimas notícias de Economia:

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Emprego: 264 vagas são ofertadas em dez municípios do Grande Recife e da Zona da Mata

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Nesta quarta-feira (18), quatro oportunidades são reservadas a pessoas com deficiência. Interessados devem agendar atendimento na Agência do Trabalho. Carteira de trabalho Mauro Pimentel/AFP/Arquivo A Agência do Trabalho oferece 264 vagas de emprego em dez municípios do Grande Recife e da Zona da Mata, nesta quarta-feira (18). As oportunidade são ofertadas pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). Há vagas no Recife (202), Cabo de Santo Agostinho (8), Camaragibe (2), Escada (1), Goiana (1), Igarassu (2), Ipojuca (34), Paudalho (7), Paulista (1) e Vitória de Santo Antão (4). Desse total, quatro oportunidades são reservadas a pessoas com deficiência. Outras cem vagas são para o cargo de costureira de máquina industrial no Recife (confira lista completa abaixo). Os interessados devem agendar o atendimento em uma das unidades por meio do site da secretaria ou do Portal Cidadão. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência VÍDEOS: Concursos e emprego

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5 empresas abrem vagas de emprego e estágio; veja lista

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

As empresas que estão com vagas abertas são Otis Brasil, Pravaler, Moove, Ubots e Espro. As empresas Otis Brasil, Pravaler, Moove, Ubots e Espro estão com vagas de estágio e emprego abertas. Veja abaixo detalhes dos processos seletivos:
Veja mais vagas de emprego pelo país
Otis Brasil
A Otis Brasil abriu 51 vagas de estágio técnico para seu Programa Rota Escola. Estão disponíveis oportunidades para estudantes com mais de 18 anos, dos cursos técnicos de elétrica, eletrônica, eletrotécnica, eletroeletrônica, mecatrônica, automação e mecânica. Os candidatos podem se inscrever até o dia 18 de dezembro pelo site https://portal.ciee.org.br/empresas/OTIS.
Estão disponíveis 15 vagas para São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Grande ABC e Santos. Outras 18 serão distribuídas entre Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória e Niterói. As regiões Centro-Oeste e Sul (Porto Alegre, Florianópolis, Itajaí, Curitiba, Londrina, Campo Grande, Brasília e Goiânia) ficarão com 10 e as regiões Norte e Nordeste (Salvador, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Belém e Manaus) com 8 vagas.
Pravaler
O Pravaler está com 12 oportunidades de emprego na cidade de São Paulo. As vagas disponíveis são para integrar os times de finanças, comercial, produtos, risco e TI. Os prazos para a candidatura variam de acordo com cada vaga. Os interessados podem se cadastrar no link https://jobs.kenoby.com/pravaler. As vagas são para:
Gerente de engenharia de software
Devops sr
Analista Fiscal Sr. (Temporário)
Analista de FP&A
Especialista de Pricing
Especialista de M&A
Coordenador de Backoffice e Tesouraria
Agile Expert
Gerente de Riscos
Especialista de Tesouraria
Desenvolvedor SR
Desenvolvedor (a) Mobile.
A empresa oferece benefícios como participação nos lucros, home office, dayoff de aniversário, horário flexível, vale refeição, vale transporte, Gympass, seguro de vida, plano de saúde e odontológico. Outro diferencial é a licença maternidade de seis meses e a licença paternidade estendida, sendo que ambas medidas valem para casais homoafetivos.
Moove
A Moove está com vagas abertas para diversas áreas, desde auxiliar a gerente de área. Para participar do processo seletivo, basta acessar as oportunidades no link https://grupocosan.csod.com/ux/ats/careersite/4/home?c=grupocosan.
Ubots
A Ubots está com vagas abertas para estágio em Suporte N1, Chatbots Designer, SDR (pré-vendas), SRE (DevOps Engineer), Customer Success Manager e Executivo de Vendas. Para participar do processo seletivo é necessário realizar cadastro pelo site: https://ubots.com.br/oportunidades.
Espro
A Espro – Ensino Social Profissionalizante está com 230 vagas abertas em São Paulo dentro do programa Jovem Aprendiz.
As oportunidades, para jovens de 16 a 22 anos, são para atuação em empresas privadas, parceiras do Espro, com remunerações que variam de R$ 568 a R$ 1.045 mais benefícios. Com carga horária de 4 horas ou 6 horas, de segunda a sexta-feira, o interessado deve estar cursando o ensino médio, técnico ou superior.
As inscrições devem ser feitas até o dia 20 de novembro no site www.espro.org.br .
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Pandemia tira emprego de mais de 21 mil profissionais com deficiência até o 3º trimestre

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Segundo o Dieese, trabalhadores PCDs foram responsáveis por mais de 4% do fechamento do total de vínculos formais do país de janeiro a setembro deste ano. Recessão restringe mercado de trabalho para PCDs Um retrato que há anos faz parte da economia brasileira ganhou ainda mais relevância com a crise decorrente da Covid-19: a baixa participação de profissionais com deficiência no mercado de trabalho formal. Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), obtido pelo G1, aponta que 73,5 mil pessoas com deficiência (PCDs) foram desligadas de um trabalho formal de janeiro a setembro — 0,6% do total de desligamentos. No mesmo período, as contratações somaram 51,9 mil. Com isso, o saldo das contratações menos demissões de PCDs de janeiro a setembro ficou negativo em 21,7 mil. Esses dados desconsideram o item "não informado" na seção "tipo de deficiência", que representam 0,3% da respostas. Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, o elemento representa uma "informação inválida, não informada de forma correta pelo empregador." Segundo o Dieese, o número de vínculos formais para pessoas com deficiência passou de 486,8 mil para 523,4 mil de 2018 a 2019. "Apesar do aumento, aproximadamente 50% dos postos de trabalho deixaram de ser preenchidos dentro da lei de cotas", afirmou o economista da entidade, Leandro Horie. O relatório "Inclusão no mercado de trabalho e a pessoa com deficiência", realizado pela entidade, aponta também que, enquanto o mercado de trabalho registrou uma deterioração mais acentuada a partir de março, para as pessoas com deficiência essa piora já ocorria desde janeiro. Além disso, a recuperação de vagas para PCDs é tardia (a partir de agosto) e menos intensa. "Apesar de representarem pouco mais de 1% do total de vínculos formais em 2019, os trabalhadores com deficiência foram responsáveis por mais de 4% do fechamento do total de vínculos formais [vagas fechadas] do país de janeiro a setembro deste ano", analisou Horie. Evolução do trabalho PCD Economia G1 Evolução do mercado de trabalho Economia G1 Pandemia é usada como justificativa A auxiliar administrativa de recursos humanos Thatiane Ramos Quinto, 29, perdeu o emprego em abril em uma vidraçaria para automóveis, após após sete meses contratada. A justificativa dos gestores para desligá-la, disse, foi a pandemia. "Disseram que a diretoria pediu para colocar o meu nome. Eles garantiram não queriam, mas não tiveram outra escolha", afirmou ela, que é deficiente física e auditiva. Thatiane Ramos Quinto perdeu o emprego como auxiliar de recursos humanos em abril Arquivo Pessoal Por fazer parte do grupo de risco para o coronavírus, Thatiane diz que não vai procurar emprego por enquanto, mas afirma que sempre há vagas para auxiliares administrativos e de produção. A dificuldade está em ser contratada para postos com salário acima de dois salários mínimos, principalmente para cargos liderança. "Vaga para liderança eu nunca tentei por não ter uma representatividade nessa função. Acho que as empresas não enxergam uma pessoa com deficiência em um cargo alto", disse. Como Thatiane, o carioca Welberson Soares, de 48 anos, perdeu o emprego de cinco anos como auxiliar administrativo de arquivo em fevereiro durante um corte de trabalhadores em uma ONG. Welberson Soares perdeu o emprego em uma ONG em fevereiro Arquivo Pessoal Com deficiência intelectual leve e na fonação, ele está em busca de novas oportunidades mesmo sendo do grupo de risco e, para melhorar o currículo, está realizando um curso gratuito de vigilância, serviços gerais e administração financiado pela iniciativa privada. Além de auxiliar administrativo, Soares diz que já trabalhou como cobrador de ônibus, figurante, ajudante em uma casa de jogos e vendedor autônomo. "Não teve um emprego que gostei, mas preciso de trabalho. Queria trabalhar em escritório, na área administrativa. Fiz um curso de administração no Senai em parceria com a Coca-Cola, não faltei um dia, mas não fui aproveitado. O pessoal acha que deficiente é mais ônus do que bônus", afirmou. Soares conta que conhece pessoas com formação superior que atuam como auxiliar de serviço geral. E a dificuldade, destaca, é ainda maior para deficientes intelectuais, uma vez que a necessidade de adaptação da empresa transcende a de espaço físico. "É preciso avaliar o talento das pessoas com deficiência também. Eu não sou bom em fazer coisas na teoria, mas se me ensinar o trabalho na prática, com o hábito, faço de imediato", disse. Para o Dieese, a situação descrita por Soares não é isolada e pode ser agravada se forem considerados os profissionais com deficiência que atuam na informalidade. "Um elemento importante a ser destacado é que o número de pessoas com deficiência que tem ocupação é muito menor do que a quantidade de pessoas que trabalha e possui alguma deficiência. Ou seja, a maioria de trabalhadores PCDs ainda atua na informalidade, em um cenário de menos adaptação do que quem ocupa a lei de cotas", informou Horie. Distribuição dos rendimentos Economia G1 Na avaliação de Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o grande problema do mercado de trabalho para pessoas com deficiência é que não há mudança de padrão de acordo com o setor e, tampouco, avanços representativos. "O ponto principal de todos os números [do Caged] é que o mercado de trabalho melhora para quem não tem deficiência; e para quem tem, a situação tem piorado", explicou ele. Ativista da causa por conta de um amigo, Bentes avalia que seria necessário um crescimento econômico vrituoso para aumentar a demanda por emprego para PCDs — o que não tem previsão de acontecer por enquanto. "Temos um elevadíssimo estoque de desempregados e uma capacidade ociosa elevada. Isso pode jogar contra as pessoas com deficiência. Não descarto uma regressão desse quadro, mas o máximo que podemos esperar é que ele se torne menos negativo", prevê o economista. Vídeos: Últimas notícias de economia

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