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EUA autorizam retomada de voos do Boeing 737 MAX

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Chefe da Agência Federal de Aviação afirmou estar '100% confiante' na segurança do modelo que foi impedido de voar em todo o mundo após dois acidentes. Boeing 737 MAX estacionado em uma fábrica em Renton, nos EUA David Ryder/Reuters A Boeing obteve nesta quarta-feira (18) aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos para retomar os voos de seu jato 737 MAX após quase 2 anos de suspensão devido a dois acidentes que deixaram 346 mortos. O chefe da FAA, Steve Dickson, assinou uma ordem suspendendo a proibição de voos e a agência divulgou uma diretriz de aeronavegabilidade detalhando as mudanças necessárias, informa a Reuters. As ações da Boeing saltavam cerca de 6% depois do anúncio, segundo a Reuters. A aeronave não voltará a voar de forma imediata em todo mundo, já que as autoridades do setor aéreo de outros países decidiram realizar suas próprias certificações. O chefe da FAA afirmou estar "100% confiante" na segurança do Boeing 737 MAX, mas disse que a fabricante do avião tem mais a fazer para melhorar sua cultura de segurança. "Fizemos o que é humanamente possível para garantir que esses tipos de acidentes não voltem a acontecer ", disse Dickson à Reuters, acrescentando que mudanças no design e software da aeronave tornaram o avião seguro para voltar a operar. A FAA está exigindo um novo treinamento de pilotos e atualizações de software para lidar com um sistema de prevenção do estol (ou perda de sustentação) chamado MCAS, que em ambos os acidentes repetidamente empurrou o nariz do jato para baixo enquanto os pilotos lutavam para recuperar seu controle, destaca a Reuters. O CEO da Boeing, David Calhoun, afirmou que a decisão constitui "uma etapa importante". A decisão da FAA ocorre no momento em que outros reguladores globais também se aproximam das decisões sobre permitir que o avião volte a operar. Anac ainda trabalha em ajustes finais para retorno de Boeing 737 MAX no Brasil Entenda a crise A decisão de manter no chão as aeronaves 737 MAX em março de 2019, depois que acidentes mataram 346 pessoas na Etiópia e na Indonésia, provocou ações judiciais, investigações do Congresso e do Departamento de Justiça e cortou uma fonte importante de renda da Boeing. Um painel da Congresso dos Estados Unidos concluiu, após 18 meses de investigação, que os dois acidentes com o Boeing 737 MAX resultado de falhas da fabricante de aeronaves Boeing e da FAA. "Eles foram o terrível resultado de uma série de suposições técnicas incorretas dos engenheiros da Boeing, uma falta de transparência por parte da administração da Boeing e uma supervisão grosseiramente insuficiente da FAA", concluiu o relatório. Em meio à crise, a Boeing decidiu também rescindir em abril de 2020 o acordo de compra da área da aviação comercial da Embraer, que previa a criação de empresa conjunta de US$ 5 bilhões que teria controle da gigante americana. Perspectivas A Boeing está buscando novos compradores para muitos de seus 737 MAX, após ver compradores originais cancelarem seus pedidos. A demanda foi ainda mais prejudicada pela pandemia de coronavírus. Mesmo com todos os obstáculos, a retomada das entregas do 737 MAX abrirá um canal crucial de receita para a Boeing e centenas de fornecedores de peças cujas finanças foram prejudicadas por cortes de produção relacionados à suspensão do jato. A American Airlines planeja operar o primeiro voo comercial do MAX em 29 de dezembro. A Southwest Airlines, maior operadora de MAX do mundo, não planeja retomar os voos da aeronave até o segundo trimestre de 2021. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

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Apple irá reduzir pela metade comissão na App Store para pequenas empresas

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Desenvolvedores que ganham menos de US$ 1 milhão por ano terão taxa de 15% nas transações pela loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac. App Store, loja de aplicativos da Apple Divulgação/Apple A Apple anunciou nesta quarta-feira (18) um programa para pequenos negócios que disponibilizam seus aplicativos para o seu ecossistema. Desenvolvedores que ganham menos de US$ 1 milhão por ano irão pagar uma comissão de 15%, em vez da taxa tradicional de 30%. A novidade passa a valer em 1º de janeiro de 2021, e a análise das receitas será feita com base nas receitas do ano anterior. Essa mudança acontece depois de a empresa ser pressionada pelo "imposto" cobrado em sua loja de aplicativos, mas só afeta alguns desenvolvedores. Saiba mais: Criadoras de Fortnite, Spotify, Tinder e outras criam aliança contra 'imposto' da Apple A companhia fica com uma fatia das transações realizadas – desde a compra do app em si, até aquisições realizadas dentro do aplicativo, como itens um jogo ou a assinatura de um plano, por exemplo. De acordo com as regras da App Store, conteúdos digitais só podem ser adquiridos por intermédio do sistema da Apple. Muitos desenvolvedores não concordam com essa prática, e alegam que ela é anticompetitiva. O programa, no entanto, não irá beneficiar alguns dos maiores desenvolvedores que reclamam das taxas. A Epic Games, criadora do game Fortnite, processou a Apple pelas práticas na App Store – e outras grandes empresas criaram uma coalizão para brigar contra o "imposto" da Apple. De acordo com a Apple, "a maioria" dos criadores de aplicativos para iPhone, iPad e Macs devem ter direito à redução da taxa, mas não especificou os números. A companhia também não projetou o impacto que a decisão deve ter nas próprias receitas, já que as comissões representaram mais de US$ 50 bilhões de suas receitas no último ano. Veja os vídeos mais assistidos do G1

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Bitcoin supera US$ 18 mil e se aproxima de máxima histórica

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Criptomoeda disparou cerca de 160% este ano e acumulou valorização de mais de 15% apenas nos últimos três dias. O bitcoin superou a marca de US$ 18 mil nesta quarta-feira (18), atingindo seu maior valor desde dezembro de 2017 e ampliando seu rali em 2020, diante de expectativas de sua aceitação popular e de sua característica percebida de que é uma proteção contra a inflação.
Bitcoin: entenda o que é
Bitcoin: veja perguntas e respostas sobre a moeda virtual
A criptomoeda saltava 3,1%, a US$ 18.221. O bitcoin disparou cerca de 160% este ano e acumulou valorização de mais de 15% apenas nos últimos três dias.
Educação financeira: entenda o que é o Bitcoin
O bitcoin está agora perto de sua máxima histórica de pouco menos de US$ 20 mil, que atingiu no pico de sua bolha de 2017.
"Não está fora de questão que a criptomoeda atinja sua máxima recorde de US$ 20 mil antes do Natal", disse Simon Peters, analista da plataforma de investimentos eToro.
"A indústria de criptoativos se consolidou, amadureceu e está vendo uma tração real com os investidores institucionais. Os investidores estão usando o bitcoin como uma proteção inflacionária para combater a perspectiva de estímulo governamental contínuo".
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Prefeitura de Tupi Paulista abre processo seletivo para a contratação de professores

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Oportunidades são para preenchimento de vaga e Cadastro de Reserva (CR). Interessados devem garantir participação pela internet até o dia 25 de novembro. Prefeitura de Tupi Paulista Prefeitura Municipal de Tupi Paulista/Divulgação A Prefeitura de Tupi Paulista (SP) abriu processo seletivo para professores de educação básica I e II e de educação especial. Os interessados devem garantir participação até o dia 25 de novembro. Conforme o edital, as oportunidades são para preenchimento de vagas e formação de Cadastro de Reserva (CR) para profissionais que ministram as seguintes disciplinas: inglês, educação física, arte, matemática, português, ciências, história, geografia e dança. Há ainda chance para professor de educação especial e professor de educação especial com certificação de proficiência em Língua Brasileira de Sinais (Libras). As cargas horárias são de 27 ou 34 horas/aulas semanais e 15, 30 ou 40 horas/aulas semanais. A remuneração varia entre R$ 14,65 hora/aula e R$ 20,61 hora/aula, além do vale-alimentação. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 25 de novembro. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.

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Novo apagão no Amapá pode ter ocorrido com ‘energização’ de linha de transmissão, diz ONS

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Nova falha no fornecimento de energia no estado foi registrada na noite desta terça (17) após desligamento de transformador e de usina. Amapá tem novo apagão total O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou nesta quarta-feira (18) que o novo apagão que atingiu o Amapá na noite de terça (17) pode ter ocorrido no momento da "energização" de uma linha de transmissão. Entretanto a energização, que é o momento em que começa a passar eletricidade por uma linha, não teria sido, a princípio, a causa do desligamento. A causa do novo apagão ainda está sendo investigada. Apagão no Amapá: entenda as causas e consequências da falta de energia no estado Em nota, o ONS informa que a energização da linha Santa Rita-Equatorial pode ter levado a uma sequência de desligamentos de um transformador da subestação Macapá e da hidrelétrica Coaracy Nunes, o que gerou o apagão (leia mais abaixo). A linha liga duas subestações por onde passa energia que atende a 70% da cidade de Macapá, capital do Amapá. A CEA, distribuidora de energia do Amapá, informou que não foi registrado nenhum problema nesta linha na noite de terça. O Operador Nacional do Sistema informa ainda no documento que a normalização do fornecimento ocorreu na madrugada desta quarta, à 1h04. Essa normalização, entretanto, não significa o fim das restrições elétricas no estado. Em nota divulgada também nesta quarta, o Ministério de Minas e Energia informou que o fornecimento de energia no Amapá "se encontra no patamar de 80% de sua capacidade, mesmo cenário apresentado antes da ocorrência", ou seja, antes desse segundo apagão. Entretanto, segundo o diretor-presidente da CEA, Marcos Pereira, esse patamar de cobertura do fornecimento de energia é menor que o informado pelo MME, de cerca de 70%. "Porque você tem uma situação de estresse causado pela própria situação, então ela reduziu um pouco mais esse número, talvez 70%", disse Pereira em entrevista mais cedo nesta quarta. Sequência de eventos De acordo com o ONS, a falha no fornecimento ocorreu a partir das 20h27 de terça e a demora no restabelecimento se deveu "a uma sequência de eventos." De acordo com o ONS: às 20h27 ocorreu o desligamento automático do transformador da subestação Macapá e da hidrelétrica de Coaracy Nunes; o desligamento provocou a interrupção de 183 MW de carga no estado do Amapá; às 20h15, o processo de recomposição do fornecimento de energia foi iniciado de forma gradual; às 21h03, houve novo desligamento da subestação Macapá; às 21h10, foi feita uma nova tentativa de retomada da carga; às 21h20, o transformador desligou pela terceira vez; às 21h36, foi dado início em nova retomada da carga; à 1h04 de quarta-feira, a carga no estado foi normalizada. "O ONS identificou que os desligamentos podem ter sido causados no momento da energização da linha de transmissão Santa Rita – Equatorial, em 69 KV. A linha está sendo mantida desligada até avaliação a ser realizada pela CEA, distribuidora local. O ONS continua acompanhando a situação no Estado", finaliza a nota. Manifestantes no Centro de Macapá reclamam de apagão e de falhas em rodízio de energia no Amapá Wesley Abreu/Rede Amazônica Protestos A população do Amapá convive com as dificuldades no fornecimento de energia desde o dia 3 de novembro, quando um incêndio em uma subestação levou ao primeiro apagão que atingiu 13 das 16 cidades do estado. No dia 8 de novembro, começou a operar no Amapá um sistema de rodízio, em que cada parte do estado tinha acesso à eletricidade durante algumas horas do dia. Na semana passada o governo federal anunciou ajuda para aluguel de geradores que reforçariam o fornecimento de energia até a solução do problema. Com a crise, a capital do estado e cidades do interior têm registrado protestos. Além disso, o problema levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a adiar as eleições municipais em Macapá. A precariedade no fornecimento de energia ainda atinge cerca de 90% da população do Amapá. Entenda o apagão no Amapá em 6 pontos

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Apagões no Amapá são alerta para outras regiões

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Amapá tem novo apagão total
Os dois apagões no Amapá geram o alerta para problemas de segurança energética em outras regiões do país. A falta de planejamento histórica do setor leva ao uso de usinas térmicas e geradores a diesel, mais caros e poluentes, encarecendo a conta de luz de todos os brasileiros.
As regiões Sudeste e Sul vivem um momento de reservatórios em níveis muito baixos nas usinas hidrelétricas. Segundo o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, no Sudeste os níveis devem ficar abaixo de 20% ao final dessa semana. O plano B, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS), será o uso de térmicas a diesel.
A região Norte é a que mais sofre com a falta de um plano B, a chamada redundância, no sistema energético. Este problema é mais sério no Acre.
Já Roraima depende integralmente das térmicas, por não receber mais energia da hidrelétrica de Guri, na Venezuela. O estado não é ligado ao Sistema Integrado Nacional (SIN).
No Nordeste, há uma presença elevada de fontes eólicas, que são eficientes e representam energia limpa, mas de forma intermitente.
A necessidade de utilização de geradores e térmicas a diesel encarece as contas de luz em todo o país. Dados repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU) estimam que as usinas de óleo diesel em Roraima têm um custo diário de R$ 3 milhões e a operação já teria custado a todos os consumidores brasileiros cerca de R$ 1,5 bilhão.
O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, diz que as falhas no planejamento e eficiência fazem com que metade das contas de luz dos brasileiros seja composta de subsídios, taxas e impostos.
Segundo Pedrosa, apenas o episódio de emergência para atender a situação do Amapá, que pode durar seis meses, deve custar R$ 1 bilhão ao sistema pago por todos os usuários do país.
Protestos na madrugada abrem o 16º dia de apagão no Amapá, após novo blecaute
“A prioridade agora é clara: proteger a população do Amapá. Mas a segunda precisa ser planejar melhor a eficiência de todo o sistema”, diz.
Pedrosa sugere o estudo de uma segunda linha de transmissão local, já que o Amapá fica na ponta do sistema, como se fosse uma “rua sem saída”. Ele diz ainda que a região Norte deveria explorar melhor a energia solar, como alternativa na região.

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FMI elogia resposta a coronavírus da Alemanha, ‘rápida e vigorosa’

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Economia alemã teve queda recorde de 9,8% no 2º trimestre, mas depois se recuperou em 8,2% de meses de julho a setembro. O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse nesta quarta-feira (18) que a Alemanha lidou bem com a primeira onda da pandemia de Covid-19 graças à forte resposta de Berlim, mas uma segunda onda de infecções está obscurecendo as perspectivas de crescimento da maior economia da Europa.
"Embora a economia tenha começado a se recuperar no terceiro trimestre, a perspectiva se enfraqueceu em face de uma nova onda de infecções, e os riscos negativos aumentam", disse o FMI em seu último relatório sobre a Alemanha.
Angela Merkel defende novo lockdown nacional para tentar frear 2ª onda na Alemanha
O credor internacional com sede em Washington elogiou o governo da chanceler Angela Merkel por sua resposta política "rápida e vigorosa", que disse ter ajudado a conter a contração econômica a um nível bem inferior ao de outros grandes países europeus.
A economia alemã teve queda recorde de 9,8% no segundo trimestre, mas depois se recuperou em 8,2% – resultado melhor do que o esperado – nos três meses de julho a setembro.
O governo implementou desde março uma série sem precedentes de medidas de proteção de empregos, auxílio à liquidez para empresas, medidas de estímulo e planos de investimento de longo prazo.
O FMI sugeriu que Berlim deve continuar suas políticas para colocar a economia em uma trajetória de recuperação sustentada, protegendo o mercado de trabalho e garantindo que empresas viáveis continuem em atividade.
"No geral, a economia alemã deve recuar cerca de 5,5% em 2020, com apenas uma recuperação parcial em 2021", disse o FMI.
A falha em controlar as novas infecções pode exigir lockdowns mais rígidos e mais duradouros, o que criaria riscos substanciais para as perspectivas, alertou. Outros riscos, como um Brexit sem acordo e uma nova escalada nas tensões comerciais, também podem pesar sobre a economia da Alemanha, acrescentou o FMI.
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Anac ainda trabalha em ajustes finais para retorno de Boeing 737 MAX no país

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Nos EUA, retomada dos voos foi autorizada nesta quarta-feira (18). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) comunicou nesta quarta-feira (18) que a liberação para retorno das operações das aeronaves modelo Boeing 737-800 MAX no Brasil ainda depende do término dos trabalhos realizados pela agência quanto ao processo de validação das modificações do projeto. "O objetivo é demonstrar que o projeto com as modificações propostas é seguro e atende aos requisitos de aeronavegabilidade necessários", afirmou em comunicado. EUA autorizam retomada de voos do Boeing 737 MAX Funcionário trabalho próximo a um Boeing 737 MAX em Renton, nos EUA, em 16 de dezembro de 2019. REUTERS/Lindsey Wasson A autoridade de aviação norte-americana, a Federal Aviation Administration (FAA), autorizou nesta quarta-feira a Boeing a retomar os voos de seu jato 737 MAX após dois acidentes fatais, bem como divulgou uma diretriz de aeronavegabilidade detalhando as mudanças necessárias. Os acidentes do 737 MAX na Indonésia e na Etiópia mataram 346 pessoas em cinco meses em 2018 e 2019 e desencadearam uma tempestade de investigações, desgastaram a liderança dos EUA na aviação global e custaram à Boeing cerca de 20 bilhões de dólares. A partir da diretriz da FAA, a Anac afirmou que procederá com os ajustes finais para conclusão do processo de validação para retorno do modelo Boeing 737- 800 MAX no Brasil. "Após o término desse trabalho, o operador brasileiro da aeronave, que atualmente é a GOL Linhas Aéreas, deverá incorporar e demonstrar de forma satisfatória o cumprimento de todas as novas diretrizes, tanto em termos de projeto quanto de treinamento de pilotos", disse a agência. A Anac acrescentou que a decisão da FAA foi resultado de um trabalho realizado em conjunto com a agência brasileira e outras autoridades de aviação civil no mundo, em especial a autoridade europeia European Aviation Safety Agency (EASA) e a canadense Transport Canada Civil Aviation (TCCA). "Este esforço é exemplo de cooperação entre autoridades da aviação civil, apenas alguns países têm experiência para certificar um sistema tão complexo", afirmou o diretor-presidente substituto da Anac, Rafael Botelho. "No entanto, a Anac trabalha com avaliações independentes para assegurar que todos os requisitos necessários serão atendidos no retorno seguro das operações dessas aeronaves no Brasil", acrescentou. Assista as últimas notícias de economia

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Reino Unido antecipa proibição de carros a gasolina e diesel para 2030

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Boris Johnson anunciou 'revolução industrial verde' para zerar as emissões de carbono do país até 2050. Governo alemão anunciou mais € 5 bilhões para fomentar veículos elétricos. Carro elétrico é carregado em rua de Londres. Governo britânico vai proibir a venda de novos carros a gasolina e diesel a partir de 2030 Kirsty Wigglesworth/AP O Reino Unido vai proibir a venda de novos carros e vans movidos a gasolina e diesel a partir de 2030, cinco anos antes da promessa anterior, anunciou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson. O premiê apresentou um plano de "revolução industrial verde", em que promete zerar as emissões de carbono do país até 2050 e "criar e sustentar" até 250 mil empregos em energia, transportes e tecnologia. O plano de dez pontos do governo conservador também pretende desenvolver a energia eólica marinha, o hidrogênio para calefação e o carro elétrico, plantar milhares de hectares de árvores e transformar o país em líder mundial em captura e armazenamento de CO2. A Alemanha anunciou nesta quarta-feira (18) até 5 bilhões de euros em ajuda do governo da premiê Angela Merkel (mais de R$ 30 bilhões) para o fomento de veículos elétricos (veja mais abaixo). A "agenda positiva" do premiê britânico ocorre em meio à grave crise de Covid-19 pela qual o país passa (a mais mortal do continente) e a duras negociações comerciais do Brexit (nome dado à saída do Reino Unido da União Europeia). O Reino Unido é o quinto país com mais mortes por Covid no mundo (52,8 mil), só atrás de Estados Unidos, Brasil, Índia e México, e o sétimo com maior número de casos. O país deve sediar em 2021 a COP26, a conferência da ONU sobre o clima, em Glasgow. "Agora é a hora de planejar uma recuperação verde com empregos de alta qualificação que deem às pessoas a satisfação de saber que estão ajudando a tornar o país mais limpo, mais verde e mais bonito", disse Johnson em uma coluna publicada no jornal "Financial Times". O plano deve custar US$ 16 bilhões ao governo (cerca de R$ 85 bilhões) e até o triplo disso do setor privado, segundo o premiê. O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, durante sessão no Parlamento Parlamento britânico via Reuters Em 2019, o Reino Unido se tornou o primeiro país do G7 a aprovar uma legislação com a meta de zerar as emissões até 2050, o que exigirá mudanças generalizadas na maneira como os britânicos viajam, consomem energia e se alimentam. € 5 bilhões na Alemanha Na Alemanha, a indústria automobilística receberá até 5 bilhões de euros em ajuda do governo (mais de R$ 30 bilhões) para superar crise causada pela pandemia e prosseguir com a transição para os veículos elétricos. Após reunião com representantes da indústria, o governo Merkel anunciou que deseja prorrogar até 2025 o incentivo para a população comprar veículos elétricos, substituir caminhões antigos e instalar mais pontos de recarga. "A indústria automobilística alemã passa por uma mudança estrutural de longo prazo, que gera desafios enormes para as empresas, regiões e trabalhadores", declarou o porta-voz do governo, Steffen Seibert. "As pequenas e médias empresas fornecedoras, em particular, devem ser apoiadas durante a transformação". O governo alemão deseja que ao menos 25% dos postos de combustíveis tenham infraestrutura de recarga rápida até o fim de 2022, 50% até 2024 e 75% até 2026. O setor automobilístico representa um quinto da indústria alemã e cerca de 5% do PIB e gerava mais de 800 mil empregos diretos antes da pandemia. A venda de veículos já despencou 23% no país no acumulado do ano. Veja os vídeos mais assistidos do G1

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PIX estimulará fintechs e startups sem tirar espaço dos grandes bancos, diz presidente do BC

quarta-feira, 18 novembro 2020 por Administrador

Segundo Roberto Campos Neto, 2 milhões de operações foram realizadas nesta terça-feira (17), segundo dia de operação do novo sistema de pagamentos. O PIX tende a estimular as chamadas "fintechs" (pequenas empresas de tecnologia do setor financeiro) e as "startups" (companhias inovadoras com custos baixos), mas sem tirar espaço dos grandes bancos.
A avaliação foi feita nesta quarta-feira (18) pelo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, durante videoconferência. O novo sistema de pagamento foi criado pela instituição e entrou em operação plena nesta segunda-feira (16).
"A democratização é mais importante. Temos de estimular 'fintechs', 'startups'. Os grandes bancos têm papel importante, e acho que não vão perder espaço. Vão se moldar a uma coisa diferente, à experiência do usuário, à interface com o consumidor, à conexão com outros negócios pequenos", disse.
Segundo Campos Neto, o PIX não deve tirar receita dos bancos. Na visão do presidente do BC, o novo sistema de pagamentos vai gerar novos modelos de negócios, envolvendo pequenas empresas, por exemplo. Além disso, afirmou, aumentará a chamada "bancarização", que vem sendo estimulada pelo auxílio emergencial.
PIX: entenda o novo sistema de pagamentos
Veja perguntas e respostas sobre o novo sistema de pagamentos
ATENÇÃO: saiba como evitar golpes no cadastro do PIX
SAIBA TUDO SOBRE O PIX NA PÁGINA ESPECIAL DO G1
"Não achamos que isso é um movimento que vai atrapalhar os grandes bancos. A gente acha o contrário. A gente acha, talvez, que o mercado do futuro seja os grandes bancos terem uma fatia um pouco menor de uma torta muito maior, porque gera inclusão financeira, gera bancarização, gera novos modelos de negócios", explicou o presidente do BC.
Em outubro, a agência de classificação de risco Moody’s previu que os bancos deveriam perder até 8% da receita atual com tarifas por conta da entrada em vigor do PIX.
Experiência do usuário
Para Campos Neto, o banco que vai chegar na frente no uso do PIX é o que tornar tão fácil fazer um pagamento por meio do novo sistema quanto fazer uma ligação de telefone.
"Conectar o PIX com a agenda telefônica. Algumas melhorias podem fazer com que a agenda do usuário melhore, se a experiência do usuário for boa. A gente viu isso na Índia, pessoas fecharam conta em um banco e abriram no outro", afirmou.
Entenda como mandar e receber dinheiro pelo Pix
Números do PIX
O presidente do Banco Central avaliou que o cadastramento de 30 milhões de chaves PIX em três dias foi "uma grande surpresa".
"Conversando com pessoas que estudam isso há mais tempo, a gente não vê esse volume de adesão em nenhuma plataforma eletrônica. Não teve no isso nem no Instagram, nem no Facebook, nada parecido", disse.
De acordo com ele, isso mostra uma demanda por um sistema de pagamento com as características do PIX.
"Estamos nos aproximando de 75 milhões de chaves, número grande de adesão. Bancos participaram de uma forma muito integrada, os bancos pequenos, grandes", afirmou.
De acordo com Campos Neto, nesta terça-feira (17), segundo dia de funcionamento pleno do PIX, foram feitas quase dois milhões de operações.
Ele informou que a taxa de rejeição de transações, foi de 9% no primeiro dia de operações e de cerca de 6,5% no segundo. As rejeições estão relacionadas ao desencontro de informações prestadas pelos clientes aos bancos. Segundo o presidente do BC, o chamado DOC, tem rejeição de 5%.
VÍDEOS: veja mais notícias de economia

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