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Zélia Duncan apronta álbum com músicas inéditas compostas com Juliano Holanda

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

♪ Em cena desde 1981, ano em que fez os primeiros shows em Brasília (DF), Zélia Duncan completa 40 anos de carreira em 2021. As comemorações incluem o lançamento de álbum de músicas inéditas, todas compostas pela artista em parceria com o compositor pernambucano Juliano Holanda. O disco já está praticamente pronto e foi gravado, em clima de pop folk, no formato de voz & violões. Uma das músicas da parceria, Eu e vocês, batiza o álbum que Elba Ramalho lança em 20 de novembro. Outra se chama Vou gritar seu nome. Todas as composições foram feitas por Zélia e Juliano ao longo deste ano de 2020 no período de isolamento social. Umas canções são mais “suaves”. Outras são mais “intensas”, de acordo com a artista. Embora já esteja praticamente finalizado, o álbum será lançado por Zélia Duncan somente em 2021.

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AC/DC supera tragédias, problema auditivo e acusações judiciais para lançar 17º álbum

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Banda australiana lança 'Pwr up' liderada por Brian Johnson, que agora usa um aparelho auditivo de última geração. AC/DC Divulgação Nem todos acreditavam no retorno do AC/DC, com o vocalista afetado pela perda da audição, a morte de um dos pilares do grupo e os problemas judiciais do baterista. Mas a banda preparou um novo álbum, "Pwr up", imaginado para lotar os estádios, assim que possível. No mundo do rock, muitos falam do "clube dos 27", idade em que morreram ícones como Janis Joplin, Amy Winehouse, Jim Morrison, Jimi Hendrix e Kurt Cobain. Mas no caso do AC/DC é possível falar do "clube dos sobreviventes": seus membros vão dos 65 anos do guitarrista Angus Young aos 73 do vocalista Brian Johnson. O primeiro cantor do grupo, Bon Scott, morreu em 1980 e Malcolm Young, guitarrista e cofundador da banda em 1973 ao lado do irmão Angus – escoceses instalados na Austrália – faleceu em 2017. Quantos grupos conseguiriam sobreviver a tais perdas? "Entre os grandes grupos internacionais, apenas os Rolling Stones continuam lançando discos e organizando turnês após a morte de um membro-chave, Brian Jones", em 1969, aos 27 anos. O Queen nunca soube encontrar um equivalente a Freddie Mercury", afirma à AFP Christian Eudeline, diretor de redação da revista francesa "Vinyl & Audio". "O AC/DC encontrou imediatamente com Brian Johnson outro cantor tão bom quanto Bon Scott", completa. Em um vídeo publicado no site oficial do AC/DC, Angus Young apresenta o novo álbum, "Pwr up", após a morte do irmão: "O grupo era seu bebê, a vida de 'Mal' (Malcolm), era ele que nos empurrava a continuar. Sempre nos dizia que ser músico é como estar a bordo do Titanic, o grupo continua tocando independente do que acontece com o navio". E o AC/DC provou que não afunda. O primeiro álbum com Brian Johnson, "Back in black" (1980), vendeu 50 milhões de cópias e inclui sucessos imortais como "Hells bells", à altura de "Highway to hell" (1979). Os últimos anos também foram marcados por outros infortúnios: Johnson teve que abandonar o grupo devido a um princípio de surdez e foi substituído temporariamente nos shows pelo líder dos Guns N' Roses, Axl Rose. Mas Johnson, com um aparelho auditivo de última geração, retornou ao barco, assim como o baterista Phil Rudd, que superou os problemas com as drogas e foi absolvido da acusação de ordenar um assassinato na Nova Zelândia, onde mora. O novo álbum não vai decepcionar os fãs e inclui canções como "Realize" e "System down". "Eles fazem o seu trabalho e está claro que não o fazem por dinheiro – depois de 200 milhões de discos vendidos – mas pela diversão no palco, onde atualmente atraem três gerações, afirma Eudeline. Nos Estados Unidos, na entrada de seus shows não faltam os cartazes que denunciam a 'música de Satã', enquanto os fãs compram os pequenos chifres de plástico inspirados na capa de "Highway to hell", 40 anos depois.

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Anel de Elvis e gravações de Woodstock se destacam em leilão de Hollywood

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Anel de ouro e diamente usado por Elvis Presley deve valer até US$ 500 mil (cerca de R$ 2,7 milhões). Anel de Elvis Presley será leiloado em Los Angeles GWS Auctions/ Reuters Um anel de ouro e diamante usado por Elvis Presley deve ser vendido por mais de 500 mil dólares (cerca de R$ 2,7 milhões) em um leilão de suvenires, realizado em Los Angeles, que vai de guitarras de rock a um conjunto de fitas das gravações originais do festival de Woodstock. O anel de Elvis é descrito como o primeiro de uma série de anéis com as letras TCB (Cuidando Dos Negócios, em inglês) e emblema de raio que o cantor adotou em 1969. "É a quintessência das joias de Elvis", disse Brigitte Kruse, fundadora da casa de leilões GWS Auctions. Serão leiloados mais de 300 itens no dia 28 de novembro. O lote mais caro pode ser uma coleção de fitas originais do festival de Woodstock de 1969 que ficou guardada durante mais de 10 anos no depósito de um produtor e nunca foi posta à venda. As mais de 700 horas de gravações, avaliadas de forma independente em 1,6 milhão de dólares, incluem apresentações de Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who e dúzias de outros artistas que participaram do que é visto como o pilar da cultura hippie. Kruse disse que é difícil estimar por quanto as fitas de Woodstock podem ser vendidas. "Não há nada que se compare", disse. "De vez em quando trombamos com estas peças que são realmente excepcionais e coisas que você nem imaginaria que ainda existem."

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PlayStation 5 é lançado em alguns países para concorrer com novo Xbox

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Lançamento é na Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Canadá e México. Resto do mundo, incluindo Europa e Brasil, recebem novo console em 19 de novembro. DualSense é o controle do PlayStation 5 Divulgação/Sony A batalha entre Sony e Microsoft entrou nesta quinta-feira (12) na fase decisiva com o lançamento pela empresa japonesa do PlayStation 5, dois dias após o lançamento do novo console da rival, o Xbox Series X, em uma nova disputa entra as gigantes de tecnologia pelo mercado dos jogos eletrônicos. Ao contrário da Microsoft, que apostou por um único lançamento global, a Sony optou por vender seu novo console em duas etapas: Austrália, Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul, Estados Unidos, Canadá e México receberão o produto primeiro, a partir desta quinta-feira, enquanto o resto do mundo, incluindo a Europa e Brasil, terá que esperar até 19 de novembro. PS5: Sony revela primeiras imagens do PlayStation 5; ASSISTA Devido à pandemia, as vendas serão realizadas exclusivamente pela internet. A Sony alertou que nenhuma loja poderá vender o PlayStation 5 fisicamente nos dias de lançamento. Em uma loja de Sydney (Austrália), apenas poucos clientes que conseguiram reservar com antecedência o produto compareceram às lojas para retirar o console nesta quinta-feira. A demanda pelo console se anuncia alta devido ao estilo de vida mais caseiro imposto pela pandemia. Os exemplares disponíveis para pedidos antecipados foram esgotados em tempo recorde e os analistas preveem que o público em geral terá dificuldade para conseguir um PlayStation 5 antes de 2021. Assim como o concorrente, o PlayStation 5 estará disponível em duas versões: uma "premium", que a Sony vende por 499 dólares, o mesmo preço do Xbox Series X, e uma "edição digital" com a mesma potência, mas sem leitor de disco, que custará 399 dólares, 100 dólares mais caro que o Xbox Series S. As versões digitais, que só permitem utilizar jogos baixados, são uma mina de ouro para as duas fabricantes porque permitem compensar as reduzidas margens nas vendas de consoles. As empresas conseguem, assim, controlar os preços dos jogos, eliminando os custos de fabricação e distribuição, ao mesmo tempo que impedem as revendas no mercado de segunda mão. Os consoles das duas gigantes têm características globalmente equivalentes. A Sony espera fazer a diferença com jogos muito aguardados como "Spider-Man: Miles Morales", "Ratchet & Clank: Rift Apart" ou "Horizon: Forbidden West". Mas alguns deles só devem ser lançados dentro de alguns meses. Estes jogos são desenvolvidos por estúdios comprados pela Sony, uma forma que a empresa encontrou para assegurar o desenvolvimento de títulos exclusivos para seu console e garantir o lucro nas vendas. A empresa japonesa possui 14 estúdios. A Sony, que representa um terço das vendas totais do mercado de videogames, espera alcançar com a 9ª geração de seu console o mesmo sucesso atingido pelo PlayStation 4, lançado em 2013 e que vendeu o dobro de exemplares em relação ao concorrente direto, o Xbox One da Microsoft. Nos últimos anos, a Sony deixou de lado o mercado japonês, onde o mercado dos jogos para consoles registrou queda considerável e está dominado pela Nintendo. A Sony vendeu apenas 8% dos PS4 no país. A empresa concentrou a estratégia no mercado americano, único território em que a Microsoft não fica para trás. Em 2016 transferiu as operações do PlayStation de Tóquio para a Califórnia e unificou o processo de tomada de decisões e produção, dirigidos por suas equipes americanas. De acordo com analistas, a empresa japonesa superará novamente a rival americana em número de consoles vendidos. Contudo, a longo prazo, a Microsoft poderá fazer frente em receita graças à estratégia centrada na venda de jogos por mensalidade e streaming.

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‘Friends’: Reunião de elenco é remarcada para março de 2021

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Produção do episódio especial foi adiada por causa da pandemia do novo coronavírus. Elenco de 'Friends' Divulgação A reunião do elenco de Friends, que aconteceria em 2020 e foi adiada por causa da pandemia do novo coronavírus, vai acontecer em março de 2021, segundo Matthew Perry, intérprete do personagem Chandler. "A reunião de Friends está sendo reagendada para o começo de março. Parece que vamos ter um ano cheio. E é assim que eu gosto", escreveu o ator no Twitter nesta quinta-feira (12) . Initial plugin text A agência Reuters informou em maio de 2020 que Robert Greenblatt, diretor da WarnerMedia Entertainment, avaliou que valeria a pena esperar até que o programa em edição única e sem roteiro pudesse ser filmado da maneira tradicional. A reunião, sonhada pelos fãs por anos, seria uma das atrações de lançamento da HBO Max, mas a pandemia do novo coronavírus paralisou as produções em Hollywood antes que o especial pudesse ser gravado. A reunião, sonhada pelos fãs por anos, seria uma das atrações de lançamento da HBO Max, mas a pandemia do novo coronavírus paralisou as produções em Hollywood antes que o especial pudesse ser gravado. "Estamos esperando para conseguir finalizar esse especial, talvez até o final do verão. Acreditamos que há uma valor em se ter uma audiência barulhenta ao vivo presenciando a reunião desses seis grandes amigos", disse Greenblatt à revista "Variety" em entrevista. "Nós não queremos fazê-lo de repente em uma chamada virtual, ou em seis quadrados com pessoas gravando de suas cozinhas e quartos", acrescentou Greenblatt.

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Super Bowl terá The Weeknd como atração no show do intervalo

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Show do cantor canadense acontecerá em Tampa, Flórida, no dia 7 de fevereiro. O cantor canadense The Weeknd será a principal atração do show do intervalo do Super Bowl desta temporada da NFL, anunciou a liga de futebol americano nesta quinta-feira (12), um cobiçado palco que certamente terá que lidar com restrições devido à pandemia. A escolha para o show que acontecerá em Tampa, Flórida, no dia 7 de fevereiro, tem a ver com os esforços recentes do esporte para acomodar artistas mais jovens e ecléticos, deixando para trás a reputação de priorizar apresentações de rock clássico. "Todos nós crescemos assistindo às maiores apresentações do mundo no Super Bowl e só era possível sonhar em estar lá", comemorou The Weeknd, 30 anos, em um comunicado. "Estou emocionado, honrado e extasiado por ser a atração deste palco único nesse ano", continuou o cantor, cujo nome verdadeiro é Abel Tesfaye, conhecido por sucessos como "Blinding Lights" e "Starboy", uma colaboração com a banda de música eletrônica francesa Daft Punk. Trata-se da segunda parceria da NFL com a Roc Nation, empresa do magnata do hip hop Jay-Z para produzir o popular show do intervalo do Super Bowl. Em 2019, Jay-Z foi convidado pela NFL para produzir o espetáculo, um dos shows pop mais assistidos do mundo, que a liga afirma ter o intuito de promover a justiça social. Jay-Z fez questão de mover a NFL do protesto para a ação, após as dificuldades encontradas pela liga para que os artistas concordassem em se apresentar no show do intervalo em 2019 devido ao tratamento dado ao ex-quarterback do San Francisco 49ers Colin Kaepernick, cujo protesto de ajoelhar-se contra a injustiça social durante o hino americano antes das partidas criou enorme polêmica e rebuliço social. The Weeknd apoiou publicamente o movimento Black Lives Matter e doou 200.000 dólares para a campanha de defesa legal de Kaepernick depois que George Floyd, um homem negro, foi assassinado sob custódia policial em maio. Ainda não está claro como a pandemia afetará o show de The Weeknd, cujos espetáculos são famosos pelos níveis sofisticados de produção. "Nossa intenção é ter o maior número possível de fãs no Super Bowl com segurança", disse o comissário da NFL, Roger Goodell, sobre o evento.

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‘WandaVision’ tem estreia adiada para janeiro no Disney+

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Série é a primeira criada pela Marvel Studios especificamente para a plataforma de streaming. A série de televisão "WandaVision" da Marvel Studios estreará no serviço de streaming Disney+ no dia 15 de janeiro, e não em dezembro, anunciou a Walt Disney Co nesta quinta-feira. "WandaVision" é uma das séries de grande destaque com que a Disney está contando para atrair mais clientes para o Disney+, plataforma de streaming. Globoplay anuncia parceria com Disney+ A série de seis horas é a primeira criada pela Marvel Studios especificamente para o Disney+. Ela tem Elizabeth Olsen no papel da Feiticeira Escarlate e Paul Bettany como Visão, dois personagens que já apareceram nos cinemas na franquia de grande sucesso "Vingadores". Em agosto, a Disney anunciou que o Disney+, um concorrente da Netflix, já tinha mais de 60 milhões de assinantes. Entre os outros programas futuros do Disney+ estão um especial de fim de ano "Star Wars" Lego e o filme da Pixar "Soul", que será lançado no dia 25 de dezembro.

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McFly lança álbum com trecho de música brasileira e banda reunida após ‘terapia’

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Vocalista e guitarrista Danny Jones e baterista Harry Judd contam ao G1 sobre gravação de 'Young dumb thrills' depois de dois anos separados e como superaram ressentimentos acumulados. McFly está de volta e lança ‘Young dumb thrills’ Ciúme, ressentimento e falta de comunicação foram alguns dos motivos que mantiveram os quatro integrantes da banda McFly separados por quase três anos, entre 2017 e 2019. E também os que levaram Tom, Danny, Harry e Dougie a procurarem terapia de grupo no ano passado, quando decidiram tentar uma reaproximação. Nesta sexta (13), quase um ano após o show de reunião da banda, o McFly lança seu primeiro álbum de inéditas em dez anos: "Young dumb thrills". O trabalho não tem uma identidade definida: ele tem um pouquinho de todas as músicas do McFly porque a banda queria refletir a alegria de gravar pela primeira vez depois de muito tempo – e muita DR. Dougie Poynter, Harry Judd, Danny Jones e Tom Fletcher, integrantes do McFly Divulgação Em entrevista ao G1, Danny Jones, vocalista e guitarrista, e Harry Judd, baterista, explicam como foi esse processo de reaproximação e falam sobre os projetos futuros (incluindo um novo álbum mais conceitual). Este é o sexto de estúdio da banda que emplacou sete músicas em primeiro lugar nas paradas britânicas entre 2004 e 2007. Sucesso entre adolescentes nos anos 2000 com pop rock e pop punk, a banda enfrentou críticas com o último disco, "Above the noise", lançado em 2010 com batidas eletrônicas. Agora, eles voltam às origens de sonoridade e letras. Com muitos fãs no Brasil, a banda tem um presente para o fã-clube do país: "Happiness", principal single da nova fase, tem um trecho de uma música brasileira: "A bela e a fera", do grupo maranhense Nonato e seu conjunto. Veja os principais trechos da entrevista com Danny Jones e Harry Judd: G1 – De quem foi a ideia de juntar a banda de novo e lançar este álbum? Harry – Nós todos queríamos voltar com a banda, só precisou de tempo para que isso acontecesse. Nós nunca realmente nos separamos, nunca decidimos que ela havia acabado. Foi um processo. Era mais um caso de quando iria acontecer e não se iria acontecer. Mas uma vez que decidimos, o primeiro episódio foi fazer só um show. Depois, nós marcamos o estúdio. Falamos “Vamos agendar o estúdio por dois meses e ver o que acontece”. E nós basicamente escrevemos o álbum inteiro naqueles dois meses e gravamos a maioria das músicas. Finalizamos a músicas no lockdown. Sabe, uma coisa positiva do lockdown é que conseguimos ir para o estúdio antes que ele começasse. E aí, quando ficamos presos em casa, tivemos que focar em terminar as músicas. Não tínhamos liberdade para fazer as coisas no nosso tempo. Se tivéssemos, provavelmente não existiria um álbum agora. Trecho do clipe de 'Happiness', novo single do McFly Divulgação G1 – E por que escolheram 'Happiness', 'Tonight is the night' e 'Growing up' como singles? Danny – Nós assinamos com a BMG, e isso é maravilhoso, termos conseguido assinar um contrato de novo depois do que foi a Super Records [gravadora própria lançada pela banda em 2008]. Nós deixamos a gravadora escolher as músicas preferidas. Obviamente iríamos dizer sim ou não, mas foi bom ter uma equipe cuidando do nosso trabalho de novo. Harry – Eles nos deram confiança. Eu acho que "Happiness" foi a primeira porque é uma música otimista. E, depois do que nós passamos, achamos que essa era a música certa. Até pelo momento que o mundo estava passando também. “Growing up” é especial para o Dougie, ele escreveu o refrão e estava colaborando com o ídolo dele, é temperamental, mas divertida. A gravadora amou essa música. E para o último single, tivemos um debate, mas achamos que "Tonight is the night" é tinha mais significado, uma mensagem importante. G1 – 'Young dumb thrills' é uma mistura dos sucessos do McFly: tem música mais alegre, simples, introspectiva e séria. O que inspira vocês agora, tanto em questão de letra quanto de som? Danny – Este álbum é mais, eu diria que é provavelmente uma mistura de dez anos de inspirações vindo todas juntas depois do último que nós fizemos. O próximo eu acho que será um álbum mais conceitual, algo como "Motion in the ocean", mas esse era sobre deixar a banda feliz, criar música, não ter regras. Quer dizer, não pensar demais sobre as coisas, apenas trabalhar e se divertir. Foi isso para este álbum, simples assim. Harry – Reunimos tudo que compõe o McFly neste álbum. Tem músicas felizes, músicas introspectivas, sobre emoções, corações partidos. Definitivamente é o álbum com mais variedade que já fizemos. G1 – Esta é uma reunião final ou a banda está de volta de verdade? Danny – Voltamos de verdade. É como uma família que mudou de casa e agora voltou para casa de novo. É isso. E eu acho que, olhando para trás, essa foi uma das melhores coisas que poderíamos ter feito porque isso só nos fez perceber quão patéticos nós somos sem a banda. Harry – Particularmente você Danny – Particularmente eu. Não, eu era brilhante, minha carreira solo estava bombando. Mas eu sinto que isso nos fez apreciar uns aos outros, a banda e o trabalho que nós fazemos. Por mais que sejamos bobos e imaturos, quando fazemos um álbum do McFly, muita coisa acontece. Precisa de muita emoção, muito tempo e muito esforço para entrar no estúdio de novo. Harry – Nós não voltamos só para tocar "All about you" e "Five colours in her hair". Queremos continuar seguindo em frente como uma banda. Danny – Estamos prontos para fazer o próximo álbum, acabamos de começar a fazê-lo. G1 – Teve muita especulação sobre o que levou ao hiato da banda, boatos sobre ciúmes, inveja e até terapia de grupo. O que é verdade nesta história? Harry – É realmente difícil para nós porque, a não ser que eu sente e converse com você por duas horas, não vou conseguir dar uma boa resposta porque nós ainda não conversamos totalmente sobre isso. Mas sim, nós realmente tivemos uma sessão de terapia de grupo. Danny – Foi basicamente para fazer os caras se comunicarem. Nós somos terríveis com isso. Eu ficava sentindo falta de uma mensagem e só seguimos assim por três anos. Há muitos níveis nos quais precisamos nos comunicar. Harry – Eu sou bom em me comunicar. Mas sim, houve ressentimento, ciúme e outras pessoas passando por situações em suas vidas pessoais que afetaram a maneira como elas se comportavam. Isso teve efeito em outras pessoas, em outras situações. Então é difícil responder a menos que nós pudéssemos sentar e passar duas horas com você. McFly anuncia retorno aos palcos Reprodução/Instagram G1 – Em 'Happiness', tem um trecho de uma música brasileira. Nós ficamos muito surpresos por aqui. Como vocês encontraram a música? Harry – Nós não encontramos. Jordan Cardy, nosso colaborador nesse álbum, tinha o sample. E ele fez o refrão de "Happiness". Danny – Teve alguma coisa que despertou isso, mas eu definitivamente me lembro de ter ouvido o sample circulando porque tínhamos pequenos estúdios em três configurações diferentes: o principal, o meu e o do Jordan. E tínhamos essa conexão com samples coletados ao longo dos anos. E esse foi o que, quando estávamos trabalhando em uma ideia, pensamos "vai ficar bem legal". E a ideia nasceu, achamos que soava bem. Acabamos trabalhando nisso. G1 – Vocês estão voltando dez anos depois do último álbum, e os fãs do McFly, a maioria adolescente nos anos 2000, cresceram. A estratégia é mirar nos fãs antigos ou conquistar o público mais jovem? Harry – Nós sempre queremos mais fãs, mas também queremos manter nosso público. É uma balança difícil de acertar. Nunca tivemos uma conversa sobre como direcionar nossas músicas para públicos distintos ou como trabalhar para colocar nossas músicas nos rádios e em playlists porque não queremos lidar com isso. A coisa mais importante nesse primeiro momento é nos divertirmos com o que estamos fazendo. G1 – A escolha do Jordan Cardy, que faz sucesso crescente entre os jovens britânicos, para colaborar neste álbum foi uma maneira de atualizar o Mcfly? Harry – Na verdade, foi uma surpresa para nós. Jason Perry, que produziu "Motion in the Ocean" e "Radioactive" para nós, estava trabalhando com o Jordan também. Depois, o Dougie o conheceu e eles começaram a trabalhar em uma música juntos. Então nosso produtor disse: "Vocês precisam gravar com o Jordan, ele é ótimo", e marcou duas semanas no estúdio com ele. Nós nos demos bem imediatamente, ele se encaixou na banda, com nosso senso de humor, ele tem ótimas ideias. O Danny tem ideias brilhantes de produção e o Jordan pensou em jeitos interessantes de finalizar as músicas, coisas que a gente não teria pensado. Em "Tonight is the night", tem vários pequenos toques do Jordan que deixaram a música mais legal. Danny que produziu a música, mas o Jordan colocou efeitos sobre ela. Foi assim em 80% do álbum, esse trabalho conjunto. Eu vejo o Jordan como um pedaço desse update do McFly, que nos ajudou a modernizar os arranjos. G1 – Danny, nos cinco álbuns do McFly, o Tom sempre foi o vocal principal. Nas 'Lost songs', que vocês lançaram ano passado, você cantava mais. Agora, o Tom voltou a liderar. É por que você assumiu esse papel de produção das músicas? E essa questão te incomoda? Danny – Na verdade, começa cantando quem aprender a letra primeiro. Harry – Na verdade, o Danny liderou o vocal das seis primeiras faixas das "Lost songs" por uma escolha consciente. Nós achamos que a voz dele encaixava melhor e estávamos explorando a ideia de ter apenas um cantor por música. Mas, na segunda metade, o Tom e o Danny já estavam dividindo de novo, decidimos assim. Em "Young dumb thrills", está bem equilibrado. Danny – É, e o Tom teve um probleminha na voz durante as gravações, ele até precisou ir ao médico para tratar. Então nós aproveitamos a voz dele enquanto ele podia cantar e depois eu assumi. Harry – Além disso, o Dougie está cantando mais nesse álbum também, vai ser uma surpresa para os fãs. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Produtor conta como Ariana Grande e Billie Eilish foram parar em trilhas de novelas

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Gerente de produção musical e sonoplastia de 2015 a 2020, Marcel Klemm explica bastidores e como seleção do repertório é feita nos últimos anos. G1 conta histórias das trilhas de novela. Marcel Klemm trabalhou como gerente de produção musical da Globo entre 2015 e 2020 Sergio Zalis/Globo "A música está ali para ajudar a contar história. A gente faz novela, a gente não faz clipe", diz Marcel Klemm sobre o trabalho de selecionar e produzir trilhas de novela. Esqueça gostos pessoais ou estilos preferidos, quem trabalha com isso vai ouvir música de todos os lugares com o objetivo de achar a melhor para determinado contexto ou personagem. Com base nessa premissa e diferente do trabalho de Guto Graça Mello e Mariozinho Rocha nas décadas anteriores, o número de músicas em uma novela não é tão restrito e fixo hoje em dia. Fato comprovado pelas mais de 90 músicas da trilha de "Amor de Mãe", número que ultrapassa o número das faixas dos dois CDs, que tem 15 cada. E contando, porque Klemm não via problema em acrescentar quantas forem necessárias. A pesquisa para a novela dirigida por José Luiz Villamarim resultou em uma lista com 500 faixas, mas o produtor destaca que a quantidade depende de cada diretor. Ouça podcast com trechos da entrevista. Nesta semana, o G1 revela os bastidores das trilhas sonoras das novelas, por meio do relato de diretores musicais que passaram pela emissora. Na entrevista abaixo, Klemm fala sobre a rotina do trabalho, a diferença entre diretores e como Billie Eilish e Ariana Grande entraram na trilha de "A Dona do Pedaço". O produtor assumiu o lugar de Mariozinho Rocha em 2015, depois de trabalhar com o produtor veterano atendendo à Globo na Som Livre. Desse período, ele fala sobre os bastidores de "Avenida Brasil". G1 – Como é a rotina de quem trabalha com trilha de novela? Marcel Klemm – Na verdade, ouvir música e ser apaixonado é característica principal, mas quando eu estava na Globo eu costumava dizer que somos contadores de história. A música está ali para ajudar a contar história. A gente faz novela, a gente não faz clipe. A música está a serviço da história dentro desse arco dramatúrgico da narrativa. Dentro desse conceito o seu gosto pessoal para determinado gênero musical, ele fica nem em segundo plano, fica em último plano, porque você vai ouvir todos os estilos e tudo que for necessário para ajudar a contar aquela história. G1 – Pode contar um pouco mais sobre o processo para chegar na trilha de 'Amor de Mãe'? A pesquisa tinha mais de 500 músicas e na novela foram usadas mais de 90, números bem diferentes de décadas passadas. Marcel Klemm – Sobre "Amor de Mãe" especificamente é um modelo de criação do [José Luiz] Villamarim, o diretor da novela. O Villa coloca a música para entrar no set durante o ensaio para dar o clima da cena e aquilo acaba entrando quase que por osmose. Ele é um diretor muito musical, mas é uma característica dele nessa novela. Hits de trilha sonora da novela "Amor de mãe" O Fred [Mayrink] é um diretor extremamente musical também, mas ele tem uma característica de usar menos música. Se você pegar a trilha de "Haja coração", não passa de 20 e poucas músicas. É uma particularidade dentro de cada diretor dentro da criação artística daquilo. Lista com 500 músicas, testes no set e playlist ideal: como é criada a trilha sonora das novelas G1 – Tenho a impressão de que agora as músicas são mais gerais para núcleos ou temas, e não dedicadas exclusivamente a casais ou personagens isolados como antigamente. Faz sentido essa percepção? Marcel Klemm – Depende. Têm novelas que faz total sentido o que você está falando, mas têm outras que não, ainda é a percepção antiga. A gente teve músicas no passado que marcaram muito, falando em novelas de 20, 30 anos atrás. Talvez a última música que tenha marcado desse jeito seja a música que era tema do Leleco, em "Avenida Brasil", "Assim vc mata o papai". E estamos falando de 8 anos. Leleco (Marcos Caruso) e Tessália (Debora Nascimento) em cena de "Avenida Brasil" João Cotta/G1 Acaba que a gente tem essa percepção por conta dessa memória afetiva. Você tende a achar que o agora não está tão marcado, mas o processo de concepção é marcando a música em 90% das vezes. G1 – 'Avenida Brasil' foi um grande sucesso de público e a trilha tinha músicas que estouraram. Você acompanhou esse processo de alguma forma? Marcel Klemm – Eu trabalhava na Som Livre atendendo à Globo, ao Mariozinho Rocha. "Assim você mata o papai" não ia nem estar na Av Brasil, estava pré-selecionada para outra novela das 18h, que ia ao ar no mesmo período. O Mariozinho me ligou falando que precisava de uma música para o Bruno Gissoni, que ia ser um jogador e ia ser meio mulherengo. Acabou que no final nem foi isso tudo, a novela foi para outros caminhos e a música entrou ali para aquele personagem. Acho que ela tocou uma vez com esse personagem e o João Emanuel desdobrou a história do Leleco para ele se apaixonar pela personagem da Debora Nascimento. Só que não tinha música para isso. Um dia a gente estava no Centro de Pós-produção da Globo e o sonoplasta falou que precisava de uma música para a história do Leleco. A gente falou da música do Iran que não estava sendo usada. A música estourou ali. G1 – Músicas que estão tocando muito, são hits do momento costumam ter preferência para entrar na trilha? Você costumava procurar coisas mais desconhecidas? Marcel Klemm – A gente não olha nada do que está bombando. Não é pretensão da Globo pautar, pelo menos no período que eu tive lá, nunca recebi essa ordem de tentar pautar o mercado ou ser pautado por ele. É evidente que se a música mais tocada no Brasil encaixar perfeitamente com o personagem, ótimo. Você vai ter um buzz muito maior, mas a gente não olhava isso para o processo de escolha e nem esperava que acontecesse o contrário. Agatha Moreira sugeriu a música '7 Rings', da Ariana Grande, para ser tema de Josiane em 'A Dona do Pedaço' Globo/João Miguel Júnior G1 – Pergunto porque fiquei surpresa quando ouvi 'Bad Guy' e '7 Rings' em 'A Dona do Pedaço'. Eram músicas que estavam fazendo muito sucesso em 2019, mas certamente muitas pessoas que assistiam à novela não sabiam quem era Billie Eilish ou Ariana Grande. Marcel Klemm – "7 Rings" foi uma música que quem trouxe foi a Agatha Moreira, por exemplo. Ela falou em uma reunião com a Amora [Mautner, diretora artística da novela] que adorava essa música. A Amora me ligou e perguntou o que eu achava. Eu falei que já estava na lista que ia apresentar. E se a Agatha já falou que gosta, ela também tinha curtido a ideia estava dentro. Essa parte [de apresentar músicas e artistas para o público gigante de uma novela] talvez seja a parte mais maneira do trabalho. Era muito gratificante quando eu via uma música até então desconhecida entrava em uma trilha e passava a bombar, começava a tocar na rádio. Era super gratificante, mas de novo isso nunca foi um objetivo. Era satisfação pessoal. G1 – Para terminar, Marcel qual era o maior desafio de fazer trilha de novela? Marcel Klemm – Escolher música para outro, na verdade dois outros: a audiência que está em casa e vai ouvir e um personagem que você não conhece e que você só sabe dele por uma definição no papel. Do momento que você escolhe, a música só toma forma com o personagem uns quatro, cinco, seis meses depois. Então esse processo de escolher música para o outro talvez seja o mais difícil. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Paula Toller se volta para o brilho pop das pistas em single gravado com o filho, Gabriel Farias

segunda-feira, 16 novembro 2020 por Administrador

Capa do single 'Eu amo brilhar', de Paula Toller Divulgação Resenha de single Título: Eu amo brilhar Artista: Paula Toller com participação de Gabriel Farias Edição: Posto 9 Música Cotação: * * * ♪ “Marcha a ré não é a minha / Não é assim que se faz / Sinto muito, amiga minha / Mas eu não ando pra trás / Baixo astral não é a minha / Não tem nenhum sex appeal / Vem comigo, amiga minha / Vamos mexer o quadril”, convida Paula Toller nos versos iniciais de Eu amo brilhar. O convite à dança dá o tom da gravação dessa música inédita composta pela artista carioca em parceria com Gustavo Camardella e lançada em single nesta sexta-feira, 13 de novembro. Todo o marketing em torno do single está voltado para o fato de a gravação – feita no estúdio Nas Nuvens, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), com produção musical de Liminha – apresentar o primeiro registro fonográfico da cantora com o filho, Gabriel Farias, que fará 31 anos em 11 de dezembro. O canto de Gabriel se afina com o tom pouco exigente de composição voltada para a pista. O baticum pop eletrônico criado por Liminha (também no baixo) com Thiago Gomes (nos teclados e na guitarra) – ambos no comando das programações e na função de arranjadores da gravação – sinaliza que, ao contrário do que apregoa no primeiro verso da letra de Eu amo brilhar, Paula Toller dá passo atrás com single que se encaixaria nas pistas da década de 1990. Eu amo brilhar é música simples – como geralmente são simples as músicas feitas para dançar – que emana boas vibrações em pegada que remete à arquitetura pop da obra de Lulu Santos, sobretudo na parte em que Paula canta a estrofe “O meu balanço vai mais alto / E a minha mão alcança o céu / Eu salto as ondas, voo de mar em mar / Eu não descanso, eu amo brilhar…”. Em 2019, contrariando todas as expectativas, Paula Toller apresentou música acima da média da compositora, Essa noite sem fim, composta com Liminha em tom nublado e sintonizado com o estado depressivo do eu-lírico da canção. Eu amo brilhar repõe a cantora no trilho ensolarado da banda Kid Abelha, mas sob a luz artificial das pistas de dança. É como se, aos inacreditáveis 58 anos, a artista desse marcha a ré nesse single retrô para voltar a marcar posição em território pop que ajudou a fundar e a sedimentar no Brasil desde os anos 1980.

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