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Xbox Series S, mais barato do que o Series X, é o grande trunfo da Microsoft no Brasil; G1 jogou

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

G1 testa nova geração de consoles da fabricante americana, que vai ser lançada no país no dia 10 de novembro. Xbox Series S, mais barato que o Series X, é o grande trunfo da Microsoft; G1 jogou
A nova geração de consoles da Microsoft, os Xbox Series X e Series S, vai ser lançada no Brasil na próxima terça-feira (10).
Depois de alguns dias de testes com os dois aparelhos, emprestados pela fabricante ao G1, fica claro que o grande trunfo da empresa está na versão menos potente – mas consideravelmente mais barata.
O Series S não tem o poder de processamento ou o potencial de armazenamento do carro-chefe da nova linha.
Mesmo assim, mais do que compensa as fraquezas com uma grande diferença no preço e uma performance que não fica tão atrás – pele menos não para justificar os R$ 1.800 entre os valores sugeridos para o Series X (R$ 4.600) e o Series S (R$ 2.800).
X vs. S
O salto de qualidade dos novos consoles é considerável na comparação com o Xbox One.
Com maior poder de processamento, o Series X justifica sua posição de versão principal da nova geração da Microsoft com imagens em 4K e uma taxa elevada de frames por segundo, o que ajuda na fluidez da experiência do jogador.
O console também facilita a vida do usuário que não quer se preocupar com espaço para todos os seus jogos com 1 TB de armazenamento.
Além disso tudo, com seu design preto minimalista com ares do monólito de "2001 – Uma Odisseia no Espaço" (1968), também ganha no duelo visual com seu primo menos potente.
O Series S sofre em uma comparação técnica. Mais fraco, ele oferece resolução máxima de 1440p em games e taxa menor de frames, além de pouco mais da metade do armazenamento (512 GB).
Quem tem pressa
Estes podem parecer grandes problemas para a versão mais modesta. Mas pelo menos durante a experiência em games disponíveis para a próxima geração, como "Watch Dogs: Legion", a diferença de performance não é tão gritante.
Na verdade, mesmo em uma TV com resolução de 4K, a experiência é virtualmente a mesma na maior parte do tempo. Claro, ela não resiste a uma comparação minimalista lado a lado, mas está longe de comprometer.
Com uma distância tão grande de valores de venda no Brasil, o Series S se torna o modelo ideal para quem tem pressa para entrar na nova geração, mas sofre com um orçamento mais apertado.
Afinal, investir em um novo console não se resume apenas no aparelho, mas também em jogos e acessórios, como controles para jogar com amigos.
Outras vantagens
Nesse sentido pelo menos a Microsoft ajudou o usuário, ao manter os novos aparelhos compatíveis com joysticks da geração atual e com o Game Pass, seu serviço por assinatura que oferece um catálogo considerável de jogos lançados nos últimos anos.
Outra grande vantagem dos Series é a troca dos antigos discos de armazenamento por SSDs.
Muito se falava sobre como a novidade ajudaria tornar o tempo de carregamento de jogos quase instantâneo. Ainda não é para tanto, mas evolução é notável, e economiza bons segundos e até minutos a cada tela de loading.
Vida curta
Mesmo com a grande vantagem em relação ao preço, o Series S pode enfrentar um problema a longo prazo. Jogos atuais ainda são desenvolvidos pensando na geração atual.
Com um poder menor de processamento, há a probabilidade de que a versão modesta não aguente por muitos anos, principalmente quando games começarem a exigir mais dos consoles.
Um investimento de R$ 2.800 é bem mais baixo que os R$ 4.600 do Series X, mas a chance de sofrer com o tempo deve ser levada em consideração.

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Traço do caricaturista Lan também está imortalizado em capas de discos

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

♪ Amigo de Lamartine Babo (1940 – 1963), o caricaturista Lan retratou postumamente o compositor ao lado das Frenéticas na capa do álbum de 1980 em que o grupo feminino deu vozes à irreverência do autor de músicas como a marcha Linda morena (1933). Embora a atuação primordial do caricaturista, chargista e ilustrador Lanfranco Aldo Riccardo Vaselli Cortellini Rossi Rossini (18 de fevereiro de 2025 – 4 de novembro de 2020) tenha sido na imprensa, Lan – como era conhecido – também deixou marcas no mercado fonográfico. Lan morreu aos 95 anos, em Petropólis (RJ), na noite de ontem, 4 de novembro, mas o traço do artista também está imortalizado em capas de discos. Italiano de Toscana, criado no Uruguai, Lan veio para o Brasil em 1952 e, já na década de 1950, começou a atuar na indústria de discos. Capas dos LPs 'A Velha Guarda' e 'Eu vou p'ra Maracangalha', lançados em 1955 e 1957 com caricaturas de Lan Arte de Lan Em 1955, Lan expôs na capa do LP A Velha Guarda (Sinter) as caricaturas de todos os integrantes do grupo formado por Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897 – 1973), o Pixinguinha, com bambas como João da Baiana (1887 – 1974), Alcebíades Barcelos (1902 – 1975), o Bide, e Ernesto Joaquim Maria dos Santos ((1889 – 1974), o Donga. Em 1957, Lan retratou Dorival Caymmi (1914 – 2008) na capa do terceiro álbum do artista, Eu vou p'ra Maracangalha, LP de 10 polegadas lançado pela gravadora Odeon. Capa do álbum 'Nara', de Nara Leão Caricatura de Lan Dez anos depois, em 1967, o caricaturista expôs Nara Leão (1942 – 1989) na capa do sétimo álbum solo da cantora, Nara. Em 1976, Lan retratou a boemia carioca na capa de Monarco, primeiro álbum solo do cantor e compositor Monarco, bamba da Velha Guarda da Portela. Quase 20 anos depois, o artista desenhou a imagem ensolarada exposta na capa do álbum A sedução carioca do poeta brasileiro (2005), disco assinado por Moacyr Luz com o grupo Água de Moringa. Tudo a ver com Lan, caricaturista que tantas vezes se inspirou no universo do samba e cidade do Rio de Janeiro (RJ) para fazer arte visual. Capa do primeiro álbum de Monarco, de 1976 Arte de Lan

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Caio Cesar Nunes, dublador brasileiro do personagem Rick Sanchez, morre aos 34 anos

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Segundo amigos, ele foi internado na última semana com pico de glicemia, mas teve alta no sábado. Dublador ficou conhecido pela voz em português do personagem nas primeiras temporadas de Rick and Morty. Caio Cesar Nunes, dublador brasileiro do personagem Rick Sanchez Arquivo pessoal O dublador Caio César Nunes Oliveira morreu nesta quarta-feira (4), aos 34 anos, em São Paulo. Segundo um amigo de infância de Caio, a família acredita que ele tenha sofrido um infarto. Caio havia sido internado na semana passada com pico de glicemia, mas teve alta no sábado (1). O dublador morreu após sofrer um desmaio na quarta. O velório acontece nesta quinta-feira (5), em Vargem Grande Paulista, na Grande São Paulo. Caio ficou conhecido por dar voz ao personagem Rick Sanchez em português, nas primeiras temporadas da série Rick and Morty, deixando o projeto em 2018. “A decisão e culpa da substituição da voz é única e exclusivamente minha. Não fizeram sacanagem comigo, eu não morri, o estúdio não foi contra a minha permanência, pelo contrário sempre fui muito bem tratado por eles em tudo, não foi nada disso. Apenas quero deixar claro que a culpa toda é só minha. Portanto peço desculpas aos fãs que prestigiaram o trabalho e faço votos de que o sigam fazendo, pois a voz dessa nova temporada é do fera Ênio Vivona e sei que ele fez o seu trabalho brilhantemente como tudo o que ele faz, o cara é incrível”, explicou ele em um post nas redes sociais em dezembro de 2018. Caio era casado há cinco anos e não tinha filhos. Segundo amigos e familiares, “ele era muito querido, era a bondade em pessoa”. Além de Rick Sanchez, Caio deu voz a outros personagens em filmes, séries, games e animes. Segundo amigos, ele realizou um sonho ao participar do time de dubladores do game “Os Cavaleiros do Zodíaco – Alma dos Soldados”, já que era fã da série. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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Adriana Calcanhotto revela capa de álbum que conclui viagem marítima da artista

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

♪ Esta é a capa de Margem – Finda a viagem, álbum ao vivo que conclui a trilogia marítima de Adriana Calcanhotto. Gravado no Rio de Janeiro (RJ) em 14 de dezembro de 2019, em apresentação do show Margem na Grande Sala da Cidade das Artes, o álbum será lançado pela gravadora Biscoito Fino em 13 de novembro, em edição digital e no formato de CD/DVD. O repertório do álbum Margem – Finda a viagem é formado por 18 músicas, registrando duas alterações em relação ao roteiro original seguido pela cantora e compositora em 23 de agosto de 2019, em apresentação no Palácio das Artes, em Belo Horizonte (MG), na estreia nacional da turnê do show Margem. Entraram duas músicas gravadas com Rubel, Mentiras (Adriana Calcanhoto, 1992) e Você me pergunta (Rubel, 2020). Em contrapartida, saíram Quem vem pra beira do mar (Dorival Caymmi, 1954) e Os ilhéus (José Miguel Wisnik sobre poema de Antonio Cicero, 2011). ♪ Eis, fora da ordem do disco, as 18 músicas que compõem o repertório do álbum ao vivo Margem – Finda a viagem : ♪ Maré (Moreno Veloso e Adriana Calcanhotto, 2008) ♪ Porto Alegre (Nos braços de Calipso) (Péricles Cavalcanti, 2007) ♪ Mais feliz (Dé Palmeira, Cazuza e Bebel Gilberto, 1986) ♪ Era pra ser (Adriana Calcanhotto, 2016) ♪ Dessa vez (Adriana Calcanhotto, 2019) ♪ Devolva-me (Renato Barros e Lilian Knapp, 1966) ♪ Você me pergunta (Rubel, 2020) – com Rubel ♪ Mentiras (Adriana Calcanhotto, 1992) – com Rubel ♪ Futuros amantes (Chico Buarque, 1993) ♪ Príncipe das marés (Péricles Cavalcanti, 2013) ♪ Tua (Adriana Calcanhotto, 2009) ♪ Maritmo (Adriana Calcanhotto, 1998) – com citação de A rã (João Donato e Caetano Veloso, 1974) ♪ Ogunté (Adriana Calcanhotto, 2019) ♪ Lá lá lá (Adriana Calcanhotto, 2019) ♪ Margem (Adriana Calcanhotto, 2019) ♪ Meu bonde (Adriana Calcanhotto, 2019) ♪ Vambora (Adriana Calcanhotto, 1998) ♪ Maresia (Paulo Machado e Antonio Cicero, 1981)

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Lan: a trajetória de um artista apaixonado pelo Rio

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

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Chico Buarque reflete sobre álbum de estreia, de 1966, em série sobre primeiros discos

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Artista discorre sobre o LP autoral lançado no rastro da explosão nacional da marcha 'A banda' em festival. ♪ MEMÓRIA – “Pouco tenho a dizer além do que vai nestes sambas”, avisou Chico Buarque logo no início do texto que escreveu para a contracapa do álbum de estreia do cantor e compositor carioca, Chico Buarque de Hollanda, lançado em 1966 pela RGE, companhia fonográfica paulista que fecharia as portas em 2000 e cujo acervo pertence desde então à gravadora Som Livre. Decorridos 54 anos, o artista talvez já tenha algo mais a dizer sobre esse primeiro e já histórico álbum, cujas duas fotos tiradas por Dirceu Côrte Real e alinhadas na capa, lado lado, vem gerando memes na era da internet. É que Chico Buarque é o segundo entrevistado da série Muito prazer, meu primeiro disco. O cantor concedeu entrevista sobre o LP de 1966 ao pesquisador musical e escritor Zuza Homem de Mello (1933 – 2020) e aos jornalistas Lucas Nobile e Adriana Couto. A entrevista será apresentada às 18h do sábado, 7 de novembro, nas redes sociais do Sesc. Trata-se do segundo episódio da série do Sesc Pinheiros, idealizada por Nobile e produzida com curadoria de Zuza e do próprio Lucas Nobile. A série Muito prazer, meu primeiro disco foi aberta em outubro com depoimento de Gilberto Gil sobre o álbum Louvação (1967). Assunto não vai faltar na entrevista com Chico Buarque. Precedido pelo single em que o cantor registrou Sonho de Carnaval (samba inscrito no I Festival de Música Popular Brasileira, transmitido pela TV Excelsior) e Pedro pedreiro (primeira amostra da habilidade do compositor como arquiteto construtor de letras requintadas), o álbum Chico Buarque de Hollanda chegou ao mercado fonográfico no rastro da explosão nacional do cantor em festival de 1966 como autor e intérprete (com Nara Leão) da marcha-dobrado A banda. Por isso mesmo, A banda é a primeira das 12 músicas do repertório inteiramente autoral – todas compostas somente por Chico – na disposição das faixas nos dois lados do LP, gravado com produção musical de Manoel Barenbein e formatado com o toque do violão de Toquinho, a quem Chico também costuma creditar o êxito técnico da gravação. Esse repertório resumiu os três primeiros anos da obra do artista, construída oficialmente a partir de 1964 com a criação de Tem mais samba para o musical Balanço de Orfeu. O samba era o ritmo dominante no cancioneiro de Chico Buarque de Hollanda. Meu refrão (1965) dera nome ao show feito pelo cantor no ano anterior, na boate carioca Arpège, com o grupo MPB4 e com a atriz e cantora Odete Lara (1929 – 2015). O samba A Rita tinha sido feito em 1965, assim como Juca, Madalena foi por mar – composição apresentada antes em disco por Nara Leão (1942 – 1989) em gravação feita pela cantora para o álbum Nara pede passagem (1966) – e Olê, olá, samba lançado em single editado também em 1966, mas antes do álbum Chico Buarque de Hollanda. Já Ela e sua janela, Você não ouviu e Amanhã, ninguém sabe são músicas da safra composta já em 1966, ao longo daquele ano em que Chico Buarque virou unanimidade nacional.

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Vanessa Krongold, do Ludov, lança 1º álbum solo: ‘Espaço para o pop rock aqui é de nicho’

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Cantora ficou conhecida por músicas como 'Kriptonita' e 'Princesa', impulsionadas por clipes na MTV. Banda paulistana está em pausa: 'Estamos planejando um futuro próximo para voltar'. Vanessa Krongold, do Ludov, lança primeiro álbum solo Divulgação Vanessa Krongold ficou conhecida como a voz do Ludov, banda que emplacou hits do pop rock nos anos 2000, como "Kriptonita" e "Princesa". Hoje, o grupo paulistano está em pausa. Cada integrante aproveitou esse tempo para se dedicar aos projetos paralelos e o da cantora se chama "Singular". O primeiro álbum solo foi lançado nesta sexta-feira (6). Ao G1, Vanessa relembrou os tempos de Ludov, falou dos cinco anos para preparar as nove canções desta estreia e lamentou a falta de diversidade nas paradas do streaming: "O algoritmo é o pior inimigo da diversidade". G1 – Foram cinco anos para produzir esse primeiro álbum solo. Como foi essa produção e por que demorou tanto tempo? Vanessa Krongold – Eu quis realmente não ter pressa. Eu quis que fosse algo realmente marcante, que eu me orgulhasse. Eu e o Emerson Martins, o produtor, formos bastante caprichosos para poder dar o trabalho como encerrado. Afinal, vai ficar por aí por um bom tempo, né? Quando a gente bota um filho no mundo a gente quer que seja o mais fiel possível ao que a gente idealizou. Estúdio é uma delícia, a gente poder brincar, a gente poder experimentar, a gente sentir o que está acontecendo com cada mudança que a gente faz. O importante é se orgulhar do que ficou no fim das contas e eu estou super feliz. G1 – E como muita coisa foi criada há mais tempo, alguma das músicas mudou nesses cinco anos, algum arranjo ou a letra ganhou outro sentido? Vanessa Krongold – Ouvir o disco inteiro e sentir que ele tem nove faixas que se conversam e que têm a mesma sonoridade, que não ficaram datadas. São nove músicas que juntas formam uma obra. Então, eu acho que isso é uma das características que eu mais gosto. Eu acho que a partir do momento que a gente pensa e define uma letra como algo que está pronto, e começa a trabalhar nela como uma música, eu acho que nenhuma música a gente chegou a mudar letra depois de ir para o estúdio. A gente definiu a canção, arranjou e gravou. Então, eu acho que muda mais pelo contexto. "Instante" é uma música que tem uma certa dose de otimismo, porque a gente fala que um instante é o que é necessário pra gente fazer uma revolução. E eu acho que no momento em que ela foi escrita, ela não tinha o sentido que ela tem hoje. Eu acho que muita coisa aconteceu, o contexto mudou, e hoje ela pode ter uma interpretação diferente. Obra é algo vivo. A gente olha para obras de séculos atrás e hoje tem uma leitura com certeza diferente da época. Vanessa se apresenta com o Ludov no Lollapalooza 2013, em São Paulo Flavio Moraes/G1 G1 – Como é fazer pop rock no Brasil hoje e como era fazer nos anos 2000? Vanessa Krongold – Mudou bastante, né? Na época, a gente tinha um cenário que muitas bandas de pop rock emergiram, algumas explodiram, algumas mais pesadas, um pouco mais punk, até depois veio o emo. Mas com toda esse cenário positivo que tinha na época, com a própria MTV que dava bastante visibilidade para esse tipo de música e o início das redes sociais. O MP3 democratizou pra burro a questão de como poder ser ouvido, né? Porque antes a gente não tinha nada disso, a gente tinha dificuldades de aparecer para quem conhecia a gente e quem conhecia, porque escutou na rádio ou alguma coisa assim, depois não tinha como ouvir de novo. Naquele momento, não só as bandas com essa sonoridade se aproveitaram do momento, todas as bandas com apelo popular mais intenso emergiram cada um na proporção que tinha de angariar público. O funk veio na sequência, o sertanejo, e o pop rock, realmente, acabou se estabilizando em uma zona que talvez seja menor, mais alternativa, mas com público bastante fiel também. Desde que o Ludov iniciou, a gente mantém um número de fãs que até hoje está com a gente. G1 – Como está o Ludov hoje? Dá para falar que vocês estão em uma pausa, tem algo planejado? Vanessa Krongold – A gente lançou o último álbum… Não, o último parece uma palavra ruim. A gente lançou o álbum mais recente em 2014, faz um certo tempo. Todo mundo foi cuidar um pouquinho das próprias coisas Inclusive, quase todos estão com filhos agora. Menos eu, meu filho nasce nesta sexta-feira… que é esse álbum. Mas todo mundo tirou um pouquinho de tempo para cuidar das próprias vidas adultas. Não tem nenhuma desavença na banda. Estamos planejando um futuro próximo pra gente voltar a trabalhar. G1 – Como você define aquela geração do rock dos anos 2000 que tinha Ludov, Brava, Gram, Moptop, Vanguart, Mombojó, Leela? O que une essas bandas? Vanessa Krongold – Até comemorando os 30 anos que a MTV fez, a grande mola que todos tivemos foi a MTV. Não tem como negar a importância que teve a exibição dos nossos primeiros clipes, de montar esses grupos de fãs que admiravam as bandas. E tinha uma conjuntura econômica que estava permitindo um crescimento de casas de show, então a gente tocava bastante também. Os shows são parte super importante para chegar no público. A gente adora descer do palco e ficar conversando com todo mundo. Isso ajuda muito a aproximar das pessoas. Essa geração teve muito isso, e também entre as bandas. A gente se cruzou muito em estrada, tocou muito junto e se convidava para show. "O espaço para o pop rock aqui é de nicho. Todo mundo tem nicho, uns maiores e outros menores, obviamente. Mas o seguimento aqui é muito mais restrito, se a gente comparar com o mercado lá fora." G1 – Eu já fiz essa pergunta para artistas do rock brasileiro dos anos 80, 90, 2000, 2010… e cada um tem uma resposta. Por que o rock não consegue ter mais espaço de destaque no Brasil? Vanessa Krongold – Um país em crise econômica dá muito mais valor aos números. Então, cada vez que a economia se enfraquece, a cultura como um todo se enfraquece. Os menores vão ficar cada vez mais achatados e os mais populares são quem vai ter espaço. Isso não tem como negar. Pela segurança, ninguém está aí para perder dinheiro. É muito mais difícil criar diversidade em um país que está completamente da cultura, da arte e da educação. G1 – De fato, falava-se muito que teríamos mais diversidade, mas as paradas do streaming e do YouTube parecem ter um esquema que faz lembrar o que rolava nos tempos das rádios… não há o espaço para o que se pensava que teria. É pior ainda agora, porque a gente tem uma inteligência artificial que prioriza os maiores. Então, quanto mais tocado você é, mais você vai aparecer para todo mundo te ouvir. A tendência é que os menores fiquem cada vez mais presos a públicos menores, a menos que sejam muito criativos na hora de fazer divulgação. Então, hoje em dia artista não é artista apenas. Tem que se marketeiro, tem que saber se vender. O algoritmo é o pior inimigo da diversidade. Tem que burlar esse sistema vigente hoje.

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Gusttavo Lima promove ‘Tô torcendo’, quarto single da gravação do show ‘The legacy’

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

♪ Gusttavo Lima apresenta outra música do ainda inédito álbum ao vivo e DVD O embaixador – The legacy, duas semanas após lançar o single Tudo que eu queria, com regravação de música de Raphael Moura lançada em 2018 nas vozes da dupla Maycon & Vinicius. Disponibilizado na noite de quinta-feira, 5 de novembro, o single Tô torcendo traz o registro ao vivo da composição de Thamara Castro, Felipe Marins e Paulinha Copetti. Trata-se do quarto single extraído gravação ao vivo de inédito show captado em 28 de julho, sob direção de Anselmo Trancoso, em apresentação feita por Gusttavo Lima na Villa Cavalcare, em Goiânia (GO), com cenário inspirado na série Game of Thrones e com produção musical orquestrada pelo cantor com Reinaldo Meirelles. Antes dos singles Tudo que eu queria e Tô torcendo, o artista apresentou as músicas De menina para mulher (Thawan Alves, Thales Gui, Vinni Miranda, Gui Prado e Allef Rodrigues) e Café e amor (Gabriel Vittor, Normani Pelegrini, Rodolfo Alessi e Miguell). O vídeo com o registro audiovisual da música Tô torcendo entra em rotação a partir das 11h desta sexta-feira, 6 de novembro, no canal oficial de Gusttavo Lima no YouTube.

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System of a Down lança músicas após 15 anos para falar sobre conflito armado

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Além de divulgar duas faixas, grupo ainda pede doações para auxiliar afetados por ataques em Artsakh e na Armênia. System of a Down toca na Arena Anhembi, em SP, em 2015 Flavio Moraes/G1 A banda System of a Down lançou, de surpresa, nesta sexta-feira (6), duas músicas após 15 anos sem inéditas. O projeto chama a atenção para o conflito armado entre o Azerbaijão e a Armênia. Em um comunicado publicado em suas páginas oficiais, a banda anuncia o lançamento das faixas "Protect the Land" e "Genocidal Humanoidz" – "ambas falam de uma terrível e séria guerra sendo perpetrada na nossa pátria cultural de Artsakh e da Armênia" – e pedem doações para auxiliar afetados com os ataques. "Nós, enquanto System Of A Down, acabamos de lançar novas músicas pela primeira vez em 15 anos. A hora de fazer isso é agora, já que juntos, nós quatro temos algo extremamente importante a dizer como uma voz unificada. Essas duas músicas, 'Protect the Land' e 'Genocidal Humanoidz', falam de uma terrível e séria guerra sendo perpetrada na nossa pátria cultural de Artsakh e da Armênia”, escreveu o grupo, antes de explicar sobre o conflito. Initial plugin text "Em 27 de setembro, as forças combinadas do Azerbaijão e da Turquia (ao lado de terroristas do ISIS da Síria) atacaram a República de Nagorno-Karabakh, que nós como armênios chamamos de Artsakh. Ao longo do último mês, civis jovens e velhos foram acordados dia e noite por visões assustadores e sons de ataques de foguetes, bombas caindo, mísseis, drones e ataques terroristas. Eles tiveram de transformar abrigos temporários em santuários, tentando evitar a queda de bombas fora da lei chovendo em suas ruas e casas, hospitais e lugares de adoração. E por quê?." "Porque mais de 30 anos atrás, em 1988, os armênios de Nagorno-Karabakh (que na época era uma Oblast Autônoma dentro da União Soviética), estavam cansados de serem tratados como cidadãos de segunda classe e decidiram declarar sua merecida independência da República Soviética Socialista do Azerbaijão cujas bordas engoliam as suas. Isso eventualmente levou a uma guerra de auto-determinação pelos armênios em Karabakh contra o Azerbaijão que terminou com um cessar-fogo em 1994, com armênios retendo controle de suas terras natais ancestrais e mantendo a sua independência até o presente. Nosso povo vive ali por milênios, e para a maioria das famílias ali, é a única casa que eles e seus antecessores jamais conheceram. Eles só querem viver em paz como têm feito há séculos." "Há uma necessidade imediata de cidadãos globais em apelar a seus respectivos governos a não apenas condenar as ações desse regime corrupto, mas também insistir que os líderes mundiais ajam com urgência para trazer paz à região e merecidamente reconhecer Artsakh como a nação independente que é." "Mais importante e urgente ainda, nós humildemente imploramos que você doe, pequenas ou grandes quantias, para fornecer ajuda para necessidades e suprimentos básicos para aqueles afetados adversamente com o que são cada vez mais relatos de crimes contra a humanidade", pede o grupo. "Imaginamos que para muitos de vocês, há maneiras mais convenientes que vocês preferem para ouvir música, então considerem a oportunidade de fazer o download dessas músicas como um ato de caridade acima de tudo." A banda disponibilizou o link para o download e as doações em seu site oficial. "Começaram uma guerra durante a pandemia; é brutal", diz vocalista do System Of A Down Em outubro, Serj Tankian, vocalista da banda e ativista político, falou ao Jornal da Globo sobre o conflito armado. "Eu acho que o mundo inteiro está muito ocupado com a Covid e tentando cuidar do seu próprio povo, com as eleições nos Estados Unidos e aqui na Nova Zelândia, onde estou agora. Todo mundo tem suas próprias questões, recessão econômica, desemprego… Tem muita coisa acontecendo no mundo e todos estão realmente se fechando. Mas eu não acredito que foi por acaso que Azerbaijão e Turquia escolheram o momento em que o mundo está sofrendo – inclusive a Armênia, que tem uma grande quantidade de casos, para fazer esse ataque. É realmente muito brutal quando você pensa que começaram uma guerra durante uma pandemia. É muito brutal", disse o músico.

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Johnny Depp deixa franquia ‘Animais fantásticos’ após perder ação contra jornal que o chamou de ‘espancador de esposa’

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Em nota, ele disse que foi 'convidado pela Warner Bros. a renunciar ao papel': 'eu respeitei e concordei com esse pedido'. Nesta semana, o ator perdeu a ação que movia contra um tabloide inglês; ator afirmou que vai recorrer da decisão do tribunal britânico. Johnny Depp fala de 'Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald' na Comic-Con 2018 Chris Pizzello/Invision/AP O ator Johnny Depp, de 57 anos, não vai mais interpretar Gellert Grindelwald na franquia "Animais fantásticos", do universo de "Harry Potter", segundo um comunicado divulgado em seu Instagram nesta sexta-feira (6). "Gostaria de informar que fui convidado pela Warner Bros. a renunciar ao meu papel como Grindelwald em 'Animais fantásticos' e eu respeitei e concordei com esse pedido." Nesta semana, o ator perdeu a ação que movia contra um tabloide inglês que o chamou de "espancador de esposa". O juiz responsável pelo caso afirmou ter aceitado alegações da ex-mulher do ator – a atriz Amber Heard, de 34 anos – de que ele a havia agredido durante seu relacionamento, que durou cinco anos. Na nota desta sexta, Depp disse que vai recorrer da decisão. "O julgamento surreal do tribunal do Reino Unido não mudará minha luta para dizer a verdade e confirmo que pretendo apelar. Minha decisão continua forte e pretendo provar que as acusações contra mim são falsas. Minha vida e carreira não serão definidas por este momento." Initial plugin text Ação contra jornal Depp processou o News Group Newspapers, os editores do "Sun" e um de seus jornalistas, Dan Wootton, por causa de um artigo de 2018 que afirmava que ele tinha sido violento com Heard. O juiz Andrew Nicol decidiu que as alegações do jornal eram "substancialmente verdadeiras". Ao longo de três semanas na Suprema Corte de Londres, em julho, o juiz ouviu Depp e Heard. Segundo a atriz, Depp se tornava ciumento depois de consumir drogas e álcool e, com frequência, ameaçava matá-la. VÍDEOS: Semana Pop explica temas do entretenimento

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