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Bandas Scalene e Selvagens à Procura de Lei confluem no curso de ‘O rio’

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

♪ Vocalista e compositor da banda brasiliense Scalene, Gustavo Bertoni assistiu a um show do grupo cearense Selvagens à Procura de Lei no começo deste ano de 2020. Surgiu naquele momento a vontade de realizar uma gravação conjunta da Scalene com o quarteto. Bertoni compôs então uma música com a ideia de encaixar a composição na moldura sonora da banda do vocalista e guitarrista Rafael Martins. Acertada a parceria em março, após conversas afinadas sobre o tom da letra, a gravação levou meses para ser concluída durante a pandemia. Mas eis que Scalene e Selvagens à Procura de Lei confluem no curso de O rio, inédito single lançado pela gravadora Som Livre na sexta-feira, 6 de novembro, com a primeira colaboração fonográfica das bandas. Compartilhando ideias de arranjos e arquivos extraídos dos respectivos home studios, os oito integrantes dos dois grupos chegaram ao fim de O rio com a crença de que estão oferecendo novidade para os seguidores da Scalene e de Selvagens à Procura de Lei.

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MC Kekel aposta em ‘Amor de balada’ com MC Don Juan para seguir o baile

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

♪ O cantor e compositor paulistano Keldson William da Silva – conhecido como MC Kekel – fez nome no universo do funk paulista na velocidade de 130 bpm. Matheus Wallace Mendonça da Cruz, o MC Don Juan, emergiu neste mesmo universo musical de São Paulo. Em Amor de balada, inédito single lançado na sexta-feira, 6 de novembro, através de parceria da gravadora Som Livre com a Kondzilla Records, Kekel segue o baile na companhia de Don Juan. Composição de autoria de Kekel, mentor da colaboração com Don Juan, Amor de balada ganha as plataformas de áudio em gravação produzida pelo DJ RD com a união da dupla de MCs. O funk de 130 bpm foi composto por Kekel no celular, com letra escrita sobre o clima de sedução e erotismo fugaz em voga no mundo noturno em que está ambientada boa parte do repertório do artista. Don Juan pôs toque de arrocha na gravação, potencializando o apelo populista do single Amor de balada. Capa do single 'Amor de balada', de MC Kekel e MC Don Juan Divulgação

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‘Terra nostra’ chega ao Globoplay mostrando cultura italiana e romance entre imigrantes

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Novela de Benedito Ruy Barbosa falou sobre a adaptação cultural dos italianos, os trabalhos nas fazendas de café e encantou com o amor de Thiago Lacerda e Ana Paula Arósio; relembre a trama e veja curiosidades e fotos. Ana Paula Arósio e Thiago Lacerda em 'Terra Nostra' R Marques/Globo "Terra nostra" mostrou ao Brasil a imigração italiana no país e uma história de amor e desencontro entre os personagens de Thiago Lacerda e Ana Paula Arósio nos anos 1999 e 2000. 20 anos depois, a novela de Benedito Ruy Barbosa chega ao Globoplay nesta segunda (9) com Raul Cortez, Maria Fernanda Cândido, Antônio Fagundes e Débora Duarte no elenco. Para ajudar a relembrar a história, o G1 publica curiosidades, com dados do Memória Globo. Terra Nostra: Matteo e Giuliana se conhecem A trama Em 1894, centenas de camponeses deixaram Gênova, na Itália, rumo a São Paulo, fugindo da crise econômica. A bordo do navio, Giuliana (Ana Paula Arósio) conhece Matteo (Thiago Lacerda), os dois se apaixonam e a moça engravida. Mas o casal se perde no desembarque no Brasil e segue destinos diferentes. Giuliana é acolhida por um amigo de seu pai, Francesco Maglianno (Raul Cortez) e desperta o amor de seu filho, Marco Antônio (Marcello Antony). E Matteo arranja emprego na colheita de café da fazenda do coronel Gumercindo Aranha (Antonio Fagundes) e passa a liderar reivindicações por melhores condições de trabalho. 'Amore mio' Outra história de amor que cativou o país foi entre Francesco (Raul Cortez) e Paola (Maria Fernanda Cândido). Decepcionado com as maldades da esposa, Janete (Ângela Vieira), Francesco se apaixona por Paola. O jeito como ele a chamava, "Amore mio", ficou popular no Brasil. Terra Nostra: Francesco e Paola tomam banho de banheira Ao Memória Globo, Cortez comentou a química entre os personagens: "Eu vi uma mulher fantástica que estava no elenco, mas eu ainda não a conhecia. Tinha uma cena no banco, na minha agência, onde ela ia abrir a conta. E eu pensei: ‘Quando essa moça entrar aqui, eu quero ver o que vai acontecer com essa técnica toda’. E quando ela apareceu, literalmente, a técnica toda parou." "Eu comecei a contracenar com ela e não sei o que aconteceu entre nós dois, porque foi uma coisa absolutamente muito forte. Afinal de contas, a diferença de idade para ela era enorme. Mas naquele momento, ficou tão forte que o Benedito começou a escrever um envolvimento amoroso entre nós dois." Veja curiosidades e bastidores de 'Terra nostra' Uma das maiores dificuldades para a produção foi conseguir uma embarcação para filmar os primeiros capítulos. O escolhido foi o S.S. Shieldhall, vapor construído em 1940 no sul da Inglaterra. Os atores gravaram na cidade de Southampton, de onde saiu o Titanic em 1912. Antonio Fagundes disse que perdeu muitos fios de cabelo durante a novela por causa da rotina de composição visual. Ele pintava o cabelo de preto com rímel todos os dias durante uma hora e meia. Quando terminou a novela "Os imigrantes", em 1981, Benedito Ruy Barbosa recebeu milhares de cartas de telespectadores comovidos. Nelas, as pessoas contavam histórias de imigrantes de várias nacionalidades no Brasil e foi assim que surgiu a ideia de "Terra Nostra". Maria Fernanda Cândido estreou como atriz nesta novela e foi eleita pelo público como "a mulher mais bonita do século". O galã Nicolas Prattes também iniciou a carreira em "Terra nostra: ele tinha três anos e interpretou Francesquinho, filho de Giuliana. Os lenços da Giuliana e os bonés do Matteo viraram moda. Veja fotos e vídeos Antonio Calloni e Lu Grimaldi em 'Terra Nostra' R. Marques/Globo Claudia Raia, João Marcos e Ana Paula Arósio em 'Terra Nostra' Jorge Baumann/Globo Raul Cortez, Ângela Vieira e Marcello Anthony em 'Terra Nostra' Jorge Baumann/Globo Maria Fernanda Cândido e Raul Cortez em 'Terra Nostra' Jorge Baumann/Globo Débora Duarte e Antonio Fagundes em 'Terra Nostra' Jorge Baumann/Globo Ana Paula Arósio e Thiago Lacerda em 'Terra Nostra' R. Marques/Globo Antônio Fagundes em Terra Nostra TV Globo

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O funkeiro e o rebelde: o improvável elo entre MC Hariel e a música latina de protesto

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Ídolo do funk é filho de violonista que tocava música folclórica com versos de resistência política. O som dos dois é bem diferente, mas o batidão de Hariel tem letras cada vez mais engajadas. MC Hariel, ídolo do funk paulistano, e seu pai, o falecido violonista Celso Ribeiro, que tocou no grupo Raíces de América Divulgação "O Celso era muito talentoso. Tocava um violão muito bom. Falava coisas legais, tinha umas frases interessantes. Também tocava o charango [instrumento de corda tradicional na América hispânica, feito com casco de tatu]. Era poeta e um maluco", lembra o contrabaixista Willy Verdager. Willy e Celso Ribeiro formaram em 1979 o grupo Raíces de América, com mais seis músicos, entre brasileiros, chilenos e argentinos. Era uma entrada tardia no Brasil da "nueva canción", movimento que unia o resgate da música folclórica da América do Sul à resistência contra as ditaduras na região. "O bicho era doido, vocês iriam gostar de conhecer", diz o filho de Celso, Hariel Denaro Ribeiro. Aos 22 anos, o MC Hariel é ídolo no funk de São Paulo. Começou a cantar aos 11 e trabalhou entregando pizza e vendendo cartões antes de estourar, aos 16, com a faixa "Passei sorrindo". MC Hariel Divulgação Hariel começou cantando letras de duplo sentido, quando este funk sexual estava no auge, e hoje mistura letras festivas com histórias da periferia que o aproximam do rap e do funk consciente. A habilidade com as palavras rendeu o apelido de "haridade" e a adoração do público jovem. Ele se interessou pela música cedo, vendo o pai cantar em bares. "Têm flyers de show dele até hoje na minha casa e minha mãe se orgulha para caramba disso. Ele fez um som da hora. Antes de eu nascer ele fazia parte de um grupo chamado Raíces de América", explica o filho. "A Mercedes Sosa fazia parte da gangue deles", diz Hariel sobre o antigo grupo do pai. Mercedes é um dos maiores nomes da música popular argentina, conhecida como "a voz dos sem voz". Foi proibida de cantar pelos militares do seu país em 1979. Naquela época, veio ao Brasil e virou "madrinha" do Raíces de América. O grupo foi concebido por outro argentino, o empresário Enrique Bergen, que tentava expandir para o Brasil o movimento musical popular e engajado que já era efervescente havia duas décadas nos países vizinhos, graças a nomes como Mercedes Sosa e o chileno Victor Jara. Da esquerda: Enzo Merino, Oscar Segovia, Julio C. Peralta, Isabel Ribeiro, Celso Ribeiro, Tony Osanah, Mariana Avena, Freddy Góes e Willy Verdaguer, a primeira formação do Raíces de América Divulgação "A gente se baseava nos compositores, autores e pensadores da América Latina. Escolhíamos músicas e textos dos grandes nomes que falavam sobre ditadura, vida humana, direitos humanos", descreve Willy, líder do grupo, que ainda segue há 40 anos na ativa. O primeiro show foi dirigido por Flávio Rangel, consagrado dramaturgo paulista. O disco de estreia, derivado do espetáculo, era quase uma playlist de ícones da "nueva canción": canções de Violeta Parra, Atahualpa Yupanqui e um tributo a Victor Jara. O auge de Celso No disco de 1980, além do violão tradicional e daquele feito com casca de tatu, Celso Ribeiro foi responsável no pelas violas, fez vocais de apoio e tocou zampoña, a famosa "flauta peruana". A "madrinha" Mercedes, convidada pelo conterrâneo Enrique, esteve presente no início do grupo, conta Willy. "Ela veio nos conhecer pessoalmente, foi nos primeiros ensaios. Depois foi ao show, cantou algumas músicas. E escreveu umas palavras na capa do primeiro disco", lembra o baixista. Mercedes Sosa seguiu muito envolvida na música brasileira até sua morte, em 2009. A parceria mais conhecida foi com Milton Nascimento. Ela também colaborou com Caetano Veloso, Daniela Mercury, e voltou a subir ao palco o Raíces de América em 2007. Mercedes Sosa em Buenos Aires em foto tirada em maio de 2000 Enrique Marcarian/Reuters O auge do Raíces foi uma apresentação lotada no Maracanãzinho em 1982. Era o festival MPB Shell, transmitido pela TV Globo, no qual eles ficaram em segundo lugar com a música "Fruto do Suor”. Mas mesmo ano do festival, Celso saiu do grupo sem muitas explicações aos companheiros, lembra Willy. "Eu acho que ele brigou com o empresário [Enrique], o cara que montou tudo." "Ele era bem rebelde, no bom sentido. Todos nós éramos", lembra o colega. Celso não participou de mais projetos de destaque da MPB, mas continuou trabalhando. Segundo o filho, ele voltou ao que fazia antes do Raíces de América: tocar em bares de São Paulo. Foi vendo o pai tocar "de bar em bar" quando criança que ele começou a gostar de música. Mas a onda entre os amigos de Hariel na Vila Aurora, Zona Norte de São Paulo, não tinha a ver com a suavidade das canções folclóricas que marcaram a carreira do pai. Extrovertido, Hariel tinha o mesmo sonho de muitos colegas: cantar funk. MC Hariel em padaria da zona leste de São Paulo Celso Tavares/G1 A família não era pobre, mas o pai tinha problemas cada vez maiores com dependência química. Hariel chegou a morar em uma garagem na Zona Norte de São Paulo, com os pais e duas irmãs. Celso saiu de casa, cada vez mais afetado pelo vício, e morreu no início da adolescência do filho. "Meu pai estava mesmo desvirtuado", descreve Hariel. Hoje ele separa a admiração musical de questões pessoais. "Sou orgulhoso da história dele, mas queria que estivesse aqui comigo. Mas não gosto de falar muito sobre essa parte", diz o filho. Foi nessa época que ele foi trabalhar entregando pizza. "Eu era criança, tinha que fugir do conselho tutelar, me esconder deles", lembra. Para ajudar a mãe nas contas da casa, também trabalhou em um lava-jato. Mas foi no funk que ele se virou melhor. Na Vila Aurora, ficou amigo dos DJ Nado e MC Kitinho, dois irmãos bem relacionados na cena, e do DJ Luan, que até hoje o acompanha em shows. Hariel foi conhecendo DJs de funk que virariam referência em SP. Seu primeiro sucesso, "Passei sorrindo", de 2014, foi assinado pelo DJ Perera. No ano seguinte, o hit "Mundão girou", com o DJ Jorgin, o levou a fazer os primeiros shows fora de São Paulo. Seus maiores sucessos no YouTube até hoje são com parcerias: "Lei do retorno", com Don Juan, e "Tem café", com Gaab, ambas de 2017. Um rolê com Gaab e Hariel: Cantores falam de 'Tem café' O principal hit sozinho é de 2018, "Vou buscar". Nessa, Hariel está mais sério e aposta em uma batida minimalista e lenta, que hoje predomina em SP. Nas letras e no jeito de cantar, Hariel é o funkeiro famoso que mais se aproxima do rap. Tanto que foi chamado para projetos do gênero, como o Poesia Acústica, o Oriente Acústico e o rap "Deus e família", dos mineiros Delano e Djonga – três faixas com dezenas de milhões de views no YouTube. O auge de Hariel No novo EP de Hariel, "Avisa que é o F.U.N.K", ele canta com ainda mais desenvoltura. Nesse estilo com batidas mais discretas, é a levada da voz que segura a música – e nisso ele se destaca. "Teve uma época no funk em que o DJ queria sobressair, e isso estava cansando", ele justifica. O papo do funk de SP também evoluiu para a sua zona de conforto. "A ascensão do funk consciente me deixa mais seguro ainda. Eu sempre fui um MC que gostei de falar de superação. Fiz funk de putaria, de dança, mas não ficava tão bom quanto esses", ele diz. "Capacidade todo mundo tem / Só a oportunidade que não é igual", diz um verso de "Favela pede paz". É uma parceria do álbum novo de Hariel com o jovem Lele JP e o veterano Neguinho do Kaxeta, destaques da tal nova onda do funk consciente. Com fé em Deus e ode às motos, novo 'funk consciente' supera letras sexuais e renova o estilo Em "É o poder", o MC mostra uma visão diferente sobre a "ostentação" que já dominou o funk: "Hoje eu lembro que 'tamo' ostentando o que há tempos já devia ser mais normal", ele canta. Ter uma moto hoje é símbolo de superação, mas deveria ser algo acessível a todos, ele explica. Discurso na boate Um fato recente que abalou Hariel foi a ação policial que deixou nove adolescentes mortos em um baile funk em Paraisópolis, em dezembro de 2019. "Acordei na segunda-feira com aquela notícia, só de pensar fico com peito cheio de vontade de chorar. Pelo menos foi filmado. Porque esse tipo de coisa acontece toda hora. Eu já passei por isso." "Na semana seguinte, fui cantar numa boate de playboy. Era um baile funk, mas com filho de senador. E não é culpa dos playboys, eles estão vivendo a vida deles. Eu falei: 'Hoje vocês estão curtindo um baile, e na semana passada as pessoas estavam fazendo a mesma coisa na periferia e aconteceu aquilo. Isso nunca vai acontecer num baile da faculdade. Aproveitem esse privilégio e estudem'", lembra Hariel. "O pessoal fala que eu sou comunista", diz o MC. Mas o resto do discurso não é tão revolucionário: "A elite não produz muito, se apodera das coisas. Mas o rico paga nosso cachê. Ele também é necessário, emprega o pobre. O problema é a forma com que a gente é tratado. Eu sei porque passo dos dois lados", diz o MC que canta em bailes de favela e de elite. "Através de nós, muitas pessoas criam voz, criam asas para voar. Para não ficar se submetendo, porque os ricos têm os fatores dele, mas não são os únicos", diz Hariel. ‘Vergonha pra mídia 2’ busca repetir fenômeno que uniu funk ao rap de protesto Será que ajudar as pessoas a "criar voz" o aproxima do movimento do qual seu pai participou há mais de 30 anos, liderado pela argentina que era a "voz dos sem voz"? Ao ouvir a comparação, Hariel acha interessante, mas não quer transformar sua música em "sermão". "O funk é descontraído, não pode parecer que eu quero dar um sermão. Eu não me vejo em situação de dar conselho. É mais de relatar o que eu vivo, o que eu vejo, o que eu passo, e o que a pessoa pode ou não tirar dali", diz o funkeiro. Da esquerda: os cantores de funk Salvador da Rima, Ryan SP e Hariel na gravação do clipe 'Vergonha pra mídia 2' Divulgação

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Corpo da cantora Vanusa é velado em São Paulo

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Cerimônia é restrita a parentes e amigos. Cantora morreu aos 73 anos de insuficiência respiratória em uma casa de repouso, em Santos. Ao longo da carreira, artista se juntou à Jovem Guarda, lançou mais de 20 discos e vendeu 3 milhões de cópias. Velório e sepultamento da cantora Vanusa acontecem nesta segunda (9), em São Paulo O corpo da cantora Vanusa é velado no Funeral Arce Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (9). A cerimônia é reservada a parentes e amigos da artista. Vanusa morreu aos 73 anos na manhã de domingo (8) em uma casa de repouso em Santos, no litoral de São Paulo. Vanusa: famosos lamentam a morte da cantora, aos 73 anos; veja repercussão O enterro está previsto para ocorrer às 16 horas no Cemitério de Congonhas, também na Zona Sul da capital paulista. "A minha mãe punha melodia nos pensamentos dela. Ela falava cantando", disse Amanda, filha da artista, durante o velório. "A minha gratidão, o meu respeito simplesmente como filho", afirmou Rafael. Filhos de Vanusa agradecem carinho e apoio Reprodução/TV Globo Cantora Vanusa morre aos 73 anos, em Santos (SP) Um enfermeiro da casa de repouso, onde a artista morava há dois anos, percebeu que ela estava sem batimentos cardíacos, por volta das 5h30. Uma equipe da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi acionada e constatou que a causa da morte foi uma insuficiência respiratória. Segundo funcionários da casa de repouso, Vanusa recebeu a visita de Amanda, sua filha mais velha, neste sábado (7). Ela cantou, brincou, riu e se alimentou bem. A artista fazia fisioterapia e outros tratamentos na residência para idosos. Vanusa morava havia dois anos na casa de repouso Barros Residência para Idosos em Santos, SP Carlos Abelha/G1 Em setembro e outubro, Vanusa esteve internada no Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, por causa de um quadro grave de pneumonia. Aretha Marcos, também filha de Vanusa, publicou homenagens à mãe nas redes sociais. Em uma delas, ela relembrou que, neste domingo, seu pai, Antônio Marcos, completaria 75 anos. "O amor é impossível. Hoje, aniversário do meu pai, Antônio Marcos ele veio buscar minha mãe para viverem juntos na eternidade. A vida é arte!" Ao Fantástico, o filho da artista, Rafael Vannucci, ator, cantor e produtor de eventos, disse que havia 15 anos que a mãe travava uma luta contra uma doença neurológica que não foi diagnosticada e que leva à demência, semelhante ao Alzheimer. A descoberta aconteceu na época em que a cantora começou a tratar de uma depressão, agravada pela dependência de medicamentos. No domingo, Rafael publicou um vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio dos fãs e as orações. "Minha gratidão a cada um de vocês. É um momento muito difícil, com certeza é o pior dia da minha vida. Mas, ao mesmo tempo ela foi descansar, foi embora dormindo, e que o senhor receba minha mãe de braços abertos. Muito obrigada a cada um de vocês do fundo do meu coração, gratidão. E viva a Vanusa". A assessoria da artista divulgou um trecho escrito por Vanusa para o musical “Ninguém É Loira Por Acaso”, produzido por Léa Penteado. “Meu nome é Vanusa Santos Flores. Nasci em Cruzeiro, interior de São Paulo, cresci entre Frutal e Uberlândia. Tenho 72 anos, 3 filhos, 4 netos. Sou do signo de Virgem, ascendente Escorpião, lua em Sagitário. Tenho 1m58 de altura e peso 54 quilos. Fui casada seis vezes e uma vez a Hebe me perguntou por que eu casava tanto, se os maridos não eram bons. Aquela mania que a gente sempre tem de culpar o outro, de achar que os amigos estão certos e que o resto do mundo está errado. Mas lamento comunicar que todos os meus maridos foram ótimos, o problema é que a minha expectativa era outra. Eles foram e aconteceram no tempo que tinham que acontecer. Os maridos se foram, como os anéis, mas ficaram os dedos, os filhos, as histórias … Minha vida sempre foi uma sucessão de perdas e ganhos… Perdi casas, apartamentos, carros, contratos, situações confortáveis. Ganhei experiência, amigos, uma profissão que me proporcionou ser quase tudo o que queria. Mas apesar de tudo, jamais perdi a dignidade nem a memória. Lembro tudo, cada história, cada sentimento, tudo muito bem guardado aqui dentro como se fosse ontem. A minha força está no que vi e vivi. Isso ninguém me tira. Uma das primeiras formas de expressar meus pensamentos ficou registrada numa música, que tem uma ligação total com o meu primeiro casamento. Eu estava grávida da Amanda, e um dia, com o meu parceiro Mario Campana, peguei o violão e de uma tirada só fizemos uma música, “Manhãs de Setembro”. Antônio Marcos quando ouviu disse que a música não era comercial. Naquele tempo todas as músicas que ele fazia eram muito comerciais e por isso eram um grande sucesso. Ouvir aquele comentário foi horrível, me senti incapaz e impotente. Mas esta música me trouxe enormes alegrias, sucesso no rádio, reconhecimento do público.” Initial plugin text Cenário musical 'Vanusa teve importância especialmente na década de 70', diz Mauro Ferreira Após a morte da cantora, Mauro Ferreira, jornalista e crítico de música, fez uma retrospectiva da carreira da cantora. Segundo ele, Vanusa teve importância especialmente na década de 70. Ele também falou sobre a importância da cantora na cena musical brasileira e sua veia feminista. "Vanusa foi uma pioneira, ela foi empoderada. Ela sempre defendeu isso quando o mundo era mais machista, poucas mulheres tinham voz ativa na música brasileira como compositoras, sobretudo", disse Ferreira. Vanusa, em foto de agosto de 2015 Gabriela Biló/Estadão Conteúdo/Arquivo Carreira Vanusa Santos Flores nasceu em 22 de setembro de 1947 na cidade de Cruzeiro (SP), mas foi criada em Uberaba (MG). Com mais de 20 discos lançados ao longo da carreira e 3 mais de milhões de cópias vendidas, a cantora e compositora era mais identificada com a canção popular do que com a MPB, mas flutuou entre gêneros como rock, funk americano e samba. Aos 16 anos, cantava com o grupo Golden Lions. Em 1966, fez sucesso com a canção “Pra nunca mais chorar” e passou a se apresentar na TV Excelsior. Na mesma época, participou das últimas edições do programa da Jovem Guarda. Pouco depois, se juntou ao elenco do programa humorístico “Adoráveis trapalhões”, com Renato Aragão. Nos anos 1970, emendou sucessos como “Manhãs de setembro”, que escreveu em parceria com seu parceiro frequente Mário Campanha, e baladas como "Sonhos de um palhaço", de Antonio Marcos e Sérgio Sá, e "Paralelas", de Belchior. Em 1972, se casou com Antonio Marcos. O cantor participou diretamente da carreira de Vanusa com outras músicas, como “Coração americano”, escrita com Fagner. Vanusa, em foto de agosto de 2015 Gabriela Biló/Estadão Conteúdo/Arquivo A música faz parte de um dos melhores discos da cantora, “Amigos novos e antigos”, lançado em 1975. Na mesma década, ela ainda esteve no elenco de montagem do musical “Hair”. Em 1977, lançou com o cantor Ronnie Von o LP “Cinderela 77”, trilha sonora da novela com o mesmo nome da TV Tupi. Nas décadas seguintes, manteve a carreira ativa com o lançamento de discos e participações em diversos festivais de música no país e no exterior, como Uruguai, Coreia do Sul e Chile. Em 2005, participou ainda de eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda. Em 2009, Vanusa foi convidada para cantar o hino nacional em um evento na Assembleia Legislativa de São Paulo. Um vídeo que mostra a cantora trocando palavras da letra se tornou viral na internet. Na época, ela contou que remédios para labirintite a deixaram desorientada na ocasião. Pouco tempo depois, Vanusa sofreu um acidente doméstico, segundo ela. também provocado pela labirintite. Por causa da queda, a artista precisou se submeter a três cirurgias na clavícula. Vanusa contou sua vida na autobiografia “Ninguém é mulher impunemente” e no monólogo musical “Ninguém é loura por acaso”, que estreou no teatro em 1999 em São Paulo. VÍDEOS: Relembre a carreira de Vanusa

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MTV EMA 2020: BTS domina premiação e Pabllo Vittar vence categoria pelo 2º ano consecutivo

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Evento contou com apresentação de integrantes do Little Mix, plateia virtual e performances gravadas em várias partes do mundo. Integrantes do Little Mix apresentam o MTV EMA 2020 Reprodução/Twitter A premiação do MTV European Music Awards 2020 aconteceu na noite deste domingo (8) e teve a banda BTS como destaque. O grupo de K-pop venceu quatro categorias: Melhor Música, Melhor Grupo, Maiores Fãs e Melhor Live. Veja FOTOS da premiação O evento foi comandado pelas integrantes do grupo Little Mix e contou com plateia virtual e performances gravadas em várias partes do mundo com artistas como Sam Smith, Maluma, Alicia Keys, entre outros. O prêmio na categoria Melhor Artista Brasileiro ficou, pelo segundo ano consecutivo, para a cantora Pabllo Vittar. "Muito obrigada, família! Tô muito feliz em poder representar meu país. Quero agradecer a vocês que ajudaram de alguma forma… Não tenho palavras", escreveu Pabllo em seu Instagram após a conquista. A cantora disputava o prêmio com Anitta, Djonga, Emicida e Ludmilla. Anitta, aliás, foi a responsável por apresentar a categoria Clipe do Ano. O troféu ficou para DJ Khaled e Drake com o clipe de "Popstar", estrelado por Justin Bieber. Confira lista de vencedores do EMA 2020: Melhor Videoclipe: DJ Khaled e Drake – "Popstar", estrelado por Justin Bieber Melhor Artista: Lady Gaga Melhor Música: BTS – "Dynamite" Melhor Colaboração: Karol G – "Tusa", com Nicki Minaj Artista Revelação: Doja Cat Melhor Artista Pop: Little Mix Melhor Grupo: BTS Melhor Artista Latino: Karol G Melhor Artista de Rock: Coldplay Melhor Artista de Hip-hop: Cardi B Melhor Artista Alternativo: Hayley Williams Melhor Artista de Eletrônico: David Guetta Maiores Fãs: BTS Melhor Artista Push: Yungblud Melhor Artista Brasileiro: Pabllo Vittar Melhor vídeo por uma causa: H.E.R. – "I Can't Breathe" Melhor Live: BTS BANG BANG CON – The Live

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‘Dança dos Famosos 2020’ anuncia cancelamento de fase da repescagem

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Neste domingo (8), Fausto Silva explicou que todos os participantes seguirão no quadro no próximo ritmo. Fausto Silva anuncia cancelamento de fase da repescagem na 'Dança dos Famosos 2020' Reprodução/Globo A repescagem da "Dança dos Famosos", fase em que os participantes com menos pontos tentam permanecer no quadro do "Domingão do Faustão", foi cancelada nesta edição. O apresentador Fausto Silva anunciou a mudança durante o programa deste domingo (8). "Diante dos problemas deste ano tão complicado, a repescagem foi cancelada. A direção do 'Dança' e equipe decidiram que a partir do dia 22 são dois grupos no foxtrote, misturando homens e mulheres. As notas serão zeradas", explicou o apresentador. Assim, todos os participantes seguem para a apresentação do próximo ritmo, sem eliminações. A alteração acontece após Juliano Laham deixar o programa depois de descobrir um tumor benigno e passar por uma cirurgia e Felipe Titto testar positivo para o coronavírus. Titto e Zé Roberto, que está com lombalgia, não se apresentaram ao ritmo de rock, o quarto a ser mostrado no reality. Há algumas semanas, Danielle Winits também ficou de fora das apresentações após machucar o tornozelo durante o ensaio de sua coreografia de funk para o quadro.

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Toquinho reverte expectativas na arte de fazer música com Paulo César Pinheiro

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Artista lança álbum com oscilante repertório inédito, gravado com adesões das cantoras Maria Rita e Camilla Faustino. Capa do álbum 'A arte de viver', de Toquinho Elifas Andreato Resenha de álbum Título: A arte de viver Artista: Toquinho Edição: Deck Cotação: * * * ♪ Há um resto de esperança que ilumina a estrofe final de Tudo de novo, grande samba que encerra A arte de viver, primeiro álbum de músicas inéditas de Toquinho desde Quem viver verá (2011). “Mas a paixão não se rendeu / Coração não se entregou / Que a união de quem sofreu / Faz a força contra a dor / E a aliança do plebeu é a queda o imperador”, canta o paulistano Antonio Pecci Filho, aos 76 anos, revertendo a má expectativa da letra nos versos finais deste samba gravado com a adesão vocal de Paulo César Pinheiro, parceiro de Toquinho em Tudo de novo e nas outras dez músicas inéditas ouvidas no disco ao longo de 29 minutos. Lançado pela gravadora Deck na sexta-feira, 6 de novembro, em edição digital e também no formato de CD, o álbum A arte de viver amplia o repertório autoral desse cantor, compositor e violonista paulistano revelado nos anos 1960 e projetado na década de 1970 em dupla com Vinicius de Moraes (1913 – 1980). Contudo, ao reeditar a parceria com Paulo César Pinheiro, obra que há 15 anos já rendeu o álbum Mosaico (2005), Toquinho oscila na criação do repertório letrado pelo compositor e poeta carioca. Na contramão de quase todos os álbuns, que geralmente começam bem e vão perdendo pique na medida em que as faixas avançam, A arte de viver roça a banalidade no início, quando Toquinho apresenta sambas com nível abaixo dos históricos do melodista e do poeta letrista. Maria Rita e Toquinho em estúdio na gravação do samba 'Papo final' Otávio Souza / Divulgação Papo final (derradeira DR feita por Toquinho com Maria Rita), Mão de Orfeu – homenagem da dupla de compositores (com a adesão de Eduardo Gudin) ao violonista Baden Powell (1937 – 2000), parceiro de Pinheiro – e mesmo o samba-título A arte de viver (salvo pela estrofe “O mundo é um brinquedo / Pra quem merecer / Quem brinca com medo / Do seu desenredo / Não sente prazer”) fazem supor disco bastante irregular. Mas eis que algumas joias de médio quilate reluzem ao longo do álbum. Encrustada entre esses sambas iniciais, a valsa Amor pequeno brilha com o toque luminoso do bandolim de Hamilton de Holanda. A canção Roda da sorte – composição também assinada por Edu Sangirardi e cantada por Toquinho com Camilla Faustino – exibe coesão ainda maior entre música, letra, interpretação e arranjo, conduzido pelo violão de Toquinho, instrumento sobressalente no disco produzido por Rafael Ramos. No giro oscilante da safra autoral, o samba Fato novo – tentativa dos compositores de soarem atuais com crônica política sobre os crimes cometidos por autoridades municipais, estaduais e federais – põe a roda para baixo. Curiosamente, é quando dirige o olhar para o passado que o poeta geralmente resulta mais inspirado. Medieval é trova melodiosa que reaviva o canto dos menestréis da Idade Média. Toquinho lança o álbum 'A arte de viver', com 11 músicas inéditas feitas com Paulo César Pinheiro Marcos Hermes Em Ousadia, composição também creditada a Anna Setton, Paulo César Pinheiro perfila cabrocha da Mangueira em letra que remete ao universo poético dos antigos sambas com toque de maxixe. Com rimas em “inha”, a modinha Rainha e rei evoca o universo imperial desse gênero já ancestral. A intervenção vocal de Camilla Faustino – na segunda (boa) participação da cantora no disco – valoriza a faixa. Samba em tons menores, arranjado com sopros orquestrados por Marlon Sette, Quero ficar com você completa o repertório do álbum A arte de viver, corroborando a sensação de oscilação da atual safra autoral de Toquinho e Paulo César Pinheiro. Se o coração do ouvinte não se entregar já nos momentos iniciais do disco, haverá encantos pelo caminho até o desenlace grandioso com Tudo de novo. É que Toquinho reverte expectativas na arte de fazer música com Paulo César Pinheiro.

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MTV EMA 2020; FOTOS

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Prêmio aconteceu neste domingo (8) com performances gravadas em várias partes do mundo. BTS, Pabllo Vittar e Lady Gaga foram alguns dos vencedores da noite. Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards, do Little Mix, se apresentam no MTV EMA 2020 direto de Londres Cortesia MTV/Via Reuters Integrantes do Little Mix apresentam o MTV EMA 2020 Reprodução/Twitter Rita Ora apresenta categoria do MTV EMA 2020 direto de Londres Cortesia MTV/Via Reuters BTS recebe o prêmio de 'Melhor Música' no MTV EMA 2020; Grupo de K-pop estava em Los Angeles e participou virtualmente Cortesia MTV/Via Reuters David Guetta no MTV EMA 2020 Courtesy of MTV/via Reuters Performance de Maluma no MTV EMA 2020 foi feita em Miami Cortesia MTV/Via Reuters Anitta apresenta prêmio de Melhor Vídeo no MTV EMA 2020 Cortesia MTV/Via Reuters DJ Khaled faz performance no MTV EMA 2020 Cortesia MTV/Via Reuters Yungblud recebe o prêmio de 'Melhor Artista Push' no MTV EMA 2020 Cortesia MTV/Via Reuters Jack Harlow no MTV EMA 2020 Cortesia MTV/Via Reuters Doja Cat faz performance no MTV EMA 2020 direto de Los Angeles Cortesia MTV/Via Reuters Madison Beer no MTV EMA 2020 Rich Fury/MTV via Reuters Zara Larsson no MTV EMA 2020 Ian Gavan/MTV via REUTERS Karol G no MTV EMA 2020 Rodrigo Varela/MTV via Reuters

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Governo federal autoriza contratação de energia para o Amapá

segunda-feira, 09 novembro 2020 por Administrador

Estado vive crise no fornecimento de energia desde terça; incêndio atingiu principal subestação local. Abastecimento foi retomado neste sábado em bairros de Macapá e Santana. Amapá completa quatro dias sob apagão elétrico que atinge 89% da população
O governo federal autorizou a contratação de até 150 MegaWatts (MW) para o estado do Amapá. O estado enfrenta uma crise no abastecimento de energia desde o início da semana.
A portaria que autoriza a contratação foi publicada na noite desta sexta-feira (6) no "Diário Oficial da União" e é assinada pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
Na terça (3), um incêndio atingiu a principal subestação do estado, que alimenta 13 das 16 cidades amapaenses. Na ocasião, cerca de 90% dos moradores da região ficaram sem energia elétrica. Neste sábado, o fornecimento foi retomado em alguns bairros nos municípios de Macapá e Santana.
De acordo com a portaria do MME, a contratação de energia vale por até 180 dias, mas o prazo poderá ser reduzido se o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) avaliar que o fornecimento para o estado atingiu "condição satisfatória".
Em nota divulgada neste sábado (7), o Ministério de Minas Energia informou que o sistema elétrico de Macapá voltou a ser conectado à rede de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). O ministério informou ainda que o processo ocorreu da seguinte maneira durante a madrugada:
3h: "Concluídos os testes necessários no transformador TR3, as conexões à rede de transmissão e autorizado o início da recomposição das cargas";
3h11: "Energizado o transformador, inicialmente sem carga. Iniciado o processo de aquecimento e monitoramento das características técnicas, visando o retorno seguro à operação";
4h19: "Ligados os primeiros consumidores, com atendimento pelo Sistema Interligado Nacional, primeira etapa programada com cerca de 20 MW";
5h05: "Ligado mais um conjunto de consumidores, segunda etapa programada, totalizando cerca de 30 MW já atendidos pelo Sistema Interligado Nacional";
5h36: "Autorizada tomada de carga de mais um conjunto de consumidores, terceira etapa programada, totalizando cerca de 50 MW liberados para atendimento pelo Sistema Interligado Nacional – SIN";
Em andamento: "processo de ligação de mais consumidores".
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a Eletrobras Eletronorte providenciará a contratação, inicialmente, de 40 MW de geração de energia elétrica.
Entenda o apagão no Amapá em 5 pontos
Restabelecimento em até 10 dias
Nesta sexta, o ministro Bento Albuquerque disse que pretende restabelecer toda a energia no estado em até dez dias.
"Em até dez dias, nós pretendemos restabelecer 100% da energia no Amapá", afirmou o ministro após ter se reunido com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Segundo a colunista do G1 e da GloboNews Ana Flor, Alcolumbre está "furioso" com o governo. O irmão do presidente do Senado, Josiel, é candidato à Prefeitura de Macapá.
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