Preço do boi gordo dispara e arroba chega a R$ 254 em Rondônia
Em Porto Velho, capital, a arroba é vendida por R$ 245.Veja o preço da cotação nas outras cidades. Preço da arroba do boi gordo tem nova alta em Rondônia Reprodução/TV TEM O preço da arroba do boi gordo novamente disparou e já está sendo comercializado por R$ 250 (à vista) em ao menos dois municípios do interior do estado, com base na cotação divulgada pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO). Segundo a cotação, o maior valor pago ao produtor rural (entre 2 e 6 de novembro) foi registrado em Alta Floresta D'Oeste: R$ 254. O segundo melhor preço de mercado está em Corumbiara, onde a arroba custa R$ 250,50. Em Ouro Preto do Oeste, na região central, a arroba também passou a ser comercializada por R$ 250 nesta semana. Outras cidades de Rondônia também estão vendendo a arroba do boi gordo perto de R$ 250, como em Ji-Paraná, Cacoal, Alto Alegre e Santa Luzia. O aumento do preço da arroba em duas semanas, conforme a Emater, já chega a quase 5% em alguns municípios. Abaixo, veja os valores da cotação nas principais cidades: Boi gordo à vista em Rondônia Veja mais notícias do campo:
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Rede de lanchonetes oferece 80 vagas de emprego em Campinas; veja como se candidatar
Oportunidades são para todos os gêneros e faixas etárias. Interessados devem enviar o currículo por e-mail até o dia 20 de novembro. Rede de lanchonetes abre primeira unidade de Campinas em dezembro Elisson Andrade/Divulgação A rede da lanchonetes temáticas Mundo Animal, que inaugura a primeira unidade de Campinas (SP) em dezembro, está com 80 vagas de emprego abertas. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail vagasmundoanimalcampinas@gmail.com até 20 de novembro. Segundo a empresa, as oportunidades são para todos os gêneros e faixas etárias. Entre os pré-requisitos, é ressaltada a disponibilidade para trabalhar no período noturno. Vagas disponíveis Atendimento – 34 vagas Copa – 6 vagas Cozinha – 26 vagas Recepção – 5 vagas Recreação – 5 vagas Serviços gerais – 4 vagas VÍDEOS: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja mais oportunidades da região no G1 Campinas
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Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a mais 3,8 milhões neste domingo
Pagamento é para beneficiários nascidos em maio. 3 milhões vão receber parcela de R$ 300; outros 800 mil ainda têm parcela de R$ 600 a receber. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga neste domingo (8) uma nova parcela do Auxílio Emergencial para 3,8 milhões de trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família. O pagamento deste domingo é para os trabalhadores nascidos em maio: 3 milhões vão receber parcela de R$ 300, enquanto 800 mil trabalhadores ainda terão direito a parcela de R$ 600. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa, o pagamento da segunda parcela de R$ 300 foi no final de outubro, e os créditos da próxima parcela terão início em 17 de novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga neste domingo será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito neste domingo serão liberados no dia 21 de novembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTE DOMINGO: 800 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em maio, recebem a próxima parcela de R$ 600: – aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; – aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; – aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; – aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela; – novos aprovados recebem a primeira parcela. 3 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em maio, recebem parcela de R$ 300: – trabalhadores que receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300; – trabalhadores que já receberam a primeira parcela de R$ 300 recebem a segunda. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial – Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial a
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Alta no preço da borracha anima produtores
Extração nos seringais teve início tardio devido ao clima. Alta no preço da borracha anima produtores Reprodução/TV TEM Em época de safra, a faca usada no corte do tronco da seringueira tem que estar o tempo todo afiada, pronta para extrair o látex que sairá nos próximos meses. Por conta da estiagem, Dirceu Monteiro começou a extração da borracha um pouco depois do planejado, mas diz que aproveitou esse tempo para investir nos painéis das árvores e colher uma safra melhor. Dirceu tem 24 mil árvores em produção no município de Onda Verde (SP). Ele espera colher 200 toneladas de coágulo de borracha. É mais que na última safra, quando faltou mão de obra e a produção foi menor. Para alegria de quem produz, o preço também melhorou. O aumento gira em torno de 12%. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 08/11/2020) Alta no preço da borracha anima produtores Fábio Magrini, presidente da Apabor, diz que essa alta no preço no início da safra é importante, pois anima o produtor. Segundo ele, a expectativa é que cubra os prejuízos causados pela pandemia do coronavírus. Os seringais ocupam uma área de 133 mil hectares no estado de São Paulo, sendo 75 mil em produção. A maior parte fica no noroeste paulista, que responde por 64% do que é produzido no país. Os números são do Instituto de Economia Agrícola. No município de Ipiguá (SP), a sangria também já começou. São 40 hectares plantados de seringueiras, 28 mil pés em produção. Eles esperam colher até o meio do ano que vem 260 toneladas, entre látex e coágulo de borracha. O gerente Leandro Moyano Koch conta que a chuva é peça fundamental no desenvolvimento dos seringais. Ele diz que em dezembro deve acontecer outra alta no preço da borracha, começando primeiro no mercado externo. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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Estiagem atrasa início do plantio de amendoim
Exportação aumentou em até 30% o preço da saca. Estiagem atrasa início do plantio de amendoim Reprodução/TV TEM Sementes na plantadeira, é hora de cultivar amendoim. Na fazenda do produtor rural Elias Canhadas, no município de Paraguaçu Paulista (SP), são 105 hectares de área destinada ao plantio. O produtor conta que, por causa do clima, a safra começou com cerca de 10 dias de atraso. Para começar o plantio do amendoim é necessário que chova para molhar a terra e facilitar a passagem do trator com gradeado. Elias explica que, se plantar com a terra seca, há chances de perder a semente, já que a terra quente pode cozinhar o grão. A umidade do solo é muito importante no processo de plantio. O engenheiro agrônomo Eduardo Gratão orienta os produtores a estenderem mais os horários de trabalho para compensarem o atraso do plantio. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 08/11/2020) Estiagem atrasa início do plantio de amendoim O plantio de amendoim vai do final de setembro até o início de novembro. Quem planta depois dessa janela corre o risco de produzir menos. Elias espera colher, em média, 200 sacas por hectare. A ansiedade é pela chuva, para que ela venha e coopere com o agricultor. O estado de São Paulo é responsável por 93% da produção de amendoim no país. A última safra foi de 516 mil toneladas, mas o impacto da estiagem pode mudar esse número. Mesmo com o atraso, os produtores estão otimistas. É que o preço da saca do amendoim subiu cerca de 30% nos últimos meses, graças à exportação do produto. Edson Schiavon tem uma propriedade com 60 hectares de área plantada com amendoim. Ele diz que planejava aumentar a área, mas, por conta da estiagem, decidiu esperar. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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Agricultor do interior de SP é premiado no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja
Paulo Manoel de Siqueira é de Capela do Alto (SP) e já conquistou o primeiro lugar em São Paulo e o segundo no Brasil na categoria 'irrigado'. Agricultor do interior de SP é premiado no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja Reprodução/TV TEM O agricultor Paulo Manoel de Siqueira, de Capela do Alto (SP), já conquistou o primeiro lugar em São Paulo e o segundo no Brasil na categoria "irrigado", dentro do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. Isso foi na última safra e, em algumas semanas, o verde da soja vai tomar conta da área. O plantio começou assim que a chuva caiu e é feito de forma direta, sobre a palhada. Paulo é organizado pelo "Comitê Estratégico Soja Brasil", uma organização sem fins lucrativos criada para ajudar os agricultores a melhorar a produção de soja. A produtividade foi de 111,6 sacas de 60 quilos por hectare. Mais que o dobro da média nacional, que ficou em 55 sacas por hectare. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 08/11/2020) Agricultor do interior de SP é premiado no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja Até a colheita, daqui uns quatro meses, tudo tem que dar certo para que a safra garanta o retorno esperado. O produtor mira o máximo de produtividade e, por isso, ele acompanha tudo de perto, pois nem a regulagem da plantadeira pode falhar. Na última safra, foram colhidas no Brasil 124,8 milhões de toneladas de soja. Produção que fez do país o maior produtor mundial. Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás são os estados que mais produzem. Agora o produtor trabalha bastante para superar o bom desempenho da safra passada. Quer aumentar a produtividade em 12% e chegar a 125 sacas por hectare. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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Aluguel de motorhomes cresce durante a pandemia
Em 2019, uma empresa do Paraná lançou uma plataforma que conecta donos de motorhomes a possíveis locatários. No último mês, a procura aumentou 50% em comparação com o mesmo período do ano passado. Aluguel de motorhomes cresce durante a pandemia
A pandemia do coronavírus está levando muita gente a buscar a natureza para ficar mais isolado na hora de curtir o tempo livre. Uma empresa do Paraná percebeu essa busca pela segurança e está alugando casas sobre rodas.
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O motorhome é um veículo usado em um tipo de viagem que também cresceu com a pandemia: o turismo de aventura.
“É mais uma opção de viagens prezando sempre a questão da segurança, o distanciamento social, a conexão com a natureza. Essas viagens mais curtas fazem com que o motorhome te dê a possibilidade de viajar com a sua família”, afirma Nilson Bernal, consultor em hotelaria e turismo.
“A gente fala que um motorhome é uma casa em constante terremoto. Então, essa aventura, essa saída da zona de conforto nas férias, é o que tem instigado muita gente a buscar esse estilo de folga, de viagem”, diz o empresário Paulo Zanim.
Em 2019, Paulo lançou uma plataforma que conecta donos de motorhomes a possíveis locatários. No último mês, a procura aumentou 50% em comparação com o mesmo período do ano passado.
“Tem fila de espera, eu falo que se eu tivesse 20, 30 carros operando aqui em Curitiba, esses carros já estavam locados”, afirma Paulo.
Paulo Cabrera é engenheiro e alugou a casa sobre rodas pela plataforma. Ele está adorando esse jeito de viajar: “Aqui nós fazemos nossa própria comida, usamos nosso próprio banheiro, toda nossa infraestrutura e não nos preocupamos com muita coisa. E ainda temos esse contato com a natureza”.
A plataforma se baseia em dois modelos de negócio para alugar motorhomes. No primeiro, a empresa faz a divulgação e o próprio dono do veículo cuida da operação e entrega para o cliente final. A empresa fica com 20% do aluguel. Já no segundo modelo, a comissão é de 30% e a plataforma cuida de tudo.
“O dono tem a opção de deixar o motorhome com nossa empresa e nós o operarmos o por aqui. Ele é praticamente um investidor e nós prestamos contas no final do mês”, explica Paulo.
Por enquanto, a entrega é feita somente nos estados de Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. A habilitação para dirigir depende do modelo, tem veículos para as carteiras tipo B e D.
A empresa também cuida de uma importante parte na hora do aluguel: a disponibilização de documentos padrões que auxiliem esses donos de motorhome na operação das locações.
O empresário aposta no motorhome como investimento rentável. O veículo adaptado custa entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. Segundo ele, em média, rende R$ 4,5 mil por mês, já livre de impostos, manutenção e seguro.
“Nesse momento que vivemos, em uma situação muito delicada para o turismo, para viagens, o motorhome seria mais opção e a tendência é se manter e crescer cada vez mais”, afirma o consultor Nilson.
Motorhomes Pura Vida
Telefone: (41) 996724865 / (41) 985245827
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Nilson Bernal – Consultor em Hotelaria e Turismo
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Estúdio de alongamento de cílios cresce 25% durante a pandemia
Empresária agiu rápido e no início da quarentena passou a vender vouchers. Em seguida, fez melhorias no espaço, criou novos serviços e investiu em cursos de capacitação. Estúdio de alongamento de cílios cresce 25% durante a pandemia
Mesmo com a máscara de proteção ao coronavírus, ainda sobra muito espaço no rosto para quem gosta de se maquiar. Uma empresária do setor de beleza apostou no negócio de alongamento de cílios e na micropigmentação de olhos e cresceu 25% na pandemia.
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Thaís Giraldelli tem um estúdio que oferece esses serviços e conta no quadro VC NO PEGN sobre os desafios que vem enfrentando neste período de pandemia.
“Quando chegou a notícia do fechamento do comércio eu fiquei apavorada, porque é o negócio da minha família. Foi desesperador, porém eu entendi que naquele momento era necessário para um bem maior”, conta Thaís.
A empresária agiu rápido para não ver o faturamento chegar a zero: “Nós criamos vouchers com até 50% de desconto. Aí a cliente comprava e podia realizar o procedimento em tempo indeterminado. Elas adoraram a ideia, porque puderam economizar e garantiram o serviço lá na frente”.
Nova rota
Thaís sempre foi uma empresária inquieta, atenta ao mercado e em 2020 o objetivo era expandir o negócio para outros estados. Com a pandemia, ela redirecionou tudo.
“Não perdi o rebolado e a gente veio investir aqui dentro mesmo. Reformamos uma outra sala, compramos equipamentos novos e também inserimos um novo serviço que ajuda a ressaltar o olhar. Para fazer uma boa dupla com a extensão de cílios, colocamos em nosso cardápio a micropigmentação dos olhos, que é um delineador bem fininho, discreto, para projetar e deixar os olhos, a única parte que a máscara não cobre”, conta.
O novo serviço ofertado já rendeu R$ 10 mil a mais no faturamento do negócio, segundo a empresária.
Com a venda dos vouchers, melhorias no espaço e novidades nos serviços, vieram novas clientes e as antigas passaram a gastar mais. O crescimento foi de 25% na retomada.
Por causa da pandemia, os procedimentos de segurança de higiene foram reforçados no salão.
O que também ajudou a Thaís a recuperar o faturamento foram os cursos de capacitação: “Os cursos de extensão de cílios e micropigmentação duram um dia e custam R$ 2,4 mil. Antes da pandemia, nós tínhamos uma média de 12 alunas por mês, agora são 20 mulheres que nos procuram para mudar a vida profissional e entrar nesse mercado”.
Lash House
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Loja de produtos sustentáveis intensifica vendas no e-commerce durante a crise
Negócio teve queda no faturamento por causa da pandemia do coronavírus, mas as vendas online triplicaram. Loja de produtos sustentáveis intensifica vendas no e-commerce durante a crise
Uma norte-americana que vive no Brasil há 13 anos montou, em 2018, uma loja só com produtos que não geram resíduos. Hoje são mais de 400 itens lixo zero.
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A empresária Lori Vargas investiu R$ 100 mil para abrir o negócio. E nesse período tem observado mudanças no comportamento dos vizinhos, que hoje levam até papéis para ela reaproveitar nas embalagens.
A maioria dos produtos da loja é comprada de pequenos fornecedores. Tem escova de dente de madeira, bucha de juta e creme dental de folha de jambu. A proposta é usar cada coisa o máximo possível.
Para enfrentar a pandemia do coronavírus, Lori intensificou as vendas pelo e-commerce, e elas triplicaram. Mas a crise deixou um rastro de queda de 50% no faturamento, que hoje chega a R$ 15 mil.
Também por causa da pandemia, pelo menos 10 pequenos fornecedores da loja fecharam as portas.
“Tem muita gente que está fechando. Fico emocionada, porque essas pessoas que trabalham comigo, eu conheço os nomes delas, os filhos delas, então você se sente muito mal”, lamenta Lori.
Mas tem histórias boas também. Luciana Caran, uma das fornecedoras, não só sobreviveu, como cresceu 10% na crise. Ela vende panos de cera, produzidos em quatro tamanhos, para serem usados no lugar de filme plástico para embalar frutas ou fechar vasilhas.
Luciana trabalha em casa e diz que a economia com o pano de cera é de 50%, se comparado ao uso de filme plástico durante um ano. E depois, o pano se decompõe na natureza, ou vira um subproduto.
Mapeei – Uma Vida Sem Plástico
Rua Augusta, 1524 – loja 19 – Consolação
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Plataforma digital conecta arquitetos e clientes por preços acessíveis
O resultado são projetos de decoração 3D pensados para cada ambiente. Procura pelo serviço cresceu com a pandemia. Plataforma digital conecta arquitetos e clientes por preços acessíveis
Uma plataforma que oferece serviços de arquitetura quer democratizar a decoração, conectando arquitetos e clientes de forma digital.
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As empresárias Fernanda Cintra e Vanessa Prado montaram a plataforma em 2017. O atendimento é feito por um chat, onde o cliente se cadastra, faz um teste de estilo e interage com um profissional de forma online.
Com a tecnologia, o profissional consegue cortar os custos e isso se reflete no preço. Assim, o arquiteto consegue cobrar um valor fixo e isso aumenta o número de clientes.
O atendimento ao cliente segue três etapas. Começa com o teste de estilo, que é de graça. “Para descobrir qual é o seu estilo de decoração. Se é casual, se é contemporâneo, moderno ou clássico”, explica Vanessa.
Depois é hora do briefing: descrever o serviço e fotografar o ambiente que vai ser redecorado. Só no final, a plataforma seleciona o profissional que vai fazer o trabalho.
“É um atendimento bem robusto, onde no final o cliente recebe um projeto 3D e a lista com absolutamente tudo que vai nesse ambiente para que ele compre e monte no tempo e no orçamento dele”, conta a empresária.
Os preços são fixos. O projeto para um ambiente custa R$ 400. O pacote com cinco ambientes sai por R$ 1,4 mil. Existe um outro serviço, de soluções de pequenos problemas, que custa R$ 150.
“Feita essa transação do valor total, 70% fica para o profissional e 30% fica para a plataforma”, afirma Vanessa.
Desde que se cadastrou na plataforma, a arquiteta Camila Falcão já atendeu mais de 90 clientes. “O que é mais comum é a reforma da sala, principalmente com a pandemia, com o pessoal ficando mais dentro de casa e querendo transformar o espaço em que mais ficam”, afirma.
E por causa da pandemia, o número de clientes aumentou este ano. Outra estratégia da startup para continuar crescendo foi fazer parceria com empresas do setor, como uma grande indústria de tintas.
“Às vezes, a empresa oferece, por exemplo, papel de parede. Mas como ela vai fazer para o cliente entender como aquele papel de parede vai ficar na casa dele? Nós somos essa ferramenta. Então, acaba sendo bom para todos, pro cliente, para a empresa e para a nossa plataforma”, diz Vanessa.
Agora, a startup atende clientes em Portugal, no Canadá e na Inglaterra, e quer expandir para a América do Sul e toda a Europa.
Archie
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