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BC atualiza regulamento do PIX e inclui QR Code para pagamentos imediatos e futuros

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

QR Code pode incluir multa, juros e desconto, como um boleto. Atualização também traz regras para cobrança pelo uso comercial do novo sistema de pagamentos por pessoas físicas. PIX faz estreia restrita no dia 3 de novembro, com horários reduzidos
O Banco Central aprovou nesta quinta-feira (29) novas funcionalidades para o PIX, sistema de pagamentos instantâneos que entra em operação no próximo dia 3 (em horário reduzido) para uma base restrita de clientes e no próximo 16 (a partir das 9h) para todos os usuários.
Perguntas e respostas sobre o PIX
Uma das novas funcionalidades aprovadas é o PIX Cobrança, que, segundo o Banco Central, permitirá a lojistas, prestadores de serviços e outros empreendedores emitir um QR Code — o consumidor escolherá o produto, apontará o celular para o QR Code e a compra estará concluída.
Outra funcionalidade é o QR Code com vencimento futuro. Nesse caso, o código funcionará como um boleto. Nessa emissão, o comerciante poderá incluir — além do valor — juros, multas e descontos.
A atualização do regulamento do PIX também estabeleceu os critérios pelos quais instituições poderão cobrar de pessoas físicas pelo serviço.
Segundo o BC, o envio de pagamentos é gratuito e ilimitado para as todas as pessoas físicas, empresários individuais e MEIs. Mas quem usar o PIX para fins comerciais poderá ser tarifado no recebimento da transação.
Entenda o que é e como vai funcionar o PIX
O novo regulamento estabelece dois critérios para a classificação como “uso comercial”:
recebimento de transferências por QR Code Dinâmico – QR Code criado para uso exclusivo em uma determinada operação;
Recebimento de mais de 30 transações com PIX no mês, por conta. Nesse caso, a tarifa pode ser aplicada a partir da 31ª transação.
No caso do recebimento de mais de 30 transações por mês, o Banco Central informou que a instituição terá que checar se a conta é usada para fins comerciais ou apenas pessoal.
Ainda segundo o Banco Central, caso a conta da pessoa, do empresário individual ou microempreendedor individuaI seja usada apenas para fins comerciais, a instituição poderá definir um critério para configurar a situação de recebimento com finalidade de compra.
A nova versão do regulamento também prevê multa de R$ 50 mil a R$ 1 milhão para as instituições participantes do PIX em caso de infrações.
VÍDEOS: entenda como funciona o PIX

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Milton Maluhy Filho assume a presidência do Itaú a partir de fevereiro

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Maluhy Filho vai substituir Candido Bracher, que completará a idade limite de 62 anos em dezembro. O conselho de administração do banco Itaú Unibanco decidiu nesta quinta-feira (29) escolher Milton Maluhy Filho para assumir a presidência da companhia a partir de fevereiro do ano que vem. Maluhy Filho vai substituir Candido Bracher, que completará 62 anos — idade limite para continuar no cargo — em dezembro. Milton Maluhy Filho assume presidência do Itaú Unibanco Divulgação "Durante os próximos 3 meses, Candido e Milton conduzirão um processo de transição e a investidura efetiva do Milton nas novas funções se dará em 02 de fevereiro de 2021", informou o banco em comunicado enviado para os funcionários nesta quinta. Milton tem 44 anos e está no banco desde janeiro de 2002. Ele ocupou diversos cargos na empresa. Já foi diretor-executivo da Rede e de Cartões, presidente do banco no Chile e vice-presidente da área de riscos e finanças. "Em todas estas posições sempre se destacou pela determinação na busca de resultados, pelo foco no interesse do cliente, pela capacidade de criar equipes produtivas e harmoniosas e pela grande identificação com a nossa cultura, o que o levou à posição de sócio do banco em 2011, aos 35 anos", disse o Itaú no comunicado. A escolha de Maluhy Filho mostra a guinada do Itaú Unibanco ao escolher um líder mais jovem do que seus antecessores para comandar a maior instituição financeira da América Latina num momento de profunda transformação no ambiente competitivo do setor bancário no Brasil. O banco mencionou esse cenário no comunicado, citando que "a digitalização de nossas operações e a busca incansável do crescimento em um contexto competitivo particularmente dinâmico, exigirá de todos a dose certa de ousadia, inovação e experimentalismo" como prioridades. O anúncio ocorre às vésperas da divulgação do resultado trimestral do Itaú Unibanco, na próxima terça-feira (3/11), quando deve atualizar os efeitos da crise da pandemia da Covid-19 sobre os negócios da instituição. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia

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Secretário do Tesouro diz que meta fiscal fixa é ‘importante’ e deve ser debatida no Congresso

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

TCU alertou que ausência de indicador na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 poderia afrontar Constituição e LRF. 'Ambiente de incertezas' afetou definição, diz Funchal. O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou nesta quinta-feira (29) que o governo vai conversar com o Congresso sobre a definição de uma meta fiscal fixa para 2021.
Segundo o secretário, o ambiente de incertezas – que teria levado o governo a não definir um valor específico para o déficit primário na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano – ainda existe, mas em um grau menor que o do primeiro semestre.
“É claro que é importante uma regra fiscal, uma meta de [déficit ou superávit] primário. Na época em que foi enviada a LDO, tinha uma incerteza muito elevada. A chance de definir uma meta razoável era muito difícil", declarou Funchal durante entrevista sobre os resultados do Tesouro em setembro.
"A LDO está no Parlamento, vale um debate no Congresso, com os parlamentares, para analisar”, prosseguiu.
No projeto enviado ao Congresso com as estimativas para 2021, o governo propôs uma meta flexível e variável de déficit primário. O termo "déficit primário" indica que haverá mais gasto que arrecadação, mesmo se forem excluídas as despesas com o pagamento da dívida pública.
Como as despesas estão limitadas pelo teto de gastos, o governo definiu que a estimativa de rombo fiscal vai variar de acordo com as receitas, ou seja, com o dinheiro que entrar efetivamente no caixa.
Na quarta (28), o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou um alerta ao governo de que a ausência da meta fiscal no projeto da LDO afronta a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Projeto da LDO para 2021, apresentado em abril, previa estagnação da economia em 2020; veja detalhes
Atraso na votação
Na quarta, o TCU também deu 10 dias para que o Tesouro Nacional e o Ministério da Economia apresentem medidas a serem adotadas para evitar a paralisação das atividades do poder público caso a LDO de 2021 não seja aprovada até o fim deste ano.
Nesta quinta, Funchal declarou que, sem uma LDO aprovada até janeiro, não haveria diretrizes para dar início à execução do Orçamento de 2021, nem para a elaboração de um plano de contingência.
Segundo o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Otavio Ladeira de Medeiros, o ideal seria que regras desse tipo não fossem incluídas na LDO, um documento que é renovado anualmente. Medeiros destacou, ainda, que o Congresso "está consciente" da necessidade de aprovar as diretrizes orçamentárias ainda em 2020.
Orçamento 2021, enviado ao Congresso em setembro, prevê rombo de R$ 230 bilhões; LDO fala em 'correção automática'
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Suzano reduz prejuízo no terceiro trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Companhia teve prejuízo líquido de R$ 1,16 bilhão de julho a setembro deste ano, em relação a desempenho negativo de R$ 3,46 bilhões um ano antes. Suzano Papel e Celulose Divulgação A Suzano registrou forte queda no resultado negativo do terceiro trimestre, com resultado operacional melhor que o previsto pelo mercado, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pela maior produtora de celulose de eucalipto do mundo. A companhia teve prejuízo líquido de R$ 1,16 bilhão de julho a setembro ante desempenhos negativos de R$ 3,46 bilhões um ano antes e de R$ 2 bilhões no trimestre imediatamente anterior. Enquanto isso, o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 58% na comparação anual, a 3,78 bilhões de reais. Analistas, em média, esperavam prejuízo líquido de R$ 1,015 bilhão e Ebitda de 3,21 bilhões, a Refinitiv. Como vem ocorrendo nos últimos trimestres, o resultado financeiro negativo pesou na última linha do balanço, refletindo efeitos cambiais sobre a dívida em moeda estrangeira da companhia. No terceiro trimestre, a linha mostrou despesa de R$ 4,2 bilhões ante R$ 6,5 bilhões no mesmo período de 2019. A companhia conseguiu reduzir alavancagem em relação ao segundo trimestre, passando de 5,6 para 5,1 vezes em reais e de 4,7 para 4,4 vezes em dólares. O desempenho ocorreu mesmo com a Suzano tendo queda de 1% nas vendas de celulose do trimestre sobre um ano antes, enquanto a produção saltou 21%, ajudando a reduzir o custo-caixa, que foi 8% menor que um ano antes, a R$ 600 por tonelada. Já o preço médio de US$ 454 por tonelada foi 14% menor do que um ano antes, apesar da companhia afirmar que houve "um melhor balanço dos fundamentos de mercado" no trimestre, causado por redução da oferta de produtores integrados. Porém, como o real desvalorizou ante o dólar, o preço médio em reais da tonelada da celulose da Suzano subiu 17%, para R$ 2.441. Com isso, a receita de celulose da companhia cresceu 16% na comparação anual, para R$ 6,17 bilhões. "Mesmo diante de um trimestre que historicamente apresenta demanda mais fraca e considerando o cenário global adverso deste ano, continuamos a ser uma das poucas empresas do setor com capacidade de gerar caixa, ganhar eficiência e reduzir alavancagem financeira", disse em comunicado à imprensa o presidente da Suzano, Walter Schalka. O resultado da companhia foi divulgado dias após a rival Klabin reportar prejuízo de R$ 191 milhões no terceiro trimestre e alta de 59% no Ebitda ajustado.

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B2W reduz prejuízo para R$ 37 milhões no 3º trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Base de clientes ativos do grupo de comércio eletrônico cresceu em R$ 5,9 milhões, para R$ 20,8 milhões. Submarino, empresa do grupo de comércio eletrônico B2W Divulgação O grupo de comércio eletrônico B2W teve prejuízo de cerca de R$ 37 milhões no terceiro trimestre ante prejuízo de R$ 102,5 milhões no mesmo período de 2019, com forte crescimento de vendas na esteira de medidas de quarentena contra a Covid-19. A B2W teve alta de 65,7% no Ebitda ajustado do trimestre, a R$ 252 milhões. A margem subiu de 9,1% para 9,5%. Dona de sites como Submarino e Americanas.com, a B2W viu as vendas totais no conceito GMV dispararem 56,2% no trimestre sobre um ano antes, para R$ 7,26 bilhões. A base de clientes ativos cresceu em R$ 5,9 milhões, para R$ 20,8 milhões. Já a de vendedores no marketplace da empresa cresceu em cerca de 10 mil, para quase 80 mil. No fim de 2019, o número de vendedores era 46,8 mil.

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Totvs tem alta de 4% no lucro ajustado do 3º trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Divisão de tecnologia da empresa registrou alta de 9,4% na receita líquida, com o total de despesas subindo cerca de 15%. Totvs teve lucro líquido ajustado de R$ 82,5 milhões de julho a setembro Divulgação A produtora de software corporativo Totvs teve leve alta no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre, com o resultado operacional vindo melhor que o esperado por analistas. A companhia, que tenta comprar a rival Linx em uma disputa contra a processadora de pagamentos Stone, teve lucro líquido ajustado de R$ 82,5 milhões de julho a setembro, alta de 3,8% no comparativo anual. O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 34%, para R$ 161,4 milhões, acima dos R$ 140,8 milhões esperados, em média, por analistas, segundo dados da Refinitiv. A divisão de tecnologia da empresa registrou alta de 9,4% na receita líquida, com o total de despesas subindo cerca de 15%. A empresa afirmou que a provisão para inadimplência subiu 31,7% no período, para cerca de R$ 8 milhões, enquanto as despesas gerais e administrativas cresceram 28%. A Totvs afirmou que como percentual da receita líquida, porém, a provisão caiu de 3,3% para 1,3%. "O avanço no cenário de crédito ainda não foi suficiente para trazer a PCLD ao patamar de 1% da receita líquida de tecnologia do terceiro trimestre de 2019", disse a companhia. Já a divisão de produtos de crédito viu a receita cair 11%, a 48,6 milhões de reais. O Ebitda da unidade recuou quase 27%.

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Auxílio Emergencial: Caixa começa a pagar 2ª parcela de R$ 300 a trabalhadores fora do Bolsa Família; saiba quem recebe nesta sexta

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Para trabalhadores que fazem parte do Bolsa, Caixa conclui pagamento da segunda parcela de R$ 300 do benefício. A Caixa Econômica Federal (CEF) começa a pagar nesta sexta-feira (30) a segunda parcela de R$ 300 a trabalhadores beneficiários do Auxílio Emergencial que não fazem parte do Bolsa Família. Também nesta sexta, a Caixa conclui o pagamento da mesma parcela para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa. Ao todo, 5,2 milhões de trabalhadores vão receber ao menos uma parcela do Auxílio nesta sexta. Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa, o pagamento é para aqueles cujo número do NIS encerra em 0. Para os demais, os pagamentos é para os nascidos em janeiro: 2,9 milhões vão receber parcela de R$ 300, enquanto 700 mil trabalhadores ainda terão parcela de R$ 600 – entre eles 8 mil novos aprovados. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta sexta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quinta serão liberados no dia 7 de novembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA SEXTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 0, recebem a 2ª parcela de R$ 300 700 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em janeiro, recebem a próxima parcela de R$ 600: – aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; – aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; – aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; – aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela; – novos aprovados recebem a primeira parcela. 2,9 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em janeiro, recebem parcela de R$ 300: – trabalhadores que receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300; – trabalhadores que já receberam a primeira parcela de R$ 300 recebem a segunda. Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial – Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial a

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Veja cargos que tiveram maior alta em vagas de emprego entre março e setembro

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Segundo levantamento da Catho, cargos ligados ao setor industrial começam a aparecer no ranking; saúde mantém liderança e crescimento desde o início da pandemia. Técnico de manutenção industrial teve crescimento de mais de 600% na abertura de vagas Divulgação Levantamento da empresa de recrutamento online Catho mostra cargos que apresentaram maior crescimento no número de vagas de emprego abertas durante a pandemia. Segundo o estudo, que compara o período de março a setembro de 2019 com o mesmo período de 2020, as profissões ligadas à área da saúde continuam liderando a pesquisa. Profissionais como fisioterapeuta hospitalar (963%) e respiratório (814%) seguem na ponta do ranking desde março. No entanto, cargos ligados ao setor industrial começam a aparecer no ranking dos que mais cresceram, segundo a pesquisa. Além das áreas relacionadas à saúde, comércio e atendimento que aparecem desde março, os cargos da indústria como técnico de manutenção industrial (623%), auxiliar de logística (64%), operador de empilhadeira (40%) e auxiliar de produção (12%) também apresentam crescimento. "O aparecimento de vagas no setor comprova a tendência de retomada da produção industrial nacional, setor que durante os primeiros meses da pandemia foi um dos mais afetados com paralisações e mudanças abruptas nos hábitos de consumo da população", explica Ricardo Morais, gerente sênior da Catho. Outra tendência evidenciada pelo levantamento é o crescimento na procura por analista de crédito imobiliário (134%), profissional responsável por conduzir o processo de pedido e aprovação de financiamento de imóveis, devido ao aumento do financiamento imobiliário no país motivado por juros baixos e mais opções de crédito, segundo Morais. Veja abaixo o ranking completo: Cargos com aumento de vagas durante a pandemia, segundo a Catho Divulgação Assista a mais notícias de Economia:

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Formação, habilidades emocionais ou bajulação: veja dicas de como ser promovido no emprego

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

O que é preciso para ser promovido na empresa? O que pesa a favor e contra o profissional? Como e quando conversar com a chefia sobre o assunto? Especialistas respondem a essas e outras dúvidas. Como ser promovido no trabalho? Wagner Magalhães/Arte G1 A espera pela promoção no emprego pode ser um processo angustiante e fazer com que os profissionais se sintam desvalorizados dentro da empresa. Perguntas como ‘Se sou bom no que faço, por que nunca chega a minha vez?’, ‘Será que tenho que bajular para chegar lá?’, ‘Quando e como posso pedir para ser promovido’? são as mais comuns. Para saber as respostas para essas e outras perguntas, veja abaixo o tira-dúvidas com Renata Xisto, psicóloga e especialista em RH, Antônio Batist, especialista em carreiras, e Max Gehringer, comentarista de carreiras e escritor. Para ser promovido é preciso ter um bom relacionamento com a equipe e, principalmente, com os chefes? Renata Xisto: Quanto maior seu índice de aprovação geral, melhor será sua cotação para o novo cargo. Para cargos de liderança, o relacionamento interpessoal pesa bastante. Antônio Batist: Os resultados são essenciais, mas as relações também contam. Alguém pode ter resultados maravilhosos e ser arrogante, por exemplo. Outro pode ter resultados incríveis cujos números podem ser substituídos por um robô. A ideia não é ter resultados positivos e nada mais. Deve-se evitar também ter boas relações e apenas resultados medíocres. Combinar bons resultados com boas relações não é tão fácil, mas é parte do ideal para crescer profissionalmente. É preciso bajular os chefes para ganhar promoção? Renata Xisto: Acredito que as melhores palavras sejam aproximação e visibilidade. Quanto mais próximo você consegue estar de quem tem a condição de te promover, melhor. Facilita a observação da sua condução na execução de tarefas, trato com as pessoas e grau de conhecimento técnico. Algumas pessoas conseguem “forçar” essa situação, outras fazem isso de forma natural. Mas vale a máxima: quem não é visto, não é lembrado. Antônio Batist: Ter um bom relacionamento é diferente de bajular. Evitar bajular é importante e evitar mau relacionamento também é relevante. O profissional tem que saber separar o que é bajular e o que é relacionar-se bem com as pessoas. Se a empresa reconhece méritos, e não bajulações, uma relação profissional, aliada a resultados, poderá ser suficiente para obter promoções. Observe bem as chefias e a empresa onde você trabalha. Se você está numa empresa em que realmente a bajulação é o caminho para crescer, tente mudar de trabalho assim que for possível. Sabemos que nem sempre é fácil trocar de trabalho, mas continuar em um lugar onde a bajulação vence também é difícil para a saúde pessoal e profissional. Unir técnica, resultados e relacionamentos (não bajulação) é um caminho importante. Por que um profissional ‘exemplar’ muitas vezes é passado para trás na hora da promoção? Max Gehringer: A decisão da empresa não é baseada apenas no que o profissional fez no passado. É baseada, principalmente, no que ele poderá fazer no futuro. Pode-se dizer que é o bom passado que garante o emprego. O bom desempenho através dos anos é compensado com salários e gratificações. Mas a carreira é como uma escada irregular. Alguns degraus são curtos, outros, longos. Os primeiros degraus são baixos e fáceis de subir, os últimos são bem mais altos e difíceis. Para ser promovido, o profissional precisa demonstrar que já está com um pé no degrau seguinte. A empresa precisa ver nele certas características que sua função atual não exige, mas que o próximo degrau irá exigir. Por exemplo, liderança, planejamento e visão de longo prazo. Se a empresa não enxerga isso claramente, ela prefere manter o profissional onde está, porque promovê-lo seria arriscado para os dois lados. O profissional é respeitado pelo que foi. E é promovido pelo que poderá ser. Esperar definições da empresa e aguardar o plano de carreira é uma visão ultrapassada e com sério risco de deixar o profissional com a constante sensação de falta de reconhecimento. Em caso de empresas com líderes que não promovem funcionários com bom desempenho por insegurança, ou seja, que eles se sobressaiam demais, o que fazer? Renata Xisto: Procurar outra empresa ou torcer para que o chefe seja chamado por outra empresa. A insegurança nas organizações é mais comum do que se imagina. Isso tem muita relação com a confiança em si mesmo e com a autoestima. Líderes que apresentam deficiência nessas duas competências terão muita dificuldade em lidar com funcionários competentes e, por isso, a resistência em promovê-los. Antônio Batist: Se a empresa tiver ouvidoria ou outro canal anônimo, vale a denúncia ou o questionamento, mas de forma fundamentada. Avaliação 360º, se tiver e se for realmente anônima, também pode ser um caminho. Esses meios podem chegar a quem pode corrigir o problema. Por outro lado, há vezes em que a insegurança é de uma chefia ou de determinadas chefias, mas não de todas as chefias da empresa. Às vezes, a melhor opção é trocar de setor, de chefia ou, se possível, de emprego. Quais os pré-requisitos para um colaborador ser promovido? Renata Xisto: O colaborador precisa apresentar resultados, cumprir metas e prazos, ser proativo e ter um bom nível de relacionamento interpessoal. Muitas empresas deixam claro que o profissional precisa cada vez mais ter o 'fit' cultural, que é o alinhamento entre a cultura da empresa e o perfil do candidato. Isso vale tanto na hora da contratação quanto na hora da promoção. Mas, em algumas empresas, a questão pessoal influencia. Se for amigo do chefe, ajuda, o que é lamentável, mas ainda vemos situações como essa. Antônio Batist: Cada empresa estabelece requisitos, geralmente ligados à sua cultura, ao seu setor e ao perfil do cargo. Mas há alguns requisitos mais gerais, como gerar resultados diferenciados, buscar aprender sempre mais, manter bom relacionamento com as pessoas em geral (clientes, colegas, chefias, fornecedores), buscar soluções, dedicar-se de modo profissional. Tentar entender o cargo para o qual deseja ser promovido e buscar entender a cultura da empresa também costumam ajudar. Quais os principais erros que justificam a pessoa não ser promovida? Renata Xisto: A pessoa apresenta bom desempenho, mas não tem vaga disponível para a promoção. A empresa tem avaliação de desempenho e o funcionário não teve a pontuação suficiente para uma promoção. É bom tecnicamente, mas tem dificuldade no trato com as pessoas (principalmente se o cargo exigir contatos com outras pessoas/áreas). Cometeu um erro grave, não chegou a ser demitido, mas embarreirou sua promoção. Por fim, tem bom desempenho, mas é um desafeto do gestor. Antônio Batist: Arrogância, dificuldades de relacionamento, excesso de ansiedade, desconhecimentos sobre o negócio ou sobre a empresa, inexperiência. Outras podem ser mais específicas: resultados insuficientes, incapacidade para liderar pessoas, ausência de certificações ou de algumas qualificações, falta de algumas competências para o cargo. O que mais ajuda em uma promoção são as habilidades técnicas ou emocionais hoje em dia? Renata Xisto: Atualmente, as habilidades emocionais contam muito, mas precisam vir atreladas às habilidades sociais. O indivíduo que consegue equilibrar essas duas habilidades é, com certeza, o candidato perfeito para a promoção. Antônio Batist: Há cargos e áreas mais sensíveis à dimensão técnica e outros com maior dependência quanto ao aspecto emocional. Entretanto, mesmo entre funções técnicas, a importância do aspecto emocional vem crescendo bastante. Exemplos de falhas não faltam: algumas empresas cometem o erro de promover o melhor vendedor, tornando-o chefe de vendas. Perdem um bom vendedor (com boa dimensão técnica específica para produto ou serviço, por exemplo) e ganham um chefe às vezes incapaz de liderar uma equipe (por falta de habilidades emocionais adicionais). A mesma lógica se aplica a programadores, professores, médicos, escriturários, engenheiros etc. Eu costumo perguntar às pessoas: Você promoveria alguém com bons resultados, mas que não é confiável? Ou que tivesse bons resultados, mas se relacionasse realmente mal com as pessoas? Geralmente, as pessoas me respondem que não. Nesse sentido, há uma máxima que diz: “Contrate caráter e treine habilidades”. Treinar habilidades (técnicas, por exemplo) costuma ser mais fácil que treinar caráter. E caráter e emoções têm ligações que as pessoas costumam ignorar, especialmente se falarmos de componentes da personalidade. Na verdade, a soma entre uma boa dose de preparo técnico e de inteligência emocional costuma ser o melhor. Quando e como o profissional pode pedir para ser promovido? Renata Xisto: Quando ele tem consciência de seus resultados. Contra fatos não há argumentos. Se ele for conversar com seu líder baseado em situações concretas e resultados, não há como se esquivar dessa solicitação. O único fator neste caso é a condição financeira da empresa e políticas internas que possibilitem essa movimentação. Antônio Batist: Quando tiver atingido ou superado uma meta importante, conseguido um resultado diferenciado, alcançado um objetivo relevante para a empresa, quando tiver comprovação de um desempenho acima da média ou quando receber proposta de outra empresa. Converse em particular com sua chefia, apresentando os motivos pelos quais você mereceria a promoção. Fundamente bem o seu pedido com dados, argumentos e respostas profissionais para eventuais questionamentos. Em alguns casos, a promoção só será possível com aumento de responsabilidades. Trate sobre o assunto, se for o caso. Em qualquer abordagem, seja respeitoso e evite posturas arrogantes. Observe o momento da empresa (você atingiu um ótimo resultado, mas isso foi exatamente na semana em que a empresa anunciou um programa de redução de custos: aguarde algumas semanas para não parecer que você não compreende o contexto ou só pensa em você). Solicitar promoção em momentos de pagamento de 13º ou de PLR, por exemplo, pode ser má ideia. Aguardar o momento certo pode ser quase tão importante quanto usar os argumentos certos. Existe a tendência de empresas deixarem a estrutura com cargos verticais para modelos híbridos, permitindo que as pessoas fluam na organização de acordo com as necessidades e resultados? Renata Xisto: Empresas contemporâneas, como startups, estão adotando cada vez esse modelo híbrido. A flexibilização da estrutura hierárquica vem para dar mais agilidade e autonomia aos processos. Hoje, o foco está totalmente voltado às necessidades da organização e do cliente final. Para isso, os profissionais, em muitos lugares, trabalham no método de 'squads', 'hubs' ou times de projeto, nos quais a composição de profissionais é multidisciplinar e não existe a figura do chefe, e sim de um líder do projeto. Cada membro é responsável por seus resultados, que em conjunto formam a solução proposta. Assim, além do conhecimento técnico, fatores emocionais e sociais falam muito alto para o bom desenvolvimento desse processo. Pessoas com competências nesses aspectos conseguem ter melhor performance, pois trabalham com habilidades e competências em termos de comprometimento, segurança, autonomia, responsabilidade e relacionamento interpessoal. Antônio Batist: Algumas empresas têm adotado modelos horizontalizados, com hierarquias menores e equipes interdisciplinares. Nesses modelos, geralmente as decisões são mais rápidas e a mobilidade do profissional também pode ser mais célere, seja pelo desenho de necessidades da organização ou pelas competências dos profissionais. Outras empresas têm investido em modelos “lean”, que são enxutos e dinâmicos, geralmente também horizontalizados. Isso vem se espalhando entre empresas de diversos segmentos e portes. Algumas outras (startups, por exemplo) investem em “lean” ou dividem atuações por projetos, por exemplo. Assista à live Agora é Assim? sobre o trabalho pós-pandemia:

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PIB da Alemanha cresce 8,2% no terceiro trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Maior alta trimestral já registrada ocorre após queda recorde de 9,7% no auge da pandemia. Mesas e cadeiras vazias na na Praça da Ópera, em Frankfurt, na Alemanha, em 28 de outubro Michael Probst/AP A economia da Alemanha cresceu 8,2% no terceiro trimestre, a maior alta já registrada pelo país e acima das expectativas do mercado, em meio à recuperação da recessão causadas pela pandemia do novo coronavírus. A alta do PIB entre julho e setembro foi a maior já registrada desde 1970, quando a estatística começou a ser feita. Mas não recupera totalmente a perda de 9,7% registrada no segundo trimestre, no auge da pandemia e o maior tombo da história. O resultado trimestral da maior economia da Europa ficou acima da previsão de 7,3% dos economistas consultados pela agência de notícias Reuters, mas é divulgado em meio a novas medidas de restrição devido ao aumento no número de casos de Covid. O novo lockdown parcial, anunciado para conter a segunda onda do vírus em diversos países europeu, gerou nos mercados receio de que as economias demorem mais a se recuperar. O ministro da Economia alemão, Peter Altmaier, afirmou nesta sexta-feira (30) que uma recuperação total da pandemia deve ocorrer no máximo em 2022 e comemorou ter conseguido "salvar muitos empregos". A recuperação maior do que era esperado foi impulsionada pelo maior consumo privado, por investimentos em equipamentos e exportações muito fortes, segundo o escritório de estatísticas do país. O governo alemão também revisou para cima sua estimativa para o PIB de 2020. Agora, espera que a economia do país encolha 5,5%, contra uma estimativa anterior de queda de 5,8%. As previsões para 2021 e 2022 (altas de 4,4% e 2,5%) continuam inalteradas. Está reportagem está em atualização.

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