TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Economias europeias crescem no 3º trimestre e recuperam parte das perdas da pandemia

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

PIB da zona do euro registrou alta recorde de 12,7%, após despencar 11,8% no 2º trimestre. Resultados são divulgados em meio a novas medidas de restrição no continente devido à 2ª onda da Covid em diversos países. PIB da Zona do Euro teve alta recorde de 12,7% no terceiro trimestre As principais economias europeias recuperaram parte das perdas da pandemia e cresceram no terceiro trimestre, apontam estatísticas divulgadas nesta sexta-feira (30). O PIB da zona do euro registrou uma alta recorde de 12,7%, após despencar 11,8% no trimestre anterior, segundo o escritório de estatísticas europeu Eurostat. Apesar do forte crescimento, o PIB do terceiro trimestre caiu 4,3% na comparação com o mesmo período de 2019. A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde o início da série histórica, que começou em 1995. Nos três primeiros meses do ano, a economia da zona do euro já havia contraído 3,7%. Evolução do PIB da zona do euro Economia G1 O PIB da zona do euro concentra o resultado de 19 países do continente. No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 12,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, mas caiu 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a Eurostat, os maiores avanços no 3º trimestre foram registrados pela França (18,2%), Espanha (16,7%) e Itália (16,1%). Na Alemanha, que havia caído menos no segundo trimestre, o crescimento de 8,2%. A alta de 8,2% do PIB da Alemanha, a maior economia da Europa, é a maior já registrada e ficou acima das expectativas do mercado, mas não eliminou a queda recorde de 9,7% do trimestre anterior. Apesar da alta de 16,1% da economia italiana na comparação com o trimestre anterior, o PIB do país ainda recua 4,7% em relação ao terceiro trimestre de 2019. Já o PIB da Espanha, apesar do crescimento de 16,7%, ainda está 8,7% abaixo na comparação anual. No segundo trimestre, a economia italiana havia encolhido 12,8% e a espanhola, 18,5%. Novas restrições Apesar das fortes altas, os resultados são divulgados em meio a novas medidas de restrição em vários países do continente por causa do aumento no número de casos de Covid. O novo lockdown parcial, anunciado para conter a segunda onda do vírus na Europa, gerou receio nos mercados de que as economias demorem mais para se recuperar. A França decidiu exigir que pessoas fiquem em suas casas exceto para atividades essenciais a partir desta sexta-feira, enquanto a Alemanha vai fechar bares, restaurantes e teatros a partir de segunda. A restrição vai durar até o final do mês. Saiba mais sobre o novo coronavírus em reportagens do JN:

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Após tombo histórico, PIB da zona do euro cresce 12,7% no 3º trimestre

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Economias europeia recuperam parte das perdas da pandemia, mas novas medidas de restrição no continente elevam temores de nova parada da atividade econômica. PIB da Zona do Euro teve alta recorde de 12,7% no terceiro trimestre A economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. O resultado veio acima da expectativa de economistas consultados pelo “Wall Street Journal”, segundo a Reuters, que esperavam um recuperação de 9,4%. O dado também mostra uma recuperação superior à registrada pelos Estados Unidos no mesmo período – pela métrica não anualizada, a economia norte-americana teve expansão de 7,4% de julho a setembro. No 2º trimestre, a zona do euro havia registrado uma retração de 11,8% em meio aos impactos da pandemia. A contração entre abril e junho, período em que as restrições devido ao coronavírus estavam em vigor em todo o continente, foi a mais forte desde que a série histórica começou em 1995. Nos três primeiros meses do ano, a economia já havia contraído 3,7% na base trimestral. Veja gráfico: Evolução do PIB da zona do euro Economia G1 No conjunto dos 27 países da União Europeia, o PIB cresceu 12,1% no terceiro trimestre perante os três meses anteriores, mas caiu 3,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Ainda não recuperou perdas Ainda de acordo com a Eurostat, as altas registradas tanto no PIB da zona do euro quanto da União Europeia não foram suficientes para recuperar as fortes perdas do trimestre anterior. Segundo os dados oficiais, tanto para a zona euro quanto para a UE, trata-se das "altas mais marcadas" do PIB desde o início da série histórica, em 1995. Apesar do bom resultado, os países eliminaram apenas parte das perdas provocadas pela pandemia. A Europa está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas. Inflação e desemprego Segundo o Eurostat, a inflação da zona do euro no mês de outubro voltou a fechar no vermelho, a -0,3%, pelo terceiro mês consecutivo, e a taxa de desemprego se manteve estável, em 8,3%. Destaques de recuperação Segundo a Eurostat, os maiores avanços no 3º trimestre foram registrados pela França (18,2%), Espanha (16,7%) e Itália (16,1%). Na Alemanha, que havia caído menos no segundo trimestre, o crescimento foi de 8,2%. PIB dos países europeus Economia G1 Uma nova onda de contágios da Covid-19 na Europa tem elevado temores de uma nova parada da economia. Com casos de Covid-19 crescendo pela Europa, a França decidiu exigir que pessoas fiquem em suas casas exceto para atividades essenciais a partir desta sexta-feira, enquanto a Alemanha vai fechar bares, restaurantes e teatros de 2 de novembro até o final do mês. Angela Merkel defende novo lockdown nacional para tentar frear 2ª onda na Alemanha Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo n

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Imposto de Renda: Receita paga restituição do IR para 273 mil contribuintes nesta sexta

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

O lote residual se destina a 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. selo IR 2020 Arte/G1 A Receita Federal deposita nesta sexta-feira (30) o dinheiro do lote residual de restituição do Imposto de Renda 2020 do mês de outubro. O lote residual será para 273.545 contribuintes, totalizando R$ 560 milhões. Prazo para entrega terminou em julho; veja o que fazer se você não declarou Receita Federal enviará cartas a 334 mil contribuintes que estão na malha fina As consultas podem ser feitas por meio da página da Receita na internet ou pelo telefone 146. Também é possível checar se há inconsistências na declaração e fazer a regularização pelo portal e-CAC, menu Meu Imposto de Renda. A Receita informa que, caso a restituição tenha sido liberada, mas o valor não for creditado, o contribuinte pode ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Consultas Ao realizar a consulta do Imposto de Renda 2020, o contribuinte será informado: que foi contemplado e que receberá os valores; ou que a declaração está na "fila de restituição", ou seja, que está tudo correto (apenas aguardando a liberação dos valores nos próximos meses), ou que está "em processamento", ou na "fila de espera" do órgão. Quando a declaração está "em processamento" ou na "fila de espera", pode ser que haja alguma inconsistência de informações, e o contribuinte pode revisá-la para ter certeza, mas isso ainda não é certo. VÍDEOS: Últimas notícias de Economia

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Bolsas da China fecham em queda, mas têm ganhos no mês

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, mas acumulou alta de 2,4% em outubro. Na Europa, mercado recua em dia volátil e caminha para pior semana desde março. O mercado acionário da China fechou em baixa nesta sexta-feira (30), pressionado por empresas de alimentos e bebidas após crescimento mais lento dos lucros no terceiro trimestre, embora os índices tenham registrado ganhos mensais com a força dos papéis de consumo discricionário e de bancos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,63%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,47%.
No mês, o CSI300 subiu 2,4%, enquanto o SSEC ganhou 0,2%. O índice de start-ups ChiNext recuou 1,6%, enquanto o STAR50 caiu 1,3% nesta sexta-feira. Em outubro, o primeiro subiu 3,2% e o segundo perdeu 1,8%.
O índice CSI SWS de alimentos e bebidas recuou 3,8% na sexta-feira. No mês, o índice de consumo discricionário do CSI300 liderou os ganhos ao avançar 11%, enquanto o setor bancário saltou 5,7%.
Na Europa, o mercado acionário europeu recuava nesta sexta-feira em um dia de volatilidade, com a nova rodada de lockdowns por conta do aumento de casos de coronavírus afetando as perspectivas para a recuperação econômica. O índice FTSEEurofirst 300 caía 0,27%, a 1.320 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdia 0,2%, a 341 pontos, a caminho de perdas semanais de mais de 6% no que pode ser a maior queda desde que o índice despencou 18% em meados de março.
Veja as cotações de fechamento as bolsas da Ásia:
Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,52%, a 22.977 pontos.
Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,95%, a 24.107 pontos.
Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,47%, a 3.224 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,63%, a 4.695 pontos.
Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 2,56%, a 2.267 pontos.
Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,92%, a 12.546 pontos.
Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,10%, a 2.423 pontos.
Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,55%, a 5.927 pontos.
Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Desemprego no Brasil atinge recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto, diz IBGE

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Número de desempregados no país aumenta 1,1 milhão em 3 meses e chega a 13,8 milhões. Em 1 ano, Brasil perdeu 12 milhões de postos de trabalho e viu população ocupada encolher para o menor contingente já registrado pela pesquisa, iniciada em 2012. Taxa de desemprego atinge nível recorde no país O desemprego no Brasil saltou para uma taxa recorde de 14,4% no trimestre encerrado em agosto. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. “Esse aumento da taxa está relacionado ao crescimento do número de pessoas que estavam procurando trabalho. No meio do ano, havia um isolamento maior, com maiores restrições no comércio, e muitas pessoas tinham parado de procurar trabalho por causa desse contexto. Agora, a gente percebe um maior movimento no mercado de trabalho em relação ao trimestre móvel encerrado em maio”, afirmou a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. O índice de 14,4% corresponde a um aumento de 1,6 ponto percentual em relação ao trimestre encerrado em maio (12,9%), e de 2,6 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado. O resultado ficou acima da mediana das expectativas de 28 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que apontava para uma alta da taxa para 14,2%. Os dados mostram que foram fechados 4,3 milhões de postos de trabalho em apenas 3 meses, levando o total de desempregados a 13,8 milhões de pessoas, um aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior. "São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio ", destacou o IBGE. No mesmo trimestre de 2019, o país tinha 12,6 milhões de desempregados. Desemprego em agosto/2020 Economia G1 Apesar o salto do número de desempregados no país, o recorde da série foi registrado no trimestre encerrado em março de 2017, quando o número de desocupados em busca de um trabalho chegou a 14,1 milhões. Além do desemprego recorde, a pesquisa do IBGE mostra que: O país atingiu o menor número histórico de trabalhadores ocupados O nível de ocupação no mercado de trabalho atingiu o menor patamar histórico Em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho Das 4,3 milhões de vagas perdidas em 3 meses, metade era de carteira assinada Segmentos de comércio, alojamento e alimentação foram os que mais perderam vagas O número de trabalhadores informais é o menor de toda a série histórica da pesquisa Contingente de trabalhadores domésticos (4,6 milhões de pessoas) também é o menor da série Pnad Covid Na semana passada, o IBGE mostrou que o desemprego diante da pandemia do novo coronavírus bateu recorde em setembro, chegando a uma taxa de 14%, mas trata-se de uma pesquisa com uma outra metodologia e que não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país. População ocupada cai para nova mínima histórica A população ocupada no Brasil encolheu 5% em 3 meses, recuando para 81,7 milhões, nova mínima histórica da série. O número representa uma redução de 4,3 milhões pessoas em relação ao trimestre encerrado. Já em 12 meses, o país perdeu 12 milhões de postos de trabalho, considerando todas as formas de atuação no mercado de trabalho. Aumentou também a fatia de brasileiros que não está trabalhando. O nível de ocupação (46,8%) atingiu o patamar mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior (49,5%), quando, pela primeira vez na história da pesquisa menos da metade da população em idade de trabalhar estava ocupada. “O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, afirma a pesquisadora. Ou seja, o aumento da procura por um emprego acontece em meio a um cenário em que o país continuou eliminando postos de trabalho. A população fora da força de trabalho (79,1 milhões de pessoas) também bateu recorde, com altas de 5,6% (mais 4,2 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 21,9% (mais 14,2 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. Já a população subutilizada foi estimada em 33,3 milhões de pessoas, também foi recorde, subindo 9,7% (mais 3 milhões de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e 20% (mais 5,6 milhões de pessoas) contra o mesmo trimestre de 2019. A taxa composta de subutilização saltou para 30,6%, ante 27,5% no trimestre encerrado em maio. Desalento também é recorde Apesar do maior número pessoas que passaram a buscar um trabalho, a população desalentada (que desistiu de procurar emprego) somou 5,9 milhões e também renovou recorde, com alta de 8,1% (mais 440 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 24,2% (mais 1,1 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. O percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (5,8%) também foi recorde, chegando a 5,8%, contra 5,2% no trimestre anterior e 4,3% 1 ano atrás. Só agropecuária amplia número de postos no trimestre Variação trimestral de vagas, por setor Economia/G1 Dos 10 grupos de atividade analisados, apenas que reúne agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve aumento na população ocupada. A alta foi 2,9% no trimestre, o que representa 228 mil pessoas a mais trabalhando no setor. No mesmo período, a população ocupada da indústria caiu 3,9%, perdendo 427 mil trabalhadores, enquanto comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve retração de 4,7%, ou menos 754 mil pessoas. Já na Construção, o cenário foi de estabilidade. Perda de postos entre formais e informais A queda do número de brasileiros ocupados atinge todas as formas de inserção no mercado de trabalho, mas os números do IBGE mostram que o trabalhador informal foi o mais impactado pela pandemia. País perdeu 12 milhões de postos de trabalho em um ano, segundo o IBGE Economia/G1 A categoria dos empregados no setor privado com carteira de trabalho foi estimada em 29,1 milhões de pessoas, menor nível da série histórica, o que representa uma queda de 6,5% (menos 2 milhões) na comparação com o trimestre encerrado em maio e de 12% (menos 4 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2019. Já o número de empregados sem carteira assinada (8,8 milhões de pessoas) caiu 5% (menos 463 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior, mas saltou 25,8% (menos 3 milhões) em 12 meses. Na mesma direção, o número de trabalhadores por conta própria somou 21,5 milhões de pessoas, o que representa uma queda de 4% (menos 894 mil) frente ao trimestre anterior e um avanço de 11,4% (menos 2,8 milhões) ante o mesmo período de 2019. A taxa de informalidade no trimestre encerrado em agosto foi de 38%, ante 37,6% no trimestre anterior, o que equivale a 31 milhões de trabalhadores que trabalham por conta própria ou que não têm carteira assinada. Queda da renda do trabalho O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.542 no trimestre terminado em agosto, alta de 3,1% frente ao trimestre anterior e de 8,1% em relação ao mesmo trimestre de 2019, influenciada principalmente pela maior redução do contingente de trabalhadores informais no país. Já a massa de rendimento real do trabalho teve redução de 2,2% (menos R$ 4,6 bilhões) em 3 meses e de 5,7% (menos R$ 12,3 bilhões) na comparação anual. País atinge o menor número de contribuintes do INSS O levantamento do IBGE mostrou, também, que o país atingiu o menor número de contribuintes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No trimestre terminado em agosto, havia 53,3 milhões de contribuintes no país, cerca de 3 milhões a menos que o registrado no trimestre terminado em maio. Antes, o menor número de contribuintes havia sido registrado no trimestre terminado em maio de 2012, com 54,6 milhões. Perspectivas Integrantes do governo têm afirmado que a pior parte da crise provocada pela pandemia da Covid-19 ficou para trás e que a economia tem dado sinais de recuperação. O mercado de trabalho, no entanto, deve continuar pressionado, e analistas avaliam que a taxa de desemprego deve continuar em trajetória de alta considerando o fim dos programas de auxílio emergencial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a taxa de desemprego no país feche o ano em 13,4%, e suba ainda mais em 2021, para 14,1%. Na quinta-feira (29), o Ministério da Economia divulgou que a economia brasileira criou 313.564 empregos com carteira assinada em setembro. No acumulado nos 9 primeiros meses do ano, no entanto, foram fechados 558.597 postos formais no país. Desemprego no Brasil vai saltar para 14,1% em 2021, prevê FMI Vídeos: veja últimas notícias de economia .

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Dólar opera em alta e chega a R$ 5,80

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Na quinta-feira, moeda norte-americana fechou a R$ 5,766, maior valor desde 15 de maio. Nota de US$ 5 dólares REUTERS/Thomas White O dólar opera em alta nesta sexta-feira (30), caminhando para fechar a semana e o mês com valorização, em meio às preocupações com a trajetória da dívida pública e com uma nova rodada de lockdowns na Europa afetando as perspectivas para a recuperação da economia global. Às 11h59, a moeda norte-americana subia 0,22%, cotada a R$ 5,7790. Na máxima do dia até o momento, chegou a R$ 5,8080. Veja mais cotações. Na quinta-feira, o dólar fechou em alta de 0,11%, a R$ 5,7661, no maior valor desde 15 de maio. Já o câmbio turismo chegou a R$ 6,0352. Na parcial do mês, acumula alta de 2,63%. No ano, tem valorização de 43,80%. Por que o real é a moeda que mais desvalorizou em 2020 Cena externa e local Dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. Por aqui, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. A taxa de juros em mínimas históricas também faz com que o Brasil se torne menos atrativo para investidores internacionais, em razão do diferencial de juros na comparação com outras economias, reduzindo o fluxo de dólares para aplicações financeiras no país, o que também contribui para um patamar de câmbio mais alto. Variação do dólar em 2020 G1 Assista às últimas notícias de economia

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Contas públicas têm rombo de R$ 64,5 bilhões em setembro; dívida supera 90% do PIB

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Déficit fiscal do setor público foi o maior da história para o mês de setembro e a dívida bateu novo recorde. Resultado é reflexo das despesas extraordinárias com a pandemia. As contas do setor público consolidado registraram um déficit primário de R$ 64,559 bilhões em setembro, informou o Banco Central nesta sexta-feira (30). Os números englobam as contas do governo federal, estados, municípios e empresas estatais.
Com isso, a dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional (que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais), superou a marca inédita de 90% do PIB no mês passado (veja detalhes mais abaixo).
O déficit primário ocorre quando as receitas de impostos e contribuições do governo são menores do que as despesas. A conta não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.
De acordo com o BC, esse foi o pior resultado para setembro desde o início da série histórica da instituição, em 2001. No mesmo período de 2019, o déficit fiscal foi de R$ 20,541 bilhões.
O rombo recorde está relacionado ao aumento de despesas diante da pandemia do novo coronavírus e à queda na arrecadação, fruto do tombo na atividade econômica e do adiamento no prazo de pagamento de impostos.
Dívida do Brasil se aproxima de 100% do PIB e investidor cobra por risco
Parcial do ano
No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, as contas do setor público apresentaram déficit primário de R$ 635,926 bilhões. O resultado também foi o pior já registrado para o período na série histórica do BC.
Para este ano, havia uma meta de déficit para o setor público de até R$ 118,9 bilhões. Entretanto, com o decreto de calamidade pública, proposto pelo governo e aprovado pelo Congresso Nacional por conta da pandemia, não será mais necessário atingir esse valor.
Em todo ano de 2019, as contas do setor público tiveram um déficit primário de R$ 61,87 bilhões, ou 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o sexto ano seguido de contas no vermelho, mas também foi o melhor resultado desde 2014, ou seja, em cinco anos.
Gastos com juros
Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta – no conceito conhecido no mercado como resultado nominal, utilizado para comparação internacional – houve déficit de R$ 103,419 bilhões nas contas do setor público em setembro.
Em 12 meses até setembro deste ano, o resultado ficou negativo (déficit nominal) em R$ 990,996 bilhões, o equivalente a 13,74% do PIB – valor alto para padrões internacionais e economias emergentes.
Esse número é acompanhado pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.
O resultado nominal das contas do setor público sofre impacto do déficit primário elevado, das atuações do BC no câmbio, e dos juros básicos da economia (Selic) fixados pela instituição para conter a inflação. Atualmente, a Selic está em 2% ao ano, na mínima histórica.
Dívida bruta
A dívida bruta do setor público brasileiro, indicador que também é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco, subiu novamente em setembro.
Em dezembro do ano passado, a dívida estava em 75,8% do PIB, somando R$ 5,5 trilhões. Em agosto deste ano, já tinha avançado para 88,8% do PIB (R$ 6,38 trilhões) e, em setembro, atingiu o recorde de 90,6% do PIB, o equivalente a R$ 6,53 trilhões, informou o Banco Central.
O Ministério da Economia tem estimado que a dívida bruta do setor público pode encerrar este ano em 94% do PIB por conta dos gastos para combater a pandemia do novo coronavírus, e pelo tombo esperado na economia.

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

3 empresas abrem mais de 2,5 mil vagas de emprego no país; veja lista

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Só no Itaú Unibanco são mais de 2 mil posições na área de tecnologia. As empresas Itaú Unibanco, AeC e Royal Face estão com mais de 2,5 mil vagas de emprego abertas. Veja abaixo os detalhes dos processos seletivos:
Veja mais vagas de emprego pelo país
Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco busca novos profissionais para integrar diversas áreas em Tecnologia. São mais de 2 mil posições, que devem ser preenchidas entre este e o próximo ano. Há vagas em todos os níveis (de júnior a especialistas) e de diferentes perfis: cientista de dados, arquitetos de TI, engenheiros de software mobile e web, segurança da informação, entre outros. Os processos seletivos têm ocorrido por videoconferência. É possível se candidatar às vagas pelo site https://www.99jobs.com/itau-unibanco/jobs
AeC
A AeC, empresa de contact center, está com 400 vagas abertas para a unidade de Governador Valadares (MG). As oportunidades são para atendimento a clientes no setor de varejo. Todas as vagas são para atendentes. As contratações irão até novembro.
Para participar da seleção é preciso ter mais de 18 anos e ter concluído o Ensino Médio. Os interessados devem se cadastrar no site https://queroser.aec.com.br. Além de remuneração compatível com o mercado, os contratados terão direito a vale-transporte, plano de saúde e plano odontológico.
O trabalho será realizado de forma presencial. Cada funcionário recebe máscaras de proteção individual e kit de higienização.
Royal Face
A Royal Face, rede de franquias brasileira de clínicas especializadas em estética facial e corporal, oferece mais de 100 vagas nas áreas administrativas, de saúde e comercial das novas unidades que estão sendo inauguradas.
As vagas são para 40 cidades de 10 estados das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, para os cargos de Recepcionista, Farmacêutica, Biomédica, Enfermeira, Analista e Atendente Comercial, entre outros. Os salários variam de R$ 1.500 a R$ 5 mil.
A maioria das vagas exige experiência na área. A escolaridade varia de Ensino Médio para os cargos da área comercial e recepcionista, Ensino Superior para gestor e Pós-Graduação para biomédicos, farmacêuticos e enfermeiros.
Os interessados podem buscar mais informações sobre as vagas, as cidades e se inscrever pelo site.
Assista a mais notícias de Economia:

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Bovespa opera em queda nesta sexta-feira

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Na quinta-feira, Ibovespa subiu 1,27%, a 96.582 pontos. A bolsa de valores brasileira, a B3 opera em queda nesta sexta-feira (30), diante de um cenário misto no exterior. Às 12h, o Ibovespa recuava 1,75%, a 94.893 pontos. Veja mais cotações. Na quinta, a bolsa fechou em alta de 1,27%, a 96.582 pontos. Com isso, a bolsa acumulou alta de 2,16% na parcial do mês. No ano, há queda de 16,43%. Com novos lockdowns na Europa, mercados financeiros do mundo registraram quedas Cenário Por aqui, seguem as preocupações com a situação fiscal do país e sustentabilidade das contas públicas, além da capacidade do governo de avançar numa agenda de reformas, têm dominando as atenções dos investidores, sendo apontadas como os principais fatores de pressão sobre o real. Mais cedo, o IBGE mostrou que o desemprego bateu recorde em agosto, atingindo 14,4%. Os dados mostraram que também bateu recorde o desalento, e a população ocupada atingiu nova mínima histórica. Dados divulgados nesta sexta mostraram que a economia da zona do euro mostrou uma recuperação forte no 3º trimestre, após tombo histórico entre os meses de abril e junho. O Produto Interno Bruto (PIB) da região registrou uma alta histórica de 12,7% na comparação com o trimestre anterior, acima do esperado pelo mercado. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, no entanto, o conjunto das 19 economias que usam a moeda comum europeia ainda aponta queda de 4,3%, mostraram nesta sexta-feira (30) dados preliminares da agência europeia de estatísticas, Eurostat. A Europa, no entanto, está totalmente imersa na segunda onda da pandemia do coronavírus, a ponto de vários países do bloco terem voltado a adotar restrições drásticas, o que afeta as perspectivas para a recuperação econômica. A taxa de juros em mínimas históricas também faz com que o Brasil se torne menos atrativo para investidores internacionais, em razão do diferencial de juros na comparação com outras economias, reduzindo o fluxo de dólares para aplicações financeiras no país, o que também contribui para um patamar de câmbio mais alto.. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia Mais cedo, o IBGE mostrou que o desemprego bateu recorde em agosto, atingindo 14,4%. Os dados mostraram que também bateu recorde o desalento, e a população ocupada atingiu nova mínima i

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments

Ministra diz que preço do arroz teve ‘ligeira queda’ e que deve cair mais com safra em janeiro

sexta-feira, 30 outubro 2020 por Administrador

Tereza Cristina afirmou que retirada de taxa para importação do alimento para países fora do Mercosul conteve disparada. Preço do arroz subiu mais de 40% no ano. Base na refeição dos brasileiros, arroz foi um dos alimentos com maior alta no ano Reprodução/TV Diário A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira (29) que o preço do arroz no país teve uma "ligeira queda" após a decisão do governo de retirar o imposto de importação sobre o insumo agrícola, e previu uma queda ainda maior com a nova safra em janeiro. Entenda por que a inflação dos alimentos disparou no país Tereza deu a resposta ao ser questionada pelo presidente Jair Bolsonaro, durante live nas redes sociais, sobre o motivo de o preço do arroz ter subido bastante. O preço do alimento já subiu mais de 40% no ano. A ministra explicou que o preço esteve "muito baixo" nos últimos anos e o governo chegou a fazer um plano de recuperação do insumo com abertura de mercados, mas então veio a pandemia do novo coronavírus. Segundo a ministra, alguns fatores como o fato de não ter havido entrada do produto do Paraguai, o aumento do consumo durante a pandemia e até o auxílio emergencial influenciaram no preço. "Agora vamos ter a nova safra de arroz chegando em janeiro e aí os preços vão reduzir", disse ela. Veja mais vídeos sobre a alta no preço dos alimentos:

Leia Mais
  • Publicado em Negócios
No Comments
  • 251
  • 252
  • 253
  • 254
  • 255
  • 256
  • 257

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO