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Copom decide manter juros básicos em 2% ao ano

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Taxa Selic está em 2% desde agosto, após série de baixas históricas. Economistas ouvidos pelo BC estimam que patamar será mantido até setembro de 2021. Copom decide manter taxa básica de juros da economia brasileira em 2% ao ano
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (28) manter a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 2% ao ano.
A Selic foi fixada em 2% ao ano na reunião de agosto – no menor patamar da série histórica – e, depois, mantida no mesmo patamar em 16 de setembro.
A alta nos preços dos alimentos em setembro fez a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), disparar. No mês passado, a inflação somou 0,64%, o maior patamar para o mês desde 2003. No começo de outubro, o IPCA avançou para 0,94%, a maior taxa para o período em 25 anos.
No comunicado da reunião, o Copom afirmou que, apesar dessa pressão inflacionária, foi mantido o diagnóstico de que o choque é temporário. A alta dos preços, segundo o comitê, segue compatível com o cumprimento da meta no "horizonte relevante para a política monetária".
O comunicado afirma que indicadores recentes sugerem uma recuperação econômica desigual entre setores, e que a conjuntura econômica ainda pede estímulos monetários.
“O Copom entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”.
O Copom voltou a defender a manutenção do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira e alertou que questionamentos sobre a continuidade das reformas, assim como alterações no caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas, podem elevar a taxa de juros estrutural da economia.
O Copom e a Selic
O Copom fixa a taxa básica de juros com base no sistema de metas de inflação. Para 2021, ano no qual o BC passou a mirar as decisões, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.
As decisões sobre juros levam de seis a nove meses para ter impacto pleno na economia.
Sardenberg: ‘BC diz que taxa Selic vai permanecer em 2% por muito tempo’
No entanto, embora a inflação esteja crescendo nos últimos meses, a previsão mais recente dos economistas dos bancos é de que somará 2,99% neste ano e 3,10% em 2021. Com isso, a previsão é de que a inflação ficará abaixo da meta central de 4% de 2020 e em linha com os objetivos fixados para o ano que vem.
A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).
"Continua válida a visão de que a estabilidade da taxa básica de juros é justificada por expectativas [de inflação] ancoradas [às metas] e projeções de inflação abaixo da meta no horizonte relevante para a política monetária [próximos 18 meses]", avaliou o Itaú, em comunicado assinado pelo seu economista-chefe, Mario Mesquita.
A instituição estima, em cenário base, a permanência do juro baixo "por um bom tempo".
Aumento do juro em 2021
Na visão dos economistas dos bancos, a alta da inflação e a falta de clareza sobre o controle dos gastos públicos, deverão levar ao aumento da taxa de juros em 2021.
De acordo com pesquisa realizada pelo BC na semana passada, o mercado financeiro prevê manutenção da taxa Selic no atual patamar de 2% ao ano até setembro de 2021.
A partir de outubro do ano que vem, entretanto, os economistas estimam início do processo de alta. Pelas estimativas, a taxa avançaria para 2,5% ao ano em outubro de 2021, para 2,75% em dezembro, para 3% ao ano em janeiro de 2022 e para 3,25% ao ano em março daquele ano.
Para o fim de 2022 e 2023, respectivamente, ainda de acordo com pesquisa realizada pelo BC, a previsão do mercado é de que a taxa Selic suba para 4,5% ao ano e 6% ao ano.
Segundo o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira, o Banco Central deve sinalizar, no comunicado da reunião do Copom, alguma mudança ou decisão diferente para um segundo momento.
"Talvez subir a taxa de juros num futuro próximo ou indicar alguma iniciativa mais tranquila em relaç ão aos riscos de desaceleração da economia. Isso é o que eu espero por ora, mas não vejo nada de diferente em relação à taxa básica de juros [nesta quarta]", explicou ele.
Assista às últimas notícias de economia:
A Selic foi fixada em 2% ao ano na reunião de agosto –n e depois mantida no mesmo patamar na reunião encerrada no dia 16 de setembro.

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MP pede a tribunal para apurar se Bolsonaro usou governo para favorecer o filho

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Revista 'Época' revelou que advogadas de Flávio Bolsonaro pediram apuração de governo sobre supostas infrações na Receita. Intenção era anular investigação sobre caso das 'rachadinhas'. O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu nesta quarta-feira (28) que a corte investigue se o presidente Jair Bolsonaro utilizou órgãos do governo federal para "causar embaraços e dificultar" apurações da Receita Federal sobre o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
Na representação, o subprocurador Lucas Furtado cita, especificamente, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI).
Segundo reportagem da revista “Época”, advogadas de Flávio Bolsonaro mobilizaram órgãos do governo em busca de elementos que permitissem a anulação das investigações envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar, no caso das "rachadinhas".
Flávio Bolsonaro vai à PGR para tentar encontrar irregularidades de servidores da Receita
A reportagem relata uma conversa em 25 de agosto, no Palácio do Planalto, entre o presidente Jair Bolsonaro e as advogadas Luciana Pires e Juliana Bierrenbach. Apesar da suposta mobilização, segundo a revista, os órgãos não encontraram as tais irregularidades.
“É difícil crer, no entanto, que autoridades do primeiro escalão da administração federal das áreas de inteligência e segurança institucional possam estar encarregadas de receber denúncias da natureza das que ora se cogita, relacionadas a ilícitos tributários e respectivas investigações”, diz trecho da representação de Lucas Furtado.
O subprocurador afirma que, se confirmadas as suspeitas, a ação de Bolsonaro pode ser caracterizada como desvio de finalidade pública. Neste caso, caberia ao TCU apurar o prejuízo causado ao patrimônio público e a responsabilidade dos envolvidos, além de aplicar sanções.
O desvio de finalidade seria caracterizado, para Furtado, porque a Abin e o GSI não atuariam dessa maneira em favor de nenhum outro cidadão. O favorecimento de interesses particulares da família Bolsonaro também representaria crime de responsabilidade, por atentar contra a segurança interna do país e a probidade na administração pública.
O subprocurador Lucas Furtado afirma ainda que a suposta interferência também constituiria “ocorrência de extrema gravidade” com implicações comuns e de responsabilidade, mas que a apuração dessas irregularidades não cabe ao TCU.
Suposta mobilização
Segundo a "Época", ao ser acionado pelas advogadas, Jair Bolsonaro convocou para o encontro o ministro Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Alexandre Ramagem, diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
A defesa do Flávio Bolsonaro afirma que, para produzir relatórios, funcionários da Receita teriam violado direitos do senador. As informações que embasaram documentos de inteligência do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), atualmente chamado de Unidade de Inteligência Financeira.
Órgãos do governo se mobilizaram para anular investigações sobre Queiroz, diz 'Época'
Um desses documentos revelou o esquema que, de acordo com o Ministério Público Federal, teria a participação de Flávio Bolsonaro, filho do presidente: o desvio de dinheiro público na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) por meio das "rachadinhas", a prática de parlamentares de pegar de volta parte do salário dos funcionários.
O Sindicato dos Auditores Fiscais (Sindifisco) afirmou em nota, na última semana, que a Receita Federal não repassa informações ao Coaf — ocorre exatamente o contrário. O Coaf é o órgão que produz os relatórios de inteligência financeira, os chamados RIFs, com base em informações fornecidas pelas instituições financeiras obrigadas a informar movimentações financeiras atípicas ao órgão.
O que dizem os órgãos
Em nota divulgada à imprensa na sexta-feira (23), o GSI disse não realizou qualquer ação em relação ao caso. O órgão afirmou que entendeu que não lhe competia qualquer providência a respeito do tema.
Na nota, o GSI declarou que recebeu informação, das advogadas Luciana Pires e Juliana Bieerenbach, acerca de supostas irregularidades cometidas em relatórios da Receita Federal. Segundo o gabinete, as advogadas disseram que as denúncias foram levadas ao GSI por "atingir integrante da família presidencial".
"Entretanto, à luz do que nos foi apresentado, o que poderia parecer um assunto de segurança institucional, configurou-se como um tema, tratado no âmbito da Corregedoria da Receita Federal, de cunho interno daquele órgão e já judicializado", diz o texto.
A Agência Brasileira de Inteligência não se manifestou sobre a presença de Alexandre Ramagem na reunião descrita pela revista "Época" e mandou a mesma nota enviada pelo Gabinete de Segurança Institucional.
A Receita Federal não quis se manifestar.

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Saúde pediu inclusão de unidades do básicas do SUS em programa de privatização, diz Economia

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Na tarde desta quarta-feira, presidente Jair Bolsonaro anunciou a revogação do decreto que incluía unidades básicas de saúde no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Em menos de 24h, governo publica e revoga decreto sobre privatização de postos de saúde
O Ministério da Economia informou em nota nesta quarta-feira (28) que autorização para inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi feita após pedido do Ministério da Saúde, apoiado pela Economia.
O PPI é a área do governo responsável por privatizações e programas de concessão à iniciativa privada, como a concessão de rodovias e aeroportos.
O decreto que previu essa inclusão das UBSs no PPI foi revogado na tarde desta quarta, segundo informou o presidente Jair Bolsonaro.
A nota do Ministério da Economia foi emitida antes de Bolsonaro anunciar a revogação do decreto.
De acordo com o Ministério da Economia, há mais de 4 mil unidades básicas de saúde com obras inacabadas que já consumiram R$ 1,7 bilhão de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Em uma rede social, Bolsonaro disse que o "espírito" do decreto era concluir essas obras e permitir que usuários buscassem a rede privada de saúde com despesas pagas pela União. "A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS", escreveu.
De acordo com o presidente, embora tenha sido revogado, o decreto poderá ser reeditado. "Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto o mesmo poderá ser reeditado", disse.
Em nota, o Ministério da Economia informou que “a avaliação conjunta é que é preciso incentivar a participação da iniciativa privada no sistema para elevar a qualidade do serviço prestado ao cidadão, racionalizar custos, introduzir mecanismos de remuneração por desempenho, novos critérios de escala e redes integradas de atenção à saúde em um novo modelo de atendimento”.
O ministério ressalvou, no entanto, que “os serviços seguirão sendo 100% gratuitos para a população”.
O decreto que libera estudos sobre a parceria com o setor privado para a privatização das unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) foi alvo de críticas. Especialistas ouvidos pelo G1 afirmaram que o texto é “obscuro”, “apressado” e “inconstitucional”.
Na nota, o Ministério da Economia informou ainda que o Ministério da Saúde avalia que a participação privada no setor é importante diante das restrições fiscais.
Recuos do presidente Jair Bolsonaro

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Coronavírus: oferta de vagas temporárias de emprego para fim do ano cai 23,4% em Campinas e na RMC

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Ao todo, 11.140 vagas estão previstas o período de Natal e Ano Novo, sendo 5.420 na metrópole. Número inferior a 2019 se deve à pandemia da Covid-19. Acic estima redução de 23% nas contratações de fim de ano na RMC O tradicional aumento de vagas de emprego no fim do ano, esperado por profissionais que buscam recolocação no mercado e também pelas pessoas que querem a experiência do primeiro emprego, não vai ocorrer em 2020. A oferta de vagas temporárias caiu 23,4% com a pandemia da Covid-19 em Campinas (SP) e também na região metropolitana (RMC), em relação a 2019. Os dados são da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) e foram informados ao G1 nesta quarta-feira (28). Ao todo, 11.140 vagas estão previstas no período de Natal e ano novo, sendo 5.420 na metrópole. No ano passado, o número total foi de 14.545 empregos, 7.080 deles em Campinas. Entre comércio de rua, shoppings e supermercados, as lojas a céu aberto, como as do Centro, são as mais impactadas na metrópole, uma queda de 34% nas oportunidades em relação a 2019. O cenário se repete na região. Veja o comparativo no gráfico abaixo: De acordo com o departamento de Economia da Acic, a baixa nos postos de trabalho corresponde "à taxa de crescimento do número de desempregados de 2020 em relação aos desempregados de 2019". Apesar de ter menos funcionários na linha de frente, empresários esperam que as vendas sejam boas o bastante para suprir as perdas provocadas pelo período de restrição mais severa na pandemia, quando as lojas físicas tiveram que ficar fechadas. "A Páscoa e o Natal juntos representam 50% do meu faturamento do ano. A Páscoa foi comprometida, e agora nós temos que recuperar isso no Natal.", contou à reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo, o dono de uma loja de chocolates Marcos Porcari, que abriu duas vagas temporárias, mas costumava abrir um número maior em anos anteriores. A expectativa dos comerciantes está no montante do 13º salário que será injetado na economia, na busca sazonal por produtos natalinos e na reação do comércio diante da flexibilização das atividades na pandemia. Comércio do Centro de Campinas durante a pandemia do novo coronavírus. Jefferson Barbosa/EPTV Datas comerciais que passaram em branco Datas importantes no calendário para o faturamento do comércio passaram em branco esse ano em relação à criação de emprego temporário. A Acic realizou um levantamento ao longo de 2020 a pedido da EPTV que mostra o comparativo com o ano passado; veja abaixo: Dia das Mães RMC: 6.765 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Campinas: 3.473 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Páscoa RMC: 4.920 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Campinas: 2.475 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Dia dos Namorados RMC: 2.335 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Campinas: 1.015 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Dia dos Pais RMC: 1.225 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Campinas: 495 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Dia das Crianças RMC: 2.350 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Campinas: 1.265 vagas em 2019 e nenhuma em 2020 Veja mais notícias da região no G1 Campinas

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Bradesco tem lucro de R$ 4,19 bilhões no terceiro trimestre

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

No mesmo período do ano passado, a companhia reportou lucro de R$ 5,8 bilhões. Placa com logomarca do banco Bradesco na avenida Berrini, zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O banco Bradesco registrou lucro líquido contábil de R$ 4,194 bilhões no terceiro trimestre de 2020, uma queda de 28,1% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 5,8 bilhões), segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (28). No segundo trimestre, o liquido contábil do banco foi de R$ 3,506 bilhões. Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) somou R$ 5,031 bilhões de julho a setembro, queda de 23,1% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 6,542 bilhões). Em relação ao segundo trimestre, houve crescimento de 29,9% (R$ 3,873 bilhões). O resultado do terceiro trimestre ficou cerca de 15% acima da média de estimativas de analistas, segundo dados da Refinitiv. No terceiro trimestre, o retorno sobre o patrimônio líquido, um indicador da lucratividade dos bancos, foi de 15,2%. O desempenho é melhor do que o apurado nos três meses anteriores (11,9%), mas ficou abaixo do período de julho a setembro de 2019 (15,2%). Despesas com provisões Entre julho e setembro, as despesas com provisões realizadas pelo banco para perdas com inadimplência em operações de crédito somaram R$ 5,588 bilhões, alta de 67,5% na comparação com terceiro trimestre de 2019 (R$ 3,336 bilhões), mas apresentaram redução de 37,1% ante os três meses anteriores (R$ 8,89 bilhões). O banco reservou R$ 2,6 bilhões em provisões extraordinárias ligadas a perdas potenciais decorrentes da crise do coronavírus. No acumulado do ano, a despesa com provisões já soma R$ 21,186 bilhões, acima dos R$ 10,427 bilhões observados no mesmo período do ano passado. "No terceiro trimestre, nossos estudos internos (…) indicam, neste momento, a necessidade de reforçar nossas provisões relacionadas ao cenário econômico adverso em um patamar inferior aos trimestres anteriores, preparando o banco para um cenário de aumento de inadimplência em 2021", informou o banco. Carteira de crédito A carteira de crédito do banco somou R$ 664 bilhões, um crescimento de 11,7% em 12 meses e de 0,5% no trimestre. A expansão do crédito foi puxada pela pessoa física, com avanço de 3,1% no trimestre, para R$ 243,4 bilhões. Já o crédito para a pessoa jurídica somou R$ 421 bilhões, uma queda de 1% no período. Inadimplência A taxa de inadimplência superior a 90 dias ficou em 2,3% no trimestre, uma redução de 0,7 ponto percentual na comparação com o segundo trimestre e de 1,3 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia

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Petrobras tem prejuízo de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

No mesmo período do ano passado, a estatal teve lucro de R$ 9 bilhões. Sede da Petrobras no Rio de Janeiro Sergio Moraes/Reuters A Petrobras informou nesta quarta-feira (28) que registrou prejuízo de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre deste ano — o terceiro resultado negativo seguido da estatal. No mesmo período do ano passado, a estatal teve lucro de R$ 9 bilhões. No segundo trimestre, houve prejuízo de R$ 2,71 bilhões. Pela projeção da Refinitiv, a Petrobras deveria ter tido lucro de R$ 736 milhões no período. De acordo com a companhia, o prejuízo ocorreu porque os ganhos com volumes de vendas de petróleo e derivados foram "mais do que compensados" por despesas financeiras, principalmente prêmios pagos na recompra de títulos. Excluindo itens não recorrentes, a empresa garantiu que poderia ter registrado lucro líquido de R$ 3,2 bilhões. “Vale ressaltar que, embora inferiores ao segundo trimestre, as perdas cambiais ainda são elevadas em função do nível de exposição cambial de R$ 242 bilhões e da desvalorização do real frente ao dólar em 2,9% no período", acrescentou a empresa. O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação ajustado (Ebitda) somou R$ 33,4 bilhões, contra R$ 32,6 bilhões no mesmo período do ano passado. O terceiro trimestre também foi marcado pela recuperação da demanda de derivados de petróleo no Brasil — com crescimento de 18% no volume de vendas em relação ao período imediatamente anterior — e pela manutenção das exportações, ponderou a Petrobras. "Destacam-se a recuperação das vendas de diesel e gasolina. Esses produtos foram muito afetados pela Covid-19 no segundo trimestre e essa recuperação trimestral foi a mais forte em nosso portfólio, tanto em termos de volumes quanto de preços", informou a companhia, em seu relatório para investidores. As receitas de exportações também aumentaram, acompanhando os preços do Brent (classificação do petróleo cru). Nos primeiros nove meses do ano, o fluxo de caixa livre da empresa atingiu US$ 16,4 bilhões. "O forte desempenho permitiu reduzir nossa dívida bruta de US$ 87,1 bilhões, em 30 de dezembro de 2019, para US$ 79,6 bilhões de dólares, em 30 de setembro de 2020", afirmou a estatal. Composição de receita Em termos de composição da receita no mercado interno, o diesel e a gasolina responderam por 69% da receita nacional de vendas de derivados de petróleo da companhia, seguidos pelo GLP com 11%. "Apesar do aumento de 39% nas receitas de venda trimestrais, o custo dos produtos vendidos cresceu apenas 13%, principalmente devido a custos unitários estáveis e ao maior volume de nosso petróleo bruto no mix de vendas", explicou a companhia. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia

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TCU vai fiscalizar mecanismos de combate ao assédio sexual em órgãos federais

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Auditorias em outros países apontam prejuízo econômico do assédio no ambiente profissional, diz ministro Bruno Dantas, autor da proposta. O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (28) a realização de uma auditoria nos mecanismos criados para prevenir e combater o assédio sexual nos órgãos públicos federais. A proposta é do ministro Bruno Dantas e foi aprovada em plenário.
Segundo Dantas, o TCU jamais fez auditoria relacionada a esse tema, embora dados apontem que os sistemas de combate ao assédio sexual no setor público e privado brasileiros são incipientes.
Ao apresentar o pedido, o ministro citou auditorias feitas em outros países como o Canadá e Estados Unidos. A investigação nos Estados Unidos ponderou, por exemplo, que o assédio sexual traz prejuízo para a vítima e também para a instituição, com queda na produtividade e alta rotatividade de trabalhadores.
“A proposta também é um alerta e um convite para que os dirigentes máximos atentem para a dimensão do problema e reforcem medidas de combate ao assédio sexual”, afirmou.
Apesar de a auditoria ter sido aprovada, o ministro Benjamin Zymler fez algumas ponderações sobre a proposta. O ministro relatou que não tem conhecimento de canais específicos para denúncias de assédio e pediu que a corte faça um estudo sobre a auditoria – para evitar que, na prática, os técnicos do TCU sequer tenham o que analisar.
“Até onde eu sei, os canais de denúncia são os usuais, as ouvidorias dos órgãos. Não tem um canal especifico, ou seja, seria fiscalizar o que não existe”, afirmou.
O ministro afirmou que ele tem uma visão mais “estreita” sobre a atuação do TCU. Para Zymler, a corte deve atuar apenas na apuração de possíveis danos aos cofres públicos.
7 em cada 10 mulheres que atuam nas forças de segurança já sofreram assédio no trabalho, aponta pesquisa
Dados são preocupantes
Durante a sessão, Bruno Dantas citou dados de uma pesquisa do LinkedIn e da consultoria de inovação social Think Eva que apontou que quase metade das mulheres já sofreu algum assédio sexual no trabalho.
A pesquisa ouviu 414 profissionais em todo o país, de forma online. Entre elas, 15% pediram demissão do trabalho após o assédio. E apenas 5% delas recorrem ao RH das empresas para reportar o caso.
De acordo com o levantamento, a maioria das entrevistadas que já sofreram alguma forma de assédio sexual no ambiente de trabalho são mulheres negras (52%) e que recebem entre dois e seis salários mínimos (49%). Além disso, o Norte (63%) e Centro-Oeste (55%) têm uma concentração de relatos superior às demais regiões.

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Vale registra lucro líquido de R$ 15,6 bilhões no terceiro trimestre

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

No mesmo período do ano passado, a empresa contabilizou lucro de R$ 6,5 bilhões. Logotipo da Vale em sede da empresa no Rio de Janeiro Ricardo Moraes/Reuters A Vale informou nesta quarta-feira (28) que registrou lucro líquido de R$ 15,615 bilhões no terceiro trimestre. No mesmo período do ano passado, a empresa teve lucro de R$ 6,5 bilhões. No segundo trimestre, a mineradora reportou lucro de R$ 5,289 bilhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) totalizou R$ 33,5 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de R$ 14,2 bilhões na comparação com os três meses imediatamente anteriores. De acordo com a companhia, o desempenho do Ebtida foi influenciado pelo aumento de 26% dos preços realizados de minério de ferro e pelo aumento de 20% no volume de vendas do produto no terceiro trimestre. Em dólares, a empresa registrou lucro de US$ 2,9 bilhões no terceiro trimestre, um crescimento de 76% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado, no entanto, veio abaixo da projeção da Refinitiv, de US$ 3,76 bilhões. Receita líquida No terceiro trimestre, a receita líquida da empresa somou R$ 57,906 bilhões, um crescimento de 42,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior (R$ 40,664 bilhões) e de 43,2% ante o segundo trimestre (R$ 40,434 bilhões). Endividamento A dívida bruta da Vale era de US$ 13,444 bilhões ao fim do terceiro trimestre, uma redução de US$ 3,5 bilhões em relação a 30 de junho de 2020. Já a dívida líquida encerrou o segundo trimestre em US$ 4,474 bilhões, no nível mais baixo desde o quatro trimestre de 2008, segundo a companhia. No segundo trimestre do ano, a dívida líquida foi de US$ 4,697 bilhões. Investimentos Os investimentos da mineradora somaram US$ 895 milhões, sendo US$ 110 milhões em execução de projetos e US$ 785 milhões em manutenção das operações. O resultado do terceiro trimestre foi praticamente o mesmo do observado no mesmo período de 2019 (US$ 891 milhões) e pouco abaixo do verificado no segundo trimestre de 2020 (US$ 967 milhões). A mineradora informou que revisou a sua estimativa de investimentos deste ano de US$ 4,6 bilhões para US$ 4,2 bilhões diante da depreciação do real e do ritmo mais lento de implementação dos projetos por causa da pandemia de coronavírus. "Baseada na depreciação do real frente ao dólar e no ritmo mais lento na implementação dos projetos, considerando padrões de segurança conservadores para prevenir riscos relativos ao COVID-19, a Vale informa que revisou sua estimativa de investimentos de 2020 de US$ 4,6 bilhões para US$ 4,2 bilhões", informou a mineradora no balanço. Vídeos: Veja as últimas notícias de economia

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Com nova mudança do Dia do Servidor, agências do INSS vão abrir nesta sexta

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Ponto facultativo agora foi transferido para 23 de novembro. Com fechamento de unidades, trabalhadores poderão utilizar o aplicativo Meu INSS ou ligar para o 135. Agências do INSS estarão fechadas nesta quarta-feira por conta do Dia do Servidor Público Bruno Cabral/SVM Após dizer que as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fechariam nesta sexta-feira (30), o governo federal voltou atrás na noite desta quarta (28) e informou que elas vão pernamecer abertas. A mudança ocorreu novamente porque o Dia do Servidor foi transferido para 23 de novembro. Na terça, o governo havia informado que o ponto facultativo passaria para sexta-feira. Transferência do Dia do Servidor causa confusão em agências do INSS de Jundiaí e Sorocaba Com as unidades fechadas, os trabalhadores podem buscar informações, pedir benefícios e agendar serviços pelo aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. O Dia do Servidor Público é ponto facultativo e foi definido pelo Ministério da Economia em dezembro do ano passado. Download do Meu INSS Google Play iOS

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Auxílio Emergencial: Caixa paga nova parcela a 5,1 milhões nesta quinta

quinta-feira, 29 outubro 2020 por Administrador

Entre os que recebem nesta quinta estão 1,6 milhão de trabalhadores do Bolsa Família, que recebem a segunda parcela de R$ 300. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta quinta-feira (29) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 5,1 milhões de trabalhadores. Aos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento já é referente à 2ª parcela de R$ 300 do benefício. Nesta quinta, recebem 1,6 milhão de trabalhadores cujo número do NIS encerra em 9. Entre os demais trabalhadores, estão 2,2 milhões que vão receber a primeira parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300. Outros 1,3 milhão ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600 – entre eles, trabalhadores que fizeram a contestação entre os dias 20 de julho e 25 de agosto, e que receberão a primeira das 5 parcelas de R$ 600 do benefício. Os pagamentos desta quinta são para nascidos em novembro. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta quinta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quinta serão liberados no dia 5 de dezembro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA QUINTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 9, recebem a 2ª parcela de R$ 300 1,3 milhão de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro, recebem a próxima parcela de R$ 600: – aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; – aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; – aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; – aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela; – novos aprovados recebem a primeira parcela. 2,2 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro, recebem a primeira parcela de R$ 300: – trabalhadores que já receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial – Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial pa. Os pagamentos desta quarta são a

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