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Economia dos EUA cresce acima do esperado e registra alta de 33,1% no 3º tri em termos anualizados

quinta-feira, 29 outubro 2020 por tag3

A economia dos Estados Unidos registrou crescimento recorde no terceiro trimestre depois de o governo injetar mais de US$ 3 trilhões em medidas de alívio à pandemia que alimentaram os gastos dos consumidores, embora as cicatrizes da recessão provocada pela Covid-19 devam demorar um ano ou mais para arrefecer.
Leia mais (10/29/2020 – 10h37)

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Procon-SP notifica Apple por vender novo iPhone sem incluir carregador

quinta-feira, 29 outubro 2020 por tag3

O Procon-SP notificou a Apple nesta quinta-feira (29) pedindo explicações sobre o motivo da nova linha de do iPhone 12 não fornecer carregadores aos clientes inclusos com o aparelho.
Leia mais (10/29/2020 – 10h44)

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‘Não tem aumento de imposto e ponto final’, diz Bolsonaro

quinta-feira, 29 outubro 2020 por tag3

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a afirmar, na noite de quarta-feira (28), que não vai aumentar impostos e indicou que novos tributos só serão discutidos no governo caso haja a revogação de outros encargos.
Leia mais (10/29/2020 – 11h12)

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Aéreas precisam reduzir custos em 30% para evitar prejuízo em 2020, diz Iata

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

Receita global das companhias deve cair 51% neste ano. As empresas aéreas precisam reduzir seus custos unitários em cerca de 30% para atingir o ponto de equilíbrio financeiro neste ano, estimou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que reúne 290 empresas aéreas no mundo.
A receita global das empresas aéreas deve cair 51% neste ano em comparação a 2019, por causa dos efeitos da pandemia de covid-19. A receita menor exige das empresas mais esforços para cortar custos. No terceiro trimestre, os custos unitários das empresas aumentaram 40% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado.
De acordo com a Iata, mesmo reduzindo pela metade os gastos com folha de pagamento isso não seria suficiente para as empresas apresentarem lucro.
“Não temos certeza hoje se as empresas vão conseguir fazer esses ajustes”, afirmou Brian Pearce, economista-chefe da Iata, em apresentação a jornalistas.
Ano de 2020 será o pior da história das companhias aéreas, diz associação
Pearce acrescentou que o cenário de recuperação para o setor aéreo mostra-se mais demorado do que o previsto inicialmente. “O turismo de negócios não deve voltar ao normal pelo menos nos próximos dois anos”, observou o economia. O turismo de negócios é o mais rentável e o principal gerador de receita para o setor aéreo. No Brasil, ele responde por cerca de 60% da receita do setor.
Para 2021, o executivo vê um cenário difícil para o setor, com aumento nos gastos com combustível de aviação causado pela alta nos preços futuros do petróleo. Neste ano, o preço do combustível de aviação caiu 42% em relação ao ano passado, mas a tendência futura é de alta, observou Pearce.
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Turismo mundial sofre queda de 70% em 2020 devido à pandemia de Covid-19

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

A queda representa 700 milhões a menos de chegadas de turistas em todo o mundo, segundo agência da ONU para o turismo. Escadaria Selarón, ponto turístico no Rio de Janeiro Reprodução/ TV Globo A Organização Mundial do Turismo (OMT) anunciou nesta terça-feira (27) que, devido à pandemia de Covid-19, as viagens internacionais registraram uma queda de 70% nos oito primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período no ano passado. Os meses do verão no Hemisfério Norte – de junho a setembro – foram os piores para o setor. Segundo dados da OMT, o mês de julho teve -81% de viagens em relação ao ano passado, e agosto -79%. A queda representa 700 milhões a menos de chegadas de turistas em todo o mundo, uma perda de US$ 730 bilhões ao setor. Em comunicado, a OMT, agência da ONU sediada em Madri, afirma que o prejuízo é "oito vezes maior do que o registrado após a crise financeira de 2009". A região da Ásia/Pacífico, que foi a primeira a ser atingida pela pandemia é também onde o setor do turismo é mais castigado (-79%), seguida pela África e pelo Oriente Médio (-69%), a Europa (-68%) e o continente americano (-65%). A queda das chegadas de turistas na Europa durante o verão no Hemisfério Norte foi menos forte que em outros continentes (-72% em julho e -69% em agosto). No entanto, segundo a OMT, a recuperação foi curta já que novas restrições de viagens voltaram a ser determinadas segundo à segunda onda da Covid-19 no Velho Continente. 2021 não será melhor A situação não tende a melhorar nos próximos meses. A OMT não prevê uma recuperação do setor antes do fim de 2021. Especialistas ouvidos pela agência acreditam que o turismo mundial não vá se reerguer antes de 2022. A OMT responsabiliza os governos e a lentidão para colocar em prática planos para evitar a propagação da doença. Segundo a agência, houve falta de coordenação entre os países ao adotarem protocolos comuns, bem como a deterioração da situação econômica. Em 2019, o turismo mundial registrou um crescimento de 4% nas chegadas de turistas. A França ocupava o primeiro lugar entre as destinações preferidas, diante da Espanha e dos Estados Unidos. (Com informações da AFP) Veja mais vídeos de Turismo

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Wuhan: de epicentro da pandemia a um dos principais polos turísticos da China

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

Wuhan recebeu quase 19 milhões de turistas de 1 a 7 de outubro, mais do que qualquer outra cidade chinesa A Torre do Grou Amarelo é um dos pontos turísticos mais visitados de Wuhan Getty Images Naquela que foi uma das cidades mais afetadas por um vírus sobre o qual — naquela época — pouco se falava e do qual nada se sabia, a vida voltou ao normal. E não só isso. Para a surpresa de muitos, Wuhan — onde o coronavírus Sars-CoV-2 foi detectado pela primeira vez, há quase um ano — agora se tornou um dos principais pontos turísticos da China. Somente durante a Semana Dourada, período festivo do gigante asiático que vai de 1 a 7 de outubro, a Província de Hubei atraiu mais de 52 milhões de turistas que geraram receitas de aproximadamente US$ 5,2 bilhões, o equivalente a R$ 29 bilhões. Turismo mundial sofre queda de 70% em 2020 devido à pandemia de Covid-19 E Wuhan, a capital regional, recebeu quase 19 milhões de visitantes, segundo dados do Departamento de Cultura e Turismo da Província. Ao mesmo tempo, grande parte do mundo é atingido por uma segunda onda de covid-19, que em alguns países até afetou mais pessoas do que a primeira. Na França, o governo impôs toque de recolher em oito cidades, incluindo a capital, Paris. No Reino Unido, há uma situação semelhante: Londres e outras regiões da Inglaterra entraram em uma espécie de retorno ao confinamento, que as impede de encontrar pessoas de outras que moram em outras casas em locais fechados. No continente americano, a situação não é melhor. Pela primeira vez desde o final de julho, os Estados Unidos (que já acumulam pelo menos 225 mil mortes por coronavírus) ultrapassaram 83 mil casos em um único dia na sexta-feira (23/10), enquanto a América Latina e Caribe superaram 10 milhões de casos positivos, com Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e México encabeçando a lista por número de casos. No entanto, do outro lado do mundo, "a cidade heróica", como a apelidou o presidente chinês Xi Jinping, o vírus parece uma lembrança desagradável e especialmente distante, se acreditarmos nos números oficiais. O governo chinês garante que em Wuhan não há um único caso de coronavírus. No entanto, várias organizações e especialistas acreditam que essa afirmação deve ser vista com cautela. O 'renascimento' de Wuhan No marco das comemorações do Dia Nacional da República Popular da China, o governo de Xi Jinping organizou um ato em uma estação de trem em Wuhan e, em um vídeo do evento publicado nas redes sociais, milhares de pessoas são vistas reunidas cantando e agitando a bandeira chinesa. "Wuhan renasce depois da covid-19 com mais força e vitalidade", disse Hua Chunying, diretora adjunta do Departamento de Informação do Ministério das Relações Exteriores, ao postar um vídeo promocional no Twitter. Para Vivian Hu, editora do serviço chinês da BBC, o governo de Xi Jinping, com a ajuda da mídia estatal, está tentando passar a imagem de que está tudo bem em Wuhan, que as pessoas estão se divertindo e que prosperidade, e normalidade estão de volta. "E até certo ponto, é verdade: as pessoas estão viajando por toda a China e principalmente para Wuhan. Sim, a cidade parece ter voltado ao normal, mas para muitas pessoas e muitos empresários as coisas não são como antes e ainda há muita preocupação", diz a jornalista, em Hong Kong. "Mas a mensagem que recebemos da propaganda chinesa é que o governo conseguiu controlar a pandemia com sucesso", acrescenta. O governo de Hubei anunciou em agosto que cerca de 400 pontos turísticos da província seriam abertos a visitantes de todo o país gratuitamente, sendo a Torre do Grou Amarelo um deles Getty Images Até 27 de outubro, a China contabilizava 91.185 casos de covid-19 e menos de 5 mil mortes, enquanto os Estados Unidos, com uma população 4 vezes menor, registrou mais de 8,7 milhões de casos e pelo menos 225 mil mortes. "Há novos casos na China, mas aparentemente não em Wuhan. Se há novos casos, o governo deixa claro que está fazendo todo o possível para conter o novo surto de maneira eficiente e rápida", explica Hu. As políticas que impulsionaram o setor A ressurreição de Wuhan como destino turístico preferido dos chineses não se deve ao acaso. Na verdade, deve-se em parte as políticas do governo. Em agosto, o governo de Hubei anunciou que cerca de 400 pontos turísticos da Província estariam abertos a visitantes de todo o país gratuitamente a partir do dia 8 daquele mês até o final do ano. E embora o número de visitantes a esses lugares estejam limitados a 50% de sua capacidade máxima e os visitantes devam ser submetidos a controles de temperatura, a resposta foi inesperada. Muitos dos turistas que escolheram Wuhan durante a Semana Dourada visitaram a histórica Torre do Grou Amarelo, localizada no centro da cidade. A estrutura atual, construída em 1981, foi um dos locais de entrada gratuita, patrocinados pelo governo chinês. De acordo com a agência de notícias Xinhua, pelo menos mil agências de viagens e mais de 350 hotéis aderiram à campanha do governo, oferecendo descontos aos visitantes. Para alguns analistas, o ressurgimento de Wuhan como destino turístico demonstra a confiança dos chineses no manejo da pandemia pelas autoridades locais e representa uma oportunidade de ouro para impulsionar a degradada indústria. "As pessoas sabem que Wuhan está melhor, ninguém visitaria a cidade se houvesse coronavírus. Os chineses estão dispostos a viajar para Wuhan, que costumava ser o epicentro de Covid-19 e isso, do ponto de vista do governo, é uma vitória." Enquanto o setor está se recuperando depois de uma paralisação completa no início do surto de Covid-19, a receita do turismo no gigante asiático ainda deve cair 52% em 2020 em comparação com 2019, e o número de viagens diminuirá 43%, segundo a instituição de pesquisa China Tourism Academy (CTA). Para Ni, as coisas estão "gradualmente" voltando ao normal, mas ainda restam dúvidas se a situação vai durar. "Com a aproximação do inverno, há dúvidas se teremos ou não uma segunda onda. Acho que esse desconhecido está presente na mente de todos os chineses, mas por enquanto as pessoas estão gostando do relaxamento das restrições e da volta 'normalidade' ", diz ele. Espada de dois gumes O especialista chinês destaca que a sensação de normalidade se repete em todo o país e que cada vez menos pessoas com máscaras são vistas nas ruas do país asiático. Para os mais de 20 milhões de habitantes de Pequim, capital do país, não é mais obrigatório o uso de máscaras, por exemplo. Uma 'vitória' do governo E também simboliza uma vitória do governo chinês. Vincent Ni, um especialista em China do serviço mundial da BBC, aponta que de fato o governo chinês pode estar usando Wuhan para fins de propaganda, mas a campanha é "baseada em fatos", que "mostram que a situação tem melhorado". "Isso, por um lado, mostra que a situação melhorou significativamente, mas, por outro lado, pode ser uma espada de dois gumes, porque o vírus não desapareceu, não temos uma vacina eficaz no momento e, se as pessoas baixarem a guarda, uma segunda onda pode ser catastrófica." Segundo projeções do Fundo Monetário Internacional, a China será a única grande economia mundial a registrar crescimento neste ano, com expansão de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Embora a indústria do turismo pareça estar vendo luz no fim do túnel, outros setores da economia e, principalmente, a renda das populações mais vulneráveis ​​sofreram um forte golpe nos últimos meses. "O governo central está tentando colocar a economia de volta nos trilhos, mas os jovens nas grandes cidades não conseguem empregos e nem têm mais dinheiro para pagar o aluguel, então há uma nova tendência de que muitos estão abandonando as cidades", explica Vivian Hu. "Muitas pessoas podem estar viajando por toda a China, mas é inegável que a sombra do coronavírus ainda existe. As pessoas sabem disso, mas tentam fazer o dia a dia voltar ao normal. É uma boa intenção, mas leva tempo e é verdade que é difícil obter um relato objetivo do que realmente está acontecendo." Vídeos: Viagem e turismo

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Papel mundial dos EUA em jogo na eleição presidencial

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

Esta eleição presidencial nos Estados Unidos é a mais importante desde 1932, quando Franklin Roosevelt se tornou presidente, nas profundezas da Depressão. Depois de muitas tentativas e erros, Roosevelt salvou a democracia, no seu país e no mundo. A reeleição de Donald Trump desfaria boa parte desse legado, se não todo ele. Mas a derrota dele não representaria o fim do perigo. Caso ela aconteça, também será necessária uma transformação na política dos Estados Unidos.
Leia mais (10/27/2020 – 02h00)

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Conheça as estratégias econômicas da China para a retomada pós-pandemia

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

Os principais líderes da China vão mapear as políticas para o desenvolvimento econômico e social do país nos próximos cinco anos em reunião nesta semana. A nova estratégia de "dupla circulação" do líder chinês Xi Jinping deve guiar a retomada pós-pandemia.
Leia mais (10/27/2020 – 08h00)

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Como o novo marco traça um futuro promissor para startups brasileiras

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

As startups são conhecidas mundialmente pelas suas bases tecnológicas e modelos de crescimento rápido e escalável. Aqui no Brasil, Neon, Loggi, iFood e Quinto Andar são alguns exemplos que estão mudando as dinâmicas de mercado. Mesmo distante de mercados já maduros em termos legislativos, jurídicos e de financiamento desse tipo de empresas ?como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha?, há um cenário promissor em prol das startups.
Leia mais (10/27/2020 – 08h00)

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Organizações criam guia contra abuso no uso de reconhecimento facial

quarta-feira, 28 outubro 2020 por tag3

O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) e o Internet Lab lançam nesta terça-feira (25) um guia de boas práticas a empresas que adotam a tecnologia de reconhecimento facial, cada vez mais disseminada nos setores público e privado.
Leia mais (10/27/2020 – 08h00)

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