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Nicki Minaj dá à luz seu primeiro filho

quinta-feira, 01 outubro 2020 por Administrador

Segundo o site TMZ e a revista People, o bebê da rapper com Kenneth Petty nasceu nesta quarta-feira (30), em Los Angeles. Nicki Minaj anuncia gravidez Reprodução/Instagram/NickiMinaj Nicki Minaj deu à luz seu primeiro filho. De acordo com o site TMZ e a revista People, o bebê da rapper com Kenneth Petty nasceu nesta quarta-feira (30), em Los Angeles. Ainda não há informações sobre sexo e nome do bebê. Nick Minaj anunciou que estava grávida em julho. A rapper americana publicou uma foto com a mão na barriga e a hashtag #preggers (uma gíria para grávida) no perfil do Instagram. Conhecida por fazer anúncios polêmicos, a cantora de 37 anos disse no ano passado que planejava se aposentar da carreira artística para "ter uma família". Initial plugin text Cantora Nicki Minaj cancela show na Arábia Saudita

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ABL divulga nota de repúdio a vídeos em que livros de Paulo Coelho são queimados

quinta-feira, 01 outubro 2020 por Administrador

'Dar fogo aos livros traduz um símbolo de horror. Evoca um passado de trevas', diz a ABL. 'O Brasil precisa de livros, bibliotecas e leitores. A linguagem do ódio é redundante e perigosa', também diz a nota. Paulo Coelho Reprodução/TV Globo A Academia Brasileira de Letras (ABL) divulgou nesta quinta-feira (1) uma nota de repúdio após a divulgação de dois vídeos de pessoas queimando livros de Paulo Coelho, escritor que faz parte da instituição. "Dar fogo aos livros traduz um símbolo de horror. Evoca um passado de trevas. Como esquecer a destruição das bibliotecas de Alexandria e Sarajevo, os crimes de Savonarola e as práticas do nacional-socialismo?", diz a nota (leia o texto completo abaixo). Paulo Coelho já havia usado o Twitter para rebater comentários de um dos vídeos. Nas imagens, uma mulher aparece arrancando as páginas das obras do autor enquanto outra grava e questiona o que ela está fazendo. Ao fundo, um homem coloca fogo nas folhas arrancadas. Paulo Coelho respondeu a um internauta que compartilhou o vídeo e escreveu: "Desmonetizaram o Paulo Coelho". "Não. Primeiro compraram, depois queimaram. E o bigodinho do cara não deixa esconder a origem da ideia…", rebateu o autor. Initial plugin text Leia a nota completa da ABL: "A Academia Brasileira de Letras sempre lutou pela defesa e difusão do livro em nosso país. Ampliou intensamente sua missão durante a pandemia, multiplicando esforços, ampliando protocolos e abrindo frentes de diálogo para amainar as dores do presente, levando o livro aos rincões mais distantes do Brasil. Optou, dentre outros, pelos povos indígenas e quilombolas, comunidades carentes e ribeirinhos da Amazônia, bibliotecas comunitárias, hospitais, centros de formação e lares de longa permanência. Assim, pois, a Academia Brasileira de Letras não poderia não repudiar, com veemência, o gesto incivil da queima dos livros do Acadêmico Paulo Coelho, a quem prestamos solidariedade. Dar fogo aos livros traduz um símbolo de horror. Evoca um passado de trevas. Como esquecer a destruição das bibliotecas de Alexandria e Sarajevo, os crimes de Savonarola e as práticas do nacional-socialismo? O Brasil precisa de livros, bibliotecas e leitores. A linguagem do ódio é redundante e perigosa. Devemos promover, sem hesitação, os marcos civilizatórios e a cultura da tolerância." GloboNews Literatura entrevista o escritor Paulo Coelho

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Anitta e mais brasileiros concorrem ao Grammy Latino; veja lista de indicados

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

'Rave de Favela' concorre na categoria Melhor Canção 'Urban' da premiação. Nomes dos vencedores serão anunciados em 19 de novembro. Capa do single 'Rave de favela', de Anitta com MC Lan e Major Lazer Divulgação O Grammy Latino anunciou nesta terça-feira (29) os indicados para as 53 categorias da 21ª edição da premiação. "Rave de Favela", parceria entre Anitta, Tynashe Beam, Diplo, Eric Alberto-Lopez, MC Lan & Tropkillaz, aparece na lista de Melhor Canção "Urban". Já o disco de Céu Apká! aparece como Melhor Álbum de Engenharia de Gravação. Outros brasileiros indicados nas categorias gerais da premiação são BaianaSystem & Tropkillaz (Melhor Vídeo Musical Versão Curta) além de Caetano Brasil e Yamandu Costa (ambos na categoria Melhor Álbum Instrumental). A Academia também anunciou os indicados das categorias exclusivas de Língua Portuguesa. Vitor Kley com Samuel Rosa ("A Tal Canção Pra Lua"), João Bosco ("Abricó-De-Macaco"), Emicida com Majur & Pabllo Vittar ("Amarelo"), Elza Soares & Baianasystem com Virgínia Rodrigues ("Libertação") e Céu ("Pardo") disputam a categoria Melhor Canção em Língua Portuguesa. Os nomes dos vencedores serão anunciados em uma cerimonia que será transmitida em 19 de novembro. Confira lista completa de indicados. Veja lista de categorias com brasileiros indicados ao Grammy Latino 2020: Melhor Canção "Urban" Adicto – Anuel Aa Y Ozuna Muchacha – Gente De Zona Y Becky G Rave De Favela – Mc Lan, Anitta, Beam E Major Lazer Rojo – J Balvin Yo X Ti, Tu X Mi – Rosalía & Ozuna Melhor Álbum De Engenharia De Gravação Aire – Jesse & Joy Apká! – Céu Quimera – Alba Reche Sublime – Alex Cuba 3:33 – Debi Nova Melhor Vídeo Musical Versão Curta Saci – Baianasystem & Tropkillaz Rojo – J Balvin Cubana – Bivolt Para Ya – Porter Tkn – Rosalía & Travis Scott Melhor Álbum Instrumental Plays Daniel Figueiredo – Leo Amuedo Cartografias – Caetano Brasil Sotavento – Compasses Festejo – Yamandu Costa Featuring Marcelo Jiran Terra – Daniel Minimalia Melhor Canção Em Língua Portuguesa A Tal Canção Pra Lua – Vitor Kley & Samuel Rosa Abricó-De-Macaco – João Bosco Amarelo – Emicida Feat Majur & Pabllo Vittar) Libertação – Elza Soares & Baianasystem Feat Virgínia Rodrigues Pardo – Céu Melhor Álbum De Música De Raízes Em Língua Portuguesa Veia Nordestina – Mariana Aydar Aqui Está-Se Sossegado – Camané & Mário Laginha Acaso Casa Ao Vivo – Mariene De Castro E Almério Targino Sem Limites – Targino Gondim Obatalá – Uma Homenagem A Mãe Carmen – Grupo Ofa Autêntica – Margareth Menezes Melhor Álbum De Música Sertaneja #Isso É Churrasco – Fernando & Sorocaba Origens – Paula Fernandes Livre – Vol. 1 – Lauana Prado Churrasco Do Teló Vol. 2 – Michel Teló Por Mais Beijos Ao Vivo – Zé Neto & Cristiano Melhor Álbum De Música Popular Brasileira O Amor No Caos Volume 2 – Zeca Baleiro Belo Horizonte – Toninho Horta & Orquestra Fantasma Bloco Na Rua – Ney Matogrosso Planeta Fome – Elza Soares Caetano Veloso & Ivan Sacerdote – Caetano Veloso & Ivan Sacerdote Melhor Álbum De Samba/Pagode Mangueira – A Menina Dos Meus Olhos – Maria Bethânia Martinho 8.0 – Bandeira Da Fé: Um Concerto Pop-Clássico – Martinho Da Vila Samba Jazz De Raiz, Cláudio Jorge 70 – Cláudio Jorge Fazendo Samba – Moacyr Luz E Samba Do Trabalhador Mais Feliz – Zeca Pagodinho Melhor Álbum De Rock Ou De Música Alternativa Em Língua Portuguesa Amarelo – Emicida Little Electric Chicken Heart – Ana Frango Elétrico Letrux Aos Prantos – Letrux Universo Do Canto Falado – Rapadura Na Mão As Flores – Suricato Melhor Álbum De Pop Contemporâneo Em Língua Portuguesa N – Anavitória Enquanto Estamos Distantes – As Bahias E A Cozinha Mineira Apká! – Céu Guaia – Marcelo Jeneci Eu Feat Você – Melim Melhor Álbum De Música Cristã (Língua Portuguesa) Catarse: Lado A – Daniela Araújo Reino – Aline Barros Profundo – Ministério Mergulhar Maria Passa À Frente – Padre Marcelo Rossi Memórias Ii – Eli Soares

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Promessa do forró, cantor Litto Lins lança single ‘200% saudade’

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Nova música de trabalho está disponível nas plataformas digitais e tem clipe no YouTube. Longe dos palcos por causa da pandemia do novo coronavírus, o cantor Litto Lins lançou durante a quarentena o single "200% saudade". A nova música de trabalho está disponível em todas as plataformas digitais. O artista potiguar também divulgou o clipe oficial no YouTube (veja abaixo). Considerado uma das promessas musicais da atualidade no meio forrozeiro, Litto Lins pretende lançar mais duas músicas este ano e um novo álbum em 2021. Instrumentista e compositor, Litto iniciou seu projeto em 2019, com a proposta de trazer músicas autorais com letras de qualidade ao gênero do forró. No mesmo ano, gravou o DVD "Forró na Essência", no qual resgatou grandes sucessos do forró e fez alusão aos seus compositores, peças importantes nesse cenário. Também lançou dois EP's e dois singles. Na música "Disfarçadamente", contou com a participação de Jonas Esticado. Litto Lins lança clipe de "200% saudade" Divulgação As produções musicais de Litto Lins são assinadas por Ranieri Mazilli, compositor que tem na carreira hits gravados por Wesley Safadão, como "Tentativas em vão", "Coração machucado", "Escravo do amor", "Só Freud explica" e "Eu fui clonado". Litto, por sinal, iniciou sua aptidão musical ainda quando criança por influência de seu pai. Ouviam e cantavam músicas de Luiz Gonzaga, sendo este uma forte influência, mas, se tornou fã de carteirinha de Wesley Safadão, que virou referência no gênero.

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‘O Rei Leão’ vai ter continuação dirigida por Barry Jenkins

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Sequência do filme de 2019, com diretor de 'Moonlight', ainda não tem previsão de estreia. Mufasa e Simba em cena de 'O Rei Leão' Divulgação A versão realista de "O Rei Leão" (2019) vai ganhar uma continuação dirigida por Barry Jenkins, de "Moonlight" (2016). A sequência realizada com computação gráfica ainda não tem previsão de estreia. "Ao ajudar minha irmã a criar dois meninos jovens durante os anos 1990, eu cresci com esses personagens", afirmou em comunicado o cineasta, que ganhou o Oscar de melhor filme em 2017 por "Moonlight". "Ter a oportunidade de trabalhar com a Disney para expandir esse conto magnífico de amizade, amor e legado enquanto avanço com meu trabalho de narrar as vidas e almas do povo dentro da diáspora africana é um sonho que se torna realidade." A versão realista de 2019 dirigida por Jon Favreau arrecadou mais de US$ 1,6 bilhão em bilheterias ao redor do mundo. O estúdio não falou sobre a história da sequência, mas fontes da revista "Variety" e do site Deadline afirmam que o filme vai ter uma parte dedicada à origem de Mufasa, pai do protagonista Simba.

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Danilo Mesquita e Ravel Andrade caminham com Milton Nascimento no duo Beraderos

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Cantor apadrinha os artistas e participa de um dos singles autorais que o grupo lança a partir de outubro. ♪ Danilo Mesquita e Ravel Andrade são mais conhecidos como atores, mas também cantam, tocam violão e compõem. Juntos, eles estão em cena desde julho de 2018 como integrantes do projeto musical Beraderos. Nessa rota musical, os caminhos do baiano Danilo e do gaúcho Ravel passam por Minas Gerais e se cruzam com o de Milton Nascimento. Apadrinhado por Milton, o duo Beraderos já se apresentou em casas de shows da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com eventuais incursões também pelo circuitos paulistano e mineiro. Como a indústria de shows ainda funciona em marcha lenta por conta da pandemia do covid-19, Beraderos se dedica a ampliar a discografia a partir de outubro com série de singles autorais, desenvolvendo obra fonográfica iniciada em dezembro de 2019 com a edição do single Flor de laranjeira (Ravel Andrade e Rafael Losso). Felicidade, segundo single do Beraderos, desembarca nas plataformas de áudio na quinta-feira, 1º de outubro, com a gravação da música de autoria de Danilo e Ravel. Caminhar, o terceiro single, tem lançamento estrategicamente programado para 26 de outubro, dia do 78º aniversário de Milton Nascimento. Capa de 'Felicidade', segundo single do duo Beraderos Divulgação O cantor se junta a Danilo e a Ravel na interpretação de Caminhar (Danilo Mesquita e Ravel Andrade), música que faz parte da primeira safra de canções do duo ao lado de composições como Arvoredo (Ravel Andrade, Rafael Garcia e Danilo Mesquita), Hortinha (Ravel Andrade), Justo eu (Ravel Andrade) e Me pega (Danilo Mesquita e Ravel Andrade) – todas disponíveis no canal oficial do Beraderos no YouTube em registros ao vivo de shows. Essas músicas já existem desde 2018, mas as gravações a serem apresentadas em singles – através de parceria do selo Nascimento Música com a gravadora Biscoito Fino – foram feitas entre 2019 e 2020 com o toque da banda formada pelos músicos Alexandre Primo Ito (baixo) e Simon Béchemin (fagote). Baixista da banda de Milton Nascimento desde 2015, Alexandre Primo Ito é o produtor musical dessas gravações, também tendo atuado como arranjador das canções do Beraderos em função dividida com o Simon Béchemin (músico de origem francesa) e com Danilo e Ravel. A propósito, o Beraderos se apresenta como grupo, embora o foco das atenções recaia inevitavelmente sobre a dupla formada por Danilo Mesquita e Ravel Andrade, criadores do projeto musical.

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Músicas para descobrir em casa – ‘Encontro’ (Paulinho da Viola, 1968) com Paulinho da Viola

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Capa de 'Paulinho da Viola', álbum de 1968 em que o artista apresentou o samba 'Encontro' Pedro de Moraes ♪ MÚSICAS PARA DESCOBRIR EM CASA – Encontro (Paulinho da Viola, 1968) com Paulinho da Viola ♪ Lançado em 1968 pela gravadora Odeon, o primeiro álbum solo de Paulinho da Viola foi batizado com o nome desse refinado cantor, compositor e músico carioca que entrou em cena em 1960 no bloco carnavalesco Foliões da Rua Anália e que começou a ganhar certa projeção a partir de 1964. O álbum foi pautado por pomposos arranjos orquestrais. Criados pelos maestros Lindolpho Gaya (1921 – 1987) e Nelson Martins dos Santos (1927 – 1996), o Nelsinho, esses arranjos por vezes contrastaram no disco com a natureza geralmente íntima do cancioneiro autoral de Paulinho. Contudo, um dos sambas mais lindos – e menos conhecidos – do compositor apareceu nesse álbum em arranjo em que o maestro Nelsinho deu a devida ênfase somente ao toque do violão de Paulinho da Viola. Trata-se de Encontro, samba da lavra solitária do compositor. Nunca mais abordado por Paulinho, Encontro é samba interiorizado em que o compositor exprime o arroubo da paixão súbita por mulher de nome ignorado pelo apaixonado. O amor à primeira vista bate forte no peito comprimido do eu-lírico do samba. Encontro se desenrola em tom melancólico – tônica na obra do artista, como ficaria evidente nos anos 1970, década áurea da produção autoral do compositor –com doses de lirismo romântico quando o apaixonado enfim se revela diante da musa da paixão sem fazer gênero por saber que nada tem além da viola e do arrebatamento. “Meu pobre samba é a rosa que penso te oferecer”, canta Paulinho da Viola, em um dos versos de Encontro que exemplificam a sensibilidade lírica da letra. Esquecido no álbum Paulinho da Viola, o samba Encontro mereceu somente uma regravação desde 1968. Foi a feita pela cantora paulistana Ilana Volcov – voz revelada no grupo Barbatuques – no primoroso álbum Banguê (2010). Com letra e (bela) melodia em simbiose, o samba Encontro é música que merece ser descoberta, inclusive pelo próprio Paulinho da Viola. ♪ Ficha técnica da Música para descobrir em casa 38 : Título: Encontro Compositor: Paulinho da Viola Intérprete original: Paulinho da Viola Álbum da gravação original: Paulinho da Viola Ano da gravação original: 1968 Regravações que merecem menções: a da cantora Ilana Volcov no álbum Banguê (2010). ♪ Eis a letra da música Encontro : “Guardei o teu olhar, mas teu nome eu não sabia E a vida para mim Começou naquele dia Eu andava pelas ruas Te sonhando, te esperando Te sentindo em cada samba Que do coração tirei Teu nome era segredo, mas ninguém quis me dizer E o mundo não sabia o quanto eu esperei 'Alô, Alô, é o moço que canta samba Sou eu a moça da festa Tenho em meu nome Maria Tenho andado em tua vida, pelo que ouço dizer Faz um samba com meu nome Que eu me encontro com você' Alô, alô, respondi 'farei agora' Por favor, não vai embora que eu preciso te dizer Que a não ser minha viola não tenho muito na vida Meu pobre samba é a rosa que penso te oferecer Guardei o nosso encontro, teu sorriso, teus encantos E procurei todo mundo pra contar o que senti Cantei o meu samba em teu nome E vi no mundo o espanto A ninguém guardei segredo Do amor que consegui A ninguém guardei segredo Do amor que consegui Guardei o teu olhar, mas teu nome…”

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‘Libelu – Abaixo a ditadura’ lembra grupo que desafiou regras à esquerda e à direita nos anos 70

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Movimento surgido na USP que combateu o regime militar e rompeu com modelos culturais da época é tema de documentário exibido nesta quarta-feira (30) no festival É Tudo Verdade. Cartaz do filme 'Libelu – Abaixo a ditadura' Divulgação Uma balbúrdia bem organizada. Esse pode ser resumo de "Libelu – Abaixo a ditadura", documentário sobre um grupo de estudantes que enfrentou o regime militar e desafiou modelos de comportamento na oposição na década de 1970, de forma arrojada na política e na cultura. O filme estreia nesta quarta-feira (30), no festival de documentários É Tudo Verdade, que acontece online neste ano. A exibição é às 21h, com acesso gratuito na plataforma Looke. O grupo Liberdade e Luta surgiu em 1976, na Universidade de São Paulo (USP), e ganhou o apelido "Libelu" de outros estudantes de esquerda que os viam como inconsequentes. Os grupos mais sisudos estranhavam os cartazes irreverentes, as festas com rock e os discursos atrevidos. O documentário é construído com entrevistas dos membros hoje em dia no Prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. O diretor estreante Diógenes Muniz investiga as histórias da época e a perspectiva atual dos ex-estudantes que seguiram caminhos diversos. Prédio da faculdade de arquitetura da USP nos anos 1970. No mesmo local foram gravadas as entrevistas do filme Libelu – Abaixo a ditadura Divulgação / Libelu – Abaixo a Ditadura Entre os ex-Libelu que contam suas histórias no filme estão o economista Eduardo Giannetti, o cientista político Demétrio Magnoli, a jornalista Laura Capiglione, o crítico gastronômico Josimar Melo e o jornalista e músico Cadão Volpato. O jornalista Reinaldo Azevedo, que fez parte do grupo, mas não participou tão ativamente quanto os outros, também aparece. O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que liderou atividades do Libelu em Ribeirão Preto (SP), é o único que fala de casa, em prisão domiciliar. Balbúrdia com base As histórias contadas no filme revelam como o grupo que dava as melhores festas e era acusado se ser imprudente tinha, na verdade, disciplina e reflexão avançada. Josimar Melo conta de como propôs levar o grito "abaixo a ditadura" de volta aos protestos após o período mais duro de repressão após o Ato Institucional nº 5. Os outros grupos de estudantes julgavam que ainda não era a hora. Mas o grito teve apoio na rua. Cadão Volpato descreve experimentos nas táticas de manifestações. Algumas vezes os opositores se uniam aos gritos de "abaixo a ditadura" por pouco tempo e depois se dispersavam, em vários pequenos protestos que não davam chance de a polícia agir. Eram atos de coragem, mas também partiam de uma leitura do contexto de que, mesmo com o medo e o trauma da luta armada, o regime não tinha tanta força para realizar o mesmo tipo de repressão de uma década atrás. O filme mostra como a maior parte dos membros foi saindo da militância aos poucos, e trilhando carreiras em outras áreas, até no campo ideológico oposto. Mesmo por pouco tempo, assim como os protestos-relâmpago descritos por Cadão Volpato, o Libelu foi uma ousadia bem-sucedida. O documentário é uma produção e distribuição da Boulevard Filmes em coprodução com Canal Brasil, Globo Filmes e Globo News. Cena de 'Libelu – Abaixo a ditadura' Divlugação – Libelu – Abaixo a Ditadura

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Da detenção ao estrelato, Orochi conta como fez ‘da queda trampolim’ para virar ídolo do rap

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Cantor carioca encabeça bom momento do trap nacional, ao lado de Xamã e Matuê. Mas diz que falta investimento no gênero: 'Nível do Brasil ainda é inferior por uma questão de infraestrutura'. O rapper Orochi Pedro Darua / Divulgação O rapper Orochi estava a caminho de um show quando foi parado pela Polícia Rodoviária e acabou detido por porte de drogas e desacato a autoridades, em março de 2019. Na época, ele já era conhecido no meio do hip hop, mas o episódio foi o início de um ponto de virada, que acabou tornando o cantor famoso muito além da bolha do gênero. Levado à delegacia e liberado em seguida, ele demorou pouco mais de uma semana para lançar “Balão”, música que faz referência ao caso e a informações falsas com seu nome, que circularam na imprensa. Foi seu primeiro grande hit. Até hoje o clipe é o mais visto dele no YouTube, com mais de 115 milhões de visualizações. “Estava passando por um momento muito forte da minha vida, uma transição complicada. Estava perdendo meu avô, a mídia estava tentando me colocar como errado…”, lembra, em entrevista ao G1. “Foi uma música fácil de escrever porque estava sentindo muita coisa, estava revoltado.” “Fiz da queda trampolim. Às vezes a gente tem que agradecer até as coisas que não são tão boas. Essa música salvou minha vida, salvou minha família.” Celebridade “Balão” é uma das faixas do álbum de estreia do rapper, “Celebridade”, um conceito que Orochi passou a conhecer bem. 'Celebridade' é o álbum de estreia de Orochi Divulgação Aos 21 anos, ele é um dos símbolos de uma geração de artistas que nunca dependeu do rádio ou de aparições na TV para fazer sucesso. Fez seu nome nas batalhas de rima em São Gonçalo, no Rio. Em 2015, com apenas 16 anos, conquistou o título de campeão nacional de freestyle. Depois, participou de dois dos projetos audiovisuais mais populares do rap, o Poetas no Topo, em 2017, e Poesia Acústica, no ano seguinte. Mesmo antes do primeiro disco, Orochi já acumulava uma legião de seguidores nas redes sociais. Hoje são 3,5 milhões no Instagram e mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, números que lhe proporcionam uma rotina de ostentação que ele faz questão de narrar nas músicas. “Celebridade” é um disco que fala das vitórias do rapper. E, por causa disso, também é sobre se tornar um modelo para outros jovens da periferia. “Eles olham pra gente como se fossemos heróis. Nos tornamos um estilo de vida, que pode ser um caminho para o menor não ir para a boca de fumo”, diz. O álbum foi pensado para consolidar o repertório de um show do rapper, mas saiu justamente quando as apresentações ao vivo foram suspensas por causa da pandemia do coronavírus. “Pensamos em adiar, mas chegamos à conclusão de que poderia ser uma jogada boa, uma novidade para as pessoas ouvirem em casa. E deu certo.” Seis meses de quarentena depois, “Celebridade” se tornou uma das pedras fundamentais do trap nacional. Ao lado de Xamã e Matuê, que também têm trabalhos recentes bem-sucedidos (os discos “O iluminado” e “Máquina do tempo”, respectivamente), Orochi encabeça um bom momento do subgênero do rap de batidas mais arrastadas e graves no país. Popular há vários anos nos Estados Unidos, o trap tem ido além das referências estrangeiras para encontrar um caminho mais brasileiro. Mas ainda falta investimento, na opinião do rapper. “O nível do Brasil ainda é inferior por uma questão de infraestrutura. Um evento nos EUA tem uma estrutura muito maior”, avalia. “Mas já somos referência. É o que sempre digo: a gente é gringo para os gringos. Quando todo mundo entender isso, vamos ter mais caminhos pra trilhar.”

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Shannen Doherty fala sobre luta contra câncer e diz valorizar cada pequeno momento

quarta-feira, 30 setembro 2020 por Administrador

Em entrevista à revista Elle, atriz de 'Barrados no Baile' cita que se sente uma pessoa saudável e fala sobre planos para deixar mensagens para a família. Shannen Doherty em cena da nova série "90210", que tem o elenco original de "Barrados no Baile" Reprodução/INstagram/ShannenDoherty Shannen Doherty falou sobre sua luta contra o câncer. Em entrevista à revista Elle, a atriz que tem um câncer considerado metastático em estágio IV, diz se sentir uma pessoa saudável e que não está pronta para se despedir. "E me sinto com uma pessoa muito, muito saudável. É difícil encerrar suas coisas quando você sente que ainda vai viver por mais 10 ou 15 anos", disse a atriz após citar que não sentou para escrever cartas para seus familiares. "Têm algumas coisas que eu preciso fazer. Há coisas que preciso dizer para a minha mãe. Quero que meu marido saiba o que ele significa para mim." Ela contou que pensa em fazer alguns vídeos com mensagens para que eles assistam após sua morte. "Mas sempre que chega a hora de fazer isso, parece tão definitivo. Isso parece que você está despedindo, e eu não estou me despedindo". A atriz contou que está desenvolvendo diversos projetos, incluindo um novo programa de TV e estudando maneiras de usar sua visibilidade para para dar voz a outros pacientes com câncer de mama metastático. "Eu tenho muita vida em mim", afirmou. Ela ainda citou que tenta "valorizar todos os pequenos momentos que a maioria das pessoas realmente não vê ou não dá valor". Initial plugin text "As pequenas coisas ganham outra proporção para mim. Temos esse poço infinito dentro de nós, e trata-se apenas de continuar cavando em busca de força para encarar a adversidade — e para que também possamos ver toda a beleza." Em fevereiro de 2020, Shannen Doherty revelou que estava com câncer novamente durante entrevista ao programa "Good Morning America". Emocionada, a atriz disse não está sendo fácil lidar com a volta da doença. "Ainda não processei isso", afirmou. Ela foi diagnosticada pela primeira vez com câncer de mama em 2015, mas a doença se espalhou pelos gânglios linfáticos. No ano seguinte fez uma mastectomia e passou por sessões de quimioterapia e radioterapia.

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