Simon Fuller, do Now United, fala de planos: turnê maior no Brasil, fãs no grupo e produtores daqui
Ao G1, empresário que criou o Now United elogia Any Gabrielly e explica como mercado brasileiro virou 'prioridade número um'. Contrato com marca de desodorante ajudou na escolha. Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls Reprodução/Instagram do grupo Simon Fuller, empresário de 60 anos, criou o Now United do zero. A empresa dele que selecionou integrantes, compositores, produtores, coreógrafos. O ex-empresário das Spice Girls e criador do "American Idol" tem poder de decisão quando o assunto é o grupo de pop global mais amado por brasileiros e brasileiras em idade escolar. Então, como será o futuro do grupo? "2021 será o melhor ano para o Now United. Eu adoraria imaginar que nossos jovens uniters podem se tornar membros reais do grupo. Esse seria o meu sonho", responde Simon ao G1 (saiba mais do Now United no podcast abaixo). Ele também tentou explicar por que o Now United tem mais fã por aqui do que em qualquer outro lugar do mundo, considerando dados do YouTube e do Spotify. Segundo ele, o mercado brasileiro sempre foi prioridade. Um dos principais contratos de patrocínio do grupo previa grande investimento no Brasil, o que ajudou nessa escolha. Você já deve ter visto um desodorante com a marca do Now United por aí. "Isso nos permitiu visitar o Brasil mais do que qualquer outro país", explica Simon. Embora o patrocínio da Unilever seja "global", o mercado brasileiro é muito visado. O carisma de Any Gabrielly, a integrante brasileira do grupo, e a turnê no Brasil também teriam dado uma mãozinha para fazer o público daqui crescer tanto nos últimos meses. "Any é um talento incrível, pode cantar e dançar. Ela compreendeu totalmente o conceito Now United", elogia o chefe. "Finalmente, os shows no final do ano passado nos aproximaram ainda mais de nossos fãs incríveis. O Brasil é parte essencial da história do Now United." Turnê brasileira em 2021? Os 5 passinhos de Kyle Hanagami no Now United Any foi a integrante mais nova selecionada pelo time de Simon. "Ela tinha 15 anos e estávamos procurando membros com mais de 16." "No entanto, seu talento, entusiasmo e compreensão do que eu estava procurando tornaram impossível para eu ignorá-la. Ela é uma garota excepcional e talentosa. Ela pode ser uma das melhores do mundo." Simon também garantiu que o Now United fará uma turnê brasileira maior em 2021. “Você precisa combinar um plano digital inovador e focado com uma presença física apaixonada e comprometida”, ensina. Embora tenha Any na formação, não há outros profissionais brasileiros da música no projeto. Há algum interesse neles? "Estou muito interessado em trabalhar com compositores e produtores do Brasil. O nível de talento no Brasil é surpreendente", responde ele. Now United Divulgação
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Jakson Follmann foca na música e planeja turnê para 2021, mas sem exagero na quantidade de shows
Ao G1, ex-goleiro da Chapecoense falou sobre planos e comparou carreiras de jogador e cantor. 'Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo.' Jakson Follman fala sobre carreira musical e planos para 2021 "Eu sempre tive dois grandes sonhos." É com essa frase que o ex-goleiro Jakson Follmann começa a falar sobre seu ingresso na carreira musical após aposentadoria precoce dos campos. "O primeiro, consegui concretizar, que foi me tornar um jogador de futebol, atleta profissional. E em todos os clubes que, passei, sempre estive com meu violão." Em 2016, quando defendia a Chapecoense, Follmann sobreviveu a um acidente aéreo que vitimou a maior parte da equipe. Ele sofreu várias lesões, amputou uma das pernas e passou 56 dias internado em hospitais. Nesta fase, conta, começou a dar valor as coisas simples da vida. "O fato de você conseguir colocar um calçado fechado, de você dar os primeiros passos, poder abraçar as pessoas que você mais ama em pé… essas coisas simples que realmente fazem uma diferença muito grande." E esse aprendizado Folmann carrega pra sua carreira musical, que inicia agora uma nova fase, depois de passar pelo período do som entre amigos e, também, pela vitória do programa "Popstar", em 2019. "Quis o destino que eu pudesse dar os primeiros passos no segundo sonho." Jakson Follmann durante participação no "Popstar" Globo/Rafael Lima Durante a quarentena, Jakson lançou seu primeiro single, "Dois passarinhos", que veio acompanhado de um videoclipe com a participação da mulher e do filho. A faixa estará no EP de estreia do artista, gravado durante o isolamento. O álbum trará, além de canções sertanejas, a música "Tente outra vez", de Raul Seixas. Foi com ela que Follmann estreou no reality musical e emocionou o público. "Ela se tornou uma música muito importante pra mim. É uma música que me fortaleço cada vez que eu ouço, cada vez que eu canto, então ela não teria como ficar de fora nesse momento novo da minha vida." Durante a quarentena, Follmann também fez sua primeira live. E agora anseia pela chegada de 2021, para quando planejou sua primeira turnê musical. "Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo", diz o ex-jogador. O planejamento inclui apresentações somente em teatro e deve visitar de 9 a 12 cidades. "Nada pra fazer em casa noturna, nada de loucura. A gente jamais vai fazer loucura, senão também foge de tudo o que eu falo nas minhas próprias palestras." Jakson Follmann durante apresentação de sua primeira live Baxo Correa/Divulgação G1 – Foi a vitória no "Popstar" que te despertou para a carreira musical? Jakson Follmann – Na verdade, eu sempre tive dois grandes sonhos. O primeiro, consegui concretizar, que foi me tornar um jogador de futebol, atleta profissional. E em todos os clubes que passei, sempre estive com meu violão. Então nos churrascos, com os atletas, a gente acaba sempre cantando, tocando violão, porque a música sempre me acompanhou. Lógico que veio o primeiro sonho, mas a paixão sempre continuou pela música. Aí quis o destino que eu pudesse realizar, dar os primeiros passos no segundo sonho. O programa foi um desafio muito gostoso e foi muito legal porque eu pude me reinventar fora do esporte. Pude me reconstruir fora do esporte, isso foi muito importante pra minha vida. G1 – Você já pensava na carreira musical para o momento que se aposentasse dos campos? Jakson Follmann – Pensar, pensar, não estava muito ainda em mente, porque, poxa, eu tinha 23 para 24 anos quando me acidentei, quando tive que encerrar minha carreira. Então eu tinha no mínimo mais uns 15 anos de carreira. Tinha muita coisa ainda pra acontecer até me aposentar dos gramados. Mas quis o destino me dar essa oportunidade depois de tudo o que aconteceu. Claro que é muito recente, está no começo, mas estou muito feliz de estar começando a dar os primeiros passos. G1 – Quando você venceu o 'Popstar', falou sobre 'as pequenas conquistas a cada domingo'. Atleta costuma ser mais competitivo, mais agressivo, digamos assim, nas conquistas… O acidente ressignificou sua forma de ver cada vitória? Jakson Follmann – Com certeza. Sempre falo que ainda corre nas minhas veias o sangue de atleta, que é aquela coisa que a gente vai e quer vencer, que estar nas cabeças. Eu sou assim na minha vida, nas minhas oportunidades e tudo. E isso quem me mostrou, quem me fez ser assim, foi o esporte. Quando entrei no programa, eu te confesso que o desafio era gigantesco. Meu principal concorrente durante todo o programa era eu mesmo, saber me portar perante as câmeras, perante ao público. Era tudo muito novo pra mim. Então era muito legal porque cada conquista do programa vinham as lembranças da semana, ensaiando no meu quarto, dentro da minha casa, mais tranquilo, da minha forma simples, que é o meu jeito. Por isso que falo muito das coisas simples também pelo fato que elas fizeram uma diferença muito grande pra mim depois do acidente. Tive complicações enormes no meu corpo, tive treze fraturas. Então o fato de você conseguir colocar um calçado fechado, de você dar os primeiros passos, poder abraçar as pessoas que você mais ama em pé… essas coisas simples que realmente fazem uma diferença muito grande. A maioria das vezes a gente só se dá conta das coisas simples da vida quando está no leito de um hospital. A gente para realmente pra pensar o tem valor nessa nossa vida, que é tão intensa, tão corrida. Pra mim era tão corrido. Hoje sou um cara que procuro focar, relaxar, respirar e, volto a dizer, valorizar muito essas coisas simples. Jakson Follmann durante sua primeira live Baxo Correa G1 – Enquanto você foi falando, só pensei que você deve estar tirando de letra o isolamento dessa quarentena depois de todo esse aprendizado com o acidente… Jakson Follmann – (risos). Eu fiquei 56 dias nos hospitais, praticamente fiquei só dentro do quarto. E lógico que cada momento, cada dificuldade que hoje o mundo todo está passando em relação ao isolamento, em relação a toda a pandemia, a gente acaba saindo com vários aprendizados. "Eu te falo que eu aprendi muito nos 56 dias hospitalizado, e aprendi muito na pandemia." Tirar de letra é uma expressão um pouco difícil, mas a gente procura trabalhar bem a cabeça, porque a gente já passou por uma situação de ficar isolado, então a gente acaba fortalecendo ainda mais. G1 – Por que escolheu o sertanejo? No programa, você cantou muitas canções nesse ritmo, mas uma das apresentações que mais emocionou o público, talvez por sua história, foi "Tente outra vez". Jakson Follmann – Eu gosto de tudo que é tipo de música, eu gosto de uma boa música. Eu sempre falo que gosto de músicas que tem um significado na letra. A música realmente transforma vidas, ela muda a vida de pessoas. Eu me identifico mais com o sertanejo, com o sertanejo mais raiz. Até no meu EP são músicas mais raiz, que falam mais de interior, eu sou do interior também. G1 – Como tem sido o apoio por parte dos artistas? Jakson Follmann – Eu tenho muitos amigos cantores, sertanejos e outros ritmos, outras modalidades musicais. E graças a Deus, tive um apoio muito grande. Quando eu mostro o projeto, quando falo para as pessoas e a gente apresenta o projeto, está sendo muito bem recebido pelos cantores. E esse apoio é fundamental. Pra gente que é fã de muitos desses cantores, desses artistas, poder receber também esse carinho, não tem preço. G1 – A gente vê tanta música viralizar depois que um atleta posta ou faz dancinha em campo. O bom, no seu caso, é que você tem apoio e amigos dos dois lados, né? Jakson Follmann – É legal, porque tenho bastante amigos na música, e tenho muitos e muitos dentro do futebol. E é legal porque os amigos, os jogadores, mandam mensagem dizendo que a música está muito linda, que está muito minha cara, as pessoas que me conhecem de mais tempo. É muito legal você receber esse feedback. A gente procurou fazer músicas que pudessem atingir tudo que é tipo de público, ainda mais nesse momento que a gente está vivendo. G1 – Você iniciou a carreira musical num momento de quarentena, lançou clipe, fez live, EP, tudo nesse momento atípico de reclusão. Mas já está pronto pra ir para os palcos, pra encarar estrada, correria de agenda? Jakson Follmann – Eu estou pronto, até porque nosso projeto é um pouco diferente. Com o Prosa e Viola, que é o nome de nosso projeto, a gente vai viajar em 2021 de 9 a 12 cidades e a gente vai fazer shows em teatro. Não é show em casa noturna. Não quero fazer inúmeros shows no mês e, sim, poder fazer um show tranquilo. A gente jamais vai fazer loucura, senão também foge de tudo o que eu falo nas minhas próprias palestras. Aí volto a falar sobre as coisas simples da vida, da correria, a gente não pode querer achar que a gente tem que fazer um monte de coisa, querer abraçar o mundo, e acabar não fazendo as coisas direito. E não é isso que eu quero. G1 – Você vê semelhanças entre o mercado da bola e o mercado musical? Jakson Follmann – Cito muito que no mercado da bola você tem muito jogador bom e não tem oportunidade. E na música vejo que é muito parecido. Você tem muitos cantores bons que não tem a oportunidade de mostrar seu trabalho, seu talento. O futebol e a música estão sempre caminhando juntos. Você mesma citou jogadores que fazem gols e fazem uma dancinha de alguma música, aquela música explode. Então a música é muito conectada com o futebol. E as pessoas acabam comprando a ideia e se apaixonando ainda mais pela música e pelo futebol. G1 – E o que você leva do futebol para a carreira musical? Jakson Follmann – Eu acho que é a tranquilidade. Agora eu puxo mais para o lado do goleiro, não só do futebol, mas da posição do goleiro. O goleiro tem que ser muito frio, tranquilo. Eu sou apaixonado pela posição de goleiro. Mas é uma posição muito ingrata, porque você está ali para evitar o que o estádio todo está para ver, que é o gol. Mas não tem uma sensação melhor do que você estar jogando fora de casa e fazer uma defesa, um milagre. E todo o estádio se lamentar pelo fato de você fez aquela defesa.
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‘Mais Você’ volta para a programação da Globo em outubro
'Eu já sabia! De segunda a sexta ao vivo', celebrou a apresentadora Ana Maria Braga após anúncio. Ana Maria Braga Divulgação/Globo O "Mais Você" já tem data para retornar à programação da Globo. Segundo comunicado da emissora, o programa volta ao ar em 5 de outubro, às 9h30. Em seu Twitter, Ana Maria Braga comemorou o retorno. "Eu já sabia! De segunda a sexta ao vivo", escreveu a apresentadora após o anúncio. Initial plugin text Desde abril, Ana Maria Braga fazia participação especiais dentro do programa "Encontro com Fátima Bernardes" e gravava direto de sua casa. O retorno do "Mais Você" marca uma série de adaptações na grade da programação para acomodar a propaganda política obrigatória das Eleições municipais 2020. Também em 5 de outubro, o jornalismo começa o dia às 4h com o "Hora 1", seguido do "Bom Dia" local às 6h, e do "Bom Dia Brasil", que volta a ter uma hora de duração. "O jornalismo local, tão fundamental em época de eleições municipais, entra mais cedo no ar, às 11h45, trazendo todos os detalhes da corrida eleitoral que vai definir o futuro das cidades nos próximos quatro anos. A partir do dia 9 de outubro, o primeiro bloco de propaganda eleitoral obrigatória entra às 13h, com 10 minutos de duração, logo após o 'Globo Esporte'. À noite, o segundo bloco da propaganda política vai ao ar das 20h30 às 20h40, entre a novela das sete e o 'Jornal Nacional', com exceção das quartas-feiras, quando o 'JN' vai ao ar mais cedo, às 20h, por conta da exibição do Futebol", explica a emissora. Café com manteiga é bom? Ana Maria Braga e Louro José falam sobre a mistura inusitada
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Henri Castelli explica saída da ‘Dança dos Famosos 2020’: ‘Tive um problema no tornozelo’
Ator explicou que passou por cirurgia há dois meses após lesão e conta que médico achou melhor que ele não participasse da atração este ano: 'Para preservar a minha saúde'. Henri Castelli explica saída da ‘Dança dos Famosos’: ‘Tive um problema no tornozelo’ No último domingo (13), o "Domingão do Faustão" anunciou a formação das duplas que farão parte do quadro "Dança dos Famosos 2020" (Veja lista abaixo). Da lista de participantes divulgados inicialmente, a ausência de um deles no palco chamou a atenção. Henri Castelli ficou de fora do reality. No Instagram, o ator explicou o motivo de sua saída em uma série de vídeos. "Infelizmente, eu não vou poder participar. E por que não vou poder participar e estar com meus colegas, que tanto eu queria estar junto participando desse quadro que é tão sensacional e há 15 anos venho tentando participar e não consigo pelas novelas, pelas agendas que não estavam batendo, e esse ano estava tudo certo e eu estava muto feliz." "Eu tive um problema no meu tornozelo, um acidente dois meses atrás onde quebrei o tornozelo e fui operado aqui em São Paulo. Meu médico, junto com a direção da TV Globo, conversando com eles, acharam melhor eu não participar esse ano pra preservar a minha saúde." Henri afirmou ainda que vai acompanhar o quadro direto de sua casa e prometeu estar na atração em 2021. "Eu vou estar participando de coração, no sofá. Todo domingo vou estar assistindo vocês, meus colegas que eu queria tanto estar junto. Desejo toda sorte do mundo pra vocês. Ano que vem, vou estar junto. Se preparem." Henri Castelli no Rock in Rio Daniel Pinheiro/AgNews "Dança dos Famosos 2021" No próximo domingo (20), as mulheres do quadro iniciam suas apresentações. A primeira dança será em ritmo de baladão. Confira as duplas formadas para a Dança dos Famosos 2020: Danielle Winits e Fernando Schellenberg Isabeli Fontana e Igor Maximiliano Giullia Buscacio e Daniel Navarro Lucy Ramos e Léo Santos Luiza Possi e Daniel Norton Guta Stresser e Marcus Lobo André Gonçalves e Paula Santos Marcelo Serrado e Beatriz Larrat Felipe Titto e Brennda Martins Zé Roberto e Gabriela Baltazar Bruno Belutti e Bruna Santos
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Iza Stein, mulher de Maurício Manieri, cita ‘milagre’ ao falar sobre cantor após infarto
Cantor foi internado em um hospital de São Paulo após sentir fortes dores no peito durante uma live e foi submetido a um cateterismo. Maurício Manieri e a mulher, Iza Stein Reprodução/Instagram Iza Stein usou as redes sociais para agradecer as mensagens de apoio e carinho para o marido, Maurício Manieri, após o cantor sofrer um infarto. Manieri foi submetido a um cateterismo nesta segunda (14). O cantor foi internado na sexta-feira (11) no Hospital São Luiz, em São Caetano do Sul, após sentir fortes dores no peito durante uma live. "Gostaria de agradecer todas as mensagens de carinho com o Mau. As orações são muito bem vindas nesse momento, farão toda diferença em sua recuperação", escreveu a apresentadora. "Foi um grande susto, podemos considerar um milagre ele estar entre nós hoje… Ele é guerreiro e em breve estará de volta." Initial plugin text Segundo a assessoria de imprensa do cantor, "o procedimento foi bem-sucedido". "O cantor passa bem e está na UTI (Unidade de terapia intensiva) para acompanhamento." "Após sentir fortes dores no peito na última sexta-feira (11), depois da realização de uma live, o artista foi levado às pressas ao hospital, onde realizou vários exames. A família de Manieri agradece as mensagens e manifestações de carinho recebidas", disse a assessoria. O cantor, que completou 50 anos no último dia 10 de setembro, é casado com a apresentadora Iza Stein, com quem tem um filho de 10 anos, Marco Manieri. Turnê e lives Durante a pandemia de coronavírus, o cantor se apresentou por lives e shows em drive-ins, em Porto Alegre e São Paulo. Desde 2017, Manieri estava em turnê com o show Classics, projeto de covers do cancioneiro romântico internacional que gerou álbum em agosto de 2019. Maurício Manieri se apresenta no POA Drive-in Show
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Epic Games contra Apple: por que o jogo ‘Fortnite’ está desafiando o modelo de negócios da App Store na Justiça
Desenvolvedora de games acusa fabricante do iPhone de monopólio ilegal e taxas abusivas em pagamentos. Apple defende que loja melhora a segurança dos usuários e gera 'valor' para criadores de apps. 'Fortnite' pode ser jogado de graça, mas desenvolvedora vende itens digitais adquiridos com créditos. Compra pode ser feita fora do app, mas Apple proíbe divulgação. Divulgação A desenvolvedora de jogos Epic Games iniciou uma batalha judicial contra a Apple, alegando que a fabricante do iPhone exerce um monopólio ilegal sobre a distribuição de aplicativos para seus sistemas operacionais. No centro do embate está a taxa de 30% cobrada pela Apple em pagamentos dentro de aplicativos. O jogo "Fortnite" foi removido da App Store, do iPhone, quando foram oferecidos descontos na compra de "V-Bucks" (a moeda virtual do "Fortnite") para quem comprasse diretamente da Epic, sem a intermediação do sistema de pagamentos da Apple. De acordo com as regras da App Store, conteúdos digitais – como as personalizações do "Fortnite" – só podem ser adquiridos por intermédio do sistema da Apple. A fabricante do iPhone alega que o ecossistema do iOS oferece uma rede de proteção para os consumidores e que isso também é positivo para os próprios desenvolvedores, que podem distribuir seus apps nesse ambiente confiável para construir sua base de usuários. A taxa de 30%, portanto, é o que paga pelo "serviço" de garantir a segurança da plataforma e também funciona como uma espécie de pedágio para que os desenvolvedores possam chegar aos consumidores já usufruindo da confiabilidade do ecossistema. A informação sobre a taxa da Apple é relevante: nem todos os aplicativos estão sujeitos a ela. Em abril, a Apple confirmou que o Amazon Prime Video ficou de fora da regra. Apps que prestam serviços fora do ecossistema digital também normalmente não precisam pagar a taxa. Do ponto de vista da Apple, a Epic sabia que o Fortnite era obrigado a pagar – por ser um jogo – e mesmo assim contrariou suas regras, "criando" um problema que não deveria existir. No processo, a fabricante do iPhone revelou e-mails enviados pela desenvolvedora de jogos solicitando uma diminuição da taxa de 30% – mas a proposta foi negada. Para a Epic, a decisão da Apple de remover o "Fortnite" da App Store é apenas uma demonstração da força desproporcional que a marca está disposta a exercer para controlar o iOS. A desenvolvedora também diz que isso prejudica o consumidor, já que o custo da taxa precisa ser repassado e os clientes nem sempre estão cientes disso. Epic Games ofereceu valor menor para quem comprasse créditos sem usar a App Store. Pagamento direto contornava taxa de 30%, mas Apple proíbe a prática. Reprodução/Epic Games Lojas são benéficas, mas monopólio é opcional A Apple não está errada em afirmar que as lojas de aplicativos contribuem com a segurança. Quando um consumidor pode contar com um intermediário para obter seus programas e jogos, fica mais fácil descobrir novos apps e assumir o risco de baixar programas desconhecidos – desde que tenham o "aval" da loja em que o usuário confia. Como saber se você está baixando um aplicativo legítimo ou oficial Embora tenha vantagens, o modelo de "loja única" adotado no iOS é opcional, inclusive para a própria finalidade de oferecer segurança. E se a Apple pode oferecer segurança sem condicioná-la às restrições da App Store, o argumento perde sustentação. No Microsoft Windows, usuários podem baixar jogos a partir de diversos fornecedores, como Steam, GOG e Epic Game Store, da própria Epic, além da loja oficial da Microsoft. Nenhuma dessas lojas tem apresentado problemas com pragas digitais ou outros incidentes que coloquem em dúvida a credibilidade desses espaços. É claro que essas lojas também cobram taxas para distribuir os programas listados, mas os desenvolvedores têm liberdade para vender softwares em qualquer lugar e usar o serviço de pagamento que preferirem – e podem, em muitos casos, até controlar os preços para repassar vantagens para os consumidores. Para o sistema macOS, que a Apple usa em notebooks e computadores, foi adotado um processo de certificação que exige o cadastramento de todos os aplicativos em uma base de dados. Após o aplicativo ser liberado, o desenvolvedor tem liberdade para distribuí-lo da maneira que preferir – e a Apple ainda tem o poder de bloquear programas que demonstrarem comportamentos maliciosos (o que aconteceu recentemente). Epic parodiou comercial da Apple de 1984 que anunciava lançamento do computador Macintosh, com referências à obra '1984' de George Orwell. Paródia critica 'autoritarismo' da App Store. Reprodução Custo invisível e monopólio A "loja única" é sem dúvida menos confusa para os consumidores. Mas qualquer possibilidade de escolha em um mercado gera esse tipo de dúvida ou confusão. Afinal, nem sempre é fácil para o consumidor decidir qual oferta é melhor. Quando o consumidor não tem direito de fazer a escolha, existe uma chance maior de que algumas atitudes sejam contrárias ao interesse dos próprios usuários. Dois casos recentes envolvendo a App Store ilustram exatamente esse risco. Um deles envolveu o Facebook. A rede social pretendia distribuir uma atualização do aplicativo informando usuários que a compra de ingressos para eventos on-line seria intermediada pela Apple, que ficaria com 30% da receita. O Facebook entendeu que era necessário esse esclarecimento, pois a rede social não ficaria com nenhuma parcela das vendas. Contudo, a Apple bloqueou a atualização e alegou que o aplicativo estava apresentando informações desnecessárias. Por regra, a Apple proíbe qualquer aplicativo de mencionar a possibilidade de realizar compras fora do app, na web (sem usar o método de pagamento da App Store), mas a restrição de mencionar a própria taxa cobrada – que é uma informação pública – surpreendeu. Outro caso envolveu a Microsoft, que não pôde cadastrar o aplicativo do xCloud para o iOS. O xCloud é um serviço de jogos por streaming. Nesse tipo de serviço, o jogo em si é executado em um servidor na nuvem, enquanto o celular é apenas usado para enviar comandos e visualizar o jogo em forma de vídeo. A Apple alegou que a Microsoft deveria enviar cada jogo para ser aprovado para o iOS individualmente – uma regra que não existe para outras plataformas de conteúdo, como Netflix e YouTube. Como os jogos são executados em forma de vídeo interativo, o "conteúdo" não representa nenhum risco de segurança para os usuários. Processo está no início, mas Apple ajustou diretrizes Por enquanto, a Justiça dos Estados Unidos concedeu uma vitória para a Apple e outra para a Epic Games. Em benefício da Apple, a Justiça manteve o "Fortnite" fora da App Store. Isso significa que donos de iPhone não podem mais baixar o jogo – o que acabou gerando um mercado paralelo para iPhones usados que já possuem o jogo instalado e funcionando. Em alguns casos, esses aparelhos foram vendidos por valores acima do preço dos novos. Por outro lado, a Justiça obrigou a Apple a reativar a conta de desenvolvedor da Epic Games. Como desenvolvedora do "Unreal Engine", um motor 3D para a criação de jogos, a Epic é responsável pela tecnologia de muitos outros jogos. Sem acesso às ferramentas de desenvolvimento da Apple, a "Unreal Engine" ficaria prejudicada no iOS, gerando problemas para outros games além do "Fortnite". Ou seja: a Justiça basicamente decidiu que a briga deve se restringir ao "Fortnite". A Epic Games, no entanto, quer algo muito maior: a transformação do cenário de distribuição de aplicativos para o iPhone, permitindo que outras empresas atuem nesse mercado. Mesmo com o 'empate' na Justiça, a Apple afrouxou diretrizes da App Store na semana passada, permitindo apps de "catálogo" (o que pode ajudar a viabilizar o xCloud da Microsoft no iPhone) e esclarecendo melhor quais apps não estão sujeitos à taxa de 30%. A Epic, porém, quer mais. A empresa alega que a Apple não pode usar sua força em um mercado (o monopólio de distribuição de aplicativos) para garantir dominação em outro mercado (o meio de pagamento usado pelos apps). Se essa linha de raciocínio prosperar na Justiça, um modelo de negócios inteiro – baseado na distribuição e de apps e serviços vinculados a hardware – pode cair por terra. Embora a Apple seja a referência desse modelo, outras empresas (como a Microsoft, o Google e a Samsung) vinham dando sinais de que tentariam replicá-lo – um revés na Justiça para a Apple poderia obrigar uma mudança de estratégia também para essas marcas. Uma estimativa da emissora de televisão CNBC aponta que a Apple faturou US$ 15 bilhões (cerca de R$ 82 bilhões) com sua fatia de 30% das vendas da App Store em 2019. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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Sony vai fechar fábrica e interromper vendas de TVs, áudio e câmeras no Brasil; 220 pessoas serão demitidas
Distribuição do videogame PlayStation, garantia e assistência técnica de eletrônicos serão mantidos no país. Unidade opera há 36 anos e todos os 220 funcionários da empresa em Manaus serão dispensados. TVs, equipamentos de áudio e câmeras fotográficas da Sony não serão vendidos no Brasil a partir de meados de 2021, segundo a empresa Simon Dawson/Reuters A Sony comunicou a varejistas na última segunda-feira (14) que em 2021 irá fechar a sua fábrica no Brasil, localizada em Manaus. A empresa afirmou que a fabricação de eletrônicos será encerrada em março de 2021. A unidade passou a funcionar há 36 anos, em 1984. A Sony chegou ao país em 1972. A venda e a distribuição de segmentos como TVs, áudio e câmeras também serão encerradas em meados de 2021, de acordo com o comunicado. A garantia e assistência técnica serão mantidas no país. A venda do videogame PlayStation, que é importado, continua normalmente. VÍDEO: Sony divulga primeiras imagens do PlayStation5 Ao G1, a assessoria de imprensa da Sony informou que a fábrica em Manaus mantinha 220 funcionários, e que todos serão demitidos. Em nota à imprensa, enviada nesta terça (15), a empresa disse que "sempre adota medidas para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios, para responder às rápidas mudanças no ambiente externo". Confira a íntegra no final da reportagem. A atuação em outras áreas, como como a Sony Pictures e a Sony Music, não será comprometida. Comunicado enviado pela Sony a varejistas informa sobre encerramento das operações da fábrica no Brasil. Reprodução Em 2019, a Sony também deixou de vender celulares no Brasil, em uma decisão que incluía toda a América do Sul, América Central e Oriente Médio. A medida foi tomada levando em consideração a queda nas vendas de seus smartphones ao redor do mundo. Veja a íntegra da nota da Sony enviada à imprensa: O grupo Sony sempre adota medidas para fortalecer a estrutura e a sustentabilidade de seus negócios, para responder às rápidas mudanças no ambiente externo. Nós decidimos fechar a fábrica em Manaus ao final de Março de 2021 e interromper, em meados de 2021, as vendas de produtos de consumo pela Sony Brasil, tais como TV, áudio e câmeras, considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios. A Sony está tomando todas as medidas necessárias e está muito comprometida como empresa em empenhar seus esforços para garantir todos os direitos, o melhor tratamento e cuidados especiais aos seus colaboradores. A Sony Brasil continuará a oferecer todo suporte ao consumidor para os produtos sob a sua responsabilidade comercial de acordo com as leis aplicáveis e sua política de garantia de produtos. Os demais negócios do grupo Sony no Brasil (Games, Soluções Profissionais, Music e Pictures Entertainment, incluindo Playstation) continuarão a manter normalmente sua forte atuação no mercado local. Os produtos que serão descontinuados produzidos na fábrica de Manaus são os de TV, produtos de áudio e câmeras digitais. Os produtos Playstation no Brasil continuarão a ser vendidos normalmente, sem nenhuma alteração. A Sony do Brasil não produz o Playstation no país há bastante tempo. O Grupo Sony tomou as medidas para fortalecer a estrutura dos negócios, a fim de responder às rápidas mudanças no mercado de eletrônicos. A Sony Brasil continuará a fornecer suporte ao consumidor para produtos sob sua responsabilidade comercial, de acordo com as leis aplicáveis e sua política de garantia de produtos. Veja os últimos vídeos sobre tecnologia (
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‘Mulher-Maravilha 1984’: Estreia é adiada para 25 dezembro nos Estados Unidos
Lançamento da continuação com heroína da DC é adiado mais uma vez por causa da pandemia do coronavírus. Assista ao novo trailer de 'Mulher-Maravilha 1984'
O estúdio Warner Bros. adiou nesta sexta-feira (11) a estreia de "Mulher-Maravilha 1984" nos Estados Unidos para o dia de Natal, 25 de dezembro, já que muitos cinemas permanecem fechados devido à pandemia de coronavírus.
O filme estrelado por Gal Gadot estava programado para lançamento nos cinemas americanos em 2 de outubro.
Com a mudança, o filme da heroína dos quadrinhos da DC deve concorrer com outra grande produção da Warner, a ficção científica "Duna", que estreia dia 18 de dezembro.
Os estúdios vêm mudando suas agendas há meses, enquanto a indústria tenta se recuperar da pandemia de Covid-19, que forçou cinemas de todo o mundo a fecharem suas portas em março.
As salas foram reabrindo lentamente com limites de capacidade, e o cinema está se recuperando em países como a China, o segundo maior mercado cinematográfico do mundo.
Mas, nos Estados Unidos, os cinemas permanecem fechados nos principais centros do setor, incluindo Los Angeles e Nova York.
A Warner Bros, propriedade da AT&T, testou o mercado com o lançamento do thriller "Tenet", de Christopher Nolan, no final de agosto.
O filme, que custou mais de US$ 200 milhões para ser produzido, gerou vendas globais de ingressos acumuladas de US$ 146,2 milhões até domingo (6).
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Gal Costa grava álbum com hits e duetos com artistas da nova geração para festejar 75 anos
♪ Gal Costa completa 75 anos em 26 de setembro. O aniversário não será comemorado somente com a primeira live da artista – transmissão programada para a data através do canal TNT. No embalo do sucesso do registro ao vivo de Baby (Caetano Veloso, 1968) com Rubel, lançado em single em 31 de julho, a cantora celebra os 75 anos com álbum em que revisita os maiores sucessos dos 55 anos de carreira fonográfica em duetos com artistas surgidos após os anos 2000. Orquestrado sob a direção artística de Marcus Preto, arquiteto dos álbuns Estratosférica (2015) e A pele do futuro (2018), o disco apresentará dez duetos. As gravações já estão bem adiantadas. Falta Gal colocar as vozes. Trata-se de álbum retrospectivo, de clima festivo. Um outro disco de Gal está previsto para o segundo semestre de 2021, podendo ser um álbum com músicas inéditas ou o projeto (nunca descartado) com músicas de Milton Nascimento.
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Músicas para descobrir em casa – ‘Interior’ (Rosinha de Valença, 1978) com Maria Bethânia
Capa de 'Álibi', álbum de Maria Bethânia em que a cantora apresentou a canção 'Interior', de Rosinha de Valença Marisa Alvarez Lima ♪ MÚSICAS PARA DESCOBRIR EM CASA – Interior (Rosinha de Valença, 1978) com Maria Bethânia ♪ Álbum lançado em dezembro de 1978, Álibi ampliou a popularidade de Maria Bethânia – a ponto de o disco ter alcançado o milhão de cópias vendidas ao longo de 1979. Das 11 músicas do disco, dez se tornaram sucessos da cantora baiana. A exceção foi Interior, canção de autoria de Maria Rosa Canellas (30 de junho de 1941 – 10 de junho de 2004), nome de batismo da compositora, violonista e arranjadora fluminense conhecida artisticamente como Rosinha de Valença. Saudada como excepcional violonista de sonoridade singular, Rosinha – cujo sobrenome artístico reproduzia o nome da cidade natal da artista, Valença (RJ) – deixou cancioneiro autoral enraizado nas tradições do Brasil rural, por vezes caipira. Usina de prata, música apresentada por Rosinha no álbum sintomaticamente intitulado Cheiro de mato (1976), se insere nesse contexto rural em que a compositora também ambientou Interior. Rosinha de Valença nunca gravou Interior na própria discografia, talvez porque ter composto a música para Maria Bethânia, cantora de quem já ficara próxima na década de 1960, figurando inclusive no elenco do documentário Bethânia bem de perto – A propósito de um show (1966), curta-metragem filmado sob direção de Júlio Bressane e Eduardo Escorel. A gravação original de Interior foi feita naturalmente com o toque do violão de Rosinha de Valença em arranjo que abriu espaço para o toque da gaita de Maurício Einhorn e para as percussões sutis de Djalma Corrêa e Tutty Moreno. Por ser música tão pessoal do universo de Maria Bethânia, Interior foi regravada somente uma única vez em disco idealizado e produzido pela própria Bethânia. Coube a Alcione cantar Interior – de forma magistral, em registro que conseguiu superar a gravação original – no álbum Namorando a rosa (2004), orquestrado por Bethânia para celebrar a vida e obra de Rosinha da Valença no ano da morte da violonista. Na gravação de Alcione, arranjada pelo violonista Jaime Alem, o toque da guitarra semi-acústica de Victor Biglione pontuou o canto dessa súplica por ares e símbolos interioranos de um Brasil mais verde em que ainda se sente o cheiro de terra molhada. ♪ Ficha técnica da Música para descobrir em casa 20 : Título: Interior Compositor: Rosinha de Valença Intérprete original: Maria Bethânia Álbum da gravação original: Álibi Ano da gravação original: 1978 Regravações que merecem menções: a de Alcione no álbum Namorando a Rosa (2004). ♪ Eis a letra de Interior : “Maninha, me mande um pouco Do verde que te cerca Um pote de mel Meu coleiro cantor Meu cachorro veludo E umas jabuticabas Maninha, me traga meu pé De laranja-da-terra Me traga também Um pouco de chuva Com cheiro de terra molhada Um gosto de comida caseira Um retrato das crianças E não se esqueça de me dizer Como vai indo minha madrinha E não se esqueça de uma reza forte Contra mau olhado E não se esqueça de uma reza forte Contra mau olhado”
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