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Filme sobre Garoto foca ‘o Brasil mais bonito que poder haver’ ao dar o devido valor ao moderno violonista dos anos 1940 e 1950

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Produzido com esmero, o documentário 'Garoto – Vivo sonhando' está em cartaz até 20 de setembro na programação online de festival do gênero. Resenha de documentário musical Título: Garoto – Vivo sonhando Direção: Rafael Veríssimo Direção musical: Henrique Gomide Idealização: Henrique Gomide, Lucas Nobile e Rafael Veríssimo Produção: TC Filmes e Lente Viva Filmes Cotação: * * * * * ♪ Filme em exibição online no 12º In-Edit Brasil – Festival internacional do documentário musical até 20 de setembro. ♪ Quando discorre com entusiástica admiração sobre Garoto após tocar Nosso choro (1950), um dos temas mais arrojados da obra do compositor e violonista paulistano, o músico gaúcho Yamandu Costa – expoente do violão brasileiro a partir dos anos 2000 – defende que o artista simboliza “o Brasil mais bonito que poder haver”. É esse Brasil modernista, possível, que o cineasta Rafael Veríssimo repõe em foco, com esmero, no documentário Garoto – Vivo sonhando, em cartaz até 20 de setembro na programação online da 12ª edição do In-Edit Brasil – Festival internacional do documentário musical. Sustentado pela sólida pesquisa feita por Veríssimo com Lucas Nobile e Jorge Mello, biógrafo de Garoto, o filme dá o devido valor a Aníbal Augusto Sardinha (28 de junho 1915 – 3 de maio 1955) ao contar a história do violonista. O apuro da estética visual – perceptível no contraste das cores vivas dos takes do presente com o tom amarelado das (muitas) imagens dos passado – exemplifica o excelente acabamento do documentário. Contudo, é pela riqueza do conteúdo apresentado ao longo de 102 minutos que Garoto – Vivo sonhando se impõe como obra-prima do gênero. Se o espectador nunca ouviu falar do violonista, ele saberá ao fim do filme porque Garoto é considerado tão importante para músicos do porte de Baden Powell (1937 – 2000), cujo depoimento introduz o documentário antes dos créditos iniciais. A propósito, o tom superlativo dos depoimentos de violonistas do mais alto quilate corrobora, no presente, a história contada a partir de documentos do passado e das reproduções de áudios de testemunhas fundamentais da história, como as duas esposas do músico. A leitura de trechos de diário de Garoto, ouvidos na voz do ator Antonio Miano, dá veracidade à reconstituição dos passos profissionais do violonista e compositor, autor do requintado samba-canção Duas contas (1951), composto sem rimas, como ressalta o violonista Fafá Lemos (1921 – 2004). Passado e presente se alternam no filme para corroborar a tese de que, sim, Garoto foi genial mágico do violão que influenciou violonistas da bossa nova (mas não somente dela…) como Roberto Menescal e Carlos Lyra, fato comprovado por ambos no filme. “Duas contas foi um hino da bossa nova”, testemunha Lyra. “Garoto moralizou o violão”, sintetiza Zé Menezes (1921 – 2014), indo mais além, em entrevista concedida para o filme. Dado a Lucas Nobile, responsável pelas entrevistas, o depoimento de Zé Menezes é fundamental porque o violonista foi testemunha ocular da história de Garoto por ter trabalhado com o músico na Rádio Nacional a partir de 1947. Por ter sido prodígio do violão desde pequeno, o que gerou de forma casual o nome artístico Garoto quando o radialista César Ladeira (1910 – 1969) caracterizou Aníbal como “o garoto que toca violão” ao esquecer o nome do artista que apresentava no programa de rádio, Aníbal Augusto Sardinha conseguiu deixar legado tão influente mesmo tendo morrido a quase dois meses de fazer 40 anos. Tanto que, em 1939, com 24 anos, Garoto já convidado a se juntar a Carmen Miranda (1909 – 1955) e ao Bando da Lua nos Estados Unidos, de onde voltou por não se sentir devidamente valorizado por Aloysio de Oliveira (1914 – 1995). Garoto em imagem vista no documentário de Rafael Veríssimo sobre o violonista Reprodução Em essência, Garoto inovou ao apontar no violão tenor – violão com afinação de banjo – inusitados caminhos harmônicos que ajudaram músicos de gerações posteriores ao desbravar outras trilhas e trilhos para o violão brasileiro. “Garoto começou isso tudo, né? Se não fosse ele, a gente não estava aqui”, resume Raphael Rabello (1962 – 1995) em depoimento dos anos 1990. Mesmo sendo o fundador da moderna escola do violão brasileiro, o instrumentista ficou esquecido por anos e, como conta Jorge Mello, biógrafo de Garoto, o legado do músico somente começou a ser reavaliado nos anos 1980 com a descoberta de gravações caseiras em poder de Ronoel Simões. Essas gravações nortearam o violonista Paulo Belinatti (um dos entrevistados do filme) na gravação do álbum Garoto (1986), idealizado em tributo ao músico que abriu tantos caminhos e que conseguiu realizar o sonho de tocar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro – sonho admitido pelo próprio Garoto em trecho do diário lido no filme. Como Rafael Veríssimo documenta, esses diários também guardavam mágoas de Garoto por ser obrigado a tocar em bailes para fechar as contas no fim do mês. Contas que ficaram mais leves quando, em 1954, o compositor alcançou o sucesso popular com o dobrado São Paulo Quatrocentão, feito em parceria com Chiquinho do Acordeom (1928 – 1993). Menor no contraponto com a grandeza da obra e do legado de Garoto, o dobrado alcançou retumbante êxito um ano da morte do violonista, vítima de infarto fulminante. Talvez por embutir no coração “um pote até aqui de mágoa” por jamais ter recebido as flores em vida (“A única alegria que um músico tem é (o reconhecimento de) outro”, lamenta Dori Caymmi), Garoto se foi, deixando história perpetuada nesse fundamental documentário de Rafael Veríssimo que põe em cena “o Brasil mais bonito que poder haver”.

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Fernando Pires, do Só Pra Contrariar, manda recado direto do hospital: ‘Estou muito bem galera’

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Cantor estava em casa, em Uberlândia, quando caiu e bateu a cabeça; assessoria diz que ele deve ter alta neste fim de semana. Após post nas redes sociais, celebridades e amigos deixaram mensagens de apoio. Fernando Pires postou mensagem no Instagram após cair em Uberlândia e ficar internado em hospital Reprodução/Instagram "Estou muito bem galera, graças a Deus". A mensagem foi publicada pelo cantor Fernando Pires nas redes sociais, nesta quinta-feira (10), dias após sofrer uma queda e ser internado em um hospital de Uberlândia. O músico do grupo Só Pra Contrariar bateu com a parte de trás da cabeça enquanto estava em casa com a família, no feriado prolongado. Segundo informou a assessoria de imprensa, Pires segue internado no Hospital Madrecor, permanece em observação e deverá receber alta neste fim de semana. No Instagram (@fernandopirespc), o cantor divulgou uma foto dizendo que foi a última feita antes da queda, e anunciou que passa bem. Amigos, fãs e celebridades, como o irmão Alexandre Pires, o cantor Thiaguinho, o humorista Marcos Luque e o cantor sertanejo Luiz Cláudio (que faz dupla com Giuliano), deixaram mensagem de apoio. Fernando Pires, vocalista Só Pra Contrariar, caiu e bateu a cabeça em casa Reprodução/Instagram Acidente doméstico O cantor e vocalista do grupo Só Pra Contrariar, Fernando Pires, de 46 anos, foi internado no último fim de semana no Hospital Madrecor, em Uberlândia, após sofrer uma queda. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do cantor informou que o acidente foi em casa e que, na queda, Fernando bateu a parte de trás da cabeça. O G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do hospital, mas a unidade não quis se manifestar em respeito à privacidade do paciente. Fernando Pires deve ter alta em breve Reprodução/Instagram

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Festival de Veneza tem muito cinema independente e nenhum caso de Covid-19

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

77ª edição do Festival de Cinema de Veneza termina neste sábado (12) com um saldo positivo, avaliam jornalistas e participantes. 9 de setembro – Presidente do júri, a atriz Cate Blanchett posa para fotógrafos durante a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, na Itália Guglielmo Mangiapane/Reuters A 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza termina neste sábado (12) com um saldo positivo, após registrar zero caso de coronavírus e ter exibido muitas produções de autores independentes. O primeiro Festival em tempos de coronavírus, sem as estrelas de Hollywood e o público de fãs no tapete vermelho, foi realizado com total respeito às medidas de saúde, sem filas e aglomerações, com os espectadores sentados à distância, com um assento vazio de cada lado. "Até agora, não foram registrados casos positivos de coronavírus. Isso é uma vitória", disse à imprensa o novo presidente da Bienal de Veneza, Roberto Cicutto. Segundo Eleanor Stanford, em matéria publicada no jornal "The New York Times", o distanciamento social foi "o valor agregado", porque o espectador ficou mais confortável. Celebridades desfilam de máscara no tapete vermelho do Festival de Veneza O "Times" considerou essa edição "mais livre", devido à ausência das grandes produções americanas que usam Veneza como um trampolim para lançar seus filmes ao Oscar. O primeiro grande festival internacional celebrado em plena pandemia, que durou dez dias, conforme a tradição, contou com menos repórteres credenciados – apenas 5000, um número baixo se comparado à última edição, que somou 12 mil. 'Novos olhares' A ausência de críticos e de delegações de países asiáticos ou da América Latina foi notável, apesar da presença de vários filmes da região, como o impactante "Nova Ordem" do mexicano Michel Franco. "Nós servimos de laboratório para os outros festivais", disse satisfeito Alberto Barbera, que encerra sua gestão este ano, depois de uma década como diretor do Festival. O ator e cantor Elvis Romeo; o diretor francês Quentin Dupieux; a atriz francesa Adele Exarchopoulos; o ator francês, Gregoire Ludig; e o ator francês, David Marsais, posam para fotógrafos durante a 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza, na Itália Tiziana Fabi/AFP Apesar da definição dada pelo jornal francês "Le Monde" de um concurso "amorfo", os organizadores consideram que serviu para revitalizar um setor em crise pelas salas de cinema fechadas e pelas gravações paralisadas. Do total de 60 longas-metragens convidados a participar em cinco categorias distintas e 15 curtas, a maioria era obras de autores quase desconhecidos. "Além da distância física, havia a distância mental. Foi aberto um espaço para novos olhares, para uma nova geração de diretores", afirmou a crítica italiana Cristiana Paternó, ao elogiar o alto número de diretores e diretoras independentes que participaram das diversas seções do Festival. Em um dos anos mais atípicos de sua longa história, as mulheres aumentaram sua participação no Festival, com oito mulheres contra 10 homens competindo pelo precioso Leão de Ouro. As previsões sobre possíveis vencedores estão abertas. Não se descarta que o júri, presidido por Cate Blanchett, premie o filme de uma mulher.

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Bruce Springsteen retorna com novo álbum ‘Letter To You’

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

'Me encanta o som de E Street Band tocando completamente ao vivo no estúdio, de um jeito que nunca fizemos antes', disse cantor americano. Veja clipe da faixa-título. Bruce Springsteen em foto do álbum 'Letter to you' Divulgação Bruce Springsteen anunciou, nesta quinta-feira (10), que em 23 de outubro lançará um novo álbum, e liberou aos seus fãs a canção "Letter To You", que também é o nome do disco. A canção é um clássico da E Street Band, com a qual Springsteen toca desde 1972 e que retornou para acompanhar seu 20o álbum de estúdio, após o lançamento em 2019 do disco "Western Stars". "Me encanta a natureza emocional de 'Letter to you'", disse em nota o cantor de 70 anos. "Me encanta o som de E Street Band tocando completamente ao vivo no estúdio, de um jeito que nunca fizemos antes, sem 'overdubs' [uma técnica que permite gravar um novo material, sem apagar o antigo]", acrescentou o cantor. O álbum foi feito em apenas cinco dias, gravado no estúdio da casa de Bruce, em Nova Jersey. "Letter to You" apresenta nove músicas escritas recentemente por Bruce Springsteen junto com novas versões de outras três inéditas escritas na década de 1970: "Janey Needs a Shooter", "If I Was the Priest" e "Song for Orphans". Com este álbum, Springsteen retorna pela primeira vez com a E Street Band desde 2016. No ano passado, durante conversas com Martin Scorsese, Springsteen revelou que tentava retornar a essas raízes e que havia intensificado a escritura de músicas para a banda de rock. Na primavera de 2019, comentou: "escrevi um álbum quase todo com material para a banda (…) saiu quase do nada. Tive quase duas semanas dessas visitas diárias e foi muito agradável. Te faz tão feliz".

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Museu de Paris proíbe entrada de mulher por causa de decote de vestido

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Seguranças do Museu de Orsay, na França, barraram uma mulher sem dizer o porquê -só afirmaram que eram regras. Depois de uma discussão, gesticularam para o seu decote. Ela escreveu uma carta aberta em uma rede social. O museu, que tem ao menos dois dos quadros com mulheres nuas mais famosos do mundo, pediu desculpas. Mulher é barrada em museu na França por causa de decote Os seguranças do Museu d'Orsay, em Paris, um dos mais importantes da França, barraram a entrada de uma mulher que, na opinião deles, usava um decote muito grande. Ela só foi liberada depois de se cobrir. Em uma rede social, o museu afirmou ter se arrependido do incidente e pediu desculpas. A mulher se identifica apenas como Jeanne, uma estudante de literatura. Ela descreveu sua ida ao museu em um dia quente. Na entrada, ela ouviu que não poderia entrar. Segundo sua carta, os funcionários não verbalizaram, no começo, o porquê da proibição. "Eu perguntei o que estava acontecendo, mas ninguém me respondeu. Eles encararam meus peitos. Não entendi o que estava acontecendo", afirmou. Os funcionários pediram para ela se acalmar e disseram que "regras são regras", mas ninguém dizia qual era a regra que ela, supostamente, estaria violando. Ainda de acordo com a carta, em um momento, quando perguntados sobre qual era o problema, os empregados acenaram para o decote e disseram "isso". Jeanne disse que, a princípio, se recusou a colocar uma jaqueta, mas, finalmente, concordou. “Eu me pergunto se os empregados que queriam me barrar sabiam que estavam me objetificando sexualmente, que seguiam uma ordem machista, e, se quando eles chegaram em casa no fim do dia, pensaram que tinham direito de me desrespeitar”, escreveu ela. Na carta, ela questiona “a lógica pela qual os representante de um museu nacional pode barrar o acesso ao conhecimento e à cultura com base em um julgamento arbitrário sobre decência da aparência de uma outra pessoa”. Almoço na Relva e A Origem do Mundo Dois dos quadros mais famosos do mundo por terem imagens de mulheres nuas estão expostos no Museu d'Orsay. Reprodução do quadro 'O Almoço na Relva', de Edouard Manet Reprodução Um deles é O Almoço na Relva, de Edouard Manet. Ele mostra um grupo de quatro pessoas em um piquenique. Em primeiro plano, uma mulher nua encara o espectador. O site do Museu d'Orsay tem um verbete sobre o quadro. "A presença de uma mulher nua entre homens vestidos não tem uma justificativa mitológica nem alegórica. Isso, e o vestido contemporâneo, fizeram com que a cena fosse considerada obscena aos olhos do público de então." O quadro foi rejeitado pelo salão de artes de 1863. Naquela época, havia uma exposição das obras rejeitadas, e essa imagem foi a principal atração. O outro quadro famoso pela nudez é A Origem do Mundo, de Gustave Courbet. O quadro, "hoje exibido abertamente, tomou o seu lugar na história da pintura moderna", de acordo com o site do próprio museu.

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Stevie Lee Richardson, de ‘Jackass’ e ‘American Horror Story’, morre aos 54 anos, diz site

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Família e amigos organizaram campanha virtual para custear funeral. Não há informação sobre a causa da morte. Stevie Lee Richardson, de 'Jackass' e 'American Horror Story', morre aos 54 anos, diz site Divulgação/Gofundme Stevie Lee Richardson, ator que participou do documentário “Jackass 3D” e de alguns episódios da série “American Horror Story”, morreu aos 54 anos. Amigos e familiares do ator informaram sobre sua morte ao organizar uma campanha para arrecadar fundos para arcar com os custos do funeral, segundo reportado pela "BBC". Lee também participou de filmes como "Death Match" (1994), “American Pie: O Último Stifler Virgem” (2006) e "Baby Fever The Movie" (2019). “Stevie ‘Puppet The Psycho Dwarf’ Lee Richardson faleceu inesperadamente na quarta-feira, 9 de setembro de 2020, em sua casa pela manhã. Ele era amado por muitos e tem muitos amigos que eram da família, fãs que o adoravam”, diz o texto dos familiares, que também cita que ele “é uma lenda na arte de wrestling [uma luta livre teatral] entre anões”.

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Brasil perde 4,6 milhões de leitores em quatro anos, com queda puxada por mais ricos

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Pouco mais da metade do país tem hábitos de leitura: 52%, segundo pesquisa 'Retratos da leitura no Brasil'. 'Bíblia' e livros religiosos dominam preferência. O que compõe o preço médio de um livro no Brasil Arte/G1 O Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019, segundo apontou a pesquisa "Retratos da leitura no Brasil", divulgada nesta sexta (11). O levantamento, feito pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, foi realizado em 208 municípios de 26 estados entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. Apenas pouco mais da metade dos brasileiros tem hábitos de leitura: 52% (ou 100,1 milhões de pessoas). O resultado é 4% menor do que o registrado em 2015, quando a porcentagem de leitores no país era de 56%. A média de livros inteiros lidos em um ano se manteve estável: 4,2 livros por pessoa. Quanto custa e quanto pode custar um livro no Brasil Como livrarias enfrentaram meses fechadas durante pandemia Como proposta de reforma tributária pode encarecer obras Em um recorte socioeconômico, as classes enfrentam um paradoxo: A e B têm níveis mais altos de leitura do que C, D e E, mas também tiveram as maiores quedas entre 2015 e 2019. Enquanto o número de leitores diminuiu 12% na classe A e 10% na B, a queda entre D e E foi de apenas 5% desde a última pesquisa. Já em uma divisão por idade, a única faixa etária que teve aumento de leitores foi a de crianças entre os 5 a 10 anos. Todas as outras, incluindo adolescentes, jovens e adultos, leram menos em relação à última pesquisa. Mesmo com a queda, os pré-adolescentes de 11 a 13 compõem a faixa etária que mais lê no país: 81%. Veja, abaixo, outros destaques da pesquisa: Segundo a pesquisa, mulheres leram mais que homens, e brancos leram mais que negros em 2019. Foi a primeira vez que a pesquisa adotou um recorte por raça; A região Norte teve a maior porcentagem de leitura no país, enquanto o Centro-Oeste registrou o pior índice: Norte (63%), Sul (58%), Sudeste (51%), Nordeste (48%) e Centro-Oeste (46%); A "Bíblia" foi o livro mais citado pelos leitores na pesquisa de gêneros literários. Mas mesmo ocupando o primeiro posto, a leitura da "Bíblia" diminuiu nos últimos quatro anos: passou de 42% em 2015 para 35% em 2019; Livros religiosos ocuparam o terceiro lugar. Assim, duas posições do Top 3 são de religião; Machado de Assis, Monteiro Lobato e Augusto Cury foram os autores preferidos do público; Entre os 15 autores mais citados, há apenas quatro mulheres: Zibia Gasparetto, Clarice Lispector, Jk Rowling e Agatha Christie; Mais da metade dos leitores lê por indicação da escola ou de professores.

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Luísa Sonza comenta críticas à relação com Vitão, após fim do casamento com Whindersson

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

'Estou muito feliz com meu namoro', falou cantora em vídeo, depois de assumir relacionamento. Luísa Sonza comenta críticas à relação com Vitão, após fim do casamento com Whindersson A cantora Luísa Sonza publicou nesta sexta-feira (11) uma série de vídeos em seu perfil no Instagram para comentar críticas a seu namoro com o cantor Vitão. Assista ao vídeo acima. Os dois assumiram publicamente o relacionamento nesta quinta-feira (10). "Desde o primeiro dia da internet, eu sempre fui atacada. Nunca importei o que eu fiz ou deixei de fazer. Já cresci, evoluí, mudei, cantei um monte de música. Isso nunca importou para as pessoas. Nenhuma atitude minha importou. Nenhum dos ataques vieram de coisas que eu tenha feito", afirmou a cantora nos Stories da rede social. Sonza também aproveitou para agradecer o apoio dos fãs. "São vocês que merecem atenção para o resto da minha vida. Minha energia vai ser gasta com vocês. Obrigada por tudo. É muito bom ver vocês me defendendo. Estou muito feliz com meu namoro." Initial plugin text A cantora e o humorista Whindersson Nunes anunciaram o fim de seu casamento em abril. "Eu queria que as pessoas me conhecessem, eu tinha essa sede de mostrar que eu era uma pessoa correta, que eu tenho caráter", disse Sonza nos vídeos desta sexta. "Para mim, não me interessa mais o que você pensa, o que você acha ou não de mim. Eu sei da minha verdade e eu não acho que eu tenho que dar satisfação, nem me justificar sobre coisas que eu nunca fiz e nem faria com um ser humano." Luísa Sonza e Vitão assumem namoro Reprodução/Instagram/vitao

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Rapper BK se agiganta com o discurso poderoso do álbum ‘O líder em movimento’

sexta-feira, 11 setembro 2020 por Administrador

Capa do álbum 'O líder em movimento', do rapper carioca Abebe Bikila, conhecido como BK Divulgação Resenha de álbum Título: O líder em movimento Artista: Abebe Bikila (BK) Gravadora: Pirâmide Perdida Records Cotação: * * * * * ♪ Rapper carioca de 31 anos, Abebe Bikila Costa Santos está desde 2015 na cena brasileira de hip hop. Ao longo desses cinco anos de militância, o MC – conhecido nas ruas, no meio musical e nas redes sociais como BK – já vinha ascendendo, dentro e fora dessa cena. Os álbuns Castelos & ruínas (2016) e Gigantes (2018) ajudaram BK a pavimentar trajetória que alcança patamar mais alto com o terceiro álbum do artista, O líder em movimento, lançado na terça-feira, 8 de setembro, com dez músicas engajadas na luta contra o racismo para afirmar o poder do povo negro. Trata-se de disco que expõe o mundo branco opressor sob a ótica do negro. “Eles temem quando preto pensa”, dispara BK em verso de O movimento, rap que abre o disco. Primeiro álbum que BK assina com o nome de batismo Abebe Bikila, posto nele em tributo ao homônimo atleta que se tornou o primeiro negro africano a ganhar Medalha de ouro em olimpíada, O líder em movimento alia o poder do discurso do rapper à força dos beats criados pelo diretor musical do disco, JXNV$, nome artístico do DJ e produtor musical Jonas Profeta, habitual colaborador de BK desde o primeiro disco do artista. A dupla Deekapz e Nansy Silvz também criaram beats para o álbum, tendo dado forma a Poder e a Universo, respectivamente, mas é JXNV$ quem deu à direção musical do disco ao orquestrar oito das dez faixas de O líder em movimento. E, como exemplificam raps como Bloco 7, os beats potencializam a força da ideologia de BK, alinhada com o crescente movimento Vidas negras importam. MC de funk convertido ao hip hop, Bikila discursa com propriedade para bradar orgulho negro com consciência social. “Dinheiro pra nós não é luxo / Dinheiro pra nós é proteção”, enfatiza no refrão de Porcentos 2. “Sei que falar sobre a violência nos consome / Mas nascemos com 'alvo' no sobrenome”, rima BK em Visão, com discurso reforçado por notícias cotidianas de negros presos injustamente por crimes que nunca cometeram. Esse discurso também abrange a esfera privada dos relacionamentos afetivos. “Agora é tão fácil me amar / Falar que sempre tava aqui”, reflete o rapper em Amor, letra sobre relações construídas com base no interesse de um pela ascensão social do outro. Na sequência do disco, faixas como Pessoas e Megazord reforçam o conceito musical e ideológico do álbum O líder em movimento, composto em 2019 e gravado sem participações, sem incursões pelo trap e sem outros modismos do mercado. Além de se nutrir de convicções e emoções reais, Bikila apresenta disco de rap old school sem soar datado porque há link com a cena e o mundo contemporâneo. Mais próximo de Cidades & ruínas do que de Gigantes, O líder em movimento é álbum calcado na denúncia de mundo racista e no combate desse racismo. Ao dar voz ao líder negro que conduz a narrativa do disco, Abebe Bikila se agiganta em cena e no turbulento Brasil de 2020, ganhando força na batalha para que, como declama a atriz Polly Mariano na introdução de O líder em movimento, “a luta pela liberdade só acabe quando ela for encontrada para que a nossa poesia não seja mais escrita com sangue”.

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VÍDEOS: últimas notícias sobre cinema

quinta-feira, 10 setembro 2020 por Administrador

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