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Lives de hoje: Arraiá em Casa, Festival Global Goal, Skank, Barões da Pisadinha e mais shows

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Sábado (27) tem festival Global Goal (Shakira, Bieber, Coldplay e mais) e Arraiá em Casa (Xand Avião, Matheus & Kauan e Fernando & Sorocaba). Barões da Pisadinha e Skank também tocam. Shakira (Global Goal Festival), Xand Avião (Arraiá em Casa), Barões da Pisadinha e Skank estão entre as lives deste sábado (27) Divulgação e Celso Tavares / G1 O festival internacional Global Goal e a festa brasileira Arraiá em Casa são os destaques entre as lives deste sábado (27). O festival Global Goal tem Shakira, Coldplay, Usher, Jennifer Hudson, Justin Bieber, Miley Cyrus, J Balvin e outros, com transmissão da TV Globo, do Globoplay e do Multishow. O Arraiá em Casa tem Xand Avião, Matheus & Kauan e Fernando & Sorocaba, com transmissão da TV Globo, do Multishow e do GNT. Além disso fazem lives neste sábado Skank, Simone & Simaria, Barões da Pisadinha e mais. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Leandro Sapucahy – 13h – Link Global Goal Festival – performances pré-gravadas de Shakira, Coldplay, Usher, Jennifer Hudson, Justin Bieber and Quavo, Miley Cyrus, Chloe x Halle, J Balvin, Yemi Alade, Christine and the Queens e mais – às 15h no Globoplay e no Multishow e na após o Altas Horas na TV Globo. Teresa Cristina – 15h – Link Frank Aguiar – 15h30 – Link Rick & Renner – 16h – Link Simone e Simaria – 16h30 – Link Jorge Vercillo – 17h – Link Luan Estilizado, Edson lima e Vicente Nery – 17h – Link Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, João Bosco, Dan Stulbach, Leila Pinheiro, Mário Adnet, Zeca Baleiro, Zélia Duncan e mais – Festival Inspira: A esperança equilibrista – 18h – Link Fafá de Belém (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Mastruz com Leite – 19h – Link Arraiá do Marcos e Belutti – 19h – Link Xand Avião, Matheus & Kauan e Fernando & Sorocaba – Arraiá em Casa – às 20h no Multishow e no GNT e às 22h30 na TV Globo Barões da Pisadinha – 20h – Link Skank – 20h – Link Elba Ramalho – 20h – Link Teresa Cristina – 22h – Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

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Matheus & Kauan falam de live Arraiá em Casa: ‘Quem assistir vai se sentir realmente no São João’

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Dupla vai se apresentar em evento transmitido pela TV Globo, pelo Multishow e GNT. Line-up tem Fernando & Sorocaba e Xand Avião com homenagens a grandes ícones do forró. Matheus e Kauan Divulgação Matheus e Kauan, como muitos artistas da música sertaneja e do forró, costumam passar o mês de junho todo no Nordeste agitando as festas de São João. "A gente já chegou a fazer três shows por dia", afirma Matheus. Mas este ano, as festas juninas silenciaram por conta da pandemia de coronavírus e as únicas apresentações possíveis, por enquanto, são as virtuais. "Tem sido um mês bem triste, porque a gente sabe da cultura o tanto que é forte, o tanto que as pessoas esperam o ano inteiro. E a gente também. São shows bem diferentes, especiais. É como se fosse o carnaval de Salvador, se for comparar em forma de energia", compara. Matheus & Kauan são uma das atrações do "Arraiá em casa", um especial junino que será transmitido no sábado (27) pelo Multishow, GNT e TV Globo. "A gente vai tentar preencher um pouquinho nesse vazio no coração das pessoas." Em entrevista ao G1, além de dar detalhes do evento, o sertanejo também fala sobre as críticas ao ritmo sertanejo dentro das festas de São João. "Sempre vão existir pessoas que não concordam. Mas faz parte do processo." Matheus ainda comenta sobre as dificuldades no período da quarentena e explica seu processo de composição. Ele tem 426 obras assinadas em seu nome, segundo dados do Ecad, muitas delas interpretadas por Luan Santana — incluindo a recém-lançada "Asas". "A gente se conhece desde moleque, ele é meu padrinho de casamento, somos vizinhos, praticamente. Então por estar sempre encontrando, ele é sempre a primeira pessoa para quem acabo mostrando as coisas e ele se identifica muito com as letras." G1 – Esse ano, muita gente lamentou o fato de não poder ir para uma festa junina. A gente tem visto várias lives este mês no clima do São João pra tentar ocupar esse espaço e matar a saudade do público. Mas e para vocês, como costuma ser o mês de junho? Matheus – É sempre muito especial na nossa carreira. Basicamente a agenda se concentra toda no Nordeste do país. É onde que tem essa cultura tão aguçada, tão bacana, e uma energia surreal, inexplicável. É como se fosse o carnaval de Salvador, só que é o São João, se for comparar em forma de energia. [Em 2020], tem sido um mês bem triste, porque a gente sabe da cultura o tanto que é forte, o tanto que as pessoas esperam o ano inteiro. A gente também — e todos os artistas que fazem show no Nordeste nessa época. São shows bem diferentes, especiais, com clima muito legal. 'Arraiá em casa': Xand Avião, Fernando e Sorocaba e Matheus e Kauan agitam especial junino Reprodução/Instagram G1 – Quais as lembranças que vocês têm das festas juninas, de quando não eram conhecidos ainda? Matheus – Quando fizemos a dupla, eu era muito novo, então não tinha tido essa experiência ainda. Afinal de contas a gente é de Goiás e a festa junina lá é mais aquele negócio de escola. Então todas as histórias que envolvem São João e festa junina, a gente viveu lá no Nordeste depois que a gente começou a fazer show lá. E é surreal. Histórias engraçadas, todos os dias a gente tem. Não vou me recordar agora de alguma específica que a gente viveu. Mas o que acho muito bacana é sempre essa correria toda e, quando a gente chega, já com 12, 13 horas de festa, está todo mundo super animado ainda. Não tem como não marcar nossa carreira, nossa vida. A gente sente muita falta disso. G1 – Não deu pra curtir nenhuma festa no anonimato, então? Matheus – A gente costuma curtir nos hotéis. Eles sempre são bem temáticos também, então quando a gente chega, sempre tem aquele pezinho de moleque, aquelas pingas artesanais que eles fazem e tem super a cara de São João. A gente chega na recepção e já toma todas junto com a galera ali. G1 – Como será o show de vocês no "Arraiá em casa"? O repertório será focado nas músicas da dupla ou vai ter também um pouco de forró? Matheus – A gente vai fazer essa live no estúdio. E juntamente com o pessoal da Globo e a Thainara OG, a gente conseguiu viabilizar esse local pra fazer um cenário totalmente típico de São João mesmo. Quem assistir de casa vai se sentir realmente no São João. A gente vai cantar várias músicas homenageando grandes artistas que levantam essa bandeira há muito tempo. Vamos fazer música de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença… pessoas que fazem parte da cultura nordestina e, principalmente, do São João. G1 – Há anos, o sertanejo sofre críticas por, cada vez mais, dominar a programação das festas juninas. O que você acha disso? Matheus – Existem pessoas que ainda são bastante conservadoras em relação a isso, mas acredito que essas barreiras, cada dia mais, venham se rompendo. Porque o sertanejo era um ritmo que, há uns dez, era indiscutível que no Rio de Janeiro ou outros estados não existia. E a gente conseguiu quebrar essa barreira, afinal de contas a gente faz uma música popular, uma música que todo mundo gosta. A gente fala do cotidiano das pessoas, assim como o forró e qualquer outro gênero musical. Nessa época, muitas bandas que geralmente não fazem show pro sudeste, pro sul, trabalham bastante, representando e levantando a bandeira do São João do nordeste. Então a partir do momento que os sertanejos, o funk e outros ritmos, começaram a fazer shows, realmente as pessoas mais conservadoras estranham um pouco. Mas acho que todo mundo tem que entender que essas parcerias que a gente faz com outros gêneros é muito bom para a música em geral. Sempre vai existir pessoas que não concordam. Mas faz parte do processo. Matheus Aleixo na festa do peão de Barretos de 2019 Érico Andrade / G1 G1 – Como tem sido o período da quarentena pra você? Matheus – Tem sido um momento bem difícil pra todo mundo, tanto no ponto de vista profissional quanto no pessoal, porque as pessoas não estão acostumadas a não poder sair de casa, a ter que cumprir tantas regras assim. A gente tem se acostumado um pouco mais, mas uns dias atrás, eu estava bem apreensivo, particularmente. É uma época que a gente trabalha muito. Tenho aproveitado meu tempo para compor e fazer música e, se Deus quiser, depois que isso tudo passar, a gente vai lançar um projeto. G1 – Por falar em compor, você escreve desde a adolescência. E diferente de muitos nomes da composição que foram pra frente do microfone e pararam de escrever músicas, você não abandonou esse lado. Como divide seu tempo nas duas carreiras? Matheus – À medida em que a gente começa a ver a correria de shows, do dia a dia, alguns artistas começam realmente perdendo isso, porque, imagina… 25 shows por mês, ainda tem que fazer música, atender as pessoas, tem a família que, com certeza, sempre está em primeiro lugar. A partir do momento que você se dispõe a fazer uma coisa, você tem que se entregar de corpo e alma naquilo que você está fazendo e ter bastante foco. E essa palavra foco é muito importante no processo de composição. Porque você tem tudo pra desviar com as coisas que acontecem no dia a dia. Essas outras que os artistas muitas vezes jugam mais importantes, como os shows e tudo mais, acabam tirando o foco deles desse processo de composição, que é um processo, vamos dizer assim, chato e leva muito tempo. Eu sou um cara muito apaixonado por escrever, desde novo. Sempre gostei muito ler também, então isso faz parte da minha vida. Não sabia tocar nenhum instrumento, então fazia só as letras e deixava guardado. Comecei a tocar violão depois de um, dois anos, peguei todas essas músicas que eu tinha escrito em forma de poema e comecei a musicar. E aí foi onde eu vi que aquilo ali poderia ser um dom. G1 – A nova música do Luan Santana ('Asas') é sua, assim como muitas outras que escreveram a carreira dele. Quando compõe, já escreve pensando que vai pro Luan? Matheus – Eu nunca fiz uma música seguindo uma receita ou pensando em algum artista. Eu basicamente paro pra pensar em um artista quando é Matheus e Kauan. Porque já sei as coisas que a gente gosta de cantar, já sei o que nosso público gosta de ouvir. Aí quando a gente finaliza esse processo, eu continuo compondo. E costumo mandar para os amigos artistas. Eu e Luan, a gente se conhece desde moleque, a gente tem essa afinidade. Ele é meu padrinho de casamento, somos vizinhos, praticamente. Então por estar sempre encontrando, ele é sempre a primeira pessoa para quem acabo mostrando as coisas. E ele se identifica muito com as letras, o ritmo. Nosso estilo de música é bem parecido. G1 – Muitas vezes, quando entrevistamos artistas com muitos anos de carreira e questionamos sobre o que eles estão ouvindo de novidade na música, eles citam vocês. Só que vocês já estão com dez anos no mercado. Acha que está faltando uma renovação na música, novos nomes? Matheus – Eu não acho que falte novidades. A música tem caminhado de uma forma muito intensa, que tem até demais, na minha concepção. As pessoas às vezes se preocupam muito com o sucesso momentâneo e esquecem que por trás daquilo ali tem que existir um processo de criação, pra ser mais duradouro. Acho que muitos artistas hoje em dia esquecem do processo de criar uma carreira e, não só, uma música. Então a gente vê o tempo inteiro músicas surgindo e depois desaparecendo. Acho que o que falta é essa relação pessoal com a música, de se entregar de uma forma diferente e criar um estilo próprio, uma identidade. Eu sou de uma parada meio pop, por isso que a gente trouxe isso para nosso som e, por isso, que soa novo, apesar de 10 anos de carreira.

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Global Goal: festival com Coldplay, Bieber e Shakira será exibido neste sábado na TV Globo, Globoplay e Multishow

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Miley Cyrus, J Balvin, Usher e Jennifer Hudson também estão entre as atrações. Festival terá mensagens pré-gravadas de Chris Rock, David Beckham e outros; veja lista. Coldplay, Shakira e Justin Biber estão no festival Global Goal G1 TV Globo, Multishow e Globoplay vão transmitir neste sábado (27) o festival online Global Goal: Unite For our Future – The Concert. O evento tem shows de Coldplay, Justin Bieber, Shakira, Miley Cyrus, J Balvin, Usher, Jennifer Hudson, entre outros, em performances pré-gravadas. A transmissão no Globoplay e no Multishow começa às 15h. A TV Globo exibirá o show no sábado, logo após o Altas Horas. A apresentação será de Dwayne Johnson e a transmissão terá mensagens de personalidades como Chris Rock, David Beckham, Hugh Jackman, Kerry Washington, Charlize Theron, Billy Porter e Olivia Colman. O evento é uma iniciativa da ONG Global Citizen em parceria com a Comissão Europeia para promover a campanha, que leva o mesmo nome do evento, e busca garantir a acessibilidade do tratamento à Covid-19 para todos ao redor do mundo. A ONG Global Citizen também foi responsável pelo festival ‘One World: Together At Home’, realizado em abril deste ano em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e com curadoria da Lady Gaga. G1 ouviu 'A head full of dreams', do Coldplay

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Rita Lee tem relançado, em LP, álbum de 1980 que espalhou o perfume pop da artista

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Edição comemorativa dos 40 anos do disco sai em setembro com áudio remasterizado. Capa do álbum 'Rita Lee', de 1980 Reprodução ♪ Um dos álbuns mais ouvidos da discografia de Rita Lee, símbolo da fase pop carnavalizante da obra da cantora e compositora paulistana, o álbum Rita Lee – lançado originalmente em 1980 pela gravadora Som Livre com retumbante sucesso nacional – será reeditado em setembro no formato original de LP. A edição comemorativa dos 40 anos do álbum Rita Lee reapresentará as oito músicas com áudios remasterizados a partir da matriz do LP original. Essas oito músicas do disco – Lança perfume, Bem-me-quer, Baila comigo, Shangrilá, Caso sério, Nem luxo nem lixo, João Ninguém e Ôrra meu – figuram entre os maiores hits dos 50 anos de carreira solo da artista, cujo primeiro álbum sem Os Mutantes foi lançado em 1970. São composições do período áureo da parceria de Rita Lee com Roberto de Carvalho, iniciada em 1978 com a música Disco voador, incluída no álbum Babilônia (1978). Desenvolvida a partir de 1979 e impulsionada pelo sucesso da canção Mania de você, apresentada no LP lançado naquele ano de 1979, essa parceria de música e vida alimentou o sucesso de Rita Lee ao longo da década de 1980. No álbum Rita Lee de 1980, seis das oito músicas são de Rita com Roberto. As exceções são Baila comigo e Ôrra meu. A edição comemorativa dos 40 anos do LP Rita Lee será lançada através da gravadora Universal Music, detentora do acervo da EMI Music, companhia que já tinha ficado no catálogo com a obra editada por Rita Lee na Som Livre entre 1975 e 1985.

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Roger Waters lança filme que conta a turnê “Us + Them”

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Em entrevista ao Jornal da Globo, Roger Waters fala sobre protestos contra o racismo nos EUA e a preparação para a próxima turnê. Roger Waters lança filme que conta a turnê "Us + Them”
Entre 2017 e 2018, quase 2,5 milhões de pessoas mundo afora assistiram o ex-membro do Pink Floyd na turnê "Us + Them" e os shows no Brasil causaram várias polêmicas.
Roger Waters isolado em uma casa em Nova York é Picasso sem tinta, Ferrari sem gasolina, mas em uma situação um pouco melhor. Hoje, pelo menos, a tecnologia permite gravar músicas à distância.
"Mother", originalmente no disco "The Wall" do Pink Floyd ganhou versão nova em maio.
Assim, o astro inglês mantém os músicos da banda em atividade e com pagamento em dia enquanto a Covid-19 não dá uma trégua.
'This Is Not A Drill' deveria ter começado no dia 8 de julho e foi adiada por causa da pandemia, mas deve passar pelo Brasil.
"Eu trabalho nesse show todo dia aqui no meu isolamento. Ele é desenhado para ginásios cobertos, com cenografia ao redor do público. Vai ser incrível", conta Waters.
Em outubro de 2018, ele veio ao Brasil para fazer oito shows. As apresentações do conhecido ativista social em meio às eleições presidenciais repercutiram. Roger Waters fez do palco plataforma de campanha contra o então candidato Jair Bolsonaro.
Naqueles shows, Roger Waters também cantou com crianças de projetos sociais e deu voz à viúva de Marielle Franco, Mônica Benício, com quem se corresponde até hoje.
Tantas histórias transformaram a turnê "Us + Them" em um filme com trilha sonora de muitas gerações e fotografia de uma Inglaterra dos anos 70 afogada em toneladas de dióxido de carbono.
A Battersa Station era uma usina termoelétrica de carvão, mas hoje está virando um complexo gastronômico e residencial em Londres. Ela está na capa do álbum 'Animals' do Pink Floyd, no qual Roger Waters compara a crueldade dos homens aos instintos dos bichos. As letras fazem ainda mais sentido quase quatro décadas após terem sido escritas.
Em "Pigs", ele diz: "Homem grande, homem porco, você é uma charada. Com a cabeça enfiada no prato de comida e dizendo ao outro: 'continue cavando'".
No show, enquanto o Roger canta isso, charges do presidente americano aparecem no telão.
Ao ser perguntado se esse é um personagem da sociedade que sempre esteve na cabeça do Roger enquanto ele escrevia as músicas, ele diz: "Bem, estava na cabeça do George Orwell quando ele escreveu 'A Revolução dos Bichos'. É um tipo genérico e o Trump é apenas um exemplo extremo disso."
Uma das guerras mais famosas do rock mundial tem o Roger Waters de um lado da trincheira. Em 1985, ele deixou o Pink Floyd e rompeu relações com aqueles amigos de infância. Nesses anos todos, a formação mais conhecida da banda tocou apenas uma vez, em 2005, em um festival beneficente em Londres.
David Gilmour e Nick Mason ainda estão vivos e ativos, mas reunir os três no futuro não é uma possibilidade.
"Você não pode jogar esses dois no mesmo saco, pelo menos para mim, porque Nick é meu amigo. Existe essa coisa também de que eu fui brigar na Justiça contra eles, mas eu nunca cheguei perto de um tribunal. Só fui me aconselhar legalmente para saber se eu poderia aposentar o nome da banda e me disseram categoricamente que não e aí eu disse que não quero o nome, não sou o Pink Floyd."
O nome da banda vem de dois artistas do blues americano: Pink Anderson e Floyd Council. Ele é a prova da paixão que aqueles jovens ingleses, brancos, tinham pela música afro-americana nos anos 1960. O amor existe até hoje e reforça a luta da vida do Roger Waters por igualdade.
"De alguma forma, o 'Black Lives Matter' reabriu essa discussão, porque o racismo é endêmico, é muito destrutivo e nojento, como também é no Brasil. Sabe, antes de começar a viajar para o Brasil com frequência, eu sempre tive aquela fantasia de que o Brasil era tipo a Meca da igualdade racial. Quando eu cheguei ao Brasil, percebi como o país era racista. Mal podia acreditar e fiquei profundamente deprimido e decepcionado."
Apesar dos gritos, dos gestos agressivos, das lutas intermináveis no palco e na vida, o que move Roger Waters é um ideal simples. Bucólico como a letra de uma de suas últimas músicas "Crystal Clear Brooks".
"A nossa missão é um riacho de águas cristalinas, sabe? Quando a hora chegar, no último dia, nós teremos nos saído bem se formos capazes de dizer, enquanto o sol se põe em seu caminho final, que nós nunca desistimos. Fizemos o possível para que os nossos filhos pudessem nadar em riachos de águas cristalinas." Confira a reportagem no vídeo acima.

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Anitta, MC Zaac e Tyga conectam funk ao rap dos anos 2000 em single feito em linha de montagem

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Capa do single 'Desce pro play', de Anitta, MC Zaac e Tyga Reprodução Resenha de single Título: Desce pro play (Papapa) Artistas: Anitta, MC Zaac e Tyga Compositores: Arthur Marques, Bibi, Maffalda, MC Zaac, Pablo Bispo, Rodrigo Gorky, Tyga e Zebu Gravadora: Universal Music Cotação: * * 1/2 ♪ Artista paulista que está na pista desde 2010, MC Zaac faz outra tabelinha com Anitta em disco. O single Desce pro play (Papapa) entra em campo dentro da linha do funk, mas com pegada diferente de singles anteriores da cantora com o funkeiro, como Vai malandra (Anitta, Maejor, Mc Zaac, Brandon Green, Laudz, Ze Gonzales, Yuri Martins, 2017) e Bola rebola (Laudz, Zegon, MC Zaac, Anitta, Hailey Collier, JVZEL e J Balvin, 2019). O rapper norte-americano Tyga forma com Anitta e Zaac o time de Desce pro play (Papapa) e, com o trio, a gravação conecta a batida do funk carioca à pegada do rap feito nos Estados Unidos nos anos 2000, inspiração do fonograma. Como a intenção foi produzir levada dançante que contagiasse o ouvinte assim que ele desse o play no single, lançado em 26 de junho e promovido com clipe filmado à distância nesse período de isolamento social, houve o recrutamento do Brabo Music Team, coletivo de compositores e produtores formado por Arthur Marques, Maffalda, Pablo Bispo, Rodrigo Gorky e Zebu. O resultado é single formatado dentro dos padrões, como se tivesse sido produzido em linha de montagem em que somente foi preciso encaixar as peças. Na teoria, funciona. Mas, como a teoria na prática é outra, falta no single Desce pro play (Papapa) uma centelha de originalidade, um brilho especial, uma química, algo que também pode ser chamado de alma.

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Nuvem de gafanhotos te chocou? Entenda como foram filmadas cenas de pragas no cinema

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Bichos de verdade ou efeitos especiais? Semana Pop explica como foram feitas as sequências de infestações de animais em 'Magnólia', 'Os pássaros' e outros filmes; assista Semana Pop explica como foram filmadas as mais impressionantes cenas de pragas do cinema
Não é nada fácil criar, na ficção, uma cena como a da nuvem de gafanhotos, que destruiu plantações na América do Sul e preocupou autoridades nessa semana. Para quem ficou chocado com o caso, o Semana Pop explica neste sábado (27) como foram filmadas as mais impressionantes cenas de pragas do cinema.
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O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.

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Semana Pop #92: Como foram filmadas as mais impressionantes cenas de pragas do cinema

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Bichos de verdade ou efeitos especiais? Semana Pop explica como foram feitas as sequências de infestações de animais em 'Magnólia', 'Os pássaros' e outros filmes. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça. Comunicação/Globo

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Jota Quest faz show em drive-in de SP neste sábado com pista premium de R$ 550 esgotada

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Ainda há ingresso para pista comum por R$ 440 por carro com até quatro pessoas. Show começa às 20h e deve ter duração de 2h. Depois de meses longe do palco, o Jota Quest vai fazer um show quase "como antigamente" neste sábado (27). A apresentação acontece no Arena Sessions, espaço drive-in montado no Allianz Parque, em São Paulo, a partir das 20h. Mesmo com o preço alto, todos os ingressos da pista premium, que custavam R$ 550, foram vendidos. Ainda é possível comprar pista comum por R$ 450 + R$ 90 de taxa. O espaço tem capacidade de 285 carros e cerca de 130 são reservados para a área vip. O público deverá seguir regras durante a apresentação: Todas as pessoas devem usar máscaras mesmo dentro do carro; Todos terão a temperatura aferida no acesso e só serão liberadas apenas pessoas com temperatura inferior à 37,5º; Carros ficaram estacionados a uma distância de 2 metros do outro; É obrigatório que todos permaneçam dentro do veículo; Janelas podem ficar abertas, mas o público não pode colocar braços, cabeça ou qualquer outra parte do corpo para fora. Além do Jota Quest, Turma do Pagode, Marcelo D2 e Anavitória também farão shows no espaço em julho. Veja programação que também tem cinema e shows de stand-up. Manu Gavassi estava na programação, mas desistiu pouco tempo depois da Arena ser anunciada. A cantora e ex-BBB disse que não estava confortável com a apresentação. O que aprendemos com a crise: Rogério Flausino

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Ana Gabriela canta com o trio Melim no primeiro álbum

segunda-feira, 29 junho 2020 por Administrador

Disco sai em 3 de julho com música inédita de Ana Caetano, da dupla Anavitória, no repertório majoritariamente autoral. ♪ Após singles e EPs lançados desde 2017, a cantora e compositora paulista Ana Gabriela se prepara para reforçar a identidade autoral com a edição do primeiro álbum, intitulado Ana e programado para chegar ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 3 de julho. Precedido pelo single X, que apresentou composição de autoria da artista, o álbum Ana reúne 13 músicas no repertório inédito e majoritariamente autoral. Contudo, há composições de lavras alheias no disco. Ana Caetano, da dupla Anavitória, contribuiu para o repertório com a canção Teu nome imita o mar. Os três irmãos do grupo Melim assinam Não te largo, não te troco, faixa gravada com a participação do trio fluminense. Lorena Chaves é a compositora de Fique mais. Já Fran Gil é o convidado de Vem cá, canção de Ana com Deco Martins e Julio Pettermann. Capa do álbum 'Ana', de Ana Gabriela Divulgação Nascida em abril de 1996 na cidade paulista de São José dos Campos (SP), Ana Gabriela é cantora de 24 anos e de voz grave que vem se destacando no nicho jovem do pop brasileiro com postura assumida e alinhada com os tempos modernos. No álbum Ana, a artista dá voz à parceria com Gabriel Loyola, Nada nada, e assina sozinha as músicas Acho que te amo, Casa 180, Cozinha, Eu quero muito mais, Mulher, Por um triz e Quem sou eu, além da já citada X, balada inspirada em histórias da artista com seis ex-namoradas (o X do título da música deve ser pronunciado com “ex”, tal como na língua inglesa). Produzido por Rafael Ramos e gravado com músicos como o baixista Alberto Continentino e o violonista Tavinho Menezes, o álbum Ana chega ao mercado fonográfico via Deck, gravadora que edita os discos de Ana Gabriela desde 2017, ano do EP Do quarto para o mundo.

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