Cantor sertanejo Zé Neto, da dupla com Cristiano, testa positivo para Covid-19
Informação foi divulgada pela assessoria dos artistas na tarde deste sábado (27). Pai do músico também teve a doença confirmada, mas está assintomático. Cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, testa positivo para Covid-19 Reprodução/Instagram O cantor Zé Neto, da dupla sertaneja com Cristiano, testou positivo para Covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria dos artistas na tarde deste sábado (27). Ainda segundo a assessoria, o pai do cantor também teve a doença confirmada, porém não apresentou sintomas. Acompanhe AO VIVO as notícias sobre a pandemia na região Zé Neto, que mora em São José do Rio Preto (SP), decidiu fazer o teste de coronavírus no Hospital de Base após apresentar tosse, espirro e febre. No entanto, a assessora não soube informar exatamente quando o exame foi realizado. O cantor e o pai estão bem e permanecem em isolamento sem contato com a família, mesmo estando na mesma residência. O produtor da dupla ainda informou que Zé Neto agradece aos fãs pelo carinho e preocupação. Zé Neto e Cristiano em live realizada em São José do Rio Preto (SP) Reprodução/Youtube Initial plugin text *Colaborou sob supervisão de Ana Paula Yabiku. Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba
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Longe dos palcos por causa da pandemia, Raí Saia Rodada lança álbum ‘Saudade Braba’
Novo trabalho está disponível em todas as plataformas digitais. Cantor potiguar teve 38 shows cancelados em junho por causa do novo coronavírus Raía Saia Rodada lança "Saudade Braba"; álbum tem 10 faixas Divulgação O cantor Raí Saia Rodada lançou nesta sexta-feira (26) o álbum "Saudade Braba". O projeto está disponível nas plataformas de música e chega para homenagear os festejos juninos que tiveram que ser suspensos por causa da pandemia do novo coronavírus. "Aproveitamos esse momento de quarentena para produzir esse novo trabalho e levar alegria e novidade para meus fãs, de quem estou morrendo de saudade. Agora eles vão poder curtir um repertório com muitas músicas inéditas, feito com muito carinho", disse o cantor potiguar, que tinha 38 shows previstos para junho e viu todos serem cancelados devido à Covid-19. O novo álbum, lançado pela Som Livre, conta com 10 faixas, sendo oito inéditas e duas regravações – os sucessos "Minha Condição" e "A Mocinha e o Vaqueiro". A primeira música de trabalho é a inédita "Amor de Rapariga", que tem a participação especial do coautor Tony Guerra. Raí Saia Rodada vai apresentar o novo trabalho na live "Made In Roça", marcada para o dia 11 de julho, que será gravada em Umarizal, sua terra natal, no Rio Grande do Norte.
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Discos para descobrir em casa – ‘Erasmo Carlos e Os Tremendões’, Erasmo Carlos, 1970
Capa do álbum 'Erasmo Carlos e Os Tremendões', de Erasmo Carlos Branca ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Erasmo Carlos e Os Tremendões, Erasmo Carlos, 1970 ♪ Em 1970, Erasmo Carlos estava à beira de achar o caminho que seguiria com status após o fim da Jovem Guarda. Sexto álbum da carreira do artista carioca, Erasmo Carlos e Os Tremendões flagrou o cantor e compositor em momento de transição quando o LP foi lançado em maio daquele ano de 1970 pela RGE. Esse LP foi o último disco de Erasmo na gravadora na qual o artista iniciara discografia solo há então exatos seis anos, em maio de 1964, com a edição de single com duas músicas, Jacaré e Terror dos namorados, da então recém-aberta parceria de Erasmo com Roberto Carlos. Na foto da capa do LP de 1970, clicada por Branca, Erasmo adotou pela última vez em disco o visual de galã rústico da Jovem Guarda, movimento que encabeçara entre 1965 e 1968 ao lado de Roberto Carlos e de Wanderléa. Incluído entre as 12 músicas do álbum, o samba-rock Coqueiro verde – assinado por Erasmo com Roberto e composto com inspiração na musa de Erasmo, Sandra Sayonara Esteves (1946 – 1995), a Narinha – fez sucesso e apontou o caminho da discografia do artista. Esse caminho seria efetivamente seguido a partir do cultuado álbum seguinte, Carlos, Erasmo (1971), o primeiro feito pelo cantor com visual hippie, já na Philips, gravadora com o qual Erasmo assinara contrato ainda em 1970 na sequência da edição do álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões. Pioneiro do rock brasileiro, Erasmo Esteves – carioca nascido em 5 de junho de 1941 e criado no bairro da Tijuca, onde conheceu futuros ídolos como Jorge Ben Jor e Tim Maia (1942 – 1998) – se iniciou na música ainda adolescente e, em 1958, integrou efêmeros conjuntos como Os Sputniks e The Boy of Rock. Como membro de uma banda juvenil, The Snakes, Erasmo debutou no mercado fonográfico em 1960, três anos antes de gravar discos como crooner do conjunto Renato e seus Blue Caps. Com a construção do reino pop da Jovem Guarda em 1965, Erasmo ganhou fama e fãs como popstar brasileiro, sendo que, da alardeada fama de mau, o cantor apelidado de Gigante gentil sempre teve somente a fama. Nesse universo pop juvenil, Erasmo Carlos encarnou o Tremendão e foi a esse epíteto que o artista aludiu no título do álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões e também no nome da banda com a qual fez o disco lançado em 1970, mas gravado em 1969 com arranjos do maestro Chiquinho de Moraes e os metais do conjunto RC-7. Das 12 faixas do disco, três já tinham sido previamente lançadas em 1969. A primeira aparecer, em single editado em maio daquele ano de 1969, foi a bela e existencialista canção Sentado à beira do caminho, hit blockbuster que devolveu a Erasmo um sucesso das proporções da época da Jovem Guarda. Roberto fez a canção e Erasmo a burilou. Na sequência, em single de dezembro de 1969, surgiu outra canção da dupla, Vou ficar nu para chamar sua atenção, tema da trilha sonora do então ainda inédito filme Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa (1970). Nesse segundo single, Erasmo também apresentou a gravação de Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939) – samba-exaltação lançado 30 anos antes em outra era da música brasileira – que fizera em tons pálidos para a trilha do mesmo filme estrelado pelo Tremendão com Roberto e Wanderléa. Dentre as nove reais novidades do repertório do álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões, havia o samba-rock Estou dez anos atrasado (Erasmo Carlos e Roberto Carlos) – do bandeiroso verso “Eu quero começar de novo” – e flerte com o universo psicodélico da época ao fim da gravação de Espuma congelada (Piti, 1969), música lançada no ano anterior, sem repercussão, pela cantora Clara Nunes (1942 – 1983). Fora da seara autoral, Erasmo reviveu no disco a ternura de Teletema (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar, 1969) – sucesso do ano anterior na voz de Regininha – e, no mesmo clima, deu voz a uma canção, Gloriosa, composta por Sérgio Fayne e letrada com imagens cinematográficas por Vitor Martins, compositor paulista que ganharia projeção a partir de 1974 como o parceiro letrista de Ivan Lins. A abordagem de Saudosismo (Caetano Veloso, 1968) aproximou Erasmo Carlos do universo da já solidificada MPB e, não por acaso, o cantor gravaria no álbum seguinte samba inédito de Caetano Veloso, De noite na cama (1971), marco da virada estilística do artista. Esnobado pela turma da Bossa Nova, mas avalizado pelos mentores da Tropicália, Erasmo se permitiu gravar no álbum de 1970 música que revivia a temática dos carrões da Jovem Guarda, Jeep (H. Denis e Vitor Martins), e tema instrumental (raridade da parceria de Erasmo com Roberto) que podia se enquadrado no universo musical da Pilantragem, até pelo título espirituoso A bronca da galinha (Porque viu o galo com outra). Na sequência do disco, a canção Menina (Ângelo Antonio, Carlos Imperial e Adriano, 1970) reconectou Erasmo com o romantismo pueril da Jovem Guarda, mas o arranjo encorpado do maestro Chiquinho de Moraes já sinalizou que o caminho do cantor já era outro. De fato, a discografia de Erasmo Carlos atingiria ponto de maturação nos sequenciais álbuns dos anos 1970. Discos como Sonhos e memórias 1941 – 1972 (1972), 1990 – Projeto Salva Terra! (1974), Banda dos Contentes (1976) e Pelas esquinas de Ipanema (1978), além do já citado Carlos, Erasmo (1971 ), solidificaram o caminho desse cantor que, após revisionista disco de duetos, Erasmo Carlos convida… (1980), atingiu sucesso massivo a partir do álbum Mulher (1981). Por conta desse sucesso de massa, Erasmo gravou álbuns regularmente ao longo dos anos 1980, mas amargou injusto ostracismo na década de 1990. Sem jamais abandonar a estrada, o cantor ensaiou volta com o álbum Pra falar de amor (2001) e, ao abrir a gravadora Coqueiro Verde Records, recuperou o fôlego criativo a partir do álbum Rock'n'roll (2009) e, desde então, tem permanecido idolatrado como lenda viva do rock do Brasil, mas sem olhar demasiadamente para o passado glorioso. Tanto que, no último (primoroso) disco de músicas inéditas, …Amor é isso (2018), o artista reiterou o vigor jovial da discografia e carimbou o êxito de caminhada de muito mais altos do que baixos. E foi em 1970, justamente a partir do transitório álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões, que Erasmo Carlos vislumbrou o rumo certo a seguir e foi adiante, sem ficar sentado à beira do caminho.
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Ana Cañas canta Belchior em live com ênfase na ‘obra monumental’ do compositor nos anos 1970
Cantora prepara, para 9 de julho, show inédito em que revive o repertório do álbum 'Alucinação', entre outros hits da década áurea do artista. Ana Cañas canta Belchior em show inédito programado para as 21h de 9 de julho Instagram Ana Cañas ♪ “Eu tô muito mexida com tudo o que tenho estudado, lido e ouvido sobre ele. Que obra monumental, especialmente a dos anos 70”, entusiasma-se Ana Cañas. Ele é Antonio Carlos Belchior (26 de outubro de 1946 – 30 de abril de 2017), cantor, compositor e músico cearense que alcançou projeção nacional ao longo dos anos 1970 com cancioneiro pautado por angústias existenciais. Ana Cañas vai dar voz a esse cancioneiro em live solidária programada para as 21h de 9 de julho, no canal oficial da artista no YouTube. A live é gratuita, mas tem caráter beneficente. Por sugestão de seguidores da cantora paulistana, foi criada campanha virtual – já com link disponível para receber doações de qualquer valor –para viabilizar o show e para gerar renda que será destinada a profissionais ligados à cadeia produtiva da música que atualmente estão sem meios de subsistência por causa da paralisação das apresentações presenciais. No inédito show Ana Cañas canta Belchior, a intérprete seguirá roteiro que inclui nove das 10 músicas que compõem o repertório autoral do álbum Alucinação (1976), obra-prima da discografia do cantor. As nove músicas extraídas desse disco referencial – Apenas um rapaz latino-americano, Velha roupa colorida, Como nossos pais, Sujeito de sorte, Como o diabo gosta, Alucinação, Não leve flores, A palo seco e Fotografia 3 x 4 – se alinharão no roteiro da live com músicas como Na hora do almoço (1971), Mucuripe (Belchior e Fagner, 1972), Paralelas (1975), Galos, noites e quintais (1976), Coração selvagem (1977), Divina comédia humana (1978), Comentário a respeito de John (1979) e Medo de avião (1979). A live do show Ana Cañas canta Belchior marca o promissor encontro de cantora de voz à flor da pele com a obra em carne viva de Belchior.
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Lives de hoje: Pabllo Vittar, Milton Nascimento, Daniela Mercury, Alexandre Pires e mais shows
Neste domingo (28), Alceu Valença, Solange Almeida, César Menotti e Fabiano fazem arraiás on-line. Teresa Cristina e As Bahias e a Cozinha Mineira também cantam. Veja horários. Pabllo Vittar, Milton Nascimento, Daniela Mercury e Alexandre Pires fazem lives neste domingo (28) Divulgação Pabllo Vittar, Milton Nascimento e Daniela Mercury fazem lives neste domingo (28). Depois de fazer live com Seu Jorge, Alexandre Pires se reúne com Luiz Carlos, vocalista do Raça Negra, no "Gigantes do Samba 2". Alceu Valença, Solange Almeida, César Menotti e Fabiano encerram a semana temática de São João com arraiás on-line. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Arraiá dos Menotti – 13h30 – Link Hugo e Thiago – 14h – Link Alceu Valença – 14h – Link Festival Orgulho Incacancelável – As Bahias e a Cozinha Mineira, Kiara, Mirands e mais – 15h – Link Alexandre Pires e Luiz Carlos – Gigantes do Samba II – 17h – Link Solange Almeida – 17h – Link Pabllo Vittar e Amigos – 17h – Link Daniela Mercury – 18h – Link Magníficos – 18h – Link Milton Nascimento – 18h30 – Link Tom Zé (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Teresa Cristina – 22h – Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro
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Di Ferrero refaz ‘Ligação’ com Thiaguinho na abertura da série ‘Di boa sessions’
♪ Em carreira solo há somente dois anos, Di Ferrero já alterna edição de repertório inédito – como a canção autoral Vai passar, composta após a infecção do artista pelo covid-19 e apresentada em single editado em abril – com reciclagens de músicas recentes da carreira solo e do grupo NX Zero. Parceria de Di com Gee Rocha, Ligação ganha outro registro fonográfico do cantor – em regravação feita em dueto com Thiaguinho – oito anos após a composição ter sido apresentada pelo NX Zero no álbum Em comum (2012). Ligação é a música que abre o single duplo Di boa sessions 1. Como o nome do disco já explicita, trata-se do título inaugural da série Di boa sessions, projeto que prevê quatro volumes em discos com regravações, convidados e eventualmente até músicas inéditas. No primeiro volume, disponibilizado em 26 de junho, Thiaguinho é o convidado das duas faixas gravadas em estúdio por Di Ferrero no último trimestre de 2019. Além de Ligação, Di Ferrero rebobina No mesmo lugar – parceria de Di Ferrero com Mateus Asato e Dan Valbusa lançada originalmente em single editado em 2018 – com Thiaguinho no single Di boa sessions 1. Estão previstos mais três discos na série Di boa.
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‘Sangue negro’, álbum que bombeou o jazz de Amaro Freitas no mundo, é editado em LP com texto de Ed Motta
♪ Título fundamental da discografia do jazz brasileiro dos anos 2010, o álbum Sangue negro – disco de estreia do pianista pernambucano Amaro Feitas – ganha edição em LP neste mês de junho de 2020 com outra capa, texto inédito de Ed Motta e tiragem limitada de 300 cópias. Lançado em novembro de 2016 de forma independente, no formato de CD e em edição digital, o álbum Sangue negro abriu caminho para Amaro Freitas conquistar o circuito internacional de jazz com o magistral toque percussivo do piano com o qual o músico faz jazz com influências de ritmos nordestinos – como baião, ciranda, frevo e maracatu – em vez de tocar esse ritmos com a tal influência do jazz. Pianista e compositor de formação clássica, crescido na periferia do Recife (PE), Amaro embutiu na técnica o aprendizado intuitivo da música ouvida nos cultos das igrejas frequentadas na infância e adolescência com os pais evangélicos. Capa da edição em LP do álbum 'Sangue negro', de Amaro Freitas Reprodução Gravado nesse Recife (PE) musicalmente miscigenado, com produção musical de Rafael Vernet, o álbum Sangue negro apresentou composições autorais como Samba de César e o frevo-jazz Subindo o morro, tocadas por Amaro com o baterista Hugo Medeiros e o baixista Jean Elton, com eventuais intervenções do saxofonista Elíudo Souza e do trompetista Fabinho Costa. Com capa que expõe a arte inédita criada pelo Bloco Gráfico, a edição em LP do álbum Sangue negro – produzida através de parceria da 78 Rotações com o selo Assustado Discos – quando Amaro Freitas já está com o prestígio consolidado no exterior com um segundo álbum, Rasif (2018), lançado pelo selo inglês Far Out Recordings e igualmente incensado nos nichos estrangeiros de jazz. Aos ouvidos gringos, o toque do piano de Amaro Freitas assombra tanto por conta do virtuosismo do músico como pela singularidade de o artista fugir do universo do samba-jazz que carimba instrumentistas do Brasil no mapa-múndi do jazz.
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G1 Ouviu #95: ‘Funk consciente’ se reinventa com Deus, motos e superação
Podcast conta história de nova geração de MCs que ganha o coração de comunidades de SP com músicas emotivas sobre vida na favela, com toque religioso e moto como símbolo de superação. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação
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Pixar lança novo trailer de ‘Soul’; assista
O teaser de um minuto mostra um dia típico na vida de Joe, o protagonista dublado por Jamie Foxx, que é professor de música do ensino médio. Imagem do novo filme de animação 'Soul' da Pixar Divulgação A Pixar lançou novo trailer do filme de animação "Soul". O teaser de um minuto mostra um dia típico na vida de Joe, o protagonista dublado por Jamie Foxx, que é professor de música do ensino médio. "Música é vida. Você só precisa saber onde procurar ”, diz Joe no trailer. “Gaste seu tempo precioso fazendo o que trará à tona o seu verdadeiro eu, brilhante e apaixonado que está pronto para contribuir com algo significativo neste mundo. Prepare-se, sua vida está prestes a começar". Joe sonha em ser um artista de jazz, mas antes que ele consiga, um acidente inesperado faz com que sua alma se separe do corpo. Ele então é transportado para o Great Before, um lugar fantástico onde novas almas obtêm suas personalidades, peculiaridades e interesses antes de ir para a Terra. Lá, ele se une a uma alma gêmea chamada 22 (dublada por Tina Fey). Os dois trabalham juntos para devolver a alma de Joe ao seu corpo na Terra antes que seja tarde demais. Os cineastas de “Soul”, incluindo o diretor Pete Docter, o co-diretor e roteirista Kemp Powers e a produtora Dana Murray, fizeram parceria com a antropóloga e educadora americana Johnnetta Cole e o renomado pianista de jazz Jon Batiste para oferecer essa prévia do filme. O trailer também apresenta a música "Parting Ways", que foi escrita, produzida e executada por Cody Chesnutt. Tanto Cole como Batiste, que emprestaram sua experiência aos arranjos e composições de jazz de "Soul", trabalharam como consultores culturais do filme. Após ter sua data de lançamento original em junho adiada pela pandemia de coronavírus, "Soul" será lançado em 20 de novembro. Veja o trailer do filme:
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Mulher de Zé Neto grava vídeo ao lado dos filhos após cantor testar positivo para Covid-19: ‘Nenhum de nós estamos’
Cantor foi diagnosticado com coronavírus depois de sentir sintomas e fazer exame no Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP). Músico continua em isolamento social. Natália Toscano gravou vídeo para dizer que família está bem Reprodução/Instagram Depois de o cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, testar positivo para Covid-19, a mulher dele, Natália Toscano, publicou um vídeo em uma rede social para falar da situação e tranquilizar os fãs. Segundo Natália, o marido está em isolamento social desde a última quarta-feira (24). Apesar de morarem na mesma casa, em São José do Rio Preto (SP), o sertanejo não está tendo contato com a família. “Por isso vocês não o viram nas redes sociais. Eu não falei nada antes, porque estávamos esperando o resultado. Nenhum de nós estamos. Nem a Angelina, nem o José, nem eu, nem minha sogra, nem minhas funcionárias”, disse. Além de Zé Neto, o pai do cantor também foi diagnosticado com o novo coronavírus. No entanto, ele não apresentou sintomas. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do artista. Natália também afirmou que a família está tomando todos os cuidados possíveis e que o marido está bem. “Ele [Zé Neto] está isolado por precaução, para que não passe para frente. Estou cuidando super bem. Estamos sendo bem auxiliados. Infelizmente, faz parte da nossa vida atual. Estamos sujeitos a pegar ou não”, afirmou. Zé Neto decidiu fazer o teste de coronavírus no Hospital de Base após apresentar tosse, espirro e febre. No entanto, a assessora não soube informar exatamente quando o exame foi realizado. Cantor Zé Neto, da dupla com Cristiano, testa positivo para Covid-19 Reprodução/Instagram Zé Neto e Cristiano em live realizada em São José do Rio Preto (SP) Reprodução/Youtube Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Rio Preto e Araçatuba
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