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Lucy Alves interpreta ‘Asa Branca’ com Any Gabrielly, do Now United

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Paraibana toca sanfona e canta versos do clássico de Luiz Gonzaga junto com Any Gabrielly. Em abril, Lucy apareceu em vídeo divulgado por Dua Lipa. Lucy Alves Divulgação A cantora e compositora paraibana Lucy Alves divulgou nesta terça-feira (23), véspera de São João, um vídeo em que interpreta a música “Asa Branca”, clássico de Luiz Gonzaga, junto com Any Gabrielly, brasileira integrante do grupo global de música pop Now United. O vídeo foi postado no Instagram de Lucy, que aparece tocando sanfona e cantando a segunda parte da música. Any Gabrielly, que tem 17 anos e nasceu em Guarulhos, canta o começo da música. Assista abaixo. Initial plugin text Essa é a segunda vez este ano que Lucy divulga um vídeo em “parceria” com artistas internacionais. Em abril, Lucy aparece em um vídeo divulgado pela cantora britânica Dua Lipa em que ela reúne reações de fãs ao clipe da música “Break My Heart”. A paraibana é a primeira a aparecer no vídeo de Dua Lipa. No vídeo divulgado pela britânica, Lucy aparece tocando uma versão da música na sanfona. O vídeo original da cantora paraibana foi postado em março e para comemorar a “parceria”, ela lançou, em abril, outra versão, desta vez tocando violino, teclado e baixo.

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Jota Quest, Turma do Pagode e Marcelo D2 e Anavitória vão fazer shows em drive-in em SP

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Espaço no Allianz Parque vai oferecer sessões de cinema, shows e apresentações de stand-up a partir de quarta (24). Patati Patatá também está na programação. Jota Quest Divulgação Jota Quest, Turma do Pagode, Marcelo D2 e Anavitória estão na programação de shows no drive-in do Allianz Parque, na Zona Oeste de São Paulo. Manu Gavassi era uma das atrações anunciadas, mas a cantora disse que não vai se apresentar mais no evento. Além dos shows, o Arena Sessions vai oferecer sessões de cinema, stand-up de humoristas, games e programação infantil a partir de quarta-feira (24). Veja datas dos shows presenciais: 27 de junho (sábado) – Jota Quest 03 de julho (sexta) – Turma do Pagode 11 de julho (sábado) e 12 de julho (domingo) – Patati Patatá 11 de julho (sábado) – Marcelo D2 17 de julho (sexta) – Anavitória O espaço também vai receber shows de stand-up com Maurício Meirelles, Daniel Zukerman e Leandro Hassum. "Pulp Fiction", "Jurassic Park", "Velozes e Furiosos", "Turma da Mônica – Laços" e "Meu Malvado Favorito" estão entre os filmes em cartaz. Veja programação completa aqui. Semana Pop #88: relembre clássicos do cinema com momentos em drive-ins

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O novo desastre na restauração de uma obra de arte histórica na Espanha

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Apesar de duas tentativas de arrumá-lo, o quadro de Bartolomé Esteban Murillo ficou irreconhecível. Colecionador pagou 1.200 euros pelo trabalho de 'restauração' Europa Press via BBC Um colecionador de arte da Espanha ficou surpreso com a restauração mal feita de uma pintura do artista barroco Bartolomé Esteban Murillo. O colecionador, que é de Valência, pagou 1.200 euros para que o quadro fosse limpo por um restaurador de móveis, segundo o site de notícias espanhol Europa Press. Mas, apesar de duas tentativas de consertá-lo, o quadro da Imaculada Conceição ficou irreconhecível. O incidente fez surgirem comparações com outras "restaurações" recentes na Espanha. Em 2012, uma senhora tentou restaurar um afresco de Jesus Cristo em sua igreja local, que fica perto de Zaragoza. Ela tinha boas intenções, mas nenhum conhecimento técnico em restauração. No ano passado, uma estátua de São Jorge do século 16 que fica em uma igreja em Navarra também chamou a atenção do público após um trabalho de restauração. Alguns compararam seu novo visual a uma figura da Playmobil. Atualmente, não há lei na Espanha que proíba as pessoas de restaurar obras de arte, mesmo que o façam sem as habilidades necessárias. Em comunicado, a Associação Profissional de Restauradores e Conservadores do país (Acre) condenou a falta de proteções legais e chamou o incidente recente de um ato de "vandalismo". "Essa falta de regulamentação se traduz na falta de proteção de nossa herança", afirmou a Acre. "Nos últimos anos, os profissionais de restauração e conservação foram forçados a emigrar ou deixar suas profissões devido à falta de oportunidades", acrescentou, alertando que o setor corre "sério risco de desaparecer" na Espanha.

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Manu Gavassi desiste de show em drive-in em SP: ‘Não estou confortável’

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Cantora cancelou apresentação uma hora depois de anunciar show, que aconteceria no dia 10 de julho. Manu Gavassi Divulgação/Rodolfo Magalhães Manu Gavassi era uma das atrações do Arena Sessions, espaço que vai oferecer atividades culturais no formato drive-in no Allianz Parque, em São Paulo, mas desistiu da apresentação. "Esse festival em formato Drive-in no Allianz Park foi marcado tempos atrás quando tínhamos a esperança das coisas melhorarem até Julho. O que não foi o caso, as coisas só pioraram", escreveu a cantora em post nas redes sociais nesta terça (23), pouco depois do evento ser anunciado. "Então mesmo com todas as medidas de segurança não estou confortável de fazer a minha apresentação e estou saindo do festival. Obrigada por serem sempre tão compreensivos e transparentes comigo. Estamos juntos nesse processo de evolução", finalizou. O show da cantora estava marcado para o dia 10 de julho. Jota Quest, Turma do Pagode, Anavitória e Patati Patatá seguem confirmados na programação. Críticas na internet Assim que as atrações foram anunciadas, muitas pessoas criticaram a cantora e ex-BBB pela apresentação durante a quarentena. Já outras pessoas saíram na defesa da cantora afirmando que mesmo com outros artistas confirmados, só Manu estava sendo criticada. Depois de anunciar que não iria mais fazer o show, os fãs comemoraram a decisão da cantora. "Todos nós fãs queremos muito te ver, mas que seja na hora certa, manuzinha!", escreveu uma pessoa no Twitter. LEIA MAIS: Manu Gavassi fala de vida pós-BBB: 'Pela 1ª vez, as pessoas sabem quem eu sou' Semana Pop #88: relembre clássicos do cinema com momentos em drive-ins

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Lives de hoje: Dorgival Dantas, Israel & Rodolffo, Limão com Mel e mais shows para ver em casa

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Nesta quarta-feira (24), dia de São João, Trio Virgulino e Mariana Aydar também fazem transmissões. Veja horários. Dorgival Dantas canta no São João 2019 em Campina Grande Emanuel Tadeu/Medow O São João vai ser comemorado nesta quarta (24) com lives de Dorgival Dantas, Limão com Mel e Israel & Rodolffo. Em entrevista ao G1, Dorgival lamentou que as festas não vão acontecer presencialmente neste ano e falou do impacto para quem depende das festas juninas para viver. O sanfoneiro também participou do podcast G1 Ouviu; ouça abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Sepultura – 16h15 – Link Flávio José, Cavalo de Pau e outros artistas (São João de Campina Grande em Casa) – 17h – Link Trio Virgulino (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Dorgival Dantas – 20h – Link Israel e Rodolffo – 20h – Link Limão com Mel – 20h – Link Mariana Aydar – 20h – Link Teresa Cristina – 22h – Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

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Discos para descobrir em casa – ‘Claro’, Luiz Melodia, 1987

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Claro', de Luiz Melodia Maurício Cirne ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Claro, Luiz Melodia, 1987 ♪ “O que eu quero é funkear”, avisou Luiz Melodia em verso de Saco cheio, dando a pista da levada da música então inédita de Tony Marinho que o cantor apresentava no sexto álbum da carreira, Claro, lançado em 1987 pela gravadora Continental. Naquela altura, o Brasil já tinha entendido que o carioca Luiz Carlos dos Santos (7 de janeiro de 1951 – 4 de agosto de 2017) extrapolara o molde do sambista no qual a indústria do disco tentou em vão enquadrar o cantor e compositor por ele ter nascido e se criado no Morro do São Carlos, no bairro do Estácio, celeiro de bambas seminais dos anos 1920. Melodia até cantou (bons) sambas no álbum Claro e, em um deles, O menino, deu alô para a “rapaziada do São Carlos e do Estácio”, como explicitou na fala introdutória da faixa. Mas fez isso com a consciência de que nunca esteve confinado em fronteiras musicais. Sim, Luiz Melodia cantava samba com orgulho da origem, mas, na obra miscigenada do compositor, o samba do Estácio representou ponte que o levou a cruzar os universos musicais do blues, do rock, do soul, do choro, do funk e do iê-iê-iê romântico da Jovem Guarda. Esse amálgama sem precedentes na música do Brasil já tinha sido assimilado pelo público mais antenado que ouvira o primeiro álbum do cantor, Pérola negra (1973), gravado e lançado no embalo da repercussão obtida com a inclusão da música-título desse disco no roteiro de Fa-tal – Gal a todo vapor (1971 / 1972), cultuado show de Gal Costa. Na sequência da luxuosa apresentação do compositor por Gal, Maria Bethânia lançou o samba Estácio, Holy, Estácio no álbum Drama (1972), o que abriu mais portas para Luiz Melodia. Indomado pela própria natureza artística, livre de amarras mercadológicas, Melodia fechou algumas dessas portas em trajetória que legou para a posteridade álbuns como Maravilhas contemporâneas (1976), Mico de circo (1979), Nós (1980) e Felino (1983). Quando entrou em estúdio para gravar Claro, álbum produzido por Sérgio Mello sob a direção artística de Jairo Pires, Melodia já estava há quatro anos sem lançar álbum e carregava o rótulo de “maldito” que, nos anos 1970, a indústria do disco tinha posto nele e em companheiros de geração igualmente indomados como Jards Macalé e Sérgio Sampaio (1947 – 1994). No caso de Melodia, a “maldição” mercadológica somente seria (temporariamente) dissolvida no fim dos anos 1990 com a gravação e edição do revisionista álbum Acústico ao vivo (1999), título best-seller da discografia espaçada, mas coerente, do artista. Editado sem repercussão, o álbum Claro nem de longe trouxe para Luiz Melodia um sucesso do quilate de Presente cotidiano (1973), Ébano (1975), Congênito (1975), Juventude transviada (1976) e Fadas (1978) – músicas que ajudaram a popularizar a obra do compositor nas vozes do autor e/ou de cantoras como Gal Costa e Zezé Motta. Contudo, o álbum Claro apresentou músicas que, em contexto mais favorável para o artista, teriam cacife para figurar em qualquer antologia de Luiz Melodia. Samba-funk arranjado com metais em brasa, com balanço aliciante, Revivendo (Luiz Melodia e Perinho Santana) é a joia rara escondida há 33 anos no baú do álbum Claro. “Prazer, memória está sadia”, saudou Melodia nessa música luminosa, com a voz aveludada que teria credenciado o cantor a seguir carreira somente como intérprete se assim tivesse desejado – como provou o sucesso, em 1991, da regravação por Melodia da canção Codinome beija-flor (Reinaldo Arias, Cazuza e Ezequiel Neves, 1985). No álbum Claro, outra música se insinuou reluzente, mesmo com parte do brilho empanado pelo arranjo criado à moda tecnopop dos anos 1980. Trata-se de Decisão, música de Melodia com Sérgio Mello que Zezé Motta regravou 24 anos depois em álbum, Negra melodia (2011), em que irmanou os cancioneiros de Melodia e Macalé. Na gravação original feita por Melodia em Claro, Decisão soou quase como balada romântica, embora se insinuasse como samba. Mesmo que alguns arranjos nem sempre tenham feito jus às músicas, por contingências do mercado da época, o álbum Claro ofereceu ótima amostra do talento do compositor. Se Seja amar (Luiz Melodia e Ricardo Augusto) apresentou melodia sinuosa valorizada pelo canto do artista, com direito a floreios vocais ao fim da gravação, Verão tropical (Papa Kid e Indiano) soou supercarioca. O ouriço de O que é que é isso? (Luiz Melodia) se alinhou com o tom serelepe do samba-choro Malandrando (Luiz Melodia, Perinho Santana e Silvio Lemos). A pegada dessa faixa autobiográfica ecoou a mistura brasileira do grupo Novos Baianos, mas com o tempero particular de Melodia. Duas regravações completaram o repertório do álbum Claro com absoluta fidelidade à ideologia musical de Luiz Melodia. Que loucura (1976) se revelou samba de andamento ágil e jazzificado no arranjo em que Melodia surfou no ritmo ao cair com destreza no suingue da faixa. A música foi pinçada por Melodia do repertório do segundo álbum do companheiro de geração e “maldição” Sérgio Sampaio. Já o rock Broto do Jacaré (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964) soou vintage em acerto de contas de Melodia com a memória afetiva do adolescente do Morro do São Carlos que, em 1965, assistia Roberto Carlos mandar tudo para o inferno nas jovens tardes de domingo – ainda que Broto do Jacaré tenha sido apresentado por Roberto um ano antes da estreia do programa de TV Jovem Guarda (1965 / 1968). Após Claro, Luiz Melodia gravou mais nove álbuns em discografia encerrada (em vida) com o álbum Zerima (2014), lançado três anos antes do artista sair de cena aos 66 anos. Totalizando 15 álbuns lançados entre 1973 e 2015, essa discografia geralmente é enfocada somente na fase áurea dos anos 1970 por quem desconhece as pérolas negras incrustadas em álbuns como Claro, retrato feliz do artista em fase de menor visibilidade.

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Mariene de Castro festeja ‘Amor nordestino’ na cadência romântica de Roque Ferreira

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Cantora lança o single 'Caxixi' com capa que expõe arte criada por Silvia Naif. Mariene de Castro Renato Rebouças / Facebook Mariene de Castro ♪ Em 2018, quando apresentou o show Meu Cumpadre Ferreira – Canções de Roque Ferreira, a cantora baiana Mariene de Castro apresentou música então inédita do compositor conterrâneo que celebrou nesse show, com a autoridade de quem conheceu Roque Ferreira em 1997. E de ter se tornado uma das intérpretes referenciais da obra do compositor desde que lançou o primeiro álbum, Abre caminho (2004), disco povoado por composições de Roque. A novidade daquele tributo de 2018 era o xote Caxixi. Rebatizado por Mariene de Bonitinha, por causa do apego da cantora ao verso inicial “Você é tão bonitinha”, o xote Caxixi ganha registro fonográfico na voz calorosa da artista dois anos depois do show com músicas de Roque. Com capa que expõe arte inédita de Silvia Naif, criada para o disco a convite de Mariene, o single Caxixi (Bonitinha) chega ao mercado fonográfico nesta quarta-feira, 24 de junho, dia de São João. A arte da capa do disco alude ao fato de Caxixi ter sido cantada pelo marido da artista, Rafael, no dia do casamento com a cantora, em outubro de 2018. Capa do single 'Caxixi (Bonitinha)', de Mariene de Castro Arte de Silvia Naif “Caxixi é um hino ao amor. Um amor nordestino, com cheiro de mato e de barro”, caracteriza Mariene de Castro. Na discografia da cantora, o single Caxixi sucede Índia (2019), single em que a intérprete reviveu a guarânia paraguaia Índia (José Asunción Flores e Manuel Ortiz Guerrero, 1928, em versão em português de José Fortuna, 1952), sucesso no Brasil nas vozes da dupla Cascatinha & Inhana e da cantora Gal Costa.

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BIG Festival abre palestras virtuais ao público em dia com Nintendo Switch e Epic; veja programação

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Evento brasileiro de games independentes ganha edição on-line por causa da pandemia do novo coronavírus. A 4ª edição do BIG Festival aconteceu em 2016 Divulgação/BIG Festival O BIG Festival 2020 começa nesta quarta-feira (24) suas palestras virtuais abertas ao público. Entre os destaques estão painéis da Epic Games, desenvolvedora de "Fortnite", e do Nintendo Switch. A edição deste ano do maior evento de games independentes da América Latina foi modificada por causa da pandemia do novo coronavírus. Com a quarentena, o festival foi modificado para uma versão on-line. As apresentações, que têm limite de até 1.500 pessoas e podem ser reservadas, acontecem também nesta quinta-feira (25). Veja abaixo a programação das palestras desta quarta: 9h50: Os desafios do e-sports no Brasil 10h40: Gerenciamento de riscos para seu studio de games 11h30: Novidades sobre a Epic Games e a Unreal Engine para 2020 12h20: O Brasil visto de fora 13h10: 4 Passos para trabalhar com external development Remotamente no 'novo normal' 14h: Uma visão geral da indústria de mobile games: grandes oportunidades para desenvolvedores 14h50: Criando para o Metaverso: uma conversa com os desenvolvedores da Roblox 15h40: Desenvolvimento de games para Nintendo Switch: uma oportunidade global 16h30: Como se destacar no mundo virtual 17h20: Made in Brazil: o incrível mercado brasileiro de desenvolvimento externo (XD) 18h10: Showcase de jogos brasileiros 2020

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Maria Alcina dá voz a samba de Baiano & Os Novos Caetanos sobre delação nos anos 1970

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Cantora lança single com regravação de 'Vô batê pá tu', música de 1974 que Daniela Mercury pôs na pista em 2004. ♪ Em 1974, ano em que a cantora Maria Alcina lançou o segundo álbum, a dupla Baiano & Os Novos Caetanos saltou da tela da TV – onde surgira como atração de Chico City, programa de humor apresentado por Chico Anysio (1931 – 2012) na TV Globo – para o disco. Formada por Chico Anysio com o ator, cantor e compositor Arnaud Rodrigues (1942 – 2010) para satirizar Caetano Veloso, Gilberto Gil e o grupo Novos Baianos, em deboche extensivo à toda a turma da MPB identificada com os artistas baianos, a dupla emplacou de cara um grande sucesso, Vô batê pá tu, no primeiro dos quatro álbuns que lançou entre 1974 e 1985. Samba-rock composto com melodia do cantor e compositor Orlandivo (1937 – 2017) e letra de Arnaud Rodrigues, Vô batê pá tu versou com descontração e em tom lúdico sobre delação, tema sério naqueles sombrios anos 1970 em que supostos dedo-duros, como o cantor Wilson Simonal (1938 – 2000), eram inapelavelmente “cancelados” e condenados no tribunal popular. A propósito, a letra de Vô batê pá tu alude ao caso de Simonal sem citar nominalmente o cantor carioca, amigo de Chico Anysio. Intérprete de canto exuberante, Maria Alcina se conecta com esse sucesso de 1974 – música que, atravessando gerações, ainda anima pistas de dança, inclusive fora do Brasil – e reapresenta Vô batê pá tu em single produzido por Thiago Marques Luiz e programado para ser lançado na sexta-feira, 26 de junho, com capa que expõe arte criada por Leandro Arraes sobre fotos de Murilo Alvesso. Capa do single 'Vô batê pá tu', de Maria Alcina Murilo Alvesso com arte de Leandro Arraes Na gravação de Alcina, arranjada pelo guitarrista Rovilson Pascoal, o samba-rock vira samba de toque nordestino acentuado pelo acordeom de Ricardo Prado. O baixista André Bedurê, o baterista Gustavo Souza e a percussionista Michele Abu também tocaram na regravação de Vô batê pá tu. Cabe lembrar que quem descobriu a vocação da pegada lúdica de Vô batê pá tu para a pista de dança foi o DJ Zé Pedro. Quando preparava o segundo disco de remixes, Quero dizer a que vim (2005), o DJ reciclou a gravação de 1974 com uma base de drum'n'bass que chamou a atenção de Daniela Mercury quando a cantora ouviu o remix antes mesmo do DJ lançar o CD. Apostando na batida e na música, a cantora solicitou a Zé Pedro o uso dessa base drum'n'bass do remix do DJ e regravou a composição, turbinando Vô batê pá tu em fonograma incluído no álbum Carnaval eletrônico (2004), gravado por Daniela com a intenção de levar a linguagem da axé music para as pistas de dança e, na rota inversa, trazer os beats para os trios elétricos. Lançado 30 anos após a gravação original da dupla Baiano & Os Novos Caetanos, o remix de Vô batê pá tu do disco de Daniela Mercury ainda reverbera. Tanto que, em live feita com o DJ Zé Pedro em 19 de maio, a cantora reviveu Vô batê pá tu sobre a base do disco de 2004. É essa música que, em tempos de delação premiada, Maria Alcina tenta recolocar na pista a partir desta semana com a edição do single Vô batê pá tu.

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‘Animal Crossing’ vira palco de talk show digital que tem de Sting a Elijah Wood como convidados

quarta-feira, 24 junho 2020 por Administrador

Um dos jogos mais populares durante quarentena vira cenário de 'Animal talking', programa que estreia 2ª temporada nesta quarta com apresentador e entrevistados dentro do game. Danny Trejo, Elijah Wood, Gary Whitta e Adam Nickerson em 'Animal Talking' Reprodução/YouTube/Gary Whitta Imagine um programa de entrevistas na qual três convidados, entre eles os atores Elijah Wood ("O Senhor dos anéis") e Danny Trejo ("Machete"), o apresentador e o líder da banda ficam por quase um minuto apenas rodando e dando risadas e esbarrando uns nos outros. Em tempos de pandemia, isso parece ainda mais loucura do que o normal, mas é algo totalmente possível de acontecer — como de fato aconteceu — em "Animal Talking". O novo talk show supera a concorrência, que tem de se conectar por vídeo com os convidados, ao levar toda a produção para dentro do game "Animal Crossing: New Horizons", um dos maiores fenômenos do Nintendo Switch durante a quarentena. A segunda temporada estreia nesta quarta-feira (24) com convidados de peso, como o cantor Sting e o diretor Kevin Smith ("O balconista"). Eles estarão reunidos virtualmente no estúdio montado no porão da casa do apresentador Gary Whitta no jogo, em transmissão em canal no Twitch. Depois disso, os episódios são disponibilizados também no YouTube. No local, que simula um cenário típico de talk show com sofás e câmeras, passaram desde abril entrevistados como Wood, Trejo, os cineastas Colin Trevorrow ("Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros") e Duncan Jones ("Lunar") e o rapper T-Pain. Elijah Wood, Jessica, Danny Trejo, Adam Nickerson e Gary Whitta rodam em 'Animal Talking' Reprodução/YouTube/Gary Whitta De 'Crossing' a 'Talking' O novo "Animal Crossing" se tornou um fenômeno pelo mesmo motivo que possibilitou a existência de "Animal Talking". Lançado em março, coincidiu com o começo da quarentena de países como Estados Unidos e Brasil. Em pouco tempo, se tornou o mais vendido do console da Nintendo, ao permitir que jogadores controlassem avatares personalizados e construíssem aos poucos sua própria ilha, visitando as criações de outras pessoas e trocando itens e vegetais cultivados. "A pandemia deixou todo mundo miserável e fez com que tantos de nós nos sentíssemos desconectados dos outros", diz ao Whitta ao G1. Roteirista de filmes como "O livro de Eli" (2010) e "Rogue One: Uma História Star Wars" (2016), o apresentador encara o programa como um hobby. "Mas o jogo, e o talk show que construímos dentro dele, é uma grande maneira de esquecer seus problemas por um tempo e se sentir conectado às pessoas novamente. Todo o ponto do programa é colocar um sorriso no rosto das pessoas em um momento em que elas realmente precisam." Com uma ajudinha dos amigos Neste passatempo que acabou virando coisa séria, Whitta conta com a ajuda de sua mulher, Leah, e dos amigos Adam Nickerson, como o típico líder de banda de talk show, e Kate Stark, streamer de games que cuida dos convidados antes da hora da entrevista. Ela também é responsável pelos figurinos, já que cada participante do programa é transformado em um dos avatares do game. "Atualmente há mais de 4.600 itens de roupas e variações no jogo, então quando vejo algo que poderia funcionar para o Gary ou para o Adam no programa, mando para eles, como uma estilista faria", conta Stark. "Quando um convidado não tem o game, usamos ‘fantoches’ para eles. Leah, que também é produtora-executiva do talk show, normalmente controla e constrói um personagem inteiro baseado na aparência deles. Temos então sua voz na chamada, mas é ela quem controla o avatar." T-Pain canta em 'Animal Talking' Reprodução/YouTube/Gary Whitta Nos bastidores A equipe, que trabalha de forma voluntária, é necessária ao se considerar que a produção de um episódio de duas a três horas pode levar até dez horas antes do começo da transmissão, entre pré-entrevistas e testes técnicos. Mesmo com experiência como gerente de palco no teatro, Stark conta que trabalhar em "Animal Talking" é algo inédito. "Trabalhei em entretenimento e transmissão ao vivo por mais de quatro anos, então conheci o suficiente de celebridades nesse tempo, mas nunca tive de cuidar deles em um programa como esse", diz ela. Depois de participar como uma convidada no terceiro episódio, a streamer ofereceu ajuda nos bastidores, pois sabia que havia muito a se fazer no lado técnico. Desde então, testemunhou momentos especiais na frente e atrás das câmeras, mas o mais marcante foi com T-Pain. "Ele é uma pessoa tão divertida e antes do show começar ele estava tomando umas doses e pediu de brincadeira para que eu bebesse também, assim ele não bebia sozinho", conta ela. "Agarrei qualquer coisa que eu tinha em casa porque quem diz não a algo assim?"

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