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Chay Suede volta ao disco com o EP ‘O sal’

quinta-feira, 18 junho 2020 por Administrador

Primeiro single, 'Chora pra ver como é', sai em 30 de junho, dia do 28º aniversário do artista. ♪ No primeiro semestre de 2019, antes de começar a gravar a novela Amor de mãe (TV Globo), Chay Suede aproveitou o tempo livre para voltar a compor, após três anos sem fazer música. Na ocasião, o ator, cantor e compositor capixaba entrou no estúdio de Pedro Zopelar – músico e produtor de formação erudita ligado à cena eletrônica paulistana – e deu início às gravações de inéditas músicas autorais. Essas músicas foram compostas por Chay em parcerias então recém-abertas com Loïc Koutana – artista francês de ascendência congolesa que transita pelo universo da música eletrônica no coletivo paulistano Teto Preto – e com Rodrigo Pereirão. Um ano depois, a primeira música gerada nessas novas conexões musicais de Chay, Chora pra ver como é, chega ao mundo na forma de single programado para 30 de junho, dia do 28º aniversário de Chay. O single Chora pra ver como é é a primeira amostra do EP intitulado O sal e gravado por Chay com as músicas produzidas nesse retorno à música. Capa do single 'Chora pra ver como é', de Chay Suede Reprodução Para quem acompanha a carreira de Chay Suede somente nas novelas da TV Globo, cabe informar que, há sete anos, o artista lançou o primeiro álbum solo, Chay Suede (2013), de repertório voltado para o público adolescente que seguia o ator em redes sociais por conta de atuações pregressas em novelas e programas de tom infanto-juvenil. Depois que ganhou prestígio e projeção nacional como ator, pelo papel de protagonista na primeira fase da novela Império (TV Globo, 2014), Chay somente se envolveu com a música (fora de cena) ao idealizar e gravar – ao lado do produtor musical Diogo Strausz – o projeto Aymoréco, que rendeu EP em 2015 e álbum em 2016. Pontapé inicial do EP O sal, o single Chora pra ver como é é o primeiro lançamento fonográfico de Chay Suede desde o álbum do Aymoréco, apresentado há quatro anos.

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Ludmilla, Anitta, Tiago Iorc… Como tretas elevam valor de mercado e geram lucro para famosos

quinta-feira, 18 junho 2020 por Administrador

Envolvidos em brigas da semana ganharam números nas redes sociais. Especialistas dizem que conflitos chamam a atenção de marcas, mas também podem prejudicar carreiras. Ludmilla e Anitta Leo Franco / AgNews Em um vídeo com direito a trilha e narração, Ludmilla revelou nesta semana uma treta antiga com Anitta. E o resultado foi uma explosão de buscas por sua nova música. “Cobra venenosa” tem lançamento marcado para o próximo dia 3, mas já teve um trechinho divulgado pela cantora. A letra remete ao caso: “Cobra invejosa / Não sai do lugar / Fica me difamando pra poder me atrapalhar.” ANÁLISE: Briga de Ludmilla com Anitta chega ao disco e fortalece o machismo inimigo Ludmilla faz desabafo sobre Anitta, expõe áudios da cantora e diz que "quer distância" “Alguns artistas aproveitam momentos como esse para anunciar um projeto, uma música, por exemplo. Outros preferem se resguardar”, diz Caroline Steinhorst, uma das responsáveis pela agência que cuida da estratégia digital de Ludmilla. A empresária não revela se o bafafá foi premeditado para favorecer o lançamento, mas admite: “No caso da Lud, a música tem tudo a ver [com a situação]. É uma coisa que com certeza vai trazer mais visibilidade.” Ludmilla vs. Anitta Após a revelação da briga, na segunda-feira (15), a procura pelo nome de Ludmilla no YouTube – que leva às suas outras músicas – mais que dobrou, até atingir um pico na terça (16). No Instagram, ela ganhou mais de 100 mil novos seguidores. Mesmo Anitta, que não se posicionou diretamente sobre o caso, teve um aumento de 102% no volume de buscas na plataforma de vídeos. Mas no Instagram o saldo foi negativo: 66 mil seguidores a menos. Caroline explica que o reflexo das tretas no valor de mercado de artistas, na maioria das vezes, depende da natureza do atrito. “Se a briga entra em algum tema mais delicado – preconceito, racismo, por exemplo – o artista acaba saindo prejudicado, perdendo contratos.” Initial plugin text Mas, em casos como o de Ludmilla, o efeito é o contrário, segundo ela. “O público escolhe um lado, é claro que tem a porcentagem de haters. Mas o artista ganha tanta visibilidade que as marcas querem colar, elas se aproveitam disso.” “Em brigas entre nomes muito grandes, as bases de fãs se juntam aos curiosos, que querem entender o que está acontecendo. E isso atrai o olhar das empresas”, acrescenta Bruno Trindade, também responsável pela agência. Anavitória vs. Tiago Iorc Anavitória e Tiago Iorc fazem show juntos Divulgação Um caso com reflexos parecidos envolveu a dupla Anavitória e o cantor Tiago Iorc, também nos últimos dias. Os três, que já foram parceiros musicais, revelaram uma disputa pelos direitos autorais da música “Trevo (Tu)”, criada em parceria entre Ana Caetano e Tiago e lançada em 2016. O empresário da dupla contou ao G1 que os ex-amigos não se falam há dois anos. Mas o trabalho que gravaram juntos continua rendendo frutos. A divulgação da briga também fez a procura pela música dobrar no YouTube. Whindersson Nunes vs. Carlinhos Maia Mesmo que os números de engajamento aumentem, Alex Monteiro, sócio de uma agência de influenciadores, acredita que tretas são sempre negativas para a imagem dos envolvidos. Ele viu de perto a briga entre Whindersson Nunes e Carlinhos Maia, em maio do ano passado. Na época, os dois tinham carreiras administradas por sua empesa. Carlinhos Maia, Whindersson Nunes e Tirulipa na série 'Os Roni' Divulgação/Multishow Segundo Monteiro, ambos foram prejudicados financeiramente pelo conflito. “Se uma marca vai trabalhar com uma pessoa que tem reações desmedidas, a qualquer momento isso pode respingar na empresa.” “Ainda que 50% do público fique de cada lado da briga, uma marca não quer essa polarização. Ela quer o máximo de penetração. Por isso, há casos de empresas que patrocinam um time e também seu rival.” Fabiano de Abreu, assessor de imprensa e nome procurado por pessoas interessadas em ganhar fama na internet, diz que as celebridades devem ficar atentas à fragilidade dos números alcançados com esse tipo de conflito. “Esse aumento nos acessos não é por admiração ao artista, mas por curiosidade, porque o assunto está badalado.” Há ainda o risco do público se sentir enganado, alerta Monteiro. “Quando você envolve o público numa discussão e depois revela que aquilo era uma estratégia de marketing, ele acaba se sentindo usado.” Fãs de Whindersson vs. Fãs de Luísa Sonza Ele cita como exemplo o debate envolvendo Whindersson, sua ex-mulher, Luísa Sonza, e o cantor Vitão. Após a separação do casal, posts nas redes sociais fizeram circular boatos de que Luísa havia engatado um romance com Vitão. Mas o mistério serviu para promover a música “Flores”, parceria entre os dois. Quando a faixa foi lançada, fãs dos três já estavam se digladiando nas redes sociais, em um embate com toques de machismo. Casamento de Whindersson Nunes e Luísa Sonza Twitter/@matmazzafera/Reprodução Whindersson defendeu a ex, mas o vídeo da música acabou sendo alvo de uma campanha de haters e recebeu uma enxurrada de “deslikes” no YouTube – já são mais de 4 milhões. Por outro lado, com a ajuda do marketing gerado pela treta, o número de visualizações do clipe passou de 30 milhões em menos de uma semana e a música já é a segunda mais ouvida do país no Spotify. Ao menos para Vitão, agora tudo são flores. A estratégia digital dele é administrada pela mesma agência que cuida das redes de Ludmilla. Os sócios da empresa reconhecem: o cantor só ganhou com a briga. O cantor Vitão Divulgação “A discussão trouxe um público novo, que está conhecendo outras músicas dele”, explica Trindade. Após o lançamento da parceria com Luísa, o canal do cantor no YouTube alcançou seu pico histórico de visualizações.

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Zeca Baleiro canta balada de Pedro Abrunhosa em álbum que sai em julho com ‘canções d’além-mar’

quinta-feira, 18 junho 2020 por Administrador

Artista maranhense celebra a música contemporânea de Portugal em disco gravado em São Paulo. ♪ Com lançamento programado para 10 de julho, o álbum em que Zeca Baleiro interpreta músicas de compositores português, Canções d'além-mar, gera nesta semana um segundo single, Tu não sabes, programado para chegar ao mercado fonográfico lusitano na sexta-feira, 19 de junho, com azulejos portugueses expostos na capa. Balada de autoria do compositor português Pedro Abrunhosa, lançada há 18 anos pelo autor em gravação feita com o grupo Bandemónio para o álbum Momento (2002), Tu não sabes ganha registro classudo de Baleiro. Feita com os toques dos músicos Adriano Magoo (piano e Hammond), Fernando Nunes (baixo), Kuki Stolarski (bateria e percussão), Pedro Cunha (synths) e Tuco Marcondes (guitarra), a gravação de Tu não sabes por Baleiro amplia a conexão intercontinental dos dois artistas, iniciada nos anos 1990. Baleiro conheceu o som de Abrunhosa e Bandemónio quando ouviu o álbum Viagens, de 1994. Em 1998, um ano após lançar o álbum de estreia Por onde andará Stephen Fry? (1997), Baleiro foi convidado a participar do projeto Navegar é preciso, idealizado para promover encontros de artistas brasileiros e portugueses na cidade de São Paulo (SP). Capa do single 'Tu não sabes', de Zeca Baleiro Divulgação Nesse evento, o cantor foi escalado para dividir a noite com Abrunhosa em show que gerou amizade entre os artistas, que se tornariam inclusive parceiros. Três anos mais tarde, em 2001, Baleiro reforçou o laço com outro ídolo da cena musical lusitana ao se apresentar pela primeira vez para uma grande plateia em Portugal, como convidado do cantor e compositor lusitano Sergio Godinho na Festa do Avante. Por isso mesmo, Baleiro anunciou o álbum Canções d'além-mar, em janeiro deste ano de 2020, com single em que apresentou regravação de Às vezes o amor, composição de Godinho, lançada pelo autor em disco editado em 2006. “Este disco Canções d'além-mar é declaração de amor à música feita em Portugal, com ênfase na produção das últimas décadas. É parcial como todo tributo. Não é uma antologia, mas um recorte afetivo do cancioneiro português feito por um músico brasileiro, uma homenagem sincera e apaixonada”, caracterizou Zeca Baleiro ao anunciar Canções d'além-mar, álbum gravado em estúdio da cidade de São Paulo (SP).

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Dame Vera Lynn, cantora britânica, morre aos 103 anos

quinta-feira, 18 junho 2020 por Administrador

Conhecida como 'namorada das Forças Armada', artista ficou famosa por ter levantado moral das tropas britânicas durante 2ª Guerra Mundial, viajando até o Egito, Índia, ou Mianmar, para se apresentar aos soldados. Dame Vera Lynn é aplaudida durante apresentação no Hyde Park, em Londres, em 1995, em celebração aos 50 anos do fim da 2ª Guerra Mundial. Reuters/Arquivo A cantora britânica Dame Vera Lynn, conhecida como a "namorada das Forças Armadas" por ajudar a manter o ânimo dos soldados durante a Segunda Guerra Mundial, morreu aos 103 anos, segundo informou sua família nesta quinta-feira (18). "A família está profundamente triste ao anunciar o falecimento de uma das artistas mais amadas da Grã-Bretanha aos 103 anos", afirma um comunicado. Lynn é famosa por ter levantado o moral das tropas britânicas durante a Segunda Guerra Mundial, viajando até o Egito, Índia, ou Mianmar, para se apresentar aos soldados. A cantora, que quase morreu aos 2 anos de idade em um caso grave de difteria, começou a carreira musical aos sete anos. Lynn é muito famosa por "We'll Meet Again", canção que se tornou símbolo de esperança e resiliência durante a 2ª Guerra Mundial. Escrita por Ross Parker e Hughie Charles, a canção lançada em 1939 foi recentemente resgatada durante o confinamento contra o coronavírus no Reino Unido. Em março, pouco antes de completar 103 anos em plena pandemia, Lynn incentivou a população a recuperar "o mesmo espírito que tivemos durante a guerra". A rainha Elizabeth II citou o título da famosa canção durante um discurso em abril para dar esperança aos britânicos confinados. "Dias melhores virão, reencontraremos nossos amigos, reencontraremos nossas famílias, nós vamos nos encontrar de novo", disse a monarca. A população britânica foi convidada a cantar "We'll Meet Again" em maio para recordar o 75º aniversário da rendição da Alemanha nazista. O primeiro-ministro britânico Boris Johnson prestou homenagem a cantora em um post no Twitter. "O encanto e a voz mágica de Dame Vera Lynn fascinaram e elevaram nosso país em alguns dos nossos momentos mais sombrios. Sua voz viverá para sempre para elevar os corações das futuras gerações." Initial plugin text Dame Vera Lynn posa para seu fotógrafo em imagem de 2009 SHAUN CURRY / AFP

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Ludmilla fala sobre ataques racistas: ‘Não vou me esconder. Continuarei denunciando’

quinta-feira, 18 junho 2020 por Administrador

Cantora fez desabafo sobre comentários racistas em meio à polêmica envolvendo seu nome e o de Anitta. Ludmilla Reprodução / Facebook Ludmilla Ludmilla usou seu Instagram para falar sobre os ataques racistas que sofreu nos últimos dias. Segundo a cantora, esta não é a primeira vez que precisa lidar com essa situação. A nova série de comentários racistas surgiu nas redes sociais da cantora em meio à polêmica envolvendo seu nome de o de Anitta. Após um desabafo que fez sobre Anitta, Ludmilla passou a receber mensagens de internautas que usam palavras como "macaca" ou "neguinha nojenta" para se referir a ela. "Não vai ser a primeira e, infelizmente, nem a última vez que terei que lidar com comentários racistas e respondê-los. E para quem insiste em me atacar desta forma, só tenho uma coisa a dizer: não vou me esconder. Continuarei falando e denunciando, buscando justiça para os culpados. Tenho plena consciência do lugar que ocupo e do alcance da minha voz. E, justamente por isso, aprendo cada dia mais e não me calarei, seja sobre o racismo que acontece comigo seja sobre aquele que vejo dia a dia com os meus", escreveu Ludmilla. "Já ficou bem claro que não basta não ser racista, é preciso ser antirracista. Você ouve nossa música, mas e no dia a dia, onde estão seus amigos pretos? Com quantos pretos você convive? Como você contribui para mudar esse sistema – porque, sim, o racismo é estrutural." "Nosso sistema foi construído em cima dele. E não, só postar quando convém não é o que vai mudar de fato nossa sociedade. Se você se cala diante da injustiça, você também está compactuando com ela." "Para cada ofensa racista, eu encontro pelo caminho pessoas incríveis e que me inspiram nessa nossa luta. E é por isso que eu continuarei usando a minha voz para denunciar, para cobrar justiça, para seguir adiante e de cabeça erguida. Há muito a ser transformado e estou cada dia mais atenta para aprender, cobrar e agir para que todas essas mudanças aconteçam." Ludmilla ainda usou uma arte de Linoca Souza para ilustrar o texto. Initial plugin text Na quarta-feira (17), Anitta falou sobre os ataques racistas, já que boa parte dos comentários destinados à Ludmilla vinham de perfis que fotos ou o nome da cantora para se identificar. "Criminosos covardes que se dizem meus fãs estão propagando mensagens de racismo e injuria racial nas redes sociais. Já disse e repito – isso é abominável e inadmissível", escreveu Anitta no Twitter e no Instagram. "Minha equipe já está apurando tais perfis que até então não foram identificados como membros de nenhum fã clube do nosso registro. Mas não me calarei ou me acomodarei frente a esses absurdos que tenho lido e que estão chegando até mim. Quem fez isso vai pagar pelo que fez. E quem pensar em fazer, saiba que a justiça vai atrás de você também." A cantora ainda afirmou que já acionou advogados e especialistas em crimes de internet para cuidar do caso. "Racismo não. Racismo é crime", escreveu Anitta. Entenda a briga entre Anitta e Ludmilla: A polêmica começou quando a Ivete Sangalo cantou a música no Rock in Rio, em setembro de 2019. Ludmilla comemorou a presença da música que ela compôs. Fãs de Anitta apontaram que ela também estava na lista de autoras no Spotify, e criticaram Ludmilla. Em um vídeo, Ludmilla revelou que escreveu "Onda diferente", mas sua gravadora não quis lançar. Só depois que Anitta conheceu a música e propôs uma parceria a gravadora aceitou. Anitta envolveu o produtor Papatinho e o rapper Snoop Dogg, que cantou um trecho em inglês. Ele exigiu 50% dos créditos de autoria, e foi combinado que os outros 50% ficariam com Ludmilla. Por isso, Ludmilla e Snoop Dogg foram creditados como compositores e intérpretes. Anitta e Papatinho ficaram só como intérpretes. Depois da polêmica, Anitta pediu calma aos fãs, disse que a autora era a colega, e a lista de autores no Spotify voltou a ter só Ludmilla e Snoop. Mas a polêmica continuou. Em junho de 2020, Anitta citou o nome de Ludmilla no programa "Dentro da Casinha" e Ludmilla não gostou. Em post, reclamou da citação e chamou a cantora de mentirosa. Após ataques na internet, Ludmilla publicou um vídeo de quase 11 minutos no qual desabafou sobre Anitta, no que ela chamou de "Carta Aberta". No vídeo, ela narra momentos de atritos entre as cantoras, relembra a polêmica sobre composição de "Onda Diferente" e expõe troca de áudios com Anitta. Ludmilla faz desabafo sobre Anitta, expõe áudios da cantora e diz que "quer distância"

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Ludmilla fala sobre atrito com Anitta: ‘Se não mudar de caráter, não quero perto de mim’

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Em entrevista ao programa 'Encontro', cantora afirmou que uma conversa entre as cantoras é possível se Anitta 'mudar de verdade'. Anitta e Ludmilla Montagem/G1 Ludmilla foi uma das convidadas do programa "Encontro" desta terça-feira (16) e voltou a falar sobre a polêmica entre ela e Anitta. Um dia antes, na segunda-feira (15), Ludmilla usou suas redes sociais para fazer um longo desabafo sobre a cantora, no que ela chamou de "Carta Aberta". No Instagram, Lud postou um vídeo de quase 11 minutos, no qual narra momentos de atritos entre elas, relembra a polêmica sobre composição de "Onda Diferente" e expõe troca de áudios com Anitta. Antes de questionar a cantora, Fátima Bernardes disse que torcia para que as duas artistas se entendessem eperguntou se uma conversa entre elas era possível. "Logico, se um dia a pessoa mudar o caráter. Sem caráter, não adiante de nada. Se mudar de caráter de verdade, talvez a paz comece a reinar", afirmou a cantora. "Nunca quis guerra com ninguém, só queria ficar na paz. Mas eu tive que expor a verdade e foi libertador pra mim. Passei maus bocados na minha casa, pessoas falando o que não sabiam." "Quero que esse capítulo fique pra lá. Se não mudar de caráter, não quero esse tipo de pessoa perto de mim e na minha vida", encerrou a cantora, já emendando o desabafo com o anúncio de seu próximo lançamento musical. A cantora vai lançar "Cobra venenosa" no dia 3 de julho. Esta semana, Ludmilla divulgou um trecho da canção nas redes sociais. O G1 procurou a assessoria de Anitta e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem. Initial plugin text Queda em live Na atração, Ludmilla também relembrou o tombo na piscina durante sua primeira live. "Perturbei minha equipe querendo um palco transparente e queria na altura da piscina. Ficou tão transparente que se misturou com a piscina. E eu animadíssima. Quando fui ver, caramba… cai na piscina", relembrou a cantora. "Foi sufoco porque não dá pra chamar comercial em live. Tive que fazer [a apresentação] molhada. Tinha água no microfone, no fone de ouvido… Fui me ajeitando aos poucos." Ludmilla cai na piscina durante live Reprodução/YouTube/Ludmilla Internação Durante a conversa com Fátima, Ludmilla também falou sobre o lançamento de seu prometido disco de pagode, a quarentena ao lado da mulher, Brunna Gonçalves, contou que compôs três músicas na quarentena e relembrou sua internação em maio por causa de um problema renal. Ludmilla passou 6 dias no hospital após ser diagnosticada com com pielonefrite aguda. "Um susto que já passou, agora estou 100%. Fiz exames de revisão e, graças a Deus, estou zerada." Ludmilla contou que tentou aguentar ao máximo a dor que sentia, pois não queria ir ao hospital em meio à pandemia de coronavírus. "Por isso que fiquei mais tempo sentindo dor. A última opção era hospital. Mas senti tanta dor, que no final fui obrigada a ir. Agora tô ótima." Ludmilla faz desabafo sobre Anitta, expõe áudios da cantora e diz que "quer distância"

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França repensa Cultura pós-pandemia, revê modelo econômico e relação com público

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Setor emprega mais de um milhão de franceses e produz dividendos sete vezes maiores que a indústria automobilística do país. Homem usando máscara de proteção organiza livros na livraria La Sorbonne, na França Eric Gaillard/Reuters 6 mil cinemas, 3 mil livrarias, 2500 casas de show, 1200 museus e mais de mil 1000 teatros fechados. 2540 shows cancelados em festivais de verão do Hemisfério Norte, que tentam sobreviver a um prejuízo da ordem de 3 milhões de euros. A cultura na França acorda lentamente e com ressaca do torpor causado pela crise sanitária, tentando recuperar um setor que emprega mais de um milhão de franceses, e que produz dividendos sete vezes maiores que a indústria automobilística do país. Rumores de que o novo coronavírus trazia ameaças mais sérias do que "uma gripezinha" começaram a correr a França no dia 4 de março de 2020, quando as portas do museu mais visitado do mundo – o Louvre – foram fechadas para o público em plena temporada. Os franceses e parisienses começaram então a perceber que algo mais série se passava do ponto de vista sanitário. Essa percepção demorou para se consolidar. No dia 7 de março, o presidente da França, Emmanuel Macron, esteve na plateia de um espetáculo no tradicional teatro Bouffes du Nord, no décimo distrito de Paris. Mas o "coup de grâce", ou o golpe final para o setor cultural francês, veio no 13 de março, quando o primeiro-ministro, já em alerta pelo alcance da pandemia, mandava fechar à meia-noite daquele dia todas as estruturas de acolhimento do público que não fossem “essenciais para o país”. Além de casas de shows, ópera, teatro e dança, o que na França é conhecido como "spectacle vivant", também os museus, grande patrimônio francês, estão tendo que remodelar seus sistemas econômicos para a reabertura do país, que engata nova fase no dia 22 de junho com a abertura das salas de cinema. A questão se coloca de maneira dramática, uma vez que o atual modelo econômico dos grandes museus depende de uma frequência massiva do público para sobreviver. O centro de arte contemporânea de Paris – o Georges Pompidou – contabiliza um prejuízo atual de 2 milhões de euros e o Grand Palais perde cerca de 50 mil de euros por dia sem os visitantes. Qual seria a nova fórmula para sobreviver em tempos de pós-pandemia? Abrir e fechar mais tarde as salas, para diminuir o amontoamento do público? Mudar a relação com a apreciação da obra de arte, em espaços mais desfalcados de gente? Todas essas questões são passadas a limpo neste mês de junho na França. A ministra francesa da Cultura, Aurélie Filippetti, questiona se não seria a hora de mudar o modelo econômico que hoje sustenta os grandes museus. "Talvez seja o momento de investir mais nas coleções permanentes e menos nas grandes exposições temporárias temáticas, que chamamos de exposição-evento", argumentou Flippetti à televisão francesa. Foi anunciado em 6 de maio um plano de recuperação para o setor cultural na França, gravemente afetado pela pandemia e pela quarentena. Muito criticado pelo setor, que denunciava coletivamente um "esquecimento intencional da cultura", Macron anunciou na ocasião que manteria o sistema de remunerações dos artistas, produtores e técnicos das artes até agosto de 2021 e a criação de um "fundo de indenização" para todos os profissionais do audiovisual francês cujas produções fossem canceladas devido à crise do coronavírus. 'Crianças mimadas' "Para ser bem sincero, acredito que na França somos as crianças mimadas da cultura", diz o roteirista Jean-Marie Chavent, que assina séries de sucesso para a televisão francesa. "Quero dizer com isso que existe uma espécie de reclamação de que apenas 1% do orçamento francês seja destinado à cultura. Acredito que, no mundo, somos um dos países onde o orçamento destinado ao setor é um dos mais significativos, e isso nunca foi questionado”, argumenta. "Depois, há o estatuto dos 'intermitentes do espetáculo', pelo qual somos invejados por artistas do mundo inteiro", afirma Chavent. "Efetivamente, podemos dizer que existe um modelo a ser reinventado, mas, uma vez mais, minha percepção é de que somos privilegiados, seja no cinema, na televisão, ou nas chamadas 'exceções culturais' [mecanismo que obriga os canais de televisão a investir uma boa parte de seus lucros no cinema francês]", diz o roteirista. "Apesar de tudo, fazemos parte de um sistema bastante privilegiado e protegido. Podemos sempre reclamar a curto prazo, dizendo que [os efeitos da crise sanitária na cultura francesa] foram mal administrados, mas eu não acredito nisso", afirma. Chavent conta que as equipes de televisão já voltaram a gravar novos episódios na França, mas com algumas medidas de precaução. "Não existe nenhuma indicação sobre a idade [dos atores e da equipe]. No que diz respeito aos roteiristas, o governo francês administrou bem a crise, algumas subvenções do Estado foram criadas, e também a categoria contou com isenção parcial de impostos. Ajudas de urgência foram disponibilizadas também pelo CNC [o Centro Nacional de Cinema da França]", relata. "Essas ajudas foram relativamente eficazes", avalia Chavent. O sistema da intermitência a que se refere o roteirista Jean-Marie Chavent é uma especificidade francesa que garante a sobrevivência de artistas e técnicos do espetáculo durante o período em que não estão em atividade na França. Para se ter direito a esta indenização especial e dedicada à classe artística, cada profissional deve cumprir e comprovar 507 horas de trabalho por ano, sem as quais não se consegue o subsídio. 'A incerteza é a materialização da cultura' Radicado na Europa há mais de 15 anos, o performer e artista brasileiro Wagner Schwartz hoje mora na França, onde já se apresentou em algumas das instituições culturais mais prestigiosas do país. O autor de "La Bête", obra que chocou a extrema direita brasileira e virou alvo de sites de fake news e milhares de ameaças anônimas, tem uma visão nada romântica do momento. "Artistas intermitentes estão furiosos, porque muitos pensam a cultura na França e não apenas em salvar a própria vida durante uma pandemia. Macron pensa em salvar a vida dos intermitentes durante a pandemia. Ele não se preocupa com vida dos artistas, com a cultura na França. O que, olhando de fora, não parece coerente, visto o grande número de festivais, teatros, centros de formação que este país construiu", afirma Schwartz. "Pensar a cultura local – que também é internacional – exigiria um investimento maior, porque ela não se reduz à arte institucionalizada, mas também ao que está ao redor dela: as produções intermitentes, que entram e saem das instituições. Garantir a sobrevida de uma estrutura, de uma tradição não significa problematizar o que as faz existir ainda hoje", garante. "Muitos artistas vivem a incerteza de um próximo trabalho e este estado de precariedade é também a França. Ele não pode ser ignorado. A incerteza faz parte do contexto de muitos trabalhos, peças, filmes apresentados na França. A incerteza é a materialização da cultura", diz o performer. "O investimento maior, do qual falava logo acima, não tem relação alguma com orçamento, mas com um compromisso intelectual, político: investir no assunto em detrimento do funcionamento dos estabelecimentos. Investir no assunto de hoje, na incerteza, dá trabalho, muito mais trabalho do que se possa imaginar. Contudo, é daí que surge um verdadeiro compromisso com a cultura local/internacional. Já dizia Woody Allen, 'a tradição é uma ilusão da permanência'", conclui o artista. O drama dos DJs Outra categoria cultural que sofreu bastante com a pandemia foram os DJs como o brasileiro Thy San, que assina algumas das noitadas mais disputadas de Paris, e que está há três meses de molho. "Acho que a nossa profissão é uma das que mais vai sofrer, porque será certamente o ultimo setor a retornar", avalia San. "Precisamos em nossa profissão obrigatoriamente do presencial. Geralmente as festas que faço aqui são bem cheias, entre 300 e 1.000 pessoas. Alguns lugares já começam a abrir esta semana, mas com música mais lounge, e não para dançar", conta o DJ. "Não sei quanto tempo isso vai durar, porque a verdade é que todo mundo começa a dançar num determinado momento. É impossível controlar isso", confessa o profissional. "Nos lugares que reabrem esta semana, propuseram que as pessoas permaneçam sentadas, e as casas poderão atuar apenas com 30% de sua capacidade de público. Além disso, as pessoas não podem beber de pé, apenas sentadas. Não sei muito bem como vai ser isso", diz. "Fomos atingidos muito fortemente pelos efeitos da crise sanitária. Eu tinha acabado de fazer diversas festas do Carnaval brasileiro, cheguei em Paris com várias datas pré-marcadas que foram canceladas. Não teve como recuperar isso, do dia para a noite tudo se perdeu", afirma. "Eu sou inscrito no estatuto de pequeno empresário ('autoentrepreneur') na França (que autoriza a receber cachês e emitir notas fiscais). Tivemos ajuda do governo para sobreviver nestes três meses, uma ajuda 'excepcional' para quem tem os documentos em dia. Eles estudam agora continuar essa ajuda até setembro, quando nossa atividade deve recomeçar de fato", afirma Thy San. "Acho bem legal a ajuda do governo francês a profissionais como DJs, sobretudo em comparação com o Brasil. Meus amigos no Brasil não tem acesso a essa ajuda, por exemplo. No começo deu um desespero, porque não houve uma resposta específica sobre a nossa categoria, mas agora está tudo bem", conclui o DJ.

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Alan Frank, ex-membro do Polegar, fala sobre recuperação da Covid-19: ‘Reaprendendo a comer, falar, andar’

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Ex-tecladista e vocalista, que hoje é oftalmologista, conta que não está mais entubado, mas ainda respira com ajuda de um catéter e se alimenta por sonda. Ele está internado em São Paulo. Alan Frank, ex-vocalista do Polegar Reprodução / Instagram Alan Frank, ex-tecladista e vocalista do grupo Polegar, divulgou um vídeo nesta terça-feira (19) em que ele fala sobre sua recuperação da Covid-19. O vídeo foi gravado no dia 12 de junho, e ele diz no post que ainda está internado e continua se recuperando. Alan está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O músico, que fez parte do Polegar em todas as suas formações, em períodos entre 1989 e 2015, hoje trabalha como médico oftalmologista. Ele chegou a ficar em estado grave por causa do novo coronavírus. “Estou reaprendendo a comer, falar, andar. Mas graças a Deus e à toda equipe maravilhosa e atenciosa eu estou melhorando bastante", ele diz. Alan conta que não está mais entubado, mas ainda respira com ajuda de um catéter e se alimenta por sonda. "Valorizem a vida, a vida vale demais, gente." Veja o vídeo abaixo: Initial plugin text Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus

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PC Siqueira apaga canal no YouTube após acusações e investigação

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Canal maspoxavida ficou indisponível nesta terça-feira (16). Perfil no Twitter divulgou suposta conversa em que youtuber teria comentado foto de criança de seis anos nua. Canal maspoxavida, de PC Siqueira, antes de ficar indisponível Reprodução/Wayback Machine PC Siqueira apagou seu canal no YouTube, o maspoxavida, nesta terça-feira (16). O youtuber também deixou privado seu perfil no Instagram. Quem tenta acessar o canal, criado em 2010 na plataforma de vídeos, encontra o aviso que a página está indisponível. Ele é investigado pela polícia após o vazamento de supostas mensagens e acusações pedofilia. Na última semana, um perfil no Twitter compartilhou imagens de uma conversa em que Siqueira teria afirmado que recebeu fotos de uma criança de 6 anos nua. Por meio de comunicado, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo confirmou a investigação: "a 4ª Delegacia de Proteção à Pessoa, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), apura a denúncia feita por meio das redes sociais contra a pessoa citada". O crime seria de pornografia infantil. Após o vazamento do vídeo com a conversa, o youtuber publicou um longo texto nas redes sociais citando "articulação criminosa" para tentar acusá-lo de "algo terrível, que jamais cometi ou cometeria"

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Emmy 2020 é confirmado em setembro com Jimmy Kimmel como apresentador

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Maior premiação da TV americana mantém data programada, mas não dá detalhes sobre como será cerimônia em época de isolamento social. Jimmy Kimmel apresenta o Emmy em 2016 Reuters A entrega dos prêmios Emmy para a televisão, um dos maiores eventos do calendário do showbusiness, irá ocorrer em setembro conforme planejado, com Jimmy Kimmel como apresentador, informou a emissora ABC nesta terça-feira (16). A ABC, da Walt Disney, não deu detalhes de como a cerimônia de entrega dos principais prêmios da televisão será produzida em uma época na qual a pandemia do novo coronavírus tem forçado o cancelamento de vários eventos ao vivo. "Não sei onde faremos isso ou como faremos isso ou mesmo por que estamos fazendo isso, mas estamos fazendo e estou apresentando", disse Kimmel em comunicado sobre o evento marcado para 20 de setembro. O Emmy Awards geralmente é realizado ao vivo em Los Angeles, diante de um público de estrelas e precedido pelo tapete vermelho. Não estava claro se a cerimônia iria adiante neste ano, em razão das restrições a grandes aglomerações e exigências de distanciamento social. O comunicado desta terça informou que detalhes de como a premiação será produzida serão anunciados em breve. Os cenários considerados incluem um evento completamente virtual ou uma combinação de elementos presenciais, trechos pré-gravados e aparições online, de acordo com a revista "Variety", que acompanha os bastidores de Hollywood. A epidemia do coronavírus interrompeu a produção de programas de televisão e filmes em todo o mundo em meados de março e levou ao cancelamento de festivais de cinema e apresentações ao vivo.

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