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Discos para descobrir em casa ‘Miúcha’, Miúcha, 1988

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Miúcha', de Miúcha Márcia Ramalho ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Miúcha, Miúcha, 1988 ♪ Em 1968, sete anos antes de se lançar profissionalmente como cantora com a gravação de compacto duplo editado em 1975, Heloísa Maria Buarque de Hollanda (30 de novembro de 1937 – 27 de dezembro de 2018) residia em Nova York (EUA) quando o dionisíaco encenador de teatro José Celso Martinez Corrêa a presenteou com disco da cantora norte-americana Billie Holiday (1915 – 1959). Ao ouvir o disco, Heloísa – Miúcha, para a família, os amigos e, no futuro, para o Brasil – se encantou com a abordagem do standard jazzístico Solitude (Duke Ellington, Eddie DeLange e Irving Mills, 1934) por Billie. Um tempo depois, ao conhecer Albert Dailey (1939 – 1984), Miúcha se aventurou a registrar Solitude em fita com o toque desse pianista norte-americano de jazz. Vinte anos depois, a fita foi encontrada e, uma vez restaurada, a gravação seminal de Miúcha se transformou na sétima das 11 faixas do quinto álbum da cantora carioca, Miúcha, lançado em 1988 pela gravadora Continental. A bem da verdade, esse belo álbum Miúcha podia até ser considerado o sexto da artista, já que, por questões jurídicas entre gravadoras, a cantora nunca recebeu oficialmente o devido crédito pela relevante participação vocal no disco The best of two worlds – Stan Getz e João Gilberto (1976), o real álbum de estreia de Miúcha. Gravado sob direção musical do violonista Luiz Claudio Ramos, autor dos arranjos de criação dividida com o pianista Cristovão Bastos, o LP Miúcha de 1988 foi – de todo modo – o segundo álbum solo da cantora. O primeiro desde o álbum de 1980 também intitulado Miúcha. É que, em 1988, com meros 13 anos de carreira fonográfica, Miúcha já tinha tido a primazia – aliás, uma proeza única na história da música brasileira – de ter assinado três álbuns com Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994). Dois foram gravados em estúdio pela cantora com o maestro e lançados em 1977 e 1978. Entre um e outro álbum, houve disco ao vivo que perpetuou show feito em 1977 por Miúcha e Tom Jobim com Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e Toquinho. Aliás, a atmosfera da bossa nova e a soberania da música de Tom Jobim foram evocadas e citadas pelo álbum Miúcha no estupendo arranjo de Saudosismo (Caetano Veloso, 1968). Em registro cheio de nostalgia, a regravação de Saudosismo juntou Miúcha com a filha Bebel Gilberto, então em início de carreira – tendo lançado em 1986 EP com parceiras com Cazuza (1958 –1990) e Dé Palmeira – e soando imatura nessa participação premonitória da associação de Bebel com a bossa carioca que ela repaginaria em moderna ambiência eletrônica apresentada ao mundo no ano 2000. Desde então, Miúcha também passou também a ser “a mãe de Bebel Gilberto”, além de continuar sendo a “irmã de Chico Buarque” e a “ex-mulher de João Gilberto” (1931 – 2019) aos olhos de quem ignorava, por desconhecimento ou maldade, que Miúcha era também cantora interessante, dona de discografia coerente, diluída ao longo da década de 1990 com a feitura de um único álbum de estúdio para o Japão, Rosa amarela (1997), mas retomada nos anos 2000 a partir do ingresso da cantora na gravadora Biscoito Fino. Ao ser lançado em 1988, o álbum Miúcha reiterou a importância e a beleza dessa discografia pautada pelo bom gosto. Basta lembrar que ninguém menos do que o cantor e compositor cubano Pablo Milanés figurou na abertura do disco, dividindo com Miúcha a interpretação de Buenos dias, América, então recente salsa que batizara álbum lançado por Milanés em 1987. A gravação caiu no suingue cubano e culminou em clima de jam latin session. Compositora bissexta de músicas como Todo amor (1980) e No Carnaval de Olinda (1982), Miúcha assinou a letra de Para viver, versão em português de outra música Pablo Milanés, Para vivir (1976), canção elevada no disco pelo arranjo celestial do pianista Helvius Vilela (1941 – 2010). Helvius foi um dos virtuosos músicos arregimentados para a feitura desse álbum que consumiu dois anos entre a idealização e a efetiva gravação, como Miúcha ressaltou em um dos elucidativos textos que escreveu para o encarte do LP de 1988. Mesmo gravitando em volta das tradições da MPB, como mostrou a gravação do então inédito samba Iaiá (Cristovão Bastos e Paulo César Pinheiro, 1988), Miúcha surpreendeu ao transformar Anjo exterminado (Jards Macalé e Waly Salomão, 1972) em samba sincopado que evoluiria bem em salão de gafieira. Evocações modernas do passado da música brasileira também saltaram aos ouvidos nas quatro então inéditas parcerias de Guinga com Paulo César Pinheiro incluídas no repertório do álbum Miúcha. A melhor abordagem foi a de Nonsense, valsa à moda francesa em cuja gravação a cantora valorizou a letra engenhosa em que Pinheiro, escrevendo em bom português, evocou com precisão a sonoridade de língua francesa. Miúcha também se saiu bem ao seguir o ágil andamento do moderno choro Chorando as mágoas. Já a interpretação de Porto de Araújo se ressentiu da falta de dramaticidade, a rigor inexistente no canto de Miúcha. Com a leveza da bossa, o samba Por gratidão completou o lote de parcerias de Guinga e Paulo César Pinheiro apresentadas por Miúcha no álbum lançado três anos antes de a MPB descobrir Guinga e incensar o compositor pela parceria com Aldir Blanc (1946 – 2020). Uma quinta música de Guinga e Pinheiro, Fonte abandonada, gravada pela cantora em 2003 em registro até então inédito em disco, apareceu na caprichosa segunda edição em CD do álbum Miúcha, idealizada por Heron Coelho para celebrar os 40 anos de carreira da cantora e editada em 2015 pela Warner Music, detentora do acervo da gravadora Continental (a primeira desleixada edição em CD tinha saído em 1994). Na disposição do LP original de 1988, a regravação da Valsa dos músicos (Uma só família) (Mutinho e Vinicius de Moraes, 1981) encerrou o álbum Miúcha com a classe dessa cantora que, citando versos da letra da valsa, em 2018, aos 81 anos, “subiu para o infinito astral pelos degraus de um som”, deixando no plano terreno uma família musical que extrapolou os nobres laços de sangue da artista.

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Lives de hoje: Chitãozinho & Xororó, Vitor Kley, Sepultura e mais shows para ver em casa

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Quarta-feira (17) também é dia de shows de Fafá de Belém, MC Soffia, Tereza Cristina, Adriana Moreira e outros. Dupla Chitãozinho & Xororó na Festa do Peão de Americana de 2019 Érico Andrade/G1 Chitãozinho & Xororó, Vitor Kley e Sepultura estão entre os artistas com lives programas nesta quarta-feira (17). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Sepultura – 16h15 – Link MC Soffia e outros – Quintal da Cultura – Vidas pretas importam – 17h – Link Adriana Moreira (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Vitor Kley – Multishow – 20h – Link Chitãozinho e Xororó – 20h30 – Link Fafá de Belém (Cultura em Casa) – 21h30 – Link Teresa Cristina – 22h – Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

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Cabelo, voz da cena alternativa carioca dos anos 1990, lança o primeiro álbum solo

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Aos 53 anos, artista multimídia mistura ritmos com poesia no disco 'Luz com trevas'. ♪ Voz da cena alternativa carioca dos anos 1990, Cabelo demorou tanto tempo para apresentar álbum solo que a notícia do lançamento de Luz com trevas pode até soar como boato – nome, aliás, do grupo formado em 1989 na cidade do Rio de Janeiro (RJ) por sete poetas performáticos, sendo um deles Cabelo, nome artístico de Rodrigo Saad. Só que não se trata de fake new. Originário de exposição também intitulada Luz com trevas e inaugurada em 2018, o disco solo de Cabelo está pronto e prestes a chegar ao mundo com nove músicas de autoria deste artista multimídia que transita pelo universo da música, da poesia e das artes plásticas. Produzido por Kassin com Nave, o primeiro álbum solo de Cabelo chega ao mercado fonográfico na quinta-feira, 18 de junho, em edição digital, com capa assinada pelo artista plástico Barrão. Já estão previstas edições do álbum Luz com trevas em CD e LP. Para quem associa Cabelo à banda Boato, cabe atualizar que o artista de origem capixaba – nascido em 1967 em Cachoeiro de Itapemirim (ES), terra natal de Roberto Carlos e Sérgio Sampaio (1947 – 1994), mas criado desde o primeiro ano de idade na cidade do Rio de Janeiro (RJ) – acrescentou Cobra Coral ao nome artístico. Capa do álbum 'Luz com trevas', de Cabelo Cobra Coral Arte de Barrão É como Cabelo Cobra Coral que o artista se (re)apresenta no álbum Luz com trevas aos 53 anos de vida e 31 de carreira. O disco parte da poesia para dar choque de realidade no ouvinte. “Aqui não é Hollywood/ É na real que o bicho pega/ A água que o peixe nada/ É a mesma que bebe a égua”, rima Cabelo na letra da música-título Luz com trevas, composta em parceria com o irmão Leo Saad e com Fabrício Oliveira. Quem ouviu o álbum Abracadabra – lançado em 1998 pelo Boato, grupo de poesia transformado em banda de música a partir de 1993 – vai identificar ecos deste antigo CD no som e na poesia que iluminam Luz com trevas, disco pautado por fusão de rap, funk, samba e batidas afro-brasileiras. Em Ladainha do morto, por exemplo, Cabelo põe rap em poema de Gerardo Mello Mourão. Companheiro de geração de Cabelo e integrante da formação seminal do grupo Boato, Pedro Luís comparece no álbum solo do amigo como parceiro do artista em Raio de amor, música também assinada por Beto Valente. Já o trip-hop Je vous salue Marie traz a voz da cantora Nina Becker. Se A perna da boneca caminha por quebradas cariocas, Vovô vai voltar toma partido do samba em gravação que fecha o álbum Luz com trevas com o toque exímio do violão sete cordas de Rogério Caetano e a percussão de Pretinho da Serrinha. A geografia carioca do repertório autoral do disco deixa claro que Cabelo cresceu no Rio de Janeiro.

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Briga de Ludmilla com Anitta chega ao disco e fortalece o machismo inimigo de mulheres vitoriosas

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Single 'Cobra venenosa' sai em 3 de julho com funk de versos alusivos a desentendimento apreciado por quem, no íntimo, se incomoda com o sucesso e o poder das duas cantoras. Ludmilla se refere a Anitta na letra do funk 'Cobra venenosa', anunciado pela cantora em rede social Leo Franco / AgNews ♪ ANÁLISE – Ninguém ganha com a briga pública de Ludmilla com Anitta. Já triste em si, pela exposição de intimidades em áudios e prints, essa rivalidade ficará ainda mais feia quando saltar das redes sociais para o disco, ficando eternizada no single, Cobra venenosa, que Ludmilla lançará em 3 de julho com funk inédito composto pela artista fluminense com versos alusivos à treta com a colega carioca. Não importa quem esteja com a razão na polêmica amplificada nos últimos dias, mas iniciada no ano passado com discordâncias em relação aos direitos autorais da música Onda diferente (2019), composta somente por Ludmilla, mas creditada também a Anitta e ao rapper norte-americano Snoop Dogg na gravação feita pelo trio no álbum Kisses (2019), de Anitta. Quando duas mulheres vitoriosas se digladiam em público, sendo julgadas pelos implacáveis tribunais das redes sociais, o único possível vencedor da briga é o inimigo comum dessas mulheres: a parcela machista da sociedade que, no fundo, odeia ver mulheres no topo de qualquer segmento. Nunca foi diferente no mundo do funk. Anitta e Ludmilla sofreram preconceitos e tiveram que driblar o machismo para se impor no universo do funk e das gravadoras, redutos musicais ainda gerenciados por homens. Ambas as cantoras venceram nas respectivas carreiras iniciadas nos anos 2010 e ajudaram inclusive a mudar a visão da mulher nas letras dos funks. Antes geralmente retratada como mero objeto sexual, com o corpo posto a serviço do prazer masculino, a mulher ganhou voz ativa nos repertórios de Anitta e Ludmilla. Até para não tirar o foco dessas conquistas, Anitta e Ludmilla deveriam deixar a rixa restrita aos bastidores. Quando Ludmilla traz essa briga para a música, compondo funk cujo refrão (“Eu disse limpa, limpa / Antes que caia dentro / Do cantinho da boca / Escorrendo o seu veneno”) soa como recado para a rival, a mensagem que chega, aos ouvidos externos, é a desvalorização de ambas por manter em foco com o single Cobra venenosa uma pendenga que – cabe enfatizar novamente – interessa somente ao inimigo machista. Diante da aparente impossibilidade de reconciliação, as cantoras devem permanecer afastadas, sem qualquer relação profissional ou pessoal, mas distantes de polêmicas públicas que nada acrescentam às respectivas carreiras de Anitta e Ludmilla, servindo somente para alimentar o veneno dos que, no íntimo, se incomodam com o poder e com o sucesso massivo de duas vitoriosas mulheres vindas da periferia e atualmente no topo do universo pop.

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Cinema drive-in estreia no Memorial da América Latina com sessões esgotadas até julho

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Espaço com 100 vagas para carros vendeu ingressos a R$ 65. Organização se prepara para abrir mais 2 semanas de programação. Cinema drive-in no Memorial da América Latina, em São Paulo Alex Falcão/Futura Press/Estadão Conteúdo Filmes clássicos e sucessos de bilheteria serão exibidos em um cinema drive-in instalado no Memorial da América Latina, em São Paulo, a partir desta quarta-feira (17). Veja a programação abaixo. Mas não é mais possível comprar ingressos. Todas as sessões abertas – até o dia 12 de julho – estão esgotadas. O cinema Petra Belas Artes, responsável pelas exibições, se prepara para anunciar mais duas semanas de programação. Uma primeira exibição no espaço, restrita a convidados, foi feita nesta terça-feira (16). Os cinemas drive-in, que funcionam ao ar livre e com o público dentro de carros, viraram aposta do entretenimento em 2020, em meio à pandemia do coronavírus, já que o funcionamento de salas convencionais continua proibido na maior parte do país. Cidade de SP recebe a partir desta sexta três espaços de cinema ao ar livre Neste mês, São Paulo receberá pelo menos três espaços do tipo. Além do Memorial, telões foram montados no Centro de Tradições Nordestinas e em uma área ao lado da Ponte Estaiada. O drive-in que estreia nesta quarta terá espaço para cem carros. Os ingressos para cada veículo, que pode abrigar até quatro pessoas, custaram R$ 65. As sessões vão acontecer de terça a domingo. Medidas de segurança O cinema terá um protocolo sanitário para tentar evitar o contágio do coronavírus. Cinema drive-in no Memorial da América Latina, em São Paulo Marcello Zambrana/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo A conferência de ingressos a cada sessão será feita por leitores óticos, sem contato manual entre o público e funcionários. Alimentos e bebidas serão entregues nos carros na chegada ao evento. Espectadores deverão permanecer dentro dos veículos durante toda a sessão. A abertura das portas dos carros só poderá ser feita para ida ao banheiro. Nesse caso, o espectador deverá fazer uma solicitação acionando o pisca alerta. Só será permitida a presença de uma pessoa por vez no banheiro. Veja a programação do cinema drive-in no Memorial da América Latina Quarta-feira, 17/6 19h – "Apocalipse now" – Final Cut Quinta-feira, 18/6 18h – "Partida" 21h – "Os melhores anos de uma vida" Sexta-feira, 19/6 19h – "Apocalipse now" – Final Cut 23h – "Uma noite alucinante: A morte do demônio" Sábado, 20/6 18h – "O menino e o mundo" 20h30 – "Os melhores anos de uma vida" 23h – "Pulp fiction: Tempo de violência" Domingo, 21/6 18h – "A vida é bela" 21h – "Apocalipse now" – Final Cut Terça-feira, 23/6 19h – "Matrix" Quarta-feira, 24/6 19h – "Relatos selvagens" Quinta-feira, 25/6 18h – "Relatos selvagens" 21h – "Matrix" Sexta-feira, 26/6 19h – "Matrix" 23h – "Annabelle" Sábado, 27/6 17h30 – "As bicicletas de Belleville 20h – "Relatos selvagens" 23h – "Kill Bill volume 1" Domingo, 28/6 18h – "Tel Aviv em chamas" 21h – "Matrix" Terça-feira, 30/6 19h – "De olhos bem fechados" Quarta-feira, 1/7 19h – "2001: Uma odisseia no espaço" Quinta-feira, 2/7 18h – "Nascido para matar" 21h – "Laranja mecânica" Sexta-feira, 3/7 19h – "Lolita" 23h – "O massacre da serra elétrica" Sábado, 4/7 17h30 – "Tito e os pássaro's" 20h – "Nascido para matar" 23h – "O iluminado" Domingo, 5/7 18h – "Laranja mecânica" 21h30 – "O iluminado" Terça-feira, 7/7 19h – "O fabuloso destino de Amélie Poulain" Quarta-feira, 8/7 19h – Mad Max: Estrada da fúria Quinta-feira, 9/7 18h – "O fabuloso destino de Amélie Poulain" 21h – "Mad Max: Estrada da fúria" Sexta-feira, 10/7 20h – "Mad Max: Estrada da fúria" 23h – "As fitas de Poughkeepsie" Sábado, 11/7 17h30 – "Turma da Mônica – Laços" 20h – '"O fabuloso destino de Amélie Poulain" 23h – "Kill Bill volume 2" Domingo, 12/7 18h – "Cinema Paradiso" 21h – "Mad Max: Estrada da fúria"

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Iza aposta fichas em single da banda Lagum e em live com Gilberto Gil

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

♪ A banda mineira Lagum apresenta o segundo single do terceiro álbum. Gravado em fevereiro, com a participação da cantora Iza, o single Será chega ao mercado fonográfico na sexta-feira, 19 de junho, três meses após a primeira amostra do álbum, Hoje eu quero me perder, single lançado em 20 de março. Antes da pandemia do covid-19 chegar ao Brasil, Pedro Calais (voz), Otávio Cardoso (voz e guitarra), Jorge (guitarra), Francisco Jardim (baixo) e Tio Wilson (bateria) se encontraram pessoalmente com Iza para gravar o clipe da música Será, programado para ser lançado na mesma data do single. Com já insinua a foto de Gabe Gobe exposta na capa do single Será, o registro audiovisual da composição foi filmado com inspiração nos filmes de faroeste. De título ainda não revelado, o terceiro álbum da banda Lagum sucede Seja o que eu quiser (2016) e Coisas da geração (2019) na discografia do quinteto. Iza canta sucessos de Gilberto Gil em live beneficente com o artista baiano Rodolfo Magalhães / Divulgação ♪ E por falar em Iza, a cantora fará live beneficente com Gilberto Gil em show que promove o reencontro dos artistas, que já cantaram juntos no programa Música boa, do canal de TV Multishow. Programada para as 20h de sábado, 20 de junho, no canal de empresa Mastercard Brasil no YouTube, a transmissão ao vivo do inédito show de Iza com Gil terá roteiro formado por músicas do cancioneiro autoral do compositor baiano. Com Gil ao violão, os cantores darão vozes a sucessos como Se eu quiser falar com Deus (1980) e Palco (1981).

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Emma Watson se junta a conselho de empresa proprietária da Gucci e preside comitê de sustentabilidade

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Atriz foi convocada para ajudar grupo de luxo francês a ampliar perfil em áreas que atendam questões ambientais e outros setores. Emma Watson em festa da revista 'Vanity Fair' após o Oscar 2018 REUTERS/Danny Moloshok A atriz britânica Emma Watson, conhecida por interpretar Hermione na franquia Harry Potter, e o ex-diretor executivo do Credit Suisse Tidjane Thiam irão se juntar ao conselho do grupo de luxo francês Kering, que busca ampliar seu perfil em áreas como a da sustentabilidade. A Kering, que está por trás de grandes marcas de moda como a italiana Gucci, disse que Watson iria presidir o Comitê de Sustentabilidade do conselho, que é focado em questões ambientais – uma preocupação crescente para muitos compradores jovens de luxo, os quais as companhias querem buscar. Watson, de 30 anos, também é conhecida como defensora dos direitos das mulheres e é embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres. A Kering disse que os acionistas tinham também aprovado a nomeação de Thiam, que deixou o cargo de CEO do Credit Suisse em fevereiro, após um escândalo de espionagem e revelações de que o banco suíço tinha espionado ex-executivos. Thiam, que anteriormente administrava a seguradora Prudential, disse que nada sabia sobre essas atividades. Ele conduziu um corte de custos e uma reestruturação no Credit Suisse, os quais foram apontados como responsáveis por auxiliar a instituição a retomar os lucros. Ele presidirá o Comitê de Auditoria de Kering, disse a empresa.

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Yohan, membro do grupo de K-pop TST, morre aos 28 anos

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Causa da morte não foi divulgada, atendendo aos pedidos de familiares do cantor, segundo informou o jornal Korea JoongAng Daily. Yohan, membro do grupo de K-pop TST, morre aos 28 anos Reprodução/Instagram Yohan, membro do grupo de K-pop TST, morreu nesta terça-feira (16), segundo informou o jornal Korea JoongAng Daily, associado ao The New York Times. Yohan, cujo nome verdadeiro era Kim Jung-hwan, tinha 28 anos. Atendendo aos pedidos de familiares do artista, a causa da morte não foi revelada. O cantor celebrou aniversário no dia 15 de abril. Segundo o jornal, a KJ Music Entertainment, empresa que agencia o grupo, solicitou para que especulações sobre a morte e compartilhamento de boatos fossem cessadas. Yohan estreou na carreira musical em 2015 com a boy band NOM, passando a integrar a TST em seguida, após o primeiro grupo encerrar suas atividades. Originalmente chamada de Top Secret, a TST lançou seu primeiro EP em 2017. Na época, ela era formada por sete integrantes. Yohan, do TST, morre aos 28 anos; veja 5 curiosidades sobre o cantor Membros do grupo de K-pop TST Reprodução/Instagram

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Anitta condena ataques racistas após Ludmilla receber mensagens nas redes sociais: ‘Criminosos covardes que se dizem meus fãs’

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Cantora afirmou que acionou advogados e especialistas em crimes de internet para cuidar do caso. Anitta e Ludmilla Montagem/G1 Anitta usou suas redes sociais para se manifestar sobre ataques racistas após Ludmilla receber mensagens de internautas que usam palavras como "macaca" ou "neguinha nojenta" para se referir a ela. Muitos desses perfis usam fotos de Anitta ou o nome da cantora para se identificar. "Criminosos covardes que se dizem meus fãs estão propagando mensagens de racismo e injuria racial nas redes sociais. Já disse e repito – isso é abominável e inadmissível", escreveu Anitta no Twitter e no Instagram. "Minha equipe já está apurando tais perfis que até então não foram identificados como membros de nenhum fã clube do nosso registro. Mas não me calarei ou me acomodarei frente a esses absurdos que tenho lido e que estão chegando até mim. Quem fez isso vai pagar pelo que fez. E quem pensar em fazer, saiba que a justiça vai atrás de você também." A cantora ainda afirmou que já acionou advogados e especialistas em crimes de internet para cuidar do caso. "Racismo não. Racismo é crime", escreveu Anitta. Initial plugin text Anitta ainda retuitou uma publicação feita em 31 de outubro de 2019. No dia anterior, Ludmilla foi chamada de "macaca" enquanto se dirigia ao palco do Prêmio Multishow ao vencer a categoria canção do ano por "Onda Diferente", música que deu início à série de desentendimentos entre as cantoras. "Inaceitável que alguém possa se achar no direito de chamar um negro de macaco ou tentar reduzi-lo como um ser humano inferior. Melhorem. Isso é crime e absolutamente abominável", escreveu Anitta, na época. Initial plugin text Entenda a briga entre Anitta e Ludmilla: A polêmica começou quando a Ivete Sangalo cantou a música no Rock in Rio, em setembro de 2019. Ludmilla comemorou a presença da música que ela compôs. Fãs de Anitta apontaram que ela também estava na lista de autoras no Spotify, e criticaram Ludmilla. Em um vídeo, Ludmilla revelou que escreveu "Onda diferente", mas sua gravadora não quis lançar. Só depois que Anitta conheceu a música e propôs uma parceria a gravadora aceitou. Anitta envolveu o produtor Papatinho e o rapper Snoop Dogg, que cantou um trecho em inglês. Ele exigiu 50% dos créditos de autoria, e foi combinado que os outros 50% ficariam com Ludmilla. Por isso, Ludmilla e Snoop Dogg foram creditados como compositores e intérpretes. Anitta e Papatinho ficaram só como intérpretes. Depois da polêmica, Anitta pediu calma aos fãs, disse que a autora era a colega, e a lista de autores no Spotify voltou a ter só Ludmilla e Snoop. Mas a polêmica continuou. Em junho de 2020, Anitta citou o nome de Ludmilla no programa "Dentro da Casinha" e Ludmilla não gostou. Em post, reclamou da citação e chamou a cantora de mentirosa. Após ataques na internet, Ludmilla publicou um vídeo de quase 11 minutos no qual desabafou sobre Anitta, no que ela chamou de "Carta Aberta". No vídeo, ela narra momentos de atritos entre as cantoras, relembra a polêmica sobre composição de "Onda Diferente" e expõe troca de áudios com Anitta.

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Shows da turnê ‘Amigos’ são adiados; produção anuncia novas datas

quarta-feira, 17 junho 2020 por Administrador

Duas das apresentações que seria realizadas em agosto de 2020 foram transferidas para março de 2021. "Amigos 20 anos": turnê estreia em Belo Horizonte Reprodução/Instagram Quatro shows da turnê “Amigos 20 anos” foram adiados por causa da pandemia de coronavírus. Nesta quarta-feira (17), a produção anunciou as novas datas. A apresentação reúne no palco os sertanejos Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano e Chitãozinho e Xororó. Os shows que tiveram as datas transferidas foram os que seriam realizados em São Paulo, Ribeirão Preto e Uberlândia. Os ingressos adquiridos para as datas originais serão válidos para o novo dia anunciado de cada região. “Este momento delicado exigiu o adiamento por parte da produção, quando esperamos que o surto da pandemia já esteja resolvido, não só no Brasil como em todo o mundo. A saúde de todos os envolvidos nos shows (público, artistas, equipe de produção, prestadores de serviços, fornecedores de mercadorias, colaboradores) é nossa prioridade absoluta”, informou a produção. Confira como ficou a agenda: São Paulo: Allianz Parque Seria em: 8 e 9 de agosto de 2020 Foi transferido para: 12 e 13 de dezembro de 2020 (Ingressos adquiridos para o show de 8 de agosto de 2020 (sábado) serão válidos exclusivamente para o dia 12 de dezembro de 2020. Já os do dia 9 de agosto de 2020 (domingo), só poderão ser utilizados na apresentação de 13 de dezembro de 2020). Uberlândia: Estádio Parque do Sabiá Seria em: 22 de agosto de 2020 Foi transferido para: 13 de março de 2021 Ribeirão Preto: Arena Eurobike Seria em: 1º de agosto de 2020 Foi transferido para: 20 de março de 2021 Amigos falam de novidades para turnê comemorativa após 20 ano

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