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parks, homecoming, ozark, upload e mais séries boas pra ver agora

terça-feira, 09 junho 2020 por Administrador

Nossa, este blog ainda existe. Que alegria. Mas vamos direto ao ponto. O que tem de bom para ver. Cena de Parks and Recreation Divulgação/NBC Acho que a coisa que mais me empolgou e emocionou nos últimos meses foi o episódio especial de quarentena de “Parks and Recreation”, cinco anos depois do fim da série. Foi fofo, simples, perfeitinho, engraçado e obviamente me fez chorar… E me fez voltar a ver “Parks” (Globoplay), a série ideal para dar aquela aquecida no coração em tempos sombrios. Se você nunca viu, veja. Estreou lá em 2009, tem sete temporadas de episódios curtinhos, é genial, engraçada, tem personagens fofos – é sobre uma repartição pública numa cidadezinha americana. Como quase toda comédia, demora para engatar, tenha paciência (ou pule alguns episódios da primeira temporada, tudo bem). Quando engata é demais. E a segunda coisa que mais me empolgou ultimamente foi a segunda temporada de “Homecoming” (Amazon). A série que é baseada num podcast e teve Julia Roberts como a estrela da primeira temporada voltou e já é uma das coisas mais legais do ano. Se a primeira temporada era toda pretensiozinha (e ótima, sim), toda misteriosa e meio mística, envolvendo uma enorme teoria da conspiração e muitos closes na cara da Julia Roberts, a segunda é meio que um respiro nisso. Ainda, perdoe-me a expressão, desconstrói a primeira (ui), que, em perspectiva, fica muito mais legal. E tem a Jannelle Monaé. E os episódios só têm meiorinha! Também fiz uma supermaratona da segunda temporada de “Ozark” (Netflix) – eu tinha largado no começo, tinha um policial lá que estava me irritando. Mas aí resolvi voltar, vi tudo em poucos dias e, embora um pouquinho inferior à primeira, continua boa demais, naquele ritmo viciante. Basta fechar os olhos pra algumas forçações de barra que tudo fica mais legal. Uma aspirante a “Breaking Bad” – bem menos boa, mas é o que temos. Estou dando um tempo antes de começar a terceira, porque é meio difícil parar de ver e tem muitas outras séries na minha fila (mais abaixo eu digo quais). Mas se você quer mais uma seriezinha do bem, leve, fofa, meio comédia romântica meio mistério com ares de episódio de “Black Mirror”, veja “Upload” (Amazon). A história é meio parecida com a do episódio “San Junipero” de “Black Mirror”, em que, num futuro não tão distante, quem morre pode transferir sua consciência para uma realidade virtual. O único problema é o péssimo episódio final, mas nada que tire a graça do todo. E também tem episódios curtinhos (aviso porque aparentemente ter episódios longos é um defeito. Não para mim). Sigo vendo “High Maintenence” (HBO) , uma das séries mais good vibe que eu conheço. O único personagem fixo – e ainda assim bem coadjuvante – é o cara que vende maconha de bike por Nova York. Os episódios são centrados em quem compra a droga, que às vezes é um elemento importante na história, às vezes é só um detalhe. Tem episódios engraçados, tem histórias tocantes, tem umas viagens malucas. E, não, não vou falar que é viciante. Já tem quatro temporadas, estou na terceira e sigo amando. (HBO). Vi também "Nada Ortodoxa" (Netflix), minissérie bonita, curtinha, baseada em uma história real – uma menina que foge de sua comunidade de judeus ultraortodoxos em Nova York e vai sozinha para Berlim. E, por fim, a décima temporada de “Curb Your Enthusiasm” (ou Segura a Onda) em que o mestre do distanciamento social antes de existir distanciamento social, Larry David, está no auge da forma. Como é boa. Até vi devagar, economizando, para não acabar muito rápido. (HBO) * A HBO resolveu estrear a quarta temporada de “Veronica Mars” (também conhecida como a melhor série já feita na história da humanidade) mas sem exibir as três primeiras, o que não faz o menor sentido. Ainda não consigo falar muito desta quarta temporada, que é meio impactante demais para quem é fã da série. Nem sei se recomendo ou não. Sem as três primeiras não tem muita graça… Tirando isso, as próximas da minha lista são terminar "Plot Against America" (como tudo do David Simon começa devagar e vai ficando perfeita com o passar dos episódios), continuar "The Good Fight", ver qual é a dessa "Little Fires Everywere", da qual metade das pessoas gosta e metade detesta, descobrir o que é "Defending Jacob" etc. Eu voltei.

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Balé Real britânico dança nas ruas de Londres ao som dos Rolling Stones

terça-feira, 09 junho 2020 por Administrador

Curta foi coreografado para a canção 'Living In A Ghost Town', que a banda lançou em abril de 2020. William Bracewell, membro do Balé Real britânico, dança nas ruas de Londres ao som dos Rolling Stones Joanna Defelice, Melanie Hamrick e Meaghan Grace Hinkis/Divulgação via Reuters Bailarinos do Balé Real do Reino Unido filmaram um curta-metragem no qual dançam nas ruas de Londres ao som dos Rolling Stones, um projeto concebido para ressaltar o sofrimento dos artistas durante a pandemia global de coronavírus. Os solistas William Bracewell e Reece Clarke, entre outros, se paramentaram para dançar nas calçadas ensolaradas e nos paralelepípedos diante das entradas fechadas de alguns dos maiores teatros da capital. Entre eles estão o Globe de Shakespeare, a Royal Opera House e o Royal Albert Hall. Os produtores do filme disseram em um comunicado que quiseram chamar atenção para um setor ameaçado "pelas pressões implacáveis da Covid-19". O curta foi dirigido por Joanna DeFelice, Meaghan Grace Hinkis e Melanie Hamrick, bailarina e parceira de Mick Jagger, o vocalista dos Rolling Stones. O vídeo foi coreografado para a canção "Living In A Ghost Town", que os Stones lançaram em abril de 2020. O projeto almeja arrecadar fundos para a Acting for Others, uma rede de quatorze instituições de caridade que fornecem assistência financeira e emocional e apoio a trabalhadores do teatro. Yasmine Naghdi, membro do Balé Real britânico, dança nas ruas de Londres ao som dos Rolling Stones Joanna Defelice, Melanie Hamrick e Meaghan Grace Hinkis/Divulgação via Reuters Nicol Edmonds, membro do Balé Real britânico Joanna Defelice, Melanie Hamrick e Meaghan Grace Hinkis/Divulgação via Reuters

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Cineastas voltam a trabalhar na Nova Zelândia após coronavírus

terça-feira, 09 junho 2020 por Administrador

Fronteiras neozelandesas continuam fechadas para estrangeiros, mas o governo deu permissão especial de entrada para 55 membros da equipe que trabalha na continuação de 'Avatar'. O diretor James Cameron e o produtor Jon Landau desembarcam na Nova Zelândia para retomar gravações da sequência de ‘Avatar’. Imagem feita em 31 de maio Lightstorm Entertainment/Social Media via REUTERS A capital da Nova Zelândia ganhou um ânimo extra na semana passada, com a chegada do diretor de Hollywood James Cameron e sua equipe ao país para filmar a aguardada sequência do épico de ficção científica "Avatar". O filme faz parte de um punhado de produções que estão começando na Nova Zelândia agora que a nação começa a reabrir depois de conter o novo coronavírus, e o país espera que a indústria cinematográfica dê um impulso à sua economia abalada. As fronteiras neozelandesas continuam fechadas para estrangeiros, mas o governo deu uma permissão especial para os 55 membros da equipe que trabalha na continuação de "Avatar" chegarem em um voo fretado. "Certamente, o fato de podermos começar mais cedo do que alguns países é ótimo, embora seja angustiante ver que a pandemia ainda é um desafio tão grande em todo o mundo", disse Annabelle Sheehan, executiva-chefe da Comissão de Cinema da Nova Zelândia. As montanhas, prados e florestas do país, que ganharam notoriedade na trilogia "Senhor dos Anéis", atraíram várias grandes produções cinematográficas nos últimos anos. Cerca de 47 delas estavam em andamento quando a primeira-ministra, Jacinda Ardern, impôs um isolamento rígido no dia 26 de março para conter a disseminação do coronavírus. A medida foi um grande sucesso, e o vírus foi quase eliminado da Nova Zelândia, que pode estar entre os primeiros países do mundo a voltar ao normal nesta semana, exceto pelas divisas fechadas. Jon Landau, produtor de "Avatar", publicou uma foto de si mesmo e do diretor Cameron depois de pousarem na semana passada e disse que eles se isolarão durante 14 dias, de acordo com as regras do governo. Initial plugin text "Seu país se tornou um líder em como lidar com algo assim, e acho que filmes desejarão vir", disse Landau em uma entrevista à Rádio Nova Zelândia, referindo-se à campanha contra o coronavírus. Como pessoas de todo o mundo estão confinadas em casa, a pressão para cineastas e outros criadores de conteúdos criarem novos materiais e lançá-los é grande. Mas o que os impede é a falta de locais seguros para trabalhar, dizem especialistas da indústria. Agora a Nova Zelândia é uma opção. "Tivemos algumas sondagens internacionais, e isso se deve à nossa condição de livres da Covid", contou Gary Watkins, executivo-chefe do Avalon Studios. O estúdio, que se localiza em Wellington, foi usado para a filmagem de "A Vigilante do Amanhã", de 2017, estrelado por Scarlett Johansson, e também contribuirá com o novo "Avatar". Nova Zelândia anuncia que não tem mais casos de Covid-19

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‘Tieta’ chega ao GloboPlay com trama sobre liberdade e força feminina; veja fotos e curiosidades

terça-feira, 09 junho 2020 por Administrador

Adaptação do romance 'Tieta do Agreste', de Jorge Amado, novela trouxe protagonista independente e marcante. Elenco tem Betty Faria, Joana Fomm, Cássio Gabus Mendes e Reginaldo Faria. Cássio Gabus Mendes e Betty Faria em 'Tieta' Bazilio Calazans/Globo "Tieta" foi um grito de liberdade dentro e fora de cena: na trama, com uma protagonista que lutou sozinha por sua independência; e fora dela, como a primeira novela escrita após o fim da censura imposta pela ditadura militar no Brasil (1964 -1985). Nesta segunda (8), a novela chegou ao GloboPlay e o G1 publica curiosidades sobre ela, com dados do Memória Globo. Com texto de Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzohn e Ricardo Linhares, "Tieta" adaptava o romance do escritor Jorge Amado, "Tieta do Agreste". Sua protagonista, interpretada na primeira fase por Claudia Ohana, é expulsa da fictícia Santana do Agreste, aos 18 anos, pelo pai, que não aceitava seu comportamento liberal. Tieta, então, refaz sua vida em São Paulo e volta à cidade 25 anos depois, rica e decidida a se vingar de quem a maltratou. Quem vive a personagem a partir daí é Betty Faria, que faz de Tieta uma das grandes personagens de sua carreira. "Tieta foi um grande sucesso. Porque eu botei muita alegria nela. Era uma pessoa com muita esperança, com muita força. E gente com esperança, com força, é bem-sucedida. E gente bem-sucedida tem felicidade”, contou a atriz em depoimento ao Memória Globo. Tieta: O retorno a Santana do Agreste Além da reviravolta causada pelo retorno de Tieta, que atrai a atenção de todos da cidade e se envolve com o sobrinho seminarista (Cássio Gabus Mendes), a trama também trata da instalação de uma fábrica de dióxido de titânio e da modernização da cidadezinha. O elenco era composto por Betty Faria, Joana Fomm, Cássio Gabus Mendes, Sebastião Vasconcellos, Yoná Magalhães, Paulo Betti, Reginaldo Faria, Arlete Salles, José Mayer, Tássia Camargo e Lídia Brondi, entre outros. Veja curiosidades sobre a novela em pesquisa do Memória Globo: Foi a própria Betty Faria quem negociou a compra dos direitos de adaptação diretamente com Jorge Amado e se lembra de um jantar ocorrido nos anos 1970 com o casal Zélia Gattai e Jorge Amado: “Zélia disse que Jorge estava escrevendo um livro e que a história era feita sob medida para mim. Era a história de Tieta”. Aguinaldo Silva fez referências à censura em "Tieta": "No dia em que ela é expulsa da cidadezinha de Santana do Agreste, o pai dela entra em casa depois da expulsão. Ele vai no calendário, olha para a folhinha e diz: ‘Faz de conta que esse dia nunca aconteceu’. Ele arranca a folhinha, e a data é 13 de dezembro de 1968 – o dia em que foi promulgado o AI-5”, contou o autor. "Tieta" foi o primeiro trabalho de Ricardo Linhares como coautor. Ela conta que os três coautores se reuniam toda segunda-feira no apartamento de Aguinaldo para decidir a trama da próxima semana. E, depois de definida, cada um escrevia dois dos seis capítulos que iam ao ar de segunda a sábado. A atriz ainda estava no ar na novela "O Salvador da Pátria" (1989), quando foi convidada pra estrelar a substituta "Tieta". Por isso, só entrou na trama no capítulo 20. "Quando eu estava acabando 'O Salvador da Pátria', a direção da Globo me chamou: ‘Esse papel você não vai recusar’. Porque eu já tinha recusado 'Dancin’ Days' e a famosa viúva Porcina. Eu disse: ‘Não. Esse eu não vou recusar, porque esse é meu! Fui eu que trouxe para cá. Esse é meu mesmo", contou Faria em entrevista ao Memória Globo. "Tieta" foi transmitida em alguns países da América e Europa: México, Chile, Guatemala, Peru, Portugal, República Dominicana e Uruguai, entre outros. A vilã Perpétua foi um sucesso. Cheia de veneno, a irmã invejosa vivida por Joana Fomm se tornou um símbolo da novela e teve grande repercussão nas ruas: “As crianças chegavam perto de mim, pediam para eu fazer a Perpétua. Eu falava alguma coisa e saía correndo atrás. Elas morriam de rir, de gritar, com medo. As crianças adoravam, ficavam perguntando: ‘Como vai o capitão, seus filhos’, e eu dava muita trela. Gosto de dar gás ao imaginário, para a criança criar mesmo”, lembra Joana Fomm em entrevista ao Memória Globo. Tieta: Ela arranca a peruca de Perpétua Arlete Salles, Betty Faria, Cássio Gabus Mendes e Paulo Nigri em 'Tieta', 1989 Bazilio Calazans/Globo Luciana Braga, Ary Fontoura, Cristina Galvão e meninas em 'Tieta', 1989 Bazilio Calazans/Globo Joana Fomm como Perpétua, em 'Tieta' Acervo Globo Betty Faria e José Mayer em 'Tieta' Bazilio Calazans/Globo Roberto Bonfim, Reginaldo Faria, José Mayer e Paulo Betti em 'Tieta', 1989 Bazilio Calazans/Globo Betty Faria em 'Tieta' Bazilio Calazans/Globo Pepeu Gomes e Moraes Moreira nas gravações da novela 'Tieta' (1989), da TV Globo Acervo TV Globo Yoná Magalhães em 'Tieta', novela de 1989 Bazilio Calazans/TV Globo/Arquivo

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‘Bill & Ted: Encare a Música’ ganha primeiro trailer; assista

terça-feira, 09 junho 2020 por Administrador

Keanu Reeves e Alex Winter se unem novamente em filme, que mostra a dupla encontrando suas versões no futuro em busca da letra da música que unirá o mundo. 'Bill & Ted: Encare a Música' ganha primeiro trailer Reprodução/Instagram "Bill & Ted: Encare a Música" ganhou seu primeiro trailer nesta terça-feira (9). O filme é o terceiro capítulo da trilogia iniciada em 1989 com "Bill & Ted – Uma aventura fantástica". Alex Winter e Keanu Reeves retornam como Bill e Ted, respectivamente. Eles se encontram com suas versões de meia idade em uma viagem para o futuro e seguem com a tarefa de escrever uma música que unirá o mundo. Chris Matheson e Ed Solomon, criadores dos dois filmes originais, escrevem o roteiro. E a direção fica a cargo de Dean Parisot ("Heróis fora de órbita"). Aas gravações de "Bill & Ted: Encare a música” tiveram início em agosto de 2019. O filme tem previsão de lançamento mundial para agosto de 2020. Assista ao trailer de "Bill & Ted: Encare a Música (2020)"

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Dulce Nunes, voz de ‘Pobre menina rica’ e dos anos 1960, morre no Rio

segunda-feira, 08 junho 2020 por Administrador

Projetada no musical com trilha sonora de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, a cantora carioca faria 91 anos na quinta-feira, 11 de junho. Dulce Nunes deixa discografia que compreende três álbuns lançados entre 1964 e 1968 Reprodução internet ♪ OBITUÁRIO – Em 1963, Elis Regina (1945 – 1982) ainda era cantora conhecida somente em Porto Alegre (RS) quando, já em busca de melhores oportunidades profissionais na cidade do Rio de Janeiro (RJ), foi uma das candidatas a dar corpo e voz à personagem-título do espetáculo Pobre menina rica. Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), então no posto de arranjador do musical, preteriu Elis em favor de Dulce Nunes, jovem carioca que já atuara como atriz de cinema na década de 1950 e que tinha tido contato com músicos e compositores do núcleo da bossa nova quando promovia concorridas reuniões na casa em que morava com o marido, o pianista Bené Nunes (1920 – 1997), no bairro da Gávea. Dulce Pinto Bressane (11 de junho de 1929 – 4 de junho de 2020) ficou com o papel-título de Pobre menina rica e começou, naquele momento, carreira de cantora que a levaria a gravar dois álbuns pela gravadora Forma, Dulce e Samba do escritor, editados em 1965 e em 1968, respectivamente. Entre um disco e outro, a cantora participou do antológico álbum Os afro-sambas de Baden e Vinicius (1966) com o canto de Tristeza e solidão (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966). Foi essa cantora de atuação concentrada nos anos 1960 que morreu na noite de quinta-feira, 4 de junho, a uma semana de completar 91 anos, após dias internada em hospital da cidade natal do Rio de Janeiro (RJ). A notícia da morte de Dulce Nunes foi confirmada a amigos por Alexandre Gismonti e Bianca Gismonti, afilhados da cantora. A causa teria sido infecção pelo covid-19. Embora várias fontes creditem o nascimento de Dulce ao ano de 1936, a cantora veio ao mundo em 1929 na mesma cidade do Rio de Janeiro (RJ) em que saiu de cena. Antes de gravar dois álbuns em carreira solo, Dulce Nunes debutou no mercado fonográfico com a gravação, em 1964, das músicas do espetáculo Pobre menina rica, cuja trilha sonora, inteiramente composta por Carlos Lyra com Vinicius de Moraes (1913 – 1980), legou canções como Primavera, Maria Moita e Samba do carioca. Embora o musical tenha estreado em 1963 na boate carioca Au bon gourmet, com arranjos de Radamés Gnattali (1906 – 1988), esse repertório chegou ao disco somente em 1964 com a edição do LP com a trilha sonora de Pobre menina rica. Além da música-título Pobre menina rica, Dulce Nunes deu voz no disco à Canção do amor que chegou e dividiu com Lyra a interpretação de Valsa dueto. No primeiro álbum solo, Dulce, gravado pela cantora em 1965 com arranjos orquestrais do maestro Guerra-Peixe (1914 – 1993) e o toque do violão de Baden Powell (1937 – 2000) em produção musical capitaneada por Roberto Quartin (1943 – 2004), Nunes registrou em tom de câmara um classudo repertório dominado por composições de Baden, Jobim e Vinicius. No segundo e último álbum solo de Dulce Nunes, Samba do escritor, disco em que a cantora se apresentou como compositora ao musicar textos de escritores brasileiros em diversos ritmos, um dos arranjadores foi o pianista Egberto Gismonti, com quem a cantora sedimentou, a partir dos anos 1970, parceria na vida que se estendeu para a música. Ou vice-versa. Desde então, Dulce Nunes atuou basicamente como cantora (convidada) de discos de Egberto, de quem se tornaria produtora e sócia no gerenciamento do selo Carmo e da empresa Carmo Produções Artísticas. Tendo atuado também como decoradora por muito tempo, Dulce Nunes sai de cena associada à música dos anos 1960, década em que exercitou com certa assiduidade a bela e cool voz de soprano.

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Almério revive ‘Androginismo’ do grupo Almôndegas após 42 anos

segunda-feira, 08 junho 2020 por Administrador

Single é a primeira amostra do álbum ao vivo previsto para ser lançado em julho com o registro do show 'Desempena'. ♪ Almério já mostrou, na voz e no visual, que descende da linhagem andrógina da música brasileira ao ganhar visibilidade em 2017 com a edição de Desempena, segundo álbum de trajetória já longeva, iniciada em 2003. Por isso mesmo, faz sentido que o cantor e compositor pernambucano de voz a Androginismo – música de autoria de Kledir Ramil, lançada há 42 anos pelo grupo gaúcho Almôndegas no álbum Circo de marionetes (1978) – em single que a gravadora Biscoito Fino põe no mercado fonográfico na segunda-feira, 8 de junho. “O fato de eu ter escolhido cantar Androginismo vem das minhas vivências e lembranças como homem gay cisgênero, da minha vontade de gritar para o mundo os motivos que me fazem cantar e escrever. Grito contra o preconceito arraigado em nossa sociedade e denuncio os vários tipos de violência contra a nossa existência. A sociedade LGBTQI+ precisa cada vez mais de respeito e proteção”, discursa Almério, em tom militante. O single Androginismo é primeira amostra do álbum e DVD Desempena vivo, previstos para serem lançados em julho com a gravação do show de lançamento do segundo álbum do artista. O registro audiovisual do show Desempena foi feito há quase dois anos, em 10 de agosto de 2018, em apresentação no Teatro Santa Isabel, no Recife (PE). Capa do single 'Androginismo', de Almério Divulgação Música revivida na turnê do show e até então regravada somente pelo grupo Chicas no álbum Em tempo de crise nasceu a canção ao vivo (2009), Androginismo ganha sotaque nordestino que reflete a vivência de Almério em Caruaru (PE), cidade na qual o cantor morou durante anos e onde iniciou a carreira artística há 17 anos. As flautas e pífanos tocados pelo músico Philipe Moreira Sales na abordagem de Androginismo por Almério evoca a influência das bandas de pífanos de Caruaru, recorrentes na memória afetiva do artista. O álbum Desempena vivo tem direção artística de André Brasileiro e direção musical de Juliano Holanda. Além de tocar violão na gravação, Holanda assina a autoria do arranjo do fonograma, também formatado com os toques dos músicos Eduardo Slap (baixo), Marconiel Rocha (percuteria) e Ana Paula Marinho (percussão).

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‘Cosmos’ estreia nova temporada para mostrar um futuro melhor e lutar contra a anticiência

segunda-feira, 08 junho 2020 por Administrador

'A inspiração foi criar um grande sonho do futuro, não irreal, mas algo que ainda podemos ter, se acordarmos do nosso sonambulismo', diz Ann Druyan, viúva do apresentador Carl Sagan. Para a criadora da série científica "Cosmos", o movimento anticiência se intensificou no mundo nos últimos anos. Por isso, a nova temporada, chamada de "Mundos possíveis", estreia neste sábado (6) no canal National Geographic, às 22h30, com o objetivo de inspirar o público com a imagem de um futuro melhor — e, como o nome mesmo diz, possível. "As coisas pioraram desde a última viagem da nave da imaginação, e parte disso tem a ver com uma espécie de tristeza global. Penso nisso o tempo todo", diz ao G1 a produtora-executiva, diretora e roteirista da série, Ann Druyan. "Talvez tenha a ver com a nossa sensação de impotência, que desconecta pessoas da realidade, que as fazem acreditar em pseudociência, em histórias desonestas que negam o problema." A americana de 70 anos criou "Cosmos" ao lado do marido, o cientista e apresentador Carl Sagan (1934-1996), em 1980. Veja trailer de 'Cosmos: Mundos possíveis' Desde então, foi secretária da Federação de Cientistas Americanos por dez anos e também diretora criativa do projeto Voyager de mensagens interestelares da Agência Espacial Americana (Nasa). Em 2014, ela foi uma das responsáveis pelo retorno de "Cosmos" à TV, com o cientista Neil deGrasse Tyson assumindo o papel de apresentador e anfitrião. "Não acho que dê para lutar contra as mudanças climáticas ao dizer para as pessoas repetidas vezes quão ruim as coisas vão ficar para nossos filhos e nossos netos. Não me parece que faz as pessoas agirem, mas sim tem um efeito amortecedor", afirma Druyan. "Então a inspiração para esta temporada foi criar um grande sonho do futuro, não irreal, mas algo que ainda podemos ter, se nós acordarmos do nosso sonambulismo." Ann Druyan é criadora, produtora-executiva, diretora e roteirista de 'Cosmos' Divulgação Problemas nos bastidores A terceira temporada estreia finalmente no Brasil depois de alguns problemas nos bastidores. Em 2018, Tyson foi acusado de assédio sexual por duas mulheres e de estupro por uma terceira. Depois de uma investigação interna realizada pela National Geographic, as produções de seus programas voltaram a ser realizadas. Além disso, "Cosmos" tinha estreia no Brasil programada para março. No entanto, com o começo das medidas de isolamento social provocadas pelo novo coronavírus, o lançamento foi adiado para junho. "Ter o Neil de volta é muito importante, porque ele fez um trabalho ainda maior que na última. Eu o conheço na maior parte de sua vida adulta", diz a diretora. "Ele é alguém com quem você pode se conectar, e que pega as nossas palavras e as fala, não apenas com convicção, mas o público sabe que ele tem um entendimento completo". Neil deGrasse Tyson é o apresentador de 'Cosmos: Mundos possíveis' Divulgação

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As iniciativas aplaudidas e criticadas de celebridades em movimento contra o racismo

segunda-feira, 08 junho 2020 por Administrador

Após morte nos EUA, famosos entraram no debate contra o racismo. Semana Pop explica ações de Kanye West, Paulo Gustavo, Livinho, entre outros, e a repercussão que elas causaram. Semana Pop mostra iniciativas criticadas e aplaudidas de famosos contra o racismo
Nos últimos dias, o mundo assistiu às cenas de luta contra o racismo nos Estados Unidos. A morte de George Floyd em uma ação policial gerou uma onda de protestos, que se espalhou para outras partes do mundo e envolveu celebridades. Mas nem todas foram elogiadas nas iniciativas em apoio ao movimento.
O Semana Pop deste sábado (6) fala das ações de famosos na causa – as aplaudidas e as criticadas.
Veja todas as edições
Ouça em podcast
O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.

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Fabiana Cozza louva ‘Senhora negra’ em single sublime que anuncia álbum com saudações a divindades

segunda-feira, 08 junho 2020 por Administrador

Cantora lança em setembro disco com repertório inédito voltado para o universo cultural das religiões de matrizes africanas e indígenas. Capa do single 'Senhora negra', de Fabiana Cozza José de Holanda Resenha de single Título: Senhora negra Artista: Fabiana Cozza Compositor: Sérgio Pererê Gravadora: Edição independente da artista Cotação: * * * * * ♪ Em 2017, a cantora paulistana Fabiana Cozza foi a Belo Horizonte (MG), a convite do compositor e multi-instrumentista mineiro Sérgio Pererê, participar do projeto Aparecida – Reinos negros, centrado nas guardas de congado do bairro belo-horizontino de Aparecida. Na ocasião, a cantora gravou para o projeto a canção Senhora negra, de autoria de Pererê. Louvação a Aparecida, santa rainha do povo banto, Senhora negra reaparece três anos depois na voz de Fabiana Cozza, em outra gravação, em single que anuncia o álbum que a cantora lança em setembro com saudações a divindades de religiões de matrizes africanas e indígenas. O single Senhora negra chega ao mercado fonográfico em 19 de junho com capa assinada pelo fotógrafo José de Holanda. Cantada pela intérprete em feitio de oração, com a aura sagrada amplificada pelos toques dos violoncelos de Adriana Holtz e Vana Bock, Senhora negra é a primeira (sublime) amostra e a única música já pré-existente do repertório do álbum, preparado por Fabiana Cozza desde 2019 com músicas inéditas, feitas ou cedidas para a cantora por compositores como Alfredo Del-Penho, Douglas Germano, Giselle de Santi, Luiz Antonio Simas (nome presente nos créditos de três músicas), Moyseis Marques, Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Roque Ferreira e Tiganá Santana. O single inicial sinaliza disco com a grandeza da voz precisa de Cozza. A alta carga de espiritualidade da gravação de Senhora negra – vinda tanto do canto sagrado de Fabiana Cozza quanto do arranjo do compositor e baixista Fi Maróstica – é potencializada pelo clipe da faixa, produzido a partir de ação coletiva de amigos da cantora que, atendendo solicitação da artista, mandaram pequenos vídeos feitos durante o isolamento social com imagens que ilustram a fé de cada participante. O clipe será lançado simultaneamente com o single Senhora negra. Até o lançamento do álbum em setembro, Cozza planeja lançar mais dois singles, um em julho e outro em agosto. “Esse trabalho é uma defesa – musical, política, cidadã e cultural – do que destaco como cultura matricial, lugar de berço, do muito produzido e estruturado no Brasil. Muito me atrai (e veste) a leitura de um Brasil a partir do que Luiz Antonio Simas chama de 'cultura de frestas'. Esta que não é tida como oficial e que ainda é taxada por muitos como exótica. Somos constituídos a partir dessas encruzilhadas encantadas (ou não) – matrizes com berço nos terreiros de candomblé, umbanda, jurema e catimbó espalhados Brasil adentro e que, de forma ímpar e crucial, explicam o que entendo por Brasil real, de carne e osso. O disco canta e defende esta vida, estas forças, estas rezas, estas mães, pais e filhos de santo dos terreiros que têm sofrido com o terrorismo religioso”, contextualiza Fabiana Cozza. Gravado pela cantora desde outubro de 2019, o álbum foi gestado com o título Dos Santos, expressão que alude tanto ao conteúdo religioso do repertório quanto ao sobrenome da cantora, nascida Fabiana Cozza dos Santos em janeiro de 1976 e convertida ao candomblé, religião escolhida pela artista para o exercício de fé sincrética, professada de forma emocionante pela intérprete no canto de Senhora negra.

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