Twitch recebeu solicitações em massa para remoção de vídeos com violação de direitos autorais de música, diz plataforma
Serviço orientou que usuários removam transmissões caso não tenham certeza sobre os direitos de áudios presentes nelas. Criadores de conteúdo receberam notificações de violação de vídeos postados desde 2017. Twitch, plataforma de streaming de jogos Reprodução/Twitch A Twitch, plataforma de transmissão de jogos, disse que recebeu, ao longo da última semana, um grande fluxo de pedidos para remoção de vídeos com músicas de fundo que violassem a lei de direitos autorais americana DMCA. A plataforma fez o anúncio em sua oficial no Twitter nesta segunda (8) para alertar seus usuários. "Nesta semana, tivemos um fluxo repentino de solicitações de remoção pela DMCA para vídeos com música de fundo de 2017 a 2019. Se você não tiver certeza sobre os direitos de áudio em transmissões anteriores, recomendamos remover esses clipes. Sabemos que muitos de vocês têm arquivos grandes e estamos trabalhando para facilitar isso", publicou. "É a primeira vez que recebemos reivindicações em massa via DMCA contra clipes. Entendemos que isso tem sido estressante para os criadores afetados e estamos trabalhando em soluções, inclusive examinando como podemos oferecer mais controle sobre seus clipes". Site de streaming Twitch Reprodução/Twitch Muitos usuários costumam transmitir seus vídeos na plataforma com músicas de fundo. Se o uso dessas músicas é feito sem direitos autorais, os detentores desses direitos (gravadoras ou artistas, por exemplo) podem avisar a Twitch e pedir a remoção do vídeo ou do trecho em que a música aparece. As diretrizes de música da plataforma pedem que os streamers compartilhem "apenas conteúdos dos quais possuem os direitos necessários". "Transmitir ou fazer upload de conteúdo contendo músicas com conteúdo protegido constitui uma violação de nossas políticas, a menos que você possua a autoridade ou os direitos apropriados para compartilhá-las na Twitch". Se o conteúdo realmente infringir a DMCA, a Twitch entra em contato com o streamer e retira o conteúdo do ar. Se depois disso, o mesmo streamer submeter outros vídeos com violação de direitos, ele terá sua conta encerrada na plataforma. "O Twitch encerrará prontamente o acesso de qualquer usuário ao Serviço Twitch se esse usuário for determinado como um 'infrator reincidente' de obras protegidas por direitos autorais", dizem as diretrizes de uso da plataforma. Usuários relataram nas redes sociais que receberam notificações de violação nos últimos dias. "Recebi dois avisos de violação de direitos autorais em meu canal (ambos de clipes com mais de um ano) na semana passada e me disseram que, se encontrarem mais uma violação nos meus clipes, minha conta do Twitch será permanente banida", disse uma streamer. Initial plugin text
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BTS doa US$ 1 milhão para o Black Lives Matter, e fãs superam valor em campanha
Grupo de k-pop anunciou doação para ativistas antirracistas dos EUA no sábado (6). Fãs também fizeram campanha colaborativa para doar e, nesta segunda (8), valor chega a US$ 1,2 milhão. Lil Nas X e BTS cantam no Grammy 2020 Matt Sayles/Invision/AP Após o BTS fazer uma doação de US$ 1 milhão para ativistas contra o racismo nos EUA, os fãs do grupo de k-pop criaram uma campanha colaborativa para colaborar, e já arrecadaram US$ 1,2 milhão. A divulgação da doação de US$ 1 milhão (cerca de R$ 4,8 milhões na cotação atual) do BTS aconteceu no sábado (6). Os fãs começaram no mesmo dia uma campanha para colaborarem também. Até o início da tarde desta segunda-feira (8), a campanha dos fãs já tinha alcançado US$ 1,2 milhão (cerca de R$ 5,9 milhões) para os ativistas do Black Lives Matter. Os fãs de k-pop têm sido aliados nos protestos contra o racismo que começaram nos EUA e se espalharam pelo mundo. Eles ajudam a evitar a disseminação nas redes de posts racistas e de denúncias de ativistas à polícia. Leia mais: Fãs de K-pop 'invadem' campanhas contrárias à luta antirrascista nas redes sociais para boicotar publicações Dicionário de K-Pop
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‘O parque dos sonhos’ lidera bilheteria nacional
Cinemas no país arrecadaram R$ 71 mil e tiveram público de 3.466 pessoas entre quinta (4) e domingo (7). Cena do filme 'O Parque dos Sonhos' Reprodução A animação "O parque dos sonhos" liderou as bilheterias brasileiras no período de quinta (4) a domingo (7), com público de 1.035 pessoas e arrecadação de R$ 21,8 mil. Com a maioria dos cinemas fechados, arrecadação do final de semana foi de R$ 77,1. Mais de 3,4 mil pessoas foram assistir aos filmes em cartaz, segundo dados da ComScore, empresa de monitoramento. Cinemas drive-in se multiplicam no Brasil e viram opção no distanciamento social A animação conta a história de uma jovem sonhadora que descobre um parque encantado escondido na floresta. Ela estreou no Brasil em 14 de março do ano passado. "Bad Boys para sempre" e "Godzilla 2 – Rei dos monstros" ficaram em 2º e 3º lugar respectivamente. Assista ao trailer de "O Parque dos Sonhos" Veja a lista completa abaixo: "O parque dos sonhos" – R$ 21,8 mil "Bad Boys para sempre" – R$ 20,2 mil "Godzilla 2 – Rei dos monstros" – R$ 18,6 mil "Dolittle" – R$ 4,4 mil "John Wick 3 – Parabellum" – R$ 2,8 mil "PéPequeno" – R$ 1,6 mil "Bloodshot" – R$ 560 "Sonic – O filme" – R$ 300 " Mulher-Maravilha" – R$ 190 "O Grito" – R$ 180
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Thaila Ayala é criticada após lançamento de marca de roupas e altera nome: Vir.Us para Amar.Ca
'Quero pedir desculpa a todos vocês que apontaram as incongruências. Nunca quis romantizar a pandemia', comentou após polêmica. Thaila Ayala com Renato Goés, Juliana Xavier e Letícia de Sá Reprodução/Instagram Thaila Ayala recebeu diversas críticas ao anunciar o lançamento de uma marca de roupas. Isso porque a atriz intitulou a empresa de "Vir.us" – em meio a uma pandemia de coronavírus. Segundo Thaila, a empresa surgiu durante uma conversa de quarentena e entrou em sua terceira semana de produção. Entenda o caso: há duas semanas, Thaila estreou o perfil da marca nas redes sociais; há dois dias, iniciou a pré-venda dos produtos; internautas, então, começaram a criticar os preços das peças, que variam de R$ 137 (valor da camiseta) a R$ 376 (casaco); no entanto, a maioria das críticas foi pela escolha no nome Vir.Us em plena pandemia de coronavírus; após as críticas, Thaila optou por fazer um reposicionamento de mercado de urgência e alterou o nome para Amar.Ca, explicando que a empresa era "atenta, comprometida a escutar"; a atriz também pediu desculpa em seu perfil (leia post na íntegra abaixo). Ideia inicial Em seu Instagram, Thaila contou que o projeto surgiu durante um papo de quarentena. "E aqui estamos nós na terceira semana de produção. Em meio a esse caos nasceu a @vir.us.2020 com o intuito de trazer conforto e um pouco de alegria pra vocês". O texto da atriz veio acompanhado junto a uma foto de Thaila com o marido, Renato Goés, e as amigas Juliana Xavier e Letícia de Sá. A marca contava, nesta fase inicial, com quatro peças – camiseta, casaco, calça e short -, todas estampadas com o uso da técnica de tie-dye. Neste domingo (7), a página da marca trazia um pouco sobre o propósito da empresa recém-criada. "Um vírus fez estremecer o planeta, fechar fronteiras, monitorar governos, segregar pessoas, amedrontar consciências e trancar portas. Imagina quando for o vírus do amor, da empatia, e da união entre todos os seres? A Virus 2020 convida você para viralizar o melhor da vida e construir um novo mundo mais colorido. Vamos juntos." A partir daí, os internautas iniciaram as críticas. "Não se romantiza o coronavírus", escreveu uma usuária do Instagram, repetindo a frase diversas vezes no mesmo post. "É sério? Achas que uma roupa vai trazer alegria no meio de uma pandemia? Nome infeliz", citou outra. "Devia pegar todo o dinheiro dessa marca cafona e doar para o combate do covid", apontou um internauta. Mudança no nome Após as críticas, Thaila fez um rápido reposicionamento da marca, alterou o nome e retirou algumas publicações do ar. Aos poucos, alguns posts foram sendo editados e reformulados. O canal via WhatsApp, pelo qual os clientes podiam fazer seus pedidos, também foi retirado do ar no projeto urgente de reformulação. A página também trouxe um posicionamento oficial, citando que as críticas trouxeram inspiração para a mudança de nome. "Somos uma marca nova e atenta, comprometida a escutar, trocar experiências, ser criativa e diversa. Queremos cada vez mais ter um canal aberto com vocês, adoramos ouvir e por isso nos inspiramos a mudar nosso nome. Agora somos a AMAR.CA." Thaila comentou na tarde desta segunda-feira (8) a polêmica em um post no Instagram. "Quero pedir desculpa a todos vocês que apontaram as incongruências. Nunca quis romantizar a pandemia. Esse assunto nunca deve ser romantizado", escreveu. "Entendo que a escolha do nome não foi feliz e não hesitamos em mudar. Jamais quis ser insensível a quem está de luto neste momento delicado. Estamos abertos ao diálogo", continuou a atriz. Leia post na íntegra abaixo. Initial plugin text Initial plugin text Página de marca de roupas de Thaila Ayala ainda apresenta algumas publicações com o nome que gerou polêmica Reprodução/Instagram
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‘The Flash’: Hartley Sawyer é demitido por causa de comentários racistas e machistas
Tuítes antigos do ator, que deletou seu perfil na rede social, foram criticados por usuários. Hartley Sawyer em cena de 'The Flash' Divulgação O ator Hartley Sawyer foi demitido da série "The Flash" por causa de tuítes com comentários racistas, machistas e homofóbicos, segundo o site da revista "Hollywood Reporter". "Hartley Sawyer não vai retornar para a temporada 7 de 'The Flash'", afirmou em comunicado conjunto o canal CW, as produtoras Warner Bros. TV e Berlanti Production e o produtor-executivo Eric Wallace. "Em relação à publicações do senhor Sawyer em rede social, nós não toleramos comentários depreciativos que atingem raça, etnia, origem de país, gênero ou orientação sexual. Tais comentários são antiéticos para nossos valores e políticas, que se esforçam e evoluem para promover um ambiente seguro, inclusivo e produtivo para nossa força de trabalho." O ator, que interpretava o herói Homem Elástico na série baseada em quadrinhos da DC, deletou seu perfil no Twitter, mas cópias dos comentários foram publicadas na rede social. Eles foram feitos antes de Sawyer começar a trabalhar na produção. "A única coisa que me impede de fazer tuítes levemente racistas é saber que o Al Shaprton nunca iria parar de reclamar de mim", escreveu o ator em um deles. Sawyer publicou um pedido de desculpas em sua conta no Instagram no dia 30 de maio. "Minhas palavras, se tinha a intenção de humor é irrelevante, foram agressivas e inaceitáveis. Tenho vergonha de ter sido capaz de fazer essas tentativas realmente terríveis de conseguir atenção naquela época. Me arrependo profundamente." Initial plugin text
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FCMS LANÇA O EDITAL “MS CULTURA PRESENTE II” COM NOVOS SEGMENTOS BENEFICIADOS
Campo Grande (MS)- O Museu da Imagem e do Som e o Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo realizam a partir do próximo dia 5 de junho a Semana do Meio Ambiente. O evento vai acontecer de forma virtual por meio da plataforma Zoom e homenageará as mulheres observadoras de aves. O público vai acompanhar ainda a live “O protagonismo feminino na pesquisa e observação de aves: do Sertão ao Fim do Mundo” em parceria com o WWF/Brasil e do Coletivo Cunhataí Guyrá de Mulheres Observadoras de Aves do MS. A live acontecerá no dia 15 de junho às 14h e conta com a participação de pesquisadoras e observadoras de aves como Martha Argel, Maristela Benites, Maiara Vissoto, Jéssica Menq e Maria Regina Silva, com a mediação de Júlia Boock e Simone Mamede.
“É importante a inserção da mulher em todos os contextos de produção, como a científica. Na biologia de campo, a exemplo da ornitologia, ainda é um universo dominado pelo gênero masculino e precisamos mostrar que há várias mulheres atuando nessa seara também. Por isso a oportunizar esses espaços de fala é importante para tornar conhecidos vários trabalhos, valorizá-los e inspirar outras mulheres para que percebam que podem estar e atuar onde quiserem”, explicou a pesquisadora Maristela Benites.
Há 4 anos o Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo tem uma parceria com o Museu da Imagem e do Som do Mato Grosso do Sul em várias ações socioambientais, chamando a atenção pública para a conservação, a valorização e o reconhecimento da biodiversidade do Mato Grosso do Sul, por meio da imagem e do som. Dessa parceria destaca-se a importância do reconhecimento do meio ambiente enquanto elemento inspirador da cultura e das práticas de sustentabilidade. “Isso fortalece a construção de uma sociedade mais justa, consciente e sustentável tendo como princípios a educação ambiental e o respeito à diversidade e manifestações de vida”, disse a pesquisadora Simone Mamede.
Os participantes do evento também poderão visitar uma galeria de fotos virtual no site www.fundacaodecultura.ms.gov.br e publicações de fotos de aves e mulheres nas redes sociais. “A paixão pela fotografia e pela natureza tem motivado muitas mulheres a fotografarem aves. Em grupos ou até mesmo sozinhas, essas observadoras de aves têm unido em uma única ação, a arte fotográfica com a maravilha do nosso meio ambiente. Além de divulgar a beleza das aves, vale ressaltar que a junção da ornitologia com a fotografia promovem a conservação das espécies”, destacou a presidente da Fundação de Cultura de MS, Mara Caseiro.
Para participar da live é só acessar o link https://bit.ly/3dnuoyT .
Mais informações podem ser obtidas no telefone (67) 99647-4167 com Simone Mamede.
Texto: Gisele Colombo
Foto: Jéssica Morais
Fonte: FUNDAC
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FCMS LANÇA O EDITAL “MS CULTURA PRESENTE II” COM NOVOS SEGMENTOS BENEFICIADOS
Campo Grande (MS) – Foi publicado no Diário Oficial desta quinta-feira (04/06), o edital emergencial “Projeto MS Cultura Presente II” da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul para selecionar 150 vagas não preenchidas da primeira edição. Além das áreas de Artes Cênicas (circo, dança, teatro), Música, Artes Visuais, Audiovisual, Artesanato, Literatura e Patrimônio Cultural, agora o novo edital atenderá também a Economia Criativa, Pesquisa Cultural e profissionais da Produção Artística.
“Esse segundo edital está atendendo mais áreas da cultura, sendo muito importante para nossos profissionais nessa situação de pandemia, onde não podem exercer seus trabalhos, ajudando-os a lidar com essa crise. Agradeço ao Conselho Estadual de Cultura que tem sido um forte parceiro da Fundação nessas ações que estimulam alternativas para o segmento e também ao governador Reinaldo Azambuja e ao secretário de governo Eduardo Riedel que prontamente nos atenderam para a realização desses editais emergenciais”, conta Mara Caseiro, presidente da Fundação de Cultura de MS.
O edital foi elaborado considerando a pandemia mundial do coronavírus, que exige medidas de enfrentamento, como a suspensão temporária de eventos coletivos com aglomeração de pessoas. Em decorrência das medidas de contenção da propagação do vírus, os profissionais da cultura do Estado foram privados de executarem seus serviços artístico-culturais e por este motivo estão tendo dificuldades de manter suas necessidades básicas e de suas famílias.
O edital visa a premiação dos profissionais da cultura e as propostas deverão conter 1 (um) vídeo de 4 a 6 minutos contendo apresentação/exposição/oficina/exibição em meio digital, que serão exibidas via internet nas redes sociais da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) e do Estado de Mato Grosso do Sul.
Cada artista e/ou profissional selecionado receberá um prêmio de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais) bruto, a ser pago em 2 (duas) parcelas mensais e sucessivas no valor de R$ 900,00 (novecentos reais) bruto, se sua proposta de apresentação on-line for selecionada.
Nas propostas apresentadas por grupos de até 4 (quatro) integrantes, cada integrante receberá individualmente nas suas respectivas contas correntes a premiação de R$ 1.800,00 (um mil e oitocentos reais) bruto, parcelada em duas vezes. Grupos com mais de 4 (quatro) integrantes receberão o limite de R$ 7.200,00 (sete mil e duzentos reais) bruto de premiação, parcelados em duas vezes, rateados em partes iguais e depositados nas respectivas contas correntes de cada um dos integrantes do grupo.
As inscrições estarão abertas no período de 04 a 15 de junho de 2020, e só poderá ser realizada pelo endereço eletrônico https://forms.gle/fCSycegSZY6M6Vwv6.
Quaisquer esclarecimentos e informações complementares sobre este Edital poderão ser obtidos pelo e-mail ou celular, conforme a área/segmento:
- a) Artes Cênicas: (067) 99272-9770 – falar com Márcio Veiga (fcms_teatro@yahoo.com)
b) Música: (067) 99959-6056 – falar com Vítor Maia (fcmsmusica@gmail.com)
c) Artes Visuais: (067) 99912-2010 – falar com Cris Freire (gphc.fcms@gmail.com)
d) Audiovisual: (067) 99253-5955 – Lidiane Lima (audiovisual.fcms@gmail.com)
e) Artesanato: (67) 9983-0349 – falar com Rejane Benetti (artesanato.fcms@gmail.com)
f) Literatura: (067) 99688-1529 – falar com Melly Sena (literaturafcms@gmail.com)
g) Patrimônio Cultural: (067) 99177-1111 – falar com Caciano Lima (gphc.fcms@gmail.com)
h) Profissional da Área de Produção Cultural: (067) 99253-5955 – Lidiane Lima (audiovisual.fcms@gmail.com)
i) Pesquisa Cultural: (67) 99293-8844 – falar com Douglas Alves da Silva (dasilva.douglasalves@gmail.com)
j) Economia Criativa: (67) 9983-0349 – falar com Rejane Benetti (artesanato.fcms@gmail.com)
O edital completo pode ser acessado pelo Diário Oficial Eletrônico de MS nº 10.089 ou pelo link abaixo:
http://www.fundacaodecultura.ms.gov.br/
Fonte: Fundac
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COM CURTA-METRAGEM, SEMANA DE ARQUIVOS SERÁ PELA INTERNET
A magia das viagens no trem, as estações, o poder de construir histórias e memórias, a relação comercial e emocional dos passageiros, pessoas simples que tinham em cada vagão parte de suas vidas e a importância da linha férrea na construção de muitas cidades são detalhes do curta-metragem “Paralelas de aço” que terá destaque e será exibido durante a 4ª Semana Nacional de Arquivos, que começa no dia 8 de junho e segue até o dia 12, pela internet.
O tema do evento neste ano é o “Empoderando a sociedade do conhecimento” e o Arquivo Histórico de Campo Grande (Arca) participa da conferência online de abertura com o tema “Gestão de Arquivos no século XXI: acesso da sociedade ao conhecimento”, que será transmitida ao vivo pelas redes sociais da Sectur (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo).
Também haverá exposição online “Campo Grande e sua história – passado e presente”, com registros de uma cidade que deixou saudade e os seus desenvolvimentos.
A Semana Nacional de Arquivos é um evento nacional idealizado pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa Rui Barbosa, e ocorre para comemorar o Dia Internacional dos Arquivos, celebrado no dia 9 de junho.
A programação virtual é para evitar aglomerações e manter o isolamento social, algumas das formas mais efetivas de prevenção ao contágio da Covid-19.
Quem tiver interesse em acompanhar a programação, os trabalho serão apresentado nas redes sociais Sectur, como Instagram e Facebook disponível para acesso pelo link. Informações pelo telefone (67) 4042-1313.
Fonte: CG News
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Bruce Jay Friedman, roteirista de ‘Splash – uma sereia em minha vida’, morre aos 90 anos
Friedman escreveu romances inspirados na vida, cheios de comédia irônica e sutil. Foi roteirista de 'Rapaz solitário' e 'Antes só do que mal casado'. Bruce Jay Friedman, escritor, dramaturgo e autor, morreu aos 90 anos. Seu filho Kipp Friedman disse à Associated Press que o autor morreu na quarta-feira (3) em Nova York, nos Estados Unidos. Ele não revelou a causa da morte.
Friedman escreveu romances de comédia irônica e sutil como "Stern" e "About Harry Towns". Ficou conhecido por seus roteiros para "Splash – Uma sereia em minha vida", para o qual foi indicado ao Oscar em 1985, e "Louco de dar nó".
As histórias de angústia moderna de Bruce Jay Friedman atraíram fãs e críticos de peças, filmes e livros. Seus sucessos no palco incluíram "Scuba Duba" e "Steambath", enquanto os leitores de ficção gostaram de "Stern", uma infeliz transição de um judeu urbano para a vida suburbana; e “About Harry Towns”, as aventuras sexuais e de drogas de um roteirista que não é capaz de desfrutar de sua liberdade.
Autor de mais de uma dúzia de livros, Friedman era um enigmático favorito de Hollywood, fosse por seu trabalho em "Splash", pelo qual ele compartilhou uma indicação ao Oscar, ou como autor de uma tirinha sobre a despedida de solteiro que se tornou a comédia de Steve Martin "Rapaz solitário". Seus créditos de ator incluíam "Você recebeu e-mails", de Nora Ephron, e "Maridos e esposas", de Woody Allen".
Sua vida profissional foi refletida por uma vida social de primeira classe. Ele conversou com Philip Roth e William Styron, suportou as provocações bêbadas de Norman Mailer, almoçou com Mel Brooks e participou de uma festa de aniversário para Richard Pryor, ator de "Loucos de dar nó".
Entre seus amigos mais íntimos estavam dois dos autores mais populares das décadas de 1960 e 1970, Joseph Heller e Mario Puzo. Em suas memórias de 2011, “Lucky Bruce”, Friedman lembrou-se de Puzo discutindo um livro em que estava trabalhando e perguntando a Friedman o que ele achava do título.
"Francamente, isso não faz muito por mim", Friedman disse a ele, enquanto fumavam charutos no Beverly Hills Hotel. "Parece muito doméstico." Puzo discordou e o livro seria conhecido por milhões pelo título que ele preferia, "O Poderoso Chefão".
Friedman, descendente de imigrantes judeus, nasceu e cresceu na cidade de Nova York e estudou jornalismo na Universidade do Missouri. Ele adorava histórias de aventura quando criança e começou a pensar seriamente em escrever um romance na Força Aérea no início dos anos 50, quando um oficial comandante lhe deu cópias de “O apanhador no campo de centeio”, de JD Salinger, "Of time and river", de Thomas Wolfe, e "From Here to Eternity", de James Jones.
“Eu li os livros quase em um fim de semana e foi minha única epifania: um judeu pode ter uma epifania”, ele disse ao "The Believer" em 2008. “Eu pensei: 'Não seria maravilhoso tentar algo assim?'”
Ele estreou em 1962 com "Stern", que completou durante o trajeto entre o escritório de Manhattan, onde trabalhou como editor de revista, e sua casa em Long Island. O retrato de uma família problemática refletia o seu. Ele se casou com a modelo e professora de teatro Ginger Howard em 1954 e logo se arrependeu, apesar de não se divorciarem até 1978. (Ele se casou com Patricia O'Donohue cinco anos depois). Seus quatro filhos incluíram os escritores Josh Alan Friedman e Molly Friedman Stout, o cartunista Drew Friedman e Kipp Friedman, um fotógrafo.
A vida muitas vezes lhe proporcionava o melhor material. Em "Lucky Bruce", ele se lembrava de ter se atrevido a escrever um conto em duas horas e a ter um encontro durante sua lua de mel na Flórida com Howard, que um dia estava cochilando no quarto de hotel.
"Cansado, incapaz de dormir, iniciei uma conversa com uma jovem na piscina e a achei intrigante", escreveu ele. "Tanto é assim que eu me perguntei: 'E se eu cometi um erro e me casei com a pessoa errada?'"
A história foi chamada de "A Change of Plan", que se tornou a aclamada comédia de 1972 "Antes só do que mal casado", estrelada por Charles Grodin, dirigida por Elaine May e escrita por Neil Simon. (Um remake estrelado por Ben Stiller foi lançado em 2007).
Como tantos orientais e homens de letras, Friedman desconfiava de Hollywood, mas se entregou mesmo assim. No início dos anos 80, ele recebeu uma ligação de uma executiva da United Artists, Claire Townsend, que sugeriu uma comédia romântica centrada em um homem inspirado em "Rapaz Solitário" e uma sereia, que se tornou o hit em "Splash – uma sereia em minha vida".
O filme de 1984 foi uma recompensa mista para Friedman, que compartilhou uma indicação ao Oscar com outros três por melhor roteiro, mas cujo roteiro original foi substancialmente revisado.
“Eu senti que tinha sido barateado. Mas não havia como discutir com os resultados ”, ele escreveu mais tarde. "Ganhei algum dinheiro. As meninas continuavam me dizendo o quanto elas adoraram o filme".
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Bafta de TV anuncia indicados; cerimônia será ao vivo, sem público e com discursos gravados
Premiação sofrerá mudanças por causa da pandemia de coronavírus. Série 'Chernobyl' domina lista de indicações – 14 no total. 'The Crown' concorre em sete categorias. Cena da série 'Chernobyl', da HBO Divulgação A Academia Britânica de Artes de Cinema e Televisão (Bafta, na sigla em inglês) celebrará o melhor da transmissão televisiva no Reino Unido durante 2019 em um programa ao vivo no final de julho, mas sem estrelas e público no estúdio. "Chernobyl", dramatização da HBO aclamada pela crítica sobre os eventos que cercam o pior acidente nuclear do mundo, encabeça a lista de indicações anunciada nesta quinta-feira, com 14 no total. "Tivemos mais de 500 inscrições este ano… (então) foi realmente muito disputado", disse à Reuters TV o presidente da Bafta, Krishnendu Majumdar. A cerimônia ocorrerá em 31 de julho. Por causa da pandemia de coronavírus, os candidatos devem filmar seus discursos em vez de aparecer pessoalmente e não há planos para um grande público. No entanto, haverá uma transmissão ao vivo no programa da BBC, que o ator e cineasta Richard Ayoade apresentará. "Todos esses detalhes estão sendo elaborados, porque as regras de distanciamento social estão mudando. O que podemos dizer no momento é que haverá um programa em estúdio e estamos trabalhando nos participantes", disse Majumdar. Entre as indicações de "Chernobyl" estão ator principal para Jared Harris, ator coadjuvante para Stellan Skarsgard e minisséries. “The Crown”, sobre o reinado da rainha Elizabeth que teve a terceira temporada transmitida no ano passado, tem sete indicações. Confira lista completa de indicações ao Bafta de TV.
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