TVK Web Cultural

  • CULTURA
  • TURISMO
  • NEGÓCIOS
  • POLÍTICA
  • GALERIA
  • CONTATO

Banda Ira! fica à frente da tropa do rock brasileiro com primeiro álbum de músicas inéditas em 13 anos

sexta-feira, 05 junho 2020 por Administrador

Coesão do repertório e cumplicidade entre o vocalista Nasi e o guitarrista Edgard Scandurra valorizam o disco produzido por Apollo 9. Capa do álbum 'Ira', da banda Ira! Arte de Mayla Goerish e Guilherme Pacola Resenha de álbum Título: Ira Artista: Ira! Gravadora: Ditto Music Cotação: * * * * ♪ Lançado nesta sexta-feira, 5 de junho, Ira é o primeiro álbum de músicas inéditas da banda Ira! em 13 anos. É também o primeiro álbum que traz no título o nome do grupo formado em 1981 na cidade de São Paulo (SP), musa da seminal Pobre paulista (1983), música que plantou os alicerces da obra fincada pela banda, com evocações do universo mod, ao longo dos anos 1980, década em que o rock brasileiro saiu dos escombros e chegou ao topo das playlists. Mesmo que exclua do título o ponto de exclamação do nome da banda, o álbum Ira expõe impetuosidade que parecia já ter sumido da voz de Nasi e do toque da guitarra de Edgard Scandurra em discos anteriores do grupo. O último álbum, Invisível DJ (2007), se dissolveu em aura modernosa que contribuiu para que brigas entre integrantes (com desentendimentos que se estenderam para o empresário da banda, Airton Valadão, irmão de Nasi) provocassem o fim do Ira! ainda em 2007. Mas toda desavença também tem um fim. Com as pazes feitas entre todos os envolvidos, o consequente retorno da banda Ira! à cena – concretizado a partir de 2014 – parece ter reacendido a velha chama neste disco cuja capa expõe arte criada por Mayla Goerish e Guilherme Pacola. Edgard Scandurra e Nasi mostram cumplicidade nas gravações de rocks como 'O homem cordial morreu' e 'Respostas' Ana Karina Zaratin / Divulgação Arquitetado desde 2018 e produzido por Apollo 9, o álbum Ira recoloca o quarteto – atualmente formado pelos fundadores Nasi e Scandurra com o baterista Evaristo Pádua e o baixista Johnny Boy – em lugar de honra na galeria do rock nacional. O vigor do disco soa sem surpresa para quem ouviu os singles O amor também faz errar (power balada de Scandurra que figura entre as melhores músicas da história do Ira!), Mulheres à frente da tropa (música composta e cantada por Scandurra com tomada de posição feminista bem-vinda no exército ainda predominantemente masculino e não raro machista do rock) e Chuto pedras e assobio (balada-rock de Scandurra com Bárbara Eugenia, cantada por Nasi). Outras sete músicas compõem o inédito repertório autoral do álbum Ira, mantendo a coesão sem a reinvenção da roda, mas também sem mofo ou ranço nostálgico. “Faz parte de tudo / Faz parte do que é / Do jeito que somos / Das coisas como são”, resume Nasi ao dar voz à letra de Respostas, rock amplificado por solo de guitarra de Scandurra, parceiro de Silvia Tape na composição da música. Como ratificam faixas como Eu desconfio de mim (Edgard Scandurra), rock dedicado à memória do guitarrista britânico Andy Gill (1956 – 2020), o álbum Ira soa fiel à ideologia musical roqueira da banda. Talvez por isso até possa soar anacrônico em 2020 ao mesmo tempo em que se também se impõe relevante e coerente com a história do Ira! ao apresentar, por exemplo, balada resignada como Efeito dominó, envolvida em aura de folk-rock e cantada por Nasi com o reforço vocal, em francês, de Virginie Boutaud (vocalista da banda Metrô nos anos 1980, para quem não liga o nome à pessoa), parceira de Scandurra na criação da composição. Banda Ira! é atualmente um quarteto que, além de Nasi e Scandurra, inclui o baterista Evaristo Pádua e o baixista Johnny Boy Ana Karina Zaratin / Divulgação Um dos maiores destaques da parcela até então desconhecida do repertório do álbum Ira, Efeito dominó dura quase oito minutos – com direito à longa passagem instrumental na segunda metade da gravação – e faz parte de tudo o que sempre foi o Ira! desde 1981. Como não identificar o velho e bom Ira! na pegada de A torre (Edgard Scandurra) ou no endiabrado solo de guitarra feito por Scandurra no rock Você me toca, outra parceria do artista com a cantora e compositora Silvia Tape, com quem o guitarrista já fez projetos em duo. O repertório do álbum Ira é de alta qualidade. Mas talvez tivesse a força diluída no disco se Scandurra e Nasi não reeditassem a afinidade evidente nas dez faixas do álbum. Quando Nasi fala de “cumplicidade especial” ao cantar a balada A nossa amizade, parece que a letra da canção de Scandurra versa sobre a relação peculiar entre vocalista e guitarrista. “Sim, eu resolvi mudar / Aprendi a respirar / Olhar com outros olhos e reconsiderar / Que além de envelhecer difícil é aprender / Com o que já se viveu / E se eu me entrincheirar / Contra o opressor que seja ao seu lado / Lado a lado por favor”, pondera Nasi, aos 58 anos (a mesma idade do amigo e ex-rival Scandurra), ao dar voz ao rock O homem cordial morreu (Edgard Scandurra), outra excelente música de álbum revigorante que põe o Ira! à frente da desfalcada tropa do rock do Brasil.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Belo prepara nova live e comenta vida na quarentena: ‘Tô vivendo de pijama todo dia’

sexta-feira, 05 junho 2020 por Administrador

Ele diz que transmissões on-line devem continuar mesmo após fim da pandemia: 'Não é daqui a 3, 4 meses que vou botar um show de R$ 40, R$ 50, R$ 100 e o cara vai sair pagando'. Belo não era um artista muito engajado nas redes sociais. Mas mudou totalmente seu conceito após o sucesso das lives de quarentena. O cantor fez sua primeira live no dia 22 de abril e, hoje, o vídeo conta com mais de 8 milhões de visualizações. "Eu vi quanto que meu canal cresceu, vi quantos números eu atingi. Graças a Deus, a gente conseguiu ajudar muita gente, muitas famílias, a gente teve muita doação. E comercialmente também foi muito bom", afirma o cantor ao G1. Ele lançará quatro das canções apresentadas na live. O sucesso de Belo é um dos exemplos do bom desempenho das lives de pagode na quarentena. Saiba mais abaixo no podcast G1 Ouviu: Neste mês, o cantor se prepara para a segunda edição, programada para 20 de junho, no clima das festas de São João. A transmissão deve contar com um animado arraiá em família. "Vou seguir o isolamento, mas tenho um monte de gente aqui em casa", afirma Belo. Ele mora com a mulher, Gracyanne Barbosa, a mãe, a sogra, a cunhada, a neta e dois filhos. É com esse time também que o cantor se mantém em quarentena desde o dia 10 de março. Belo realizou seu último show um dia antes, em Belém, e seguiu direto para casa, de onde não saiu mais. "Não saio nem no portão de casa". "Tô vivendo de pijama todo dia. Ontem, ainda coloquei uma roupinha pra disfarçar. Até minha filha brincou: vai pra onde? Só passear na sala". Mesmo de pijama, Belo segue trabalhando e acaba de lançar a primeira parte do repertório do EP "Belo in Concert", projeto intimista com o qual rodou o Brasil em 2019. Ele canta mais seu lado B e interpreta canções de outros artistas. Belo apresenta live Reprodução/YouTube G1: Os lançamentos na quarentena estão sendo feitos com cautela. Enquanto alguns dizem 'que não é momento', outros dizem 'que essa é a hora de levar alegria para as pessoas'. O que te fez decidir pelo lançamento? Belo: A única forma de a gente levar nossa música para as pessoas é através das mídias digitais. Fiz meu último show no dia 9 de março. Estava lotado de show para fazer esse ano de 2020. Aí parou tudo. Nós somos a indústria que vai demorar mais pra voltar, não só por essa coisa da aglomeração, da saúde, que é mais importante. Mas a gente fala também do quesito economia. "Estamos passando por um momento extremamente delicado e não é daqui a 3, 4 meses que vou botar um show de R$ 40, R$ 50, R$ 100 e o cara vai sair pagando." Então a única forma de levarmos nossa música e dar continuidade ao nosso trabalho é usar as plataformas digitais. É a forma de você levar sua arte, de poder ajudar as pessoas e também poder movimentar o mercado de trabalho. Quando você fala de artista, você não fala só de Belo. Tenho lá na minha equipe mais 28 pessoas, que são mais 28 famílias e que o pessoal precisa trabalhar. G1: Alguns artistas já deixaram de pagar funcionários e temem a quebra… como está esse momento pra você? Está preparado financeiramente para esta crise? Belo: Eu tenho uma empresa, e a gente continua dando uma ajuda de custo esses três meses que estamos parados. Continuamos dando respaldo, dando uma estrutura. Lógico que não é o que o cara ganhava por mês. A gente fazia de 10 a 15 shows por mês, então não é e isso que o cara ganhava. Cada músico tem sua família e nós temos responsabilidade, sim, com essas pessoas. "E tenho uma esposa que trabalha muito, que me ajuda muito também na renda familiar. Aqui em casa tenho minha mãe, minha sogra, tenho cunhada, neta, filhos… e já estou em casa há mais de 70 dias sem poder trabalhar." Então a live conseguiu ajudar bastante as pessoas com arrecadação de doação, de alimentos, levar para os menos favorecidos, mas também comercialmente funciona de uma forma pra gente, porque nós temos também patrocinadores. É uma forma de você levar entretenimento para as pessoas e de receber por isso, que é seu trabalho. Nada mais justo. G1: O pagode tem sido uma surpresa nas lives, contando com grande audiência. Por que você acha que o pagode está se destacando tanto, quase empatando com o sertanejo e à frente de funk, pop, bem diferente dos resultados do streaming? Belo: Se você der uma analisada pra falar das lives do pagode, você vai falar de Raça Negra, que existe uma história espetacular, você vai falar do Péricles, que tem uma história dentro do Exaltasamba espetacular, você vai falar do Belo, que tem uma história do Soweto até os dias de hoje, vai falar de Sorriso Maroto… está falando de todos os artistas que têm uma história muito grande, de 20 anos. Então, a história está prevalecendo muito nesse momento, porque aquele cara que de repente nem iria no meu show, não quer ficar no meio da galera, que é um cara mais contido, tem sua família, é pai, tem até neta, ele quer mais descansar. Então ele consegue pegar ali seu tablet, seu aparelho de televisão e 'vou ver a live do Belo'. Acho que por isso as lives do pagode, do samba, têm dado tão certo. A audiência está dobrando, a gente está conseguindo de uma forma até equiparar com o sertanejo. Isso é muito bom, não é só para o movimento do pagode. É para o movimento inteiro da música. Porque é uma forma de levar alegria, romantismo, levar amor ao coração das pessoas através de música. A pandemia, com certeza, vai vir uma vacina, e vai acabar. Mas acho que a live continua. É muito mais fácil o cara chamar a esposa, o primo, e ficar curtindo duas horas de show ali dentro da casa dele. Às vezes não precisa nem se preocupar em colocar uma roupa legal, sair pra rua. É uma forma também de entretenimento. G1: Então a live é uma coisa que vocês planejam manter na agenda mesmo quando a vida voltar ao normal? Belo: Sim. Eu acho que tem que ser. Eu não era um cara tão engajado nessa coisa do digital. Aí depois dessa live que eu fiz, eu vi quanto que meu canal cresceu, quantos números eu atingi, meu pós foi muito importante, foi maravilhoso. Conseguimos ajudar muita gente, muitas famílias, a gente teve muita doação. E comercialmente também foi muito bom. Eu vou continuar. E eu tenho certeza que muitos artistas, amigos que tenho falado, vão continuar. Belo no projeto In Concert Divulgação G1: Tem acompanhado as lives de outros artistas? O que mais te chamou a atenção e o que pega de ideia pra você? Belo: Sim, vejo de todos os segmentos. Tenho visto bastante coisa. Tô vendo o entretenimento que está virando agora. Hoje você tem um canal, o seu veículo de comunicação com seu público. Tem artista até que não estava muito bem, não estava fazendo muito show e com as lives deu um salto muito grande, está lá na frente. Quando voltar após a coisa da pandemia, o cara vai conseguir fazer muito mais shows, conseguir voltar para o mercado, trabalhar. G1: Como está sendo seu período de isolamento, aliás? Você comentou que tem um monte de gente que mora com você, não está tão isolado assim… Belo: Eu sempre fui um cara muito caseiro, sempre gostei de estar em casa. Eu saia dos meus shows e vinha pra minha casa e fico em casa até o dia de ir trabalhar. Tenho uma academia dentro da minha casa, então faço minhas aulas aqui. Faço aulas de música, de piano, de inglês, espanhol, tudo online. Gosto de curtir aqui, então minha rotina não mudo muito. Mudou porque a gente acorda e não sabe que dia é hoje. Tenho trocado o dia pela noite também. A Gracy continua fazendo as aulas dela o dia inteiro, porque ela faz ioga, pole dance, academia… e a gente vai vivendo dessa forma que tem que ser. A gente precisa desse isolamento social, precisa respeitar as normas. Estou desde o dia 10 de março dentro de casa. G1: Não sai pra nada? Belo: Não saí nem no portão de casa. Meu filho mora comigo, então qualquer coisa que tem pra receber, fazer compra no mercado, e tudo mais, ele vai. Tô vivendo de pijama todo dia. Ontem ainda coloquei uma roupinha pra disfarçar. Botei uma calça, uma camiseta e um tênis. Até minha filha brincou: vai pra onde? Só passear na sala. G1: Este mês, você vai fazer um arraiá dentro de casa. Como vai ser isso? Vai seguir as regras do distanciamento? Belo: Vou seguir o isolamento, mas tenho um monte de gente aqui em casa. Tenho mais de dez pessoas em casa. Então esse arraiá vai ser maravilhoso. Vou tentar trazer pelo menos a metade da minha banda. E vão todos fazer o teste [de Covid-19] antes, tudo como foi feito da última vez. Mas vou fazer um arraiá como ele é, típico, com certeza vestido de caipira. A gente quer entrar dentro das casas das pessoas e levar um pouco de alegria, de consolo, mesmo que a pessoa esteja vivendo esse momento ruim, de pandemia. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Estúdios da Abbey Road reabrem após pausa por pandemia de coronavírus

sexta-feira, 05 junho 2020 por Administrador

Espaço recebeu sessão da cantora de jazz norte-americana Melody Gardot — mantendo o distanciamento social. 'Parece que estamos tocando a história', diz artista. Integrante da Orquestra Filarmômica Real entra nos estúdios reabertos de Abbey Road REUTERS/Hannah McKay Mundialmente famosos, os estúdios da Abbey Road de Londres, que fecharam as portas pela primeira vez em sua história de 90 anos durante o isolamento do coronavírus, reabriram nesta quinta-feira (4). Celebradas por gravar nomes como Edward Elgar, os Beatles e Lady Gaga, as mesas de mixagem dos estúdios foram ligadas para uma sessão da aclamada cantora de jazz norte-americana Melody Gardot — mantendo o distanciamento social. "Não paramos nem por uma Guerra Mundial, então parece um momento verdadeiro para voltar", disse Isabel Garvey, gerente-diretora dos Estúdios Abbey Road, à Reuters. A indústria musical foi uma das mais afetadas pelo isolamento do coronavírus, adotado no Reino Unido no dia 23 de março. Muitos de seus trabalhadores foram privados de programas de apoio estatal durante a paralisação por causa da natureza irregular da atividade musical. Garvey disse que cerca de metade da equipe de Abbey Road não foi capaz de trabalhar fora do edifício durante o isolamento. "Acho que a música segurou as pessoas nas 10, 11 últimas semanas de isolamento", disse ela. "Por isso, ver os artistas de volta gravando, fazendo música novamente, possivelmente até se identificando com a experiência que tiveram, é uma sensação muito boa. Precisamos disso como humanos, acho." A sessão de gravação de Gardot ofereceu um possível vislumbre do futuro da produção musical em um mundo pós-Covid. A jazzista participou remotamente de Paris, e seu produtor, Larry Klein, de Los Angeles. Ambos apareceram em telões enquanto a Orquestra Filarmônica Real se reunia em Abbey Road pela primeira vez desde o isolamento. "Estamos usando o melhor da tecnologia e dos músicos no local para fazer a coisa toda funcionar", explicou Garvey. Gardot disse ser uma honra se tornar a primeira artista a gravar em Abbey Road desde sua reabertura. "Parece que estamos tocando a história", disse. Inaugurados por Elgar em 1931, os estúdios têm uma lista robusta de agendamentos, mas as medidas de distanciamento social implicam em certas limitações –particularmente para grandes orquestras presentes com frequência para a gravação de trilhas sonoras de filmes importantes.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ é relançado nos Estados Unidos e livros esgotam em um dia

sexta-feira, 05 junho 2020 por Administrador

Clássico de Machado de Assis teve todos as cópias vendidos na Amazon e na tradicional livraria Barnes and Noble. 'Memórias Póstumas de Brás Cubas' é relançado nos Estados Unidos Divulgação/Penguin "Memórias Póstumas de Brás Cubas", uma das obras-primas de Machado de Assis, teve sua nova tradução para o inglês esgotada em um dia nos Estados Unidos em duas das maiores cadeias de livros no país: a Amazon e a livraria Barnes and Noble. O clássico romance do autor brasileiro foi relançado pelo selo Penguin Classics na terça-feira (2). A versão física do livro segue esgotada nas duas redes até esta sexta (5), mas está disponível em livrarias menores e independentes, segundo a tradutora Flora Thomson-DeVeaux, responsável pelo lançamento. A nova tradução foi recebida com elogios pela crítica norte-americana. A revista "New Yorker" classificou a obra de Machado como "uma das mais espirituosas, divertidas e, portanto, mais vivas e sem idade de todos os tempos", em crítica publicada na terça. Nos últimos anos, campanhas que se destacaram na internet resgataram a origem negra de Machado de Assis Reprodução/ TV Globo O livro, que narra os amores e fracassos do protagonista, se tornou o mais vendido entre os autores latino-americanos e caribenhos na Amazon, desbancando Gabriel García Márquez e seu clássico "Cem anos de solidão". O livro, que traz discussões raciais e sociais, é relançado no país em um momento de protestos antirrascistas efervescentes desde o final de maio, após a morte de George Floyd por um policial branco. Os cinco livros mais vendidos na Amazon e na Barnes and Noble falam sobre raça. Na lista do jornal "New York Times", três dos cinco mais vendidos de não-ficção têm temáticas de raça também.

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Lady Gaga cede conta no Instagram para organizações pela comunidade negra: ‘Para ampliar suas vozes’

sexta-feira, 05 junho 2020 por Administrador

Cantora ainda se comprometeu a, posteriormente, seguir com publicações regulares sobre os grupos em suas redes sociais. Selena Gomez informou que também abrirá conta para líderes influentes. Lady Gaga, indicada a melhor atriz por 'Nasce uma Estrela', no tapete vermelho do Oscar 2019 Mario Anzuoni/Reuters Lady Gaga cedeu, a partir desta sexta-feira (5), sua conta no Instagram para organizações pela comunidade negra para as quais fez doações recentes durante as campanhas e protestos gerados após a morte do ex-segurança George Floyd. "A partir de amanhã, entregarei minha conta do Instagram a cada uma das organizações para as quais fiz doações recentemente, em um esforço para ampliar suas importantes vozes", escreveu Gaga em seu Instagram. A cantora não informou por quanto tempo vai emprestar sua conta em prol do movimento Black Lives Matter, mas se comprometeu a dar continuidade ao projeto posteriormente, fazendo publicações frequentes sobre os grupos. "E depois, eu me comprometo a, regularmente, perpetuamente, postar conteúdos em todas as minhas plataformas de mídia social, e dessa forma erguer as vozes dos inúmeros membros e grupos inspiradores da comunidade negra". Initial plugin text Selena Gomez repetirá a ação de Gaga e também vai abrir sua rede sociais para o movimento Black Lives Matters. "Depois de pensar na melhor maneira de usar minhas mídias sociais, decidi que todos nós precisamos ouvir mais das vozes negras. Nos próximos dias, estarei destacando líderes influentes e darei a eles a chance de assumir meu Instagram para que eles possam falar diretamente com todos nós. Todos temos a obrigação de fazer melhor e podemos começar ouvindo com o coração e a mente abertos", escreveu a cantora em sua rede social. ⠀ Initial plugin text A morte do ex-segurança George Floyd, que teve o pescoço prensado pelo joelho de um policial branco, gerou uma onda de protestos contra o racismo no país, que entrou nesta quinta-feira (4) em seu 10º dia. O movimento se espalhou para outros lugares do mundo, com o apoio de várias vozes do entretenimento. Leia também: Djamila Ribeiro vai falar sobre questões raciais por um mês no perfil de Paulo Gustavo no Instagram Veja imagens dos nove dias de protestos nos EUA por causa da morte de George Floyd

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Atriz e diretora Maria Alice Vergueiro morre em SP aos 85 anos

quinta-feira, 04 junho 2020 por Administrador

Ela estava internada com quadro grave de pneumonia no Hospital das Clínicas e faleceu na manhã desta quarta-feira (3). Morre a atriz e diretora de teatro Maria Alice Vergueiro aos 85 anos A atriz e diretora de teatro Maria Alice Vergueiro, de 85 anos, morreu em São Paulo na manhã desta quarta-feira (3). A informação foi confirmada ao G1 por amigos da família da artista. Ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UT) do Hospital das Clínicas com quadro de grave de pneumonia. Maria Alice Vergueiro é uma das damas do teatro brasileiro, com mais de 50 anos de carreira, tendo passado por grandes grupos teatrais de São Paulo. Dentre eles, o Teatro de Arena, Teatro Oficina e o Teatro do Ornitorrinco. Maria Alice Vergueiro: famosos lamentam morte da atriz Perfil: Conhecida por 'Tapa na pantera', Maria Alice Vergueiro teve carreira importante no teatro A atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, de 85 anos. Acervo Pessoal Como atriz, fez parte do elenco de grandes montagens teatrais brasileiras, como "O Rei da Vela" (1967), "Galileu Galilei" (1975) e "A Ópera do Malandro" (1978). Na tv ela fez a novela "Sassaricando", de 1987, na TV Globo. A versatilidade levou a atriz protagonizar um curta metragem de ficção dirigido por Esmir Filho, Mariana Bastos e Rafael Gomes, chamado Tapa na Pantera, que se tornou um dos primeiros virais da internet brasileira, em 2006. Tapa na Pantera foi apresentado no 14° Festival de Gramado, na categoria independente, e mostra com muito humor a relação de uma mulher sexagenária com o uso da maconha. O corpo de Maria Alice Vergueiro deve ser cremado nesta quinta-feira (4) em cerimônia reservada à família no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. A atriz e diretora Maria Alice Vergueiro em cena do filme "Tapa na Pantera", de 2006. Reprodução/Youtube

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Modelo Raielli Leon acusa Livinho de racismo em gravação de clipe

quinta-feira, 04 junho 2020 por Administrador

Nas redes sociais, ela relembrou atitudes do cantor durante filmagem em 2017, após Livinho fazer postagem em campanha contra o racismo. Cantor disse ter pedido desculpas. Modelo Raielli Leon acusa Livinho de racismo durante gravação de clipe Reprodução/Instagram A modelo e dançarina Raielli Leon acusou Livinho de racismo, durante a gravação de um clipe, em 2017. A acusação foi feita nesta terça-feira (2), após Livinho fazer um post relacionado à campanha Black Lives Matter (vidas negras importam). Segundo Raay, como Raielli é conhecida, Livinho teve atitudes racistas contra ela durante a gravação de um videoclipe em 2017. O cantor disse já ter pedido desculpas (veja no fim do texto). Em uma série de vídeos no Instagram, Raielli Leon deu detalhes sobre o ocorrido: "Quando fomos gravar a última cena, ele, não sei o que passou na cabeça dele, ele começou a fazer umas dancinhas idiotas, obscenas, pegando no saco, imitando Michael Jackson, como se estivesse sarrando, e eu já fiquei incomodada ali naquele momento, porque foi uma pessoa que nem falou comigo e me olhou torto o clipe inteiro." Entenda os protestos nos EUA após morte de George Floyd Modelo Raielli Leon acusa Livinho de racismo durante gravação de clipe "Pra confirmar meu incômodo, ele tirou o celular do bolso dele, colocou no meu cabelo e puxou. A hora que ele tirou o celular, ele falou: 'você roubou meu celular, cabelo'. Nesse mesmo momento, todo mundo que estava por perto, riu. (…) Ele repetiu a brincadeira por mais duas vezes." A modelo conta que pediu para que o cantor parasse e afirmou que ninguém da equipe a defendeu. Em outro momento, Ray contou que, o cantor se preparava para pular na piscina, quando a questionou: "Vamos pular na piscina, você não quer ver se molha?". Ela conta que Livinho ainda tentou puxá-la pra pular na piscina e reforçou que não deu liberdade para que o cantor agisse daquela forma com ela. "Pra mim, não é brincadeira". Raielli, que se emocionou durante o relato, conta que chorou bastante na ocasião e que esperava um pedido de desculpas do cantor. Raielli Leon acusa Livinho de racismo durante gravação de clipe e fala sobre processo "Eu só esperava que ele se desculpasse, nem que fosse por telefone e a vida ia seguir normal. Sabe o que ele fez? Me xingou de todos os nomes possíveis, falou que ia acabar com a minha carreira, que eu deveria ter medo do que eu estava falando e com quem eu estava brincando. Fiquei mal, desesperada." Além da série de vídeos no Stories, a modelo também fez um post fixo na rede social dizendo que teve diversos problemas após o incidente. "Já passei fui cortada de clipe, ameaçada, barrada na balada, fui cancelada nas presenças vip (que é trabalho) já fui me xingaram muito nas redes sociais, já deixei de gravar clipe com artistas que eu sou fã, já foram em outra produtora me prejudicar durante um clipe que eu estava gravando, já atrasaram meu processo, já me seguiram com a intenção de me intimidar na balada e muitas outras coisas vêm ocorrendo desde esse dia", relatou a modelo. Raay ainda afirmou que entrou com processo contra o cantor. "Tentaram f**** com meu processo. A advogada perdeu todas as minhas provas", conta. Ela ainda afirmou que, após o desabafo nas redes sociais, começou a receber mensagens de pedidos de desculpas e questionamentos sobre o que poderia ser feito para resolver o incidente. "Nós podemos resolver isso na justiça, podemos resolver da melhor forma." Livinho pediu desculpas Após o desabafo de Raielli, Livinho foi às redes sociais e publicou um vídeo, onde ele diz que pediu desculpas para a modelo após o incidente e a questiona: "Por que a mina não tá levando a bandeira do movimento dela e ela tá está jogando uma situação que já foi resolvida?". "Só me responde isso. Não vou tirar meu bagulho aqui, porque eu sou contra o racismo, contra o preconceito, tanto que já sofri e sofro." Livinho não deixou o vídeo salvo na plataforma. Em nota, a assessoria do cantor reforçou que ele pediu desculpas à modelo na ocasião e novamente nesta terça. Leia a íntegra abaixo: "Vimos por meio deste tornar público o pedido de desculpas do cantor Livinho à modelo Raielli Leon pelo ocorrido em 2017, quando a mesma participou de um clipe com o artista e se sentiu ofendida com algumas brincadeiras. Ressaltamos que o artista se desculpou na ocasião, e voltou a se desculpar através de mensagens em seu Instagram na noite de ontem (2), quando ela expos o caso. Além disso, lembramos que Livinho representa o Funk, que faz parte do movimento negro do Brasil e luta junto contra o racismo. Agradecemos o espaço cedido para esclarecimentos e informamos que esse assunto não será mais explorado pelo artista e sua equipe." Initial plugin text Initial plugin text

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Djamila Ribeiro vai falar sobre questões raciais por um mês no perfil de Paulo Gustavo no Instagram

quinta-feira, 04 junho 2020 por Administrador

Humorista diz que cedeu seu perfil totalmente à escritora e ativista para conhecer e entender o racismo junto com seus mais de 13 milhões de seguidores. Djamila Ribeiro durante sua mesa na Flip 2018 Walter Craveiro/Divulgação A escritora e ativista Djamila Ribeiro vai postar durante um mês sobre questões raciais no perfil do Instagram do humorista Paulo Gustavo. Ele fez o anúncio nesta quarta-feira (3), e explicou que vai ceder totalmente sua conta a ela para "visibilizar as vozes que sempre falaram, mas não foram ouvidas". Paulo Gustavo tem mais de 13 milhões de seguidores na rede. Djamila Ribeiro é mestre em filosofia política e uma referência nos movimentos negro e feminista no Brasil e no mundo. Leia mais: Flip: Djamila Ribeiro defende feminismo negro em mesa sobre feminicídio e lembra Marielle Franco: 'racismo institucional' Initial plugin text Leia abaixo a mensagem publicada nesta terça no perfil de Paulo Gustavo no Instagram: "Gente, diante dessa realidade tão brutal, no mês de junho, meu instagram será totalmente dedicado a abordar as questão raciais no Brasil! Portanto, resolvi ceder minha conta do instagram a escritora e ativista Djamila Ribeiro, que vai trazer conteúdos muito importantes pra todos nós! Me sinto na obrigação de ajudar e o meu melhor posicionamento será de escutar e aprender! Vamos visibilizar as vozes que sempre falaram, mas não foram ouvidas! Vamos aprender juntos? Essa é uma luta de todas e todos! Conhecer e entender o racismo no país é nossa responsabilidade política! Ja li livros e artigos dela e acho ela uma gênia! Estarei acompanhando essas aulas e voltamos a nos encontrar em julho! Obrigado Rainha Djamila, por topar entrar na minha conta e trazer histórias e conhecimentos que vão tocar e transformar milhares de pessoas." Djamila Ribeiro e a condição das mulheres e negras no Brasil

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Festival de Cannes anuncia seleção oficial com filme brasileiro sobre racismo

quinta-feira, 04 junho 2020 por Administrador

'Casa de antiguidades' é estrelado por Antonio Pitanga e conta a história de um operário negro do interior do Brasil. Longas de Wes Anderson e de Steve Mcqueen estão entre os 56 selecionados do evento, que não terá edição presencial neste ano. Antônio Pitanga em cena de 'Casa de Antiguidades' Divulgação O Festival de Cannes divulgou, nesta quarta-feira (3), os 56 filmes que compõem sua seleção oficial, selo de qualidade do qual poderão se beneficiar enquanto o evento, que aconteceria em maio, foi cancelado devido à pandemia de coronavírus. Entre os selecionados, está o brasileiro "Casa de antiguidades", do diretor João Paulo Miranda. Protagonizado por Antonio Pitanga, o filme conta a história de um operário negro do interior do Brasil. Também compõem a lista o aguardado "The French Dispatch", do americano Wes Anderson; "Eté 85", do francês François Ozon; e dois filmes do diretor britânico Steve McQueen, vencedor do Oscar por "12 anos de escravidão" em 2014. Festivais on-line podem amenizar os prejuízos do cinema de arte? "Esta seleção mostra que o cinema ainda está vivo, também esteve durante o confinamento", declarou o diretor-geral do festival, Thierry Frémaux, durante o anúncio da seleção ao lado do presidente do Festival, Pierre Lescure. Inicialmente programado para maio e adiado para junho e julho por causa da pandemia de coronavírus, o Festival Internacional de Cinema de Cannes descartou qualquer possibilidade de realizar a 73ª edição em sua "forma física". "Os cineastas não baixaram os braços, pois nos enviaram 2.067 filmes, o que é um recorde. Com eles trabalhando, o mínimo que poderíamos fazer era receber esses trabalhos, ver os filmes", disse Frémaux. "Tivemos que encontrar outras formas. Nunca foi uma questão para nós dizer 'adeus a todos, até o próximo ano'". Dentre os filmes selecionados, há também longas da cineasta japonesa Naomi Kawase, da francesa Maïwenn e do dinamarquês Thomas Vinterberg. Veja, abaixo, a seleção de Cannes 2020: "The French Dispatch", de Wes Anderson "Été 85", de François Ozon "Asa Ga Kuru", de Naomi Kawase "Lovers Rock", de Steve McQueen "Mangrove", de Steve McQueen "Druk", de Thomas Vinterberg "DNA”, de Maïwenn "Last Words", de Jonathan Nossiter "Heaven: To the Land of Happiness", de Im Sang-soo "El Olvido Que Seremos", de Fernando Trueba "Peninsula", de Sang-ho Yeon "In the Dusk", de Sharunas Bartas "Des Hommes", de Lucas Belvaux "The Real Thing", de Kôji Fukada "Passion Simple", de Danielle Arbid "A Good Man", de Marie-Castille Mention-Schaar "The Things We Say, The Things We Do", de Emmanuel Mouret "Souad", de Ayten Amin "Limbo", de Ben Sharrock "Rouge", de Farid Bentoumi "Falling”, de Viggo Mortensen "Sweat", de Magnus von Horn "Teddy", de Ludovic e Zoran Boukherma "February", de Kamen Kalev "Ammonite", de Francis Lee "Nadia, Butterfly", de Pascal Plante "Broken Keys", de Jimmy Keyrouz "The Truffle Hunters", de Gregory Kershaw e Michael Dweck "John and the Hole", de Pascual Sisto "Here We Are”, de Nir Bergman "Un Médecin De Nuit", de Elie Wajeman "Enfant Terrible", de Oskar Roehler "Pleasure", de Ninja Thyberg "Slalom", de Charlène Favier "Casa de antiguidades", de João Paulo Miranda "Ibrahim", de Samuel Guesmi "Gagarine", de Fanny Liatard e Jérémy Trouilh "16 Printemps", de Suzanne Lindon "Vaurien", de Peter Dourountzis "Garçon Chiffon", de Nicolas Maury "Si Le Vent Tombe", de Nora Martirosyan "En route pour le milliard", de Dieudo Hamadi “9 Days at Raqqa", de Xavier de Lauzanne “Antoinette in the Cévènnes", de Caroline Vignal "Les Deux Alfred", de Bruno Podalydès "Un Triomphe", de Emmanuel Courcol “Les Discours", de Laurent Tirard "L'Origine du Monde", de Laurent Lafitte "Septet: The Story of Hong Kong", de Ann Hui, Johnnie To, Tsui Hark, Sammo Hung, Yuen Woo-Ping e Patrick Tam "Beginning", de Déa Kulumbegashvili "Striding Into the Wind", de Wei Shujun "The Death of Cinema and My Father Too", de Dani Rosenberg "Aya To Majo", de Goro Miyazaki "Flee", de Jonas Poher Rasmussen "Josep", de Aurel "Soul", de Pete Docter

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments

Mary Pat Gleason, atriz de ‘A nova Cinderela’ e ‘Mom’, morre aos 70 anos

quinta-feira, 04 junho 2020 por Administrador

Americana, com longa carreira de papéis secundários no cinema e na TV, morreu de câncer nesta terça-feira (2). Mary Pat Gleason em cena de 'How to get away with murder' Divulgação A atriz Mary Pat Gleason, que trabalhou no filme "A nova Cinderela" (2004) e na série "Mom", morreu de câncer aos 70 anos nesta terça-feira (2). A notícia foi confirmada por seu agente à revista "Variety" nesta quarta-feira (3). A americana ficou conhecida por uma longa carreira de papéis secundários no cinema e na televisão. Seu primeiro personagem pertenceu à novela "Texas", em 1982. Na TV, trabalhou ainda em séries como "Blossom", "Friends", "Desperate housewives", "How to get away with murder" e "Mom". Já no cinema, além do filme estrelado por Hilary Duff, esteve também no drama "As bruxas de Salém" (1996) e na comédia romântica "O amor custa caro" (2003).

Leia Mais
  • Publicado em Cultura
No Comments
  • 298
  • 299
  • 300
  • 301
  • 302
  • 303
  • 304

Destaques

  • Câmara de Campo Grande aprova projetos sobre cultura, meio ambiente e inclusão de estudantes com TEA

    Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de ma...
  • Semana Nacional de Museus 2025: Programação especial em Campo Grande homenageia Lídia Baís

    A 23ª Semana Nacional de Museus acontece entre ...
  • Porto Geral de Corumbá recebe Festival América do Sul 2025 com atrações nacionais e celebração da cultura regional

    Entre os dias 15 e 18 de maio, o histórico Port...
  • Campão Cultural 2024 traz programação intensa e gratuita até 6 de abril

    O Campão Cultural está de volta, levando uma pr...
  • Casa de Cultura de Campo Grande oferece cursos gratuitos em música e dança

    A Casa de Cultura de Campo Grande está com insc...
TOPO