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Banda Black Pantera lança música em protesto contra o assassinato de George Floyd

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Em ascensão no universo do rock pesado, o trio mineiro prepara o terceiro álbum de estúdio em regime de isolamento social. ♪ Enquanto prepara o terceiro álbum de estúdio, em regime de isolamento social, a banda mineira de rock pesado Black Pantera lança música feita em caráter emergencial, I can't breathe, composta em inglês, idioma atípico no repertório da banda. Apresentada por ora somente em clipe filmado sob direção de Leonardo Ramalho e posto em rotação no canal oficial da banda no YouTube, mas já prevista para ser editada em breve em single a ser editado pela gravadora Deck, a música I can't breathe se junta aos protestos mundiais contra o assassinato do negro norte-americano George Floyd (1974 – 2020) por Derek Chauvin, policial branco dos Estados Unidos, em 25 de maio. A ideia de fazer a música surgiu da indignação do baixista Chaene da Gama ao assistir na quarta-feira, 27 de maio, ao vídeo em que Floyd é asfixiado pelo policial. Impactado pelas imagens revoltantes, o músico e compositor escreveu a letra da música com versos de protesto. Dois dias depois, na sexta-feira, 29 de maio, Chaene se reuniu com os dois companheiros de banda, Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Augusto (bateria), para gravar a composição, arranjada e assinada conjuntamente pelo trio. A gravação de I can't breathe foi produzida por Ricardo Barbosa com mix de punk, hardcore, thrash e groove metal. O protesto de I can't breathe está em sintonia com a ideologia social desse trio formado em Uberaba (MG) em 2014 com nome inspirado no partido revolucionário Panteras Negras, criado em 1966 nos Estados Unidos para lutar (inclusive com armas) contra toda forma de opressão do povo negro. Em cena há seis anos e em ascensão na cena metaleira, tendo sido contratado pela gravadora Deck em 2019, o trio Black Pantera já questionou o fim da Abolição da escravatura nos versos de Escravos, música do primeiro álbum da banda, Project Black Pantera (2015), cujo repertório foi majoritariamente composto em português, ao contrário do que sugere o título do disco. “Sabemos da importância de dar voz àqueles que não conseguem ser ouvidos, além de cantar — mesmo que de modo mais duro — sobre igualdade, respeito e união e contra qualquer preconceito, principalmente o racial”, ressalta o baixista Chaene da Gama, a respeito do protesto feito na música I can't breathe contra o intolerável assassinato de George Floyd.

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Kehlani lança álbum com hip hop falando de sexo, horóscopo e vida adulta: ‘Hoje me entendo melhor’

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Cantora fala ao G1 sobre disco recém-lançado, 'It Was Good Until It Wasn't'. 'Ser mãe me deixou bem mais paciente, me entendo melhor para transformar o que eu penso em música', diz ela. Kehlani ainda tenta se firmar no primeiro time da música pop, depois de um álbum elogiado pela imprensa americana ("SweetSexySavage", de 2017) e uma participação em reality show ("American's Got Talent", de 2011). No mês passado, a cantora californiana de 25 anos lançou "It Was Good Until It Wasn't", segundo disco dela, em busca dessa afirmação. "Fazer esse álbum me ajudou a tirar muita coisa que estava no meu coração, me ajudou a lidar com os meus sentimentos, com a minha vida. Eu fui gravando e percebendo que estou mais crescida, mais adulta", explica Kehlani ao G1. Capa do álbum 'It Was Good Until It Wasn't' Divulgação/Warner Uma novidade da vida pessoal que afetou a carreira foi o nascimento da primeira filha, Adeya, em 2019. "Ser mãe me deixou bem mais paciente e essa paciência também afetou o meu processo de criar música", conta Kehlani. "Eu agora consigo entender melhor as outras pessoas. Hoje também me entendo melhor para transformar o que eu penso em música." O segundo álbum de Kehlani também rendeu clipes, gravados na casa dela durante a quarentena por causa da pandemia da Covid-19. "Foi bem difícil de fazer. Eu tive que aprender como fazer direito um monte de coisas que eu nunca tinha feito. Eu nunca tinha dirigido, gravado eu mesma. Tudo é uma novidade", conta ela. Som bem pop, letras nem tanto O que não muda na carreira de Kehlani é o som bem comercial, colado no R&B (o rhythm e blues americano) e no hip hop. Mas a sonoridade contrasta com as letras, menos melosas e óbvias do que as que geralmente dominam as paradas. O novo álbum tem música sobre relacionamentos abertos, "Open (Passionate)", e várias cantando sobre o sexo de modo bem descritivo e direto. Há também uma letra para aqueles que, como ela, curtem ler o horóscopo todos os dias. "Water" tem versos sobre uma canceriana tímida, que é "pura água" no mapa astral. "Adoro ler sobre os signos, sempre levo em conta quando conheço alguém", diz Kehlani.

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Carros de mensagens dos anos 90 voltam às ruas, em embalo nostálgico da quarentena

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Profissionais do ramo falam em crescimento de até 60% na procura pelo serviço durante o isolamento. Perfil do público mudou, e algumas empresas aumentaram preço. Carro de mensagem que faz homenagens no Rio de Janeiro Divulgação “Atenção! Compareça ao carro de som para receber sua mensagem”. A frase saída diretamente dos anos 1990 é capaz de dar calafrios – de emoção ou de vergonha. Mas é melhor ir se reacostumando. Com abraços suspensos pela pandemia do coronavírus e no embalo nostálgico da quarentena, as homenagens chamativas em carros de mensagens estão de volta. “Houve um aumento absurdo na procura, cerca de 60%. Acho que só não aumentou mais por causa da crise financeira”, diz Alba Castilho, dona da empresa Alba & Cia, que faz esse serviço no Rio. Com medo de contaminação, algumas pessoas nem vão até o portão para ouvir a mensagem, conta ela. “Antes, só acontecia isso quando era caso de casal brigado, mensagem de reconciliação.” Regina Apolinario, dona da empresa Loucura de Amor, de São Paulo, viu um aumento de cerca de 50% no volume de trabalho. E diz que esse tipo de mensagem – com pedidos de desculpas – ainda é um dos carros-chefes do serviço, assim como as homenagens de aniversário. Elitizou Profissionais do ramo também repararam numa mudança de perfil do público. “Chegou a outras áreas. Antes, eu só fazia para a classe mais pobre. Hoje a procura é na classe média alta para rica. Estou indo a bairros onde nunca fui”, explica Carlos Ferreira, que há 22 anos trabalha com carros de mensagem na empresa Almas Gêmeas, do Distrito Federal. E, se o produto elitizou, o preço em algumas empresas também. Alba diz que aumentou os valores em cerca de 20% para viagens para fora de seu próprio bairro, na Zona Oeste do Rio. “Quanto mais perto para mim, menor o valor. Não vou sair da Zona Oeste para a Zona Sul com o mesmo preço”, justifica. “Além disso, por causa da pandemia, tudo ficou mais claro. As cestas, as flores…” Além das mensagens, os carros muitas vezes levam buquês, cestas com guloseimas e outros presentes para os destinatários. Carro de mensagem de empresa que atua em São Paulo Divulgação Em Teresina, Sara Neves, de 23 anos, contratou um carro de mensagens com a família para homenagear (ou envergonhar?) a prima, no aniversário de 17 anos. “Disse pra ela que o papel da família é fazer ela passar vergonha até a vida adulta”, brinca. “Por ser um serviço que caiu no esquecimento, fica mais emocionante porque a pessoa não espera de jeito nenhum.” Sara conta que a prima se emocionou com as mensagens enviadas pela família e recebeu aplausos dos vizinhos. Nem todo mundo curte Mas nem toda vizinhança é tão amigável aos carros de som. A atriz Isabella Santoni recebeu uma homenagem do tipo no dia do aniversário de 25 anos, em maio, mas a comemoração acabou em confusão com uma vizinha. Em um vídeo publicado por Isabella nas redes sociais, é possível ouvir uma mulher reclamando do barulho. Initial plugin text "Quem acompanha meus aniversários sabe que, vira e mexe, dá uma confusãozinha. Acontece, peço desculpas a essa vizinha”, postou a atriz, depois do episódio. Segundo ela, a homenagem foi feita dentro do horário permitido pela Lei do Silêncio e, antes, os vizinhos foram consultados pela responsável pelo carro de som. Reginaldo Silva, presidente da Associação Brasileira de Síndicos Profissionais de Condomínios (Abrascond), explica que o horário aceito para esse tipo de barulho em áreas comuns é até as 22h. Mas é preciso estar atento aos limites para não ferir a tranquilidade alheia. “Sempre tem um vizinho que acaba se sentindo incomodado”, afirma. Para ele, neste momento difícil de pandemia, vale o bom senso para condôminos e síndicos, que lidam com essas situações. “Se a exceção vira regra, você perde a mão. A pandemia vai passar, e é preciso ter cuidado com as atitudes que tomamos neste período, para não termos problemas depois.” Idosa de Bauru comemora 60 anos com ‘festa’ de aniversário na sacada durante quarentena

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Lea Michele pede desculpas após atriz de ‘Glee’ acusá-la de fazer de sua estreia na TV ‘um inferno’

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

'Peço desculpas por meu comportamento ou por qualquer dor que eu tenha causado', afirmou atriz em comunicado publicado nas redes sociais. Samantha Marie Ware, da série 'Glee', diz que Lea Michele fez de sua estreia na TV 'um inferno' Reprodução/Instagram Lea Michele usou as redes sociais para pedir desculpas após ser acusada por Samantha Marie Ware de ter feito de sua estreia na TV "um inferno". As duas trabalharam juntas na série "Glee". "Peço desculpas por meu comportamento ou por qualquer dor que eu tenha causado. Todos nós podemos crescer e mudar e eu definitivamente tenho usado os últimos meses para refletir sobre minhas falhas", escreveu a atriz, após afirmar não se lembrar de ter agido conforme as acusações de Samantha. "Mas esse não é exatamente o ponto. O que importa é que eu claramente agi de uma maneira que machucou outra pessoa." O desabafo de Samatha sobre Lea Michele aconteceu em resposta a uma publicação da atriz, no Twitter, onde ela protestava contra a morte do ex-segurança George Floyd. "George Floyd não merecia isso. Não foi um incidente isolado e isso deve acabar", escreveu Lea. Entenda os protestos nos EUA após a morte do ex-segurança negro George Floyd Em resposta à publicação de Lea na rede social, Samantha escreveu: "Rindo muito! Você se lembra de quando fez do meu primeiro trabalho na TV um inferno? Porque eu nunca vou esquecer. Acho que você disse para todo mundo que, se tivesse a oportunidade, 'cagaria na minha peruca’, entre outras pequenas agressões traumáticas que me fizeram me questionar sobre a carreira em Hollywood". Initial plugin text O pedido desculpas de Lea acontece dois dias após as acusações. "Estou a poucos meses de me tornar mãe e sei que preciso continuar trabalhando para melhorar a mim mesma e a assumir as responsabilidades por minhas ações, assim poderei ser um verdadeiro modelo para meu bebê. Eu aprendi com as críticas e estou aprendendo, e embora eu lamente muito, eu serei melhor no futuro após essa experiência", seguiu Samantha em seu pedido de desculpas. Nesta terça-feira (2), a marca HelloFresh, empresa de entrega de alimentos da qual Lea era embaixadora, informou que encerrou a parceria com a atriz após as acusações. Segundo as revistas People e Variety, a empresa enviou um comunicado confirmando a ruptura. "O HelloFresh não tolera racismo nem discriminação de qualquer tipo. Ficamos decepcionados e desapontados ao ter conhecimento das recentes alegações sobre Lea Michele. Levamos isso muito a sério e encerramos nossa parceria com Lea Michele, com efeito imediato". Initial plugin text "Glee" Samantha estreou na TV na série "Glee" em 2015, participando de alguns episódios como a personagem Jane Hayward. Depois disso, estrelou outras séries televisivas. A mais recente delas foi "God Friended Me", em 2019. Michele integrou o elenco principal de "Glee" ao longo das seis temporadas da série como a personagem Rachel. Pelo trabalho, recebeu indicações para o Globo de Ouro e ao Emmy. Alex Newell, Amber Riley e Dabier Snell, que também integraram o elenco de "Glee", reagiram às acusações, mostrando apoio ao desabafo de Samantha.

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Fãs de K-pop ‘invadem’ campanhas contrárias à luta antirrascista nas redes sociais para boicotar publicações

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Com quadrados brancos e postagens com conteúdo racista, hashtags 'White lives matter' e 'Whiteout tuesday' tomaram as redes nesta terça (2). Fãs de pop coreano publicaram milhares de vídeos de artistas, dificultando o acesso às publicações. Fãs de K-pop 'invadem' campanhas contrárias à luta antirrascista nas redes sociais para esconder publicações Reprodução/Instagram Fãs de K-pop "invadiram" algumas campanhas contrárias ao movimento antirrascista na internet nesta terça-feira (2) para boicotar suas publicações. As campanhas "White lives matter" (vidas brancas importam), "All lives matter" (todas as vidas importam) e "Whiteout tuesday" (terça-feira branca) foram criadas em resposta às campanhas "Black lives matter" (vidas negras importam) e "Blackout tuesday", que denunciam racismo. Com as hashtags, pessoas postaram quadrados brancos no Instagram. Algumas publicações tinham conteúdo racista e de supremacia branca. Dicionário de K-Pop Para boicotar as campanhas, os fãs de k-pop utilizaram as famosas "fancams" (filmagens feitas por fãs) e adicionaram as hashtags para publicar milhares de vídeos de seus artistas favoritos, tornando quase impossível encontrar os posts contrários ao movimento negro. Eles já haviam se mobilizado no domingo (31), quando o departamento de polícia de Dallas, nos Estados Unidos, pediu que as pessoas enviassem vídeos de "atividades ilegais em protestos" para seu aplicativo. Então, os fãs aproveitaram para mandar os "fancams" como forma de dificultar a análise. No mesmo dia, o departamento anunciou que o aplicativo saía do ar "devido a dificuldades técnicas". Initial plugin text 'Black lives matter' Os posts com hashtags como #BlackLivesMatter e #BLM buscam levar informações úteis, links de doações, localizações e denúncias de violência policial nos protestos que acontecem nos Estados Unidos após a morte de Floyd. O vídeo em que ele aparece sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço, em Minneapolis, nos Estados Unidos, chocou o mundo e levou a uma onda de protestos em todo o país. O ex-segurança George Floyd, que tinha 40 anos, foi levado inconsciente por uma ambulância logo após a abordagem policial e foi declarado morto ao chegar no hospital. Na última terça-feira (2), foi criada a campanha "Blackout tuesday" para promover um "apagão" nas redes sociais. Encabeçada principalmente por artistas da indústria musical, ela propunha um EUA planejou o dia de silêncio em solidariedade aos protestos. Initial plugin text

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Ivete Sangalo arma ‘Arraiá da Veveta’ para manter tradição junina

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Cantora 'acende a fogueira' com live temática programada para 20 de junho e planeja lançar single inédito para aquecer a transmissão. Ivete Sangalo se prepara para armar o Arraiá da Veveta. A terceira live da artista está programada para 20 de junho e terá, como o título já sinaliza, repertório animado, de tom forrozeiro, no clima quente das festas de junho. A cantora planeja inclusive lançar single inédito para manter acesa, mesmo virtualmente, a fogueira desse circuito nordestino de festas de São João. Para os artistas da região, esse circuito junino – que costuma se estender pelo mês de julho – sempre gera aquecimento do mercado de shows em cidades da Paraíba e de Pernambuco, entre outros estados do Nordeste do Brasil. A pandemia do coronavírus impediu esse aquecimento – embora a tradicional festa de São de João da cidade de Campina Grande (PB), referência no calendário de shows juninos, tenha sido somente adiada para outubro pelos organizadores em vez de cancelada. Mas as lives juninas manterão a tradição. Embora associada primordialmente à música afro-pop-baiana rotulada como axé music, Ivete Sangalo também costuma ter atuação relevante nesse circuito junino, espécie de Carnaval fora de época. Por isso, faz sentido que a cantora arme o Arraiá da Veveta em live evocativa desse rentável mercado de shows em que “brilham estrelas de São João”, como sentenciou verso do frevo-quadrilha Festa do interior (Moraes Moreira e Abel Silva, 1981).

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Maria Alice Vergueiro: Veja repercussão da morte da atriz

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Também diretora, ela estava internada em hospital de São Paulo, com quadro grave de pneumonia, e morreu nesta quinta-feira (3), aos 85 anos. A atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, de 85 anos. Acervo Pessoal Atores e outras personalidades prestaram homenagens e lamentaram a morte de Maria Alice Vergueiro com mensagens nas redes sociais, nesta quarta-feira (3). A atriz e diretora estava internada em um hospital de São Paulo com quadro grave de pneumonia. Ela morreu aos 85 anos. Morre aos 85 anos a atriz e diretora de teatro Maria Alice Vergueiro Armando Babaioff, ator "Maria Alice Vergueiro, obrigado! Uma operária do teatro. Obrigado por tudo, pela coragem, pela ousadia, pelo talento. O teatro agradece, nós agradecemos e sentiremos a sua falta. Salve, Maria Alice Vergueiro!" Initial plugin text Serginho Groisman, apresentador "Maria Alice Vergueiro foi uma atriz que deixou a marca da independência e liberdade nos palcos. Sempre alegremente indignada, agora descansa." Initial plugin text Angela Dippe, atriz "Mestra. Obrigada" Initial plugin text Marcelo Medice, ator "Morre Maria Alice Vergueiro, atriz histórica do teatro brasileiro" Ivam Cabral, ator "Morreu Maria Alice Vergueiro, que foi o nosso oráculo. Seus ensinamentos sempre foram além da cena. Cabiam nas nossas vidas, sempre. Nos últimos anos foi figura central na minha vida e na trajetória da SP Escola de Teatro." Initial plugin text Sarah Oliveira, apresentadora "Maria Alice Vergueiro se foi. Pra quem não sabe, o 'Tapa na Pantera' é dos cineastas Esmir Filho e Rafa Gomes. Um sopro na caretice. Isso em 2006. mas antes, em 2003, Esmir (meu irmão), fez seu primeiro curta-metragem com ela: 'Ato 2 Cena 5'. A vida é breve, mas intensa. Viva Alice!" Initial plugin text Alexandre Nero, ator "Maria Alice Vergueiro ser a 'mulher do 'Tapa na Pantera' é o equivalente a Araci de Almeida ser 'a jurada do Silvio Santos'." Initial plugin text Laerte Coutinho, cartunista "Maria Alice Vergueiro, ai de nós, me morre. Beijo, flor." Initial plugin text Paula Braun, atriz "Se foi Maria Alice Vergueiro. Atriz intensa, imensa! O teatro perde, mas o mundo perde mais e fica mais careta. Descanse em paz. Faça bagunça no além! Merda!" Initial plugin text

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Maria Alice Vergueiro, conhecida por ‘Tapa na pantera’, teve carreira importante no teatro

quarta-feira, 03 junho 2020 por Administrador

Atriz e diretora, uma das fundadoras do grupo Ornitorrinco nos anos 1970, morreu nesta quarta-feira (3) com quadro grave de pneumonia. A atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, de 85 anos. Acervo Pessoal A atriz e diretora Maria Alice Vergueiro, que morreu nesta quarta-feira (3) aos 85 anos, ficou conhecida no país inteiro com o vídeo viral "Tapa na pantera", de 2006, mas construiu sólida e importante carreira no teatro. Uma das fundadoras do grupo Ornitorrinco ao lado de Luiz Roberto Galízia e Cacá Rosset em 1977, ela estreou no palcos na peça "A Mandrágora", do Teatro de Arena, em 1962. No Teatro Oficina, no qual passou a integrar em 1971, participou da peça e do filme de "O rei da vela", de Oswald de Andrade, dirigidos por José Celso Martinez Corrêa. Em uma viagem a Portugal, onde começou a dar aulas, atuou na montagem de "Galileu Galilei", também comandada pelo dramaturgo, no exílio. Morre aos 85 anos a atriz e diretora de teatro Maria Alice Vergueiro Depois de retornar, esteve ainda em peças como "A ópera do malandro", de Chico Buarque, e "O Percevejo". Em 1986, trabalhou em "Katastrophé", reunião de quatro peças curtas de Samuel Beckett, com direção de Rubens Rusche. Com o diretor Gerald Thomas, atuou em "Eletra Com Creta". Três anos depois, participou de "O Doente Imaginário", nova criação com o Ornitorrinco. Dirigiu e atuou em "Dom Pirlimplim com Belisa em seu Jardim", de Federico García Lorca, em 1992. Em 1995, retornou à direção com "Quíntuplos", de Luis Rafael Sanches. Ao longo dos anos, ganhou o título de dama do underground no teatro paulistano. 'Tapa na pantera' Apesar da longa carreira nos palcos, se aventurou também em outros meios. Com isso, ficou conhecida do grande público ao protagonizar o curta-metragem de ficção "Tapa na pantera" um dos primeiros virais da internet brasileira, em 2006. Dirigido por Esmir Filho, Mariana Bastos e Rafael Gomes, o vídeo foi apresentado no 14° Festival de Gramado, na categoria independente. Através de adaptações de piadas populares, mostra com humor a relação de uma mulher sexagenária com o uso da maconha. Na televisão, participou de poucos projetos, como a novela "Sassaricando", em 1987, e a série "O Sistema", em 2007. No cinema, a atriz participou de filmes como "Maldita Coincidência" (1979) e "Romance" (1988), de Sérgio Bianchi, "Perfume de Gardênia" (1992), de Guilherme de Almeida Prado (1954) e "Urubus e Papagaios" (1985), de José Joffily Filho.

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Fãs de K-pop enchem app de polícia com clipes; ideia era evitar que protestos fossem denunciados

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Internautas usaram as fancams para lotar página da polícia de Dallas, nos EUA. Spams de vídeos com artistas são comuns entre fãs para divulgar o trabalho dos grupos de pop coreano. Polícia de Dallas cria app para receber denúncia de protestos, mas fãs de K-pop lotam plataforma com vídeo de artistas Reprodução/Twitter Neste final de semana, a polícia de Dallas criou um aplicativo para receber denúncias durante os protestos nos Estados Unidos após a morte do ex-segurança George Floyd, mas não recebeu o retorno previsto. Uma onda de protestos começou nos Estados Unidos em 25 de maio após a divulgação de um vídeo que mostra um homem negro sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço, em Minneapolis. Entenda os protestos nos EUA após a morte do ex-segurança negro George Floyd "Se você tiver algum vídeo de atividade ilegal nos protestos e está tentando compartilhar com a polícia de Dallas, você pode baixá-los no iWatch Dallas app. Você pode manter o anonimato", dizia a mensagem. Mas a plataforma não durou muito tempo no ar. Horas depois, o departamento informou que o aplicativo foi retirado do ar temporariamente devido a "dificuldades técnicas". Enquanto ficou ativa, entre raras denúncias, os fãs de k-pop iniciaram uma campanha e lotaram a página da polícia com o compartilhamento de span de fancams, o que pode ter causado a "queda" da plataforma. A polícia não confirmou o motivo, mas os fãs de bandas e artistas de k-pop celebraram o feito. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Mas o que é fancam? Fãs de k-pop costumam compartilhar vídeos curtinhos de artistas para divulgar seus ídolos no Twitter, em especial, em dias de lançamentos musicais. Esse tipo de vídeo é chamado de fancam. A palavra é formada pela junção de fan (fã, em inglês) e cam (abreviação de câmera). A prática do spam de fancam já gerou polêmica algumas vezes. Isso porque, como são publicados de forma compulsiva na rede, muitas vezes atingem posts sem nenhuma conexão com o artista.

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‘Blackout tuesday’: artistas e fãs fazem ‘apagão’ nas redes, mas homenagem atrapalha ativistas

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Entenda campanha que promove 'blecaute' no Instagram para apoiar movimento Black Lives Matter e saiba por que organizadores reclamam que ela pode esconder posts úteis aos protestos. Hashtag #BlackLivesMatter no Instagram foi inundada por imagens sem conteúdo após campanha de apoio que atrapalham ativistas Reprodução A "Blackout tuesday", campanha de artistas em apoio aos protestos antirracistas, causa uma onda de quadrados com a cor preta nas redes sociais nesta terça-feira (2). Mas o "apagão" em favor do Black Lives Matter está atrapalhando ativistas do movimento. Os organizadores dizem que os milhares de posts escuros, muitos deles com hashtags como #BlackLivesMatter e #BLM, estão tornando mais díficl achar nas redes informações úteis, links de doações, localizações e denúncias de violência policial nos protestos que acontecem em todo o país e que usavam as mesmas tags. Na tarde desta terça, se espalham alertas nas redes para usar apenas a hashtag #blackouttuesday ao postar os quadrados pretos. A campanha foi bastante incentivada por famosos, em especial na indústria musical, desde a segunda-feira (1). Cantores como Elton John, Rihanna, Cardi B, Zayn, Demi Lovato, Björk e outros aderiram. No Brasil, artistas como Anitta, Bruno Gagliasso, Ludmilla e Marília Mendonça também postaram quadrados pretos para apoiar a campanha. Mas, agora, até os artistas estão percebendo efeitos colaterais. "Isso não está nos ajudando, cara. Quem diabos pensou nisso? As pessoas precisam perceber o que está acontecendo", escreveu o cantor Lil Nas X, compartilhando uma mensagem do DJ Dillon Francis que notava o problema. Initial plugin text A indústria musical dos EUA planejou o dia de silêncio em solidariedade aos protestos pela morte de George Floyd. Após a divulgação de um vídeo que mostra um homem negro sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço, em Minneapolis, nos Estados Unidos, uma onda de protestos começou no país em 25 de maio. Entenda os protestos nos EUA após a morte do ex-segurança negro George Floyd Várias gravadoras e artistas se comprometeram a se abster de qualquer atividade comercial na terça-feira, com o objetivo de "se desconectar do trabalho e se reconectar com a nossa comunidade". Mick Jagger foi um dos músicos que aderiu à campanha. "É de partir o coração ver os EUA se despedaçarem de novo por questões raciais. Amanhã vou ficar com meus colegas artistas e entrar no "blackout de terça" para combater a discriminação racial e a injustiça social. Eu rezo para que depois desse dia nós possamos superar esse ódio e divisão e começar a curar a dor e o sofrimento que todo mundo está sentindo no país. Nós devemos isso às futuras gerações", escreveu Mick Jagger. Initial plugin text A hashtag "The Show Must Be Paused (O show deve ser pausado)" foi compartilhada nas redes sociais para mostrar adesão à campanha. "Devido aos recentes acontecimentos, junte-se a nós enquanto damos um passo para uma atitude urgente para gerar a responsabilidade e a mudança. Como guardiões da cultura, é nossa responsabilidade não apenas nos unirmos para comemorarmos as vitórias, mas também nos abraçarmos durante as perdas", dizia uma postagem amplamente compartilhada. Manifestantes protestam contra morte de George Floyd pelo 5º dia seguido nos EUA O músico Tim Burgess, da banda The Charlatans, foi um dos que aderiu a campanha adiou a festa de audição musical que faria na terça-feira. "Temos que ouvir mais e tirar um tempo para pensar". O grupo Now United também aderiu ao movimento e alterou o header de sua página no YouTube para a hashtag da campanha. Gravadoras como a Shady Records, Columbia Records, Atlantic Records, Capitol Music Group, Elektra Music Group, entre outras, também demonstraram apoio a campanha. Initial plugin text Initial plugin text Neste final de semana, Ariana Grande, Paris Jackson, Jamie Foxx, Anna Kendrick, Halsey, Lauren Jaregui, Kali Uchis, John Cusack, Swae Lee e outros artistas, postaram fotos enquanto participavam dos protestos antirracistas que aconteceram nos EUA após a morte de George Floyd. Alguns artistas, como Beyoncé, Oprah Winfrey, Rihanna, Taylor Swift, Lady Gaga, também compartilharam nas redes sociais alguns textos em homenagem ao ex-segurança, além de condenarem o racismo nos EUA.

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