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Roteirista de novo ‘Law & Order’ é demitido por ameaçar atirar em saqueadores nos EUA

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Craig Gore publicou em redes sociais fotos com rifle e ameaçou pessoas que fossem em sua propriedade. Produtor Dick Wolf anunciou demissão. Christopher Meloni em cena de 'Law & Order: Special Victims Unit' Divulgação O roteirista Craig Gore, que participaria da nova série derivada de "Law & Order" protagonizada por Christopher Meloni, foi demitido nesta terça-feira (2) após publicar foto com rifle e ameaçar saqueadores durante protestos que acontecem em Los Angeles e outras cidades nos Estados Unidos. O país voltou a registrar confrontos nesta segunda-feira (1º), sétimo dia de manifestações contra o racismo. Os protestos continuam uma semana após a morte de George Floyd, um ex-segurança negro morto em Minneapolis após um policial ajoelhar sobre seu pescoço durante abordagem. "Não vou tolerar essa conduta, especialmente durante nossa hora de luto nacional", afirmou o criador da série, Dick Wolf, através de sua produtora no Twitter. "Estou demitindo Craig Gore imediatamente." Initial plugin text O As publicações de Gore, que já trabalhou em séries como "S.W.A.T." e "Chicago P.D.", começaram a ser criticadas após tuíte do comediante Drew Janda, segundo o site da revista "Variety". Além da foto segurando um rifle com a legenda "toque de recolher", o roteirista respondeu a um comentário afirmando que saques aconteciam perto de sua casa. "Você acha que eu não vou atirar em desgraçados tentando ferrar com a propriedade pela qual trabalhei a vida inteira? Pense de novo", escreveu. Na série, Meloni retorna ao papel do detetive Elliot Stabler, que interpretou durante anos em "Law & Order: Special Victims Unit". O ator respondeu ao tuíte de Janda afirmando que não sabe quem Gore é. Initial plugin text

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Sony adia evento State of Play sobre PS5 por causa de protestos nos EUA: ‘não é momento para celebração’

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Transmissão online focada no PlayStation 5 e na próxima geração de games ia acontecer nesta quinta-feira (4). DualSense é o controle do PlayStation 5 Divulgação/Sony A Sony anunciou nesta segunda-feira (1) que vai adiar seu evento online, State of Play, focado no PlayStation 5 e na próxima geração de games por causa dos protestos que acontecem nos Estados Unidos. Manifestantes voltaram às ruas nas principais cidades do país neste domingo (31), em mais um dia de protestos contra o racismo após a morte do ex-segurança George Floyd. A onda de protestos se espalhou pelo mundo — foram registrados atos na Europa, no Canadá e, inclusive, no Brasil. "Sabemos que gamers do mundo todo estão animados para ver os jogos no PS5, mas achamos que agora não é momento para celebração, e por enquanto, queremos dar espaço para vozes mais importantes serem ouvidas", escreveu a fabricante em seu perfil no Twitter. Initial plugin text E A Sony tem revelado poucas informações sobre seu novo console, que deve ser lançado no final de 2020. O evento programado para quinta-feira (4) seria a primeira grande transmissão da empresa focada no PS5. "Repudiamos o racismo e a violência sistêmica contra a comunidade negra. Continuaremos trabalhando rumo a um futuro marcado pela empatia e inclusão. Estamos juntos com nossos criadores, jogadores, funcionários, famílias e amigos negros", afirmou a fabricante. Initial plugin text "

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Streaming dá acesso inédito a teatro e ópera, mas produtores temem cenário pós-quarentena

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Será que o público que teve acesso sem precedente a peças de teatro e ópera de graça pela internet vai voltar às salas no fim da pandemia? Futuro é incerto e situação financeira é frágil. Músicos da Sinfônica de Campinas fizeram homenagem à opera 'O Guarani' cada um da sua casa Reprodução/EPTV "A ópera em casa", "teatro e sofá": em tempos de coronavírus, os teatros deram um acesso sem precedentes às suas produções graças ao streming, na esperança de que seja apenas uma fase, embora ela possa ser longa. Os teatros, especialmente na Europa, começam a ver a luz no fim do túnel com datas de reabertura, embora haja um longo caminho para a volta ao normal, principalmente devido à obrigação de aplicar regras de distância entre os espectadores. Confortavelmente sentado em sua sala, o público ficou inundado por meses com óperas, balés, concertos e, estranhamente, peças de teatro, na maioria das vezes, de graça. Esse público vai querer voltar para uma sala pequena, com uma máscara, sem intervalo e esperando em filas intermináveis? Na semana passada, a Filarmônica de Paris mostrou como seriam os shows até o final do ano: sem público e depois transmitidos via streaming. No total, foram registradas mil visitas na rede de televisão Arte e na plataforma Philharmonic, "uma quantia excepcional para um concerto clássico na internet", segundo a instituição. Poucas pessoas passam em frente à Ópera de Sydney, após a implementação de regras mais rígidas de distanciamento social e auto-isolamento para limitar a propagação do coronavírus Loren Elliott/Reuters Assistido por milhões Mais de 2,5 milhões de internautas assistiram a dez produções da Ópera de Paris, do Lago dos Cisnes ao Barbeiro de Sevilha. O Theatre de la Comédie-Française (comédia francesa) lançou pelo menos 80 shows on-line em oito semanas, incluindo grandes sucessos como "Les Damnés" de Ivo van Hove ou peças do "património" como "Ondine" de Giraudoux, com uma jovem Isabelle Adjani, resgatada de 1974. O Odeon Theatre lançou peças de Pirandello, Ibsen, Molière e até "King Lear" de Shakespeare com Michel Piccoli, para homenageá-lo após sua morte. O streaming foi um sucesso completo. "Depois de um mês, apenas para a 'Escola das Mulheres', um quarto das visitas veio do exterior. A imprensa britânica fez eco. Até o jornal The Guardian fez críticas", disse Stéphane Braunschweig, diretor do Teatro Odeon, que encenou o espetáculo em 2018. "Só tínhamos essa peça legendada. Depois, legendamos 'Tartufo' e 'O misantropo'. Ao ver o número de visitas do exterior, dissemos a nós mesmos que a oferta tinha que ser desenvolvida", explica o diretor. Na Rússia, também se alegram com a crescente visibilidade dos teatros, paradoxalmente neste período em que estão fechados. "Milhões de pessoas nos veem. É uma maneira importante de entregar os tesouros da cultura russa", disse Valery Gergiev, famoso maestro e diretor-geral do Teatro Mariinsky em São Petersburgo, que registrou 50 milhões de visitas desde 19 de março. "Em vez de 2.000 espectadores por concerto, tivemos centenas de milhares de espectadores", disse em um webinar recentemente organizado pelo festival anual "Estações Russas". O English National Ballet (ENB) registrou um aumento de 70.000 seguidores no Facebook e no YouTube em dois meses. "Quero acreditar que uma janela foi aberta ao nosso mundo e que as pessoas que não tiveram coragem de ir ao teatro talvez tenham visto seu primeiro balé online" e que "um novo público surgirá" quando as salas reabrirem, disse sua diretora Tamara Rojo. Apenas uma minoria de teatros se beneficiou financeiramente. O prestigiada Metropolitan Opera (Met) de Nova York, sobrecarregado por um déficit de US$ 66,6 milhões, demitiu parte de seus funcionários. O Met atraiu 19.000 novos doadores e o número de assinantes de seu sistema VOD (vídeo sob demanda) passou de 15.000 antes da pandemia para 33.000. Com esse "tsunami" digital, os teatros querem acreditar no retorno do público. Plateia do teatro da companhia Berliner Ensemble, em Berlim, com cadeiras separadas para manter distanciamento social Britta Pedersen/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance via AFP "No começo, haverá pessoas com medo", opina Michel Franck, diretor-geral do Teatro Champs-Elysées. "Mas não acho que, pelo menos não espero, as pessoas vão preferir as telas aos teatros", arrisca. "Nada substitui um espetáculo ao vivo. Assistir a uma ópera ou concerto no computador ou na televisão não tem nada a ver com compartilhar emoções com a sala toda", compara. "Falta algo nas gravações. Ir ao teatro ainda é um dos últimos rituais" do ser humano, diz Manuel Brug, crítico de música do jornal alemão Die Welt. Para Peter Gelb, diretor do Met, "se o público não for ao teatro, o espetáculo ao vivo não sobreviverá. A tela é apenas uma lembrança do que foi visto no palco". Teatro de Berlim reorganiza os assentos para reduzir a plateia nos espetáculos

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Cole Sprouse, de ‘Riverdale’, diz que foi preso em protesto contra racismo nos EUA

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Segundo ator, ele e outros manifestantes foram encurralados e detidos pela polícia em momento pacífico. Cole Sprouse em cena de 'Riverdale' Divulgação O ator Cole Sprouse, conhecido pela série "Riverdale", afirma que foi preso pela polícia durante protesto pacífico contra racismo na Califórnia neste domingo (31). Manifestantes voltaram às ruas nas principais cidades dos Estados Unidos neste domingo (31), em mais um dia de protestos contra o racismo após a morte do ex-segurança George Floyd. A onda de protestos se espalhou pelo mundo — foram registrados atos na Europa, no Canadá e, inclusive, no Brasil. Em publicação feita em seu perfil no Instagram nesta segunda-feira (1º), ele conta que foi encurralado e detido por policiais com um grupo de manifestantes pacíficos. Initial plugin text "Fui detido enquanto me manifestava em solidariedade, assim como muitos da vanguarda final em Santa Monica. Nos deram a opção de ir embora, e fomos informados que, se não saíssemos, seríamos presos. Quando muitos se viraram para sair, encontramos uma outra fileira de policiais bloqueando nossa rota. Nesse momento, eles começaram a nos prender", escreveu o ator. "Vidas negras importam. Paz, revoltas, saques são formas legítimas de protesto." Na publicação, ele afirma que não quer roubar o protagonismo dos protestos. "Este é, e sempre será, um momento sobre manter sua posição junto a outros enquanto uma situação se agrava, fornecendo apoio educado, se manifestar e fazer a coisa certa."

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Discos para descobrir em casa – ‘A minha homenagem ao poeta da voz’, Selma Reis, 2009

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Capa do álbum 'A minha homenagem ao poeta da voz', de Selma Reis Locca Faria ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – A minha homenagem ao poeta da voz, Selma Reis, 2009 ♪ Ouvir Selma Reis (24 de agosto de 1960 – 19 de dezembro de 2015) celebrar com solenidade o dom do canto ao dar voz a Minha missão (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1981) – em gravação que arrematou o álbum lançado pela artista em 2009 com 14 músicas do compositor e poeta carioca Paulo César Pinheiro – acentua o inconformismo com a precoce saída de cena dessa imortal cantora fluminense. Selma partiu cedo, aos breves 55 anos de vida, e deu a impressão de que chegara tarde no mercado quando, em 1987, lançou o primeiro álbum de forma independente, Selma Reis, disco voltado para uma MPB que já não dava as cartas no jogo fonográfico. Contudo, a voz grave da intérprete era tão potente e volumosa que Selma se fez ouvir ao longo dos anos 1990, fazendo ecoar reais emoções suburbanas em álbuns como Selma Reis (1990), Só dói quando eu rio (1991), Selma Reis (1993), Todo sentimento (1995), Achados e perdidos – Selma Reis canta Gonzaga Jr. (1996) e Ares de Havana (1999). A partir dos anos 2000, com a discografia ficando cada vez mais espaçada, Selma começou a trabalhar como atriz de novelas e musicais de teatro entre shows e álbuns cada vez mais raros. Tributo a Paulo César Pinheiro, de título óbvio, o álbum A minha homenagem ao poeta da voz foi o derradeiro disco da cantora. Foi disco condizente com a grandeza da voz de Selma, mas disco pouco ouvido por ter sido lançado de forma totalmente independente pelo selo da artista, Tessitura musical, quase sem distribuição nas lojas. Com arranjos de músicos como o percussionista Robertinho Silva, o guitarrista Victor Biglione, o violonista Fernando Carvalho e os pianistas Cristovão Bastos e Paulo Malaguti Pauleira, o álbum A minha homenagem ao poeta da voz reconectou Selma com o tradicional universo musical da MPB após dois discos de aura sacra e repertório religioso, Sagrado (2007) e Maria mãe de Jesus (2008). Antes de prestar a homenagem fonográfica ao poeta dos versos precisos, revelado como letrista em 1968 na I Bienal do samba, a cantora tinha gravado somente uma música de Paulo César Pinheiro, Porto santo, dramática parceria do compositor com Sueli Costa que abrilhantou o álbum de 1990 que dera projeção nacional a Selma com a gravação da canção O que é o amor (Danilo Caymmi e Dudu Falcão), propagada na trilha sonora da minissérie Riacho doce (TV Globo, 1990). Ao dedicar disco inteiro ao cancioneiro do poeta Paulo César Pinheiro, Selma Reis priorizou títulos mais conhecidos dessa obra grande em qualidade e quantidade, dando voz a repertório formado majoritariamente por músicas lançadas ao longo da década de 1970 em vozes como as de Clara Nunes (1942 – 1983), Elis Regina (1945 – 1982), Marisa Gata Mansa (1938 – 2003) e Simone. Selma se desincumbiu bem da missão, pondo a própria assinatura em músicas imortalizadas por essas grandes cantoras. Sucesso de Clara, Banho de manjericão (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1979) já lavou a alma do ouvinte na abertura do álbum, ecoando o elo do Brasil com a África no arranjo de voz-e-percussão criado pelo baterista Robertinho Silva. Na sequência, o samba As forças da natureza (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1977) – outro sucesso de Clara Nunes, revivido na trilha sonora da novela Amor de mãe (2019 / 2020, TV Globo) – ganhou a simbólica adesão vocal do cantor Diogo Nogueira, como homenagem extensiva de Selma a João Nogueira (1941 – 2000), pai de Diogo e um dos parceiros mais relevantes do poeta letrista. Já Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro, 1972), samba lançado nas vozes do MPB4, evoluiu em salão de gafieira nos sopros dos metais que também embalaram Passatempo (2009) – música então inédita composta por Pinheiro sem parceiro e ofertada pelo poeta para o disco da cantora – e Vou deitar e rolar (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970), samba também formatado para salão de gafeira pelo arranjador Paulo Malaguti. Intérprete que por vezes pecava pelo excesso, se avizinhando do terreno do over, Selma dosou os tons nesse tributo ao compositor. Sem atenuar a densidade de canções como Bodas de vidro (Sueli Costa e Paulo César Pinheiro, 1992), o salutar comedimento vocal da cantora valorizou os registros do Bolero de Satã (Guinga e Paulo César Pinheiro, 1976) e do samba-canção Sem companhia (Ivor Lancellotti e Paulo César Pinheiro, 1980). Como se antevisse que o álbum A minha homenagem ao poeta da voz seria o canto de cisne da carreira fonográfica, Selma Reis se cercou de grandes músicos neste disco imponente. Aliada ao toque do acordeom de Marcos Nimritcher e à marcação marcial de percussões, a trama do violão de 12 cordas do arranjador Victor Biglione elevou a abordagem de Cordilheiras (Sueli Costa e Paulo César Pinheiro, 1979), música que Simone já apresentara de forma lapidar há então 30 anos. Após acentuar a sensualidade quase lânguida do samba Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) e seguir o roteiro etéreo de Viagem (João de Aquino e Paulo César Pinheiro, 1973) em tempo de delicadeza, Selma desencavou Velho arvoredo (Hélio Delmiro e Paulo César Pinheiro, 1976), abriu espaço para o poeta recitar os versos de Ofício – poema merecedor da 14ª das 15 faixas do disco – e fez o samba-exaltação Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1981) desfilar com arrepiantes trinados operísticos de Selma e com a voz da mangueirense Beth Carvalho (1946 – 2019) em participação coerente com o fato de Beth sempre ter dado voz a sambas de bambas da velha guarda da escola de samba Portela. Ao fim, o canto de Minha missão fechou o disco com propriedade. E foi simbólico que essa gravação tenha sido a última faixa do último álbum de Selma Reis, mensageira da música que acendia emoções no coração do povo quando soltava voz que se calou muito cedo, mas que ecoa na eternidade das canções.

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Lives de hoje: Maria Cecília & Rodolfo, Teresa Cristina, Zélia Duncan e mais shows

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Veja lives desta terça-feira (2). Maria Cecília e Rodolfo são atrações do Estação Rio Divulgação/ Globo Maria Cecília e Rodolfo e Teresa Cristina estão entre os artistas com lives programadas para esta terça (2). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Veja lives de terça e onde assistir: Zé Renato (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Maria Cecília e Rodolfo – 20h – Link Zélia Duncan – 21h – Link Teresa Cristina – 22h – Link As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

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Milena, cantora revelada nos anos 1970, morre em São Paulo aos 77 anos

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Gravação de show feito pela artista baiana com João do Vale em 1977 é recuperada e vira álbum póstumo de discografia espaçada. ♪ OBITUÁRIO – Em 1975, a gravadora Odeon decidiu apostar em Milena (5 de novembro 1942 – 1º de junho de 2020) como cantora de samba quando a maior estrela da companhia fonográfica no gênero, Clara Nunes (1942 – 1983), cogitou migrar para a gravadora concorrente Philips. Só que Clara acabou ficando na Odeon e, com a permanência da cantora mais popular do elenco, a gravadora pouco ou nada investiu em Sorriso aberto, o primeiro álbum de Milena, lançado naquele ano de 1975. Esse fato seria determinante para a descontinuidade da carreira fonográfica de Milena, cantora baiana nascida em Juazeiro (BA) que saiu de cena aos 77 anos na cidade de São Paulo (SP), por volta do meio-dia de segunda-feira 1º de junho, vítima de parada cardíaca decorrente da fibrose pulmonar contra a qual lutava há anos. Milena estreou em disco em 1968 com a edição, pela gravadora Continental. de compacto com versões de duas músicas estrangeiras. Sete anos depois, em 1975, a cantora entrou na Odeon pelas mãos do produtor musical Moacyr Machado (então no posto de diretor de marketing da companhia), após lançar dois compactos pela Chantecler, voltados para o samba. A entrada da artista na Odeon para ocupar o lugar de Clara Nunes seria a grande chance de Milena, cantora projetada em 1970 no programa Mercado Internacional do Talento (MIT), comandado pelo apresentador Flávio Cavalcanti (1923 – 1986) na TV Tupi. Cantora Milena deixa seis álbuns em discografia iniciada em 1968 Divulgação Sem receber a devida atenção na gravadora, Milena saiu da Odeon após compacto editado sem repercussão em 1976. No ano seguinte, Milena foi apadrinhada pelo cantor e compositor maranhense João do Vale (1934 – 1996), com o qual correu o Brasil em show itinerante promovido pela Funarte. Esse show de 1977 legitimou a cantora a lançar, 42 anos mais tarde, o sexto e último álbum da carreira, João do Vale – Muita gente desconhece (2019). Recuperado recentemente em fita, o show de Milena com João do Vale em 1977 vai dar origem a um disco póstumo da cantora, a ser editado pelo mesmo selo Discobertas que, neste ano de 2020, lançou a coletânea Anos 70, com gravações inéditas da artista. A compilação Anos 70 foi arquitetada por Thiago Marques Luiz, produtor que trouxe Milena de volta ao mercado fonográfico em 2008 com a gravação de faixa em disco em tributo ao compositor Paulinho da Viola. Na ocasião, Milena estava afastada do mercado há 21 anos, mais precisamente desde a edição do terceiro álbum, O gosto do amor, produzido por José Milton e lançado pela gravadora 3M em 1987. Oito anos antes, em 1979, a cantora tinha lançado o álbum Milena pela CBS com músicas de Ivone Lara (1922 – 2018), João Bosco e Luiz Gonzaga (1912 – 1989) no repertório arranjado pela violonista Rosinha de Valença (1941 – 2004). Sem gravar disco na década de 1990, a cantora somente conseguiu lançar em 2012 o quarto álbum, Por onde passa a memória, ao qual se seguiu dois anos depois o tributo 100 anos de Aracy de Almeida ( 2014) – ambos discos já gravados por Milena com a chancela do produtor Thiago Marques Luiz,, de quem a artista era amiga e em cujos braços Milena saiu de cena em 1º de junho, deixando discografia espaçada, ainda a ser descoberta por seguidores da MPB.

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Gregory Tyree Boyce, ator de ‘Crepúsculo’, morreu por overdose acidental, diz legista

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Ator e namorada morreram por intoxicação de cocaína e fentanil, segundo 'Times'. Eles foram encontrados pela polícia no dia 13 de maio. Gregory Tyree Boyce em cena de 'Crepúsculo' Reprodução Gregory Tyree Boyce, ator que participou de "Crepúsculo" (2008), e sua namorada, Natalie Adepoju, morreram por overdose acidental, afirmou nesta segunda-feira (1º) o legista do condado de Clark, nos Estados Unidos. De acordo com o site da revista "Times", o legista John Fudenberg disse que o casal morreu por intoxicação causada por cocaína e fentanil, um analgésico potente. A droga tem sido responsável por milhares de mortes nos Estados Unidos nos últimos anos, como a do músico Prince. Boyce e Adepoju foram encontrados pela polícia em sua casa no dia 13 de maio. Ele tinha 30 anos e ela tinha 27. Além do filme sobre vampiros, o único outro trabalho de Boyce no cinema foi no curta "Apocalypse" (2018). Segundo sua mãe, Lisa Wayne, ele estava montando um restaurante.

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Fora do palco, dentro do protesto: cantoras pop engrossaram o coro antirracista nos EUA

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Do teen pop ao ativismo, Ariana Grande, Tinashe, Halsey, Kehlani, Camila Cabello, Lauren Jauregui e outras vão às ruas com cartazes de papelão contra racismo e enfrentam tiro e bomba. Em sentido horário: Ariana Grande, Tinashe, Halsey com Yungblud e Kehlani em protestos de rua nos EUA após a morte de George Floyd Reprodução / Twitter Há alguns anos, elas encantavam o público teen com grupos vocais, novelas mirins e pop colorido e romântico. Hoje, vão para o meio da multidão com cartazes de papelão contra o racismo e enfrentam bomba de gás e bala de borracha. Os protestos antirracistas após a morte de George Floyd ficaram tão grandes nos EUA que a presença de artistas não é surpresa. Mas, no meio das figuras conhecidas que pegaram suas máscaras e cartazes, o pelotão das jovens cantoras pop é um fenômeno. Line-up Ariana Grande, Halsey, Tinashe, Kehlani, Kali Uchis, Madison Beer e ao menos três ex-integrantes do grupo vocal Fifth Harmony (Camila Cabello, Lauren Jauregui e Dinah Jane), dariam um line-up concorrido de festival pop. Mas nos últimos dias elas estiveram nas ruas. A cantora Halsey ajuda a prestar primeiros socorros a manifestantes feridos em Santa Monica, nos EUA Reprodução / Instagram Elas se juntaram a outros artistas nos protestos, como os atores Anna Kendrick, Jamie Foxx, John Kusack, Cole Sprouse e Paris Jackson (filha de Michael Jackson), e cantores de outros estilos, em especial do rap, como Chance The Rapper, Swae Lee e Lil Yatchy. 'Fomos apaixonados, fomos barulhentos' Ariana Grande em protesto contra o racismo nos EUA Reprodução / Instagram da cantora Ariana Grande pegou sua máscara e seu cartaz de "Black Lives Matter" (vidas negras importam) e foi para a rua com um amigo, Doug Middlebrook, e o namorado, Dalton Gomez. Depois, compartilhou a mensagem da colega Tinashe sobre como o protesto foi pacífico, e acrescentou: "Horas e milhas de protesto pacífico ontem, que teve pouca cobertura. Por toda Bervely Hills e West Hollywood, nós cantamos, pessoas buzinaram e celebraram juntas. Nós fomos apaixonados, nós fomos barulhentos, nós fomos amorosos. Cubram isso, por favor", disse Ariana. Initial plugin text De girl groups a girl power Tinashe, autora do post que inspirou Ariana ("A mídia não quer que você veja os protestos pacíficos"), começou a carreira no grupo teen feminino The Stunners, que abriu shows de Justin Bieber e teve o semi-hit "Bubblegum". Hoje, ela é nome forte no R&B – e nos protestos – dos EUA. Kehlani é outra jovem estrela do R&B que se engajou nos protestos. Ela também começou num grupo vocal adolescente, Poplyfe – fruto do reality "America's got talent". A cantora foi para a rua e ainda passou um pito na colega Lana Del Rey por compartilhar vídeos de pessoas saqueando lojas. Initial plugin text Halsey na linha de frente Entre as cantoras de vinte e poucos anos que entraram nos protestos, ninguém passou mais perrengue que Halsey. É algo inusitado para quem viu a cantora franzina comandar uma legião de novinhos com seu pop esquisito no Lollapalooza SP em 2016. Halsey, que se identifica como birracial, foi para linha de frente de um protesto em Santa Monica, na Califórnia, ao lado do ex-namorado Yungblud – que aliás, teria estreado no Brasil no Lollapalooza 2020, se o festival tivesse acontecido em abril. Initial plugin text A cantora contou que as pessoas que estavam ao seu lado estavam calmas e não provocaram a polícia. Mesmo assim, ela e seus companheiros tomaram tiros de borracha e bombas de gás, ela relatou. Halsey participou do grupo de primeiros-socorros. "Não subestimem essas balas de borracha porque dizem que é 'não letal'. Eu tive que enfaixar um homem que parecia que a cara dele tinha explodido hoje. Antes de você dizer, do conforto do seu lar, que estamos exagerando, por favor pense nos ferimentos que alguns tiveram", disse Halsey. Ela ainda deu dicas de materiais para ajudar no socorro aos feridos nos atos: "Álcool, desinfetante, gaze para sangramento excessivo, compressas de gaze antiaderente e fita médica, protetores para os olhos, compressas frias, neosporina, tesouras para ataduras, pinças e ataduras", listou. "E um grande agradecimento pessoal a Yungblud, que literalmente correu exposto na frente de tiros para arrastar pessoas para a segurança sem pensar duas vezes", finalizou Halsey. Initial plugin text Fifth Harmony: presente Quem ouvia as cantoras do Fifth Harmony cantarem o hit dançante "Work from home", em 2016, hoje nota as fãs delirando nas redes sociais com a presença das artistas, hoje em carreira solo, nos protestos. Foi uma presença menos dramática do que a da Halsey. A maior estrela, Camila Cabello, foi com o namorado, Shawn Mendes, a um protesto em Miami. Eles foram discretos, e nem postaram em suas redes, mas foram flagrados por uma repórter do Miami Herald e pela emissora de TV Local 10. Initial plugin text A mais empenhada foi Lauren Jauregui, que compartilhou dezenas de denúncias, pedidos de doações, mensagens de apoio e imagens dela no protesto. Dinah Jane também mostrou vídeos em um carro ao lado de manifestantes. Lauren Jauregui em protesto contra o racismo nos EUA Reprodução / Instagram 'Please protest for Brazil' As outras duas ex-Fifth Harmony, Normani e Ally Brooke, não foram vistas na rua, mas também postaram diversas mensagens de apoio. Ally até compartilhou uma homenagem ao menino João Pedro, morto pela polícia, a pedido dos seguidores brasileiros. O "please come to Brazil" das fãs de música pop agora pode ganhar tons mais políticos. Initial plugin text 'Don't call me an angel': Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey – G1 Ouviu

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The Wailers lança primeira música em 25 anos durante troca de gerações e liderança no grupo

terça-feira, 02 junho 2020 por Administrador

Em entrevista ao G1, baterista filho de fundador da banda de reggae fala sobre ‘One world, one prayer’, legado familiar e futuro. Kevin Barrett, Emilio Estefan, Aiesha Walker, Aston 'Family Man' Barrett e Aston Barrett Jr., dos Wailers, em gravação de 'One world, one Prayer' Divulgação A banda The Wailers, que fez história no reggae ao tocar com Bob Marley (1945-1981) entre 1972 e 1981, volta a olhar para o futuro com a estreia de sua primeira música em 25 anos. Lançada em 22 de abril, "One world, one prayer" é o retorno do lendário grupo a produções inéditas, depois de anos cuidando de seu legado junto do cantor. Os Wailers tiveram de adiar o show que fariam em março em São Paulo no festival Reggae Live Station por causa da pandemia do novo coronavírus, mas prometem retornar no segundo semestre. "Agora com o vírus, todos no mundo têm que se unir. Ninguém está em uma categoria diferente. Todos temos que nos unir. Se fosse uma invasão alienígena, a gente se uniria para lutar", conta ao G1 o baterista Aston Barrett Jr., de seu apartamento em Miami, nos Estados Unidos. "Só estamos pregando o que sempre pregamos. ‘Amor, paz e união’. E nossa mensagem hoje é para fiquem firmes. Temos que ser muito mais espirituais nessa época." Legado familiar Filho do baixista Aston "Family Man" Barrett e sobrinho do baterista Carlton Barrett (1950-1987), dois dos membros originais que tocavam com Marley, o músico assume a posição de líder do grupo, já que o pai, ainda na banda, está com 73 anos. Ele ainda é acompanhado por músicos que tocaram com Marley, como o guitarrista Donald Kinsey e o saxofonista Glen DaCosta, e outros com longa história no reggae, como o vocalista Josh David e o guitarrista Owen "Dreadie" Reid. "O Bob tem seus filhos e seu legado vive através deles, e eu represento o legado do meu tio e do meu pai", conta Barrett Jr. "Eles são maravilhosos. Cresci com eles. Aprendi tanto do meu pai, e aprendi muito dos segredos do som dos Wailers. E onde for que eu ensine o som, eu ensino pelo que é certo." Por isso que o baterista foi atrás de Cedella e de Skip Marley, filha e neto do cantor, para participar da gravação. The Wailers no Festival de verão Salvador, em 2014 Divulgação Sempre atuais Além deles, cantam também o porto-riquenho Farruko e o astro jamaicano Shaggy. "O som de Bob Marley e dos Wailers não tem categoria, não é velho e nem novo. Até hoje tentam imitar isso. Meu pai me disse que ele e o Bob sempre se mantinham atualizados, tanto em música quanto em tecnologia", diz o baterista. Essa mentalidade casou bem com a proposta da canção, escrita pelo produtor Emilio Estefan. "Se você ouvir a música, vai ver que vai além do reggae. Tem aquela pegada de outros ritmos do caribe e latinos. E eu sempre quis ter a participação de todos os Marley. Mas, antes de ter eles, Emilio disse que queria um som jamaicano que não fosse necessariamente aquele raiz", conta Barrett Jr. Com isso, pensaram em nomes como o de Sean Paul e de Shaggy. Por sorte, o cantor de "Boombastic" estava em Nova York na mesma época. Depois de uma ligação, eles estavam no estúdio. "Não apenas pregamos algo, temos que viver o que pregamos. Não somos perfeitos, mas temos que tentar ser perfeitos. Ser um líder é o que temos que tentar, não ser chefes, que sabem apenas mandar. O Emilio é um dos melhores líderes que eu já vi, e ele está me ensinando a fazer esse papel com a banda."

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