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Bruno Capinan protesta contra mortes de negros por policiais no single ‘Oitenta’

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Residente no Canadá, artista baiano anuncia o quinto álbum com música em que denuncia os assassinatos cotidianos do povo preto em ações de policiais em favelas e ruas do Brasil. ♪ Cantor e compositor baiano residente no Canadá desde 2002, Bruno Capinan vive em Toronto, cidade que também tem sido cenário de violentos protestos antirracistas por conta da morte do negro norte-americano George Floyd (1974 – 2020) na última segunda-feira, 25 de maio, em abordagem assassina de policial branco dos Estados Unidos. Mas é mera coincidência que o tema do primeiro single do quinto álbum do artista, Oitenta, seja a matança de homens negros por policiais. Com capa criada por Capinan a partir de foto de Daryan Dornelles, o single Oitenta chega ao mercado fonográfico na sexta-feira, 5 de junho, no momento em que a América do Norte está inflamada pela indignação popular contra o assassinato de Floyd. Contudo, como já explicita a expressiva imagem da capa do single, o foco da letra de Oitenta está direcionado para o Brasil. Capinan protesta na letra contra a matança cotidiana de negros no Brasil em ações truculentas de policiais em favelas e ruas do país. O título Oitenta alude aos 80 tiros disparados por policiais militares em direção ao músico carioca Evaldo dos Santos Rosa (1968 – 2019) em abordagem brutal que chocou o Brasil em 7 de abril de 2019. “A polícia mata preto lá em Vidigal / A polícia mata preto em Vigário Geral / A policia mata preto até em Salvador / A polícia mata preto no cartão postal do Brasil / Matando preto como nunca se viu”, relata Capinan em versos de Oitenta, música gravada com produção musical orquestrada à distância. Músicos do Brasil, Bem Gil (guitarra) e Rafael Rocha (handsonic e synth) figuram na gravação em que, além de cantar, Capinan toca violão. Capa do single 'Oitenta', de Bruno Capinan Daryan Dornelles Se o título Oitenta remete ao assassinato do músico Evaldo dos Santos, a inspiração da composição veio de crime mais remoto. Capinan compôs a música Oitenta após assistir à entrevista de Clarice Lispector (1920 – 1977) em que a escritora falava sobre a crônica Um grama de radium – Mineirinho, em que discorreu sobre a morte – com 13 tiros, em maio de 1962 – de José Miranda Rosa, temido e lendário bandido da década de 1960, conhecido pela alcunha de Mineirinho por ter nascido em Minas Gerais. Além de Oitenta, o quinto álbum de Bruno Capinan inclui outras oito músicas no repertório inteiramente autora. Clareza, Quando te encontrei, Quatro paredes sólidas e Tomorrow (canção escrita em inglês) são algumas das nove faixas do primeiro álbum do artista desde Real (2019). Com formatação intercontinental, o disco foi gravado entre as cidades de Toronto, Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Paris (França) e Lisboa (Portugal). Mas predominam na ficha técnica músicos brasileiros como Kassin, Gustavo Ruiz, Domenico Lancellotti, Diogo Strausz (responsável pela mixagem do álbum), Felipe Guedes, Bruno Di Lullo, Ubunto, João Leão e Thomas Harres, além dos já mencionados Bem Gil e Rafael Rocha. O lançamento do quinto álbum de Bruno Capinan está previsto para o segundo semestre deste ano de 2020.

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Lady Gaga em 15 fases: relembre figurinos e hits da cantora

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

G1 resume por meio de ilustrações os principais momentos da popstar americana: de 2006 até o lançamento de 'Chromatica'. Podcast comenta álbum faixa a faixa e analisa carreira. De 2006, quando assinava com o nome real e escrevia para outros artistas até o lançamento do álbum "Chromatica", Lady Gaga foi várias cantoras em uma. O retorno ao pop dançante mais frenético do final dos anos 2000 faz valer o uso do clichê "uma volta às origens". Ela convida Elton John, Ariana Grande e Blackpink em álbum sem sutilezas. Para relembrar a carreira da cantora americana, o G1 mostra no pdocast acima e nas ilustrações abaixo as diferentes facetas de Gaga. Relembre a carreira de Lady Gaga em 15 fases G1/Arte Lady Gaga sobre novo álbum: 'Estava com um quadro grave de depressão e a música me salvou'

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Ricky Martin lança EP que vai de Sting a Bad Bunny e diz que isolamento incentiva parcerias

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Cantor está isolado em Los Angeles com família, e diz que ficou nervoso na quarentena, mas resolveu ligar para outros músicos e tentar parcerias remotas: 'Todos toparam na hora'. Ricky Martin em foto de divulgação do EP 'Pausa' Divulgação "Eu não sabia o que ia acontecer, mas falei: 'Algo de bom tem que sair disso'. E comecei a ligar para os amigos". Assim nasceu "Pausa", EP de Ricky Martin cheio de colaborações, do veterano Sting à sensação Bad Bunny. O ex-Menudo de 48 anos está isolado em Los Angeles com a família. Ele consegue trabalhar de casa, mas, quando a pandemia começou, tinha canções não finalizadas e muita ansiedade. As conversas com colegas foram desabafos: "Queria saber se eles estavam bem e também contar para eles que eu estava nervoso," diz Ricky em entrevista por videoconferência a jornalistas brasileiros. Ele acabou descobrindo que o isolamento está deixando os colegas abertos a parcerias: "Todo mundo para quem eu liguei falou: 'Estou pronto para o que você quiser'". Sting até quis cantar em espanhol. Além de Sting ("Simple") e Bad Bunny com Residente ("Cántalo"), o EP tem o espanhol Diego el Cigala (""Quiéreme"), o portorriquenho Pedro Capó ("Cae de Una") e a mexicana Carla Morrison ("Recuerdo"). Como é o novo EP? "Pausa" tem um clima suave e faz parte de um duo de EPs, que será completo com "Play", mais agitado, ainda sem data certa. Os dois juntos formam o que seria o 11º disco de estúdio de Ricky. "Simple" tem vocalizações, ecos e um tom filosófico que é a cara de Sting. Mas tem o romantismo de sempre para o fã-clube em "Recuerdo". "Tiburones" é uma balada convencional com letra política. Ricky Martin canta com Bad Bunny durante o Grammy Latino 2019 REUTERS/Steve Marcus "Cae de Una" é uma espécie de soft-reggaeton. "Cántalo" é um pouco mais quente, com os inspirados Bad Bunny e Residente – é a única faixa que já estava pronta antes da quarentena. "Quiéreme" une flamenco e pop eletrônico – daria para chamar de ousada de Rosalía não existisse. No fim das contas, o EP tem mesmo cara de uma série de ligações para amigos que acalmam Ricky – e os ouvintes – de maneiras diferentes. Fica a dúvida se, para as músicas dançante, a química remota também acontece. Semana Pop: Com games online, artistas fazem apresentações para driblar o isolamento

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Nostalgia na quarentena: itens e hábitos do passado são resgatados durante isolamento

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Voltas do DVD, drive-in, reencontros de elenco de filmes e séries clássicos são destaques neste período e ajudam a superar o momento de distanciamento social. Nostalgia na quarentena: itens e hábitos do passado são resgatados durante isolamento Reprodução/Youtube- Jens Buttner/AFP – Divulgação/Leo Martins/Brazucah A quarentena tem revelado um desejo por hábitos, temas e itens do passado. Durante o isolamento, muitas pessoas estão querendo um pouco de nostalgia. Mercado e artistas estão atentos a isso. Ao longo do período de isolamento, passou a ser normal: Rever filmes clássicos em formato de DVD; Ouvir nas lives de quarentena as músicas de pagode que agitaram outras épocas; Se emocionar com encontros de elenco de filmes e séries que foram hits décadas atrás; Combinar aquele cineminha drive-in – seguindo as regras de distanciamento; Jogar virtualmente "Stop" ("Adedonha" ou "Adedanha" e outras variantes regionais) Sem falar na torcida pelas possibilidades futuras, como o pedido constante dos fãs para a antecipação da reunião de "Friends" e a gravação de lives de artistas compostas apenas com repertório de "antigas". A volta do DVD Locadora de DVDs Jens Buttner/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance/AFP/Arquivo A nostalgia da quarentena ressuscitou um hábito antigo: os filmes em DVD e Blu-ray. Produtoras e distribuidoras de cinema investem como podem no relançamento de grandes sucessos dos últimos anos para tentar salvar as contas negativas dos meses sem cinemas e estreias. Algumas empresas decidiram voltar a produzir ou intensificar os lançamentos em mídia física nos últimos três meses, quando começou o isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus. Mas existe um cuidado na seleção. Para um filme dar certo em DVD na era do streaming, ele precisa ter feito sucesso nos cinemas e ter fãs dedicados. A exemplo de "Parasita", vencedor do Oscar neste ano, que será lançado em DVD neste mês. Filmes de terror também têm feito sucesso no "novo" velho formato. No sentido horário: Raça Nega, Péricles, Alexandre Pires, Thiaguinho, Pixote e Sorriso Maroto, donos das lives de pagodes mais vistas até agora Reprodução Pagode em alta O clima da roda de samba, a memória afetiva das sucessos românticos, o molejo para lidar com a transmissão ao vivo: tudo isso fez o pagode se encaixar bem na nova paixão brasileira pelas lives. O ritmo surpreendeu e, das 20 lives individuais mais vistas que estão no ar, ele só perde para o sertanejo, deixando para trás funk, forró, pop e eletrônica. E o povo quer ouvir mesmo "as antigas". Em entrevista ao G1, Anderson, do Molejo, tem uma explicação excêntrica sobre o fenômeno: "Para o brasileiro, pagode é igual mortadela". Ele explica: a pessoa não vai sair por aí admitindo que ama, mas na hora H, é tudo o que ela quer. É como uma "confort food", alimento que conforta nas horas difíceis – uma quarentena, por exemplo. Cinemas drive-in Sucesso no passado, os cinemas drive-in deixaram de ser espaço para nostálgicos e passaram a ser aposta do entretenimento fora de casa em 2020, com o distanciamento social para conter o avanço da Covid-19. Drive-ins tradicionais já ativos antes da pandemia e novas iniciativas com plateias em carros querem atrair um público que quer mais do que ficar no sofá vendo lives, TV ou streaming. Aqui no Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília são algumas das localidades que já contam com o cinema nos carros. Em Madri, na Espanha, o clima de nostalgia foi duplicado nesta semana: o filme "Grease — Nos Tempos da Brilhantina" (1978) foi exibido em um cine drive-in. Reencontro de elencos Os reencontros nostálgicos de elencos durante a quarentena Um tipo específico de live da quarentena tem levado fãs à histeria no mundo todo. São reencontros de elencos de séries e filmes, que dão aquela nostalgia. Essas reuniões – com cada ator na sua casa, falando por ligação de vídeo – viraram mais um dos grandes filões da cultura, no confinamento causado pelo coronavírus. Já teve encontro com o elenco de "De volta para o futuro", "Um maluco no pedaço" e "Os goonies". Teve convocação do time do "The office" para celebrar, à distância, o casamento de dois fãs da série. E também aconteceu a reunião de uma banda… fictícia. É a The Wonders, a banda do filme de mesmo nome, de 1996. Foi a primeira reunião deles nesses 24 anos. Jogo clássico em versão virtual StopotS é uma das opções de jogos virtuais para se divertir com amigos Divulgação Versões digitais do clássico de escola "Stop" (ou "Adedonha", "Adedanha" e outras de suas variantes regionais) apresentaram um alto crescimento de popularidade no Brasil desde o início do isolamento. Em março, o game de celulares "Stop", exclusivo para aparelhos Android e iPhones, chegou ser o 3º gratuito mais baixado na loja da Apple e o 16º entre os do Google. Logo atrás está o também brasileiro "Stopots", que compartilhou a 3ª colocação entre os iPhones, mas não repetiu o sucesso do colega entre Androids e atingiu no máximo a 36ª colocação. "Nesse momento tão conturbado que a gente está vivendo, jogos como 'Stop' fazem a gente ter um pouco de distração, além de relembrar os tempos de criança. Traz uma nostalgia gostosa em meio a tanto caos", conta Paloma Oliveira, de 20 anos, adepta do jogo.

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Museu do Louvre anuncia data de reabertura e novas regras para visitação

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Museu voltará a abrir suas portas no próximo 6 de julho, seguindo parte das medidas de desconfinamento gradual na França. Museu do Louvre anuncia data de reabertura 139904/Creative Commons O museu do Louvre, em Paris, voltará a abrir suas portas no próximo 6 de julho, como parte das medidas de desconfinamento gradual na França, informou a instituição nesta sexta-feira (29). Os visitantes terão que reservar a visita com antecedência e deverão usar máscaras para andar pelo museu, informou o Louvre. O sistema de reservas online, que o museu já havia usado para exposições de grande sucesso, será aberto no dia 15 de junho. O Louvre está fechado desde 13 de março. "Ainda que tenhamos conseguido aproveitar os tesouros do Louvre por visitas virtuais, nada se compara com a emoção de encontrar cada obra de arte de forma real", explicou o diretor do museu, Jean-Luc Martinez. Initial plugin text Duas grandes exposições que tiveram que ser canceladas durante o período de confinamento foram remarcadas para o outono francês (último trimestre do ano): uma sobre a arquitetura italiana de Donatello para Michelangelo e outra do mestre renascentista alemão Albrecht Altdorfer. O Louvre afirma que por causa do fechamento e sua interação na internet e nas redes sociais agora é o museu mais seguido do mundo no Instagram, com mais de 4 milhões de seguidores. Outros museus e centros culturais que serão reabertos em breve na França são o Château de Versailles, em 6 de junho, o Musée d'Orsay, em 23 de junho, e o Centro Pompidou, em 1º de julho. França anuncia medidas que podem começar a dar fôlego para a economia do país

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Christo, artista plástico conhecido por ‘embrulhar’ monumentos, morre aos 84 anos

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Último projeto em preparação do artista, o envoltório do Arco do Triunfo na capital francesa, foi adiado devido à epidemia de coronavírus. Christo em frente ao projeto The London Mastaba, no Hyde Park, em Londres, London. Imagem feita em junho de 2018 REUTERS/Simon Dawson/Arquivo O artista plástico Christo, famoso por suas colossais criações baseadas em monumentos como a Pont Neuf, em Paris, ou o Reichstag, em Berlim, morreu neste domingo aos 84 anos, disseram seus colaboradores em sua conta oficial do Facebook. O artista, Christo Vladimirov Javacheff, "faleceu de causas naturais em 31 de maio de 2020 em sua casa em Nova York", de acordo com uma mensagem divulgada por seu escritório na rede social. Initial plugin text Christo formou com sua esposa, a criadora Jeanne-Claude, um dos casais mais mediáticos da arte contemporânea. Suas obras criadas in situ, precisavam de anos de concepção e milhões de dólares para serem realizadas, embora durassem apenas alguns dias. Inventor de um novo gênero artístico, "o tecido do espaço", Christo havia envolvido a famosa ponte Pont Neuf, em Paris (1985), e o Reichstag, em Berlim (1995), entre outras criações. "Christo viveu sua vida plenamente, não apenas imaginando o que parecia impossível, mas percebendo. O trabalho de Christo e Jeanne-Claude reuniu pessoas com experiências compartilhadas de todo o mundo, e seu trabalho é perpetuado em nossos corações e nossas memórias", escreveram seus colaboradores na mensagem. Nascido em 13 de junho de 1935 em Gabrovo, na Bulgária, Christo fugiu em 1956 em um trem de mercadorias do regime comunista e do realismo soviético ensinado na Faculdade de Belas Artes de Sofia. Em 1958, conheceu sua esposa francesa, Jeanne-Claude Denat de Guillebon, que morreu em 2009 em Paris. Christo decidiu se estabelecer em Nova York e obteve a cidadania americana. Seu último projeto em preparação, o envoltório do Arco do Triunfo na capital francesa, anunciado como um dos eventos mais espetaculares do outono, teve que ser adiado por um ano devido à epidemia de coronavírus.

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Indústria musical nos EUA planeja dia de silêncio após morte de George Floyd

segunda-feira, 01 junho 2020 por Administrador

Gravadoras e artistas vão interromper atividades comerciais na terça-feira (2) em solidariedade aos protestos antirracistas. Mick Jagger diz: 'É de partir o coração ver os EUA se despedaçarem de novo'. Mick Jagger posa para fotos no tapete vermelho do filme "The Burnt Orange Heresy" REUTERS/Piroschka van de Wouw A indústria musical dos EUA planeja fazer nesta terça-feira (2) um dia de silêncio em solidariedade aos protestos pela morte de George Floyd. Após a divulgação de um vídeo que mostra um homem negro sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço, em Minneapolis, nos Estados Unidos, uma onda de protestos começou no país em 25 de maio. . Entenda os protestos nos EUA após a morte do ex-segurança negro George Floyd Nesta segunda-feira (1), várias gravadoras e artistas se comprometeram a se abster de qualquer atividade comercial na terça-feira (2), com o objetivo de "se desconectar do trabalho e se reconectar com a nossa comunidade". Mick Jagger foi um dos músicos que aderiu à campanha. "É de partir o coração ver os EUA se despedaçarem de novo por questões raciais. Amanhã vou ficar com meus colegas artistas e entrar no "blackout de terça" para combater a discriminação racial e a injustiça social. Eu rezo para que depois desse dia nós possamos superar esse ódio e divisão e começar a curar a dor e o sofrimento que todo mundo está sentindo no país. Nós devemos isso às futuras gerações", escreveu Mick Jagger. Initial plugin text A hashtag "The Show Must Be Paused (O show deve ser pausado)" foi compartilhada nas redes sociais para mostrar adesão à campanha. "Devido aos recentes acontecimentos, junte-se a nós enquanto damos um passo para uma atitude urgente para gerar a responsabilidade e a mudança. Como guardiões da cultura, é nossa responsabilidade não apenas nos unirmos para comemorarmos as vitórias, mas também nos abraçarmos durante as perdas", dizia uma postagem amplamente compartilhada. Manifestantes protestam contra morte de George Floyd pelo 5º dia seguido nos EUA O músico Tim Burgess, da banda The Charlatans, foi um dos que aderiu a campanha adiou a festa de audição musical que faria na terça-feira. "Temos que ouvir mais e tirar um tempo para pensar". O grupo Now United também aderiu ao movimento e alterou o header de sua página no YouTube para a hashtag da campanha. Gravadoras como a Shady Records, Columbia Records, Atlantic Records, Capitol Music Group, Elektra Music Group, entre outras, também já demonstraram apoio a campanha. Initial plugin text Initial plugin text Neste final de semana, Ariana Grande, Paris Jackson, Jamie Foxx, Anna Kendrick, Halsey, Lauren Jaregui, Kali Uchis, John Cusack, Swae Lee e outros artistas, postaram fotos enquanto participavam dos protestos antirracistas que aconteceram nos EUA após a morte de George Floyd. Alguns artistas, como Beyoncé, Oprah Winfrey, Rihanna, Taylor Swift, Lady Gaga, também compartilharam nas redes sociais alguns textos em homenagem ao ex-segurança, além de condenarem o racismo nos EUA.

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COM MUITO ROCK, BANDO DO VELHO JACK ENCERRA PROGRAMAÇÃO DE MAIO DO #SESCEMCASA

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Nesta sexta-feira, 29, o #SescEmCasa leva ao público todo o rock sul-mato-grossense de O Bando do Velho Jack, iniciando a LIVE às 19 horas. A transmissão será no canal no Youtube Sesc Mato Grosso do Sul – youtube/sescmatogrossodosul.

“Neste momento de pandemia, o Sesc por meio do Programa Mesa Brasil, está com o desafio que de ajudar as famílias que estavam em situação de vulnerabilidade social antes do Coronavírus e as pessoas que perderam sua renda por conta da pandemia. Estamos num momento muito crítico, e por este motivo, precisamos da ajuda de todos que de alguma forma podem ajudar. Vamos fazer com que essas doações cheguem a quem realmente precisa”, convida a diretora regional do Sesc MS, Regina Ferro.

“Ficamos muito felizes de sermos convidados a participar deste projeto, como os outros do Sesc, bem embasado e estruturado. Especialmente pela oportunidade de dar uma força para tanta gente que está passando por uma fase difícil, em vários segmentos. Se olharmos, por exemplo, para a classe artística, são pessoas que estão no mercado informal e não conseguem levar renda para casa. Vamos esperar que essa fase nos desperte essa consciência de olhar para quem já passa naturalmente por dificuldades e que possamos melhorar como seres humanos”, diz Rodrigo Tozzette, vocalista do Bando do Velho Jack.

Além de alimentos, também são recebidas doações de álcool em gel, máscaras, protetores faciais, óculos de segurança e valores em dinheiro, que serão convertidos em alimentos e EPIs para as instituições cadastradas no Programa Mesa Brasil Sesc.

As doações seguem por meio do site https://doacoes.sescms.com.br/

Sobre o Mesa Brasil Sesc – O Mesa Brasil Sesc, desde 1994, contribui para mudar o cenário da fome no país. O programa de segurança alimentar e combate ao desperdício busca onde sobra e entrega onde falta, conectando quem quer ajudar com quem precisa ser ajudado. Em Mato Grosso do Sul, em 2019, reuniu mais de 1.340 toneladas de alimentos, 5.575 itens de vestuário e 3.738 produtos de limpeza e higiene pessoal, entregues em 131 entidades cadastradas, beneficiando mais de 300 mil pessoas.

Serviço – Mais informações no site http://sesc.ms/mesa-brasil

Fonte: Infinito Assessoria

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Kevin O Chris recorre a solos de guitarra para conquistar ouvinte no single ‘Pode jogar’

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

♪ Kevin O Chris vem evidenciando, em singles recentes, os toques de instrumentos pouco ou nada associados ao batidão do funk carioca. Em 24 de abril, o cantor e compositor fluminense lançou o single Maneirinha com música gravada com proeminente toque de baixo no arranjo. Em Pode jogar, inédito single autoral que Kevin arremessa na rede nesta quinta-feira, 28 de maio, a diferença reside nos dois solos de guitarra do músico LA Rock na gravação que totaliza menos de dois minutos. Contudo, o que salta mais aos ouvidos e aos olhos em Pode jogar – no caso do clipe filmado no litoral do estado do Rio de Janeiro, sob direção de Gabriel Teixeira, e lançado simultaneamente com o single editado pela gravadora Som Livre – é a objetificação do corpo feminino. Nesse sentido, o single Pode jogar se alinha com o anterior Maneirinha. Ambas as composições ostentam versos escritos no tom erótico e machista dos funks que retratam a mulher como mero objeto sexual. Espera-se que no próximo single – programado por Kevin O Chris para ser lançado em junho, tendo como gancho o Dia dos Namorados – o funkeiro modere o tom. Até porque solos de guitarra não vão conquistar quem luta pela valorização da mulher na sociedade e, mais especificamente, no mundo funk.

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Cinema drive-in de Madri faz estreia com ‘Grease: Nos tempos da brilhantina’

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Enquanto cinemas convencionais permanecem fechados, sessões em drive-in viram opção; veja fotos. Cinema em Madri exibe 'Grease' em drive-in Gabriel Bouys / AFP Um cinema drive-in na capital espanhola lançou sua temporada de verão pós-isolamento na quarta-feira com uma sessão de escapismo na forma do musical "Grease: Nos Tempos da Brilhantina", de 1978. Leia mais: Cinemas drive-in se multiplicam no Brasil e viram opção no distanciamento social Os cinemas convencionais e a maioria das outras formas de entretenimento permanecem fechados, enquanto a Espanha, um dos países mais atingidos pelo coronavírus no mundo, suspende gradualmente as restrições. Cinema em Madri exibe 'Grease' em drive-in Gabriel Bouys / AFP Mas o Autocine Race drive-in, onde os espectadores ficam acomodados com segurança em seus carros, recebeu luz verde para reabrir. "Os cinemas drive-in foram feitos sob medida para esse tipo de vírus", disse à Reuters a co-fundadora Cristina Portas. Mesmo assim, o cinema reduziu a capacidade para 100 carros e introduziu medidas de distanciamento social. Cinema em Madri exibe 'Grease' em drive-in Gabriel Bouys / AFP "Entregamos comida no carro para que você não precise sair do veículo", afirmou Cristina. Os cinemas drive-in estão tendo um renascimento em outras partes do mundo, à medida que a indústria do lazer descobre como lidar com as restrições da pandemia. Cinema de Madri exibe 'Grease' Gabriel Bouys / AFP Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus

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