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‘Borderlands’: Cate Blanchett vai estrelar filme que adapta o game

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Atriz vai interpretar a protagonista Lilith na produção dirigida por Eli Roth. Cate Blanchett no Bafta, em 2018 REUTERS/Mario Anzuoni Cate Blanchett ("Thor: Ragnarok") vai estrelar a adaptação do game "Borderlands" para os cinemas. A escalação da atriz no filme foi confirmada nesta quinta-feira (28). Segundo o site da revista "Variety", Blanchett vai interpretar a protagonista Lilith, uma famosa ladra com habilidades mágicas. Com isso, ela se encontra mais uma vez com o diretor Eli Roth ("O albergue"), com quem trabalhou em "O mistério do relógio na parede" (2018). A série de jogos, que teve início em 2009 e que já tem quatro games lançados, conta a história de um planeta colonizado pela humanidade, onde cofres deixados por uma civilização alienígena atrai a atenção de corporações e de mercenários. O jogo mais recente, "Borderlands 3", foi lançado em 2019. Veja o trailer do game abaixo. Assista ao trailer do game 'Borderlands 3'

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Músicos ingleses em isolamento lutam por melhor distribuição de lucros do streaming

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Artistas dizem que milhares de audições rendem alguns centavos. Grupos como Hot Chip, populares na Europa, relatam situação difícil. Empresas de streaming dizem ajudar como podem. Hot Chip se apresenta no Popload Festival 2019 Fábio Tito/G1 As proibições de apresentações ao vivo deixaram muitos músicos britânicos no limiar da pobreza, o que incentivou uma campanha para que eles obtivessem uma parcela maior dos lucros do streaming de suas músicas online. "Estou sendo contatado por muitos artistas jovens que têm milhões de transmissões de 200 mil ouvintes mensais e não ganham um salário mínimo", disse à Reuters o músico Tom Gray, da banda indie inglesa Gomez. Gray lançou a campanha Broken Record para pressionar a indústria a fazer mais pelos músicos. Mesmo com a banda Gomez acumulando milhões de reproduções no Spotify, isso representa "alguns centavos" de receita para Gray. Isso ocorre porque o dinheiro pago pelos consumidores pelas principais plataformas de streaming de música entra em um pote central que é distribuído aos artistas de acordo com a participação de mercado. Então, se alguém pagar mensalmente a assinatura do Spotify e ouvir apenas músicas da banda Gomez, seu dinheiro ainda chegará aos principais artistas do mundo e suas gravadoras. As empresas de streaming dizem que estão fazendo o possível para ajudar os artistas durante a pandemia. O Spotify comprometeu-se a equiparar doações para instituições de caridade até um total de 10 milhões de dólares e a Apple Music lançou um fundo de 50 milhões de dólares para gravadoras e distribuidores independentes. Mas muitos músicos passam por dificuldades, fora de programas de apoio estatal durante o isolamento porque sua renda é irregular. Uma pesquisa do sindicato de músicos no início deste mês indicou que 38% deles não está apto a receber ajuda do governo. "Eu sei como isso já está difícil para muitas pessoas, e posso ver como vai ficar terrivelmente pior", diz Grey, cuja campanha é apoiada por Boy George, John Grant e The Shins. Hot Chip, grupo popular de indie electro, planejava uma turnê global em 2020. Agora, os músicos e seus nove membros da equipe perderam a maior parte da renda, mesmo que milhões de pessoas ouçam suas músicas online todo mês – uma base de fãs que colocaria o Hot Chip deitado em um "berço de ouro" décadas atrás. "A gente não sabe quando o próximo dinheiro vai aparecer, de verdade", diz Al Doyle, do Hot Chip. Apesar de uma provável queda de 25% na receita mundial de música neste ano por causa da pandemia, o setor deve dobrar de valor até 2030, mostrou uma pesquisa do Goldman Sachs publicada este mês. Mas muitos artistas têm dúvidas sobre seu futuro. "Se o coronavírus continuar assim durante todo o verão, realmente parecerá que minha vida na música foi dizimada", disse Theo Bard, compositor que esperava promover um álbum que seria lançado no verão do hemisfério norte.

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‘Sonic – O filme’ vai ganhar continuação

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Adaptação de games do ouriço foi bem-recebida pela crítica em seu lançamento nos cinemas em fevereiro. Cena de 'Sonic – O filme' Divulgação "Sonic – O filme" vai ganhar uma continuação. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira (28) pelos estúdios Paramount pela desenvolvedora dos games do ouriço, a Sega. Segundo o site da revista "Variety", a sequência vai contar novamente com a direção de Jeff Fowler e roteiro de Pat Casey e Josh Miller. Ainda nos estágios iniciais de desenvolvimento, o novo filme não tem previsão de estreia nem novidades sobre o elenco. Lançado em fevereiro, a primeira adaptação da série de games foi bem-recebida pela crítica, e arrecadou mais de US$ 306 milhões ao redor do mundo. Assista ao trailer de 'Sonic – O Filme'

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MV Bill aceita celebrar união de fã que foi pedida em casamento durante show em Sorocaba

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Rapper postou pedido curioso da fã em suas redes sociais: ‘Claro que aceito’, escreveu. MV Bill Carlo Locatelli / Divulgação O rapper MV Bill postou um pedido curioso feito por uma fã de Sorocaba (SP) em suas redes sociais, nesta quinta-feira (28): celebrar o casamento dela com o noivo, que pediu sua mão durante um show do cantor na cidade. E ele disse sim. No post publicado em sua conta no Twitter, o rapper colocou um print em que a mulher conta que o noivo a pediu em casamento durante a música “Marginal Menestrel”, e fala que assim que “tudo se estabilizar”, quer que o artista celebre seu casamento, já que o futuro esposo é evangélico e ela é umbandista. Rapper postou convite para celebrar casamento de fã em Sorocaba Reprodução/Twitter “Não queremos pastor, será algo em uma chácara bem simples…Queremos você MV fazendo nossa cerimônia. Imagine que honra seria para nós”, pediu a fã. MV Bill tem mais de 246 mil seguidores no Twitter. Até o momento, o post teve mais de 25 mil curtidas e foi compartilhado mais de 1.300 vezes. Veja mais notícias da região no G1 Sorocaba e Jundiaí

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Discos para descobrir em casa – ‘Pelo sabor do gesto’, Zélia Duncan, 2009

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Pelo sabor do gesto', de Zélia Duncan Emmanuelle Bernard ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Pelo sabor do gesto, Zélia Duncan, 2009 ♪ Em 2009, ao lançar o oitavo álbum de estúdio, Pelo sabor do gesto, Zélia Duncan já tinha efetivamente se transformado na cantora e compositora interessante e plural que imaginara ter sido oito anos antes ao extrapolar a fórmula pop folk de discos como Intimidade (1996) para ampliar o universo musical em álbum sintomaticamente intitulado Sortimento (2001). Neste álbum de 2001, impulsionado pelo sucesso da música Alma, improvável parceria de Pepeu Gomes com Arnaldo Antunes, o cancioneiro autoral da artista fluminense pareceu estar próximo de ponto de exaustão. Talvez ciente desse indício de exaustão autoral, Zélia virou o disco no álbum Eu me transformo em outras (2004), registro de estúdio de show de 2003 em que, se exercitando como intérprete de voz grave e timbre similar ao da parceira antecessora Lucina, a cantora abordou luxuoso repertório que priorizou sambas da música brasileira da fase pré-Bossa Nova. Cultuado, o show rodou o Brasil, gerou DVD em 2005 e ajudou Zélia a abrir o leque estilístico com mais propriedade ao retomar a obra autoral no álbum Pré-pós-tudo-bossa-band, também lançado em 2005. Apresentado após quatro anos, com elegante produção musical dividida entre John Ulhoa e Beto Villares, o álbum Pelo sabor do gesto flagrou a cantora e compositora de volta ao pop, mas envolta em inédita aura de delicadeza condizente com a capa criada por Brígida Baltar com foto de Emmanuelle Bernard. Álbum afetuoso, Pelo sabor do gesto foi disco pautado por sensibilidade que seria bisada por Zélia uma década depois no álbum Tudo é um (2019), marco da volta da artista ao pop folk que lhe dera projeção nacional com o coeso álbum de 1994 intitulado Zélia Duncan, mas que já sinalizara certo desgaste no já mencionado disco posterior Intimidade (1996) e em Acesso (1998). Ao longo de 14 faixas, o álbum Pelo sabor do gesto exalou frescor, mas, ao mesmo tempo, reiterou aptidões da discografia da artista, como os apegos aos cancioneiros de Itamar Assumpção (1949 – 2003) e Rita Lee, de quem Zélia virou parceira em 2000. Seguidores atentos da cantora associaram a bem-sacada lembrança do soft rock Ambição (1977) – música de Rita gravada pela autora para a trilha sonora da novela O astro (TV Globo, 1977 / 1978) – ao registro do rock Pirataria (Rita Lee e Lee Marcucci, 1975) feito por Zélia 19 anos antes, quando ela ainda assinada Zélia Cristina, no titubeante primeiro álbum, Outra luz, lançado em 1990. De Itamar, cuja obra vanguardista seria abordada pela cantora no antológico álbum Tudo esclarecido (2012) sem a aura de maldição atribuída ao cancioneiro do compositor paulistano, Zélia apresentou a então inédita Duas namoradas, parceria de Itamar com Alice Ruiz. Sim, Zélia Duncan se enamorou de música e poesia em Pelo sabor do gesto, disco cheio de som e amor. Sugestão do DJ Zé Pedro para o repertório do álbum, assim como a mencionada regravação de Ambição (Rita Lee, 1977), a canção Os dentes brancos do mundo soou como boa nova dos irmãos Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle para quem desconhecia as gravações lançadas em 1969 pelas cantoras Claudette Soares e Evinha – e pelo próprio Marcos Valle. Como Zélia revelou nos agradecimentos feitos na contracapa interna da edição em CD do álbum, Zé Pedro também foi o responsável por apresentar o cultuado filme francês Canções de amor (2007) à artista. Escritas pela própria Zélia, duas versões em português de canções compostas em francês por Alex Beaupain para a trilha sonora desse filme valorizaram o disco. Zélia escreveu as letras em português, contatou o autor pela internet e obteve o aval entusiasmado de Alex Beaupain com as consequentes autorizações para as gravações das duas versões. De bonnes raisons virou Boas razões e apareceu na abertura do álbum em gravação feita por Zélia com a participação de Fernanda Takai, parceira do produtor John Ulhoa na música e na vida. Já As-tu déjà aimé? se transformou na música-título Pelo sabor do gesto, exemplo da refinada sensibilidade de repertório embebido em doçura. A meiguice de Tudo sobre você – parceria de Zélia com John Ulhoa – foi acentuada pela perfeição pop de canção acertadamente escolhida para ser o primeiro single do álbum editado pela gravadora Universal Music. A propósito, muito do brilho do disco Pelo sabor do gesto veio das melodias dos parceiros de Zélia, compositora que tende a ser letrista, mas que, no disco, inverteu os papéis habituais com Zeca Baleiro na criação da balada Se um dia me quiseres. Se Marcelo Jeneci exibiu a habitual maestria na criação da melodia de Todos os verbos, Paulinho Moska se afinou com o espírito terno do álbum ao compor Sinto encanto com Zélia Duncan em mais um acerto de parceria que, em 2020, gerou show ainda inédito que será apresentado em turnê pelo Brasil após a reabertura das agendas do universo pop brasileiro. Contemporâneo de Moska, Chico César também se fez presente no álbum Pelo sabor do gesto como parceiro (estreante) e convidado de Zélia em Esporte fino confortável, funk sobre a amizade. No disco, Zélia também abriu parceria com Edu Tedeschi, melodista de Aberto e de Nem tudo. Composição valorizada pelo inventivo arranjo orquestrado por Beto Villares com evocações do universo da música erudita, Se eu fosse – segunda das duas únicas parcerias de Zélia com Dante Ozzetti – exemplificou o alto nível poético das letras do disco Pelo sabor do gesto. Sucesso indie do cancioneiro do cantor e compositor gaúcho Nei Lisboa, Telhados de Paris (1988) manteve esse nível ao mesmo tempo em que reiterou a habilidade de Zélia para pescar pérolas fora do baú da obviedade. Com 30 anos de carreira fonográfica completados em 2020, Zélia Duncan lançou o primeiro álbum no mesmo ano de 1990 em que Adriana Calcanhotto e Cássia Eller (1962 – 2001) debutaram em disco – as três no embalo da abertura do mercado fonográfico para cantoras após a explosão nacional de Marisa Monte em 1989. Nascida em Niterói (RJ) em outubro de 1964, Zélia Cristina Duncan Gonçalves Moreira nunca alcançou o status e o prestígio de Calcanhotto, de Cássia e de Marisa, talvez por se misturar com todos sem pré-conceitos e sem a aura cool alimentada pelas colegas, mas a discografia da artista fluminense também veio se provando relevante ao longo desses 30 anos. Dentro dessa obra, o álbum Pelo sabor do gesto, recebido com elogios mas sem o entusiasmo a que fazia jus ao ser lançado em 2009, ainda soa especialmente sedutor e merece ser descoberto por ostentar o poder do afeto em série de canções delicadas que mantiveram o encanto. Até porque, como sentenciou a própria Zélia Duncan nos últimos versos de Nem tudo, última música do disco, “Nem tudo que acaba aqui / Deixa de ser infinito”.

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Lives de hoje: Felipe Araújo, Daniela Mercury, Filipe Ret e mais shows para ver em casa

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Nesta sexta-feira (29), também tem Rosa de Saron, Karina Buhr e festival com Xamã, Delacruz e outros rappers. Felipe Araújo, Daniela Mercury e Filipe Ret fazem lives nesta sexta (29) Divulgação, Divulgação/CeliaSantos Daniela Mercury, Felipe Araújo e Karina Buhr estão entre os artistas com lives nesta sexta-feira (29). Filipe Ret, Xamã, Delacruz e outros rappers também vão participar do Festival Pineapple Rap Contra a Fome. AGENDA DA SEMANA: Alexandre Pires, Michel Teló e Skank tocam neste final de semana Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja lives por dia e onde assistir: Sienna – 17h – Link Filipe Ret, Delacruz, Xamã e outros rappers (Festival Rap Contra a Fome) – 18h – Link Eric Land – 19h – Link Maurício Pereira (Em Casa com Sesc) – 19h – Link Tierry – 19h – Link Felipe Araújo – 20h – Link Rosa de Saron – 20h – Link Daniela Mercury – 20h (Multishow) – Link Karina Buhr e Max B.O (Cultura em Casa) – 21h30 – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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‘Chromatica’ tem Lady Gaga em volta às origens com letras diretas e eurodance escapista; G1 Ouviu

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

No sexto álbum da carreira, cantora americana retorna ao pop eletrônico mais frenético do final dos anos 2000. Ela convida Elton John, Ariana Grande e Blackpink em álbum sem sutilezas. Dá para resumir o segundo álbum de Lady Gaga, "Born this way", e este recém-lançado "Chromatica" do mesmo jeito: "É feito por uma fã de música eletrônica que canta letras às vezes escapistas e outras vezes com mensagens importantes, mas sempre diretas. Na parte musical, não tem meio-termo, é um eurodance sem sutilezas". O retorno ao pop mais frenético do final dos anos 2000 faz valer o uso do clichê "uma volta às origens". Gaga disse que queria fazer um álbum para trazer alegria para quem curte música pop. Queria uma trilha para se esquecer dos problemas. Como se fosse possível. Mas ela tenta. Nesta missão, Gaga tem auxílio de dois DJs (Axwell e Skrillex) e de mais seis produtores. Mas quem comanda a produção mesmo é um cara chamado Michael Tucker, um americano de 29 anos que usa o codinome BloodPop. Ele produziu cinco músicas do "Purpose" de Justin Bieber e outras cinco do "Rebel Heart" de Madonna. Também ajudou Gaga a criar "Joanne", álbum anterior dela, de 2016. BloodPop estava com Gaga quando ela quis fazer um som mais orgânico, passando pelo country e pelo soul. E volta a ser convocado agora, em uma proposta quase oposta. E, acredite, a parceria fluiu bem nas duas vezes. Leia o faixa a faixa comentado de 'Chromatica', da Lady Gaga. A capa do álbum 'Chromatica', de Lady Gaga Divulgação 'Chromatica I' É a primeira das três faixa que dão nome ao disco. Assim como "Chromatica II" e "Chromatica III", é instrumental, meio cinematográfica, bem no estilo vinhetinha estilosa mesmo. 'Alice' Letra e título fazem menção a "Alice no País das Maravilhas". "Meu nome não é Alice, mas eu ainda procuro a terra das maravilhas", canta Gaga. Tem um crescendo bem feito no arranjo, os beats somem e voltam. Talvez seja a mais inspirada na eurodance anos 90, ou a popular "música para malhar". Tudo certo. Você fica meio suado só de ouvir. 'Stupid Love' É a mais pop de fórmula, com a estrutura mais pensada, essa alternância que gruda. Primeiro vem o vocal, depois o vocal hiper modificado. Uma estética que é a cara de Max Martin. Esse produtor sueco ajudou a inventar o som de Britney Spears, Backstreet Boys, Kelly Clarkson, Pink… Essa ideia de ação e reação, em looping, faz "Stupid Love" colar bem. É a única que ele compõe e produz com Gaga e também a única com uma estrutura mais simples, um arranjo mais melódico, menos fritado. 'Rain On Me' Tem a voz e o talento de Ariana Grande. E é uma voz mais suave, numa performance sempre menos exagerada do que a da Gaga. Por isso, as duas combinam. É aquele morde e assopra básico. Tirando "Stupid Love", talvez seja a mais assobiável. Lady Gaga canta com Ariana Grande em 'Rain on Me' Divulgação/Universal 'Free Woman' Parece que vai ser mais cadenciada, mas estoura e vira uma massaroca eletrônica. O maior destaque fica por conta da letra. Ela tem a ver com o abuso sexual que ela sofreu de um produtor, quando tinha 19 anos. É ótimo ouvir Gaga cantando que se curou, que buscou ser uma mulher livre com ajuda da música e da dança. 'Fun Tonight' Essa é uma das mais importantes do álbum. É como se fosse o editorial de "Chromatica": ela parece se perguntar, de forma melancólica, se vale a pensa ficar dançando com tanto para se preocupar. Gaga fala de si mesma falando de todo mundo: às vezes é difícil usar o poder das batidas para se distrair. Musicalmente, é bem teatral. Todo esse drama da letra aparece no arranjo. Música honesta. '911' É uma das melhores do álbum, não só pelo arranjo, com uma simpática Lady Gaga robô cantando, mas também pela sonoridade retrô pseudo-futurista que sempre tem seu charme. Gaga canta sobre um pedido de socorro e fala sobre a vontade de querer ficar sóbria. As letras dela sempre foram diretas, sem inventar muito. Então, não deveria incomodar um verso do tipo “Eu sou minha maior inimiga, liga logo pro 911”. É o estilo dela. Se você não gosta, não é agora que vai passar a gostar. 'Plastic Doll' "Plastic Doll" é a única música que tem Skrillex entre os produtores. O DJ americano, nome que surgiu com o sucesso do dubstep, reinventou a carreira do Justin Bieber. Agora, é um dos que assina a melhor faixa de "Chromatica". É melódica, exagerada, é Lady Gaga raiz. E é boa demais. A letra é sobre objetificação da mulher. 'Sour Candy' Com participação do grupo feminino de K-pop Blackpink, Lady Gaga faz um aceno para o pop coreano. É mais uma conquista do estilo, que está em todo lugar e agora também aparece no álbum da Lady Gaga. Alguns "haters" correram para dizer que o arranjo é copiado de "Swish Swish", da Katy Perry. Mas uma comparação mais atenta mostra que isso se trata de um exagero. A letra, por sua vez, é empoderada e divertida. Elas falam que são azedinhas e doces mesmo. E não vão mudar isso. 'Enigma' Foi uma das primeiras músicas escritas para este disco, e é um electro pop bem convencional, com o vocal característico de Gaga. “Enigma” também é o nome do show que ela apresentou em Las Vegas, entre 2018 e 2020. 'Replay' Depois da leveza da música anterior, na letra e no arranjo, a Gaga volta ao eurodance mais fritado e a uma letra mais pesada. São imagens bem fortes: as cicatrizes da mente em um replay infinito, os monstros internos torturando ela. Tudo é gritado, como se ela tivesse cuspindo. 'Sine from Above' Tem a presença de Elton John, que virou um amigo e mentor de Gaga. Ela vem dizendo que o cantor britânico deu muita força nos últimos anos, quando ela teve problemas de saúde mental. Essa é do grupo das mais teatrais. Eles cantam separado, cantam intercalando, cantam juntos, as batidas vêm e vão. É tudo bem exagerado. Inclusive a letra, sobre ser curado por um sinal que vem do céu. '1000 Doves' Um ouvinte mais exigente pode pensar que esse final de álbum piora um pouco, perde um pouco o rumo. Ou encontra um rumo mais mítico, com Gaga se salvando amparada por imagens impressionantes. Depois do sinal, do chamado, ela canta sobre mil pombas. Ou seja, ela parece encontrar muita paz… 'Babylon' O álbum termina com um climinha "começo da carreira". Parece música de desfile de moda dos anos 90, ou de dança vogue. Assim como o resto do disco, é super poperô academia. E hiperbólico. Tem o pop sussurrado, sutil, muito ouvido nas paradas, e tem o pop "Chromatica", de sutileza zero. Aos sussurros ou aos berros, você vai estar dançando. Relembre a carreira de Lady Gaga em 15 fases G1/Arte

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Gusttavo Lima representa o Brasil no elenco latino-americano de álbum de duetos de Kany García

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Cantora e compositora porto-riquenha é autora de sucessos em espanhol de Roberto Carlos. Gusttavo Lima e Kany García fazem dueto na canção 'Que pasen los dias', incluída no disco 'Mesa para dos' Divulgação / Sony Music ♪ Gusttavo Lima é o único representante do Brasil no elenco latino-americano do álbum de duetos Mesa para dos, lançado na quinta-feira, 28 de maio, por Kany García, cantora e compositora porto-riquenha em evidência no mercado latino de música hispânica. Que pasen los dias é o nome da composição em espanhol que junta o cantor sertanejo com a artista latina, em articulação intercontinental da gravadora Sony Music. Gusttavo Lima interpreta em espanhol essa apaixonada canção de Kany. Cabe lembrar que o nome de Kany García começou a circular no universo pop brasileiro em 2016, ano em que Roberto Carlos gravou com Jennifer Lopez música inédita, Chegaste, de autoria de Kany, espécie de hitmaker do mercado fonográfico hispânico. Lançada em dezembro de 2016, a gravação de Roberto Carlos e Jennifer Lopez foi o primeiro single do álbum em espanhol, Sin límite, lançado pelo cantor em 2018 com outra música de Kany García, Esa mujer, no repertório – no caso, gravada por Roberto em dueto com o astro espanhol Alejandro Sanz.

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Webcrentes do TikTok: Quem são os jovens cristãos que fazem sucesso com pregações divertidas

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Tendência no app ganhou força na quarentena. Seminarista virou meme com reinterpretação da ressurreição de Jesus, mas rede também tem padre, 'gótica cristã' e 'otaku gospel'; veja vídeos. Veja vídeos que brincam com temas religiosos no TikTok A passagem bíblica que narra a ressurreição de Cristo só precisou de uma reinterpretação carismática e uma trilha remixada de Billie Eilish e Khalid para viralizar na internet. Postado no TikTok pelo seminarista René Gomez, o vídeo revelou à web o mundo de publicações cristãs, que têm conquistado mais seguidores na rede social (assista a algumas delas no vídeo acima). Na esteira de recordes batidos pela religião na internet durante a quarentena, o segmento também ganhou força no TikTok, segundo os responsáveis por algumas das maiores contas religiosas ouvidos pelo G1 – a empresa não divulga números. A rede social, vista por muitos adultos como coisa da geração Z, viu seu público e conteúdo se diversificarem durante o confinamento causado pelo coronavírus. Mexicano, René faz parte da Congregação dos Legionários de Cristo e trabalha em uma organização católica de adolescentes no Brasil, onde mora há menos de um ano. Após a suspensão dos encontros do grupo por causa da pandemia, ele decidiu usar o TikTok para manter os jovens fiés engajados, postando desafios e vídeos engraçados, sempre relacionados à religião. “Percebi que existe um mercado lá para o conteúdo religioso. Os adolescentes têm uma sede grande de espiritualidade, de conteúdos de formação católica, de valores e virtudes”, diz. TikTok consciente: brasileiros subvertem app 'Na raba toma tapão' vai do TikTok ao topo das paradas Menos de dois meses depois de se tornar mais ativo na rede, o seminarista acumula mais de 165 mil seguidores e 2 milhões de curtidas. Seu público, ele diz, é formado principalmente por jovens de 13 a 16 anos, nem todos católicos. “Tento falar para todos. Acredito que o mundo precisa aprender a dialogar e escutar as diferentes opiniões.” 'Gótica cristã', 'otaku gospel' Em seus vídeos, René prega a tolerância entre religiões. Ele costuma interagir com “tiktokers” de outras crenças. Evy posta vídeos religiosos com maquiagem gótica no TikTok Reprodução/TikTok Uma delas é Evy, 22, evangélica com 26 mil seguidores. Com maquiagem gótica, ela interpreta um diálogo com o pecado em um de seus vídeos. Ele lança a tentação: “Posso fazer você se sentir viva”. Ela responde: “Eu sei! Mas preciso de você para sobreviver?”. Depois, com um edredom em volta da cabeça, Evy atua como Deus zombando do mal. Para popularizar suas publicações, ela usa hashtags como “#webcrente” e “#christiangoth” (“gótica cristã”, em inglês). “Esse público [do TikTok] é mais aberto, predominantemente jovem. É um público que gosta mais de falar do amor de Jesus do que de apontar o dedo para as pessoas”, avalia. Filha de pastor, ela diz que, nas igrejas, há quem rejeite esse tipo de abordagem – mais leve – da religião. “Muitos amigos meus, que também usam o TikTok, reclamam que, na igreja deles, falam que eles não estão mais servindo a Deus.” O padre Luiz Claudio Braga, que também usa a rede social para publicar vídeos divertidos, conta que a Igreja Católica também vê com receio algumas brincadeiras envolvendo a religião. Padre Luiz Claudio Braga, que usa o TikTok para se comunicar com os fiéis Reprodução/TikTok “É tênue a linha que divide o bom humor e a ridicularização. O que os padres pregam é que não haja uma ridicularização. A igreja zela pela imagem da instituição”, explica. “Mas também existe uma corrente de leigos, mais conservadora, que não vê com bons olhos um padre na internet. Isso não vem dos bispos. Hoje a igreja sabe que precisa da tecnologia para se comunicar.” Há ainda, no TikTok, quem mescle o conteúdo religioso com outros nichos. Esther Manilha (a “otaku gospel”, com quase 26 mil seguidores) fala de Deus e animes, como na série de vídeos “Momentos que refleti na minha vida com Deus vendo Naruto”. Esther Manilha mescla conteúdo religioso com vídeos sobre animes Reprodução/TikTok Luna (233 mil seguidores) faz sucesso com covers de músicas religiosas, temas de desenhos animados e outros. Renner Aguiar (78 mil seguidores) cria memes com humor cristão, como em sua série de “palavrões gospel” (“Vá tomar na Santa Ceia!” e outros). O último, aos 20 anos e evangélico desde os cinco, acredita que conteúdos religiosos atingiram, em 2020, o auge da popularidade entre jovens. Por trás disso, ele diz, há uma geração que acredita na possibilidade de “se divertir, com decência”. “Deus é isso, é alegria e amor, mas com cuidado.” As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro

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Adriana Calcanhotto explica ‘surto’ criativo na quarentena que rendeu disco ‘Só’ em 11 dias

sexta-feira, 29 maio 2020 por Administrador

Desafio de escrever uma música por dia, faxina e visitas da gata da vizinha fazem parte da rotina no isolamento. Disco é dedicado a Moraes Moreira e tem parceria com Dennis DJ. Adriana Calcanhotto lança disco 'Só' com músicas feitas na quarentena Divulgação/LeoAversa Enquanto para alguns o desafio da quarentena é lavar a louça do dia anterior na manhã seguinte, Adriana Calcanhotto colocou como meta escrever uma música até a hora do almoço. E, assim nasceu "Só – canções da quarentena", disco que lança nesta sexta-feira (29) e dedica a Moraes Moreira. A única participação é do carioca Dennis DJ. Para quem levou 10 anos para encerrar os três discos sobre mar, com "Margem", em 2019, essa safra de músicas apareceu de forma rápida, urgente e inédita para a cantora que gosta de ficar muito tempo envolvida nas músicas. "Era uma disposição, uma energia para fazer qualquer coisa, para contribuir, para ajudar as pessoas, para aliviar, sei lá… Fazer qualquer coisa de casa", diz Adriana, em entrevista por telefone ao G1. "Sendo que ter essa disposição não garante que vá sair uma canção, e não garante, sobretudo, que vai ser uma canção que eu, por exemplo, gravasse em um disco", pondera. MAURO FERREIRA: Adriana Calcanhotto corre o mundo, com o poder da criação, ao refinar emoções do isolamento Em tempos sem pandemia, Adriana estaria em Portugal dando aulas no curso de composição que ministra na Universidade de Coimbra desde 2017. Ela percebe que esse "surto", como chamou na entrevista, também está relacionado a isso. "Acho que eu fiz o que pediria para os meus alunos”, afirma. E continua: "Tem a ver também com essa coisa de estar em casa, não ter o que fazer, nem outros compromissos, fora as coisas da casa. A criação gosta disso". Composição rápida Adriana não planejava fazer um novo álbum, mas quando escreveu "Corre o Munda", última faixa que fala sobre o rio Mondego que corta Coimbra, percebeu que havia unidade entre as nove canções. "Senti como um fecho mesmo, um click: isso aqui é um grupo, isso aqui é uma safra. Não tinha a menor intenção, mas não posso negar que isso aqui é um álbum", diz. E a produção não parou. Depois de encaminhar o disco para mixagem, Adriana conta que já escreveu outras três canções sobre outros assuntos, e confessa: "Eu sempre tenho um pouquinho essa coisa de 'será que algum dia eu vou conseguir compor outra canção'’? Mas já voltei a compor e dá uma sensação boa… A fonte não secou". Adriana dedica o disco a Moraes Moreira, que morreu em abril depois de um ataque cardíaco e não pôde ser velado como grandes personalidades por conta da pandemia de Covid-19. "O Brasil, a gente não pôde se despedir de um homem que nos deu tanta alegria", diz. "Achei tão triste esse fato que me veio essa coisa de ser a minha maneira de dizer para ele ‘até já’". Novos parceiros Adriana brinca que quando a quarentena acabar pretende fazer uma festa em casa com os parceiros que colaboraram neste trabalho. "Essa festa, se houver, vai ser engraçada porque cada pessoa que chegar aqui eu vou ter que falar 'muito prazer'", brinca. Adriana Calcanhotto Divulgação/Leo Aversa Muitos dos músicos que gravaram faixas não são parceiros recorrentes da carioca, como Zé Manoel e Dennis DJ. A cantora também diz que chamou mais gente do que normalmente por uma questão simples: "A ideia também de chamar um monte de músicos para tocar era justamente porque eu sei que eles estão em casa, sem trabalhar, sem fazer show, sem gravar", conta. Ela diz, no entanto, que a maioria não aceitou receber. O processo de gravar remotamente não foi uma novidade para a cantora. "Magina, se faz isso desde 2000 e pouquinho", diz. "Fomos lidando com o pouco tempo, com o sentimento e a realidade da urgência que não é comum para mim, que gosto de camadas de tempo". Adriana diz que já tem uma relação com o funk desde que gravou "Fico Assim Sem Você" e adora as batidas e os graves. Nesse disco ela se aproximou, de fato, de um representante do gênero em "Bunda Lelê", o produtor carioca Dennis DJ. A música brinca com as palavras que o funk mais usa “Senta”, “vai” e “bunda”, segundo Adriana. "Fiz uma coisa meio brincadeira, por isso achei que ele era o cara ideal, ao mesmo tempo que ele é totalmente funk, ele tem uma coisa com a qual eu também me identifico de usar objetos, instrumentos, diferente tratamento dos timbres, que é quase Partimpim, sabe?”. Adriana Partimpim Facebook / Adriana Calcanhotto Doação dos direitos autorais A renda dos direitos autorais das músicas de "Só" vai ser revertida para nove iniciativas diferentes como o Redes da Maré, Ação Cidadania e Rocinha Resiste. O intuito de ajudar veio antes da concepção do disco, enquanto Adriana pensava na equipe técnica que a acompanha na estrada. "Essa ideia veio um pouco antes do que vamos chamar de 'surto'. Eu estava aqui muito pensando na minha equipe, na minha equipe de técnicos", lembra. Ela diz que pensou em gravar um single para reverter a renda para a equipe que está em casa sem trabalhar. "Já estava na minha cabeça a ideia de compor e reverter, só que isso se ampliou", diz. A renda da música com Dennis vai ser revertida para o Funk Solidário, por exemplo, e "Sol Quadrado", que teve o cavaquinho gravado por Pretinho da Serrinha vai para o projeto do músico carioca, o Cesta Somlidária. Para sua equipe, Adriana vai destinar os valores de "Lembrando da Estrada". "Quando eu volto de uma turnê eu penso que nunca mais vou fazer uma turnê. Não há corpo que aguente, é muito louco, é muito intenso, é muito rápido… Mas me peguei aqui com saudade disso", diz. E vai além da questão da saudade: "Para os técnicos é muito difícil. Claro do ponto de vista financeiro primeiro de tudo, mas eles levam vidas, são pessoas que não ficam em casa. A gente tem uma alma nômade". Turnê de casa Mesmo sem plateia física, a experiência de fazer um show online foi interessante para Adriana. A cantora reconhece que a "catarse" do público em teatros e cinemas não pode ser substituída, mas sentiu a troca durante a live que fez para o Sesc no sábado (23). Adriana Calcanhotto em live Reprodução / Vídeo "Não achei sem volta, estranho isso… Acabou o show era como se as pessoas tivessem saindo da plateia, eu subi uma escada de 12 degraus e estava no meu quarto. Não precisei passar no raio-x do aeroporto, tirar tênis… Tem lá suas vantagens", percebe. "Fiquei muito interessada, a partir do momento que eu senti essa volta das pessoas. Agora eu vou lançar o disco e pensar no que será uma turnê em casa, vamos dizer assim. É um formato a ser inventado e eu acho desafiador", continua. Além de compor, Adriana diz que tem feito faxina durante quarentena e recebe esporadicamente a visita da gata da casa vizinha à sua no Rio. "Não sei o nome que ela tem na vizinha, aqui é Alice", diz ao ser questionada do nome do animal. "Eu faço faxina como todo mundo. Cuido da casa, dos bichos, da roupa, de tudo sempre com as notícias ligadas. Nem séries, nem música", fala sobre a rotina. "Antes de dormir leio um pouco. No momento estou lendo 'Outras mentes, o polvo e a origem da consciência' [de Peter Godfrey-Smith], muito interessante", finaliza. Adriana Calcanhotto fala da turnê depois de lançar 'Margem'

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