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JS erra a ‘mão de ouro’ no remix brega-funk de ‘Rajadão’, hit de Pabllo Vittar

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Capa do single 'Rajadão brega funk remix', de Pabllo Vittar e JS O Mão de Ouro Divulgação ♪ Em 24 de março, quando Pabllo Vittar lançou o terceiro álbum, 111, a faixa Rajadão (Arthur Marques, Rodrigo Gorky, Maffalda, Pablo Bispo e Zebu) se impôs de imediato como o grande destaque da safra inédita do repertório do disco. Esse pop trance espiritualista caiu como trovão no gosto do público seguidor de Vittar, atravessando fronteiras e nichos. Até evangélicos levantaram a mão para o alto e sentiram a força de Rajadão, atraídos por versos como “O poder da vitória vai curar a dor / A chuva da vitória vai reinar no fim / E quem caiu vai levantar e a gente vai vencer / Sofrimento acabar e o amor vai crescer”. Decorridos dois meses do lançamento do álbum 111, Vittar reapresenta Rajadão em single com remix em ritmo brega-funk produzido por JS O Mão de Ouro. Simultaneamente com o single, a cantora lança o lyric video da música, criado em sincronia com a batida da versão remixada de Rajadão. JS é Jonathan Santos, produtor pernambucano que ganhou notoriedade nacional como um dos principais arquitetos do subgênero brega-funk – o que vem justificando a alcunha O Mão de Ouro acrescentada por ele ao nome artístico. Contudo, no remix de Rajadão, JS erra a “mão de ouro”. A batida brega-funk dilui o clima apocalíptico de Rajadão, uma das forças motoras da gravação original. Atenta à expansão do brega-funk no universo pop brasileiro, Pabllo Vittar já tinha requisitado os serviços de JS O Mão de Ouro para produzir remix de Amor de que (Arthur Marques, Maffalda, Pablo Bispo, Rodrigo Gorky e Zebu, 2019), primeiro sucesso do álbum 111. O remix de Rajadão é a segunda colaboração de JS com Vittar e, a rigor, nada acrescenta de relevante à música. Talvez porque a lapidar gravação do álbum prescinda de remixes. Era fácil errar a mão com uma faixa já em si aliciante no formato original…

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Projota versa sobra inadequação masculina em single com Cynthia Luz

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Música 'Sai de rolê' integra EP com quatro faixas do próximo álbum do rapper, 'Tempestade numa gota d'água'. Capa do single 'Sai de rolê', de Projota com Cynthia Luz Divulgação ♪ Um mês após professar palavras de força e fé em Salmo 23, posando de profeta do hip hop neste single de tom messiânico lançado em 10 de abril, Projota põe os pés na terra e se volta para questão mais concreta e incômoda do universo feminino. A cotidiana inadequação dos homens na abordagem de mulheres é o tema sobre o qual o rapper paulistano versa com a convidada Cynthia Luz em Sai de rolê, outro single do ainda inédito quarto álbum de estúdio de Projota, Tempestade numa gota d'água. Além de cantar Sai de rolê com Projota, a rapper mineira Cynthia Luz também assina a letra com o colega do hip hop. Formatado com beat de Insane Tracks, o single Sai de rolê chegou ao mercado fonográfico na sexta-feira, 22 de maio, data em que a gravadora Universal Music também pôs nas plataformas EP com quatro músicas do álbum gravado com beats de Insane Tracks em várias faixas. Além de Salmo 23 e de Sai de rolê, o EP de Projota também apresenta Ombrim – composição de astral mais alto, assinada pelo rapper com Rodrigo Tavares e com Insane Tracks – e Videogame. Capa do EP do álbum 'Tempestade numa gota d'água', de Projota Divulgação Faixa cotada para ser o primeiro single do álbum Tempestade numa gota d'água, mas preterida em favor de Salmo 23, Ombrim gerou clipe estrelado por Lázaro Ramos e Taís Araújo, tendo sido filmado sob direção do próprio Lázaro. Já Videogame é música em que Projota versa sobre sexo, ao som de batidas produzidas por Nobre Beats. Gravado sob direção musical do próprio Projota, o álbum Tempestade numa gota d'água vai ter o inédito repertório autoral paulatinamente apresentado em singles e EPs até o fim deste ano de 2020. Uma das faixas mais esperadas do disco é Vale das sombras, por ter sido gravada por Projota com a participação da cantora Maria Rita.

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Tiago Iorc volta ao disco em junho, após live, com música feita na adolescência

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Artista troca de gravadora e abre escritório para controlar a gestão da própria carreira. ♪ Tiago Iorc ainda era adolescente quando compôs a primeira música. Intitulada Você pra sempre em mim, a canção permaneceu inédita por cerca de 20 anos. Iorc até cogitou lançar a música em várias ocasiões da carreira iniciada em 2006, mas sempre desistiu. Até que, neste ano de 2020, achou que era chegado o momento de Você pra sempre em mim ser apresentada ao mundo. Esse momento é as 21h de 3 de junho, dia e hora da primeira live do cantor no canal oficial do artista no YouTube. Iorc mostrará a música em primeira mão na live e, após o fim da apresentação online do artista, o single Você pra sempre em mim estará disponível nas plataformas de streaming ao primeiro minuto de 4 de junho. A volta do cantor ao disco inicia ciclo na carreira fonográfica de Iorc. Um após após reaparecer de surpresa em maio de 2019, com a edição do álbum Reconstrução e a gravação sequencial de show na série Acústico MTV para gerar álbum ao vivo lançado em setembro, Iorc assume o gerenciamento da própria carreira, tendo aberto escritório para cuidar dessa gestão. A mudança inclui ida para a Sony Music, gravadora na qual o artista estreia justamente com o single Você pra sempre em mim, após passagens pela Som Livre e pela Universal Music.

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Lives de hoje: Paula Fernandes, Alcione, Projota e outros shows para ver em casa

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Neste domingo (24), Pablo, Solange Almeida com Márcia Fellipe, Silva, Tony Salles do Parangolé, Banda Eva, Sambô, Ponto de Equilíbrio e outros artistas também tocam ao vivo; veja lista. Projota, Alcione e Paula Fernandes fazem lives neste domingo (24) Divulgação Paula Fernandes, Alcione e Projota são destaques entre as lives neste domingo (24). Pablo, Solange Almeida com Márcia Fellipe, Silva, Tony Salles do Parangolé, Banda Eva, Sambô, Ponto de Equilíbrio e outros artistas também tocam ao vivo. Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Shows deste domingo e como assistir: Kleo Dibah – 14h – Link Parangolé – Tony Sales – 15h – Link Inimigos da HP – 15h – Link Solange Almeida e Márcia Felippe – 16h – Link Revelação – 16h – Link Ponto de Equilíbrio – 16h20 – Link Paula Fernandes – 17h – Link Banda Eva – 17h – Link Sambô – 17h – Link Pablo – 17h – Link Silva – 18h – Link Projota – 20h – Multishow – Link Alcione – 20h – Link Clarisse Abujamra (Cultura em Casa) – 21h30 – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Discos para descobrir em casa – ‘Mondo cane’, Lulu Santos, 1992

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Mondo cane', de Lulu Santos Luiz Stein ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Mondo cane, Lulu Santos, 1992 ♪ Lulu Santos reinou nos anos 1980 como o compositor hitmaker que buscou – e muitas vezes encontrou – a batida perfeita do pop brasileiro. Já no primeiro álbum, Tempos modernos (1982), o artista vislumbrou começo de era pop para a música do Brasil. Confiando nessa visão, Lulu descobriu o tesouro da juventude e extraiu ouro puro de lavra própria, mostrando inspiração inabalável em série de discos que consolidaram, ao longo da década de 1980, um dos cancioneiros mais aliciantes do universo pop nacional. Essa monumental obra autoral resistiu bem ao tempo e, decorridos 40 anos, ainda garante plateias lotadas e embevecidas nos festivos shows do artista. Contudo, o sucesso nem sempre sorriu com todos os dentes para o carioca Luiz Maurício Pragana dos Santos. Em 1985, após os consagradores álbuns O ritmo do momento (1983) e Tudo azul (1984), Lulu dispensou os serviços de Liminha como produtor musical e assumiu o comando da gravação do quarto álbum, Normal, disco mais roqueiro e mais pretensioso que, justamente por ter interrompido o fluxo de sucesso radiofônico do cantor, motivou a transferência do artista da Warner Music para a RCA, gravadora que passou a se chamar BMG-Ariola em 1987. Sete anos depois, Lulu cometeria o mesmo erro ao produzir outro álbum recebido com certa frieza pelo público. Único álbum da breve e melancólica passagem do artista pela gravadora Polygram, Mondo cane foi lançado em 1992 e, embora tenha emplacado nas rádios a canção Apenas mais uma de amor, resultou em um dos discos menos ouvidos e aclamados de Lulu. Tanto que, após oito anos, a introspectiva balada Apenas mais uma de amor – exemplo da capacidade do compositor de atingir a perfeição pop com irresistível combinação de melodia e letra – ganhou outro sopro de vida e se tornou mais conhecida pela regravação feita pelo cantor para álbum ao vivo editado em 2000 na série Acústico MTV. Alguma coisa pareceu fora da ordem em Mondo cane – disco, além de produzido, arranjado pelo próprio Lulu Santos com repertório formado por onze inéditas composições autorais apresentadas ao longo de 12 faixas. A única música sem a assinatura de Lulu, Aquela vontade de rir, ficou esquecida no álbum Mondo cane nesses 28 anos que separam 2020 de 1992. Canção de Zé Renato com letra do diretor de teatro Hamilton Vaz Pereira, Aquela vontade de rir ganhou registro sereno de Lulu – feito somente com os teclados de Sacha Amback e o violoncelo de Mário Manga – sem deixar de exprimir certa melancolia entranhada no disco Mondo cane. Álbum menos ensolarado no confronto com discos antecessores do cantor, Mondo cane por vezes soou até sombrio. O pop rock Vício já abriu o álbum com letra que caracterizava como “droga pesada” o amor que, em canções anteriores, despertara tantos sentimentos leves. Verdade seja dita: é injusto creditar o fracasso de Mondo cane a uma possível falta de sintonia entre Lulu e a então nova companhia fonográfica do cantor, que vinha de passagens felizes pela WEA (de 1981 a 1985) e pela RCA / BMG (de 1986 a 1991). A safra autoral do compositor no álbum resultou menos sedutora em músicas como Foi mal. Entre as distorções que nublaram Ecos do passado, o flerte com o reggae em Cicatriz e a saudação ao rock em A coisa certa, faixa de potência amplificada pelas guitarras tocadas pelo próprio Lulu, ficou difícil detectar a perfeição pop do artesão em repertório que legou somente uma canção de fato antológica, a já mencionada Apenas mais uma de amor. Faltou um brilho especial ao disco. No álbum de 1989, Lulu já adicionara balanço e “outras levadas” ao pop do artista, com certa devoção ao samba-rock do então menos incensado Jorge Ben Jor, muso inspirador da música Brumário (1989). Ecos desse álbum recente reverberou em Mondo cane, sem o mesmo frescor, no samba-rock Realimentação e no samba E então? (Boa pergunta), músicas alocadas no fim desse disco indeciso. Analisado com a benção da perspectiva do tempo, o álbum Mondo cane resultou perdido no meio do caminho da discografia de Lulu por ter surgido depois da fase áurea do compositor como arquiteto do pop perfeito e antes da reinvenção eletrônica do artista na pista do DJ Memê, mentor do bem-sucedido álbum posterior Assim caminha a humanidade (1994), disco que marcou a volta de Lulu para a gravadora BMG e para o topo das paradas. Mondo cane foi disco de aura roqueira, alimentada em faixas como Fevereiro e, sobretudo, Máquinas macias, composição que ganhou peso no disco com a proeminência de guitarras de toque quase heavy. Tema instrumental, Hormônios também ressoou a ebulição roqueira do álbum, evidenciando o entrosamento da banda-base do disco, formada por Lulu (nas guitarras) com Christiaan Oyens na bateria, Décio Crispim no baixo e Sacha Amback nos teclados. Décimo álbum de estúdio de Lulu Santos, Mondo cane ficou esquecido na discografia do artista porque a humanidade sempre caminhou na direção de sucessos e, por isso mesmo, já se desviara de álbuns em que o mesmo Lulu pareceu ter recusado a perfeição pop, caso do já mencionado Normal (1985). E, verdade seja dita, Lulu não estava na melhor das formas como hitmaker em 1992. Com a ressalva de que Apenas mais uma de amor – a rigor, o único legado de Mondo cane – permaneceu como uma das mais inspiradas canções do artista em luminosa carreira solo que completa 40 anos em 2020.

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O DVD voltou? Como a nostalgia pode atenuar a crise causada por cinemas fechados

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Campeões de bilheteria e queridinhos do público estão entre lançamentos em DVD e Blu-ray no Brasil. Produtoras e distribuidoras falam da força das mídias físicas na quarentena. Distribuidoras voltam a vender DVDs na pandemia Jens Buttner/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance/AFP/Arquivo A nostalgia da quarentena ressuscitou mais um hábito antigo: os filmes em DVD e Blu-ray. Produtoras e distribuidoras de cinema investem como podem no relançamento de grandes sucessos dos últimos anos para tentar salvar as contas negativas dos meses sem cinemas e estreias. Em alguns casos, a decisão foi estudada. Em outros, foi por acaso. Disney, Universal Pictures, Paramount Pictures, Imovision e Alpha Filmes decidiram voltar a produzir ou intensificar os lançamentos em mídia física nos últimos três meses, quando começou o isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus. Mas essa é uma alternativa apenas para atenuar a crise, concordam as empresas. Para um filme dar certo em DVD na era do streaming, ele precisa ter feito sucesso nos cinemas e ter fãs dedicados. Festivais on-line vão amenizar prejuízos do cinema de arte? Cinemas drive-in se multiplicam no Brasil e viram opção Semana Pop: conheça mais do cinema coreano com dez filmes essenciais do país O maior exemplo recente de um filme que preenche esses dois requisitos é "Parasita", vencedor do Oscar neste ano. E ele será lançado em DVD neste mês (relembre 'Parasita' no vídeo acima). "Recebemos inúmeros pedidos pelas nossas redes sociais. As pessoas desejam ter o filme fisicamente. Este mês será o lançamento em DVD e no próximo mês, o Blu-ray", conta Tina Alvarenga, diretora da Alpha Filmes. Segundo Alvarenga, este é o único filme que pretendem lançar. “Nos últimos tempos, [essa alternativa] não se mostrou rentável. Acredito que apenas um filme premiado como ‘Parasita’ pode se sustentar assim.” Terror em alta 5 clichês que ainda estão no 'pós-terror' Por coincidência, os quatro longas escolhidos por Universal e Paramount para lançamento no Brasil são de terror recente: “Corra!”, “Nós”, “Cemitério maldito” e “Halloween”. “A escolha não foi pelo gênero. São filmes para os quais havia demanda para o lançamento no formato no Brasil, pois de perfil mais cult e de franquias ícone que os fãs adoram”, justifica Madalena Martins, relações públicas da Sony Pictures Home Entertainment. Ela distribui os títulos em mídias físicas da Paramount e Universal no Brasil. A decisão aconteceu após uma “sensível procura pela mídia física por parte das lojas online”, segundo Martins. A Imovision, distribuidora independente por trás de muitos lançamentos europeus, escolheu um brasileiro para ser o carro-chefe da volta do DVD e do Blu-ray: “Hoje eu quero voltar sozinho”. A bilheteria de mais de US$ 1,2 milhão no mundo impulsionou a escolha, mas só isso não basta, segundo a empresa. “Na época que foi lançado, vendeu mais de 200 mil ingressos, mas as pessoas têm um laço afetivo forte com o filme. Recebemos muitos pedidos para esse lançamento por que as pessoas queriam tê-lo em casa”. Terror e franquias são apostas para DVDs e Blu-rays na pandemia Jens Buttner/dpa-Zentralbild/dpa Picture-Alliance/AFP/Arquivo Além desse lançamento, a distribuidora voltou a vender títulos que fizeram sucesso no Brasil. "Na primeira semana, vendemos mil [cópias]. É muito animador. Não sei se vai continuar, mas eu sei que já ganhamos essa aposta. Mantém a cumplicidade com o público e, quem sabe, a gente ganha um lucro com isso", diz Jean Thomas Bernardini, presidente da Imovision. “A gente percebeu que muito cinéfilo até tinha desistido de comprar. Mas achamos que pode acontecer o mesmo fenômeno dos LPs, que viraram artigos de colecionador”, completa Bernardini. Já a Disney apostou em franquias e sequências bem-sucedidas. Desde fevereiro, lançou "Star Wars: A Ascensão Skywalker", "Frozen 2" e "Um Espião Animal". Até julho, têm programados "Jojo Rabbit", "Ameaça Profunda", "O Chamado da Floresta" e "Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica". A derrocada dos DVDs O mercado de filmes em mídia física sofreu um primeiro baque no fim dos anos 2000 com a pirataria. Depois, no começo dos anos 2010, sofreu com o surgimento dos serviços de streaming. Mas foi só no ano passado que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) oficializou o fim da era dos DVDs nos lares brasileiros. Para fazer o cálculo da inflação, o IBGE tirou os DVDs e incluiu os serviços de streaming entre os hábitos das famílias no país.

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Vitor Kley quer ir além do pop folk no quarto álbum de estúdio, ‘A bolha’

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Previsto para junho, o disco já tem dois singles, 'O amor é o segredo' e 'Jacarandá', este gravado pelo cantor com Vitão. ♪ Gravado antes do isolamento social imposto pela pandemia do covid-19, o quarto álbum de estúdio de Vitor Kley, A bolha, já está inteiramente finalizado e tem lançamento previsto para junho pela gravadora Midas Music. Os arranjos são de Rick Bonadio, produtor musical do disco gravado sob direção artística de Renato Patriarca e do próprio Bonadio. Além de cantar e assinar as músicas do inédito repertório autoral, Vitor Kley toca violão e guitarra no disco, idealizado com a intenção de expandir o universo musical do artista de pop folk. A bolha já é o quarto álbum de estúdio do artista gaúcho porque Kley tem dois álbuns na discografia – Eclipse solar (2009) e Luz a brilhar (2012) – lançados na fase inicial da carreira do cantor, anos antes da projeção nacional obtida por Kley a partir da edição do single O sol (2017) e da consequente edição do álbum Adrenalizou (2018), pontos de virada na trajetória do artista. O álbum A bolha já tem dois singles postos em rotação neste segundo trimestre de 2020. O primeiro, O amor é o segredo, foi apresentado em 2 de abril e anunciou o álbum A bolha, deixando boa impressão e sinalizando que Kley manterá a receita pop solar do anterior disco de estúdio. O segundo single, Jacarandá, foi lançado em 14 de maio. Trata-se de parceria de Kley com Simão gravada com a participação de Vitão. O amor é o segredo e Jacarandá são as duas únicas músicas oficialmente reveladas do álbum A bolha. Extraoficialmente, consta que o repertório do disco incluiria composições como Menina linda, Ponto de paz, Dúvida (faixa que teria sido gravada por Kley com Jão), Ainda bem que chegou e Retina, totalizando 12 músicas.

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G1 Ouviu #90 Sem shows, sem renda: o impacto da crise para músicos e técnicos

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Paula Lima, Pretinho da Serrinha e Toni Garrido explicam novas iniciativas. Segundo eles, há profissionais passando fome. Scalene e produtores comentam mercado da música na pandemia. Você pode ouvir o G1 ouviu no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o G1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia… Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado G1 ouviu, podcast de música do G1 G1/Divulgação

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Adriana Calcanhotto apresenta canção inédita de ‘disco emergencial’ em live com hits e gatos

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Cantora mostra em primeira mão a música 'Lembrando da estrada', uma das nove composições autorais do álbum 'Só'. Adriana Calcanhotto canta 'Uns versos' em live feita na noite de sábado, 23 de maio Reprodução / Vídeo Resenha de live – Série #EmCasaComSesc Artista: Adriana Calcanhotto Data: 23 de maio de 2020, das 19h às 20h10m Cotação solidária: * * * * * ♪ “Onde será que você está agora?”, perguntou Adriana Calcanhotto ao dar voz aos versos finais da canção autoral Metade (1994) – sucesso do terceiro álbum da artista, A fábrica do poema (1994) – em live feita na noite de sábado, 23 de maio. “Espero que seja em casa”, gracejou a cantora, improvisando e dando a única resposta ideal para a pergunta da canção no atual momento de isolamento social enfrentado pelo povo brasileiro para conter a pandemia do coronavírus. Quem estava em casa e assistiu à live de Calcanhotto na série #EmCasaComSesc ouviu em primeira mão Lembrando da estrada, uma das nove inéditas canções autorais do álbum, Só, que a cantora lança na próxima sexta-feira, 29 de maio. Como a letra de Lembrando da estrada exemplificou, trata-se de cancioneiro que versa sobre “coisas do agora”, como ressaltou Calcanhotto, caracterizando o álbum Só como “disco emergencial“ nascido de “surto criativo“ tido pela compositora durante esse período de confinamento. Lembrando da estrada foi a maior surpresa de live que alcançou pico de mais de 26 mil visualizações simultâneas na parte final da transmissão. Mas houve outras, tão grandes quanto. Antes da apresentação da música inédita, enquanto Calcanhotto cantava Mentiras (1992), o espectador ouviu barulho durante a transmissão. Não foi falha técnica, mas, sim, o ruído provocado por gata que tinha revirado a cozinha da casa da artista. Com a espirituosidade já notória nos shows da cantora, Calcanhotto brincou que somente o Sesc – empresa patrocinadora da série diária de lives – poderia lhe proporcionar fazer show com gata no palco. Palco que, no caso, era um cômodo da casa em que a artista está confinada desde março na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Sem aparentar o “suorzinho nas mãos”, mencionado para justificar o fato de não cantar a citada música A fábrica do poema (Adriana Calcanhotto e Waly Salomão, 1994) pelo nervosismo e insegurança de tocar a composição ao vivo, a cantora se acompanhou ao violão em live cujo roteiro foi calcado em sucessos da discografia iniciada pela artista há 30 anos com a edição do álbum Enguiço (1990). Só que houve ao menos duas músicas inusitadas nesse roteiro de hits, Para lá (Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes, 2008) e Uns versos (1996), canção autoral que Calcanhotto há anos não apresentava ao vivo e que resolveu “arriscar” cantar, como ressaltou. “Não tentem fazer isso… sair”, advertiu a cantora, reforçando a necessidade do isolamento social ao comentar uns versos da letra dessa canção lançada há 24 anos na voz de Maria Bethânia no álbum Âmbar (1996). Entre músicas como Seu pensamento (Dé Palmeira e Adriana Calcanhotto, 2008), destaque de roteiro da live encerrada com Vambora (1998), Calcanhotto incursionou pelo universo lúdico de Adriana Partimpim ao dar voz à canção Fico assim sem você (Cacá Morais e Abdullah, 2002), maior sucesso do heterônimo infantil da artista. Contudo, quem estava em cena, ou melhor, em casa, era mesmo Adriana Calcanhotto, a sós com o violão, lembrando da estrada e de canções como Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) entre hits e gatos.

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Discos para descobrir em casa – ‘Coração’, Alaíde Costa, 1976

segunda-feira, 25 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Coração', de Alaíde Costa Cafi ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Coração, Alaíde Costa, 1976 ♪ Em 1976, Alaíde Costa já contabilizava 20 anos de carreira fonográfica – iniciada com disco de 78 rotações por minuto editado pelo selo Mocambo em 1956 – quando lançou o oitavo álbum, Coração, com produção musical de Milton Nascimento e arranjos de João Donato. O envolvimento de Milton na produção do disco soou natural porque tinha sido no álbum Clube da Esquina (1972) que, quatro anos antes, a cantora carioca foi de certa forma redescoberta após amargar anos de ostracismo em trajetória ofuscada na segunda metade dos anos 1960 pela explosão quase simultânea dos festivais, da Jovem Guarda, da Pilantragem e da Tropicália – movimentos musicais que tiraram dos holofotes à Bossa Nova à qual a voz suave de Alaíde se associara em álbuns como Joia moderna (1961) e Afinal… Alaíde Costa (1963). Ao redimensionar Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Airton Amorim, 1951), fazendo do samba um lamento na antológica gravação dividida com Milton no álbum Clube da Esquina, Alaíde iniciou fase de renascimento artístico consolidada ao longo do anos 1970 com álbuns como Coração. Nascida em 8 de dezembro de 1935, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a carioca Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide sempre mostrou bossa singular no canto triste mencionado, no álbum Coração, na letra quase metalinguística de Sonho e fantasia (João Donato e Lysias Ênio, 1976), uma das músicas inéditas desse disco que flagrou a intérprete no auge vocal. Envolvida em refinado arranjo orquestral, marca sonora do álbum Coração, a música Sonho e fantasia desde então permaneceu esquecida nesse disco referencial na obra fonográfica de Alaíde Costa. O embrião de Coração começou a ganhar vida nos bastidores de apresentação do show Milagre dos peixes (1974), de Milton Nascimento, à qual Alaíde estava presente. Em conversas de camarim, surgiu a ideia da cantora gravar álbum sob direção artística de Milton no embalo da repercussão da releitura conjunta do samba Me deixa em paz. Dito e feito. Ao ser posto no mercado fonográfico em 1976 pela gravadora EMI-Odeon, com capa que expôs a artista em foto de Cafi (1950 – 2019), Coração bombou nos nichos mais antenados da MPB pelo esplendor do canto de Alaíde, pela coesão do repertório majoritariamente inédito e pela luxuosa ficha técnica que, além de Milton Nascimento e do arranjador João Donato (piano e órgão), agregou músicos virtuosos como Nelson Angelo (violão e guitarra), Novelli (baixo), Robertinho Silva (bateria) e Toninho Horta (guitarra). Sem falar em intervenções eventuais como a de Beto Guedes (uma das vozes do coro da música-título Coração) e a de Ivan Lins, arregimentado para tocar piano na gravação de Corpos (1975), densa parceria de Ivan com Vitor Martins que o cantor e compositor apresentara no ano anterior no álbum Chama acesa (1975). A introdução de Corpos deu amostra do requinte instrumental do disco Coração. Aberto com majestosa abordagem de Pai grande, em gravação do tamanho da obra de Milton Nascimento, o álbum Coração apresentou repertório dominado por compositores mineiros, a maioria associada ao Clube da Esquina. De Milton, Alaíde também impulsionou Catavento (1967), tema sem letra que a cantora levou magistralmente nos vocalizes, na cadência do samba, em gravação com mais frescor do que o registro feito por Milton há nove anos no primeiro álbum do cantor. E por falar em samba, Alaíde deu voz em Coração a O samba que eu lhe fiz (1974), composição da mineira Sueli Costa lançada há dois anos na voz da cantora Marisa Gata Mansa (1938 – 2003). Já o abolerado samba-canção que deu nome ao disco, Coração, era inédita parceria de Nelson Angelo com o poeta fluminense Ronaldo Bastos, letrista de standards do cancioneiro do Clube da Esquina. Estranho no ninho mineiro, mas nome familiar na trajetória de Alaíde Costa, o carioca Johnny Alf (1929 – 2010), compositor de bossas visionárias, se fez presente em Coração como autor da então inédita canção Quem sou eu? – espécie de prelúdio que serviu de veículo para a cantora exercitar o tom dolente também entranhado na voz dessa intérprete que sabe soar leve e até íntima, mas que, quando lhe é exigido, também sabe entrar no drama pesado das canções, como Alaíde mostrou novamente no álbum Coração ao dar sentido preciso a cada verso escrito por Paulo César Pinheiro para a letra de Tomara, música de Novelli. A sofisticação do canto da artista saltou aos ouvidos na interpretação de Viver de amor (1976), música de Toninho Horta e Ronaldo Bastos também gravada por Milton Nascimento naquele ano no álbum Geraes (1976). Fina estilista da canção popular brasileira, Alaíde apresentou em Coração o samba Pé sem cabeça. Música composta por Danilo Caymmi com letra de Ana Terra, Pé sem cabeça foi regravada pelo autor no álbum Cheiro verde (1977) e, dois anos depois, reapareceu no repertório do álbum Essa mulher (1979), da cantora Elis Regina (1945 – 1982). Compositora eventual, Alaíde também apresentou em Coração música de lavra própria, Tempo calado, parceria com Paulo Alberto Ventura empanada no álbum pelo brilho de outras composições com maior poder de sedução. Encerrado com O que se sabe de cor (Wanting more), música que Nana Caymmi regravou no ano seguinte no disco Nana (1977), o álbum Coração foi relançado em CD em 2009, em já esgotada edição idealizada pelo produtor Thiago Marques Luiz. Fora de catálogo em formato físico, mas disponível nas plataformas digitais, Coração ainda bate com vigor 44 após o lançamento do álbum, tendo permanecido no tempo como um dos mais luminosos registros fonográficos do canto de Alaíde Costa.

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