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Lives de hoje: Iza, Manu Gavassi, Ferrugem, César Menotti & Fabiano e mais shows

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Nesta quinta-feira (21) também tocam Letrux, Jau, Joanna com Padre Reginaldo Manzotti e Mart'nália com Celso Fonseca; veja lista de lives e como assistir. Iza, Manu Gavassi e Ferrugem fazem lives nesta quinta-feira (21) Divulgação Iza, Manu Gavassi, Ferrugem e César Menotti & Fabiano estão entre os destaques das lives desta quinta-feira (21). Veja a lista completa com horários das lives abaixo. Veja lives desta quinta e como assistir: Iza e Maejor (lançamento de "Let me be the one") – 14h – Link Mart'nália conversa com Celso Fonseca – 16h – Link Manu Gavassi e Letrux (#HomeHourPoploadFestival) – 19h – Link Nilze Carvalho (Em Casa Com Sesc) – 19h – Link Joanna e Padre Reginaldo Manzotti – 20h – Link Ferrugem – 20h – Link Jau – 20h – Link César Menotti e Fabiano – 20h30 – Link O debate sobre a bebedeira de sertanejos em lives

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Discos para descobrir em casa – ‘Patota de Cosme’, Zeca Pagodinho, 1987

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Capa do álbum 'Patota de Cosme', de Zeca Pagodinho Reprodução ♪ DISCOS PARA DESCOBRIR EM CASA – Patota de Cosme, Zeca Pagodinho, 1987 ♪ Em 1987, quando lançou o segundo álbum, Patota de Cosme, Jessé Gomes da Silva Filho já era definitivamente Zeca Pagodinho e vivia momento de consolidação da mudança de identidade iniciada espontaneamente no alvorecer da década de 1980. Em 1981, o franzino Jessé virou nome de respeito nas rodas armadas na quadra do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, no subúrbio do Rio de Janeiro (RJ), cidade onde o sambista debutante nascera em fevereiro de 1959. É que, naquele ano de 1981, o grupo Fundo de Quintal gravou Amarguras – parceria do artista carioca com Cláudio Camunguelo (1947 – 2007) – no segundo álbum e Jessé começou a ser publicamente Zeca Pagodinho, como esse cantor e compositor carioca de então 22 anos já era conhecido pelos frequentadores dos pagodes da vida suburbana do Rio. Mesmo assim, foi preciso esperar dois anos pela chegada do futuro glorioso. O Brasil somente passou a conhecer Zeca Pagodinho a partir de 1983, ano em que Beth Carvalho (1946 – 2019), fazendo jus ao futuro epíteto de Madrinha do samba, selecionou música do artista – Camarão que dorme a onda leva, samba composto por Zeca em parceria com Arlindo Cruz e Beto Sem Braço (1940 – 1993) – para o repertório do disco Suor no rosto (1983) e o convidou para participar da gravação. A faixa repercutiu, ganhou clipe no programa dominical Fantástico (TV Globo) e abriu caminho para Zeca fora das quadras do Cacique de Ramos. Em 1985, já antevendo o boom do pagode que aconteceria no ano seguinte, a gravadora RGE bancou projeto coletivo para revelar talentos do gênero. Ao lado da também debutante partideira Jovelina Pérola Negra (1944 – 1998), Zeca integrou o elenco do LP Raça brasileira – histórico pau-de-sebo, termo que no jargão fonográfico designa discos coletivos para testar o potencial comercial de artistas novos – e, no ano seguinte, lançou um primeiro álbum, Zeca Pagodinho (1986), que também fez história do ponto de vista artístico e comercial, ultrapassando o milhão de cópias vendidas no embalo do furor de consumo provocado por plano econômico que, num primeiro momento, favorecera o bolso do povo brasileiro. Para o sambista, lançar Patota de Cosme – álbum gravado de abril a maio de 1987 com produção musical capitaneada por Milton Manhães sob a coordenação de Marcos Salles – poderia ter significado encarar a sempre temida prova do segundo disco. Como Zeca Pagodinho nunca correu atrás do sucesso, o artista passou automaticamente na prova antes mesmo de fazê-la. Com arranjos divididos entre Ivan Paulo e Mauro Diniz, Patota de Cosme repercutiu bem menos nas paradas do que o álbum antecessor de 1986, mas delineou a assinatura de Zeca Pagodinho no universo do samba. As qualidades do primeiro disco foram bisadas com naturalidade em Patota de Cosme, álbum que reiterou o talento desse partideiro hábil nos improvisos – com canto aparentemente displicente, mas de aguçado senso rítmico – e reverente à nobreza das velhas guardas, representadas no pot-pourri de partido alto em que Zeca dividiu com Mauro Diniz a interpretação de Que mulher (Nega danada) (Ary Guarda e Chatim), Mulher ingrata (Chatim) e Para o bem do nosso bem (Alvaiade). Com capa que expôs o artista cercado de crianças de regiões próximas do morro de Mangueira, o álbum Patota de Cosme foi aberto com o fluente samba que lhe deu nome, composto por Carlos Senna e Nilton Santos com letra em que Zeca professou a fé sincrética no arremate de versos que fizeram crônica de briga de casal. Na sequência, Arlindo Cruz puxou papo com o amigo e compadre Zeca na fala introdutória de Seu endereço, partido de alto quilate composto por Arlindo com o imortal Luiz Carlos da Vila (1949 – 2008) e gravado com Zeca com a destreza dos bambas. Feristes um coração – samba de Monarco e Ratinho (1948 – 2010), compositores de Coração em desalinho (1986), um dos maiores sucessos do primeiro álbum de Zeca – trouxe o lirismo dolente do cancioneiro dos bambas das velhas guardas. Esse lirismo reverberou em Termina aqui (Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e Ratinho) e – com dose menor de melancolia – em Gota de esperança, belo samba de Orlando Rangel e Nelson Rufino, compositor baiano que forneceria sucessos relevantes para Zeca nos anos 1990, década em que o cantor vivenciou fase de revitalização da carreira fonográfica após período de baixa visibilidade na BMG-Ariola, gravadora na qual ingressou em 1988 após o relativo “fracasso” do álbum Patota de Cosme no confronto com a explosão de vendas do LP de 1986. Evocadas no título Patota de Cosme, as crianças foram o tema de Menor abandonado, samba composto sob prisma social por Pedrinho da Flor e Mauro Diniz com o próprio Zeca Pagodinho. Marcando mais presença com compositor nessa fase inicial da discografia, Zeca também assinou no disco sambas com o contemporâneo Jorge Aragão (Testemunha ocular, composição aquém do talento dos parceiros e, talvez por isso mesmo, nunca mais regravada) e Beto Sem Braço (Colher de pau, delícia temperada com a ancestralidade do povo negro). O mesmo Beto Sem Braço tirou do forno Bisnaga, pagode com Arlindo Cruz que fez crônica de costumes dos subúrbios cariocas sem a graça de outros sambas do gênero. Mesmo sem a coesão do repertório do primeiro disco solo de Zeca, sobretudo no lado B do LP editado pela gravadora RGE, o álbum Patota de Cosme legou dois grandes sucessos populares ao longo dos anos. Pérola do pagode que confirmou a maestria do compositor Nei Lopes, o partido alto Tempo de Don-Don foi propagado na trilha sonora da novela Mandala (TV Globo, 1987 / 1988) na gravação original e ecoou, 16 anos depois, em outra trilha de novela, Celebridade (TV Globo, 2003), em abordagem de Dudu Nobre, cantor carioca que despontou nos anos 1990 como assumido discípulo de Zeca. O outro sucesso do disco foi Maneiras (Sylvio da Silva), samba cuja letra, no início, citou versos do samba-canção Lama (Paulo Marques e Aylce Chaves, 1952) e que se tornou espécie de marca registrada do temperamento espontâneo de Jessé Gomes da Silva Filho, grande nome da música brasileira que, já com a identidade de Zeca Pagodinho, reuniu a patota bamba e – sem querer impressionar ou inovar – mostrou personalidade neste álbum de 1987.

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Sérgio Pererê alinha ‘Revivências’ em álbum com músicas de Chico Buarque, Gilberto Gil e Vander Lee

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Trabalho de intérprete é o segundo dos cinco discos planejados pelo cantor, compositor e percussionista mineiro para este ano de 2020. ♪ O cantor, compositor e multi-instrumentista mineiro Sérgio Pererê planeja lançar nada menos do que cinco álbuns ao longo deste ano de 2020. Três – Cada um ao vivo (registro do show baseado no álbum Cada um, lançado pelo artista em 2018), Canções de bolso (com inédito repertório autoral) e Coração de marujo (disco idealizado para embalar a ancestralidade do artista em ritmos da cultura popular tradicional) – estão sendo preparados de forma simultânea. Outros dois já estão disponíveis. O primeiro a ser editado foi Maurício Tizumba e Sérgio Pererê ao vivo, disco que – como o título já explicita – traz registro de show feito pelo artista com o conterrâneo belo-horizontino Maurício Tizumba. Já Revivências – álbum disponível desde quarta-feira, 20 de maio – se diferencia na discografia de Pererê por ser trabalho de intérprete. No álbum, o cantor dá voz a músicas de compositores da MPB como Chico Buarque, Gilberto Gil, Gonzaguinha (1945 – 1991), João Bosco, Luiz Melodia (1951 – 2017) e Milton Nascimento, entre outros autores. Capa do álbum 'Revivências', de Sérgio Pererê Divulgação Além de cantar, Pererê toca percussão (eletrônica e orgânica) e assina a produção musical de Revivências, álbum gravado com os toques dos músicos Acauã Rane (alternando-se no baixo, na guitarra e no violão) e Richard Neves (piano). O lançamento do disco estava previsto para o segundo semestre, mas foi antecipado pelo fato de o artista ter identificado conexões do repertório de Revivências com o momento atual do mundo, revirado com a pandemia do coronavírus. Aberto com registro a capella de Canções e momentos (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1986), o disco inclui abordagens das músicas Tempo rei (Gilberto Gil, 1984), Só (Luiz Melodia e Perinho Santana, 1983), Estrela (Vander Lee, 2009), Dança (Chico César, 1992), Pequena memória para um tempo sem memória (A legião dos esquecidos) (Gonzaguinha, 1980), Roda viva (Chico Buarque, 1968), De frente pro crime (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) e Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973). Música do repertório do trio Paralamas do Sucesso, Selvagem (Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone, 1986) é a surpresa da seleção musical de Revivências, feita por Pererê dentro do referencial universo da MPB.

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Odair José, BNegão e Fred 04 são convidados da Machete Bomb em disco solidário

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Álbum é resultado da colaboração de artistas para motivar o líder da banda a vencer o luto e a depressão decorrentes da morte da esposa. ♪ Com capa assinada pelo artista plástico curitibano Jorge Torres Galvão, o álbum MXT convida chega ao mercado fonográfico nesta quinta-feira, 21 de maio, com título condizente com o heterogêneo elenco que participa do disco da banda Machete Bomb. BNegão, Odair José, Fred 04 (mentor do grupo pernambucano Mundo Livre S/A), Mateo Piracés-Ugarte (vocalista da banda Francisco EL Hombre), Tuyo, Dedé Paraízo (um dos cantores do grupo Demônios da Garoa) são alguns nomes que figuram no disco como convidados da Machet Bomb, banda de Curitiba (PR), habituada a se apresentar como grupo de “heavy samba” por fazer som calcado na mistura de samba, rock pesado e rap. Drum’n’bass, reggae, ragga e dubstep também foram ritmos adicionados na mistura desse disco que, embora apresente música inédita, remix e vinhetas no cardápio de novidades, compila faixas já previamente lançadas pela banda como singles desde novembro de 2019. Essas gravações foram produzidas de forma solidária para ajudar o mentor e produtor da Machete Bomb – Madu Madureira, conhecido pelo toque metaleiro do cavaquinho – a superar o luto e a depressão decorrentes da morte da esposa. Vários amigos e artistas se cotizaram para dar forma às músicas que compõem o repertório do álbum MXT convida. Os rappers BNegão e Dow Raiz, por exemplo, colaboraram no remake de Nunca mais, música lançada pelo autor, Odair José, no álbum O filho de José e Maria (1977), e regravada pela banda com a adesão do próprio Odair, que dá nova voz à letra original, ouvida após os versos atuais dos rappers. Do mesmo álbum de Odair, a banda recicla Que loucura no molde de Nunca mais. No caso, Odair canta a letra original e os MCs curitibanos Pecaos e Pete Mcee atualizam o tema, também ouvido no disco em remix produzido pelo DJ Nave. Única música realmente inédita do álbum MTX convida, Central é composição de Andó em parceria com Dedé Paraízo gravada pela banda com Dedé, a banda Mulamba e e o trio paranaense Tuyo. Já Fred 04 se junta com a cantora curitibana Janine Mathias na recriação de A ordem é samba (1966), sucesso de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982). Músicos da banda carioca O Rappa, Marcelo Lobato (teclados) e Xandão Menezes (guitarra) são coautores (com Rodrigo Samsara) e convidados de Elo da corrente. E há Mateo Piracés-Ugarte na faixa Se liberta. Integrante da banda Tihuana, Egypcio também integra o time de colaboradores do disco MXT convida.

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Lives da nostalgia: 5 reencontros de elencos que emocionaram fãs na quarentena

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Reuniões de atores de filmes e séries viraram mais um filão da cultura em tempos de pandemia. Teve 'De volta para o futuro', 'Um maluco no pedaço' e mais. Mas e 'Friends'? Os reencontros nostálgicos de elencos durante a quarentena Um tipo específico de live da quarentena tem levado fãs à histeria no mundo todo. São reencontros de elencos de séries e filmes, que dão aquela nostalgia. Essas reuniões – com cada ator na sua casa, falando por ligação de vídeo – viraram mais um dos grandes filões da cultura, no confinamento causado pelo coronavírus. Veja, abaixo, 5 reuniões de elencos que emocionaram fãs nas últimas semanas 1. 'De volta para o futuro' O ator Josh Gad criou um projeto que promove esses reencontros. A série de vídeos começou apresentado uma reunião do elenco dos "Goonies" (1985). Mas o episódio mais comentado foi o da trilogia"De volta para o futuro". Ele reuniu todos os protagonistas da franquia e também o diretor Robert Zemeckis. Eles conversaram por quase meia hora e fizeram releituras de cenas icônicas dos filmes. Os atores até disseram que, se pudessem viajar no tempo, queriam ir para um momento antes da pandemia de Covid-19, para alertar o mundo sobre o coronavírus. 2. 'Um maluco no pedaço' Essa fez muita gente fazer a dancinha do Carlton de alegria. A reunião celebrou os 30 anos da estreia de "Um maluco no pedaço". Ela aconteceu num programa que Will Smith está apresentando, da casa dele, durante a quarentena. Will Smith encontrou com elenco de 'Um maluco no pedaço' em programa 'Will at home' no Snapchat Reprodução Quase todo o elenco principal participou. Faltou James Avery, o ator que interpretou o tio Phill. Ele morreu em 2013 e foi homenageado na live. 3. The Wonders Também aconteceu a reunião de uma banda… fictícia. É a The Wonders, a banda do filme de mesmo nome, de 1996. Foi a primeira reunião deles nesses 24 anos. Elenco do filme 'The wonders' se reúne, 24 anos depois, em meio à quarentena causada pelo coronavírus Reprodução/YouTube Tom Hanks, que dirigiu e atuou como o empresário da banda no filme – e uma das primeiras celebridades a revelarem o diagnóstico de Covid-19 – não apareceu, mas mandou o filho, Colin. 4. 'The office' Rolou até um casamento. A reunião do elenco de "The office" aconteceu para celebrar, à distância, o casamento de dois fãs da série. Elenco de 'The office' se reúne para casamento virtual de fãs, durante a quarentena causada pelo coronavírus Reprodução/YouTube O pedido de casamento desse casal foi inspirado no romance de Jim e Pam, personagens de "The office". Na live, não faltou a inesquecível dancinha do casamento dos dois personagens, ao som de Chris Brown. Foi super legal ver o elenco dançando junto de novo. 5. 'Seinfeld' Julia Louis-Deyfrus e Jason Alexander, de "Seinfeld", também se reencontraram para discutir a série, mais de 20 anos depois do último episódio. ulia Louis-Deyfrus e Jason Alexander conversam sobre 'Seinfeld' em live Reprodução/YouTube Como em outras lives desse tipo, esse reencontro serviu pra arrecadar doações pra ajudar no combate ao coronavírus. …E 'Friends'? Além desses, vários outros reencontros aconteceram: "High School Musical", "Glee", "Parks and recreation", "Maze Runner" e por aí vai. Elenco de 'Friends' Divulgação Mas, para algumas pessoas, nenhum desses importa enquanto finalmente não acontecer a reunião de "Friends", em um programa especial anunciado antes da pandemia. Para esses fãs, uma má noticia: o reencontro deve ficar para o segundo semestre ou até para o ano que vem. Executivos da série querem filmar o programa com uma audiência ao vivo e presencial.

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Vivianne Pasmanter fala sobre mudança do Rio para São Paulo há dois anos por medo da violência

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Mãe de dois adolescentes, atriz diz que é 'difícil essa coisa de soltar o filho num mundo violento como está'. Ela também fala sobre retorno de seus trabalhos mais recentes para a TV. Vivianne Pasmanter Globo/João Cotta Vivianne Pasmanter estava no time de atores que precisou interromper as gravações das novelas por causa da pandemia de coronavírus. Enquanto não retoma as atividades em "Nos tempos do imperador", próxima novela das 6h, a atriz revê suas cenas em duas produções que entraram com edição especial para este período. Vivi está no ar como Lili, em "Totalmente Demais", e Germana, em "Novo Mundo". "São duas novelas que não faz muito tempo que foram exibidas e são as últimas novelas que fiz, então ainda está tudo fresco na memória. Mas curto muito quando aparece alguma coisa que eu realmente não lembrava", conta a atriz em entrevista por teleconferência para jornalistas. "Tem umas cenas que são mais emblemáticas, que ficaram. Mas umas cenas do cotidiano, menores, que você não lembra, eu acho uma delícia, porque consigo me colocar muito como espectadora, com distanciamento." "Já até me emocionei em algumas cenas. E que legal é me emocionar como espectadora." Germana era a personagem de Vivianne Pasmanter em "Novo mundo" Globo/Cesar Alves A atriz comenta também a importância de ver uma personagem como Germana no ar nesse momento de pandemia. Em "Novo mundo", a personagem tinha atitudes individualistas e egoístas, tentando se dar bem em todas as situações: "Essa crítica que tinha nesse personagem é muito atual." "A gente está passando por um momento que é tão forte o que está acontecendo, tão global, como nunca se viu. Sinto essa coisa de que realmente somos todos um. Tudo influencia. Tua atitude… A gente depende muito de todo mundo." Vivianne mãe Já em "Totalmente demais", Vivi vê mais o lado maternal. Na trama, a personagem Lili perdeu a filha (duas vezes). Na vida real, ela conta que precisou de muita terapia para equilibrar o medo de viver na pele o que presenciou com sua personagem. Ela é mãe de Eduardo, de 17 anos e Lara, de 15. "Difícil essa coisa de soltar o filho num mundo violento como está. Até mudei para São Paulo dois anos atrás muito por casa disso. Não que a violência aqui esteja muito menor. Mas como você consegue deixar seu filho adolescente sair neste mundo em que tudo pode acontecer? Passar em um simples túnel pode ser extremamente perigoso", afirma Vivianne. Mãe de 2020 A atriz de 48 anos também falou sobre sobre as mães da geração dela: "Eu acho que a minha geração viveu uma vida completamente diferente da atual. O mundo era outro, não tinha internet, não tinha televisão colorida. Sinto que hoje se escuta muito mais, se dá muito mais voz ao jovem do que em gerações anteriores." "Acho também que é difícil viver nesse novo mundo, nessa coisa do celular, em que a vida é muito mais no agora. A mãe de 2020 tem que estar antenada com isso, tem que entender e se entender nesse novo mundo." Vivianne comentou ainda que as mães de hoje se sentem muito mais culpadas. "Sinto também que tem uma necessidade de se desculpar com esse papel de mãe. Vou te falar que é muito difícil! É muita transformação, muita mudança, mas acho que o melhor papel da vida é o de mãe." "Totalmente demais": Lili (Vivianne Pasmanter) com Sofia (Priscila Steinman) à beira da morte Globo/Raphael Dias

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Mahmundi apresenta ‘Mundo novo’ com arte inspirada no isolamento social

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Veja a capa do disco em que, entre sete músicas, a cantora revive parceria de Dadi com Jorge Mautner. ♪ “O sol já vai sair / E eu que fico aí / No porão da solidão / Sozinho na multidão”. Os versos da letra da música No coração da escuridão ganham registro de Mahmundi e, mesmo antigos, soam atuais ao serem abordados pela cantora, voz dos verões cariocas. Parceria de Dadi com Jorge Mautner, apresentada por Dadi em gravação feita com Caetano Veloso para disco editado no Japão em 2005, No coração da escuridão é uma das sete músicas do próximo disco de Mahmundi, Mundo novo, programado para chegar ao mercado fonográfico em 29 de maio. Embora se situe na fronteira (às vezes tênue) entre álbum e EP, por ter somente sete faixas, o disco Mundo novo está sendo tratado como álbum pela artista e pela gravadora Universal Music. Se enquadrado nesse formato, trata-se do terceiro álbum da cantora, compositora e instrumentista carioca Marcela Vale – o primeiro desde Para dias ruins (2018). Capa do disco 'Mundo novo', de Mahmundi Arte de Gabriel Kempers Assinada pelo artista Gabriel Kempers, a arte multicolorida da capa do disco Mundo novo dialoga com o repertório conectado com o atual estágio da humanidade, confinada em isolamento social neste primeiro semestre de 2020 para deter o avanço do covid-19. Com a palavra, Kempers: “O conceito visual se desenhou com o desenvolver das músicas do disco. Entendemos o temporal e o cíclico de um novo mundo como uma janela de possibilidades. Mahmundi retratou com precisão o que vivemos atualmente. Esta nova ordem mundial. Todos fechados em suas caixinhas (sem mencionar aqueles que nem caixinhas têm), olhando o mundo através de janelas e telas. Um mundo que, mais do que nunca, precisa de empatia e união”. O artista detalha a criação: “De modo a construir a narrativa visual, a arte se dividiu em módulos que, juntos, trazem uma ideia de storyboard. Uma história em quadrinhos, onde cada janela representa uma música. Nosso ponto de partida foi a unidade celular, o micro, o introspectivo, o pessoal. A identidade (visual) tem inspiração em diversos artistas, mas principalmente nas formas orgânicas e abstratas da ilustradora turca Gizem Vural e nos traços e tratamentos do artista americano Basquiat”, ressalta Gabriel Kempers. O repertório mencionado pelo artista visual ao explicar a capa do disco Novo mundo inclui, além da canção No coração da escuridão, a música Sem medo, parceria de Mahmundi com Felippe Lau, já previamente apresentada como single editado em março. As outras cinco músicas do disco Mundo novo são Mundo novo – Intro (Paulo Nazareth), Nova TV (Mahmundi e Castello Branco), Convívio (Paulo Nazareth), Nós de fronte (Mahmundi e Castello Branco) e Vai (Frederico Heliodoro).

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Márcio Garcia passa por cirurgia após acidente doméstico

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Ator e apresentador gravou vídeo em hospital do Rio e contou que rompeu tendão do bíceps ao arrastar uma mesa em casa. Márcio Garcia passa por cirurgia após acidente doméstico Reprodução/Instagram Márcio Garcia precisou passar por uma cirurgia nesta quarta-feira (20) após sofrer um acidente doméstico. O ator e apresentador publicou um vídeo em seu Instagram contando que sofreu uma lesão no tendão do bíceps ao mover uma mesa em casa. "Não fiquem preocupados. Não é Covid-19, testei negativo. Mas estou internado. Tive um susto, uma bobagem. Fui empurrar uma mesa com o braço esticado e tive uma ruptura total do tendão do bíceps", contou Márcio. "Já fiz a cirurgia, estou com a tipoia. Estou em ótima companhia e é isso, daqui a pouco estamos de volta a nossa quarentena. Já com saudade da bagunça, da cachorrada, da molecada, daqui a pouco estamos de volta para casa." Márcio mostrou que sua mulher, a nutricionista Andréa Santa Rosa, estava o acompanhando na internação. "Estou aqui firme e forte cuidando do maridão." Márcio Garcia passa por cirurgia após acidente doméstico Acidentes domésticos na quarentena Márcio garcia não foi o único famoso a sofrer um acidente doméstico durante o período de quarentena. MC Gui passou pela mesma situação e rompeu o músculo do trapézio enquanto praticava atividade física. Já Brian May, guitarrista do Queen, rompeu o músculo do glúteo durante um momento de jardinagem na quarentena.

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Atriz Salma Hayek lança campanha para combater violência doméstica

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

'Estamos refugiados em nossas casas para nos proteger da ameaça da Covid-19, mas e se nossa casa for uma ameaça?', questionou a atriz, citando o aumento no número de mulheres agredidas em seus lares. Salma Hayek posa no tapete vermelho do Globo de Ouro 2020 Jordan Strauss/AP A atriz indicada ao Oscar Salma Hayek lançou uma campanha na quarta-feira (20) para combater a violência contra mulheres confinadas em casa por causa do coronavírus, pedindo aos seus milhões de seguidores nas redes sociais que "se solidarizem com as mulheres”. A campanha #StandWithWomen está sendo realizada pela iniciativa da marca Gucci ‘Chime For Change’, fundada por Hayek e pela cantora Beyoncé em 2013 que ajuda a financiar organizações que combatem a violência doméstica em todo o mundo. "Estamos refugiados em nossas casas para nos proteger da ameaça da Covid-19, mas e se nossa casa for uma ameaça?", disse Hayek em um vídeo compartilhado com seus quase 15 milhões de seguidores no Instagram. "É muito importante que nos posicionemos contra a violência de gênero … Podemos realmente conseguir mudanças se nossas vozes se unirem e gritarem: não mais." "Vamos nos unir nesse momento crítico em que a violência de gênero está aumentando e o acesso aos serviços de saúde está limitado", escreveu a atriz. Initial plugin text Países ao redor do mundo emitiram ordens de permanência em casa para combater o surto de coronavírus, mas as medidas podem deixar as mulheres presas em casa com seus agressores e incapazes de procurar ajuda. Hayek, nascida no México, foi indicada ao Oscar por sua atuação no filme "Frida", de 2002. O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, pediu aos Estados que tomem medidas urgentes para combater um "terrível aumento global" da violência doméstica, acrescentando que, para muitas mulheres e meninas, estar em suas próprias casas é, frequentemente, o mais perigoso.

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Julia Roberts e outras estrelas cedem holofotes a especialistas de saúde em suas redes sociais

quinta-feira, 21 maio 2020 por Administrador

Em projeto, profissionais da linha de frente do combate à pandemia de Covid-19 vão compartilhar fatos e advogar abordagens científicas nas contas privadas de celebridades. Julia Roberts durante a quarta edição do 'InStyle Awards' no Getty Center, em Los Angeles Jordan Strauss/Invision/AP Os atores Julia Roberts, Hugh Jackman e Millie Bobby Brown estão entre as celebridades que emprestarão suas contas de redes sociais para especialistas de saúde compartilharem fatos e advogarem uma abordagem científica ao combate à pandemia de Covid-19. Roberts, que recebeu um Oscar em 2001 por "Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento", dá o pontapé inicial no projeto na quinta-feira entrevistando o doutor Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos. Initial plugin text A iniciativa #PassTheMic é organizada pela entidade global sem fins lucrativos ONE Campaign, que almeja destacar "especialistas de economia e saúde… debatendo a reação global à pandemia de Covid-19". A ênfase está nos dados, na ciência e nos fatos. De acordo com a ONE, as estrelas cederão suas contas de redes sociais por um dia para profissionais da linha de frente e para especialistas de economia e saúde, entre outros. Na entrevista a Roberts, Fauci diz que o principal problema a ser resolvido são "as disparidades de saúde extraordinárias" entre os países. "Neste momento, se você pegar o sul da África, a África subsaariana, partes da Ásia, da América do Sul e até partes do Caribe como áreas que não têm um sistema de saúde capaz de reagir da maneira que se pode reagir em Nova York, Los Angeles, Nova Orleans ou Chicago, realmente temos uma responsabilidade moral com pessoas de todo o mundo", disse Fauci. Initial plugin text Muitas das celebridades participantes têm grande presença nas redes sociais. Roberts, Jackman e Brown têm um total combinado de cerca de 71 milhões de seguidores só no Instagram. Entre as outras estrelas envolvidas na campanha estão Penélope Cruz, David Oyelowo, Sarah Jessica Parker, Rainn Wilson e Shailene Woodley.

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